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Exercícios propostos

TEMA II. OS RECURSOS NATURAIS DE QUE A POPULAÇÃO DISPÕE: USOS, LIMITES E


POTENCIALIDADES
2.1. Os recursos do subsolo

GRUPO 1

1. Selecione a letra da chave que corresponde a cada uma das afirmações seguintes.

Afirmações Chave
1. Têm características físico-químicas que lhes dão certas
propriedades terapêuticas.
2. Dominam as rochas sedimentares e destacam-se alguma áreas de
A. Mineral metálico
rochas magmáticas.
B. Rochas ornamentais
3. Unidade geomorfológica mais recente onde dominam rochas
C. Águas minerais naturais
sedimentares.
D. Maciço Hespérico
4. Tem na sua constituição substâncias metálicas como o ferro, o
E. Orla Ocidental
cobre e o estanho.
F. Bacias do Tejo e Sado
5. Tem uma grande variedade de rochas muito antigas e de grande
dureza.
6. O mármore e o granito são muito utilizados na decoração de
edifícios.

2. Classifique, como verdadeira ou falsa cada uma das seguintes afirmações. Corrija as afirmações
consideradas falsas mantendo-as na afirmativa.

a) Nas Regiões Autónomas dominam as rochas de origem vulcânica, pelo que se exploram os
basaltos ornamentais e a pedra-pomes.
b) Os recursos geológicos explorados em Portugal destinam-se, exclusivamente, à produção
industrial.
c) Em Portugal, não existe uma significativa diversidade de recursos hidrominerais, apesar da
complexa e variada geologia do país.
d) Os combustíveis fósseis são importados na totalidade, representando mais de 1/3 do saldo
negativo da nossa balança comercial.
e) Em Portugal ainda não foi requalificado o espaço de nenhuma mina.

3. Selecione a opção de resposta correta para as seguintes questões.

3.1. A grande maioria das estâncias termais localiza-se nas regiões


A. Norte e Alentejo. B. Centro e Alentejo. C. Norte e Centro. D. Lisboa e Centro.

3.2. O maior consumo de gasolina verifica-se nos distritos de


A. Lisboa e Algarve. B. Porto e Algarve. C. Lisboa e Aveiro. D. Lisboa e Porto.

Exercicios propostos 1/30


2.1. Os recursos do subsolo
4. Responda às perguntas que se seguem.
4.1. Explique o acréscimo verificado na produção de minerais metálicos em Portugal, de 2003 a
2007.
4.2. Explique o aumento do consumo de energia, em Portugal, e refira os seus efeitos na economia
portuguesa.
4.3. Descreva e justifique a distribuição do consumo de gasolina por distritos em Portugal
continental.
4.4. Aponte dois problemas associados à produção de recursos minerais em Portugal.
4.5. Equacione a relação indústria extrativa/qualidade ambiental.
4.6. Argumente a favor do seguinte objetivo da Estratégia Nacional para a Energia: “Garantir a
adequação ambiental de todo o processo energético”.

2.1.1. As áreas de exploração dos recursos minerais

GRUPO 2

Os recursos do subsolo, tendo em vista as respetivas características físicas e químicas, podem


classificar-se em diferentes tipos.

1. Entre os minerais metálicos mais explorados no nosso país, contam-se


(A) ferro, volfrâmio e urânio. (C) estanho, cobre e volfrâmio.
(B) diatomito, quartzo e cobre. (D) calcário microcristalino, barite e titânio.

2. A mina de Neves Corvo constitui, atualmente, a maior reserva da União Europeia de


(A) ferro. (B) tungsténio. (C) urânio. (D) cobre.

3. O sal-gema constitui um importante recurso mineral não metálico que se explora em minas
localizadas na secção norte do Maciço Antigo. Esta afirmação é
(A) verdadeira, porque a principal mina em exploração localiza-se na Urgeiriça.
(B) verdadeira, porque se trata de um mineral de origem magmática.
(C) falsa, porque as minas em funcionamento estão localizadas nas Orlas Sedimentares Ocidental e
Meridional.
(D) falsa, porque se trata de um recurso hidromineral explorado na secção sul do Maciço Antigo.

4. As rochas industriais mais exploradas em Portugal são


(A) ardósia e xisto. (C) argila e margas.
(B) areia e saibro. (D) calcário sedimentar e granito.

5. A área mais importante de extração de mármores em Portugal localiza-se no Alentejo, na faixa


(A) Alvito, Redondo, Vila Viçosa. (C) Estremoz, Borba, Vila Viçosa.
(B) Estremoz, Reguengos, Serpa. (D) Borba, Moura, Serpa.

Exercicios propostos 2/30


2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 3

O mapa representa as unidades geomorfológicas que


constituem o território português continental.

1. As unidades geomorfológicas podem enunciar-se pela


seguinte ordem cronológica, da mais recente para a mais
antiga
(A) Bacia Sedimentar do Tejo e do Sado; Orlas
Sedimentares Ocidental e Meridional; Maciço Antigo.
(B) Orla Sedimentar Ocidental; Bacia Sedimentar do Tejo e do
Sado; Orla Sedimentar Meridional; Maciço Antigo.
(C) Maciço Antigo; Bacia Sedimentar do Tejo e do Sado; Orlas
Sedimentares Ocidental e Meridional.
(D) Orla Sedimentar Meridional; Orla Sedimentar
Ocidental; Bacia Sedimentar do Tejo e do Sado; Maciço
Antigo.

2. A Bacia Sedimentar do Tejo e do Sado é constituída por


rochas sedimentares, dominando
(A) areias e argilas.
(B) basaltos e calcários microcristalinos.
(C) arenitos e mármores.
(D) granitos e xistos.

3. No Maciço Antigo, a secção norte distingue-se da secção sul porque


(A) apresenta um relevo aplanado de pouca altitude.
(B) aí se localizam as maiores reservas da União Europeia de ferro e caulino.
(C) é constituída dominantemente por rochas de origem magmática plutónica.
(D) integra a maior cordilheira da Península Ibérica, onde se destaca a serra de Monchique.

4. As Orlas Sedimentares correspondem a unidades geomorfológicas


(A) caracterizadas pela existência de formas de relevo muito acidentadas.
(B) dominadas por extensas peneplanícies, resultantes da acumulação de sedimentos fluviais.
(C) onde dominam calcários, arenitos e argilas.
(D) que tiveram origem em fenómenos vulcânicos, pelo que aí dominam basaltos e granitos.

5. É no Maciço Antigo que se localizam as


(A) principais pedreiras de calcário para fins industriais.
(B) mais importantes minas de sal-gema.
(C) principais jazidas de recursos minerais metálicos.
(D) maiores explorações de areias para exportação.

