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Eliminação Intestinal

• É a eliminação através da defecação


de resíduos e substâncias
metabólicas, resultantes da
degradação dos alimentos no
organismo.
Eliminação do organismo
de substâncias tóxicas,
formadas pelo processo
metabólico.
AVALIAÇÃO DA ELIMINAÇÃO
INTESTINAL
Fatores que afetam a eliminação intestinal
• Tipos de Alimentos consumidos
• Ingesta hídrica
• Medicamentos
• Emoções
• Função neuromuscular
• Oportunidade de defecar
Fatores que afetam a defecação
normal
Fatores psico-sociais:
• Estado mental
• Experiência ligada ao treino intestinal
• Hábitos culturais
• Privacidade
• Hábitos pessoais
• Sedentarismo
Fatores que afetam a defecação
normal
Factores fisiológicos:

• Ingestão de alimentos
• Tónus muscular
• Medicamentos
• Procedimentos cirúrgicos
• Exames de diagnóstico
• Idade
• Distúrbios motores e sensoriais
• Patologia intestinal
Avaliação da Eliminação Fecal
 Padrão de eliminação:
• Existem inúmeras variações do normal
• É fundamental determinar o que é peculiar a cada
pessoa, como a frequência, o esforço para expelir as
fezes, os recursos utilizados para a eliminação.

 Características das fezes:


• Cor
• Odor
• Consistência
• Formato
• Existência de componentes incomuns
Avaliando a Coloração das Fezes
• As fezes na cor marrom indicam que está
tudo dentro da normalidade, ou seja, sua
coloração marrom é devido a produção de
bile pelo fígado.
Avaliando a Coloração das Fezes
• As fezes amarelas indicam dificuldade do
intestino para digerir a gordura podendo estar
relacionada com problemas que diminuem a
capacidade de absorção intestinal ou ser
causadas pela falta de produção de enzimas pelo
pâncreas, podendo indicar problemas neste
órgão. Além disso, as fezes amarelas também
podem surgir no caso de infecções intestinais.
Avaliando a Coloração das Fezes
• As fezes VERDES são mais comuns quando o intestino
está funcionando muito rápido e não tem tempo
suficiente para digerir corretamente a bile, por isso, é
normal o surgimento de fezes verdes em situações de
estresse, embora também possa acontecer devido a
síndrome do intestino irritável. Além disso, as fezes
verdes também podem aparecer quando se ingere
muitos vegetais verdes, como espinafre, ou quando se
faz suplementação de ferro.
Avaliando a Coloração das Fezes
• As fezes avermelhadas geralmente indicam a
presença de sangue, sendo frequentes em
situações de hemorroidas. Porém, também pode
ocorrer sangramento devido a infecções,
problemas inflamatórios, como doença de Chron
e colite ulcerativa ou doenças mais graves, como
câncer.
Avaliando a Coloração das Fezes
• As fezes escuras ou negras são geralmente,
acompanhadas por um odor muito mais fétido
do que o normal e podem ser sinal de
sangramento em algum lugar ao longo do
sistema digestório, geralmente no início do tubo
digestivo devido a úlceras ou varizes esofágicas.
No entanto as fezes escuras também podem ser
produzidas pelo uso de suplementos de ferro.
Avaliando a Coloração das Fezes
• As fezes claras, ou esbranquiçadas,
surgem devido à dificuldade do sistema
digestório para digerir a gordura e, por
isso, podem ser sinal de problemas no
fígado ou nas vias biliares.
Avaliando a Consistência e
Formato das Fezes
Problemas Comuns no
Trânsito Intestinal
 Constipação
 Impactação de fezes (Fecaloma)
 Diarréia
 Distensão abdominal: - Flatulência
- Dor,
- Desconforto
Incontinência fecal
 Infecções parasitárias
 Ostomias
Constipação
• A constipação é caracterizada pela
emissão de fezes a cada 3 ou 4 dias, cuja
consistência se apresenta endurecida e
com a necessidade de um esforço
defecatório. Isso ocorre devido a
diminuição do conteúdo líquido das fezes.
Causas Constipação
 Estilo de vida:
• Pouca fibra alimentar, baixa ingestão líquida, sedentarismo,
limitações dos movimentos do corpo (sequelas, reumatismo,
velhice).

 Certos medicamentos usados com variadas finalidades:


• Antidepressivos, antitussígenos, analgésicos opioceos (codeína,
morfina), anti-parkinsonianos, anti-hipertensivos, antiácidos
contendo alumínio, preparados com cálcio.

 Alterações que alteram os hormônios ou modificam o


aproveitamento e a eliminação de substâncias:
• Hipotireoidismo, diabete, insuficiência renal crônica.

