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Teste de avaliação 3

Vers ão A

Nome

_

N.O

_

Turma

Data

 

_

_

Avaliação

_

Professor(a)

_

Grupo I

Lê uma opinião sobre um dos l iv ros d a c oleção U m a Av e ntura , a que pertence ta m bém

bate na a ula d e P o r t uguês",

q ue irás l e r ( Gru p o 11).

o t exto "De-

Uma Aventu r a na Quinta das Lágrimas

Ana Maria Magalhães e I s a be l Alçad a (t e x t o) I Ar l indo Fagu nd es (ilus t ração) Caminho, 1999

A partir dos 9 anos

As estórias' da col eç ão "Um a aventu ra

" têm vindo a cativar o se u p úblico c om

aventuras contadas a jovens e vivid as por jovens , e esta é ce rt amente u ma d as que fica - rão na memória do s leitor e s. O que torna a narr ati v a espe c ial , e a f az diferente de outras da coleçã o, é o facto de

lhe serve de b a se sempre ter cativado a atençã o dos mais jo-

vens, pelos seus contor nos rom â n tic os e ao mesmo tempo fantásticos [oo.].

Por este motivo, leitor um contacto

Histó r ia, de uma forma provav elm e n t e mais atrat i va d o que aquela a q u e tem ac e sso

5 o episódio histórico qu e

Uma Aventura na Quinta da s Lágrim as não só proporc io na ao jovem

co m t odo um património

de estórias como o apr ox ima da nossa

10

na escola .

Como é sabido, a Quinta das L ág r i mas parece ter sido o cenário ond e D . P edro 1 2 e

 

Inês de Castro viveram o seu amor

c o n t ra tudo e contra todos e onde terá aconte c ido

o

crim e que veio dar a esta histór ia um toque de tragédia .

 

Teresa, Luísa, Pedr o, J oã o, C hi co e os seus cã e s, Caracol e Faial, inic i a m a av e ntura

15

no final d e um enco nt r o d espo rtivo em qu e part i cipam . Aí ouvem um do s monitores falar de uma manch a v e r m elha no fundo de uma fo n te que ninguém c o nsegue expli- car e que não é possív el apagar . Decididos a con f ir ma r c om o s s e us próprios olhos o que os deixou tão i ntrigados",

vão at é à Quinta das Lág r i mas

e pa s s eiam no seu b e lo j ardim, acaband o p or conh e cer

20

o

casal Pedro e Inês, p re st e s a c as ar em ali mesmo, naq u ela casa. Depois d e percebe r em

que não tinham via j a do n o tem p o e qu e tudo n ão passava de uma coin cid ência engra-

ç a da, os s e te h e róis a b r em a porta, s e m o s a berem, para mais uma sé r i e d e peripécias empolgan t es' ',

Susa na Co nst a nt e Pe r e i ra, i n Malasattes, n. " 2, a br i l de 2000 (pág. 27, com s up re s sões )

1. estórias: h i s t óri as. 2. D. Pedra I: fo i o oitav o r ei de Por tu gal ; apai xo n ou - se por I nês de Castro, de q uem teve quatr o f i lh os , m a s os seus

amo r es foram co nt rar ia d os

4. empolgantes: e nt u sia s m a nt es .

e D . I nê s foi mort a às or d en s d o pai de D. P e dro , o rei D . A f onso IV. 3 . intrigados: c heios de c uri osidade.

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Livro aberto. 5.° ano Testes de avaliação

Teste de avaliação 3

Versão A

1 . Assinala com )( as afirmações verdad e ira s

M e as falsas (F), de acordo com o se ntid o do texto .

a. Esta obra tem a particularidade de t er sido inspirada num episódio hi stóric o.

I

V

F

b. Este li v ro pode cati v ar os jovens para conhecerem a História de Po r tuga l .

c.

