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SINAIS E SISTEMAS DE TEMPO

DISCRETO
SINAIS DE TEMPO DISCRETO
 Função de uma variável independente inteira.
 Não é definido em instantes entre duas amostras sucessivas.
 É incorreto pensar que x (n ) é igual a zero se n não é inteiro.
Simplesmente, o sinal x ( n ) não é definido para valores de n não
inteiro.
 Representações:  1, para n = 1,3

 Funcional x (n ) =  4, para n = 2
 0, caso contrário

n K −2 −1 0 1 2 3 4 5 K
 Tabular
x(n) K 0 0 0 1 4 1 0 0 K

 Sequência x ( n ) = {K , 0 , 0 , 1 , 4 , 1 , 0 , 0 , K } na seta n = 0

x ( n ) = 0 , 1 , 4 , 1 , 0 , 0 , K } x ( n ) = 0 para n < 0
{

x ( n ) = { 3 , − 1 , − 2 , 5 , 0 , 4 , − 1} Duração finita

x ( n ) = { 0 , 1 , 4 ,1} Duração finita e x ( n ) = 0 para n < 0

SINAIS ELEMENTARES DE TEMPO DISCRETO
 1, para n = 0
 Impulso unitário δ (n ) ≡ 
 0 , para n ≠ 0

 Degrau unitário  1, para n ≥ 0


u (n ) ≡ 
 0 , para n < 0
SINAIS ELEMENTARES DE TEMPO DISCRETO
 n , para n ≥ 0
 Rampa unitária ur (n) ≡ 
 0 , para n < 0

 Exponencial x ( n ) = a n para todo n

se a é real, então x(n) é um sinal real


SINAIS ELEMENTARES DE TEMPO DISCRETO
 Exponencial
Se a é complexo, pode ser expresso como : a ≡ re jθ n .
Então pode - se expressar x(n) como :
x(n) = r n e j θ n = r n (cos θ n + jsen θ n )
x R (n) = r n cos θ n x I (n) = r n sen θ n
SINAIS ELEMENTARES DE TEMPO DISCRETO
 Exponencial
| x ( n ) |= A ( n ) ≡ r n ∠ x(n) = φ (n) ≡ θn
CLASSIFICAÇÃO DE SINAIS DE TEMPO
DISCRETO
 O método matemático empregado na análise de sinais e sistemas
discretos depende das características dos sinais.
 SINAIS DE ENERGIA- determinísticos e não periódicos
n=∞ 2

E ≡ ∑ | x(n) |
n = −∞
0< E <∞ P =0

 SINAIS DE POTÊNCIA - aleatórios


Não periódicos n=N 2

P ≡ lim
1
N →∞ 2N + 1
EN EN ≡ ∑ | x(n) |
n=− N
E =∞ 0< P<∞

Sinais Periódicos
N −1


1
P= x 2 [ n]
N n =0
CLASSIFICAÇÃO DE SINAIS DE TEMPO
DISCRETO
 SINAIS SIMÉTRICOS ( PAR ) x(− n) = x(n)

 E ANTI-SIMÉTRICOS ( ÍMPAR ) x(− n) = − x(n)


CLASSIFICAÇÃO DE SINAIS DE TEMPO
DISCRETO
 Qualque arbitrário sinal pode ser expresso como a soma de duas
componentes de sinal, uma par e outra impar.

1
xe ( n ) = [ x ( n ) + x ( − n )]
2
1
x o ( n ) = [ x ( n ) − x ( − n )]
2
x ( n ) = xe ( n ) + xo ( n )
SIMPLES MANIPULAÇÃO DE SINAIS DE
TEMPO DISCRETO
 Transformação da variável independente
 Em aplicações de processamento de tempo real a operação de avanço é
fisicamente inrealizável
SIMPLES MANIPULAÇÃO DE SINAIS DE
TEMPO DISCRETO
SIMPLES MANIPULAÇÃO DE SINAIS DE
TEMPO DISCRETO
 Transformação da variável independente
 As operações de reflexão e atraso e avanço não são comutativas

TD k [ x ( n )] = x ( n − k ), k >0

FD [ x ( n )] = x ( − n )

TD k { FD [ x ( n )]} = TD k [ x ( − n )] = x ( − n + k )

