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K 608171 / 01

1-11.
MICONIC LX FA

Objetivo Familiarizar-se com a tecnologia dos elevadores microprocessados Miconic LX com duas
velocidades (FA).
Realizar os serviços de manutenção preventiva e corretiva, conhecendo a fundo os cir-
cuitos elétricos do Miconic LX com FA.
Familiarizar-se com a ferramenta SMLCD, exercitando a sua utilização.

Departamento: Recursos Humanos & Qualidade


Nome: Fabio Novo
Data: Jul / 2004

Modificações:
KA No.
KA Date:

Restrições Este manual constitui propriedade da INVENTIO AG e pode ser utilizado apenas pela Atlas Schindler ou
pessoas expressamente autorizadas por esta com o propósito de atender aos interesses do Grupo Schindler. O
formato e as informações deste manual constituem nossa propriedade intelectual. Na ausência de autorização
por escrito não deve ser copiado em qualquer meio, nem utilizado para fabricação ou comunicação a terceiros.
Eventuais pedidos de autorização para utilização devem ser endereçados ao Centro de Treinamento e
Desenvolvimento da Elevadores Atlas Schindler.
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Conteúdo 1 O que o Miconic LX? ............................................................................... 4


1-1 Características ................................................................................ 4
1-2 Aplicações....................................................................................... 4
1-3 Opcionais permitidos....................................................................... 4
2 Armário de Comando ............................................................................... 5
2-1 Alimentação das Contatoras de Comando ...................................... 5
2-2 Alimentação do Quadro de Comando.............................................. 6
3 Prints do Miconic LX................................................................................. 7
3-1 Cuidados com os Componentes Eletrônicos ................................... 7
3-1-1 Print PG 268 ....................................................................... 9
3-1-2 Funções do Print PG 268................................................... 10
3-1-3 Reles de Interface no PG 268 ............................................ 10
3-1-4 Funções de botões e led's no PG 268 ............................... 11
3-2 Print CRIPFA/CRIPHY .................................................................. 14
3-2-1 Principais funções da CRIPFA ........................................... 14
3-3 Print ICOM 1 ................................................................................. 15
3-4 Print ICOM 2 ................................................................................. 15
3-5 Print BA 1485 QA .......................................................................... 16
3-6 Periféricos Atendidos pela Interface RS 232 ................................. 16
3-7 Configuração de Agrupamento (Duplex) ....................................... 17
4 Chave Geral e Disjuntores...................................................................... 18
4-1 Chave Geral – JH.......................................................................... 18
4-2 Disjuntor – JTHS ........................................................................... 18
4-3 Disjuntor – JTHSK......................................................................... 18
4-4 Designações de Bornes e Conectores .......................................... 19
4-5 Caixa de Interface da Cabina - CIB ............................................... 22
4-6 CIPD – Car Interface Print Door .................................................... 22
4-7 CIPT – Car Interface Print Tableau................................................ 23
5 Diagrama de Blocos ............................................................................... 24
6 Informações de Poço.............................................................................. 25
6-1 Chave Final de Curso (Contato KNE)............................................ 25
6-2 Chaves Magnéticas....................................................................... 26
6-3 Variante 1: Elevador com FA sem Pré Abertura de Portas ............ 27
7 Comando de Resgate............................................................................. 28
8 Módulo SMLCD ...................................................................................... 29
8-1 SMLCD – Teclas e Mostrador ....................................................... 29
8-2 Funções e fluxograma de menus .................................................. 30
8-3 Relação de falhas.......................................................................... 39
9 Circuitos elétricos ................................................................................... 47
10 Módulo de Segurança ............................................................................ 62

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1 O que o Miconic LX?

É um comando microprocessado para elevadores acionados por máquinas com engrenagem e motor de
corrente alternada ou com acionamento hidráulico.

O processamento das informações é completamente eletrônico, iniciando com a memória das chamadas, até a
ligação das bobinas dos contatores do operador de porta e do motor de tração, bem como dos acopladores
ópticos e “LED’s” do circuito de segurança.

1-1 Características

Possui montagem e manutenção simplificada, devido a utilizar o sistema plug-in.


Possui interfaces homem/máquina: SMLCD e CADI .
Permite os seguintes acionamentos: FA, HY e VFxxBR.
A linha de segurança é de 115 VAC.
Permite agrupamento até duplex, com uma coluna de botoeira por elevador, com os quadros de comando
interligados entre si.

Aplica-se os seguintes controles:


KA, KS e PI sendo que os mais utilizados são KA e KS, no qual aumentará ou diminuirá o número de paradas.

1-2 Aplicações

Velocidade (m/s) 0,75 ; 1,00 0,75 ; 1,00


Percurso máximo de viagem (m) 60 60
Carga útil GQ (kg) 450 a 1250 450 a 1250
Paradas (máximo) Sem ICOM 2 Com ICOM 2
Controle KA 7 15
Controle KS 5 8

1-3 Opcionais permitidos


JBF Interruptor de comando de incêndio – somente BR1
NS21 Fonte de energia de emergência
JAB Interruptor de elevador fora de serviço
JNO Interruptor de comando de energia de emergência
RNO Relé de comando de energia de emergência
KL-V Contato de carga completa (lotado)
LR-D/U Setas indicadoras nos pavimentos

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2 Armário de Comando

O armário de comando do Miconic LX pode ser instalado em suporte próprio ou na parede da casa de
máquinas.
Devido as suas características construtivas é de fácil acesso e de manutenção simplificada.
Em seu interior ficam acondicionados as placas eletrônicas (print’s), disjuntores, transformadores, borneiras e
alguns relês.

Por concepção construtiva as contatoras de potência localizam-se junto ao acionamento e as do operador de


portas de cabina estão sobre a cabina próxima ao conjunto operador de portas.

2-1 Alimentação das Contatoras de Comando

O Miconic LX utiliza as seguintes tensões para contatoras e relês:


24 Vcc (corrente contínua)

110 Vca (corrente alternada)

As contatoras e relês são claramente dispostos e fáceis de trocar em comparação a outros sistemas, o que
facilita a manutenção preventiva e corretiva.

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2-2 Alimentação do Quadro de Comando

A unidade de alimentação, composta pelo disjuntor JTHS e o transformador TS, converte a tensão de
alimentação da rede nas tensões requeridas pelo sistema.

Relação de Tensões da Unidade Alimentação

21,8 Vca – saída para PG 268


11,0 Vca – saída para PG 268
110 Vca – saída para CRIP onde está representado o circuito de segurança
91 Vca - saída para CRIP onde está localizado o retificador, no qual será gerado
80Vcc para alimentação do freio magnético

Unidade de Energia de Emergência – NSG

A unidade de energia de emergência, composta pela fonte NSG juntamente com a bateria de 12 Vcc, assegura
o fornecimento de energia elétrica no caso de falhas na linha de alimentação. Encontra-se localizada na caixa
CIB, sobre a cabina.