Exercicios propostos 3/30


2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 4

O mapa representa as principais unidades geomorfológicas de


Portugal continental.

1. A unidade geomorfológica mais antiga corresponde, no


mapa, à mancha assinalada com
(A) a letra B.
(B) a letra A.
(C) a letra D.
(D) a letra C.

2. A constituição geológica da unidade A é


(A) semelhante às unidades B e D.
(B) sobretudo de rochas sedimentares.
(C) dominantemente de granito e xisto.
(D) principalmente de calcário e margas.

3. As orlas sedimentares são


(A) mais recentes do que a unidade C.
(B) mais antigas do que a unidade A.
(C) mais antigas do que a unidade C.
(D) a unidade geomorfológica mais antiga.

4. A unidade geomorfológica mais recente é a


(A) unidade B, formada por rochas sedimentares e detríticas de origem marinha.
(B) unidade A, formada por sedimentos arenosos, principalmente de origem marinha.
(C) unidade C, formada por sedimentos arenosos e argilosos, essencialmente de origem marinha.
(D) unidade C, formada por sedimentos arenosos e argilosos, sobretudo de origem continental.

5. Nos arquipélagos dos Açores e da Madeira predominam as rochas


(A) basálticas e a pedra pomes, devido à sua origem vulcânica.
(B) rochas calcárias e arenitos, devido à sua origem sedimentar.
(C) sedimentares, pelo que predominam as areias de cor escura.
(D) vulcânicas, pelo que é possível extrair o calcário e as margas.

Exercicios propostos 4/30


2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 5

O mapa mostra as unidades morfoestruturais existentes no


território de Portugal continental.

1. Os números 1, 2 e 3 correspondem às unidades


(A) 1 - Maciço Hespérico; 2 - Orlas sedimentares; 3 - Bacias
sedimentares.
(B) 1 - Maciço Hespérico; 2 - Bacias sedimentares; 3 - Orlas
sedimentares.
(C) 1 - Orlas sedimentares; 2 - Maciço Hespérico; 3 - Bacias
sedimentares.
(D) 1 - Bacias sedimentares; 2 - Orlas sedimentares; 3 -
Maciço Hespérico.

2. No Maciço Hespérico predominam


(A) os granitos e os xistos.
(B) as rochas sedimentares detríticas.
(C) as rochas calcárias e as margas.
(D) o basalto.

3. As bacias do Tejo e do Sado


(A) correspondem às antigas áreas deprimidas onde se foram acumulando numerosos
sedimentos marítimos.
(B) estendem-se ao longo do litoral, com colinas calcárias altas e enrugadas.
(C) são as unidades morfoestruturais mais recentes, que se formaram por deposição de
sedimentos marinhos e fluviais.
(D) são as unidades morfoestruturais mais antigas e ocupam a maior parte do território.

4. No Maciço Hespérico temos uma divisão em duas áreas de relevo diferentes


(A) a norte constituída por planícies sedimentares e a sul por planícies e planaltos baixos.
(B) a norte predomina um relevo acidentado e planaltos entrecortados por vales profundos e
encaixados e a sul por planícies e planaltos baixos.
(C) a norte constituída por planícies sedimentares e a sul por peneplanície e relevos residuais.
(D) a norte predomina um relevo acidentado e planaltos entrecortados por vales profundos e
encaixados e a sul por peneplanície e relevos residuais.

5. Tendo em conta a constituição geológica das regiões autónomas dos Açores e da Madeira,
predominam ali
(A) os arenitos. (B) os calcários. (C) os basaltos. (D) os granitos.

Exercicios propostos 5/30


2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 6

O mapa apresentado representa as principais unidades geomorfológicas do território continental.

1. As letras A, B e C referem-se, respetivamente, a


(A) Maciço Hespérico, Bacias do Tejo e do Sado e Orlas
Sedimentares.
(B) Orlas Sedimentares, Maciço Hespérico e Bacias do Tejo
e do Sado.
(C) Bacias do Tejo e do Sado, Maciço Hespérico e Orlas
Sedimentares.
(D) Maciço Hespérico, Orlas Sedimentares e Bacias do Tejo
e do Sado.

2. A unidade geomorfológica mais antiga e com maior


diversidade geológica é
(A) o Maciço Hespérico.
(B) a Orla Ocidental.
(C) a Orla Meridional.
(D) as bacias do Tejo e do Sado.

3. As Orlas Sedimentares, em relação ao Maciço


Hespérico, são
(A) mais recentes e com maior diversidade geológica.
(B) mais antigas e com maior diversidade geológica.
(C) mais recentes e com menor diversidade geológica.
(D) mais antigas e com menor diversidade geológica.

4. As Bacias do Tejo e do Sado constituem a unidade geomorfológica mais recente, tendo-se


formado pela
(A) fragmentação de rochas sedimentares e detríticas de origem marinha.
(B) deposição de sedimentos arenosos e argilosos, sobretudo de origem continental.
(C) deposição de sedimentos, essencialmente arenosos e com origem marinha.
(D) erosão do Maciço Hespérico e acumulação de sedimentos de origem marinha.

5. Os arquipélagos dos Açores e da Madeira são mais recentes e de origem


(A) sedimentar, pelo que predominam as rochas basálticas e a pedra pomes.
(B) vulcânica, pelo que predominam as rochas calcárias e arenitos.
(C) sedimentar, pelo que é comum a extração de areias, sobretudo no Porto Santo.
(D) vulcânica, pelo que predominam as rochas basálticas e a pedra pomes.

Exercicios propostos 6/30


2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 7

A distribuição e a diversidade dos recursos do subsolo


português são muito variáveis, refletindo as características
geológicas do território. Neste, podem individualizar-se três
unidades geomorfológicas às quais correspondem características
muito específicas que vão determinar a maior ou menor riqueza na
ocorrência dos diferentes recursos minerais.

1. A unidade geomorfológica onde se localizam as jazidas mais


importantes de minerais metálicos e energéticos é
(A) Maciço Hespérico.
(B) Orla Ocidental.
(C) Orla Meridional.
(D) Bacias sedimentares do Tejo e Sado.

2. Atualmente, o recurso energético mais explorado no subsolo


português é a(o)
(A) carvão. (B) urânio. (C) tungsténio. (D) biomassa.

3. As rochas industriais mais exploradas no nosso país são


(A) o calcário sedimentar comum. (C) o caulino.
(B) as argilas comuns. (D) as areias comuns.

4. A falta de competitividade da indústria extrativa portuguesa explica-se pela(o)


(A) falta de mão-de-obra qualificada.
(B) número excessive de grandes empresas a laborar no setor.
(C) custo de produção muito elevado, face às dificuldades de acesso de numerosas jazidas.
(D) elevado custo das operações ligadas à preservação ambiental a que as empresas são
obrigadas.