FD {TD k [ x ( n )]} = FD [ x ( n − k )] = x ( − n − k )

x(− n + k ) ≠ x(− n − k )
SIMPLES MANIPULAÇÃO DE SINAIS DE
TEMPO DISCRETO
 Transformação da variável dependente
 Escala

y ( n ) = Ax ( n ), -∞ < n < ∞

 Adição

y ( n ) = x1 ( n ) + x 2 ( n ), -∞ < n < ∞

 Multiplicação

y ( n ) = x1 ( n ) x 2 ( n ), -∞ < n < ∞
SISTEMAS DE TEMPO DISCRETO
Em muitas aplicações de processamento digital de sinal deseja-se projetar
um dispositivo ou um algoritmo que realize algumas operações prescritas
no sinal. Tal disposito ou algoritmo é chamado de sistema de tempo
discreto.
 Em geral, vemos um sistema como uma operação ou um conjunto de
operações realizadas no sinal de entrada x(n) para produzir o sinal de
saida y (n) .
 Dizemos que o sinal de entrada x(n) é transformado pelo sistemas
no sinal de saída y (n) .
y (n) ≡ ℑ[ x(n)]
 Onde o simbolo ℑ denota a transformação (também chamada
operador ) ou realização de processamento do sistema em x(n) para
produzir y (n) .
DESCRIÇÃO DA ENTRADA-SAÍDA DE
SISTEMAS
 Consiste de uma expressão matemática ou um regra, que
explicitamente define a relação entre os sinais de saída e de entrada.
 A exata estrutura interna do sistema é ou desconhecida ou ignorada.


x ( n) → y ( n)
DESCRIÇÃO DA ENTRADA-SAÍDA DE
SISTEMAS
 Para vários dos sistemas a saída no tempo n = n0 depende não
somente do valor de entrada em n = n0 , mas também do valor de
entrada aplicado ao sistema antes e depois de n = n0 .
n n −1

y ( n) = ∑ x(k ) = ∑ x(k ) + x(n) =y(n − 1) + x(n) → Acumulador


k = −∞ k = −∞

y (n0 ) = y (n0 − 1) + x(n0 )

y (n0 + 1) = y (n0 ) + x(n0 + 1)


n0 −1

y (n0 − 1) = ∑ x(k ) → Saída do sistema em resposta a todas


k = −∞
as entradas aplicadas antes do tempo n0 .
DESCRIÇÃO DA ENTRADA-SAÍDA DE
SISTEMAS
REPRESENTAÇÃO EM DIAGRAMA DE
BLOCO DE SISTEMAS DE TEMPO DISCRETO
 Somador: sem memória

 Multiplicador por constante: sem memória

 Multiplicador de sinais: sem memória

 Unidade de atraso de elemento: Na verdade, a amostra n − 1é


armazenada na memória no tempo x(n − 1) e é chamada da memória
no tempo n .
REPRESENTAÇÃO EM DIAGRAMA DE
BLOCO DE SISTEMAS DE TEMPO DISCRETO
 Unidade de avanço de elemento: é fisicamente impossível em tempo
real, uma vez que envolve observar o futuro do sinal. Entretanto, se
armazenamos o sinal na memória do computador, nós podemos
chamar qualquer amostra em qualquer tempo. Em aplicações de
tempo não real é possível avançar o sinal no tempo.
CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE
TEMPO DISCRETO
 Para um sistema possuir uma dada propriedade, a propriedade deve
manter-se para todo possível sinal de entrada no sistema ( não pode
ser para alguns e não para outros ).
 Sistema Estático: a saída do sistema depende da amostra de entrada no
mesmo tempo, mas não de passada ou futura amostra da entrada, ou
seja, sem memória.

y (n) = ax(n) y(n) = nx(n) + bx3(n)

 Sistema Dinâmico: possuí memória

y (n) = x(n) + 3 x(n − 1)


n ∞

y(n) = ∑ x(n − k )
k =0
y(n) = ∑ x(n − k )
k =0
CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE
TEMPO DISCRETO
 Sistema Invariante no Tempo: característica de entrada-saída não
muda com o tempo. ℑ ℑ
x ( n) → y ( n) x(n − k ) → y (n − k )

y (n, k ) = ℑ[ x( n − k )] = y (n − k )
CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE
TEMPO DISCRETO
 Sistema Linear: satisfaz o teorema da superposição.
ℑ[a1 x1 (n) + a2 x2 (n)] = a1ℑ[ x1 (n)] + a2 ℑ[ x2 (n)]
CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE
TEMPO DISCRETO
 Sistema Linear

