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PRINCIPAIS SOLOS DO GRUPO BARREIRAS

SUAS RELAÇÕES COM A PAISAGEM

Gustavo Ribas Curcio


Pesquisador da Embrapa Florestas
Coordenador do Projeto Biomas
INTRODUÇÃO
POTENCIALIDADES E FRAGILIDADES
Textura;
Espessura;
Pedregosidade;
SOLO
Capacidade de troca catiônica;
Saturação por bases;
Regime hídrico...
INTRODUÇÃO
Região de
Linhares – ES
Grupo Barreiras
INTRODUÇÃO
Região de
Linhares – ES
Grupo Barreiras

solos não hidromórficos


textura média e argilosa
INTRODUÇÃO
Região de
Linhares – ES
Grupo Barreiras

solos hidromórficos
textura média
solos não hidromórficos
textura média e argilosa
INTRODUÇÃO
Região de
Linhares – ES
Grupo Barreiras
solos não hidromórficos
textura arenosa

solos hidromórficos
textura média
solos não hidromórficos
textura média e argilosa
INTRODUÇÃO
Projeto Biomas – 30 ha
amostragem

P - pedossequência
A - amostra
INTRODUÇÃO
Projeto Biomas – 30 ha
amostragem
P9
P2 P1
P8

P3 P7

P10
P4 P6

P5
P - pedossequência
A - amostra
INTRODUÇÃO
Projeto Biomas – 30 ha
amostragem
P9
A
P2 P1
P8 A
A A
A P7
P3
A
P10 A
P4 P6

P5 A
P - pedossequência
A
A - amostra
INTRODUÇÃO
ESTUDOS
PEDOSSEQUENCIAIS
INTRODUÇÃO
ESTUDOS
PEDOSSEQUENCIAIS
PERFIL 1 - superior

PERFIL 2 - médio

PERFIL 3 - inferior
DISCUSSÃO
DISTRIBUIÇÃO DE SOLOS NA PAISAGEM E OS REGIMES HÍDRICOS

ENCOSTAS PLANÍCIES

ZONAS DE ABATIMENTOS
E
CABECEIRAS
DISCUSSÃO
DISTRIBUIÇÃO DE SOLOS NA PAISAGEM E OS REGIMES HÍDRICOS

ENCOSTAS PLANÍCIES
SOLOS
NÃO-HIDROMÓRFICOS
ZONAS DE ABATIMENTOS
E
CABECEIRAS
DISCUSSÃO
DISTRIBUIÇÃO DE SOLOS NA PAISAGEM E OS REGIMES HÍDRICOS

ENCOSTAS PLANÍCIES
SOLOS SOLOS
NÃO-HIDROMÓRFICOS HIDROMÓRFICOS
ZONAS DE ABATIMENTOS
E
CABECEIRAS
DISCUSSÃO
DISTRIBUIÇÃO DE SOLOS NA PAISAGEM E OS REGIMES HÍDRICOS

ENCOSTAS PLANÍCIES
SOLOS SOLOS
NÃO-HIDROMÓRFICOS HIDROMÓRFICOS

ZONAS DE ABATIMENTOS
E
CABECEIRAS
SOLOS NÃO-HIDROMÓRFICOS
E HIDROMÓRFICOS
DISCUSSÃO

CLASSES DE SOLOS
PAISAGENS ENCOSTAS CABECEIRAS PLANÍCIES
REGIMES NÃO-HIDROMÓRFICOS HID. E NÃO- HIDROMÓRFICOS
HÍDRICOS HIDROMÓRFICOS
ARGISSOLOS PLINTOSSOLOS GLEISSOLOS
LATOSSOLOS ESPODOSSOLOS ESPODOSSOLOS
CAMBISSOLOS GLEISSOLOS PLINTOSSOLOS
SOLOS
NEOSSOLOS NEOSSOLOS
QUARTZARÊNICOS FLÚVICOS
ESPODOSSOLOS
DISCUSSÃO
ARGISSOLOS - SiBCS
Solos minerais, com horizonte B textural abaixo de A e E, com argila
de atividade baixa. Podem tanto apresentar Tb como Ta, neste caso
conjugada com saturação por bases baixa e/ou caráter alítico.
DISCUSSÃO
ARGISSOLOS - SiBCS
Solos minerais, com horizonte B textural abaixo de A e E, com argila
de atividade baixa. Podem tanto apresentar Tb como Ta, neste caso
conjugada com saturação por bases baixa e/ou caráter alítico.
ARGISSOLOS BRUNO-ACINZENTADOS
ARGISSOLOS ACINZENTADOS
ARGISSOLOS AMARELOS
ARGISSOLOS VERMELHOS
ARGISSOLOS VERMELHO-AMARELOS
DISCUSSÃO
ARGISSOLO
Ap
AMARELO
AE
Distrocoeso típico
Bt11