A aventura come ç a numa au l a de História , quando as personage n s ouv iram con t ar

a h i st ó ria de D . Pedro e Inês de Cast r o .

d. Eles foram à Quinta das Lágr i mas para part i ciparem num encontro desporti v o .

e. Na Quinta das Lágrimas , eles conheceram Pedro e Inês , um casal de no i vo s.

2 . Assinala com )(

se as frases seguintes exprimem factos ou opin iões .

F

acto

Opinião

a . Esta his t óri a " é certamente uma das que ficar ã o na memó r ia dos l e i t o res " .

b. Esta a v ent u r a basei a - se num episódio da Histó r ia de Po r tugal .

c . As pe r sonagens " i n iciam a aventu r a no final de um encont ro desp ortivo em q ue partic i pam " .

d.

O

jardim da Quinta das Lágr i mas é muito belo .

e.

Uma A ven t ura na Quinta das Lágrimas é um livro verdadei ra mente e m p olgante .

Grupo 11

L ê, com atenção, o seguinte texto.

Debate na aula de Português

atrasadas e b ateram ao de leve no vidro da p o rta , pe-

di ndo licen ç a pa r a en t r arem. Felizm e nte, e ra Por t ug u ês! Aquela p r ofessora nunca d e ixava os

al u n o s l á fo r a e t ambé m nunc a m anda v a n en h um

ve

As g é m e as chegaram ligeiram e nt e

p ara a rua. Tinha uma paciência i n findá-

l para tod o s ! E n u n ca se recu s a v a a ou vir e d ebater os probl e mas que surgiss e m o u d e que

5 lh e qu i s e ssem fa l ar .

A briu a p o rta com o mesmo sorriso pl á cid o 1 d o c os t ume e nem perguntou

por q ue é que

se t i nham at r a s a do. Q u a lquer co i sa m ais grave estava a ser discu t ida com fúria. A Teresa e a Lu í s a de s lizaram para os seu s lu gar es e esperaram uns segundos , p a ra ver se

p ercebiam d e q u e se tr atava.

Teste de avaliação 3

V er são A

1 0

- Não po d e s er! Is to ass i m n ão p o de ser!

- E u vou que i xar-me ao Consel h o Ex ec utivo!

- V a i , vai! Não te serve d e nada !

- N e m que vá a o mi nistro ! I s to ass im é q ue não !

Qu e m barafus t ava er am o s alu n os. A l guns estavam de pé, embora sem s aírem das cartei-

1 5 raso Outros gest iculavam sent ados . Os m a is pacífic os,

embora sem se m a n if estarem muito ,

via-se bem que estavam de a cordo com os colegas. A professora, de braços c ru zados, en co stada à mesa, deixa v a - os expan dir em-se s e m nada dizer.

2 0

Era sempre ass i m. Uma v e z a t é t in h a e xplicado, na sua voz do c e e apaz ig uad o r a:

- Quando u ma pessoa e st á fo r a d e si , precisa de gritar um bocado para se ver livre da

raiva . Só depo i s é possíve l faz ê - la ouv i r as ra z ões dos out r os

Fazê-la dial o gar!

A Teresa e a L u ísa ol h av am- na, f as c i nad as! Ambas adoravam a profess ora de Português . E

gostavam imenso de co n v er sar com

mentos agradabilíssimos, p orque não e r a m tratadas como bebés, nem como alunas , mas sim

é que sentiam qu e a professora gos-

e la sempre que s urgia u m a oportunidade.

Eram mo-

2 5 como amigas. Acima d e tud o , o que mai s as encanta v a ta v a mesmo de as ouvir, t i nh a prazer n a c onversa.

[

]

-

As meninas aí do ca nt o, pod e m ca lar- se um instant e ?

Endireitaram-se a s qua t ro ime d i atame nte.

Era engraçado, a profess ora

dizia as coisas

como se fossem pedidos, m a s na ver d a de eram ordens e prontamente ob ed ecidas.