5. A potencialização da indústria extrativa passa pela


(A) desativação da maioria das unidades extrativas atualmente em laboração.
(B) Iiventariação e localização dos recursos do subsolo.
(C) diminuição dos encargos com a requalificação ambiental das áreas em exploração.
(D) introdução de tecnologias compatíveis com a utilização de mão-de-obra mais numerosa,
permitindo diminuir os custos de produção.

Exercicios propostos 7/30


2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 8

A distribuição e diversidade dos recursos do subsolo são muito variáveis,


refletindo as características geológicas do território.

1. O mapa representa as unidades geomorfológicas. Na legenda do


mapa, a letra A corresponde
(A) ao Maciço Calcário Estremenho, a letra B representa as orlas
marítimas e a letra C as Bacias do Tejo e do Sado.
(B) ao Maciço Antigo, a letra B representa as orlas paleozoicas e a letra
C a Bacia do Tejo.
(C) ao Maciço Antigo, a letra B representa as Orlas Mesocenozoicas e a
letra C as Bacias do Tejo e do Sado.
(D) ao Maciço Calcário Estremenho, a letra B representa as orlas
paleozoicas e a letra C a Bacia do Tejo.

2. Na unidade geomorfológica do Maciço Antigo predominam


(A) as rochas industriais, como as areias e a argila.
(B) as rochas ornamentais, como o mármore e o calcário.
(C) os minerais não metálicos, como o granito e o xisto.
(D) os minerais energéticos, como o urânio.

3. Atualmente, o recurso mineral metálico mais explorado no subsolo português é o


(A) carvão. (B) urânio. (C) ferro. (D) cobre.

4. A mina da Panasqueira é o depósito mais importante da União Europeia e a segunda maior mina de
(A) estanho. (B) tungsténio. (C) cobre. (D) urânio.

GRUPO 9

Observe o mapa que se segue e leia o texto que o


acompanha.

1. As principais jazidas de recursos minerais metálicos localizam-se


(A) no Maciço Antigo.
(B) na Orla Ocidental.
(C) na Orla Meridional.
(D) nas Bacias Sedimentares do Tejo e do Sado.

Exercicios propostos 8/30


2.1. Os recursos do subsolo
2. O sal-gema, recurso mineral não metálico, explora-se
(A) no Maciço Antigo e nas Bacias Sedimentares do Tejo e do Sado.
(B) nas Orlas Sedimentares.
(C) na Orla Sedimentar Meridional.
(D) em todas as unidades geomorfológicas.

3. Nas Bacias do Tejo e do Sado exploram-se, fundamentalmente, rochas industriais como


(A) granito. (B) calcário. (C) areias comuns. (D) mármore.

4. Atualmente, o recurso energético não renovável explorado no subsolo português é


(A) o petróleo. (B) a geotermia. (C) o gás natural. (D) o urânio.

5. A faixa Estremoz-Borba-Vila Viçosa, no Alentejo, destaca-se pela ocorrência de uma importante


jazida de
(A) caulino. (B) xisto. (C) granito. (D) mármore.

GRUPO 10

As figuras que se seguem representam, respetivamente, as principais substâncias produzidas e a


estrutura do valor das exportações da indústria extrativa, em 2005.

1. Os dois recursos do subsolo mais produzidos, em 2005, atendendo à figura da direita, são
(A) substâncias minerais diversas e minério de cobre.
(B) rochas ornamentais e minerais metálicos.
(C) minérios de cobre e águas.
(D) areias e britas.

2. As duas rochas ornamentais mais produzidas em 2005 foram


(A) granito (britas) e calcário (britas).
(B) pedra para a calçada e rústica.
(C) mármores e granito.
(D) mármores e calcário.

Exercicios propostos 9/30


2.1. Os recursos do subsolo
3. A falta de competitividade da indústria extrativa portuguesa explica-se por
(A) falta de mão de obra qualificada.
(B) número excessivo de grandes empresas a laborar no setor.
(C) custos de produção muito elevados face às dificuldades de acesso de numerosas jazidas.
(D) elevado custo das operações ligadas à preservação ambiental a que as empresas estão
ligadas.

GRUPO 11

Portugal continental possui um subsolo relativamente rico em recursos minerais, observando-se a


presença da indústria extrativa em todas as regiões, como se verifica na figura.

1. Apesar da abundância de alguns recursos do subsolo, o fraco


desenvolvimento do setor extrativo explica-se pela
(A) falta de mão-de-obra qualificada para o exercício da atividade
no setor.
(B) localização das principais jazidas em áreas intensamente
urbanizadas.
(C) oposição das organizações ambientalistas, em prol da defesa
do património paisagístico.
(D) localização de muitas jazidas em áreas de fraca
acessibilidade.

2. A dependência energética do nosso país traduz-se no


desequilíbrio da balança comercial, provocado pelas importações
de
(A) cobre. (C) gás natural.
(B) urânio. (D) volfrâmio.

3. A região do Alentejo destaca-se, no contexto da indústria


extrativa nacional, pela exploração de
(A) volfrâmio. (C) cobre.
(B) carvão. (D) urânio.

4. A faixa Estremoz-Borba-Vila Viçosa, no Alentejo, destaca-se pela


existência de uma importante jazida de
(A) mármore. (C) xisto.
(B) granito. (D) caulino.

5. A indústria extrativa de rochas ornamentais


(A) Encontra-se em regressão desde 2000.
(B) Apresenta uma balança comercial negativa.
(C) Revela um valor de produção superior ao das rochas industriais.
(D) Constitui um dos subsetores da indústria extrativa cujo valor mais aumentou.
Exercicios propostos 10/30
2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 12

Portugal detém um apreciável potencial de recursos


geológicos, cuja exploração se apresenta, no entanto,
sem importância económica significativa.

1. O aumento do valor da produção da indústria


extrativa ficou a dever-se
(A) ao aumento da procura internacional.
(B) à entrada em funcionamento da mina da Urgeiriça.
(C) ao aumento da cotação internacional dos minerais
metálicos.
(D) ao aumento da produção das rochas ornamentais e
industriais.

2. No subsetor dos minerais metálicos, Portugal é o país da União Europeia que possui a mais
importante reserva de
(A) prata. (B) estanho. (C) cobre. (D) ferro.

3. O ferro é um mineral metálico utilizado como matéria-prima para a


(A) indústria siderúrgica. (C) indústria química.
(B) cunhagem de moedas. (D) construção civil.

