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Escopo do Artigo

Título
Custos da Logística Reversa no descarte de resíduos em uma empresa
da construção civil - (Estudo de Caso: Obra Praça da Luz)

Pergunta problema
Quais as classes de resíduos que mais impactam no custo logístico
reverso, descarte de resíduos, em uma empresa da construção civil?

Objetivo geral
Identificar as classes de resíduos que mais impactam nos custos de
logística reversa de descartes de resíduos em uma empresa de construção
civil.

Objetivos específicos
 - Identificar a relação da Logística Reversa na Construção Civil;
 - Verificar a legislação vigente quanto ao processo de descartes de
resíduos na construção civil;
 - Identificar as classes de resíduos e o custeio de descarte de cada uma
delas;
 - Identificar os principais materiais descartados e seus respectivos
volumes em uma empresa de construção civil; (Estudo de caso)
 - Analisar as relações “custo x volume descartados” dos principais
resíduos descartados em uma empresa de construção civil; (Estudo de
Caso)

Desenvolvimento
1. Logística reversa aplicada ao descarte de materiais na Construção Civil;
2. Legislação vigente sobre os descartes de resíduos na construção civil;
3. Classificação de resíduos e os custos de descarte;
4. Estudo de caso: Análise de custos dos principais resíduos descartados
nas empresas C.C.;
5. Logística Reversa: descarte de resíduos e os indicadores de
sustentabilidade;

Conclusão
1 - Logística reversa aplicada ao descarte de materiais na
Construção Civil
A construção civil é uma área de vários desperdícios de matérias devido
seu amplo consumo de materiais de diversos tipos de utilização, e o descarte
desses resíduos de materiais tem sido um problema no ramo, e com o aumento
da competividade na construção civil as empresas precisam adotar ferramentas,
técnicas desenvolver ideias de como reaproveitar esses resíduos para gerar
menos despesas e mesmo assim permanecer com qualidade de serviço.

A logística reversa é das ferramentas mais utilizadas para o


reaproveitamento desses materiais, como os clientes estão bem mais exigentes
e estão bem mais se importando com agressão ao meio ambiente a LR tem sido
um ponto importantíssimo para o destaque no mercado.

2 - Legislação vigente sobre os descartes de resíduos na


construção civil
A indústria da Construção Civil desempenha um papel importante no
crescimento econômico do País, apesar dos problemas enfrentados
recentemente com o desaquecimento do mercado imobiliário o Brasil apresenta
um potencial de crescimento significativo para os próximos anos e isto serve de
estimulo para o setor. Mas a indústria da Construção Civil não vive apenas de
obras para o mercado imobiliário, vários são os seguimentos que esta indústria
possui, é assim com as obras públicas por exemplo, que geralmente
representam grandes empreendimentos que demandam não só um investimento
financeiro significativo, mas também gera milhares de empregos propiciando
renda para muitos trabalhadores.

É sabido porem que nos dias atuais, qualquer seguimento empresarial


tem que lidar com uma série de fatores que direta ou indiretamente interferem
no crescimento ou até mesmo no declínio de uma organização, concorrência
acirrada, redução de custos, melhoria continua, etc. Um dos fatores que
atualmente tem chamado a tenção para a indústria da Construção Civil (CC) é a
preocupação com o cumprimento de legislação voltada a preservação ambiental
e muitos empreendedores tem visto isto não como um problema, mas como uma
oportunidade de reduzir seus custos através da implementação de um programa
de Logística Reversa (LR) que pode ser encarada como um meio de atendimento
a Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, Lei nº 12.305.

Abaixo iremos apresentar de forma simplificada alguns instrumentos


legais, que interferem de forma direta em algumas atividades do setor da
indústria da Construção Civil (CC) e que tem como principal objetivo o respeito,
a preservação ambiental e principalmente a sustentabilidade.

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) do Brasil tem como


missão promover a adoção de princípios e estratégias para o
conhecimento, a proteção e a recuperação do meio ambiente, o uso
sustentável dos recursos naturais, a valorização dos serviços
ambientais e a inserção do desenvolvimento sustentável na formulação
e na implementação de políticas públicas, em todos os níveis e
instâncias de governo e sociedade.