30 - Bom, eu gostaria q u e v o cês me exp u sessem o problema com mais calma, para eu perce-

ber bem o que se passa . Mas fala um d e c ada vez , es t á b e m? E os outros t o dos ouvem , para

acrescentarem qualquer

co i sa qua n do ch e gar a vossa vez . Mas têm de ped ir a palavra!

A n a M a ri a Magalh ãe s e Isa b el A l ç ada , Uma Ave n tura na Esc ola , E d . C a minho, 200S (págs . 112- 11 4, co m s u p r essões )

1 . plác i do: tranqu il o, sereno .

1.

O t e xt o que l este é um excert o narr ativo. Indica , num a fra se , qu e m s ão a s p e r s onagens , o t e mpo e o espaço em q ue d eco rr e a ação .

2.

Quando as gémeas T eresa e Lu í sa chegaram à aula d e Po r tugu ês , d epar a r am com um a mbien te agi- tado . Por q u e mo t ivo?

3.

Qua l f o i a a ti tude da p rofessora durante os prime i ros mi n ut os d a d is cuss ão?

78

Livro aberto, 5.° ano - Testes de avaliação

Teste de avaliação 3

Versão A

3.1. Explica por que razão el a r ea giu de s se modo .

4. Faz o retrato psicológico des t a p r ofesso r a.

5. Associa cada uma das frases da primeira coluna à intenção com que foi dita (segu nd a coluna).

a. "Felizmente, era Português!" [lin ha 2]

b. "Isto assim não pode ser!" [ l inha 10]

c. "A Teresa e a Luísa olhavam-na, fascinada s !" [ linha 22]

d. "As meninas aí do canto, pod e m calar - se um instante?" [linha 2 7 ]

e . "Mas têm de pedir a p al avra!" [ l i nha 3 2]

1. ex prim ir admiraçã o

2. ex prim ir satisfação

3. da r um a ordem

4. mostr ar ir ritação

6 . I magina que o narrador deste episódio é a Teresa (uma das gémeas). Ree s creve o terc eiro parágrafo

[ linhas 8 e 9], fazendo as al t erações necessárias.

1. C oloca os p ro n ome s de stac ados

s ubclasse a que pertence m.

Grupo 111

nas fras e s seguintes

no r e speti vo

luga r do quadro, con for me

a

- Já li "Uma Aventura na Quinta das Lágrimas". Para mim, es te é o li vro mais emocio nant e d a co/e ç ã o . - Esse ainda não conheço. D e ixa - me lê-lo . - Proponho uma troca: eu empresto-te o meu e t u cedes- m e um dos t e us .

pessoais

Pronomes

demonstrativo s

p o ssessivos

Livro aberto, 5.° ano Testes de avaliação

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Teste de avaliação 3

V ersão A

2. Completa as frases com um advérbio da subclasse i ndicada entre parênteses .

a. Alguns alunos

[ad v érbio de negação] lera m e sse li vro .

b . Ache i o livro

[advérbio de quantidade e g r a u ] inte r essante .

c . Ele falou

d.

e.

f . Comprei o livro

[adv ér bio de modo] do li vr o .

[a dvérbio interrogativo]

tencionas l er o li vro?

[advérb i o de tempo] analisaremos um e x ce rt o da obra .

[ advérbio de luga r ] .

3. Relê o segui n te excerto:

a tra sad a s e bate ram a o de leve no vidr o da p or t a , pe-

dindo lic en ça pa r a en trarem. Felizmen t e , e ra Po r t u g u ês! A que la pr ofessora n unca dei xa v a os

a l u n os lá fora

"As gé m eas c he gar am ligeir amente

]. Ti nha um a pa ciê n c ia in fin d áve l pa ra to d os ! /I [ l inhas 1 - 4]

C l assifica as palavras sublinhadas , assinalando com )t , n a c o lu na corresponden te ,

cal a q ue pertencem .

a cl asse g ram a ti-

N ome Determinante Adje ti vo Verbo Advér bio Preposi ç ão a. As b.
N ome
Determinante
Adje ti vo
Verbo
Advér bio
Preposi ç ão
a. As
b. che g aram
c. de
d. para
e. era
f. Aquela
g. professora
h. nun c a
i .
fora
I
j. infindável

4. Comple t a o quad r o r eg ist ando ,

em cada l inha, palav r as d a me s m a f amíli a.

