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20Autor: Sergio Alfredo Macore - 846458829 2018

Índice
1. Introdução ................................................................................................................................... 2

2. O que e empreendedorismo? ....................................................................................................... 3

2. Importância do empreendedorismo............................................................................................. 3

3. Análise histórica do empreemdedorismo e sua evolução. .......................................................... 4

4. Fases da evolução do empreendedorismo. .................................................................................. 5

5. Factores que influenciam o empreendedorismo. ........................................................................ 6

6. Diferenças e similares entre administrador e empreendedor. ..................................................... 7

7. Enumerar e descrever três mitos sobre empreendedorismo. ....................................................... 8

8. Explique principais fontes de barreiras a entrada. ...................................................................... 9

9. Fale da importância do plano negócio. ..................................................................................... 10

11. Etapas que antecedem a elaboração de um plano de negócio. ................................................ 11

12. Conclusão................................................................................................................................ 12

13. Referências bibliográficas ....................................................................................................... 13

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1. Introdução
O uso da expressão “empreendedorismo” tem crescido paulatinamente nos últimos anos, e, por
não haver um conceito unívoco sobre o que possa significar, convém buscar primeiramente seu
sentido etimológico, e, a partir daí, buscar também seu significado histórico, político e social.

A palavra “empreender” vem do latim imprehendere, que significa prender nas mãos, assumir,
fazer. Daí deriva as palavras “empreendedor” e “empreendedorismo”, dentre outras. A
primeira, com o sufixo “or” designa o agente, indivíduo que, no caso, empreende.

Ou seja, empreendedor é aquele que assume a realização de uma determinada tarefa, e, na


sociedade capitalista, passou a designar um tipo de empresário que dele se possa dizer que possui
iniciativa e criatividade para correr os riscos de iniciar e efectivar uma determinada actividade
produtiva.

Já a palavra empreendedorismo, tendo o sufixo “ismo” , diz respeito a uma doutrina, escola ou
teoria. Sendo assim, trata-se do princípio, doutrina ou teoria característica da acção de pessoas
que possuem iniciativa de começar algo potencialmente arriscado. Para os mais diversos autores
da área de administração empresarial que tratam do tema, a postura empreendedora é um estado
de espírito, um modo de ser e agir, uma forma determinada de encarar o mundo, na qual a pessoa
assume uma postura ousada, criativa, confiante tanto no trabalho quanto no quotidiano da vida
pessoal. (Cf. DOLABELA, 1999; ACÚRCIO e ANDRADE, 2005).

Para Fernando Dolabela, “o empreendedor é definido pela forma de ser, e não pela maneira de
fazer.” (2008, p. 13)

Ocorre que há pouco tempo, nessa mesma literatura empresarial, a defesa da assunção da postura
empreendedora se fazia apenas para o empresário, ou quando muito para os “executivos”1 das
empresas (Cf. SCHUMPETER, 1997; DRUCKER, 1986).

No entanto, recentemente há uma mudança nessa literatura, alegando-se agora que a postura
empreendedora deve ser incorporada pelo conjunto da população e ensinada a nível mundial.

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2. O que e empreendedorismo?
Empreendedoras é um termo muito utilizado hoje em dia, porém poucos realmente sabem o seu
significado ou definição. Para compreendê-lo melhor é necessária uma analise histórica desde o
surgimento desse conceito, passando por sua evolução até chegar aos dias actuais. Começando
pela origem do termo o que se sabe é que empreendedorismo é derivado da palavra francesa
entrepreneur, que significa aquele capaz de assumir riscos e iniciar algo novo. (CHIAVENATO,
2007).

Empreendedorismo é o estudo voltado para o desenvolvimento de competências e habilidades


relacionadas à criação de um projecto (técnico, científico, empresarial). Tem origem no termo
empreender que significa realizar, fazer ou executar.

É o estudo dedicado ao desenvolvimento de competências e habilidades relacionadas à criação.


Saber identificar oportunidades e transformá-las em realidade.

Empreendedorismo é a arte de fazer acontecer com motivação e criatividade. É um fenómeno


cultural, expressão dos hábitos, práticas e valores das pessoas sendo necessário esclarecer que o
seu objecto de estudo não é a empresa.

2. Importância do empreendedorismo.
Em todo o mundo, um em cada cinco habitantes com idade entre 15 e 24 anos está
desempregado. São 88 milhões de pessoas, representando 40% do total dos que buscam um
emprego. Estes dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) são coerentes com a
realidade do Brasil, onde há 3,5 milhões de desempregados na faixa etária de 16 a 24 anos. Ou
seja, é preciso multiplicar empresas, transformando jovens em empresários capazes de criar
negócios de sucesso e, portanto, de contribuir para ampliar as oportunidades das novas gerações.
Afinal, ao empreender, o jovem deixa de figurar nas estatísticas do desemprego e abre postos de
trabalho para outros.

