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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP


FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL
DISCIPLINA: CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I

Derivadas das Funções Trigonométricas


Inversas

Prof.: Rogério Dias Dalla Riva


Derivadas das Funções Trigonométricas
Inversas

1.Funções trigonométricas
2.Funções circulares inversas
3.Derivadas das funções trigonométricas inversas
4.Exemplos
1. Funções trigonométricas

Vamos apresentar o comportamento das


funções seno, cosseno, tangente, cotangente,
secante e cossecante.

3
1.1. Função seno

Chama-se função seno a


função definida de ℜ em ℜ por
f(x) = sen x.

4
1.1. Função seno

Para analisar o compor-


tamento da função seno,
imagine que a extremidade P
de um arco, partindo da
origem, percorra a circunfe-
rência trigonométrica no sen-
tido anti-horário.

5
1.1. Função seno

Nesse suposto desloca-


mento da extremidade do arco,
observamos que:
• De 0 a π/2 o seno cresce de
0 a 1.
• De π/2 a π o seno decresce
de 1 a 0.
• De π a 3π/2 o seno decresce
de 0 a -1.
• De 3π/2 a 2π o seno cresce
de -1 a 0.
6
1.1. Função seno

Supondo que a extremidade P continue se deslocando


indefinidamente, a cada nova volta na circunferência
trigonométrica o seno assumirá, em idênticas condições,
todos os seus valores da primeira volta. Numa linguagem
simples, podemos dizer que a função f(x) = sen x repete-se
periodicamente de 2π em 2π. 7
1.1. Função seno

Na linguagem matemática escrevemos:


… = sen ( x − 4π ) = sen ( x − 2π ) = sen ( x ) = sen ( x + 2π ) = sen ( x + 4π ) = …

ou ainda
∀x ∈ ℝ e ∀k ∈ ℤ, sen x = sen ( x + k ⋅ 2π )
8
1.1. Função seno

Então dizemos que: “A função f(x) = sen (x) é uma


função periódica de período igual a 2π”. De um modo geral,
uma função f é denominada periódica sempre que existe um
número T > 0, tal que, para todo x do domínio de f tem-se:

f (x) = f (x + T ) 9
1.1. Função seno

O menor valor (positivo) de T que satisfaz essa


igualdade é chamado período da função. O gráfico de sen(x)
é chamado senóide.
D(f ) = ℝ
f ( x ) = sen x ⇒ 
Im(f ) = [ −1; 1] 10
1.2. Função cosseno

Assim como analisamos a


função seno, vamos analisar o
comportamento de f(x) =
cos(x) para x variando de 0 a
2π.
• De 0 a π/2 o cosseno de-
cresce de 1 a 0.
• De π/2 a π o cosseno de-
cresce de 0 a -1.
• De π a 3π/2 o cosseno cresce
de -1 a 0.
• De 3π/2 a 2π o cosseno
cresce de 0 a 1. 11
1.2. Função cosseno

Da segunda volta em
diante, o cosseno passa a
repetir, em idênticas condi-
ções, os valores da primeira
volta. Isto é,
∀x ∈ ℝ e ∀k ∈ ℤ, cos x = cos ( x + k ⋅ 2π )

Então dizemos que a


função f(x) = cos (x) é uma
função periódica de período
igual a 2π.
12
1.2. Função cosseno

O gráfico da função cosseno é chamado cossenóide.


Note, na figura, que a cossenóide nada mais é do que a
senóide deslocada de π/2 unidades, na direção horizontal,
para a “esquerda”. Essa característica da cossenóide pode
13
ser traduzida assim:
1.2. Função cosseno

 π
∀x ∈ ℝ, cos x = sen  x + 
 2
D(f ) = ℝ
f ( x ) = cos x ⇒ 
Im(f ) = [ −1; 1] 14
1.3. Função tangente

Chama-se função tangente a função definida por


π
f ( x ) = tg x, x≠ + kπ , k ∈ ℤ
2
15
1.3. Função tangente

A função tangente também é periódica. Porém,


enquanto as funções seno e cosseno têm períodos iguais a
2π, a função tangente tem período igual a π.