Principais funções:

• detecção de falhas na linha de alimentação elétrica


• geração 12 Vcc (regulada)
• alimentar o print PG 268 (memória RAM)
• alimentar a cigarra de alarme no poço (SOA)
• ligar e energiza a iluminação de emergência no painel da botoeira de cabina (LNC)
• no caso de acionamento hidráulico terá uma fonte auxiliar, localizada no armário de comando, para
alimentar as válvulas (NSG 1203)

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3 Prints do Miconic LX

3-1 Cuidados com os Componentes Eletrônicos

Os componentes MOS são, na sua maioria, circuitos integrados (digitais) denominados com as siglas CMOS,
PMOS e NMOS. Com menor freqüência usa-se também transistores execução MOS.
Os componentes MOS necessitam de um manuseio todo especial, pois são extremamente sensíveis a
descargas eletrostáticas.
A destruição do circuito é em geral no momento da ocorrência de um pico excessivo. No entanto, há casos em
que continuam funcionando por poucas horas. Nestes casos, a pesquisa de origem do defeito torna-se quase
impossível.
Para proteger da melhor forma tais componentes, eles são providos de circuitos especiais internos.
Embora os componentes MOS tenham estas características críticas, oferecem grandes vantagens, que tornam
a sua aplicação justificada, pelos seguintes motivos:
• Consumo de energia muito baixo.
• Boa relação entre as tensões utilizadas e as de interferência.
• Larga gama de aplicação. Possibilidade de construção de circuitos complexos, relativamente simples e
econômicos.
• Circuitos integrados e transistores com componentes semicondutores do tipo MOS são externamente
de aspecto idêntico aos de outra tecnologia. Por este motivo, todos os prints onde foram empregados
elementos MOS, são marcados com uma etiqueta de cor laranja para chamar a atenção dos que lidam
com este material, sendo também fornecido em embalagens antiestáticas.

Cuidado!!!

As etiquetas de proteção de cor laranja, autocolantes, são colocadas nos prints por
ocasião de sua fabricação e não devem ser removidas. No caso de se desprenderem,
deverão ser renovadas imediatamente.

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Embalagens, Transporte e Armazenamento

Os prints com elementos MOS necessitam de uma proteção contra descargas eletrostáticas. O material para a
sua embalagem tem a propriedade adequada, eliminando a geração de tensões eletrostáticas, que ocorrem, de
modo geral, quando dois materiais diferentes ou mesmo iguais atritam entre si.
Este mesmo material de embalagem evita danos de cargas estáticas de origem externa devido à sua
condutividade.
O material de embalagem antiestático é de fabricação especial e portanto de preço alto. Por este motivo deve
ser tratado com zelo, para garantir a sua reutilização por longo tempo.
Os prints com elementos MOS somente poderão ser transportados em embalagens antiestáticas e
devidamente marcados com a etiqueta MOS de cor laranja. É proibido usar-se outro material para embalagem.
Prints que não sejam aplicados, imediatamente, deverão ser guardados dentro das embalagens antiestáticas.

Manuseio dos Prints

Para evitar o surgimento de cargas eletrostáticas a pessoa não deve vestir roupas de material de alto valor
isolante (como nylon).
Os prints desembalados não podem ser colocados em superfícies que não ofereçam proteção antiestática.
Em casos de dificuldades ambientais, deve ser usado o material das embalagens antiestáticas para a forração
do lugar, onde os prints forem colocados.
Antes de retirar uma placa de print do seu encaixe no quadro, ou pegar um print guardado, é indispensável que
o corpo seja “descarregado” . Isto é feito de maneira simples e eficiente, tocando com ambas as mãos em uma
parte aterrada (por exemplo: armação do quadro de comando, etc).
Os prints não podem ser retirados nem colocados em seus suportes sem que primeiro seja desligada a chave
do respectivo elevador.

Qualquer manuseio sob tensão poderá destruir os componentes.

Atenção!

Intervenções e/ou Medições nos Prints, com Elementos MOS

Os prints com elementos MOS somente podem ser consertados ou alterados na fábrica.
As medições internas não podem ser feitas além das exigidas pelas instruções
específicas.
Se forem exigidas medições não constantes das instruções, estas só poderão ser
realizadas por pessoal especialmente treinado para tal.

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De olho na manutenção.
Durante a manutenção preventiva, confira a fixação das placas eletrônicas

3-1-1 Print PG 268

O PG 268 é o print do processador, que processa todos os sinais e informações do comando do elevador.

PG = Print Grundbestückung = placa de equipamento básica 1

Neste print estão localizados as memórias do comando:


EPROM : onde encontra-se armazenado o software do comando
EEPROM : contém os parâmetros de configuração da obra
RAM : onde encontram-se armazenados as informações referentes a posição da cabina, chamadas e os dados
para os indicadores de posição.

Fique Atento !!!


No caso de falta de alimentação ou quando for acionada a tecla “RESET”, os dados
armazenados na RAM são apagados. Neste caso o comando passará por nova
inicialização.

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3-1-2 Funções do Print PG 268

• comando do operador de porta (somente um operador de porta)


• processamento da informação do percurso
• controle dos acionamento sem regulagem FA, HY e VFxxBR
• processamento de entradas e saídas do painel da botoeira da cabina
• processamento de entradas e saídas das chamadas de pavimentos
• inspeção da interface de operação do painel da botoeira
• acionar a interface paralela ICOM
• operação da interface paralela SMLCD
• interface RS 232 para um laptop (CADI)
• funções de testes internos
• geração da tensão de 24 Vcc a partir de 21,8 Vca (PG)
• geração da tensão de 5 Vcc a partir de 11 Vca (NG)
• geração da tensão de 5 Vcc a partir de 12 Vcc (NSG)

3-1-3 Reles de Interface no PG 268

O print PG268 possui quatro reles auxiliares (RE1 a RE4) com seus respectivos led’s, que são os responsáveis
pelo acionamento das contatoras de potência.

RE1 - SH1 RE4 - SRD

RE2 - SFA RE3 - SRU

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3-1-4 Funções de botões e led's no PG 268

Botão DLF

Pressionando-se o botão DLF brevemente duas vezes, inicia-se uma viagem de leitura.

Fique Atento!!!
Não está habilitado para o Miconic LX.

Botão RESET

O botão RESET é parecido com o botão DLF. Ele inicia uma partida a frio.

Fique Atento!!!
Se pressionado 2 vezes em 3 segundos, irá apagar as informações contidas em date &
time, error log e statistics.

Botão reset

Botão DKFM

Pressionando-se o botão DKFM, as chamadas externas serão desabilitadas, o operador de porta não será
energizado no sentido de abertura e os botões DFM-D/U serão habilitados. O led estará acesso enquanto a
função estiver habilitada.

Botões DFM-D/U

Permitem que o técnico execute chamadas de cabina, tanto na direção de descida (DFM-D) quanto na
direção de subida (DFM-U), enquanto o botão DKFM estiver habilitado. O led estará acesso enquanto a
chamada estiver registrada.

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Fique Atento!!!
Em caso de atuação do contato térmico do motor de tração, KTHMH2, o led do botão
DFM-U ficará piscando.

DFM-U

DFM-D

DKFM

Led´s do Print PG268

Dica para os leds


O Print PG 268 possui vários led’s de monitoração que auxiliam na execução dos
trabalhos de manutenção preventiva e corretiva.

Led 4

Led 3
Led 2

Led 1

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Função dos Led´s do Print PG268

ERRO LED SINTOMA MOTIVO SOLUÇÃO

L1 1 Ligado Defeito no Software ou Controlador SMLCD ERROR LOG


(vermelho) Hardware
Piscando Comando da revisão Desligar comando de revisão
ligado
Interruptor STOP – Normalizar interruptor STOP
ligado (JHC ou JHM)
Elevador bloqueado: Desligar e religar a chave JH
defeito geral
Defeito fatal no acio- Ligar e desligar comando de revisão
namento Ligar e desligar comando de resgate.
Defeito fatal no sistema
de porta
Desligado Não há defeito
L2 2 Ligado Software funcionamen- (watch dog)
(verde) to perfeito
Desligado Defeito no software Acionar a tecla RESET
L3 3 Ligado Alimentação 12 Vac e Em ordem
(verde) 5Vdc
Desligado Falta alimentação de Verificar os 12Vac no PGX6.9/10
5 Vdc Verificar os 12Vac no TSX1.5/6
Verificar os fusíveis do TS
Verificar as interligações conforme
esquema
L4 4 Ligado 20.1Vac e 24 Vdc Em ordem
(verde) Desligado 24Vdc inexistente Verificar os 20.1 Vac no TSX1.7/8
Verificar a interligação X6.1/2
Verificar o fusível Si1 no PG268

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3-2 Print CRIPFA/CRIPHY

O print CRIP possui 2 variações: a CRIPFA utilizada em elevadores de 2 velocidades (FA) e a CRIPHY,
destinada a elevadores hidráulicos (HY), sendo que a diferença mais importante é que a CRIPHY possui 7
reles para acionamento das válvulas.