 Patologias neurológicas e musculares:


• Lesões da medula espinhal, esclerose múltipla, Doença de
Parkinson, falha no relaxamento perineal ao esforço de expulsão
fecal.
Causas Constipação
 Situações psiquiátricas:
• Depressão, demência, pós-abuso sexual.

 Anormalidades estruturais dos cólons, as anorretais e perineais:


• Megacólon, fissura anal, complicações hemorroidárias, prolapso
retal.

 Estreitamentos do intestino grosso:


• Complicações cicatriciais de diverticulite, inflamações como efeito
indesejável de radioterapia, tumores malignos do reto e porção final
do intestino grosso.

 Trânsito colônico lento:


• Idiopático (de causa não identificada), falsa obstrução intestinal
crônica.
Diarréia
• É a evacuação de fezes líquidas que ocorrem sem
controle e com mais frequência do que o habitual.
• Diarreia Aguda: É a diarreia que dura alguns dias e
é mais frequentemente causada por uma infecção
viral ou bactérias.
• Diarreia Crônica: A Diarreia crônica dura mais de
duas semanas e pode indicar desde a síndrome do
intestino irritado até condições mais graves. Uma
condição inflamatória do intestino tais como colite
ulcerativa ou doença de Crohn podem ser o
culpado.
Causas da Diarréia
• Infecção por bactérias (a causa da maior parte dos tipos de
intoxicação alimentar ).
• As infecções por outros organismos.
• Alergias a certos alimentos.
• Certos medicamentos, como antibióticos.
• Certas terapias contra o câncer, como a radiação.
• Doenças dos intestinos tais como( doença de Crohn , colite
ulcerativa ).
• A má absorção (onde o corpo é incapaz de absorver
adequadamente determinados nutrientes da dieta)
• Hipertireoidismo.
• Alguns tipos de câncer.
• Abuso de álcool.
• Cirurgia do aparelho digestivo.
LAVAGEM INTESTINAL OU
ENTEROCLISMA
• Consiste na remoção das fezes do
intestino grosso através da instilação de
soluções sob pressão, por via retal.
• Quando o volume infundido é de 150ml a
500ml denominamos de clister ou enema
• É indicado principalmente nos Preparos
pré-operatórios, exames e também para
pacientes constipado.
CLISTER OU ENEMA

Semelhante a lavegem intestinal , diferindo apenas a


quantidade de líquido.

* Nunca devemos forçar a entrada da sonda, caso


encontre resistência, aconselha-se afastar a sonda e com
cuidado tentar novamente. Se não conseguir certificar se
não há obstáculo, suspender o procedimento, comunicar
ao médico. Anotar relatório.
ENTEROCLISMA
• Verifique a composição do conteúdo, a
quantidade da solução (prescrição
médica) e o calibre da sonda retal;
• Aqueça o frasco a uma temperatura de
37 º C;
ENTEROCLISMA
• Lave as mãos e prepare o seguinte
material: numa bandeja:
• sonda retal; impermeável forrado;
suporte de soro; comadre; cuba rim;
lubrificante; biombo, se necessário;
solução prescrita; gazes; luvas de
procedimento.
ENTEROCLISMA
• Oriente o paciente sobre o
procedimento e mantenha o
ambiente privativo;
• Proteja a cama com o
impermeável;
ENTEROCLISMA
• Posicão: decúbito lateral esquerdo,
posição de Sims, para melhor
introdução da sonda retal;
ENTEROCLISMA
• Deixar o frasco a 45 a 50 cm do acima do
reto;
• Manter próximo a comadre;
• Conecte a sonda retal e lubrifique a
extremidade até 8 cm da ponta, com gaze
embebida em lubrificante;
• Deixe sair pequena quantidade de solução
na cuba-rim para retirar o ar;
ENTEROCLISMA
• Calce as luvas;
• Afaste os glúteos com uma das mãos
• Introduzir a sonda no reto 10 a 13 cm
(adultos) após a lubrificação da
mesma;
• Abra a pinça e deixe a solução correr
lentamente;
• Observe as reações do paciente;
ENTEROCLISMA
• Pince o circuito antes de terminar o
líquido para evitar a entrada de ar;
• Retire a sonda lentamente e coloque-a
na cuba-rim;
• 24. Coloque a comadre ou acompanhe
o paciente ao banheiro;
ENTEROCLISMA

• Observe a quantidade e o aspecto da


eliminação;
• Remova o material;
• Lave as mãos;
• Faça anotação de enfrmagem
Estoma (Colostomia/Iliostomia)

