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Júri Simulado – Os Miseráveis

Juíz: Bom dia, senhoras e senhores! Daremos início ao júri simulado desta turma. Foram escolhidos 7
jurados, que serão chamados pelo oficial de justiça.

Oficial de justiça: 1-

2-

3-

4-

5-

6-

7-

Juíz: (falando para os jurados) Peço para que fiquem atentos a tudo que for dito, pois os senhores são
os responsáveis pelo resultado final. Levantem-se todos e estendam a mão direita:

(Os jurados levantarão)

Juíz: Senhores jurados, em nome da lei, vocês prometem ser imparciais ao anunciarem a sua decisão?

Jurados: Prometemos!

Juíz: Estando todos presentes , peço para que tragam o réu.

(Jean Valjean entra)

Juíz: Qual é o seu nome?

Jean: Jean Valjean.

Juíz: Qual é a sua idade?

Jean: 70 anos

Juíz: Você tem um advogado?

Jean: Sim, Doutor/ Doutora ______________________________________

Juíz: O réu é acusado de cometer vários crimes durante sua vida. Quando jovem, tentou roubar pão de
uma padaria e por isso foi condenado a prisão por 5 anos. Mas por conta de suas diversas fugas, ficou
preso por 19 anos. Após sua liberdade, foi acusado pela polícia de roubar bens valiosos de um padre,
enriquecendo e tornando-se um homem de posses. Assumiu uma nova identidade... era conhecido
como tio Madalena. Foi descoberto, novamente detido, mas novamente fugiu da prisão. (olhando para
Jean) O senhor pode nos contar os motivos que o levaram a cometer tantos crimes?

Jean: (respondendo ao juiz) Meu primeiro crime foi tentar roubar um pão, pois precisava muito ajudar
minha irmã, que precisava sustentar seus sobrinhos e eu. Foi uma atitude equivocada, num momento
de desespero. Mas depois, conforme o tempo foi passando, precisava quebrar regras e cometer crimes
para que eu pudesse sobreviver neste mundo tão injusto.
Advogado de acusação: Você poderia ter buscado outros caminhos de sobrevivência. Mas preferiu o
mundo do crime... você é um ladrão, que nunca vai ter conserto...

Defesa: Protesto, protesto! A acusação está difamando o meu cliente!

Juíz: Protesto aceito. Sem duras acusações. Que entre a primeira testemunha:

( A testemunha entra e se senta)

Juíz: Seu nome:

Monsenhor Benvindo

Juíz: Você conhece o réu?

Monsenhor: Sim

Juíz: Com a palavra, a acusação:

Advogado de acusação: Como conheceu o réu?

Monsenhor Benvindo: Eu o acolhi em minha casa durante uma noite, pois ele não havia encontrado
uma hospedaria para ficar, pois ninguém queria um ex-presidiário.

Advogado de acusação: Corre um boato que o réu roubou pertences valiosos de sua residência. O
senhor confirma essa informação?

Monsenhor Benvindo: Não, pois eu o presenteei com esses objetos... Algumas pratarias e castiçais,
que não me seriam útil, para que ele pudesse recomeçar a sua vida.

Advogado de acusação: Estou satisfeito, senhor.

Juíz: Próxima testemunha:

Juíz: seu nome

Fantine

Juíz: conte-nos o que sabe sobre Jean Valjean.

Fantine: Ele me ajudou e me defendeu em um momento crítico. Estava sendo atacada por dois
homens em uma rua. Ao tentar me defender, fui acusada de agressão e me levaram para a prisão.
Milagrosamente, Tio Madalena, o dono da fábrica, ou melhor, Jean apareceu e me tirou de lá...

Mas o seu maior ato de bondade foi se preocupar e cuidar de minha filha Cossete... quem eu deixei aos
cuidados de uma família para que eu pudesse procurar emprego. Eles a tratavam como uma escrava e
Jean Valjean usou todos os meios que podia para libertá-la e me trazê-la de volta.

Advogado de acusação: Como será que ele conseguiu resgatar a menor? Ele a sequestrou?

Fantine: Eu assinei um documento que lhe dava a guarda da menina, já que eu estava muito doente.

Advogado de defesa: Mesmo ilegalmente, Jean cuidou muito bem da menina Cossete. Deu-lhe
educação e afeto e conforto; já que ainda tinha um bom dinheiro.

Juíz: Obrigado, sem mais. Que entre a testemunha de acusação.

Juíz: Seu nome...


Javert

Juíz: Conte o que sabe sobre o réu:

Javert: Jean Valjean é um marginal que vivo a perseguir. Sempre foge da prisão, não respeita regras e
amedronta as pessoas com sua aparência medonha. Sou um inspetor muito correto e prezo pela
ordem e vigilância de nossa cidade.

Juíz: Perguntas à testemunha?

Advogado de defesa: Você nunca teve piedade de um homem que sofreu tanto na vida? Nunca pensou
em ajudá-lo, de alguma forma?

Javert: Penso que todo marginal deva pagar por seus atos falhos ou crimes, independente de sua
história. Errou? Deve pagar!

Juíz: Ordem no tribunal!!! Obrigado. Que entre a próxima testemunha:

Juíz: Seu Nome

Gervásio

Juíz: Dê o seu testemunho sobre o réu.

Gervásio: Ele me assustou, com seu jeito esquisito de andar... Parecia um monstro, pronto a me
atacar. Gritou comigo e roubou-me a minha única moeda.

Juíz: Obrigado. Com as considerações finais, os advogados.

Advogado de defesa: ( olhando para os jurados) Saio em defesa de meu cliente, pois desde pequeno
sua vida foi cercada de pobreza e miséria. Precisou tomar medidas drásticas, como o furto, para
sustentar e matar a sua fome, de sua irmã e sobrinhos. Foi condenado a 5 anos de prisão por furtar
um pão! Um pão! Tantos crimes mais graves não são punidos assim, com tanto rigor da lei. Portanto,
jurados, reflitam sobre a vida tão sofrida deste homem e pensem se ele realmente é culpado ou é mais
uma vítima dos caminhos injustos de nossa sociedade. Peço uma chance para que ele possa viver
plenamente os seus últimos anos de vida, tendo oportunidades como qualquer outro cidadão de bem.

Advogado de acusação: (olhando para os jurados) Acuso o réu por infringir as leis que regem o nosso
país e não respeitar as regras desta sociedade. Estamos aqui falando de um bandido, um ser que já se
mostrou desonesto e agressivo. Precisa viver isolado para que as pessoas possam viver tranquilas e
em paz.

Juíz: (falando para os jurados) A pergunta final é: Jean Valjean é culpado ou inocente?

Oficial: ( você passará recolhendo os votos. Abrirá, fará a contagem e entregará ao juiz, por escrito
(culpado ou inocente).

Juíz: (Os jurados votarão e de acordo com o resultado, você lerá uma das sentenças)

Juíz: (Culpado) O réu foi julgado culpado por todos os crimes e deverá cumprir a sua pena em regime
fechado, por 5 anos.

Juíz: (inocente) O réu foi julgado inocente por boa parte de seus crimes. Terá liberdade, mas deverá
reparar seus erros, prometendo ser um cidadão digno e bondoso.

Juíz: E assim está encerrada a sessão. Muito obrigado!

Fim

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