2.1 - LEI DE Nº 12.305, DE 2 DE AGOSTO DE 2010

Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, altera a Lei 9.605, de 12 de


fevereiro de 1998.

Esta Lei possui importantes instrumentos para auxiliar no enfrentamento aos


problemas ambientais, sociais e econômicos que tem como origem o manejo e
a destinação inadequada dos resíduos sólidos no país.

Estimula a redução da geração de resíduos através da prática de hábitos de


consumo sustentável criando instrumentos que possibilitam o aumento da
reciclagem e reutilização de resíduos e a destinação adequada de rejeitos
(produtos que não podem ser reciclados e/ou reutilizados).

Institui a responsabilidade compartilhada entre os geradores de resíduos, os


fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes e consumidores,
obrigando os geradores de resíduos a elaborarem um Plano de Gerenciamento
de Resíduos Sólidos – PGRS.
Institui metas que contribuirão para a redução do nº de lixões existentes nos
diversos municípios do país cria políticas de âmbito Federal, Estadual e
Municipal.

Reconhece e estimula a atividade de catadores e catadoras de materiais


reciclados na logística reversa e coleta seletiva.

2.2 - RESOLUÇÃO Nº 307, DE 5 DE JULHO DE 2002

“Estabelece diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão dos resíduos da


construção civil. ”

Os resíduos sólidos provenientes da indústria da construção civil


representam um percentual bastante significativo dos resíduos sólidos
produzidos nas áreas urbanas. Estudos comprovaram a viabilidade técnica e
econômica para a produção e uso de materiais provenientes da reciclagem de
resíduos na indústria da construção civil (CC) implicando na geração de
benefícios de ordem social, econômica e ambiental.

A referida resolução em seu Art. 2º define Resíduos da construção civil como


sendo os provenientes de construções, reformas, reparos e demolições de obras
de construção civil, e os resultantes da preparação e da escavação de terrenos,
tais como: tijolos, blocos cerâmicos, concreto em geral, solos, rochas, metais,
resinas, colas, tintas, madeiras e compensados, forros, argamassa, gesso,
telhas, pavimento asfáltico, vidros, plásticos, tubulações, fiação elétrica etc.,
comumente chamados de entulhos de obras, caliça ou metralha.

De acordo com a resolução nº 307 os resíduos da Construção Civil poder ser


classificados de acordo com sua composição, disponibilidade de reutilização e
reciclagem, destinação, nocividade ao meio ambiente dentre outros.

Institui a necessidade do Plano Municipal de Gestão de Resíduos da


Construção Civil a ser elaborado pelos municípios e pelo Distrito Federal onde
se determina as diretrizes e os procedimentos para caracterizar e dispor as
responsabilidades pela geração de resíduos por parte dos pequenos, médios e
dos grandes geradores, o mapeamento das áreas públicas ou privadas para o
recebimento, triagem e armazenamento temporários de pequenas quantidades
de resíduos para posterior destinação adequada;

O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de que trata esta resolução


deve primeiramente identificar, classificar e quantificar os resíduos gerados, em
seguida promover a triagem e o acondicionamento até a etapa de transporte
assegurando as condições de reutilização e reciclagem dos resíduos.

2.3 - LEI Nº 16.032 DE 20 DE JUNHO DE 2016

Esta Lei institui a Política Estadual de Resíduos Sólidos no âmbito do Estado


do Ceará, dispondo sobre seus princípios, objetivos e instrumentos, bem como
sobre as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos
sólidos, incluídos os perigosos, às responsabilidades dos geradores e do Poder
Público e aos instrumentos econômicos aplicáveis.

Podemos afirmar que seu texto é uma cópia fiel da Política Nacional de
Resíduos Sólidos com exceção de alguns conceitos novos que foram
incorporados por iniciativa da unidade da federação, sendo eles:

- Conceito de rota tecnológica: fluxo dos resíduos desde geração até o


destino final;

- Definição de serviço público de limpeza urbana e de manejos de resíduos


sólidos: coleta e transbordo, transporte, triagem, tratamento e destinação final.