16
1.3. Função tangente

Isso significa que a cada meia-volta a função


tangente repete-se em idênticas condições. Isto é,
 π 
∀x ∈ ℝ e ∀k ∈ ℤ,  x ≠ + kπ  ⇒ tg x = tg ( x + kπ )
 2  17
1.3. Função tangente

• De 0 a π/2 a tangente cresce de 0 a +∞.


• De π/2 a π a tangente cresce de -∞ a 0.

18
1.3. Função tangente

Daí em diante, a cada meia-volta, a tangente


comporta-se exatamente como na primeira meia-volta.

19
1.3. Função tangente

  π 
D(f ) =  x ∈ ℝ / x ≠ + kπ  (k ∈ ℤ)
f ( x ) = tg x ⇒   2 
Im(f ) = ℝ 20

1.4. Funções cotangente, se-
cante e cossecante

Por serem menos importantes que as demais


funções trigonométricas, serão apresentadas de
forma resumida, enfatizando-se o domínio e o
conjunto-imagem das funções cotangente, secante
e cossecante.

21
1.4. Funções cotangente, se-
cante e cossecante

P=π

D(f ) = { x ∈ ℝ / x ≠ kπ } (k ∈ ℤ )
f ( x ) = cotg x ⇒ 
Im(f ) = ℝ 22
1.4. Funções cotangente, se-
cante e cossecante

P = 2π

  π 
 D( f ) =  x ∈ ℝ / x ≠ + k π  (k ∈ ℤ )
f ( x ) = sec x ⇒   2  23
Im(f ) = {y ∈ ℝ / y ≤ −1 ou y ≥ 1}

1.4. Funções cotangente, se-
cante e cossecante

P = 2π

D(f ) = { x ∈ ℝ / x ≠ kπ } (k ∈ ℤ )
f ( x ) = cossec x ⇒ 
Im(f ) = {y ∈ ℝ / y ≤ −1 ou y ≥ 1}
24
2. Funções circulares inversas

As funções trigonométricas inversas são


também conhecidas como funções arco. Nessa
notação:

sen-1 x = arc sen x cos-1 x = arc cos x


tg-1 x = arc tg x cotg-1 x = arc cotg x
sec-1 x = arc sec x cossec-1 x = arc cossec x

25
7.1. Função arco-seno

A função de domínio ℜ definida por


f(x) = sen x não admite função inversa por não ser
injetora(*).

Nota: Uma função f é chamada injetora se cada elemento de seu conjunto-


imagem é imagem de um único elemento do domínio. 26
7.1. Função arco-seno

Porém, restringindo o domínio da função


seno ao intervalo [- π/2, π/2] é possível definir sua
inversa, que é chamada função arco-seno e é
denotada pelo símbolo arc sen.
Por exemplo, a sentença
π 1
= arc sen
6 2
significa:
π 1
é o arco cujo seno é igual a
6 2

27
7.1. Função arco-seno

Definição:

 π π
Para x ∈ [ −1; 1] e y ∈  − ;  , a função arco-
 2 2
seno é definida pela sentença

y = arc sen x ⇔ sen y = x

28
7.1. Função arco-seno

Veja estes exemplos:


π 1 π  1
a) = arc sen , pois sen   =
6 2 6 2
π  π
b ) - = arc sen( −1), pois sen  −  = −1
2  2
Este esquema mostra que a função arco-
seno é a inversa da função seno:

29
7.1. Função arco-seno

Gráfico de f(x) = arc sen x

30
2.1. Função arco-seno

Se considerarmos a função seno restrita ao


intervalo [-π/2, π/2] e com contradomínio [-1, 1],
isto é,
g: [-π/2, π/2] → [-1, 1]
tal que g(x) = sen x, a função g admitirá inversa e
g-1 será denominada função arco-seno. Notemos
que g-1 tem domínio [-1, 1], contradomínio [-π/2,
π/2] e associa a cada x ∈ [-1, 1] um y ∈ [-π/2, π/2]
tal que y é um arco cujo seno é x (indica-se y = arc
sen x). Temos, portanto, que:
y = arc sen x ⇔ sen y = x e -π/2 ≤ y ≤ π/2
31
2.1. Função arco-seno

32
7.2. Função arco-cosseno

A exemplo da função seno, a função cosseno


não admite inversa quando seu domínio é o
conjunto ℜ. Assim, para definir a inversa da
função cosseno, vamos restringir o seu domínio ao
intervalo [0; π].