 

Nome

Verbo

Adj etivo

Ad vérb i o

a.

elog ios o

b

.

pensar

pe n sativ ament e

c.

pa i xão

5. Reescreve a frase seguinte , subst i tuindo cada palav ra s u b linhad a po r u m a ntónimo.

As gémeas chegaram ligeiramente atrasadas ( .

vidro da por t a , pe dindo licença para entrarem (

80

) e b ate ra m suave m e nte ( .

).

) no

Livro aberto, 5.° ano - Testes de avaliação

Tes t e de avaliação 3

Versão A

Grupo IV

E sc r eve um breve te xto de opinião sobre um livro o u u m f i l m e à t ua escol h a .

O teu texto , com um m í n i mo de 80 e um máximo de 120 p alav r a s, d eve r espei t a r as s eguinte s in dicaçõ e s:

'. refe r e o livr o ou o filme, dizendo se te agradou ou n ã o (1 pa r á g rafo);

• ap r esenta d uas r a zões que just i fiquem

a tua opinião

(1 ou 2 pa r ágrafos);

$ re d i g e u ma concl u são ,

reforçando o ponto de vista q ue de fend este

(1 parág r a f o ).

Livro aberto, 5.° ano Testes de avaliação

L A B 5D P-6

81

Teste de avaliação 3

Vers ão A

Grupo IV

Escreve um breve texto de opinião sobre um livro ou um filme à tua escolha .

O teu texto, com um mínimo de 80 e um máximo de 120 palavras , deve respeitar as seguintes indicações:

• refere o livro ou o filme, dizendo se te agradou ou não (1 parágrafo ) ; • apresenta duas razões que justifiquem a tua opinião ( 1 ou 2 pa r ágrafos); * redige uma conclusão, reforçando o ponto de vista que defendeste (1 parág r afo ).

Li

v r o aberto. 5 .° ano - Testes de avaliação

lAB 5 DP-6

81

Teste de avaliação 3

Versão B ( N EE)

 

Nome

_

N.O

T u rma

Data

_

 

_

_

A

v alia ç ão

_

Professor ( a )

_

Grupo I

Lê, co m a ten ç ão , o se gu in t e t ext o.

Debate na aula de Portugu ês

As gémeas chegaram l i geiramen t e atrasadas e bateram ao de leve no vid ro da porta, pe- dindo licença para entrarem. Felizmente, era Português! Aquela professora nunca deixava os

alunos lá fora e também

v el' para todos! E nunca

n u nca man dava

n e nhum para a r ua. Tinha uma pa ciência infindá-

se recusava a ouvir e debater os p r oblemas que su rg i ss em ou de que

5 lhe quisessem falar. Abriu a porta com o mesmo sorriso p l ácído " do costume e nem pergunto u

porque é que

se tinham atrasado. Qualquer coisa mais grave estava a ser discutida com f úria.

1 0

A Teresa e a Luísa desl iz aram para os seus lugares

percebiam de que se tratava .

e esperaram un s segu ndo s , para ver s e

- Não pode ser! Isto assim não p o de ser!

- Eu vou queixar-me ao Conselho Execu t ivo!

- Vai, vai! Não te serve de nada!

- N em que vá ao ministro! Isto assim é que n ã o !

Quem barafustava eram os a l unos . A l guns es t ava m de p é, embora sem saír em d a s cartei r a s .

1 5 Outros gesticulavam s entados. Os mais pacífi cos, embor a se m se man i festa rem mu i to , vi a-se bem que estavam de acordo com os c ol e gas.