4. O volfrâmio
(A) constitui uma matéria-prima utilizada essencialmente na indústria petroquímica.
(B) é explorado em Moncorvo, onde se localizam as maiores reservas nacionais deste mineral.
(C) registou um aumento na produção nacional devido ao encerramento de explorações do mesmo
produto na Europa.
(D) é explorado atualmente, em Portugal, nas minas da Panasqueira.

5. O subsetor das águas conheceu nos últimos anos um forte crescimento, como consequência
(A) da entrada em funcionamento de numerosas linhas de engarrafamento, a sul do rio Tejo.
(B) do aumento da procura para fins de tratamento da obesidade.
(C) da melhoria do nível de vida da população portuguesa.
(D) da alteração do Código da Estrada que impõe restrições ao consumo de bebidas alcoólicas.

GRUPO 13

O gráfico representa a evolução do valor da produção da indústria extrativa, por subsetor, em


Portugal.

Exercicios propostos 11/30


2.1. Os recursos do subsolo
1. Indique os dois subsetores que têm vindo a assumir uma crescente importância económica, no
contexto da indústria extrativa.
2. Mencione a localização das principais jazidas de rochas ornamentais, relacionando-a com as
unidades geomorfológicas que constituem o território nacional.
3. Equacione a importância de que se reveste a extração do cobre.
4. Explique a evolução verificada no valor da produção do subsetor das águas.

GRUPO 14

A figura representa a incidência regional da indústria extrativa e características das empresas do


setor, em Portugal, 2010.

1. A distribuição irregular da indústria extrativa está relacionada com


(A) decisões de natureza política. (C) as características da população local.
(B) a existência de mão de obra local. (D) os recursos existentes no território.

Exercicios propostos 12/30


2.1. Os recursos do subsolo
2. As duas regiões que registam, em 2010, maior número de empresas no território são
(A) Lisboa e Algarve. (C) Norte e Centro.
(B) Alentejo e Algarve. (D) Alentejo e Centro.

3. O Alentejo é a região que se destaca com


(A) maior valor de produção e maior contributo para o VAB.
(B) maior número de empresas e maior contributo para o VAB.
(C) menor valor de produção e maior contributo para o VAB.
(D) menor número de empresas e maior contributo para o VAB.

4. As regiões que apresentam menor número de empresas, menor valor de produção e menor
contribuição para o VAB são
(A) Açores, Alentejo e Algarve. (C) Açores, Madeira e Norte.
(B) Madeira, Centro e Algarve. (D) Açores, Madeira e Algarve.

5. Os principais aspetos que dificultam a produção/comercialização de recursos minerais são


(A) os custos de produção elevados e a estrutura da população local.
(B) os custos elevados de mão de obra e a abundância de recursos naturais.
(C) os custos de produção elevados e a forte concorrência internacional.
(D) a forte concorrência internacional e a abundância de recursos naturais.

GRUPO 15

Observe atentamente o gráfico que representa a evolução do valor de produção da indústria


extrativa.

Exercicios propostos 13/30


2.1. Os recursos do subsolo
1. Descreva a evolução do valor de produção da indústria extrativa.
2. Apresente três causas que justificam a evolução do valor de produção das águas minerais e de
nascente.
3. Justifique a evolução do valor de produção dos minerais metálicos até 2003 e após essa data,
considerando os minerais explorados, o contexto comercial e a tecnologia de exploração.
4. As águas termais incluem-se num subsetor dos recursos hidrominerais que tem manifestado
tendência para se expandir.
Comente a afirmação, referindo:
- a evolução da importância das estâncias termais;
- o esforço de revitalização das termas, tendo em vista o desenvolvimento regional.

GRUPO 16

O gráfico apresentado mostra a evolução do valor das exportações dos diversos setores da
indústria extrativa nacional entre 2003 e 2010.

1. O ano de 2010 foi um bom ano para o setor dos minerais metálicos, especialmente para o
(A) cobre. (B) urânio. (C) ferro. (D) ouro.

2. O aumento das exportações no ano de 2010 ficou a dever-se a


(A) crise económica do país, que obrigou à reabertura de minas.
(B) manutenção em alta da cotação dos metais nos mercados internacionais.
(C) esgotamento de muitas jazidas noutros países concorrentes.
(D) aumento da produção devido à modernização tecnológica do setor extrativo.

3. Entre os minerais de construção, que correspondem a cerca de 40% das exportações do setor
extrativo, contam-se as rochas ornamentais como
(A) granito. (B) caulino. (C) basalto. (D) argila.

4. Os minerais (rochas) industriais mais explorados em Portugal são


(A) ferro e lítio. (B) areia e saibro. (C) argila e margas. (D) ardósia e xisto.

Exercicios propostos 14/30


2.1. Os recursos do subsolo
5. Alguns problemas de competitividade da indústria extrativa portuguesa decorrem de
(A) número excessivo de empresas a trabalhar neste setor.
(B) custo elevado de produção devido à utilização de mão de obra muito qualificada.
(C) custo associado às obras de requalificação ambiental.
(D) pequena dimensão médias das empresas.

GRUPO 17

O gráfico que se segue representa a produção de minérios metálicos em Portugal entre 2008 e
2010.

1. Entre 2008 e 2010, a produção dos principais produtos metálicos


(A) aumentou.
(B) decresceu.
(C) manteve-se.
(D) aumentou, devido ao aumento na produção de cobre.

2. Portugal registou em 2010 o predomínio na produção de


(A) zinco. (B) cobre. (C) estanho. (D) tungsténio.

3. A cotação de cobre no mercado nacional e internacional tem


(A) aumentado, devido à crescente procura por países emergentes, como a China e a Índia, e devido
à expectativa de recuperação da produção industrial nas economias mais desenvolvidas.
(B) diminuído, devido ao encerramento de minas.
(C) aumentado, devido à descoberta de novas minas.
(D) diminuído, devido à escassez de mão de obra no setor extrativo.

4. O tungsténio tem perdido importância na economia nacional, em resultado


(A) do aumento da concorrência externa, consequência da introdução do tungsténio produzido na
China, a preços inferiores aos nacionais, no mercado internacional, e da sua substituição por
outros metais.
(B) da diminuição da concorrência externa, consequência da introdução do tungsténio produzido na
China, a preços superiores aos nacionais, no mercado internacional, e da sua substituição por
outros metais.
Exercicios propostos 15/30
2.1. Os recursos do subsolo
(C) do encerramento de minas.
(D) da substituição por outros metais, como o estanho.

5. A localização das minas de minérios metalicos predomina no


(A) Centro e no Alentejo. (C) no Alentejo e no Norte.
(B) no Centro e no Norte. (D) no Alentejo e no Algarve.