33
7.2. Função arco-cosseno

A inversa da função cosseno é chamada


função arco-cosseno e é denotada por arc cos.

Definição:

Para x ∈ [ −1; 1] e y ∈ [0; π ], a função arco-cosse-


no é definida pela sentença

y = arc cos x ⇔ cos y = x

34
7.2. Função arco-cosseno

Veja estes exemplos:


π 3 π  3
a) = arc cos , pois cos   =
6 2 6 2
b ) π = arc cos( −1), pois cos (π ) = −1
Este esquema mostra que a função arco-
cosseno é a inversa da função cosseno:

35
7.2. Função arco-cosseno

Gráfico de f(x) = arc cos x

36
2.2. Função arco-cosseno

Se considerarmos a função cosseno restrita


ao intervalo [0, π] e com contradomínio [-1, 1], isto
é,
g: [0, π] → [-1, 1]
tal que g(x) = cos x, a função g admitirá inversa e
g-1 será denominada função arco-cosseno. Notemos
que g-1 tem domínio [-1, 1], contradomínio [0, π] e
associa a cada x ∈ [-1, 1] um y ∈ [0, π] tal que y é
um arco cujo cosseno é x (indica-se y = arc cos x).
Temos, portanto, que:
y = arc cos x ⇔ cos y = x e 0 ≤ y ≤ π
37
2.2. Função arco-cosseno

38
7.3. Função arco-tangente

Para definir o inverso da função tangente,


vamos restringir o inverso da mesma ao intervalo
(-π/2, π/2). Observe o gráfico seguinte e note que,
nesse intervalo, a função tangente é bijetora.

39
7.3. Função arco-tangente

A inversa da função tangente é chamada


função arco-tangente e é denotada por arc tg.

Definição:

 π π
Para x ∈ ℝ e y ∈  − ;  , a função arco-tan-
 2 2
gente é definida por

y = arc tg x ⇔ tg y = x

40
7.3. Função arco-tangente

Observe estes exemplos:


π π 
a) = arc tg (1) , pois tg   = 1
4 4
π  π
b ) - = arc tg( − 3 ), pois tg  −  = − 3
3  3

41
7.3. Função arco-tangente

Gráfico de f(x) = arc tg x

42
2.3. Função arco-tangente

Se considerarmos a função tangente


restrita ao intervalo aberto (-π/2, π/2) e com
contradomínio ℜ, isto é,
g: (-π/2, π/2) → ℜ
tal que g(x) = tg x, a função g admitirá inversa e g-1
será denominada função arco-tangente. Notemos
que g-1 tem domínio ℜ, contradomínio (-π/2, π/2) e
associa a cada x ∈ ℜ um y ∈ (-π/2, π/2) tal que y é
um arco cuja tangente é x (indica-se y = arc tg x).
Temos, portanto, que:
y = arc tg x ⇔ tg y = x e -π/2 ≤ y ≤ π/2
43
2.3. Função arco-tangente

44
2.4. Quadro resumo

Atenção! Nenhuma função trigonométrica


possui inversa, o que fazemos aqui é a modificação
do domínio destas funções, criando assim novas
funções que sejam inversíveis.

