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A aceleração dos movimentos:

A maioria dos movimentos sofre constantes alterações de velocidade (Ex: arranque e travagem). Estas
alterações são calculadas pela aceleração.
Aceleração média (am) - É a variação de velocidade de um móvel por unidade de tempo. É uma grandeza
vectorial.

Aceleração média = variação de velocidade  am = vf – vi m/s


T segundos ( s)

A unidade S.I. para o valor de aceleração média é o metro/segundo2 (m/s2).


A aceleração média é uma grandeza vectorial, simboliza-se por am

Movimentos variados:

Quando o movimento do automóvel ocorre com variações de velocidade ao longo do tempo, ou seja,
a velocidade não é constante.

Movimento Uniforme:

No movimento rectilíneo uniforme não


existe aceleração.

Movimento Rectilíneo Acelerado:


Movimento Rectilíneo Retardado:

Movimento rectilíneo uniformemente acelerado / retardado:

A aceleração é constante, tendo a mesma direção e sentido da velocidade. - Movimento rectilíneo


uniformemente acelerado
A aceleração é constante, tendo a mesma direção mas sentido contrário ao da velocidade. - Movimento
rectilíneo uniformemente retardado.

Gráficos aceleração – tempo:

Movimento rectilíneo uniformemente acelerado:

a (m/s2) No movimento rectilíneo uniformemente


acelerado o valor da aceleração é
constante e positivo.
2

t (s)

Movimento rectilíneo uniformemente retardado:

a (m/s2) No movimento rectilíneo uniformemente


t (s) retardado o valor da aceleração é
constante e negativo.
-2
Forças do movimento:

Caracterização e representação das forças:

A força é uma grandeza vectorial, por isso, representa-se por vectores. Um vector é um segmento de
recta orientado.
Simboliza-se por F
A unidade SI de força é o newton (N).

Os elementos que caracterizam uma força são:

 Ponto de aplicação
 Direcção
 Sentido
 Intensidade

Exemplos:

Caracterização da força F1

 Ponto de aplicação: o ponto A


 Direcção: horizontal
 Sentido: da esquerda para a direita
 Intensidade: 20 N

Caracterização da força F2

 Ponto de aplicação: o ponto B


 Direcção: vertical
 Sentido: de cima para baixo
 Intensidade: 80 N

Força resultante:

A força resultante de um conjunto de forças que actuam num corpo é a força única equivalente a todas as
forças desse conjunto.

O vector que representa a força resultante é a soma dos vectores que representam as várias forças.

Para determinar a força resultante é necessário ter em conta que os vectores que representam essas
forças podem apresentar:

- a mesma direcção e o mesmo sentido


- a mesma direcção e sentidos opostos
- direcções diferentes.
A intensidade da força resultante calcula-se de modos diferentes.

 Quando as forças têm a mesma direcção e o mesmo sentido: a intensidade da força resultante
é igual à soma das intensidades das forças.

 Quando as forças têm a mesma direcção e sentidos opostos: a intensidade da força resultante
é igual à diferença das intensidades das forças.

 Quando as forças têm a direcções perpendiculares entre si: a intensidade da força resultante
calcula-se aplicando o teorema de Pitágoras.

 Quando as forças têm a direcções diferentes: a intensidade da força resultante pode calcular-
se usando a regra do paralelogramo.
Leis de Newton:

1ª lei de newton – lei da inércia:

As duas forças que são sempre exercidas no corpo: a normal ( N ) e o Peso ( P )

N – força que o chão exerce no corpo

P – força que a terra exerce no corpo ( força da gravidade )

N
Sabendo que as forças têm intensidades iguais: *
mesma direção e sentidos opostos subtraem-se
as forças.

Força resultante = 0 Newtons

Quando um corpo está sujeito a um conjunto de forças cuja resultante é nula, a sua velocidade não se
altera. O corpo pode estar em repouso ou ter movimento rectilíneo uniforme.

Inércia
Oposição que o corpo oferece às alterações do estado de repouso e de movimento a que fica submetido.
Um corpo em movimento rectilíneo e uniforme tende a continuar em movimento rectilíneo e uniforme; um
corpo em repouso tende a continuar em repouso.

1ª Lei de Newton ou Lei da inércia


Qualquer corpo permanece no estado de repouso ou de movimento rectilíneo uniforme se a
resultante das forças que actuam sobre esse corpo for nula.