GRUPO 18

As figuras apresentadas mostram a evolução do valor da produção de recursos minerais (2008-


2011) e a estrutura do valor da produção de recursos minerais em 2011.

1. Indique qual o subsetor que, entre 2009 e 2011, mais aumentou.


2. Justifique o aumento verificado no subsetor referido na pergunta anterior.
3. As rochas ornamentais e industriais, apesar da conjuntura desfavorável que o setor da construção
civil e obras públicas atravessa, continuam a ser um dos principais setores da indústria extrativa,
representando cerca de 35% do seu valor global em 2011.
3.1. Faça a distinção entre rochas ornamentais e industriais.
3.2. Refira duas das rochas ornamentais com maior expressão neste subsetor.

GRUPO 19

O quadro que se segue mostra a produção de


rochas ornamentais em Portugal, em 2010.

1. A produção de rochas ornamentais insere-


se no subsetor da indústria extrativa dos
(A) minerais industriais.
(B) minerais metálicos.
(C) minerais para construção.
(D) agregados.

Exercicios propostos 16/30


2.1. Os recursos do subsolo
2. De acordo com o quadro, as rochas ornamentais de maior e menor valor económico são,
respetivamente,
(A) os mármores e calcários e a pedra para calcetamento.
(B) os granitos e rochas similares e a ardósia e xistos.
(C) os mármores e calcários e a ardósia e xistos.
(D) os granitos e rochas similares e a pedra rústica.

3. Em Portugal, a região maior produtora de rochas ornamentais localiza-se


(A) na Orla Meridional, na faixa Estremoz-Borba-Vila Viçosa.
(B) no Maciço Hespérico, na faixa Estremoz-Borba-Vila Viçosa.
(C) na Orla Ocidental, no Maciço Calcário Estremenho.
(D) na bacia do Tejo, no Maciço Calcário Estremenho.

4. As rochas ornamentais representam a quase totalidade das exportações do subsetor a que


pertencem, o que se deve a
(A) forte incorporação de design na pedra exportada.
(B) grande reputação internacional das pedras portuguesas.
(C) fraca utilização deste tipo de pedra no mercado nacional.
(D) fraca valorização dos restantes elementos do subsetor.

5. A exploração de recursos do subsolo, em minas e pedreiras, gera impactes ambientais como


(A) a eutrofização das águas e a emissão de gases poluentes.
(B) a contaminação dos solos e a emissão de gases poluentes.
(C) a degradação da paisagem e o agravamento do efeito de estufa.
(D) a degradação da paisagem e a contaminação dos solos e das águas.

GRUPO 20

A figura representa a evolução do consumo per capita de água engarrafada em Portugal.

1. Caracterize, justificando, a tendência de


evolução do consumo de água engarrafada no
nosso país.
2. Mencione as duas regiões do país com maior
número de ocorrências deste tipo de recursos.
3. Indique as unidades geomorfológicas em que se
localizam as regiões com maior número de
ocorrências de recursos hidrominerais.
4. Explique a importância do termalismo para o
desenvolvimento local e regional, tendo em
conta:
- a crescente modernização do setor;
- a localização da maioria das estâncias termais em regiões do interior.
Exercicios propostos 17/30
2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 21

Leia o documento.

1. Refira as unidades geomorfológicas onde se localizam predominantemente as estâncias termais


nacionais.
2. Refira os fatores associados à tendência evolutiva da procura das águas termais.
3. Mencione os fatores que fazem do termalismo um foco de dinamismo e de desenvolvimento
regional.
4. De acordo com o documento, justifique a afirmação:
“O turismo de saúde e bem-estar (…) é um setor muito importante para o turismo
português.”

2.1.2. A exploração e distribuição dos recursos energéticos

GRUPO 22

A figura representa o consumo final de energia por setor de atividade, em Portugal.

1. A percentagem de energia
consumida em 2005 foi maior
(A) no setor dos transportes, seguido do
dos serviços e da indústria.
(B) no setor dos transportes, seguido do
da indústria e dos serviços.
(C) no setor da indústria, seguido do dos
transportes e dos serviços.
(D) no setor da indústria, seguido do dos
serviços e dos transportes.

Exercicios propostos 18/30


2.1. Os recursos do subsolo
2. Entre 1995 e 2005 houve uma alteração na estrutura do consumo energético nacional por
setores. Esta afirmação é
(A) falsa, porque a posição relativa dos três setores é a mesma nos dois anos.
(B) falsa, porque cada setor consome sensivelmente a mesma percentagem que consumia.
(C) verdadeira, porque o setor da indústria passou a consumir menos e o dos serviços a consumir mais.
(D) verdadeira, porque os setores da indústria e dos serviços inverteram as suas posições
relativas.

3. Em Portugal Continental o consumo de energia é maior nos distritos de


(A) Lisboa, Porto e Aveiro, com mais população e mais industrializados.
(B) Lisboa, Porto e Setúbal, com mais população e maior número de atividades económicas.
(C) Lisboa, Porto e Faro, com maior circulação de transportes e maior número de serviços.
(D) Lisboa, Setúbal e Aveiro, com mais transportes e mais industrializados.

4. Portugal encontra-se numa situação de dependência energética face ao exterior. Esta afirmação é
(A) falsa, porque a maior parte da energia consumida é produzida no País, sobretudo nas centrais
hidroelétricas.
(A) falsa, porque Portugal apenas não produz os combustíveis fósseis mas é rico em fontes de
energia renováveis.
(B) verdadeira, porque grande parte da energia consumida provém de fontes energéticas que
Portugal importa.
(C) verdadeira, porque tem aumentado o consumo de energias renováveis, que Portugal não
produz.

5. Entre os objetivos da política energética devem constar


(A) a produção de energia a partir de fontes renováveis endógenas e a racionalização dos
consumos.
(B) a utilização exclusiva de energia a partir de fontes renováveis e a racionalização dos
consumos.
(C) a redução do consumo de energias renováveis e a diversificação de origens dos combustíveis
fósseis.
(D) a produção exclusiva de energias renováveis e a prospeção de reservas nacionais de
combustíveis fósseis.

GRUPO 23

Leia atentamente o texto seguinte.