45
2.4. Quadro resumo

Função trigonométrica com


Função trigonométrica Inversa trigonométrica
domínio modificado
y = sen x y = sen x y = sen-1 x = arc sen x
Domínio: (-∞, +∞) Domínio: [- π/2, π/2] Domínio: [-1, 1]
Imagem: [-1, 1] Imagem: [-1, 1] Imagem: [- π/2, π/2]
y = cos x y = cos x y = cos-1 x = arc cos x
Domínio: (-∞, +∞) Domínio: [0, π] Domínio: [-1, 1]
Imagem: [-1, 1] Imagem: [-1, 1] Imagem: [0, π]
y = tg x y = tg x y = tg-1 x = arc tg x
Domínio: {x ∈ ℜ/x ≠ π/2 + k π, k ∈ Z} Domínio: (- π/2, π/2) Domínio: (-∞, +∞)
Imagem: (-∞, +∞) Imagem: (-∞, +∞) Imagem: (- π/2, π/2)
y = cotg x y = cotg x y = cotg-1 x = arc cotg x
Domínio: {x ∈ ℜ/x ≠ k π, k ∈ Z} Domínio: (0, π) Domínio: (-∞, +∞)
Imagem: (-∞, +∞) Imagem: (-∞, +∞) Imagem: (0, π)
y = sec x y = sec x y = sec-1 x = arc sec x
Domínio: {x ∈ ℜ/x ≠ π/2 + k π, k ∈ Z} Domínio: [-π, -π/2) U [0, π/2) Domínio: (-∞, 1] U [1, + ∞)
Imagem: (-∞, 1] U [1, + ∞) Imagem: (-∞, 1] U [1, + ∞) Imagem: [-π, -π/2) U [0, π/2)
y = cossec x y = cossec x y = cossec-1 x = arc cossec x
Domínio: {x ∈ ℜ/x ≠ k π, k ∈ Z} Domínio: (-π, -π/2] U (0, π/2] Domínio: (-∞, 1] U [1, + ∞)
46
Imagem: (-∞, 1] U [1, + ∞) Imagem: (-∞, 1] U [1, + ∞) Imagem: (-π, -π/2] U (0, π/2]
3. Derivadas das funções trigo-
nométricas inversas

Aqui, usaremos a diferenciação implícita


para determinar as derivadas das funções
trigonométricas inversas, supondo que essas
funções sejam diferenciáveis.

47
3.1. Derivada de arc sen x

Lembre-se que a função inversa da função


seno é dada por sen-1 x = arc sen x.
y = sen-1 x significa sen y = x e -π/2 ≤ y ≤ π/2
Diferenciando sen y = x implicitamente em
relação a x obtemos
dy dy 1
cos y =1 ⇒ =
dx dx cos y

Agora cos y ≥ 0, uma vez que -π/2 ≤ y ≤ π/2,


logo:
cos y = 1 − sen2 y = 1 − x 2
48
3.1. Derivada de arc sen x

dy 1 1
= =
dx cos y 1− x 2
Portanto
d
( −1
)
sen x =
1
dx 1− x 2

49
3.2. Derivada de arc cos x

Lembre-se que a função inversa da função


cosseno é dada por cos-1 x = arc cos x.
y = cos-1 x significa cos y = x e 0≤y≤π
Diferenciando cos y = x implicitamente em
relação a x obtemos
dy dy 1
−sen y =1 ⇒ =−
dx dx sen y

Agora sen y > 0, uma vez que 0< y< π, logo:

sen y = 1 − cos2 y = 1 − x 2
50
3.2. Derivada de arc cos x

dy 1 1
=− =−
dx sen y 1− x 2

Portanto

d
( −1
)
cos x = −
1
dx 1− x 2

51
3.3. Derivada de arc tg x

Lembre-se que a função inversa da função


tangente é dada por tg-1 x = arc tg x.
y = tg-1 x significa tg y = x e -π/2 ≤ y ≤ π/2
Diferenciando tg y = x implicitamente em
relação a x obtemos
dy dy 1
sec 2 y =1 ⇒ =
dx dx sec 2 y

Da identidade sec2 y = 1 + tg2 y, temos

sec 2 y = 1 + tg2 y = 1 + x 2
52
3.3. Derivada de arc tg x

dy 1 1
= =
dx sec 2 y 1 + x 2

Portanto

d
dx
( )
tg−1 x =
1
1+ x 2

53
3.4. Derivada de arc cotg x

Lembre-se que a função inversa da função


cotangente é dada por cotg-1 x = arc cotg x.
y = cotg-1 x significa cotg y = x e 0≤y≤π
Diferenciando cotg y = x implicitamente em
relação a x obtemos
dy dy 1
−cossec 2 y =1 ⇒ =−
dx dx cossec 2 y

Da identidade cossec2 y = 1 + cotg2 y, temos

cos sec 2 y = 1 + cotg 2 y = 1 + x 2

54
3.4. Derivada de arc cotg x

dy 1 1
=− =−
dx 2
cossec y 1+ x 2

Portanto

d
dx
( )
cotg−1 x = −
1
1+ x 2

55
3.5. Derivada de arc sec x

Lembre-se que a função inversa da função


secante é dada por sec-1 x = arc sec x.
y = sec-1 x significa sec y = x e
{y ∈ ℜ/ [- π, -π/2) U [0, π/2)}
Diferenciando sec y = x implicitamente em
relação a x obtemos
dy dy 1
sec y tg y =1 ⇒ =
dx dx sec y tg y