Porquê o empreendedorismo é tão importante para a sociedade? Destacamos três pontos


fundamentais para a compreensão da importância do empreendedorismo em nossa sociedade
nomeadamente:

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 A criação de emprego e crescimento Cada vez mais são as empresas novas e pequenas, e
não as grandes, as maiores criadoras de novos postos de trabalho. Os países com maior
aumento nas taxas de iniciativa empresarial tendem a ter um maior decréscimo nas suas
taxas de desemprego.
 Estimula o desenvolvimento do potencial pessoal Uma ocupação não constitui apenas um
modo de ganhar dinheiro; as pessoas utilizam outros critérios nas suas escolhas relativas
à carreira, tais como a segurança, o nível de independência, a variedade de funções e o
interesse pelo trabalho.

 O empreendedorismo é essencial para a geração de riquezas dentro de um país,


promovendo o crescimento económico e melhorando as condições de vida da população.
É também um factor importantíssimo na geração de empregos e renda.

3. Análise histórica do empreemdedorismo e sua evolução.

Ao estudar a evolução histórica do empreendedorismo percebe-se que o seu significado sofreu


diversas modificações de acordo com o período e ideologias da época analisada, porem antes
mesmo do termo possuir uma definição concreta é possível detectar empreendedores e atitudes
empreendedoras que ocorreram no passado.

Segundo Peters; Hisrich (2004, p. 27) “um exemplo inicial da primeira definição de
empreendedor como “intermediário” é Marco Pólo, que tentou estabelecer rotas comerciais para
o Extremo Oriente.” Marco Pólo se comprometeu com um homem, que pode ser chamado de
capitalista, a se aventurar para vender suas mercadorias. Sua atitude foi empreendedora, pois
enquanto o capitalista assumia apenas o risco financeiro, Marco Pólo teve a coragem de assumir
todo tipo de risco, aproveitar uma oportunidade e tentar algo novo. (DORNELAS, 2005).

Durante a idade média “o termo empreendedor foi usado para descrever tanto um participante
quanto um administrador de grandes projectos de produção.” (PETERS; HISRICH, 2004, p. 27).
Durante essa época o empreendedor não assumia riscos significativos, ele simplesmente utilizava
os recursos fornecidos, geralmente pelo governo do seu país, para gerenciar e administrar os
projectos. (DORNELAS, 2005).

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A partir do século XVII o empreendedorismo começa a ganhar um significado mais concreto, ser
estudado e associado a pessoas inovadoras que assumiam riscos em seus negócios para adquirir
mais lucro. (DORNELAS, 2005). E no momento em que se tenta definir o termo começam
também as contradições, pois cada pesquisador tende a seguir premissas da área que actua,
formando assim duas vertentes de pensamento: “os economistas, que associam o empreendedor
com inovação” e os comportamentalistas que “se concentram nos aspectos criativo e intuitivo”
(FILION, 1999, p. 6).

A utilização do termo “empreendedorismo” é atribuída a Richard Cantillon (1755) e a Jean-


Baptiste Say (1800). Ambos definiam os empreendedores como pessoas que correm riscos
porque investem o seu próprio dinheiro em empreendimentos.

Mais tarde, em 1978, J. Schumpeter associa o empreendedorismo à inovação ao afirmar que “a


essência do empreendedorismo está na percepção e aproveitamento das novas oportunidades no
âmbito dos negócios; tem sempre que ver com a criação de uma nova forma de uso dos recursos
nacionais, em que eles sejam deslocados do seu emprego tradicional e sujeitos a novas
combinações”. Schumpeter descreveu ainda o empreendedor como responsável por processos de
“destruição criativa”, que resultavam na criação de novos métodos de produção, novos produtos
e novos mercados.

4. Fases da evolução do empreendedorismo.

Para darmos um exemplo bem simples de empreendedorismo, podemos citar Marco Polo, que
tentou estabelecer uma rota comercial para o Oriente. Como empreendedor, Marco Polo assinou
um contrato com um homem que possuía dinheiro (hoje mais conhecido como capitalista
veremos mais adiante) para vender as mercadorias deste. Enquanto o capitalista era alguém que
assumia riscos de forma passivam, o aventureiro empreendedor assumia papel ativo, correndo
todos os riscos físico e emocional.