- Procura fomentar a implantação do sistema de coleta seletiva nos


municípios;

- Procura fomentar a cooperação intermunicipal, estimulando a busca de


soluções consorciadas para gestão de resíduos sólidos;

- Estipula que um dos instrumentos da Política Estadual de Resíduos Sólidos


é o Programa de gerenciamento de resíduos da construção civil;
3 - Classificação de resíduos e os custos de descarte;

Classificação dos Resíduos e custos com descarte dos mesmos no canteiro


de obra Praça da Luz se dá de acordo com a Resolução de nº 307 de 05 de julho
de 2012 do CONAMA – CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE, que
estabelece em seu artigo 1º as diretrizes, critérios e procedimentos para a gestão
dos resíduos da construção civil, disciplinando as ações necessárias de forma a
minimizar os impactos ambientais. Em seu artigo 3º classifica os resíduos da
Construção ||Civil para efeito desta resolução da seguinte forma:

I - Classe A - são os resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados, tais


como:
a) de construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras
obras de infra - estrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem;
b) de construção, demolição, reformas e reparos de edificações: componentes
cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento etc.), argamassa e
concreto;
c) de processo de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas em
concreto (blocos, tubos, meios-fios etc.) produzidas nos canteiros de obras;

II - Classe B - são os resíduos recicláveis para outras destinações, tais como:


plásticos, papel/papelão, metais, vidros, madeiras e outros;

III - Classe C - são os resíduos para os quais não foram desenvolvidas


tecnologias ou aplicações economicamente viáveis que permitam a sua
reciclagem/recuperação, tais como os produtos oriundos do gesso;

IV - Classe D - são resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais


como tintas, solventes, óleos e outros ou aqueles contaminados ou prejudiciais
à saúde oriundos de demolições, reformas e reparos de clínicas radiológicas,
instalações industriais e outros, bem como telhas e demais objetos e materiais
que contenham amianto ou outros produtos nocivos à saúde. (nova redação
dada pela Resolução n° 348/2004).
Segue relacionado abaixo a classificação dos Resíduos da obra Praça da
Luz. (Ver tabela 1).

CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS OBRA PRAÇA DA LUZ

CLASSE A CLASSE B1 CLASSE B2 CLASSE B: NÃO NÃO SEGRAGADO


SEGREGADO

TIJOLO MADEIRA ENTULHO


MADEIRA GESSO
CIMENTO PAPEL GESSO

AREIA PLÁSTICO PAPEL

CONCRETO POLDA SACO CIMENTO

CERÂMICA

Tabela 1:Classificação de Resíduos adotados pela obra Praça da Luz

Cada classe de resíduos, bem como suas subclasses, possui valores


específicos para seu recolhimento e descarte. Através da tabela abaixo, pode-
se analisar tais valores unitários. (Ver tabela 2).

CLASSE SUBDIVISÕES RESÍDUOS VALOR


A - R$ 175,00
B1 MADEIRA R$ 190,00

B2 GESSO R$ 285,00
B
B-NS* MADEIRA – PAPEL – PLÁSTICO - POLDA R$ 285,00

C - -

D - -

NS* - R$ 285,00
Tabela 2: Classes, subdivisões, resíduos e valor.
*Não Segregado.
4 - Estudo de caso: Análise de custos dos principais resíduos
descartados nas empresas C.C.

O estudo de caso foi realizado na empresa Senador Pompeu


Empreendimentos Imobiliários Ltda., uma empresa de construção civil leve,
empresa está responsável pela obra Praça da Luz, localizada na rua Senador
Pompeu, nº 2610, bairro José Bonifácio, Fortaleza – CE. A obra Praça da Luz
trata-se de condomínio residencial em um terreno com área total de 9.518 m,
sendo 3 (três) torres somando um total de área construída de 62.712,74 m².