Bt12

Bt21

Bt22

Curcio, G.R.
DISCUSSÃO
ARGISSOLO AMARELO Distrocoeso típico
Horizonte pH C Valores
Areia grossa Areia fina Silte Argila
S CTC V m

Prof. g.Kg-1 CaCl2 g/kg cmolc kg-1 %


Simb. (cm)
Ap 0-17 528,0 150,0 180,0 142,0 4,9 10,2 2,7 5,4 48 3,0

AE 17-37 425,0 162,0 193,0 220,0 4,9 6,39 2,3 5,0 47 5

Bt11 37-55 347,0 163,0 70,0 420,0 4,9 3,14 1,4 4,2 33 10

Bt12 55-76 337,0 154,0 69,0 440,0 4,4 2,37 1,2 4,2 29 15

Bt21 76-94 318,0 143,0 79,0 460,0 3,9 1,53 0,4 4,3 9 66

Bt22 94-130 264,0 145,0 31,0 560,0 3,9 2,08 0,4 4,2 10 69
DISCUSSÃO
ARGISSOLO AMARELO Distrocoeso
típico
Densidade do
Horizonte Porosidade
solo Condutividade Capacidade Água
hidráulica de campo disponível
Prof. Total Macro aeração
Simb.
(cm) kg dm-3 cm h -1 m3 m-3

Ap 0 a 17 1,205 5,3 0,369 0,120 0,142 0,227 0,030

AE 17 a 37 1,348 1,3 0,317 0,097 0,123 0,194 0,023

Bt11 37 a 55 1,386 0,5 0,319 0,073 0,105 0,214 0,031

Bt21 76 a 94 1,272 1,1 0,355 0,097 0,133 0,222 0,036


DISCUSSÃO

LATOSSOLOS - SiBCS
Solos minerais, que apresentam horizonte B latossólico
imediatamente abaixo de qualquer tipo de horizonte A, dentro de
200 cm.
LATOSSOLOS BRUNOS
LATOSSOLOS AMARELOS
LATOSSOLOS VERMELHOS
LATOSSOLOS VERMELHO-AMARELOS
DISCUSSÃO
LATOSSOLO
AMARELO Ap
Distrocoeso
AB
típico

Bw1

Curcio, G.R.
Bw2
DISCUSSÃO
LATOSSOLO AMARELO Distrocoeso típico
Valores
Horizonte Areia grossa Areia fina Silte Argila pH C
S CTC V m

Prof. g.Kg-1 CaCl2 g/kg cmolc kg-1 %


Simb. (cm)

Ap1 0-17 643,0 168,0 9,0 180,0 4,1 9,46 1,0 5,1 19 35

Ap2 17-32 580,0 196,0 4,0 220,0 4,1 9,02 0,4 5,3 8 61

Bw1 32-73 456,0 234,0 110,0 200,0 4,0 2,01 0,3 3,8 9 66

Bw2 73-115 473,0 240,0 67,0 220,0 4,1 0,60 0,3 2,9 12 53
DISCUSSÃO

LATOSSOLO AMARELO Distrocoeso típico


Densidade do
Horizonte Condutividade Porosidade Capacidade Água
solo
hidráulica de campo disponível
Prof. Total Macro aeração
Simb.
(cm) kg dm-3 cm h -1 m3 m-3

Ap1 0 a 17 1,192 123,4 0,352 0,219 0,245 0,107 0,033

Ap2 17 a 32 1,215 84,6 0,355 0,181 0,211 0,144 0,037

Bw1 32 a 73 1,373 2,5 0,299 0,093 0,118 0,182 0,058

Bw2 73 a 115 1,239 14 0,321 0,137 0,171 0,150 0,055


DISCUSSÃO
CAMBISSOLOS - SiBCS
Solos minerais, que possuem horizonte B incipiente subjacente a
qualquer tipo de horizonte superficial exceto horizonte hístico com
40 cm de espessura, ou horizonte A chernozêmico, quando o B
apresentar argila de atividade alta e saturação por bases alta.
CAMBISSOLOS HÚMICOS
CAMBISSOLOS FLÚVICOS
CAMBISSOLOS HÁPLICOS
DISCUSSÃO
CAMBISSOLO Ap
FLÚVICO Distrófico
gleissólico AB

Bi

Bg

Curcio, G.R.
Cg
DISCUSSÃO
CAMBISSOLO FLÚVICO Tb Distrófico gleissólico argissólico
Valores
Areia Areia
Horizonte Argila Silte pH C
grossa fina S CTC V m

Prof.
Simb. g kg-1 CaCl2 g/dm-3 cmolc kg-1 %
(cm)