Na idade média, o termo empreendedor foi utilizado para definir aquele que gerenciava grandes
projetos de produção. Esse individuo não assumia grandes riscos, e apenas gerenciava os
projetos, utilizando os recursos disponíveis, geralmente provenientes do governo do pais.

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Os primeiro indícios de relação entre assumir riscos e empreendedorismo ocorreram nessa época,
em que o empreendedor estabelecia um acordo contratual com o governo para realizar algum
serviço ou fornecer produtos. Como geralmente os preços eram prefixados, qualquer lucro ou
prejuízo era exclusivo do empreendedor.

Richard Cantillon, importante escritor e economistas do século XVII, é considerado por muitos
como um dos criadores do termo empreendedorismo, tendo sido um dos primeiros a diferenciar o
empreendedor aquele que assumia risco, do capitalista, aquele que fornecia o capital.

No final do século XIX e inicio do século XX, os empreendedores foram frequentemente


confundidos com os gerentes ou administrativos (o que ocorre até os dias atuais), sendo
analisados meramente de um ponto de vista econômico, como aqueles que organizam a empresa,
pagam os empregados, planeja, dirigem e controlam as ações desenvolvidas na organização, mas
sempre a serviço do capitalista.

5. Factores que influenciam o empreendedorismo.


Economia as pessoas parecem cada vez mais cépticas às previsões dos economistas quanto às
consequências das políticas económicas. Em minha opinião isto acontece porque o pensamento
económico dominante está cada vez mais distante da realidade empresarial.

Depois de Walras e Marshall no final do século XIX inicia-se o desenvolvimento de modelos


com maior rigor lógico e dedução matemática, mas que faz desaparecer o empresário como
motor da economia, contrariamente ao que se passava com os clássicos (vide Adam Smith).

Ambiente (interno e externo) O crescimento é nitidamente influenciado por um extenso leque de


Factores. Alguns desses factores são externos e dizem respeito ao meio envolvente
macroeconómico e estão Dora do controlo do empresário/gestor, outros são interno e tentar
controlá-los faz parte da competência do empresário/gestor. Davidson (1989) avalia o impacto
dos vários factores externos (tais como o crescimento do mercado, a estrutura do cliente, a
estrutura da indústria) no crescimento da pequena empresa.

Dentre os motivos externos abordados por Mattar (1988), destaca-se o chamado „efeito
sanduíche‟, em que as pequenas empresas compram de grandes fornecedores e vendem para

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grandes clientes, ficando na situação em que os preços de compra são impostos pelos
fornecedores e os preços de venda são impostos pelos clientes. O baixo volume de crédito e
financiamento disponível, e a mão-de-obra desqualificada também são factores determinantes
para o fracasso das empresas (MATTAR, 1988).

Em relação aos factores externos citados por Mattar (1988), Chér (1991) lembra que, é
importante por parte do empreendedor, demonstrar segurança e credibilidade juntos às
instituições financeiras, a fim de obter maior volume de recursos. Já dentre os factores internos,
Mattar (1988) lança a ideia de Drucker das empresas „anãs‟.

6. Diferenças e similares entre administrador e empreendedor.

A partir do final do século XIX e início do século XX, os empreendedores são por vezes
confundidos com administradores, sendo considerados erroneamente sinónimos daqueles que
gerenciam e dirigem as actividades de uma organização. O que se deve saber principalmente
sobre empreendedores e administradores é que todo empreendedor deve ser um óptimo
administrador, e ter o conhecimento necessário para fazer do seu negócio um sucesso, porém,
nem todo administrador é um empreendedor. Para ser um empreendedor é preciso ter um
diferencial do administrador tradicional, ter atributos extras e uma visão diferenciada que
permitam a criação de uma empresa de sucesso. (DORNELAS, 2005).

Farah, Cavalcanti e Marcondes (2008), descrevem as características que diferenciam


empreendedores de sucesso dos administradores como sendo:

 Agente de mudanças;
 Pessoas capazes de superar seus limites;
 Pessoas com iniciativa, principalmente frente aos desafios;
 Pessoas que inovam;
 Pessoas que se arriscam;
 Pessoas que sabem se organizar e planejar;
 Criativos;
 Líderes;

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 Autoconfiança;
 Pessoas comprometidas com o trabalho;
 Pessoas com grande poder de persuasão.

