Vous êtes sur la page 1sur 15

A IMPORTÂNCIA DA DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS NA GESTÃO DAS

MICRO E PEQUENAS EMPRESAS

Afonso Morsch¹
Heitor Luís Konzen²

RESUMO

Este artigo procura evidenciar a importância das Demonstrações Contábeis


como ferramenta de gestão para as micro e pequenas empresas. Apresenta um
estudo de caso sobre a utilidade dessas informações para as micro e pequenas
empresas, devido à relevância que essas empresas assumem no nosso
desenvolvimento econômico. Para fundamentar o estudo, foram usados como
referenciais teóricos reflexões sobre Contabilidade de autores como Franco,
Iudicibus, Marion, normas técnicas emitidas pelo Conselho Federal de
Contabilidade, assim como informações buscadas na legislação em vigor no
Brasil. A pesquisa mostra que as demonstrações contábeis são uma importante
ferramenta na gestão das empresas e não apenas uma obrigação legal. A
contabilidade possui ferramentas que podem repassar informações valiosas
para a tomada de decisões da empresa, independente do seu porte. O trabalho
também apresenta a importância da Contabilidade Gerencial devido à
necessidade dos empresários em terem informações uteis para administrar suas
empresas de forma eficiente. Uma administração, baseada em informações
objetivas e bem elaboradas, permite uma tomada de decisões mais segura e
evita riscos desnecessários as empresas.

Palavras-chave: Contabilidade, Demonstrações Contábeis, Contabilidade


Gerencial, Micro e Pequenas Empresas.

ABSTRACT
This article aims to show the importance of accounting statements as
management tool for micro and small enterprises. It presents a case study on the
utility of that information for those companies, due its relevance to our economic
development. Theoretical reflexions on accounting by authors such as Franco,
Iudícibus, Marion, technical norms emitted by the Federal Council of Accounting,
as well as information from Brazilian Legislation were used in order to support
that study. The research shows that accounting demonstrations are an important
tool for management and not only legal obligations. Accounting has tools which
can pass on valuable information for the company`s decision making process,
regardless of its size. This work also presents the importance of Management
Accounting due the need to have useful information to effectively manage
companies. An administration based on objective information, allows safer
decision making and avoids unnecessary risks for the companies.