Ao analisar a parte legal, verificamos que a empresa possui cadastro ativo de


empresa geradora de resíduos da construção civil, junto a Secretaria Municipal
de Meio Ambiente e Controle Urbano – SEMAM - atendendo assim os requisitos
legais locais quanto ao procedimento de descartes de resíduos de construção
civil.

Ainda em atendimento a legislação a empresa elaborou o seu Plano de


Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil - PGRCC – que estabelece os
processos de geração, classificação, acondicionamento, armazenamento,
tratamento, transporte e destinação dos resultantes das atividades desta
empresa.

A obra, para melhor controle, adotou uma classificação própria para atender
as necessidades de acompanhamento da obra, tal classificação pode ser
observada na tabela abaixo:

CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS OBRA PRAÇA DA LUZ


CLASSE B: NÃO NÃO
CLASSE A CLASSE B1 CLASSE B2
SEGREGADO SEGREGADO

TIJOLO ENTULHO
MADEIRA
CIMENTO GESSO
PAPEL
AREIA MADEIRA GESSO
PAPEL
PLASTICO
CONCRETO SACO DE
POLDA
CIMENTO
CERÂMICA
Tabela 3: Classificação de resíduos adotado pela obra Praça da Luz
O processo de transferência dos resíduos do canteiro de obras para o seu
destino final na fase de construção é realizado da seguinte forma: os resíduos
são depositados em caçambas estacionárias pelos operários da empresa,
quando cheia as caçambas serão colocadas em caminhões poliguindastes
pertencentes a empresa TELE ENTULHO, devidamente licenciada e serão
destinados para locais autorizados e licenciados pela SEMAM, Usina de
Reciclagem de Resíduos Ltda. – Usir.

Figura 1: Caçamba estacionária para acondicionamentos dos resíduos

Figura 2: Caminhão poliguindaste recolhendo caçamba estacionária


Após identificado as conformidades legais do processo de descarte, analisou-
se os custos despendidos pela empresa devido esta atividade, que é o objetivo
deste estudo de caso. O estudo foi realizado com base na coleta de dados junto
ao setor técnico de controle que nos forneceu os dados de controle do período
que compreende os meses de agosto a dezembro de 2017.

Como ponto de partida para o estudo dos custos de descartes de resíduos,


foi levantado o quantidade e preço unitário de cada caminhão poliguindaste que
saiu da obra durante o período analisado, as tabelas abaixo mostram os dados
coletados:

CLASSE PREÇO UNIT. (R$)


A 175,00
B1 190,00
B2 285,00
B – NS 285,00
NS 285,00
Tabela 4: Preço por carro de acordo com classe de resíduos

QUANTIDADES DE CAMINHÕES POLIGUINDADES CARREGADOS


AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO TOTAL
CLASSE A 14 46 58 56 77 251
CLASSE B1 12 0 0 4 23 39
CLASSE B2 0 0 3 1 16 20
B - NS 0 0 12 19 13 44
NS 11 13 21 48 35 128
Tabela 5: Quantidades de carros carregado de acordo com classe de resíduo

Como ponto primordial para o estudo dos custos, segue abaixo a tabela
que relaciona o custo de transporte da caçamba com a classe de resíduo
descartado ao longo do período analisado:

CUSTO DE DESCARTE POR CLASSE DE RESÍDUOS RESIDUOS


AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO
CLASSE A R$ 2.450,00 R$ 8.050,00 R$ 10.150,00 R$ 9.800,00 R$ 13.475,00
CLASSE B1 R$ 2.280,00 R$ - R$ - R$ 760,00 R$ 4.370,00
CLASSE B2 R$ - R$ - R$ 855,00 R$ 285,00 R$ 4.560,00
B - NS R$ - R$ - R$ 3.420,00 R$ 5.415,00 R$ 3.705,00
NS R$ 3.135,00 R$ 3.705,00 R$ 5.985,00 R$ 13.680,00 R$ 9.975,00
TOTAL R$ 7.865,00 R$ 11.755,00 R$ 20.410,00 R$ 29.940,00 R$ 36.085,00
Tabela 6: Custo total por classe de resíduo
Através da compilação dos dados coletados é possível quantificar o
percentual de comprometimento de custo de cada classe de resíduos, conforme
pode ser observado no gráfico abaixo:

