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É extremamente importante saber diferenciar a Ética da Moral e do

Direito. Estas três áreas de conhecimento se distinguem, porém têm grandes


vínculos e até mesmo sobreposições.

Tanto a Moral como o Direito baseiam-se em regras que visam


estabelecer uma certa previsibilidade para as ações humanas. Ambas,
porém, se diferenciam.

A Moral estabelece regras que são assumidas pela pessoa, como uma
forma de garantir o seu bem-viver. A Moral independe das fronteiras
geográficas e garante uma identidade entre pessoas que sequer se
conhecem, mas utilizam este mesmo referencial moral comum.

O Direito busca estabelecer o regramento de uma sociedade delimitada


pelas fronteiras do Estado. As leis tem uma base territorial, elas valem
apenas para aquela área geográfica onde uma determinada população ou
seus delegados vivem. O Direito Civil, que é referencial utilizado no Brasil,
baseia-se na lei escrita. A Common Law, dos países anglo-saxões, baseia-se
na jurisprudência. As sentenças dadas para cada caso em particular podem
servir de base para a argumentação de novos casos. O Direito Civil é mais
estático e a Common Law mais dinâmica.

Alguns autores afirmam que o Direito é um sub-conjunto da Moral. Esta


perspectiva pode gerar a conclusão de que toda a lei é moralmente aceitável.
Inúmeras situações demonstram a existência de conflitos entre a Moral e o
Direito. A desobediência civil ocorre quando argumentos morais impedem
que uma pessoa acate uma determinada lei. Este é um exemplo de que a
Moral e o Direito, apesar de referirem-se a uma mesma sociedade, podem ter
perspectivas discordantes.

A Ética é o estudo geral do que é bom ou mau. Um dos objetivos da


Ética é a busca de justificativas para as regras propostas pela Moral e pelo
Direito. Ela é diferente de ambos - Moral e Direito - pois não estabelece
regras. Esta reflexão sobre a ação humana é que a caracteriza.
A ética pode também contribuir para fundamentar ou justificar certa forma de comportamento moral.
Assim, se a ética revela uma relação entre o comportamento moral e as necessidades e os interesses
sociais, ela nos ajudará a situar no devido lugar a moral efetiva, real, do grupo social. Por outro lado, ela
nos permite exercitar uma forma de questionamento, onde nos colocamos diante do dilema ente “o que
é” e o “que deveria ser”, imunizando-nos contra a simplória assimilação dos valores e normas na
sociedade e abrindo em nossas almas a possibilidade de desconfiarmos de que os valores morais
vigentes podem estar encobrindo interesses que não correspondem às próprias causas geradoras da
moral. A reflexão ética também permite a identificação de valores petrificados que já não mais
satisfazem os interesses da sociedade a que servem.
Sendo a ética uma ciência , devemos evitar a tentação de reduzi-la ao campo exclusivamente normativo.
Seu valor está naquilo que explica e não no fato de prescrever ou recomendar com vistas à ação em
situações concretas.
A ética também não tem caráter exclusivamente descritivo pois visa investigar e explicar o
comportamento moral, traço inerente da experiência humana. Não é função da ética formular juízos de
valor quanto à prática moral de outras sociedades, mas explicar a razão de ser destas diferenças e o
porque de os homens terem recorrido, ao longo da história, a práticas morais diferentes e até opostas.

A moral é um padrão externo que pode ser fornecido por instituições, grupos ou cultura a qual
um indivíduo pertence. Ela também pode ser considerada um sistema social ou uma estrutura
para um comportamento aceitável.

A ética, apesar de ser influenciada pela cultura e pela sociedade, são princípios pessoais criados e
sustentados pelos próprios indivíduos.

Consistência e Flexibilidade
A moral é muito consistente dentro de um determinado contexto, mas pode variar entre culturas
ou época. Por exemplo, algo moralmente aceito na sociedade de hoje poderia ser imoral nos anos
70.

Já a ética é como o individuo reflete sobre determinada moral, sendo possível que certos eventos
modifiquem radicalmente as crenças e valores pessoais de um indivíduo.

Origem do conceito de ética e de moral


Grande parte da confusão entre estas duas palavras vem de suas origens. A palavra "ética" vem
do francês antigo “etique”, do latim “ética” e do grego “ethos” e se refere às condutas, ao modo
de ser. Já a palavra “moral” vem do latim “moralis”, que se refere os costumes. Então,
originalmente, os dois têm significados muito semelhantes.

A moral e a ética do indivíduo foram estudadas filosoficamente há mais de mil anos. Porém,
a ideia de ética como princípios que são definidos e aplicados a um grupo é relativamente nova,
datada em 1600.

Exemplo do uso de ética


O conceito de ética é utilizado quando refletimos sobre a moral aceita em determinada
sociedade, podendo aceitar ou questioná-la.

João foi antiético pois não se levantou para que o idoso pudesse ocupar o seu lugar no ônibus.

Exemplo do uso de moral


A moral se refere à determinadas normas e condutas criadas e aceitas em determinado grupo
social, podendo variar de acordo com o local ou o tempo. Como no caso:

Antigamente, era imoral as mulheres usarem calças, mas hoje é moralmente aceito. ]

Esse artigo tem a finalidade suscitar uma discussão sobre a ética na profissão contábil e os riscos
dos crimes tributários para esse profissional, a fim de estimular a execução da lei e, sobretudo
conscientizar o profissional contábil no que tange a integridade, honestidade e ética, zelando pela
moralidade da classe e, sobretudo garantindo transparência nos procedimentos contábeis.

Tendo em vista que a base da ética é a verdade, e quem se apresenta como profissional e não zela
por sua competência na orientação técnica a seus clientes, falta com a verdade e atenta contra a
ética. A fim de cumprir com o papel que norteia a ética na profissão contábil foi criado o Código
de Ética Profissional tem por objetivo fixar a forma pela qual se devem conduzir os contabilistas,
quando no exercício profissional. Partindo desse pressuposto, o código de ética propôs ao
contabilista o procedimento correto do exercício da profissão, a fim de garantir a idoneidade do
profissional e, também do patrimônio do cliente.

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