A professora, de braços cr u zados, encostada à m e sa, d e i xav a-os expandirem - sé s em nad a

2

0

dizer.

Era sempre assim. Uma vez até tinha expli cado, na su a v oz doce e a p a zig u adora":

- Quando uma pessoa e stá fora de

si, precisa de g rita r um bocado pa ra se ve r li v re d a

r aiva. Só depois é possível fazê - la ouvir as razões dos outro s

A Teresa e a Luísa olhavam-na , fascinadas !

Fazê - la dialo gar!

A n a M a ri a Ma ga lh ã e s e I s a b e l A l ç a d a , Uma A ve n t u ra na Es c o l a , E d. C ami nh o , 2005 (págs . 1 1 2 - 1 13, com s u p re ssões)

1. i n find á v e /: que n ã o a cab a ; p e rman e n t e.

2. pl ác i d o : tr an qui l o, se ren o .

3. e x pandir e m- se : d es aba f ar e m .

4. a p az i g ua d or a : s e r e n a , c a lm a .

82

l . ivro aberto, 5.° ano - Testes de avaliação

Teste de avaliação 3

Versã o B ( NEE )

1. O texto que leste é um excerto de uma história. Indica:

a. quem são as personagens

-+

_

b. o local onde se encontram

-+

 

_

2. Assinala as afirmações verdadeiras M e as falsas

(F) .

V

F

a. Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada são as autoras deste t e x to .

b. Teresa e L u ísa são gémeas .

c. Elas n ão gostavam muito da professora de Português.

d. Às vezes , a professora de Português f i ca v a irritada.

e. Naquele dia , os a l u nos est a v am muito zangados.

f . A professora

dei x ou que os alunos d i ssessem o que sentiam .

3. Faz o ret r ato desta professora , escolhendo quatro dos se g u inte s adjetivos :

o paciente

O

sorride n te

O apressada

O antipática

O

calma

O d is pon ív el

4 . Numa frase , di z o que é para ti u m bom professor.

1

. Reescreve

sublinhadas.

a frase seguinte,

Grupo 11

fazendo as alterações

neces sári as

p ara n ão r e pet ir e s

as pala vras

Os alunos estavam muito zangados . Os alunos discutiam alg uma co i sa que t i nh a aconteci do e a pro - fessora ouvia os alunos .

Livro aberto, 5. ° ano - Testes de avaliação

83

Teste de avaliação 3

Ve r são B ( NE E )

2 . Completa as frases da segunda coluna com os pronomes pessoais adequados da p ri meira coluna, conforme o exemplo.

Coluna A

Eu

Tu

Nós

Ela

Eles

r-----------

Coluna B

vamos apresentar este l i vr o à t u rma .

go s tei mu i t o d esta hi stór ia .

ap l aud ir am a l eitura da colega .

já leste alg um livr o d esta c ole ç ão ?

leu o texto em v oz alta .

3. Assinala com "

o ant ó nimo da pa l avra sublinhada em cada alín ea.

a. Teresa e Luísa chegaram atrasadas à a u la.

o adianta d as

 

o

ap r essa d a ~

b

. A professora de Po rt uguês era aciente .

 

o

sim pátic a

c . A professora mandou entrar os alunos.

 

o

senta r

o

sa ir

Teste de avaliação 3

V er s ã o 8 (NEE )

Grupo 111

Escreve um breve texto em que apresentes televisão à tua escolha.

a tua opinião sobre um livro, um filme o u u m programa de

Deves respeitar as seguintes indicações:

• refere o livro , o filme ou o programa,

dizendo se gostas dele ou não (1 parágrafo );

• apresenta duas razões que justifiquem a tua opinião (1 parágrafo).

Livro aberto, 5.° ano - Testes de avaliação

85

Teste de avaliação 3 . Soluções

Teste de avaliação 3

V ers ã o A

Teste de av a li a çã o 3

V ersão B ( N EE )

 

-

=-------

G

rupo I

Grupo I

 

1 . a. V ; b. V ; c. F ; d. F ; e . V .

