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Cimabue

Pintor natural de Florença, Giovanni Gualteri é conhecido como Cimabue. Suas


primeiras obras datam do ano 1272, em Roma, influenciadas pelos mosaicos e ícones
bizantinos.

As obras mais importantes, contudo, foram feitas para a igreja de São Francisco, em
Assis, Itália. A segunda e mais antiga imagem de São Francisco de Assis (cerca de
1280) é a representação que mais se aproxima da sua pessoa.

Faz parte do conjunto do afresco “Madonna no trono com os Anjos”, que se encontra
na parede do braço direito do presbitério da Basílica Inferior de São Francisco, em
Assis.

Frei Tomás de Celano, primeiro biógrafo de Francisco, narra o perfil do homem de


Assis.

“Muito eloqüente, tinha o rosto alegre e o aspecto bondoso, era diligente e incapaz de
ser arrogante. Era de estatura um pouco abaixo da média, cabeça proporcionada e
redonda, rosto um tanto longo e fino, testa plana e curta, olhos nem grandes nem
pequenos, negros e simples, cabelos castanhos, pestanas retas, nariz proporcional,
delgado e reto, orelhas levantadas mas pequenas, têmporas chatas, língua
apaziguante, fogosa e aguda, voz forte, doce, clara e sonora, dentes unidos, iguais e
brancos, lábios pequenos e delgados, barba preta e um tanto rala, pescoço fino,
ombros retos, braços curtos, mãos delicadas, dedos longos, unhas compridas, pernas
finas, pés pequenos, pele fina, descarnado, roupa rude, sono muito curto, trabalho
contínuo.”
Giotto

Giotto di Bondone mais conhecido simplesmente por Giotto, (Colle Vespignano (atual
Vicchio, 1267 — Florença, 1337) foi um pintor e arquiteto italiano.

Nasceu perto de Florença, foi discípulo de Cinni di Pepo, mais conhecido na história
da arte pela introdução da perspectiva na pintura, durante o Renascimento.

Devido ao alto grau de inovação de seu trabalho (ele é considerado o introdutor da


perspectiva na pintura da época), Giotto é considerado por Giovanni Boccaccio o
precursor da pintura renascentista. Ele é considerado o elo entre o renascimento e a
pintura medieval e a bizantina.

A característica principal do seu trabalho é a identificação da figura dos santos como


seres humanos de aparência comum. Esses santos com ar humanizado eram os mais
importantes das cenas que pintava, ocupando sempre posição de destaque na pintura.
Assim, a pintura de Giotto vem ao encontro de uma visão humanista do mundo, que foi
cada vez mais se firmando até o Renascimento.
Giotto, forma diminutiva de Ambrogio ou Angiolo, não se sabe ao certo, adotou a
linguagem visual dos escultores, procurando obter volume e altura realista nas figuras
em suas obras. Comparando suas obras com as do seu mestre, elas são muito mais
naturalistas, sendo Giotto o pioneiro na introdução do espaço tridimensional na pintura
europeia. Em seus trabalhos pela península Itálica, Giotto fez amizades com o rei de
Nápoles e com Boccaccio, que o menciona em seu livro, Decamerão.

O papa Bento XI quis empregar Giotto, que passaria então dez anos em Roma.
Posteriormente, trabalharia para o Rei de Nápoles. Em 1320, ele retornou a Florença,
onde chefiaria a construção da Catedral de Florença. Giotto morreu quando pintava "O
Juízo Final" para a capela de Bargello, em Florença. Durante uma escavação na Igreja
de Santa Reparata, em Florença, foram descobertos ossos na mesma área que Vasari
tinha relatado como o túmulo de Giotto. Um exame forense parece ter confirmado que
a ossada era mesmo de Giotto.

Os ossos eram de um homem baixo, que pode ter sofrido de uma forma de nanismo.
Isso apoia uma tradição da Basílica de Santa Cruz de que um anão que aparece em
um dos afrescos seria um auto-retrato de Giotto.
A Lamentação 1303-1310 - Padua
O beijo de Judas 1303 – 1310 - Padua
Basílica de São Fracisco de Assis – Assis – Italia 1296-1304

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