CRIPFA

3-2-1 Principais funções da CRIPFA

• monitoração e controle do circuito de segurança (SKD – Safety Chain Diagnostic), através de 5 led’s –
T1 a T5, e inicialização da partida
• fonte de 80 Vcc (fusível SI1 de 3,15 A) para o freio da máquina de tração
• interface
• conexão para a botoeira de resgate - ESE

Circuito de Segurança - CRIPFA

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• Disjuntor do circuito de segurança (JTHSK)


T1 Comando

• Interruptor de emergência do poço (JHSG)


T2 Fundo do Poço
• Contato de cabo frouxo no limitador de velocidade (KSSBV)

• Interruptor de comando resgate / normal (JRH)


• Interruptor de emergência da cabina (JHC)
• Interruptor do comando de revisão da cabina (JREC)
• Contato do limitador de velocidade (KBV)
T3 Cabina
• Contato de emergência fim de curso (KNE)
• Contato de freio de segurança (KF e KF1)
• Contato de saída de emergência (KNA)
• Interruptor de emergência do comando de resgate (JHM)
• Contato de porta de andar (KTS)
T4 Pavimento

• Contato de trinco (KV) quando for operador QK8


T5 Cabina
• Contato de porta de cabina (KTC)

3-3 Print ICOM 1

Esse print é o responsável pela comunicação entre os elevadores, portanto ele somente é utilizado em
instalações duplex.
O print ICOM é fixado através de parafusos diretamente no print do processador PG 268. Ele é uma versão
expandida do print PG 268 com funções adicionais de comando de grupo. O print ICOM trabalha com dados
em série (CADI) e em paralelo (PG 268).

3-4 Print ICOM 2

Esse print faz as mesmas funções do print ICOM 1. NA e faz também a expansão de chamadas.
Esta placa possui 3 led’s:
Led PO1 (verde): aceso = placa com alimentação 24Vcc
Led VCC2 (verde): aceso = placa com alimentação de 5Vcc
Led COMM (amarelo): piscando = comunicação entre carros estabelecida

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Fique atento !!!


No caso das chamadas ficarem registradas permanentemente, inclusive com retorno nos
led’s dos botões, instalar um capacitor eletrolítico de 470µF/ 40V entre os bornes X4.1(+)
e X4.2( - ). Fonte: IT 968.

3-5 Print BA 1485 QA


Print BA
(BA = Bus Anschluss Print = placa de terminação de barramento)

É importante que a impedância seja a mesma para todas as


entradas e saídas, de forma a manter a eficiência do barramento
de dados.
O print BA simula uma unidade que assegura que isto seja
garantido no início e no fim do barramento de dados portanto,
consiste somente de resistores e capacitores.
Esta placa é utilizada no primeiro e último elevador agrupado. Ele
representa a terminação elétrica física do barramento de grupo.

Print ICOM BA

3-6 Periféricos Atendidos pela Interface RS 232

Ambos os prints ICOM e PG 268 contém interfaces RS 232.


Essas interfaces permitem a transmissão de dados em série para
periféricos tais como laptop de serviço ou um modem.
A principal diferença entre uma interface RS 232 e uma RS 485 é
que cada RS 232 só pode atender a uma unidade.

RS 232

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3-7 Configuração de Agrupamento (Duplex)

Fique atento!!!
Tomar cuidado ao trocar uma placa no Miconic - LX, pois deverá verificar se o elevador é
simplex ou duplex. A placa que for substituir deverá permanecer do mesmo modo da
placa substituída.

Observe:

PLACAS PG 268 ICOM 2


DIP-SWITCH DIP-SWITCH Chave Hexa
CLOSED CLOSED

OPEN OPEN
ELEVADOR 1 1 2 3 4 1 2 3 4

DIP-SWITCH Chave Hexa


CLOSED DIP-SWITCH CLOSED

OPEN OPEN
ELEVADOR 2 1 2 3 4
1 2 3 4

Nas chaves DIP-SWITCH, temos os nomes:


• Closed: Fechado (ON) ligado
• Open: Aberto (OFF) desligado

No print PG 268 determinamos o número dos carros, através dos DIP-SWITCH, neste caso em binário. Na
ICOM através dos DIP-SWITCH, selecionamos a velocidade de comunicação no barramento de dados e na
chave hexa, o número dos carros.

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4 Chave Geral e Disjuntores

De olho na manutenção.
Durante a manutenção preventiva, não se esqueça conferir a fiação, reaperto e fixação
dos contatos.

4-1 Chave Geral – JH

Localizada no quadro de distribuição da casa de máquinas, desempenha também a função de Rele Térmico do
motor de tração, sendo fornecida juntamente com o elevador, desta forma, no caso de substituição deverão ser
mantidas suas características técnicas.

4-2 Disjuntor – JTHS


Responsável pela proteção do armário de comando, do motor da ventilação forçada (MVE) e do motor do
operador de porta de cabina (MT).
Atenção: este disjuntor não desliga a alimentação do motor de tração.

4-3 Disjuntor – JTHSK


Responsável pela proteção do circuito de segurança.

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4-4 Designações de Bornes e Conectores

Conector

O conceito de designação de conectores e bornes utiliza as normas elétricas internacionais (IEC 750). Todos
os componentes são indicados em conformidade.
Diferentes tipos de conectores têm a mesma definição para os pinos.
No caso de plugs (conectores WAGO, JST/XH) os pinos são numerados continuamente da direita para a
esquerda, vendo-se o plug pelo lado da entrada dos cabos.

Entrada
do cabo

*
Entrada do
cabo

Fique atento!!!
* Este conector não é mais utilizado.

Entrada do
cabo

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Conectores de pinos e numeração de pinos macho e fêmea

Proteção contra contato acidental no


Conector de pinos conector de pinos

(o conector associado é fêmea) (o conector associado é macho)

Numeração dos pinos Numeração dos pinos

Identificação de Bornes e Conectores

Jumper Conector de soquete


Jumper de entalhe
Jumper oblíquo
Jumper oblíquo de divisor duplo
Conector de pino com Conector
entalhe para conexão de Jumper
soquete
de mola de tensão

Conector de soquete
com pinos de posição

Borneira

Todos os conectores que devem ser conectados durante a montagem são endereçados com a localização
alvo.

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Sistema de Numeração de Bornes e Conectores

Descrição de bornes e conectores

+AS _ X100 – 1 _ 1 4
.
Pino

Plug

Linha

Borneira

Localização

Todas as borneiras e conectores possuem a letra “X” no início de sua identificação, ex.: X380; X3.4.4; XRLCA
...

A contagem sempre inicia-se pela identificação da borneira.

As borneiras possuem quatro linhas, numeradas de 1 a 4, sendo que a de nº 3 é diferenciada (retangular),


utilizada para fechamentos quando necessitamos de mais de 3 conexões.

Em cada pino é conectado no máximo um condutor, sendo utilizado o sistema por travamento mecânico o que
assegura uma maior segurança e confiabilidade quanto a eventuais falhas em relação a terminais com fixação
por parafusos.

De olho na manutenção.
Durante a manutenção preventiva, verifique a fixação dos conectores.