Da identidade tg2 y = sec2 y - 1, temos

tg y = sec 2 y − 1 = x 2 − 1 56
3.5. Derivada de arc sec x

dy 1 1
= =
dx sec y tg y x x 2 − 1

Portanto

d
( −1
sec x =) 1
dx x x2 − 1

57
3.6. Derivada de arc cossec x

Lembre-se que a função inversa da função


cossecante é dada por cossec-1 x = arc cossec x.
y = cossec-1 x significa cossec y = x e
{y ∈ ℜ/ (-π, -π/2] U (0, π/2]}
Diferenciando cossec y = x implicitamente
em relação a x obtemos

dy dy 1
−cossec y cotg y =1 ⇒ =−
dx dx cossec y cotg y

Da identidade cotg2 y = cossec2 y - 1, temos

cotg y = cossec 2 y − 1 = x 2 − 1 58
3.6. Derivada de arc cossec x

dy 1 1
=− =−
dx cossec y cotg y x x2 − 1

Portanto
d
( −1
)
cossec x = −
1
dx x x2 − 1

59
3.7. Resumo

Se u for uma função de x, derivável,

d
(
sen−1 u =
1 du
)
d
( −1
cotg u = − ) 1 du
1 + u 2 dx
dx 1 − u 2 dx dx

d
(
cos−1 u = − ) 1 du d
(−1
sec u = ) 1 du
dx 1 − u 2 dx
dx u u 2 − 1 dx

d −1
(
tg u = )
1 du
1 + u 2 dx
d
( −1
cossec u = − ) 1 du
dx dx u u 2 − 1 dx

60
4. Exemplos

Exemplo 1: Derive y = sen-1 x2.

d
( )
sen−1 u =
1 du
dx 1 − u 2 dx
d
(
sen−1 x 2 = ) 1
2x
dx
( )
2
1− x 2
d
( −1
sen x =
2 2x
)
dx 1− x 4

61
4. Exemplos

−1 1
Exemplo 2: Derive f ( x ) = tg
x +1
 1 
d
( )
tg−1 u =
1 du
=
1
⋅− 
1 + u dx  1   ( x + 1) 

2 2 2
dx
1+  
 x + 1
d  −1 1  1  1 
tg = ⋅− 
dx  x + 1  ( x + 1)2 1  ( x + 1)2 
+  
( x + 1) ( x + 1)
2 2

d  −1 1  1  1 
 tg  = 2 ⋅− 
x + 1  x + 2x + 1 + 1  ( x + 1) 
2
dx 

( x + 1)
2

( x + 1)
2  
d  −1 1  − 1 =− 1
tg = ⋅
dx  x + 1  x 2 + 2 x + 2  ( x + 1)2  x 2 + 2x + 2 62
 
4. Exemplos

x
Exemplo 3: Derive y = x 3 cotg−1
3
 
dy x  1  1
= 3 x 2 ⋅ cotg−1 + x ⋅−
3
2
⋅
dx 3  1+ x  3
 
 9 
 
dy x  x3  1
= 3 x 2 ⋅ cotg−1 − ⋅
dx 3  9 + x2  3
 
 9 
dy −1 x 9 x3 1
= 3 x ⋅ cotg
2
− ⋅
dx 3 9+x 3 2

dy −1 x 3x3
= 3 x ⋅ cotg
2

dx 3 9 + x2 63
4. Exemplos

x −1
Exemplo 4: Ache dy/dx se ln ( x + y ) = tg  
y
dy dy dy
y ⋅ 1− x ⋅ 1+ y −x
1  dy  1 dx ⇒ dx = 1 dx
⋅ 1+  = ⋅ ⋅
x+y  dx  x
2
y2 x+y x 2
y2
1+   1+ 2
y y
dy dy dy dy
1+ y −x 1+ 2 y − x
dx = 1
⋅ dx ⇒ dx = y ⋅ dx
x+y y +x
2 2
y 2
x+y y +x
2 2
y 2