• Estoma é um tratamento cirúrgico que


corrige distúrbios intestinais, é
normalmente recomendado em pacientes
que possuem parte do intestino
bloqueado ou outra patologia que impeça
a eliminação das fezes pelo reto.
Colostomia
Colostomia é o nome popular de dois tipos diferentes de
tratamento. A Ileostomia e a própria Colostomia.
 A Colostomia é o procedimento idêntico realizado em
região adequada ao tratamento proposto no intestino
grosso. A finalidade é a mesma, impedir que o bolo
fecal percorra o trajeto natural até o reto.
 Ambos os procedimentos são utilizados para minimizar
o risco de infecções após procedimentos cirúrgicos, ou
ainda, quando não se pode restabelecer a anatomia
natural do paciente em função de sua patologia ou
sequela.
Definição
Estoma Origem grega stóma

Boca

Abertura cirúrgica para


comunicação de um órgão
com o exterior
OSTOMIA

Uma abertura entre uma estrutura


interna do organismo e a pele.
Tipos de Estomas
DIGESTIVAS

Faringostomia URINÁRIAS

Esofagostomia Nefrostomias
RESPIRATÓRIAS
Gastrostomia Pielostomia
Traqueostomias
Jejunostomia Ureterostomia
pleurostomias
Ieleostomia Cistomias

Colostomia vesicostomia
Colostomias e ileostomias

Definitivas

Procedimentos cirúrgicos destinados a


promover o desvio do trânsito fecal,
Mediante construção de um ânus artificial
na parede do abdômen,
para permitir eliminação de fezes e gases

Temporárias
QUANDO É REALIZADO
Alterações no intestino
grosso, como:
Câncer colorretal
Doença diverticular
COLOSTOMIA
Doença inflamatória intestinal
Incontinência anal
Colite isquêmica
Trauma
Magacólon
Infecções perineais graves
ILEOSTOMIA
Doenças congênitas
CLASSIFICAÇÃO DA OSTOMIA
• TEMPORÁRIA
– Obstrução Intestinal Aguda
– Diverticulite
– Volvo (torção intestinal)
– Paralisia Congênita Intestinal
– Fístulas
– Traumas Cólon esquerdo
– Megacólon congênito
– Anomalia anoretal
CLASSIFICAÇÃO DA
OSTOMIA
• DEFINITIVO

– Tumores de Reto e/ou Anal


– Trauma Irreversível
– Prolapso Retal
– Paralisia do Esfíncter Anal
TIPOS DE BOLSA
OSTOMIAS
ANOTAÇÃO

• Episódios (nos respectivos horários);


• • Quantidade (pequena, média, grande);
• • Consistência (pastosa, líquida,
semipastosa);
• • Via de eliminação (reto, ostomias);
• • Características (coloração, odor,
consistência, quantidade);
• • Queixas
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO
PACIENTE OSTOMIZADO
O Cuidar
O processo de cuidar
• O CUIDADO é demonstrado e praticado de
modo interpessoal;

• O CUIDADO consiste de fatores que resultam


na satisfação de certas necessidades humanas;

• O CUIDADO eficaz promove o crescimento


individual e familiar;

• Os RESULTADOS do cuidado aceitam uma


pessoa como ela é, assim como ela virá a ser;

• O CUIDADO enfoca mais saúde do que cura


CARACTERÍSTICAS DA OSTOMIA

COLORAÇÃO VERMELHO VIVO


PROTRUI OU ENCONTRA-SE NO MESMO PLANO
DA PELE
MUCOSA ÚMIDA
INDOLOR À PALPAÇÃO
LOCALIZAÇÃO ADEQUADA
FUNCIONANTE – eliminação
normal das fezes
Complicações

Sepsi periestomal
Evisceração

Necrose
Oclusão

Retração
Fístula

Hemorragia

Eventración
periestomal

Estenose

Prolapso

Afecções cutâneas
CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE
OSTOMIZADOS

• Limpar diariamente a ostomia – lavar,


secar, trocar curativos;
• Atentar e anotar finais flogistícos – dor,
calor, rubor e edema;
• Anotar tipos de eliminaçãos da ostomia;
• Atentar para queixas de medo, vergonha
do paciente e informar a enfermeira;
• Ensinar e promover o auto-cuidado.
CUIDADOS COM OSTOMA
• Higienização da bolsa coletora

• Inspeção da pele ao redor da bolsa


(placa)

• Troca do sistema (placa e bolsa)


IMPORTANTE

• Pode ocorrer alteração


hidroeletrolítica (perda de líquido e
eletrólito)
• Diminuição do volume urinário
• Hemoconcentração
• Retenção de sódio
• Monitorar alterações do paciente (
sinais vitais, diurese)
TERMINOLOGIA
• Flatulência: distensão do intestino pelo
acúmulo de fezes e gazes;
• Melena: fezes escuras e brilhantes, com
presença de sangue;
• Defecação: é um ato reflexo originado pela
presença de fezes no reto.
• Constipação: é o retardo dos ritmos intestinais
e expulsão fecal, requerendo esforço excessivo
para evacuar. As fezes ficam endurecidas e
escurecidas