PERCENTUAL DE CUSTOS DE DESCARTES

R$36,480.00 , 34% R$43,925.00 , 42%

R$12,540.00 , 12%
R$7,410.00 , 7%
R$5,700.00 , 5% CLASSE A CLASSE B1 CLASSE B2 B - NS NS

Gráfico 1: Percentual de custos de descarte por classe de resíduos

Dessa forma pode-se observar que os resíduos de classe A (tijolo,


cimento, areia, concreto, cerâmica) e os resíduos não segregados (entulho,
gesso, papel, saco cimento) são os maiores responsáveis pelos custos da
aplicação da logística reversa na empresa de construção civil, representando
juntos 76% do custo total ou R$ 80.405,00.

5 - Logística Reversa: descarte de resíduos e os indicadores de


sustentabilidade

5.1 - O que é sustentabilidade:

São atos que visam atender as necessidades das pessoas, com ideias
novas ou ações conscientes a favor do meio ambiente, como por exemplo:
utilizar papel reciclado, preservar áreas verdes, preferir alimentos orgânicos.

Hoje em dia as pessoas/empresas estão mais conscientes, elas sabem


que devemos conservar e manter nosso planeta, por isso há o investimento em
equipamentos mais modernos, que economize agua, energia, e reduz os
impactos ambientais.
5.2 - Descarte dos Resíduos
Boa parte do nosso lixo produzido é representada pelas atividades da
construção civil. O descarte de resíduos da construção civil hoje, já tem destino
certo, nada de jogar mais materiais como, tijolos, madeira, telhas, em fim toda
sobra de construção em qualquer lugar, estes materiais devem ser devidamente
separados e reaproveitados.

Hoje existem empresas totalmente voltadas e credenciadas para receber


estes matérias. Todo material que sobra da obra é divido em classes:

 Classe A: São as partes de alvenaria, tijolos, blocos, telhas.


 Classe B: Madeiras, metal, plásticos, vidros;
 Classe C: Produtos sem recuperação, ex: gesso;
 Classe D: Tintas. Óleos, vernizes.

Os resíduos de classe A, serão reutilizados, seu destino são usinas de


reciclagem, obras licenciadas, terraplanagem, aterros que possuam licença
ambiental da SEMAM.

Os resíduos de classe B, Estes devem ser separados em recipientes


devidamente sinalizados, seus destinos após triagem são cooperativas de
reciclagem traves de doações.

Os resíduos de classe C, Estes devem ser acondicionados e devolvidos


ao fabricantes ou em local que possua licença ambiental.

Os resíduos de classe D, Estes são mais perigosos capazes de causar


risco a saúde, seu destino são lugares que possuem licença ambiental da
SEMAM.

5.3 - Indicadores de sustentabilidade


5.3.1 - Identificação dos resíduos
A primeira coisa a se fazer é identificarmos o tipo de material a serem separados,
depois de separados todos os resíduos, devemos entrar em contato com as
empresas que são credenciadas junto a SEUMAM para a coleta do material,
dando assim seu destino.
5.3.2 - Geração de resíduos
Este indicador tem a finalidade de totalizar a quantidade dos resíduos, por
classes descartadas ao final da obra em m².

5.3.3 - Custo com a logística


Tem a finalidade de calcular todo que foi investido com a armazenagem e
transporte dos resíduos.

5.3.4 - Custo com maquinário e operários


Totalizar por mês tudo que é utilizado com maquinários e operários para
remoção e separação dos resíduos.
APS Logistica
Professor: Leonardo Villela
Equipe:

 Cecilia Vasconcelos R.A.: 01630002954


 Francisco José de Lima R.A.: 01630002698
 Francisco Joaquim Neto R.A.: 01630002986
 George Gomes R.A.: 01630002967
 Glauciana Estanislau Ferreira R.A.: 01630002476
 Keverton Ramon Alves de Paulo R.A.: 01630002984
 Patricia Barbosa R.A.: 01630002789

Fortaleza – CE
09/04/2018