2
y
dy dy
1+ y −x
x+y
dx =
y 2 + x2
( dx
) (
dx ⇒ y 2 + x 2 + y 2 + x 2 ⋅ dy = xy + y 2 − x 2 + xy ⋅ dy
dx
)
(y 2 + x2 ⋅ )
dy
dx
( )
+ x 2 + xy ⋅
dy
dx
(
= xy − x 2 ⇒ 2 x 2 + xy + y 2 ⋅ )
dy
dx
= xy − x 2

dy xy − x 2 dy x (y − x)
= ⇒ = 64
dx 2 x 2 + xy + y 2 dx 2 x 2 + xy + y 2
4. Exemplos

Exemplo 5: Derive a função f ( x ) = sec −1 ( 3e x )

f '(x) =
1
(
⋅ 3e x )
(3e )
2
3e x x
−1

f '(x) =
1
(
⋅ 3e x )
( 3e )
2
3e x x
−1
1
f '(x) =
9e 2 x − 1

65
4. Exemplos

−1 1
Exemplo 6: Derive a função f ( x ) = x cos sec
x
 
 
1  1  1  
f ' ( x ) = cossec −1 + x  − ⋅  − 2 
 1  1  −1 
x 2 x 


 x x  
 
 
 
1 −x 2  1 
f ' ( x ) = cossec −1 +  ⋅ − 2
x  2 
 1 − x  x  
 x2 
 
 
f ' ( x ) = cossec −1 + 
1 1 

x
 1− x 2 
 x 
1  x 
f ' ( x ) = cossec −1 +   66
x  1− x 2 
4. Exemplos

No exemplo a seguir, um observador está


olhando um quadro colocado em uma parede. Veja a
figura a seguir. Quando o observador está
afastado da parede, o ângulo segundo o qual ele vê
o quadro é pequeno. À medida que o observador se
aproxima da parede, o ângulo irá aumentando, até
atingir um valor máximo. Então, se o observador
continuar se aproximando, o ângulo diminuirá.
Quando o ângulo for máximo, diremos que o
observador tem a “melhor visão” do quadro.

67
4. Exemplos

Exemplo 7: Um quadro com 1 m de altura é


colocado em uma parede de tal forma que sua base
esteja 2 m acima do nível dos olhos de um
observador. Quantos metros o observador deverá
se afastar da parede, para obter a melhor visão do
quadro, isto é, para que o ângulo segundo o qual ele
vê o quadro seja o máximo?

68
4. Exemplos

Seja x m a distância do observador até a


parede, θ a medida em radianos do ângulo segundo
o qual o observador vê o quadro, α a medida do
ângulo em radianos, segundo o qual o observador vê
a parte da parede acima do nível dos olhos e abaixo
do quadro, e β = α + θ.
Queremos encontrar o valor de x que irá
tornar θ um máximo absoluto. Como x está no
intervalo (0, +∞), o valor máximo absoluto de θ será
um valor máximo relativo.

69
4. Exemplos

Vemos, da figura, que:


x x
cotg β = e cotgα =
3 2

π π
Como 0 < β < e 0<α <
2 2
x x
β = cotg−1 e α = cotg−1
3 2

Substituindo esses valores de α e β na


relação θ = β - α.
x x
θ = cotg-1 − cotg-1
3 2
70
4. Exemplos

Derivando com relação a x, teremos:


1 1
dθ 3 2 3 2
=− + = − +
dx x
2
x
2
9 + x2 4 + x2
1+   1+  
3 2

Equacionando = 0 , iremos obter
dx

2(9 + x 2 ) − 3(4 + x 2 ) = 0
− x 2 + (18 − 12) = 0
x2 = 6
x ≅ 2,45
71
4. Exemplos

A solução -2,45 foi rejeitada por não estar


no intervalo (0, +∞). Os resultados do teste da
derivada primeira estão na tabela abaixo. Como o
valor máximo relativo de θ é um valor máximo
absoluto, concluímos que o observador deve ficar a
aproximadamente 2,45 m da parede.

Conclusão

0 < x < 2,45 +

x = 2,45 0 (θ tem um valor máximo relativo)

2,45 < x < ∞ -

72