Um administrador deve conhecer bem os recursos de sua empresa e saber como alocá-los da
melhor maneira, deve tomar decisões e procurar alcançar os objectivos, sempre pensando no
sucesso da empresa. Seguindo essa linha de raciocínio sobre administradores, MAXIMIANO
(2008) define a administração como sendo:

Uma palavra que exprime uma ideia antiga: tomar decisões que promovam o uso adequado de
recursos, para realizar objectivos. A administração é um processo de tomar decisões e realizar
acções que compreende cinco processos principais interligados: planeamento, organização,
liderança (e outros processos da gestão de pessoas), execução e controle. (p. 8).

Segundo Drucker (1987) uma das principais diferenças entre administrador e empreendedor é
que o primeiro na maioria das vezes tende a não ver e aproveitar as oportunidades, diferente dos
empreendedores. O autor completa ainda, que o administrador apenas faz o seu trabalho,
enquanto o empreendedor procura agregar valor ao que faz e fazer contribuições positivas tanto
para a empresa quanto para a sociedade.

7. Enumerar e descrever três mitos sobre empreendedorismo.


Mito 1:

Empreendedores são natos, nascem para o sucesso.

Realidade:

 Enquanto a maioria dos empreendedores nasce com um certo nível de inteligência,


empreendedores de sucesso acumulam habilidades relevantes, experiências contactos
com o passar dos anos.
 A capacidade de ter visão e perseguir oportunidades aprimora-se com o tempo.

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Mito 2:

Empreendedores são "jogadores" que assumem riscos altíssimos.

Realidade:

 Tomam riscos calculados


 Evitam riscos desnecessários
 Compartilham o risco com outros
 Dividem o risco em "partes menores"
Mito 3:

Os empreendedores são "lobos solitários" e não conseguem trabalhar em equipe

Realidade:

 São óptimos líderes


 Criam times/equipes
 Desenvolvem excelente relacionamento no trabalho com colegas, parceiros, clientes,
fornecedores e muitos outros.

8. Explique principais fontes de barreiras a entrada.


Economias de escala: o mercado (em termos de procura) pode ser demasiado pequeno para
suportar um número elevado de empresas. Tal acontece quando há elevadas economias de escala,
isto é, quando o custo unitário é decrescente até um volume de produção elevado. Uma empresa
relativamente pequena que entre no mercado tende a ter um custo médio superior à receita
média. Um caso extremo diz respeito aos monopólios naturais: para os volumes de produção
relevantes o aproveitamento das economias de escala exige que haja apenas um produtor no

Mercado: uma única empresa pode produzir o output total com menor custo que um número
maior de empresas;
Vantagens absolutas de custos: custos inferiores, resultantes por exemplo da experiência de estar
no mercado há mais tempo, ou de se utilizar uma tecnologia mais eficiente ou de se ter acesso a

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preços dos factores produtivos mais baixos, permite ao monopolista baixar o preço e ganhar
guerras de preço. Uma empresa que entre num mercado suporta custos de experiência (contrata
trabalhadores menos experientes e logo, menos eficientes) e custos de transacção (tem de
procurar fornecedores e clientes) mais elevados;

Diferenciação de produto: marcas identificadas e/ou lealdade por parte dos consumidores
podem dificultar a entrada num determinado sector;
Necessidades de capital: necessidade de altos valores de investimento em equipamentos,
pesquisa e desenvolvimento, estoques ou mesmo crédito ao consumidor podem restringir a
entrada de novos competidores;
Custos de mudança: se os consumidores tiverem custos altos para mudar de fornecedor, isto
pode influenciar na decisão do comprador, mesmo que os preços do novo competidor sejam mais
baixos;
Acesso aos canais de distribuição: se os canais de distribuição já estiverem sendo atendidos
pelos competidores tradicionais, pode haver a necessidade de descontos para utilizar os mesmos
canais por parte dos novos entrantes gôndolas de supermercados,

9. Fale da importância do plano negócio.


A Importância do Plano de Negócios A existência de um Plano de Negócios possibilita a
diminuição da probabilidade de morte precoce das empresas, uma vez que uma parte dos riscos e
as situações operacionais adversas serão previstas no seu processo de elaboração, assim como a
elaboração de planos de contingência. Os planeamentos de marketing, operacional, de
crescimento, etc.

Estarão reflectidos no plano financeiro da empresa, permitindo a visualização dos recursos


financeiros necessários à sua execução e possibilitando o planeamento da sua captação.

O Plano de Negócios ajuda a encontrar um caminho para o futuro da empresa. A ideia é adquirir
através da sua elaboração o conhecimento suficiente do tipo de negócio ou serviço que está
sendo ofertado, os objectivos perseguidos, os clientes actuais e potenciais, os mercados, os
preços, a concorrência, os recursos financeiros disponíveis, as operações e o ambiente externo,
de maneira a permitir um melhor gerenciamento das operações, o estabelecimento de estratégias

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que permitam a consecução de melhores resultados. Isto permite elevar a eficiência da gestão e
portanto aumentar a qualidade da comunicação, o grau de confiabilidade e melhorar a imagem da
empresa.