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4-5 Caixa de Interface da Cabina - CIB

Atenção!

Antes de acessar a caixa e o poço, proceda corretamente como nos procedimentos de


Acesso e viagem no topo da cabina e Acesso ao Poço.

A caixa de bornes CIB (Car Interface Box - Caixa de Interface da Cabina) atua como uma interface entre os
componentes da cabina e o quadro de comando (exceto botoeira de cabina). É equipada de acordo com as
especificações da obra.
A CIB aplicada na cabina S100L Atuale difere dos outros modelos nos seguintes detalhes:
• Montada no cabeçote superior tornando-se de fácil acesso
• Todas as conexões na CIB são feitas por conectores;
• Todas as marcações dos conectores começam com “X”;
• A caixa de bornes consiste em um estojo robusto, com uma tampa parafusada. A cobertura ao ser
retirada, permite uma fácil visão dos conectores

DREC-U
DREC-D
DREC-D JREC

JHC

Cortina Luminosa
Bateria

Caixa CIB

4-6 CIPD – Car Interface Print Door


Localizada no interior da CIB, a CIPD apresenta as seguintes funções/características:
• Interface, através de conectores, entre o armário de comando e cabina, exceto totem da botoeira
• Fonte NSG – 12 Vcc;
• Contatoras do operador de porta de cabina;
• Supressor de ruídos do motor do operador de porta de cabina;
• Botões da botoeira de inspeção;
• Rele para controle manual da iluminação de cabina – RLCA.

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DREC-U JHC DREC-D Supressor JREC RLCA Fonte NSG

ST-S ST-O

Fique atento!!!
Com o operador QKS-9, as contatoras ficam localizadas na caixa de bornes do operador.

4-7 CIPT – Car Interface Print Tableau

Localizada no interior do totem da botoeira de cabina,


é a responsável pelo interface entre o armário de
comando e a botoeira de cabina e IPD.
Originalmente cada CIPT comportava no máximo 7
paradas, sendo necessário a utilização de duas
quando da aplicação com 8 ou mais paradas,
atualmente existe a CIPT2 que comporta até 15
paradas.

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5 Diagrama de Blocos

O diagrama abaixo, representa as principais interligações entre as diferentes placas e componentes do Miconic
LX.

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6 Informações de Poço

Atenção!

Antes de acessar a caixa e o poço, proceda corretamente como nos procedimentos de


Acesso e viagem no topo da cabina e Acesso ao Poço.

6-1 Chave Final de Curso (Contato KNE)

A chave de final de curso é idêntica em aparência, com a do sistema do comando Miconic E.


As duas chaves de final de curso no poço foram substituídas por duas rampas, e a rampa da cabina substituída
por uma chave de final de curso.
A chave de final de curso está montada na armação da cabina e as duas rampas são normalmente montadas
no conjunto da informação do poço ou nas guias localizadas nos extremos.
No padrão S100L Atuale, esta chave é montada no suporte da chave magnética.

Travessa final Braçadeira

Rampa da chave de
final de curso

Guia

Travessa vertical

Magnetos

Caixa de chaves
magnéticas

Chave de final de
curso Cabeçote
Cabos elétricos

De olho na manutenção.
Cheque os limites de final de curso sobre a cabina, sempre atentando para os
procedimentos de segurança.

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6-2 Chaves Magnéticas


Através de chaves magnéticas bi-estáveis, o Miconic
LX recebe as diferentes informações do percurso, as
quais diferem em quantidade de acordo com o tipo de
acionamento utilizado: FA, HY, VFxxBR.

Usam-se duas chaves magnéticas no acionamento FA: KS e KSE.


Suas funções são:
• KS: Seletor, corte da alta velocidade, parada e zona de porta.
• KSE: Monitoração de extremos e corte de alta velocidade nos extremos em caso de perda de seletor.

Fique atento!!!
KSE possui dois imãs no
extremo superior a fim de
diferencia-lo do extremo inferior KS
onde possui um único imã.

KSE

Em virtude das chaves magnéticas estarem fixadas na cabina e os imãs em suportes na caixa, é de vital
importância a monitoração do desgaste dos revestimentos (coxins) de cabina, e a correta distância entre as
chaves e os imãs, conforme desenho abaixo:
• Chave magnética e imã: 8 a 10 mm
• Centralização: ± 1mm

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6-3 Variante 1: Elevador com FA sem Pré Abertura de


Portas

Tipo de Distância de Parada SKA [mm]


acionamento Para VKN [m/s]
0.63 0.75 1.0
FA 630 880 1100

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7 Comando de Resgate

O comando Miconic LX dispõe de uma botoeira de resgate que possibilita ao técnico a operação em
inspeção/manual pela casa de máquinas.
A botoeira de resgate (ESE) é conectada a placa CRIPFA/HY, no conector X3.4.5, quando da sua ausência
deverá estar em seu lugar o plug BESE.
A ESE dispõe das seguintes chaves/botões:
• JRH : interruptor de comando resgate/normal
• JHM : interruptor de emergência do comando de resgate
• DRH-U : botão de retorno de subida
• DRH-D : botão de retorno de descida
O modo de resgate trabalha da mesma maneira como nos comandos convencionais. Ele está disponível para
os acionamentos FA, HY e VFxxBR.

Perigo!!!!
Os contatos KBV, KNE, KF e KF1 são ponteados no modo de resgate e neste modo
também não reconhecerá as informações de poço.

Fique atento!!!
A botoeira de resgate não é um item padrão do sistema, mas pode ser encomendada
separadamente, se necessário.

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8 Módulo SMLCD

O SMLCD é um módulo composto por uma placa de circuito impresso com um mostrador de cristal líquido e
um teclado com quatro teclas. Ele é ligado ao comando através de um cabo plano. O software do SMLCD roda
no print PG 268.
Ele é uma ferramenta de extrema importância para os técnicos de campo, podendo ser utilizado para
monitoração de sinais, diagnóstico de falhas e para a programação do comando. Sua estrutura é através de um
menu o que garante um acesso simples e uma fácil utilização.
Você sabia que...
O nome SMLCD consiste de duas abreviações (em inglês):
• SM (Service module): Módulo de Serviço
• LCD (Liquid crystal display): Mostrador de Cristal Líquido

Módulo SMLCD

8-1 SMLCD – Teclas e Mostrador

[1] : Painel do mostrador LCD


[2] : Chaves de comando
ESC: para trás (para a esquerda)
c Seleciona (para cima)
d Seleciona (para baixo)
OK: Confirma (em seguida para a direita)

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8-2 Funções e fluxograma de menus

O SMLCD auxilia aos técnicos de campo através da apresentação dos seguintes menus:

STATUS LIFT Apresentação do status do elevador

LOGIN Entra a senha (4 caracteres)

COMMANDS Chamadas de cabina, chamadas de pavimento, porta, comandos de teste e de serviço

Apresentação do status da entrada e saída de dados (I/O), a versão software e a data e


STATUS
hora

PARAMETERS Mudanças dos parâmetros de porta, acionamento e cabina

ERRORLOG Apresentação de erro

STATISTIC Tempo de funcionamento

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Fluxograma de menus e teclas de atalho

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STATUS LIFT

MENU LOGIN OK LOGIN > PASSWORD OK ABCD / MODE

MENU COMANDS OK CAR CALL

FLOOR CALL

DOOR

TESTS

JRVF/JABF
SERVICES OK
(Somente retira o elevador de serviço)

I/O
MENU STATUS OK
(Mostra dos estados da I/O da PG/PGO)

SX SW-Version
(Mostra a versão da Eprom)

DATE & TIME


(Mostra a data atual de sistema)