O petróleo do fundo do mar português

Os dados científicos indicam que terão sido geradas quantidades significativas de petróleo nas
bacias Lusitânica e Porto, como mostram as numerosas manifestações superficiais e indícios
encontrados em sondagens. Na bacia do Algarve, os indícios de petróleo encontrado são menos
significativos, apesar de, em duas das cinco sondagens perfuradas até hoje, terem sido detetados

Exercicios propostos 19/30


2.1. Os recursos do subsolo
indícios de gás natural. Quanto à bacia do Alentejo e às restantes cinco bacias exteriores (no deep -
offshore), nada pode ser afirmado perentoriamente, uma vez que nunca foram perfuradas, embora
existam razoes para acreditar na existência de um sistema petrolífero nestas bacias.
Fonte: CORREIA, Armando J. D. – O Mar no Século XXI, FEDRAVE, 2010 (adaptado)

1. Justifique a importância da eventual existência de petróleo em território nacional.


2. Aponte dois fatores que possam vir a condicionar a sua exploração futura.
3. Identifique alguns dos riscos associados à exploração deste recurso, referindo:
- riscos ambientais;
- riscos relacionados com o objetivo da Política Energética Nacional de reforçar a diversificação das
fontes primárias de energia.

GRUPO 24

Leia o documento.

1. Refira duas desvantagens da utilização do petróleo.


2. Justifique as consequências para Portugal, se este se tornar produtor de petróleo.
3. Refira cinco medidas que visem reduzir a dependência do País relativamente aos combustíveis
fósseis.
4. Mencione duas orientações da Política Energética Nacional.

GRUPO 25

A tabela apresenta o consumo de energia primária em Portugal. entre 2000 e 2010.

Exercicios propostos 20/30


2.1. Os recursos do subsolo
1. Ao nível dos recursos energéticos,
(A) Portugal está muito dependente do exterior.
(B) Portugal é autossuficiente.
(C) Portugal não está dependente do exterior, em termos de combustíveis fósseis.
(D) Portugal é um país que, apenas depende do exterior, no carvão, no petróleo e no urânio.

2. O consumo de energia primária em Portugal testemunha que


(A) o petróleo é a energia primária mais consumida.
(B) o carvão é a energia primária mais consumida.
(C) o gás natural tem um consumo superior ao do petróleo.
(D) o consumo de gás natural remonta ao século XXI.

3. A dependência energética de Portugal agravou-se com


(A) o aumento do consumo de carvão, a partir da década de 80, com a sua utilização nas centrais
hidroelétricas.
(B) o aumento do consumo de carvão, a partir da década de 80, com a sua utilização nas centrais
termoelétricas.
(C) a diminuição do consumo de petróleo no setor industrial.
(D) o aumento da utilização de energias renováveis.

4. A introdução do gás natural tem permitido


(A) diversificar as fontes energéticas e diminuir a vulnerabilidade relativamente ao petróleo.
(B) aumentar a vulnerabilidade face ao petróleo.
(C) agravar a instabilidade de abastecimento dos países consumidores.
(D) aumentar os riscos de desastres ambientais.

5. As consequências da subida do preço do barril de petróleo são, por exemplo,


(A) a subida do preço dos combustíveis e dos bens e serviços.
(B) a descida da inflação.
(C) a diminuição do desemprego.
(D) o aumento do poder de compra da população.

GRUPO 26

Observe o mapa apresentado onde está


assinalado o traçado da rede de gasodutos
que serve o nosso país.

1. Explique a importância da introdução do


gás natural em Portugal.
2. Justifique o traçado da rede de
gasodutos em território nacional.

Exercicios propostos 21/30


2.1. Os recursos do subsolo
3. Explique a importância estratégica do porto de Sines.
4. Comente criticamente a afirmação:
Portugal, para além da aposta nas energias renováveis, devia promover uma maior eficiência energética.

GRUPO 27

Observe o gráfico com atenção.

1. Apresente duas causas que expliquem a evolução do consumo de energia em Portugal.


2. Mencione duas razões explicativas do elevado valor do consumo de petróleo.
3. Refira dois fatores que justificam, no atual cenário energético português, a importância das
energias renováveis.
4. Justifique a evolução registada no consumo de gás natural, reportando-se aos aspetos político,
económico e ambiental envolvidos.

GRUPO 28

A eletricidade produzida nos Açores resulta do recurso a diversas fontes de energia, tal como se pode
observar nas figuras 1 e 2.

1. A unidade de produção de energia elétrica representada na figura 2 utiliza recursos


(A) não renováveis. (B) endógenos. (C) fósseis. (D) exógenos.
Exercicios propostos 22/30
2.1. Os recursos do subsolo
2. A análise da evolução das fontes utilizadas para a produção de energia elétrica, na ilha de S.
Miguel, permite-nos afirmar que, desde 1993
(A) se produz energia elétrica, sobretudo, a partir do fuelóleo.
(B) se produz energia elétrica, sobretudo, a partir de energia hídrica.
(C) um terço da energia elétrica produzida depende da energia geotérmica.
(D) se produz energia elétrica, sobretudo, a partir de recursos renováveis.

3. O incremento da exploração da energia geotérmica, em S. Miguel, traduz-se


(A) no aumento da produção de dióxido de carbono.
(B) na diminuição da construção de barragens.
(C) no aumento do consumo de energia per capita.
(D) na diminuição do peso relativo da energia importada.

4. A produção de eletricidade, em Portugal, contribui fortemente para a emissão de gases de


efeito de estufa. Esta afirmação é
(A) verdadeira, porque a eletricidade é produzida recorrendo, maioritariamente, a combustíveis
fósseis.
(B) verdadeira, porque o setor elétrica recorre, cada vez mais, à produção de energia em parques
eólicos.
(C) falsa, porque a produção de eletricidade provém, maioritariamente, da energia hídrica.
(D) falsa, porque a emissão de gases de efeito de estufa depende, exclusivamente, do setor dos
transportes.

5. Portugal é um país com boas condições para a exploração de fontes de energia renováveis, pois
dispõe de
(A) elevados níveis de insolação e ventos favoráveis na faixa litoral e nas áreas de montanha.
(B) elevados níveis de insolação e urânio em grandes quantidades na região Centro (NUT II).
(C) carvão mineral em grandes quantidades e ventos favoráveis na faixa litoral e nas áreas de
montanha.
(D) carvão mineral e urânio em grandes quantidades, na região Centro (NUT II).

GRUPO 29

Leia o texto seguinte.

1. Estabeleça a diferença entre energias renováveis e energias não renováveis.


2. Esclareça os motivos pelos quais a questão energética constitui um tema de discussão
fundamental e inadiável no nosso país.

Exercicios propostos 23/30


2.1. Os recursos do subsolo
3. Indique, justificando, qual a fonte de energia renovável que, atendendo às características
climáticas do nosso país, mais condições apresenta para se afirmar, num futuro próximo, como uma
alternativa promissora.
4. A potencialização do setor energético em Portugal passa pela racionalização dos consumos e pelo
aumento da eficiência energética. Elabore um pequeno comentário ao texto.

GRUPO 30

Classifique, como verdadeira ou falsa cada uma das seguintes afirmações. Corrija as afirmações
consideradas falsas mantendo-as na afirmativa.