Por outro lado, o Plano de Negócios é muito importante na medida em que serve como um
instrumento de apresentação da empresa para diferentes públicos. O Plano de Negócios é a
ferramenta que permite tanto o estabelecimento da visão, posicionamento da empresa frente a
visão e os objectivos estratégicos da empresa, quanto para delinear a estratégia.

O Plano de Negócios deve ser utilizado de maneira dinâmica, devendo ser actualizado
periodicamente de acordo com as mudanças no ambiente externo e nas políticas internas da
empresa.

Serve também como instrumento de comunicação entre a empresa e os vários agentes externos
como clientes, bancos, investidores, agências de financiamento e empresas de capital de risco.
Embora o Plano de Negócios seja um só para toda a empresa, ele tem uma estrutura detalhada
composta por diferentes tipos de informação.

11. Etapas que antecedem a elaboração de um plano de negócio.


 Perfil do cliente;
 Características do mercado;
 Características da concorrência;
 Cenário económico, social e tecnológico.

Fazer um levantamento completo sobre as características do novo empreendimento:

 Características do produto/serviço a ser ofertado


 Preço e condições de venda
 Formatação jurídica do empreendimento
 Estrutura organizacional

Elaborar um plano estratégico para o novo empreendimento:

 Definição da missão, da visão e dos valores

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 Definição do negócio
 Determinação dos objectivos estratégicos de longo prazo
 Estabelecimento da estratégia do negócio

12. Conclusão

O conceito Empreendedorismo foi popularizado pelo economista Joseph Schumpeter, em 1945,


como a base de sua teoria da Destruição Criativa. Segundo Schumpeter, o empreendedor é
alguém versátil, que possui as habilidades técnicas para saber produzir, e capitalista, que
consegue reunir recursos financeiros, organizar as operações internas e realizar as vendas da sua
empresa. De facto, Schumpeter chegou a escrever que a medida para uma sociedade ser
considerada capitalista é saber se ela confia seu processo económico ao homem de negócios
privado.

Mais tarde, em 1967, com Kenneth E. Knight, e, em 1970, com Peter Drucker, foi introduzida ao
empreendedorismo a ideia da necessidade de arriscar em algum negócio para montar uma
organização. Já em 1985, com Gifford Pinchot III, foi introduzido o conceito de intra-
empreendedor, ou seja, uma pessoa empreendedora, mas que trabalha dentro de uma
organização.

Para Frank (1967) e Peter Drucker (1970), o empreendedorismo refere-se a assumir riscos.
Schumpeter amplia o conceito, afirmando que "o empreendedor é a pessoa que destrói a ordem
económica existente graças à introdução no mercado de novos produtos/serviços, pela criação de
novas formas de gestão ou pela exploração de novos recursos, materiais e tecnologia". Assim, os
empreendedores "não são simplesmente provedores de mercadorias ou de serviços, mas fontes de
energia que assumem riscos em uma economia em constante transformação e crescimento."
(CHIAVENATO, 2007, p.18).

Uma das definições mais aceitas hoje em dia é dada pelo estudioso Robert D. Hisrich, em seu
livro Empreendedorismo. Segundo ele, empreendedorismo é o processo de criar algo diferente e

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com valor, dedicando tempo e esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos
e sociais correspondentes e recebendo as consequentes recompensas da satisfação económica e
pessoal.

13. Referências bibliográficas


Módulo de empreendedorismo, 4˚ Ano, Universidade Católica de Moçambique, Centro de
Ensino a Distancia

DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro-


RJ: Campus, 2008. Capítulos 1 e 2.

DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo na prática: mitos e verdades do


empreendedor de sucesso. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.

GADELHA, Sylvio. Governamentalidade neoliberal e instituição de uma infância


empreendedora. In: KOHAN, Walter Omar (org.). Devir-criança da filosofia: infância da
educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. p. 123-138.

FRAZINI, Daniela Quaglia; SELA, Vilma Meurer; SELA, Francis Ernesto Ramos. Ensino do
empreendedorismo na educação básica: estudo da metodologia “Pedagogia empreendedora” de
Fernando Dolabela. In: PREVIDELLI, José J.; SELA, Vilma Meurer (org). Empreendedorismo e
educação empreendedora. Maringá: Unicorpore, 2006.

MARX, Karl. O Capital. L.1, v. 1. 15 ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996.

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