AVERAGE
SISTEM KERNELS OK
(Tempo médio de processamento)

KSE - DISTANCE UP (mm)


(Mostra a distância real da KSE de

subida até a parada)

KSE - DISTANCE DW (mm)


(Mostra a distância real da KSE de

descida até a parada)

SKA - DISTANCE (mm)


(Mostra a distância real de

desaceleração do elevador)

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COMISSION NR
MENU PARAMETER OK GENERAL OK
(Número da obra)

CONTROL MODE
(KA/KS/Pickup)

NR OF FLOORS
(Número de pavimentos)

MAINFLOOR 1
(Pavimento Principal)

MAINFLOOR 2
(Pavimento de Estacionamento)

JBF FLOOR
(Pavimento do Serviço de Bombeiros)

JAB FLOOR
(Pavimento do Fora de Serviço)

JNO FLOOR
(Pavimento da Energia de Emergência)

SPECIAL FLOOR 4
(Pavimento)

SPECIAL FLOOR 5
(Pavimento)

SPECIAL FLOOR 6
(Pavimento)

PARK TIME
(Tempo para a cabina ir estacionar)

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Continuação do Menu Parameter

MODEL FRONT
DOOR OK
(Modelo do 1º operador)

MODEL REAR
(Modelo do 2º operador)

HOLD OPEN BOARD


(Tempo de embarque por chamada

externa)

HOLD OPEN EXIT


(Tempo de desembarque por chamada

de cabina)

MIN DT-O TIME


(Tempo de porta aberta quando o

botão DT-O for acionado)

MIN DOOR OPEN


(Tempo de porta aberta por RPHT

ou KSKB)

FINAL TIMER
(Tempo de espera para fechamento

de porta após um certo tempo de

acionamento da cabina)

PRE OPEN DELAY


( Tempo de pré-abertura de porta)

OPN/CLS TIME
(Tempo de transição de KET-O/KET-S)

LOCK TIME OUT


(Máximo tempo para travar a porta)

MOVE TIME OUT


(Máximo tempo para a porta

executar um movimento)

DELAY TIME OUT


(Máximo tempo que a porta poderá ter

para executar um comando)

MAX LOCK TIME


(Tempo máximo para fechamento)

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Continuação do Menu Parameter

CAR LOAD
CAR OK
(Capacidade máxima da cabina)

FULL LOAD OPEN


(Tempo para partida com carga

completa)

PARK MODE
(Estacionar no mainfloor 1, mainfloor 2

ou não estacionar)

PARALLEL DOORS

MAINT OPN FRNT


(Estacionar com a porta frontal aberta)

MAINT OPN REAR


(Estacionar com a porta oposta aberta)

DELAY FAN OFF


(Tempo para desligar o ventilador

da cabina)

DELAY CAB LIGHT


(Tempo para desligar a luz de cabina)

AUTO CAB LIGHT


(Habilitar a luz de cabina automática)

SPEZ OPTION 1

SPEZ OPTION 2

SPEZ OPTION 3

SPEZ OPTION 4

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Continuação do Menu Parameter

DRIVE OK DETOUR OFFSET

DLAY FAN OFF


(Tempo para desligar o ventilador da

máquina)

KSE FLOORS UP
(Número de imãs de KS entre o KSE

e a parada final superior)

KSE FLOORS DW
(Número de imãs de KS entre KSE

e a parada final inferior)

AUTO RTN HYD


(Tempo de recolhimento do pistão

em elevadores hidráulicos)

NO LOAD CLR CC
(Eliminador de chamadas falsas)

MAX SPEED > 0,63 (INSP)

MAX SPEED > 0,5 (INST)

LOCK TIMEOUT

MOVE TIMEOUT
(Máximo tempo para andar na baixa

sem trocar KS - FA/HY)

SELECTOR TIME
(Tempo para troca de seletor)

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Continuação do Menu Parameter

OPTIONS OK DYNAHYD

KSE = SKA HY/FA

RESERVE

YY MM DD
SISTEM OK
(Acertar hora)

INSTALL NO
SERVITEL OK
(Número telefônico)

FRNT DOOR AVAIL


CONFIGURATION OK CONFIG DOOR OK (Habilitação das chamadas de cabina

e pavimento - 1º Operador)

REAR DOOR AVAIL


(Habilitação das chamadas de cabina

e pavimento - 2º Operador)

FRNT PWRUP EM CC
(Habilitação das chamadas de cabina

- 1º Operador)

REAR PWRUP EM CC
(Habilitação das chamadas de cabina

- 1º Operador)

FRNT NO DT-O
(Desabilita o botão DT-o para cada

andar 1º operador)

REAR NO DT-O
(Desabilita o botão DT-o para cada

andar 2º operador)

INTERLOCKING

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Continuação do Menu configuration

BRAKE CONTACT
(Eliminar o conato KB)

I/O POLARITY

NF1 FLOOR
(Habilitar chamada de emergência)

LOCK CONF MENU OK PERMANENTLY: OK?

ERRORLOG OK SHOW OK MOSTRA OS ÚLTIMOS 20 ERROS

DELETE OK ZERA OS ERROS REGISTRADOS

CAR TRIPS
STATISTIC OK
(Nº de viagens realiazadas)

DOOR TRIPS
(Nº de viagem de porta)

RUN HOURS
(Tempo de funcionamento em horas)

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8-3 Relação de falhas


Fique atento!!!
Nas próximas páginas, através de tabelas, são apresentadas as possíveis falhas
apresentadas no módulo. A ordenação é alfabética pela mensagem original (Display).

Porta fechando sem mudança em KET-O e


Display: clg n KET-S/O Tradução:
KET-S
Com a porta aberta (KET-O = 0), o amplificador VST-S foi acionado. Após um certo
Detalhamento: tempo, o contato KET-S não mudou seu estado de 1 para 0, e o contato KET-O
permaneceu em 0
WRNG. O contator ST-S será desligado e novamente ligado após um pequeno
Classificação:
tempo. Após 5 tentativas, o erro será FAT.
A porta está travada mecanicamente.
Conexão entre a saída VST-S e o contator ST-S interrompida
Causas prováveis: Contator ST-S defeituoso
Saída VST-S defeituosa
O motor do operador não está alimentado ou está defeituoso

Display: clg no KET-O Tradução: Porta fechada sem mudança em KET-O


Com a porta aberta (KET-O = 0), o amplificador VST-S foi acionado. Após um certo
Detalhamento: tempo, o contato KET-S mudou seu estado de 1 para 0, mas o contato KET-O
permaneceu em 0
WRNG. O contator ST-S será desligado e novamente ligado após um pequeno
Classificação:
tempo. Após 5 tentativas, o erro será FAT.
Falha mecânica ou elétrica em KET-O
Causas prováveis: Conexão entre o terminal de KET-O e a entrada N_KET-O interrompida
Entrada N_KET-O da PG ou PGO com defeito

Display: car not def Tradução: Cabina não definida num SOM
O número do elevador não está presente na rotina chamada por um módulo
Detalhamento:
especial de operação (SOM)
Classificação: WRNG
Causas prováveis: Erro de programação
Ação sugerida: Faça uma reclamação

Display: clg no KET-S Tradução: Porta fechando sem mudança em KET-S


O amplificador VST-S foi acionado. Após um certo tempo, o contato KET-S não
Detalhamento:
mudou seu estado de 1 para 0.
WRNG. A porta será aberta e novamente fechada imediatamente. Após 5
Classificação:
tentativas, o erro será FAT.
Contato KET-S falhando mecânica ou eletricamente
A velocidade do operador de porta está muito lenta, permitindo que o tempo de
Causas prováveis:
controle termine antes do fechamento total
A entrada N_KET-S do print PG ou PGO está defeituosa
Display: EEPROM full Tradução: EEPROM cheia
Detalhamento: Não há espaço na EEPROM para armazenar os dados transmitidos.
Classificação: WRNG.
Causas prováveis:
Ação sugerida: Correção somente possível com CADI