Ap 0-13 75 38 849 39 4,30 6,0 1,63 4,33 38 16

AB 13-28 75 25 828 72 4,10 9,6 0,83 4,23 20 33

Big 28-41 125 63 727 85 4,20 6,0 0,81 3,21 25 33

Cg 41-93 238 25 624 113 4,00 5,1 0,61 4,61 13 60


DISCUSSÃO

CAMBISSOLO FLÚVICO Tb Distrófico gleissólico argissólico


Densidade do
Horizonte Porosidade
solo Condutividade Capacidade de Água
hidráulica campo disponível

Prof. total macro aeração


Simb.
(cm) Mg m-3 cm h -1 m3 m-3

Ap 0-13 1,16 56,06 0,40 0,21 0,22 0,19 0,02

Big 28-41 1,18 83,76 0,36 0,22 0,23 0,12 0,03


DISCUSSÃO

NEOSSOLOS - SiBCS
Solos minerais com pequena evolução pedogenética, sem qualquer
tipo de horizonte B diagnóstico.
NEOSSOLOS LITÓLICOS
NEOSSOLOS FLÚVICOS
NEOSSOLOS REGOLÍTICOS
NEOSSOLOS QUARTZARÊNICOS
DISCUSSÃO

NEOSSOLOS FLÚVICOS - SiBCS


Solos minerais derivados de sedimentos aluviais, com caráter flúvico.
DISCUSSÃO
Ap
NEOSSOLO FLÚVICO
C1
Distrófico gleissólico
C2
C3

C4

Cg1

Cg2
Cg3

Curcio, G.R.
DISCUSSÃO
NEOSSOLO FLÚVICO Distrófico gleissólico
Horizonte pH C Valores
Areia grossa Areia fina Silte Argila
S CTC V m

Prof. g.Kg-1 CaCl2 g/kg cmolc kg-1 %


Simb. (cm)
Ap 0-10 459,0 198,0 80,0 263,0 4,6 21,12 4,3 11,2 46 5
C1 10- 29 437,0 182,0 41,0 340,0 4,3 17,53 2,7 8,6 32 10
C2 29-38 483,0 132,0 145,0 240,0 4,8 20,10 4,5 10,2 44 4

C3 38-62 780,0 124,0 76,0 20,0 4,4 2,21 0,5 2,7 20 19

C4 62-96 702,0 98,0 40,0 160,0 4,2 6,67 0,8 4,9 17 25

Cg1 96-138 693,0 138,0 9,0 160,0 4,1 2,13 0,6 3,2 19 30

Cg2 121-138 561,0 137,0 2,0 300,0 4,4 1,57 0,8 3,5 23 12
DISCUSSÃO

NEOSSOLOS QUARTZARÊNICOS - SiBCS

Solos minerais sem contato lítico dentro de 50 cm, com sequência


de horizontes A-C, com textura areia e areia franca até no mínimo
150 cm.
DISCUSSÃO
NEOSSOLO
QUARTZARÊNICO Ap
Distrófico típico
C1

C2

Curcio, G.R.
DISCUSSÃO
NEOSSOLO QUARTZARÊNICO Distrófico típico

Valores
Horizonte pH C
Areia grossa Areia fina Silte Argila
S CTC V m

g.Kg-1 CaCl2 g/kg cmolc kg-1 %


Prof.
Simb. (cm)

Ap 0-24 880,0 101,0 8,0 1,0 4,9 0.61 0,3 1,8 15 8

C1 24-72 865,0 116,0 19,0 0,0 4,8 0,56 0,2 1,7 13 15

C2 72-132 864,0 120,0 16,0 0,0 5,2 0,00 0,1 1,5 9 16


DISCUSSÃO

NEOSSOLO QUARTZARÊNICO Distrófico típico


Densidade do
Horizonte Porosidade
solo Condutividade Capacidade Água
hidráulica de campo disponível

Prof. total macro aeração


Simb.
(cm) kg dm-3 cm h -1 m3 m-3

Ap 0 a 24 1,079 199,8 0,403 0,224 0,255 0,148 0,037

C1 24 a 71 1,077 173,8 0,435 0,235 0,273 0,162 0,033


DISCUSSÃO

ESPODOSSOLOS - SiBCS
Solos minerais presença de horizonte B espódico, imediatamente
abaixo de horizonte A ou E.

