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Empreendedorismo na Ciência Econômica

As escolas clássica, neoclássica e Keynesiana de economia, e, em geral, o dito mainstream econômico dificilmente tratam da existência do empreendedor, isto se dá por conta do fato de que estas escolas de pensamento econômico tendem, de acordo com Block, Bernett and Wood (2002) [3] a usar o chamado modelo de equilíbrio geral no qual as empresas estão inseridas num modelo de competição perfeita caracterizada por:

homogeneidade nos produtos e serviços, tamanho reduzido das empresas de maneira a serem incapazes de influenciar os preços de mercado e informação completa e disponível para todos os participantes do mercado. Neste tipo de ambiente não há espaço para mudança, para inovação e assim não há espaço para o empreendedor, salientam os autores:

Se o modelo neoclássico de competição perfeita fosse uma explicação correta da realidade, ou se fosse mesmo próximo disso, não haveria a necessidade de propaganda, marketing, brokering [atravessadores] ou de nenhuma outra instituição que lida com a falta de conhecimento sobre produtos ou serviços por parte de produtores ou consumidores

Apesar disso, e de certa maneira algo controverso, é sabido que o papel do empreendedor de criar e implementar inovação está no centro de qualquer tipo de modelo econômico que funcione bem a longo prazo. Como diz Schumpeter (1942), ele é o agente responsável pela destruição criativa e portanto, pelo interminável fluxo de novidades e mudanças oferecidas pelas empresas aos consumidores no mercado.

Uma das únicas escolas de economia que de fato estuda o empreendedor é a Escola Austríaca, nela o empreendedor é considerado o centro da atividade econômica e o agente da mudança (Kirzner, 1997 [4] ; Salerno, 2008 [5] ).

Na economia Segundo a tradição austríaca, tudo começa com o valor subjetivo, não importa o que as empresas pensam sobre seus produtos, só os consumidores é que apontarão o valor dos produtos e pagarão por eles de acordo com o valor percebido, conceito este muito ligado à democracia do mercado, como defendia Mises (Peterson, 2005 [6] ). Como defende Hunt (2002) [7]

“’valor’ é a soma de todos os benefícios que os consumidores percebem que irão receber se eles aceitarem uma oferta específica no mercado”.

É a subjetividade do valor que faz com que uma vasta gama de produtos e serviços esteja disponível numa economia de livre mercado, produtos estes provenientes das mais diferentes companhias, os nichos emergem e as empresas se apoiam nas inovações para descobrir e especialmente criar novos mercados.

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