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Display: floor missed Tradução: piso perdido


Detalhamento: A contagem de zonas de porta não corresponde com a contagem das chaves
KS/KS1
Classificação: WRNG.
Causas prováveis: Falha na informação de poço
Entradas KS, KS1 ou N_RKUET com defeito

Display: KNI/A not on Tradução: KNI-A não acionado


Detalhamento: Após a preparação de uma viagem a entrada N_KNI não mudou para o nível 0 e/ou
a entrada N_KNI-A não mudou para o nível 1
Após o fim de um viagem a entrada N_KNI não mudou para o nível 1 e/ou a
entrada N_KNI-A não mudou para o nível 0
Classificação: WRNG. Após 5 tentativas, o erro será FAT.
Causas prováveis: Dependem do acionamento. Consultar esquemas correspondentes

Display: motor temp (DRIVE) Tradução: sobretemperatura do motor de tração


Detalhamento: O elemento de controle (termistor ou contato) de temperatura do motor de tração
está ativo. Entrada THMH no nível 1
Classificação: ERR. Após o retorno do sinal ao valor 0 e um tempo de proteção, a operação será
retomada
Causas prováveis: Sobrecarga?

Display: motor temp (DOOR) Tradução: sobretemperatura do motor de porta


Detalhamento: O contato de controle de temperatura do motor de porta está ativo. Entrada
N_KTHMT no nível 0
Classificação: ERR. Após o retorno do sinal ao valor 1 e um tempo de proteção, a operação será
retomada
Causas prováveis: Sobrecarga?

Display: no Grp config Tradução: sem configuração de grupo


Detalhamento: Os dados do grupo na EEPROM estão incorretos
Classificação: FAT.
Causas prováveis: EEPROM defeituosa. Ordene uma nova.

Display: no IF Tradução: sem informação de viagem


Detalhamento: Durante a viagem, não foi recebida nenhuma transição em KS ou KS1 (HY), ou
pulsos do IGS200, após um tempo de controle.
Classificação: FAT. Após o cancelamento do erro, uma nova viagem de preparação será realizada
Causas prováveis: O acionamento foi ligado, mas a cabina não se moveu.
Os elementos de entrada da informação de poço (chaves magnéticas, IGS200)
estão com defeito
As conexões da informação de poço estão interrompidas
As entradas da informação de poço estão com defeito

Display: no IG count Tradução: sem pulsos do IGS200


Detalhamento: Durante a viagem não foram recebidos pulsos do IGS200
Classificação: FAT
Causas prováveis: Acionamento do IGS200 com defeito
Conexões do IGS200 ao controle com defeito
IGS200 com defeito
Entradas da PGO com defeito

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Display: No KB/KB1 off Tradução: sem desligamento de KB e/ou KB1


Detalhamento: Ao final da viagem, as entradas KB e KB1 não chegaram a 0
Classificação: FAT
Causas prováveis: Contatos KB ou KB1 com defeito
Contatos KB ou KB1 desajustados
Entradas da PG ou PGO com defeito

Display: No KB/KB1 on Tradução: sem ligamento de KB e/ou KB1


Detalhamento: Após 0,5 s do início da viagem, as entradas KB e KB1 não chegaram a 1
Classificação: FAT
Causas prováveis: Bobina de freio com defeito
Conexões de KB e/ou KB1 com o print interrompidas
Contatos KB ou KB1 com defeito
Contatos KB ou KB1 desajustados
Entradas da PG ou PGO com defeito
Display: No KSE Tradução: sem KSE
Detalhamento: Após a saída do piso 1, a chave KSE não mudou de 0 para 1
Classificação: WRNG. O elevador fará uma parada final na próxima transição de KS
Causas prováveis: Defeito na informação de poço

Display: No RKVZ Tradução: sem RKVZ


Detalhamento: Durante a preparação da viagem, a entrada RKVZ não está em 1
Classificação: FAT
Causas prováveis: Defeito no módulo DS
Conexão interrompida entre o módulo DS e o print PGO
Entrada do print com defeito

Display: No KS/KS1 Tradução: sem KS e/ou KS1


Detalhamento: EG: Ao final de uma viagem normal, a entrada KS não atingiu o nível um, depois de
um período de tempo
FA: Após passar para a velocidade de nivelamento, a entrada KS não atingiu o
nível um, depois de um período de tempo
HY: Após passar para a velocidade de nivelamento, as entradas KS e KS1 não
atingiram o nível um, depois de um período de tempo
DS: Ao final de uma viagem normal, a entrada KS não atingiu o nível um
Classificação: FAT
Causas prováveis: Defeito na informação de poço
Desajuste na informação de poço
Entradas da PG ou PGO com defeito
IGS200 não funciona corretamente

Display: No RSA Tradução: sem RSA


Detalhamento: Durante a preparação de viagem RSA não está em 1
Ao final da viagem, RSA não mudou para 0
Classificação: WRNG se no início da viagem. Após cinco tentativas de início de viagem em 5
minutos, o erro será FAT
FAT se no final da viagem
Causas prováveis: Defeito no módulo DS
Conexão interrompida entre o módulo DS e o print PGO

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Display: opg no KET-O Tradução: Porta abrindo sem mudança em KET-O


Detalhamento: A porta estava fechada (N_KET-S = 0). O amplificador VST-O foi acionado. Após
um certo tempo, o contato KET-S mudou de 1 para 0, mas KET-O permaneceu em
1.
Classificação: WRNG. A porta fechará até KET-S = 0, depois será reaberta. Após 5 tentativas, o
erro será FAT.
Causas prováveis: Contato KET-O falhando mecânica ou eletricamente
A velocidade do operador de porta está muito lenta, permitindo que o tempo de
controle termine antes do fechamento total
A entrada N_KET-O do print PG ou PGO está defeituosa

Display: opg n KET-S/O Tradução: Porta abrindo sem mudança em KET-O e


KET-S
Detalhamento: Com a porta fechada (KET-S = 0), o amplificador VST-O foi acionado. Após um
certo tempo, o contato KET-S não mudou seu estado de 0 para 1, e o contato KET-
O permaneceu em 1
Classificação: WRNG. O contator ST-O será desligado, ST-S ligado brevemente, e ST-S será
novamente ligado. Após 5 tentativas, o erro será FAT.
Causas prováveis: A porta está travada mecanicamente.
Conexão entre a saída VST-O e o contator ST-O interrompida
Contator ST-O defeituoso
Saída VST-O defeituosa
O motor do operador não está alimentado ou está defeituoso

Display: opn no KET-S Tradução: Porta aberta sem mudança em KET-S


Detalhamento: Com a porta fechada (KET-S = 0), o amplificador VST-O foi acionado. Após um
certo tempo, o contato KET-O mudou seu estado de 1 para 0, mas o contato KET-S
permaneceu em 0
Classificação: WRNG. O contator ST-O será desligado e novamente ligado após um pequeno
tempo. Após 5 tentativas, o erro será FAT.
Causas prováveis: Falha mecânica ou elétrica em KET-S
Conexão entre o terminal de KET-S e a entrada N_KET-S interrompida
Entrada N_KET-S da PG ou PGO com defeito

Display: outside zone Tradução: Fora da zona de porta


Detalhamento: A cabina terminou uma viagem normalmente, porém a entrada KUET (KS se não
há ponteio de portas) não está em 1
Classificação: ERR. O elevador ficará bloqueado por um pequeno tempo.
Causas prováveis: Incorreção na informação de poço
Conexão entre a informação de poço e a entrada correspondente interrompida
Entrada da PG ou PGO com defeito