Propriedad e da mudança de escala na variável dependente


a2 = 0 ℑ[ a1 x1 ( n )] = a1ℑ[ x1 ( n )] = a1 y1 ( n )

Propriedad e da aditividad e
a1 = a2 = 1 ℑ[ x1 ( n ) + x2 ( n )] = ℑ[ x1 ( n )] + ℑ[ x2 ( n )]
= y1 ( n ) + y 2 ( n )

Em geral
M-1 M-1

x(n) = ∑ a x (n) → y(n) = ∑ a y (n)
k =1
k k
k =1
k k y k (n) = ℑ[ xk (n)]
k = 1,2 ,...,M- 1
CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE
TEMPO DISCRETO
 Sistema Causal: se a saída do sistema em qualquer tempo n depende
somente de entrada presentes e passadas.
 Sistema Não-Causal: a saída depende não somente de entradas
presente ou passada, mas também de entradas futuras. Fisicamente
inrrealizável para aplicações de processamento de sinal em tempo
real. É possível para processamento off-line, tempo não real, onde o
sinal é armazenado.
a) y (n) = x(n) − x(n − 1) d ) y (n) = x(n) + 3 x(n + 4)
n
e) y (n) = x(n 2 )
b) y (n) = ∑ x(k ) f ) y ( n ) = x ( 2n )
k = −∞
c) y (n) = ax(n) g ) y ( n) = x (− n)
CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE
TEMPO DISCRETO
 Sistema Estável: entrada limitada produz saída limitada ( BIBO ).

| x(n) |≤ M x < ∞ | y (n) |≤ M y < ∞

 Sistema Instável: entrada limitada produz saída ilimitada ( infinita ).


INTERCONEXÃO DE SISTEMAS DE TEMPO
DISCRETO
 Sistemas de tempo discreto podem ser interconectados para formar
sistemas maiores.
y1 (n) = ℑ1[ x(n)] y (n) = ℑ2[ y1 (n)] = ℑ2{ℑ1[ x(n)]}

ℑC ≡ ℑ2 ℑ1 y (n) = ℑC [ x(n)]

Em geral a ordem em que as operações ℑ1 e ℑ2 são realizadas é importante.

Isto é, ℑ2 ℑ1 ≠ ℑ1ℑ2 para sistemas arbitrários. Entretanto, se o sistema ℑ1 e ℑ2

é LIT então ℑ2 ℑ1 = ℑ1ℑ2 .


y3 (n) = y1 (n) + y2 (n)

y3 (n) = ℑ1[ x(n)] + ℑ2[ x1 (n)]

y3 (n) = (ℑ1 + ℑ2 )[ x(n)]

y3 (n) = ℑP [ x(n)]

ℑP = ℑ1 + ℑ2
ANÁLISE DE SISTEMAS DISCRETOS
LINEARES E INVARIANTES NO
TEMPO
Porque enfatizar o estudo de sistemas LTI ?
Há uma grande quantidade de técnicas matemáticas que podem ser aplicadas para
analisar sistemas LTI.
Muitos sistemas práticos são ou LTI ou podem ser aproximados para sistemas LTI.
TÉCNICAS PARA ANÁLISE DE SISTEMAS
LINEAR
 Existem dois métodos básicos para analizar o comportamento ou
resposta de um sisteam linear a uma sinal de entrada:.
 Um método é baseado na solução direta da equação entrada-saída que,
em geral, tem a forma:
N M

y ( n) = − ∑ a y(n − k ) + ∑ b x(n − k ) → EQUAÇÃO A DIFERENÇA


k =1
k
k =0
k

 No segundo método faz primeiro a decomposição do sinal de entrada


em uma soma de sinais elementares. Os sinais elementares são
selecionados tal que a resposta do sistema para cada componente do sinal
seja facilmente determinada. Então, usando a propriedade da linearidade
do sistema, as respostas do sistema para os sinais elementares são
somados para obter a resposta total do sistema para o sinal de entrada
dado.
TÉCNICAS PARA ANÁLISE DE SISTEMAS
LINEAR
 Segundo método
x(n) = ∑ c x ( n ) → Soma
k
k k de sinais elementare s ponderados

y k ( n ) ≡ ℑ[ x k ( n )]

 
y ( n ) = ℑ[ x ( n )] = ℑ 
 ∑
k
ck xk ( n ) 