ESPODOSSOLOS HUMILÚVICOS
ESPODOSSOLOS FERRILÚVICOS
ESPODOSSOLOS FERRIHUMILÚVICOS
DISCUSSÃO
ESPODOSSOLO
HUMILÚVICO Ap

Distrófico dúrico
EA
E
Bhm
Bhm

Cx

Curcio, G.R.
DISCUSSÃO
ESPODOSSOLO HUMILÚVICO Distrófico dúrico

Areia Areia Valores


Horizonte Argila Silte pH C
grossa fina S CTC V m

Prof. -1 -3 -1
Simb. g kg CaCl2 g/dm cmolc kg %
(cm)

Ap 0-24 13 25 802 160 3,20 34,0 1,16 8,36 14 34


EA 24-34 38 50 721 192 3,40 9,6 0,54 2,54 21 27
E 34-51 38 50 614 299 4,40 4,2 0,41 1,71 24 0
Bhm/Cx 51-67 75 113 576 236 3,40 50,7 0,52 23,02 2 88
DISCUSSÃO

ESPODOSSOLO HUMILÚVICO Distrófico dúrico


Densidade do
Horizonte Condutividade Porosidade Capacidade de Água
solo
hidráulica campo disponível
Prof. total macro aeração
Simb.
(cm) Mg m-3 cm h -1 m3 m-3

Ap 0-24 1,04 48,75 0,45 0,14 0,19 0,21 0,05


EA 24-34 1,43 20,61 0,20 0,08 0,10 0,05 0,05
Bhm/Cx 51-67 1,51 0,66 0,22 0,07 0,10 0,05 0,07
Cx 67-103+ 1,17 2,33 0,46 0,10 0,11 0,27 0,07
DISCUSSÃO

GLEISSOLOS - SiBCS
Solos minerais com horizonte glei dentro de 150 cm, imediatamente
abaixo de horizonte A ou E, ou de hístico com menos de 40 cm.
GLEISSOLOS TIOMÓRFICOS
GLEISSOLOS SÁLICOS
GLEISSOLOS MELÂNICOS
GLEISSOLOS HÁPLICOS
DISCUSSÃO
GLEISSOLO Ap
HÁPLICO
Distrófico típico ACg

Cg1

Cg2

Curcio, G.R.
DISCUSSÃO
GLEISSOLO HÁPLICO Distrófico típico

Valores
Areia Areia
Horizonte Argila Silte pH C
grossa fina S CTC V m

Prof.
Simb. g kg-1 CaCl2 g/dm-3 cmolc kg-1 %
(cm)

Ap 0-13 25 63 856 56 4,40 10,5 0,93 3,43 27 24

ACg 13-31 100 75 717 108 4,20 5,1 0,82 4,22 19 38

Cg1 31-57 200 50 591 159 4,20 9,6 0,81 3,31 24 50

Cg2 57-110 263 38 550 150 4,20 5,1 0,71 3,41 21 50


DISCUSSÃO

GLEISSOLO HÁPLICO Distrófico típico


Densidade do
Horizonte Condutividade Porosidade Capacidade de Água
solo
hidráulica campo disponível
Prof. total macro aeração
Simb.
(cm) Mg m-3 cm h -1 m3 m-3

Ap 0-13 1,23 62,49 0,37 0,22 0,23 0,13 0,02

ACg 13-31 1,29 39,22 0,37 0,19 0,21 0,17 0,02


DISCUSSÃO

PLINTOSSOLOS - SiBCS
Solos minerais com horizonte plíntico, ou litoplíntico, ou
concrecionário iniciando dentro de 200 cm.
PLINTOSSOLOS PÉTRICOS
PLINTOSSOLOS ARGILÚVICOS
PLINTOSSOLOS HÁPLICOS
DISCUSSÃO
PLINTOSSOLO Ap
ARGILÚVICO Distrófico
petroplíntico AB

Btf1

Btf2

Curcio, G.R.
Btf3
DISCUSSÃO
PLINTOSSOLO ARGILÚVICO Distrófico petroplíntico

Horizonte Areia grossa Areia fina Silte Argila pH C Valor V Valor m


Valor S CTC

Simb. Prof. (cm) g.Kg-1 CaCl2 g/kg %

Ap 0-16 742,0 89,0 49,0 120,0 4,99 10,17 3,7 7,2 52 3

AB 16-49 783,0 96,0 1,0 120,0 5,29 4,53 1,4 3,8 36 7

Bt 49-79 614,0 125,0 21,0 240,0 5,25 5,67 1,5 5,5 27 3

Btf1 79-127 493,0 142,0 85,0 280,0 5,22 9,41 1,6 6,6 24 7

Btf2 127-143 535,0 87,0 138,0 240,0 5,18 3,92 1,0 4,5 23 3
CONCLUSÃO

A RIGOR, PARA PROCEDER AO MANEJOS DAS PAISAGENS, O


RECONHECIMENTO DOS TIPOS DE SOLOS E A INTERPRETAÇÃO
DE SUAS CARACTERÍSTICAS TORNA-SE ESSENCIAL.
OBRIGADO!
Gustavo Ribas Curcio