Display: relev. timeout Tradução: Tempo de controle do renivelamento


ativado
Detalhamento: Não foi possível completar a operação de renivelamento após 10 s (as entradas KS
e KS1 não chegaram a 1 simultaneamente) (HY)
Classificação: FAT.
Causas prováveis: Problemas no acionamento
Informação de poço incorreta

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Display: revmean long Tradução: Segurança de porta ativa por longo tempo
Detalhamento: Se não há final timer: Uma proteção de porta ficou ativa por mais de 30 s.
Se há final timer: Durante o fechamento em final timer, a mesma segurança de
porta esteve constantemente ativa durante duas das últimas cinco tentativas de
fechamento.
DT-S está ativado durante toda a seqüência de operação da porta.
Classificação: WRNG.
Causas prováveis: Defeito na segurança de porta
A entrada correspondente no print está com defeito

Display: revmean short Tradução: Segurança de porta ativa por curto tempo
Detalhamento: Se não há final timer: Uma proteção de porta ficou ativa momentaneamente todas
as vezes nos últimos 30 s.
Se há final timer: Durante o fechamento em final timer, a mesma segurança de
porta esteve momentaneamente ativa durante duas das últimas cinco tentativas de
fechamento.
Classificação: WRNG.
Causas prováveis: Defeito na segurança de porta

Display: RFE not off Tradução: RFE não desligado


Detalhamento: Entrada RFE não retornou a 0 antes do fim da viagem
Classificação: FAT.
Causas prováveis: Contato defeituoso em RFE
Saída VRFE ou entrada RFE defeituosas no print PG ou PGO

Display: RFE not on Tradução: RFE não ligado


Detalhamento: Entrada RFE não passou a 1 um certo tempo depois de ter sido acionado VRFE
Classificação: WRNG. O amplificador VRFE será desligado e religado novamente. FAT após 5
falhas em um período de 5 minutos.
Causas prováveis: Contato ou bobina defeituosos em RFE
Conexão interrompida em VRFE ou RFE
Saída VRFE ou entrada RFE defeituosas no print PG ou PGO

Display: RFE/RF n off Tradução: RF e RFE não desligados


Detalhamento: Entrada RF não retornou a 0 ao fim da viagem
Classificação: FAT.
Causas prováveis: Contato defeituoso em RF
Saída VRFE ou entrada RF defeituosas no print PG ou PGO

Display: RFE/RF not on Tradução: RF ou RFE não ligados


Detalhamento: Entrada RF não passou a 1 após 2 segundos de ter sido acionado VRFE
Classificação: WRNG. O amplificador VRFE será desligado e religado novamente. FAT após 5
falhas em um período de 5 minutos.
Causas prováveis: Contato ou bobina defeituosos em RF ou RFE
Conexão interrompida em VRFE ou RF
Saída VRFE ou entrada RF defeituosas no print PG ou PGO

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Display: RKUET not off Tradução: RKUET não desligado


Detalhamento: Entrada N_RKUET não passou a 1 ao final da viagem
Classificação: FAT
Causas prováveis: Contato defeituoso em RKUET
Conexão interrompida em RKUET
Saída VRKUET ou entrada N_RKUET defeituosas no print PG ou PGO

Display: RKUET not on Tradução: RKUET não ligado


Detalhamento: Entrada N_RKUET não passou a 0 um certo tempo depois de ter sido acionado
VRKUET
Classificação: FAT (antes do final da viagem, sem preabertura de portas)
Causas prováveis: Erro numa das chaves magnéticas ou relé de zona de porta
Contato ou bobina defeituosos em RKUET
Conexão interrompida em RKUET
Saída VRKUET ou entrada N_RKUET defeituosas no print PG ou PGO

Display: RR-D not off Tradução: RR-D não desligado


Detalhamento: Entrada N_ISF não passou a 1 após o final da viagem
Classificação: FAT
Causas prováveis: Contato defeituosos em RR-D
Conexão interrompida entre RR-D e N_ISF
Saída RRR-D ou entrada N_ISF defeituosas no print PG ou PGO

Display: RR-D not on Tradução: RR-D não ligado


Detalhamento: Entrada N_ISF não passou a 0 após 2 segundos de ter sido acionado RRR-D
Classificação: WRNG. O relé RRR-D será desligado e religado novamente. FAT após 5 falhas em
um período de 5 minutos.
Causas prováveis: Contato ou bobina defeituosos em RR-D
Conexão interrompida entre RRR-D e RR-D
Saída RRR-D ou entrada N_ISF defeituosas no print PG ou PGO

Display: RSK/1 not off Tradução: RSK ou RSK1 não desligados


Detalhamento: Entrada N_IRSK não passou a 1 após o final da viagem
Classificação: FAT
Causas prováveis: Contato defeituoso em RSK ou RSK1
Conexão interrompida entre RSK e N_IRSK
Saídas RRSK, RRSK1 ou entrada N_IRSK defeituosas no print PG ou PGO

Display: RSK/1 not on Tradução: RSK ou RSK1 não ligados


Detalhamento: Entrada N_IRSK não passou a 0 um certo tempo após terem sido acionados RRSK
e RRSK1
Classificação: WRNG. Os relés RRSK e RRSK1 serão desligados e religados novamente.
Causas prováveis: Contato ou bobina defeituosos em RSK ou RSK1
Conexão interrompida entre o print PGO e os relés
Saídas ou entrada defeituosas no print PG ou PGO

Display: SB not off Tradução: SB não desligado


Detalhamento: Entrada N_SB não passou a 1 após o final da viagem
Classificação: FAT
Causas prováveis: Contato defeituosos em SB
Conexão interrompida entre SB e N_SB
Saída RSB ou entrada N_SB defeituosas no print PG ou PGO

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Display: SB not on Tradução: SB não ligado


Detalhamento: Entrada N_SB não passou a 0 após 0,1 s de ter sido acionado RSB
Classificação: WRNG. O relé RSB será desligado e religado novamente. Após 5 tentativas em 5
minutos o erro será FAT
Causas prováveis: Contato ou bobina defeituosos em SB
Conexão interrompida entre o print PGO e o contator
Saídas ou entrada defeituosas no print PG ou PGO

Display: SF not off Tradução: SF não desligado


Detalhamento: Entrada N_SF não passou a 1 após o final da viagem
Classificação: FAT
Causas prováveis: Contato defeituosos em SF
Conexão interrompida entre SF e N_SF
Saída RSF ou entrada N_SF defeituosas no print PG ou PGO

Display: SF not on Tradução: SF não ligado


Detalhamento: Entrada N_SF não passou a 0 após 0,5 s de ter sido acionado RSF
Classificação: WRNG. O relé RSF será desligado e religado novamente. Após 5 tentativas em 5
minutos o erro será FAT
Causas prováveis: Contato ou bobina defeituosos em SF
Conexão interrompida entre o print PGO e o contator
Saídas ou entrada defeituosas no print PG ou PGO

Display: SFA not on Tradução: SFA não ligado


Detalhamento: Entrada N_ISF não passou a 0 após 2 s de ter sido acionado RSFA
Classificação: WRNG. O relé RSFA será desligado e religado novamente.
Causas prováveis: Contato ou bobina defeituosos em SFA
Conexão interrompida entre o print PGO e o contator
Saídas ou entrada defeituosas no print PG ou PGO

Display: SFA/SH1 not off Tradução: SFA ou SH1 não desligados


Detalhamento: Entrada N_ISF não passou a 1 após o final da viagem
Classificação: FAT
Causas prováveis: Contato defeituoso em SFA ou SH1
Conexão interrompida entre o print e os contatores
Saída RSFA ou entrada N_ISF defeituosas no print PG ou PGO