1. O subsetor dos minerais energéticos apresenta o maior valor de produção da indústria extrativa
portuguesa.
2. O ferro constitui uma matéria-prima fundamental para a indústria siderúrgica.
3. Portugal é o maior produtor de cobre da União Europeia.
4. O Maciço Antigo constitui a unidade geomorfológica de Portugal continental mais rica em
recursos minerais.
5. As rochas industriais mais exploradas em Portugal são as areias, as argilas e o calcário
sedimentar.
6. A exploração de mármore é especialmente relevante na faixa Beja-Évora-Portalegre.
7. A exploração de água é especialmente importante no Norte de Portugal.
8. Atualmente, o volfrâmio é explorado nas minas da Urgeiriça.
9. O urânio pode classificar-se como um recurso mineral não metálico.
10. A exploração de carvão tem vindo a aumentar nos últimos anos em Portugal.

2.1.3. Os problemas na exploração dos recursos do subsolo a) Os custos de exploração


b) A dependência externa
c) O impacto ambiental
2.1.4. Novas perspetivas de exploração e utilização
dos recursos do subsolo

GRUPO 31

Observe atentamente o mapa onde está representada a


localização das principais minas e jazidas minerais em
Portugal.

1. Os minérios existentes nas minas e nas jazidas


assinaladas no mapa classificam-se como
(A) recursos energéticos e minerais não
metálicos.
(B) rochas ornamentais e minerais não metálicos.

Exercicios propostos 24/30


2.1. Os recursos do subsolo
(C) rochas ornamentais e minerais metálicos.
(D) recursos energéticos e minerais metálicos.

2. O investimento que, nos últimos anos, se realizou no setor mineiro em Portugal deveu-se à
(A) valorização dos minérios nos mercados internacionais.
(B) descoberta de novos minérios e de novas jazidas de grande dimensão.
(C) melhoria das condições de trabalho oferecidas aos trabalhadores do setor mineiro.
(D) criação de novas indústrias nacionais que utilizam os minérios explorados.

3. A dinâmica registada, nos últimos anos, no setor minério contribuiu para o desenvolvimento das
regiões onde se localizam as minas, porque
(A) resolve, a média prazo, os problemas ambientais associados às minas abandonadas.
(B) reduz a dependência energética do país, relativamente aos combustíveis fósseis.
(C) valoriza significativamente as paisagens agrícolas tradicionais consideradas património
nacional.
(D) favorece o aparecimento de atividades relacionadas com a exploração das minas.

4. Para atenuar os impactos ambientais resultantes da atividade mineira deve-se


(A) investir na qualificação profissional dos mineiros.
(B) executar corretamente os planos de recuperação.
(C) depositar os resíduos perigosos nas pedreiras desativadas.
(D) melhorar a acessibilidade nas áreas envolventes.

5. Algumas minas portuguesas cuja atividade foi encerrada por falta de viabilidade económica têm sido
alvo de intervenção, com o objetivo de minimizar o impacto ambiental e ainda de
(A) assegurar as condições de exploração das jazidas, melhorando a qualidade de vida da
população.
(B) aumentar a profundidade das perfurações com recurso a novas tecnologias, viabilizando a
atividade mineira.
(C) contribuir para que haja a reposição dos recursos do subsolo, garantindo a sua utilização
futura.
(D) melhorar as condições de vida da população, através da reconversão das minas para o
turismo.

GRUPO 32

Observe atentamente o gráfico que traduz a


evolução do número de estabelecimentos em
atividade no setor da indústria extrativa em Portugal,
entre 2003 e 2011.

1. Das afirmações que se seguem, selecione as que


melhor justificam a quebra evidenciada no gráfico.

Exercicios propostos 25/30


2.1. Os recursos do subsolo
A. Os enormes problemas ambientais associadas a esta atividade.
B. Os fracos teores dos nossos minérios.
C. O fraco desenvolvimento da nossa indústria siderúrgica e metalúrgica. D. A excessiva dimensão da
maior parte das empresas.
E. O custo relativamente elevado da nossa mão de obra.
2. Das opções apresentadas na pergunta anterior explique de que maneira podem contribuir para a
referida quebra.
3. Apresenta duas consequências negativas resultantes da redução do número de
estabelecimentos em atividade no setor da indústria extrativa.

GRUPO 33

Observe atentamente o mapa que representa a taxa de dependência energética dos países da
União Europeia em 2013.

1. Identifique o único país autossuficiente em


termos energéticos.
2. Situe o nosso país face ao conjunto dos países e
face à média da UE-27.
3. Refira duas razões que justifiquem a dependência
energética de Portugal face ao exterior.
4. Explique as consequências dessa
dependência para o nosso país:
- no fornecimento regular de energia;
- no crescimento da economia.

GRUPO 34

Leia o documento seguinte.

1. A exploração dos recursos do subsolo está associada a condicionalismos diversificados, como


(A) a maioria das minas ser de grande dimensão.
(B) a elevada acessibilidade das minas.
(C) a pouca dependência dos recursos energéticos.
(D) a maioria das minas ser de pequena dimensão.
Exercicios propostos 26/30
2.1. Os recursos do subsolo
2. A indústria extrativa nacional é também condicionada
(A) pelo envelhecimento e escassez de mão de obra.
(B) pelo fraco impacte ambiental.
(C) pelo elevado teor dos minérios.
(D) pelos baixos custos de exploração.

3. A maioria das jazidas nacionais


(A) localizam-se a grande profundidade, em áreas de fraca acessibilidade, de relevo muito
acidentado, sobretudo no Norte e Centro.
(B) localizam-se a pequena profundidade, em áreas de fraca acessibilidade, de relevo muito
acidentado, sobretudo no Norte.
(C) localizam-se a grande profundidade, em áreas de elevada acessibilidade, de relevo pouco
acidentado, sobretudo no Centro.
(D) localizam-se a pequena profundidade, em áreas de elevada acessibilidade, de relevo pouco
acidentado, sobretudo no litoral.

4. A indústria extrativa nacional está associada


(A) à elevada competitividade. (C) à fraca concorrência nacional.
(B) aos baixos custos de exploração. (D) à fraca competitividade.

5. Ao nível ambiental, os principais problemas passam


(A) pelo destino dos resíduos, pela contaminação dos aquíferos e pelo rebentamento de
explosivos.
(B) pela contaminação dos aquíferos.
(C) pela existência de escombreiras.
(D) pela não contaminação dos aquíferos.

GRUPO 35

Leia com atenção o texto.