A massa de um corpo é uma medida da inércia desse corpo:

 Quanto maior for a massa do corpo, maior vai ser a sua inércia, mais difícil se torna alterar a sua
velocidade.
 Quanto menor for a massa do corpo, menor vai ser a sua inércia, mais fácil se torna alterar a sua
velocidade.

Lei fundamental da dinâmica – 2ª lei de Newton

Um corpo sujeito a um sistema de forças cuja resultante não é nula tem movimento com velocidade
variável, ou seja, tem aceleração.
Lei fundamental da dinâmica
A força resultante do conjunto das forças que actuam num corpo é directamente proporcional à massa do
corpo e à aceleração adquirida por este. A aceleração tem a mesma direcção e o sentido da resultante de
forças.

A aceleração que o corpo adquire, depende de duas variáveis:


 da resultante das forças aplicadas no corpo
 da massa do corpo.

- quanto maior for a massa do corpo, menor será o valor da aceleração


- quanto maior for a intensidade da força resultante aplicada no corpo, maior será o valor da aceleração

A aceleração adquirida por um corpo é diretamnete proporcional à intensidade da resultante das forças
que atuam sobre o corpo, tem a mesma direção e sentido dessa força resultante e é inversamente
proporcional á sua massa.

Fr = Newtons ( N )
Fr = m x a ou Fr = m m = kg
a a = m/s2

Qual é a aceleração de um corpo sujeito apenas ao seu próprio peso:


O peso de um corpo é a força que a terra o atrai.
O valor da aceleração gravítica depende do lugar onde o corpo se encontra. No nosso país, a aceleração é
9,8 m/s2

O peso e a massa de um corpo relacionam-se, de acordo com a 2ª lei de Newton, pela expressão:

P=mxg  P = m x 9,8 ou m = p
9,8

P = m x 9,8

N kg m/s2

Lei da Ação-Reação ou 3ª lei de Newton

O par ação-reação apresenta características muito


especificas:
 As forças estão aplicadas em corpos diferentes
( pontos de aplicação diferentes)
 Têm a mesma direção
 Tem a mesma intensidade
 Sentidos opostos
Exemplo:

Força que o chão exerce na bola As duas forças não são par ação-reação
pois estão aplicadas no mesmo corpo, têm o
mesmo ponto de aplicação.

Segunda a 3ª lei de newton, as forças têm


Força que a bola exerce no chão
de ser apliadas em corpos diferentes.

Força de colisão:

N Fr = Força que a parede exerce no carro

Fr Fr = Força de colisão

Fcolisão = m x a 

Fcolisão = m x ( vf – vi )  Fcolisão = m x ( 0 – vi )  Fcolisão = m x ( – vi )

T t t

Calcular a intensidade da força numa colisão:

O sinal – apenas nos indica o sentido do movimento


( contrario ao do movimento )

A intensidade da força de colisão é tanto maior quando:


 Maior for a massa do veiculo
 Maior for a velocidade do veícolo no momento da colisão
 Maior for o tempo da colisão

Fatores que diminuem os efeitos da força de colisão:


 Uso do cinto de segurança
 Utilização do encosto de cabeça
 Aibag
 Utilização do capacete
Forças de atrito

Força que se opõe ao movimento de um corpo devido a interacção com a superfície de contacto.

Caracterização das forças de atrito:

Direção – Horizontal
Sentido – Contrário ao do movimento
Intensidade – Depende do problema
Ponto de aplicação – depende do problema ( corpo )

Factores que influenciam a intensidade das forças de atrito:

 Tipo de superfície em contacto:


- maior é a intensidade de atrito – superfície rugosa
- Menor é a intensidade de atrito – superfície polida

 A massa ou peso do corpo:


- Menor é a intensidade de atrito – Menor massa
- Maior é a intensidade de atrito – Maior massa

A área da superfície em contacto – a força de atrito não depende da área da superfície em contacto.

Atrito útil e prejudical:

Atrito útil: Processos que aumentam o atrito


 Chuteiras com pitões
 Usar sapatilhas em vez de sapatos com sola lisa
 Utilização de correntes nos pneus onde existe neve
 Relevo dos pneus

Atrito prejudicial: Processos que diminuem o atrito


 Ciclistas dobram-se na bicicleta para diminuir o atrito entre o seu corpo e o ar
 As estradas são alcatroadas para reduzir o atrito
 Carros e aviões têm formas diferentes para reduzir o atrito

Beatriz Quintas
9ºA Nº4