Display: SF not off Tradução: SF não desligado


Detalhamento: Entrada N_ISF não passou a 1 após o final da viagem
Classificação: FAT
Causas prováveis: Contato defeituoso em SF
Conexão interrompida entre o print e o contator
Saída RSH ou entrada N_ISF defeituosas no print PG ou PGO

Display: SH not on Tradução: SH não ligado


Detalhamento: Entrada N_ISF não passou a 0 após 2 s de ter sido acionado RSH
Classificação: WRNG. O relé RSH será desligado e religado novamente. Após 5 tentativas em 5
minutos o erro será FAT
Causas prováveis: Contato ou bobina defeituosos em SH
Conexão interrompida entre o print PGO e o contator
Saídas ou entrada defeituosas no print PG ou PGO

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Display: SH1 not off Tradução: SH1 não desligado


Detalhamento: Entrada N_SH1 não passou a 1 após o final da viagem
Classificação: FAT
Causas prováveis: Contato defeituoso em SH1
Conexão interrompida entre o print e o contator
Saída RSH1 ou entrada N_SH1 defeituosas no print PG ou PGO

Display: SH1 not on Tradução: SH1 não ligado


Detalhamento: Entrada correspondente (N_SH1 em EG ou N_ISF em FA) não passou a 0 após 2 s
de ter sido acionado RSH1
Classificação: WRNG. O relé RSH1 será desligado e religado novamente. Após 5 tentativas em 5
minutos o erro será FAT
Causas prováveis: Contato ou bobina defeituosos em SH1
Conexão interrompida entre o print PGO e o contator
Saídas ou entrada defeituosas no print PG ou PGO

Display: SR-D not off Tradução: SR-D não desligado


Detalhamento: Entrada N_ISR não passou a 1 após o final de uma viagem de descida
Classificação: FAT
Causas prováveis: Contato defeituoso em SR-D ou SR-U
Conexão interrompida entre o print e o contator
Saída RSR-D ou entrada N_ISR defeituosas no print PG ou PGO

Display: SR-D not on Tradução: SR-D não ligado


Detalhamento: Entrada N_ISR não passou a 0 após um certo tempo de ter sido acionado RSR-D
Classificação: WRNG. O relé RSR-D será desligado e religado novamente. Após 5 tentativas em 5
minutos o erro será FAT
Causas prováveis: Contato ou bobina defeituosos em SR-D
Conexão interrompida entre o print PGO e o contator
Saídas ou entrada defeituosas no print PG ou PGO

Display: SR-U not off Tradução: SR-D não desligado


Detalhamento: Entrada N_ISR não passou a 1 após o final de uma viagem de subida
Classificação: FAT
Causas prováveis: Contato defeituoso em SR-D ou SR-U
Conexão interrompida entre o print e o contator
Saída RSR-U ou entrada N_ISR defeituosas no print PG ou PGO

Display: SR-U not on Tradução: SR-U não ligado


Detalhamento: Entrada N_ISR não passou a 0 após um certo tempo de ter sido acionado RSR-U
Classificação: WRNG. O relé RSR-U será desligado e religado novamente. Após 5 tentativas em 5
minutos o erro será FAT
Causas prováveis: Contato ou bobina defeituosos em SR-U
Conexão interrompida entre o print PGO e o contator
Saídas ou entrada defeituosas no print PG ou PGO

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9 Circuitos elétricos

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10 Módulo de Segurança

Antes de sacar ou recolocar os fusíveis, esteja certo de que a chave geral esteja desligada
e que a entrada de energia esteja no lado oposto dos fusíveis .

Aplique o procedimento I.A. 020 - Bloqueio Elétrico.

Durante a limpeza ou substituição de componentes no painel, mantenha a chave geral


desligada.

Utilize óculos de segurança ao desligar ou ligar a chave geral.

Ao testar o circuito elétrico, utilize o multímetro. Não use em hipótese alguma fios ou
lâmpadas para testar o circuito elétrico.

Não ligue manualmente contatoras e chaves de potência e nem relês que você não
conheça a sua função.

Não movimente o elevador com o circuito de segurança curto - circuitado.

Tenha cuidado ao retirar ou colocar a tampa do painel para não danificar a fiação e
provocar curto-circuito.

Certifique-se que o equipamento esteja aterrado.

Providencie iluminação adequada durante os trabalhos.

Nunca utilize jumper nos fusíveis.

Pele molhada ou muito suada aumenta a probabilidade de choque elétrico. Não se


aproxime das partes elétricas energizadas nestas condições.

Utilize a ferramenta adequada para cada tipo de trabalho.

Encoste as mãos em algum ponto aterrado para permitir a descarga eletrostática do corpo
antes de manusear as placas eletrônicas ou memórias, já que estas cargas poderiam dani-
ficar os componentes eletrônicos.

Cuidado ao manobrar o elevador pela botoeira de resgate – ESE – na casa de máquinas,


pois ao passar o elevador para resgate, os contatos KBV, KNE, KF e KF1 são curto-
circuitados.

Não elimine o contato KB pelo SMLCD. Faça a correta regulagem.

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Fique atento

Não esqueçam de preencher a avaliação de retenção

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Recursos Humanos e Qualidade
Treinamento
Desenvolvimento de Recursos Humanos
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Avaliação de Treinamento Técnico
Curso Data
Instrutor Regional

Nossos treinamentos são feitos pensando em você.


A Avaliação de Treinamento é uma ferramenta, através da qual você pode participar do desenvolvimento dos nossos cursos, fazendo críticas e
propondo melhorias, por isso SUA OPINIÃO é muito importante.
Colabore! Participe! Conte-nos o que você achou do Treinamento!

Superou minhas Atendeu minhas Não atendeu minhas


expectativas expectativas expectativas
1) De um modo geral o treinamento

2) Eu terei boas lembranças deste curso.


SIM NÃO, POR FAVOR EXPLIQUE O POR QUÊ

3) O instrutor passou as informações com clareza. SIM NÃO

4) O instrutor teve uma atitude agradável e manteve uma boa postura com o grupo. SIM NÃO

Atingir todo o Superar o conteúdo Atingir parte do


conteúdo proposto proposto conteúdo proposto
5) O instrutor conseguiu:

6) O instrutor mostrou-se motivado e disposto a tirar dúvidas. SIM NÃO


7) O tempo de duração do curso foi suficiente para a apresentação do conteúdo e o esclarecimento de todas as dúvidas.
SIM NÃO, POR FAVOR EXPLIQUE O POR QUÊ

8) A carga horária do treinamento foi bem distribuída entre a parte teórica e as


atividades práticas; ou seja, houve oportunidades suficientes para exercícios SIM NÃO
práticos.
9) A qualidade dos materiais didáticos é: Boa Regular Ruim
Apostilas
Esquemas
Transparências
Filmes
10) As apostilas tem um formato interessante que facilita o aprendizado?
SIM NÃO, POR FAVOR EXPLIQUE O POR QUÊ

Clara, objetiva e fácil Não muito objetiva Difícil de entender


11) A linguagem utilizada nas apostilas é: de entender

Funcionaram Estavam com Não estavam


coretamente pequenos defeitos ou funcionando
12) Durante as atividades práticas, os simuladores: falta de peças

Será totalmente Será parcialmente Será pouco aplicável


aplicável aplicável
13) No seu dia-a-dia o conteúdo deste treinamento:

14) Você recomendaria este treinamento ao seu colega?


SIM NÃO, POR FAVOR EXPLIQUE O POR QUÊ

15) Comentários e sugestões:

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F.0135 - Rev.03