1. Indique dois problemas que decorrem da exploração dos recursos do subsolo a que o texto faz
referência.
2. Apresente duas causas explicativas da falta de viabilidade económica de muitas explorações.
3. Relacione a necessidade de desenvolver a indústria transformadora a jusante da exploração para
a valorização do setor da indústria extrativa.
4. Explique a importância da indústria extrativa para:
- o desenvolvimento económico do país;
- a diminuição das assimetrias regionais.

Exercicios propostos 27/30


2.1. Os recursos do subsolo
GRUPO 36

Leia atentamente a seguinte notícia publicada no Diário de Notícias no dia 23 de Fevereiro de


2012.

As consequências do fecho de uma exploração mineira

Água e vento. São estes os principais meios de transporte dos resíduos da mineração deixados nas
minas abandonadas e que contaminam águas e solos, afetando plantas, animais e, por fim, o Homem (…).
Num estudo que publicou em coautoria com António Candeias, os investigadores explicam que o facto de
as minas desativadas ocuparem grandes áreas e estarem continuamente expostas à chuva leva à erosão
e à oxidação de sulfuretos, causando umagrande acidez nas águas.
Em Portugal foram detetadas 175 minas abandonadas.

1. Exponha os problemas ambientais relacionados com o fecho das minas, apresentadas na


notícia.
2. Apresente uma medida que permita minorar esses problemas.
3. Explique as razões da forte dependência externa do país, relacionando com a disponibilidade dos
recursos minerais energéticos em Portugal.
4. Indique duas vantagens decorrentes da potencialização dos recursos energéticos renováveis.

GRUPO 37

Leia com atenção o documento.

1. Em termos energéticos, Portugal deve


(A) promover o uso das energias renováveis e o abandono dos hábitos de consumo incorretos,
privilegiando a eficiência energética e a utilização racional da energia.
(B) não assumir um compromisso voluntário, de cumprimento do Acordo de Copenhaga.
(C) assumir um compromisso de redução de gases com efeito de estufa, em 9%, a níveis de 1990,
entre 2008 e 2012.
(D) promover o uso de energias renováveis, não privilegiando a eficiência energética.

Exercicios propostos 28/30


2.1. Os recursos do subsolo
2. Eficiência energética engloba
(A) a implementação de estratégias e medidas de combate ao desperdício de energia, ao longo do
seu processo de produção e distribuição.
(B) a implementação de estratégias e medidas de combate ao desperdício de energia, ao longo do
seu processo de produção, distribuição e utilização.
(C) as estratégias e medidas teóricas de combate ao desperdício de energia, ao longo do seu
processo de produção, distribuição e utilização.
(D) a implementação de estratégias e medidas de combate ao desperdício de energia.

3. A Conferência do Clima, realizada em Doha, no Qatar, traduziu


(A) o prolongamento dos compromissos assumidos na Cimeira de Copenhaga até 2015, definindo para
a União Europeia a redução em 20% das emissões de gases com efeito de estufa.
(B) o prolongamento dos compromissos assumidos no Protocolo de Montreal até 2020, definindo para
a União Europeia a redução em 20% das emissões de gases com efeito de estufa.
(C) o prolongamento dos compromissos assumidos no Protocolo de Quioto até 2015, definindo para
a União Europeia a redução em 15% das emissões de gases com efeito de estufa.
(D) o prolongamento dos compromissos assumidos no Protocolo de Quioto até 2020, definindo para
a União Europeia a redução em 20% das emissões de gases com efeito de estufa.

4. Portugal, no âmbito do compromisso assumido face ao Protocolo de Quioto, não poderia


(A) ultrapassar 27% de emissões de gases com efeito de estufa, entre 2008 e 2012.
(B) ultrapassar 26% de emissões de gases com efeito de estufa, entre 2008 e 2012.
(C) ultrapassar 26% de emissões de gases com efeito de estufa, entre 1990 e 2012.
(D) ultrapassar 28% de emissões de gases com efeito de estufa, entre 2008 e 2013.

5. A produção de eletricidade terá de ser obtida, face aos compromissos assumidos, por Portugal
(A) a partir de fontes de energia renovável – 39%.
(B) a partir de fontes de energia não renovável – 5%.
(C) a partir de fontes de energia renovável – 20%.
(D) a partir de fontes de energia renovável – 40%.

GRUPO 38

A indústria extrativa é responsável pelo desenvolvimento de muitas regiões, refletindo-se na


cultura e no modo de vida das populações que dependiam desta atividade, o que permite atualmente a
valorização económica dessas áreas através, por exemplo, do turismo.

1. A revitalização da indústria extrativa assenta em medidas como


(A) a requalificação e desvalorização turística.
(B) a não utilização de novos métodos e técnicas de prospeção e investigação.
(C) a desvalorização dos recursos minerais no mercado nacional e internacional.
(D) a requalificação e valorização turística.

Exercicios propostos 29/30


2.1. Os recursos do subsolo
2. A recuperação das minas deve obedecer a um plano que vise
(A) o aumento da poluição ambiental.
(B) o desrespeito pelas normas de segurança.
(C) a reabilitação ambiental.
(D) o desabamento de terras.

3. A requalificação das áreas degradadas será conseguida através, por exemplo,


(A) de projetos de investimento, que visem a pesquisa, a exploração e a produção de vários
recursos.
(B) da sua transformação em depósitos de resíduos industriais tratados ou de resíduos
radioativos de elevado nível de atividade aproveitando as cavidades de exploração.
(C) de projetos de investimento, que visem a pesquisa, a não exploração e a não produção de
vários recursos.
(D) do não aproveitamento da vertente lúdico-cultural.

4. As águas minerais naturais e de nascente podem ser potencializadas a partir


(A) da modernização da indústria de captação de águas engarrafadas.
(B) da realização de estudos que permitam um melhor e menor conhecimento dos recursos.
(C) do encerramento de algumas oficinas de águas minerais naturais e de nascente.
(D) da importação de águas minerais naturais e de nascente.

5. As estâncias termais podem ser potencializadas por medidas como


(A) a criação de infraestruturas de apoio ao lazer e ao turismo.
(B) a diminuição do período de funcionamento.
(C) a manutenção das ofertas.
(D) o desaproveitamento energético do calor das águas.

GRUPO 39

Leia o texto com atenção.

1. Refira duas medidas explícitas no contrato aprovado pelo Governo e que tem em vista a
valorização dos recursos do subsolo do Alentejo.
2. Indique dois fatores que justificam o interesse estratégico nacional do projeto aprovado.
3. Apresente dois problemas que, com frequência, se associam à indústria extrativa.
4. Explique a necessidade de definição de regras para a exploração dos recursos naturais,
considerando a sustentabilidade ambiental dos territórios onde se desenvolve essa atividade.

Exercicios propostos 30/30


2.1. Os recursos do subsolo