 

1.

a

a Teres a , a L u í sa , os c ole gas de

tu rma e a

2 . a . O ; b. F ; c. F ; d. O ; e. O .

Grupo 11

1.

Por exemplo: As personagens são os a l unos de uma

turma e a r espeti v a professora de Português e a ação decorr e numa e s c ola , dur a nte a aula daq u ela disc i plina .

2.

O

ambiente esta v a agitado , porque a turma

ba r afusta v a " ( l i nha 1 4) p or algo que tinha acontecido

"

e

que a ti n ha indignado.

3.

Durante os prime ir os m i n utos da d i scussão , a

p rofesso r a não inte rv eio , d ei x ando qu e os alunos se manifestassem li v remente (ver linhas 17 e 18).

3.1. A pro f essora d e fe ndia q ue , quando al g u é m está

e x altado, é n ecessário de i x ar sair a r aiva para que , de seg uida , possa ou vir o s o utros .

4. Esta p r ofesso r a e r a e x tr emam e n te paciente ( " Tinha

uma paciência infindável ", linhas 3-4) , disponível ("E

nunca se r ecusa v a a o u v i r e debater os p roblemas ",

l i nha 4), simpática e c alm a ( " sorriso plácido do

costume ", linha 6 ), apazi g uadora ( " vo z doce e apa z igua d ora " , l in ha 19 ) e delicada (Ha professora dizia as c oisa s como s e fo s se m pedidos, mas na verdade eram orden s", l i nhas 28- 2 9) .

5. a. - 2 .; b. - 4 .; C .- 1 .; d . - 3.; e . - 3.

6 . Eu e a Luísa d eslizámos

para os nossos lugares e

espe r ámos uns segundos , pa r a ver s e percebíamos de que se tratava.

Gr upo 111

1

. Pronomes pessoais :

mim , me , lo , eu , t e , tu .

Pronomes demonstrativ os:

Pronomes p o ssessivos:

es te , Esse . meu , teus .

2 . Por exemplo :

a. não . b. muito / pouco / bastante .

c. entusiasticamente / brevemente. d. Quando /

Porque. e. Amanhã . f. aqui.

3. deter minante ; b. v erbo ; c. preposi ç ão ;

a.

d.

h.

preposição; e. verbo ; f. determinante ; g. nome;

advérbio ; i . advérbio ; j . adjetivo .

4. elogio I elogiar I elog i oso I elogios a mente ;

a.

b.

pensati v amente ; apai x onadamente .

pensamento I pensar I pensativo I

c . paixão I apai x ona r I apa ix onado

I

5. Por exemplo : As gémeas chegaram l igeiramente

ad i antadas e bater a m fo r t emente / v iol e ntamente n o

vidro da port a , pedi ndo l ic ença para saírem .

86

2

profes s o ra d e P o rtugu ês; e s col a , dentro de u ma sala d e a ula.

b

a

. a.V ;b.V ; c.

F ;d. F ; e.V ;f . v .

3 . pa c ien te ; s orrid e nt e; ca lm a ; di spon í vel .

Gr up o 11

1. Os al unos e sta v am m u i t o z a ngados . Eles disc ut i am algum a coi sa que tinh a aco nt ecido e a p r ofes so r a o u vi a- os.

2 . Tu já l e st e a lgum livro dest a coleçã o ? Nós vamos ap re sentar e st e li vro à tu r ma .

El a l e u o t e x to e m vo z a l ta .

El es ap l aud iram a leit ura d a coleg a .

3. a . a d ian t ad a s; b . i m pa cie n te ; c. sair .

Livro aberto, 5.<' aro - Testes de avaliação

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Teste de avaliação 3 . Grelhas de correção e cotações

 

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Livro aberto, 5,° ano - Testes de avaliação