y (n) = ∑ c ℑ[ x ( n )] = ∑ c y ( n )
k
k k
k
k k

Se não colocamos nenhuma restrição nas características dos sinais de entrada,


sua resolução em uma soma ponderada de impulsos unitários prova ser
matematicamente conveniente e completamente geral. Entretanto, se
restringirmos nossa atenção para uma suclasse de sinais de entrada, pode haver
outro conjunto de sinais elementares que é mais conveniente
matematicamente na determinação da saída (ex.:periódicos).
RESOLUÇÃO DE UM SINAL DE TEMPO
DISCRETO EM IMPULSOS

x(n)δ (n − k ) = x(k )δ (n − k )

x( n) = ∑ x(k )δ (n − k )
k = −∞

x(n) = {2,4,0,3}

x(n) = 2δ (n + 1) + 4δ (n) + 3δ (n − 2)
RESPOSTA DE UM SISTEMA LTI A ENTRADAS
ARBITRÁRIAS: A SOMA DE CONVOLUÇÃO
y (n, k ) ≡ h(n, k ) = ℑ[δ (n − k )]
ck h(n, k ) = x(k )h(n, k ) → Se o impulso na entrada esta escalado por uma quantidade
ck = x(k ) , a resposta do sistema é correspondentemente escalada

x(n) = ∑ x(k )δ (n − k )
k = −∞

 ∞ 
y (n) = ℑ[ x(n)] = ℑ ∑
 k = −∞
x(k )δ (n − k )


y (n) = ∑ x(k )ℑ[δ (n − k )]


k = −∞

y (n) = ∑ x(k )h(n, k ) → Para qualquer sistema linear variante no tempo


k = −∞

h(n) ≡ ℑ[δ (n)] h(n - k) ≡ ℑ[δ (n − k )] y (n) = ∑ x(k )h(n − k ) → Sistema LTI
k = −∞
h(n) = { 1, 2, 1, − 1}

x(n) = { 1, 2, 3, 1}

h(n) = a nu(n), 0 < a < 1

x(n) = u(n)
PROPRIEDADES DA CONVOLUÇÃO E A
INTERCONEXÃO DE SISTEMAS LTI
 Identidade e deslocamento
y ( n) = x ( n) * δ ( n ) = x( n )

x( n) * δ ( n − k ) = y ( n − k ) = x ( n − k )
 Lei comutativa
x ( n) * h( n) = h( n) * x ( n)

y ( n) = x ( n) * h ( n) = ∑ x(k )h(n − k )
k = −∞

y ( n) = h( n) * x ( n) = ∑ h( k ) x ( n − k )
k = −∞
PROPRIEDADES DA CONVOLUÇÃO E A
INTERCONEXÃO DE SISTEMAS LTI
 Lei associativa
[ x(n) * h1 (n)] * h2 (n) = x(n) * [h1 (n) * h2 (n)]

y (n) = y1 (n) * h2 (n) = [ x(n) * h1 (n)] * h2 (n)

h(n) = h1 (n) * h2 (n) y ( n) = x ( n) * h( n )

h(n) = h1(n)*h2(n) *...*hL(n)


PROPRIEDADES DA CONVOLUÇÃO E A
INTERCONEXÃO DE SISTEMAS LTI
 Lei distributiva
x(n) * [h1 (n)] + h2 (n)] = x(n) * h1 (n) + x(n) * h2 (n)

h(n) = h1 (n) + h2 (n)


L

h(n) = ∑ h (n)
j =1
j
SISTEMAS LINEAR CAUSAL INVARIANTE
NO TEMPO
 Sistema Causal: se a saída do sistema em qualquer tempo n depende
somente de entrada presente e passada.

y (n0 ) =∑ h(k ) x(n − k )


k = −∞
0

∞ −1

y (n ) = ∑ h(k ) x(n − k ) + ∑ h(k ) x(n − k )


0 0 0
k =0 k = −∞

y (n0 ) = [h(0) x(n0 ) + h(1) x(n0 − 1) + h(2) x(n0 − 2) + ...]


+ [h(−1) x(n0 + 1) + h(−2) x(n0 + 2) + ...]

Um sistema causal LIT não depende de entrada no futuro x(n0 + k )


∞ n

Então h(n) = 0, n < 0 y ( n) = ∑ h(k ) x(n − k ) = ∑ x(k )h(n − k )


k =0 k = −∞
Se o sinal de entrada for causal x(n) = 0 para n < 0 :
n n

y ( n) = ∑ h(k ) x(n − k ) = ∑ x(k )h(n − k )


k =0 k =0