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As Constituições do Brasil

 Constituição de 1824 – sua principal característica era o poder moderador


incumbido ao imperador, trazendo como consequência o excesso de poder. Teve forte
influência da constituição francesa de 1814. Os conselhos Gerais da Província
funcionavam como o Poder Legislativo, mas com poucas atribuições.

 Constituição de 1891 – A segunda Constituição brasileira foi baseada na


americana de 1787, tendo como característica um federalismo dualista e estabelecendo a
igualdade jurídica entre todos os novos Estados-membros. Através do Decreto nº 78-B,
de 21/12/1889, o Governo Provisório convocou uma Assembleia Constituinte para ser
instalada no dia 15/11/1890. No dia 24/02/1891 foi promulgada a primeira Constituição
Federalista do Brasil, de cunho liberal e sintética, com 91 artigos e 8 disposições
transitórias.
A primeira Constituição Republicana brasileira foi promulgada em 1891, e representou
uma ruptura com a antiga ordem política imperial, porque, confirmando o federalismo
dual, concedeu autonomia aos estados, às antigas províncias, consagrou a tripartição dos
poderes proposta por Montesquieu, desconheceu privilégios, separou o Estado da Igreja,
garantiu o direito de propriedade, e muitos direitos e garantias fundamentais, dentre os
quais o habeas corpus, a livre manifestação de pensamento, a inviolabilidade do
domicílio, a liberdade de associação, etc.

 Constituição de 1934 – foram influenciadas pela constituição de Weimar, da


Alemanha, e pelo Facismo.
Por esta Constituição foi introduzido no Brasil o voto para as mulheres, à
obrigatoriedade e gratuidade do ensino primário, a criação do mandado de segurança, a
instituição do salário-mínimo, a criação da Justiça do Trabalho, as férias anuais
remuneradas, dentre outras.
Noutra linha, a Constituição de 1934 autorizou a União a monopolizar as riquezas do
subsolo – o petróleo, o ouro –, das águas e da energia hidráulica, e na economia visava a
monopolizar, de forma progressiva, os Bancos de depósito, amparar e estimular a
produção e estabelecer novas condições de trabalho. Concedeu, ainda, autonomia aos
Municípios como instrumento de descentralização e democratização do Estado.

 Constituição de 1937 – conhecida como Constituição do Estado Novo,


também conhecida como Carta Polaca, em virtude da semelhança com a Constituição
Facista da Polônia, na nova Constituição, o presidente afastou todos os governadores e
colocou interventores, os direitos fundamentais ficaram minimizados, a pena de morte
foi inclusa para crimes políticos e homicídios considerados mais graves, aumentou os
poderes do presidente e ampliou o mandato, criou o Estado de Emergência, restringindo
as garantias individuais, dissolveu o Congresso Nacional e as Assembleias Estaduais,
restringiu o Poder Judiciário e eliminou a autonomia dos Estados.

 Constituição de 1946 – Essa nova Constituição procurou conciliar os ideais


de justiça e liberdade social, garantido os direitos dos trabalhadores e coibindo abusos
do poder econômico, reestabeleceu a divisão dos poderes, ou seja, trouxe de volta os
aspectos democráticos e de bem-estar social criado pelas antigas constituições.
 Constituição de 1969 – a principal característica dessa carta magna era a
excessiva concentração de poderes, transformando os governadores e prefeitos em
meros fantoches manipulados pelo Poder Central, os militares golpistas reduziram as
liberdades individuais e coletivas e suspenderam as garantias constitucionais, e
passaram a governar através de decretos-leis, usurpando a competência do Poder
Legislativo.

2- ADCT – ATOS DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS


TRANSITÓRIAS
Tem natureza de forma constitucional, contendo regras para assegurar a harmonia da
transição do regime constitucional anterior para o novo regime, além de estabelecer
regras de caráter meramente transitório, relacionadas com essa transição, cuja eficácia
jurídica é exaurida assim que ocorre a situação prevista, e não é considerada norma
permanente.

Princípio da Supremacia Material – esse princípio diz que nem uma lei
infraconstitucional pode ferir os valores da carta magna, pois ela está no topo da
pirâmide.

Revisão Constitucional – Consiste em um processo especial de alteração: o processo de


revisão. Tal processo está estabelecido no art. 3° do ADCT. A revisão constitucional foi
vista como uma forma mais fácil da alteração da Constituição do que a competência
reformadora por emenda.

Emenda Constitucional – É o processo que garante que a Constituição seja modificada


em partes, para se adaptar e permanecer atualizada diante de relevantes mudanças
sociais. O processo se inicia com uma PEC (Projeto de Emenda Constitucional). O
processo completo da criação de uma emenda encontra-se no artigo 60° da CF.

Revogação Tácita e Expressa


Revogação Tácita – É quando um texto de lei ou norma não tem mais utilidade ou
aplicação prática e, mesmo sem ser expressamente cancelada, ninguém mais faz uso
para as finalidades pela qual foi criada.
Revogação Expressa – É o cancelamento ou anulação de um texto de lei ou norma por
escrito.

1) Sim, pois rege todas as garantias fundamentais para o cidadão gozar de todos
os seus direitos e obrigações perante a lei.