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FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ

UNIVERSIDADE DE FORTALEZA – UNIFOR


CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS - CCJ
CURSO: DIREITO
Disciplina: Direito Internacional Público

RESENHA DO TEXTO: O TREATY-MAKING POWER NA CONSTITUIÇÃO


BRASILEIRA DE 1988: UMA ANÁLISE COMPARATIVA DO PODER DE CELEBRAR
TRATADOS À LUZ DA DINÂMICA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS.

EQUIPE 03:
ELINE DE SOUSA MARINHO – 1312161
GABRIEL GARCIA DE CARVALHO – 1422238
HENRIQUE NOBRE FREUND – 1412511/6
LEONARDO ALCÂNTARA DE ALENCAR PINTO – 1611871/X
MATHEUS ABILIO NUNES – 152224/2
THAIS VIEIRA CARVALHO MELO – 1222579/2
TICIANY MAYARA PAZETTI GUANABARA 1425073/5

MARÇO/2018
FORTALEZA, CE
O TREATY-MAKING POWER NA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA DE 1988: UMA
ANÁLISE COMPARATIVA DO PODER DE CELEBRAR TRATADOS À LUZ DA
DINÂMICA DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS
O autor Valério de Oliveira Mazzuoli é Pós-Doutor em Ciências Jurídico-Políticas pela
Universidade Clássica de Lisboa, e em seu texto “o treaty-making power na constituição
brasileira de 1988: uma análise comparativa do poder de celebrar tratados à luz da dinâmica das
relações internacionais”, demonstra a competência dos poderes na celebração de contratos e a
sua incorporação no ordenamentos jurídicos.
A referida resenha, tem como objetivo apresentar a correlação entre os países da
América Latina que utilizam o mesmo modelo de elaboração e recepção dos tratados
internacionais. Para que uma norma internacional passe a vigorar, se faz necessário que após a
celebração do tratado pelo Presidente da República, a mesma deve ser encaminhada para o
Congresso Nacional, no qual se verificará o seu conteúdo para que não acarretem prejuízos
gravosos ou encargos a nação, pois cabe ao legislativo exercer o controle dos atos do executivo,
no qual a esse incumbe a defesa da Nação perante as outras nações. Essa separação de poderes,
é uma dinâmica de freios e contrapesos, necessário para não concentrar a prerrogativa de
incorporar tratados nas mãos de um único Poder. Após todos os tramites entre os poderes
executivo e legislativo, o tratado ser for aprovado, passará para a ratificação e homologação
fazendo assim, posteriormente parte do conjunto de normas jurídicas do país.
Alguns países latino-americanos propõem a mesma composição de freios e contrapesos.
Países como o Brasil, Argentina, Venezuela, El Salvador, Chile, Colômbia, Paraguai e
Guatemala, adotaram o sistema de aprovação congressual dos tratados internacionais, dando ao
congresso competência exclusiva para resolver definitivamente sobre tratados. A Constituição
Uruguaia, por vez, estabeleceu que competia a Assembleia Geral a competência de aprovar e
reprovar por maioria absoluta os tratados celebrados pelo Poder Executivo, entretanto, a
soberania legislativa Uruguaia, ganhou ênfase no art. 4º da Constituição de 1967, dando ao
Poder Legislativo o direito exclusivo de estabelecer as leis.
No Brasil, a participação do Congresso Nacional na aprovação dos tratados
internacionais celebrados pelo Presidente da República, antes de inseridas como parte do
ordenamento jurídico pátrio, se faz necessário, pois constitucionalmente foi conferido ao
congresso a sua participação no âmbito de negociações internacionais, diante do fato que tal
competência não se restringe somente a aprovar ou reprovar os tratados, e sim representa o
interesse coletivo da Nação.
MAZZUOLI, Valério de Oliveira. O treaty-making power na Constituição brasileira de 1988: uma análise
comparativa do poder de celebrar tratados à luz da dinâmica das relações internacionais.