Key-words: Accounting, Demonstrations, Management Accounting, Micro and


Small enterprises.
1 Introdução

Abrir uma micro ou pequena empresa no mercado brasileiro é um objetivo


de muitos empreendedores. Após anos trabalhando como empregados pensam
em ter seu próprio negócio, tornando-se independentes. Para isso esses
empreendedores passam a desempenhar um cargo administrativo, sendo que
muitas vezes possuem o conhecimento técnico da área em que pretendem
atuar, mas não tem a experiência de ter exercido um cargo executivo. Acabam
deparando-se com problemas de administração de pessoal, produção, compras,
capital de giro, entre outros. Evitam a ajuda de especialistas, achando que o
auxílio estará associado a algum custo, pois irão procurar profissionais
buscando gastar pouco, utilizando o contabilista apenas para executar
obrigações junto ao Fisco, como a constituição da empresa, regularização junto
a órgãos burocráticos, pagar impostos, taxas e contribuições. Com isso, o
empresário acaba prendendo-se a problemas rotineiros e perdendo a visão do
negócio, não tendo um bom planejamento e até perdendo oportunidades.
O contador, ao qual a função básica é “produzir informações úteis aos
usuários da Contabilidade para a tomada de decisões” (MARION, 2007, p.25),
poderia ser um forte aliado os empreendedores, que se enquadram dentro do
grupo de usuários da contabilidade. O contador, através de informações, pode
ajudar na avaliação de desempenho, da tomada de decisões e até auxiliar a
projetar uma expansão dos seus negócios. Essas informações podem ser
repassadas aos empreendedores através das demonstrações contábeis, que
representam a “exposição resumida e ordenada de dados colhidos pela
contabilidade” (MARION, 2007, p.39). O objetivo dessas demonstrações é
relatar aos seus usuários as informações relativas aos fatos ocorridos em um
determinado período.
Embora o contabilista esteja presente na maioria das empresas
brasileiras, é comum se deparar com micro e pequenos empresários que nunca
sequer tiveram em suas mãos um balanço patrimonial para auxiliá-los na
tomada de decisões, devido a isso, o objetivo desse trabalho será demonstrar a
importância das informações contábeis para as micro e pequenas empresas, de
forma que essas informações possam ser uma ferramenta indispensável para
gestão de seus negócios e não apenas para cumprir obrigações legais. É
fundamental que essas demonstrações reflitam a real situação financeira e
patrimonial da empresa, podendo resultar em um aumento de vida útil, ou de um
crescimento da empresa, de forma a resultar positivamente para os
empreendedores, assim como para o contador, de forma que seus serviços
serão mais valorizados, já que muitos empresários hoje em dia ainda pensam
que a contabilidade é uma maneira fácil de trabalho, pois somente se lembram
dos lançamentos e apuração de impostos, entradas e saídas de mercadorias,
porem com a diversidade de empresas hoje em nosso país, pode se dizer que
cada empresa tem uma contabilidade diferente, e que nenhuma é igual à outra.
Uma empresa pode ter mais funcionários, outra menos, uma busca crescimento
imediato, outra prefere deixar acontecer lentamente, e outros que passam tempo
sem nem ao menos aparecer para se inteirar dos assuntos que podem
influenciar sua empresa.
Os demonstrativos se elaborados com dados mais precisos, poderiam ser
mais detalhados e objetivos, para auxiliar o empresário na gestão, porém, na
visão do empresário hoje, é somente preciso querer ganhar e pagar impostos,
com isso atrapalha a rotina contábil que passa a servir apenas para apuração de
impostos, o que é pode ser considerado um desperdício de tempo.
Boa parte das empresas, principalmente as micros e pequenas, encerram
suas atividades ainda nos primeiros anos de existência. Consideram como
principais responsáveis “a carga tributária, os encargos sociais, a falta de
recursos, os juros altos, etc., fatores esses que, sem duvida, contribuem para
debilitar as empresas” (MARION, 2007, p.24). Realmente esses fatores ocorrem
e tem um grande peso na administração de micro e pequenas empresas, mas
na verdade os problemas geralmente estão concentrados “na má gerência, nas
decisões tomadas sem respaldo, sem dados confiáveis” (MARION, 2007, p.24).
A Contabilidade Gerencial é uma ferramenta que fornece informações
para o andamento e continuidade das empresas, enfoca o planejamento, o
controle e a tomada de decisão, é aplicada em todos os setores de uma
empresa. Tem por objetivo auxiliar os empresários na tomada de decisões,
sendo esse um dos maiores objetivos da Ciência Contábil, e é o contador quem
fornece essas informações, que faz toda a diferença em uma decisão.
O contador deve estar preparado para auxiliar o empreendedor na
definição do seu negócio, mas essa decisão não deve ficar somente nas mãos
do profissional contábil. O empreendedor deve ter conhecimento de quais
informações deverá solicitar ao seu contador para tomar as decisões
corretamente, a fim de manter sua empresa de forma legal e rentável. Com
essas informações nas mãos deverão se reunir periodicamente para avaliação
do desempenho da empresa, comparando com períodos anteriores. Há uma
ligação entre a Contabilidade e o processo de informação nas empresas, tendo
o compromisso de transformar os fatos, em informações úteis para o
planejamento, auxiliando os empresários na tomada de decisão. Se os
empresários souberem usar a contabilidade no seu todo como uma ferramenta
na sua tomada de decisão, será quase impossível que a empresa chegue um
momento difícil sem que o empresário já não esteja ciente e preparado para a
situação.
A sobrevivência das empresas está relacionada à capacidade de antever
cenários adversos ou desfavoráveis, a fim de se realizar mudanças rápidas para
se adaptar a novas realidades, podendo a contabilidade ser fundamental para
orientar os empreendedores nas decisões que precisam ser tomadas.

2 Referencial Teórico

2.1 Conceito e Objetivo da Contabilidade

A contabilidade é uma ciência que estuda e controla o patrimônio das


empresas. Para Marion “a Contabilidade é o instrumento que fornece o máximo
de informações uteis para a tomada de decisão dentro e fora da empresa. Ela é
muito antiga e sempre existiu para auxiliar as pessoas a tomarem decisões”
(2008, p.26).
Por meio da contabilidade é possível conhecer toda estrutura econômica
e financeira das entidades. Através de registros, a contabilidade acumula e
resume dados relacionados com o patrimônio das empresas.
O objeto principal da contabilidade é o patrimônio da entidade. Marion
define como objetivo principal da contabilidade “permitir a cada grupo de
usuários a avaliação da situação econômica da entidade, num sentido estático,
bem como fazer inferências sobre tendências futuras” (2007, p.26). Sua
finalidade é controlar, apurar e prestar informações sobre o patrimônio, que é
composto pelos bens direitos e obrigações da empresa.

2.2 Demonstrações contábeis

As demonstrações contábeis objetivam fornecer informações que sejam


uteis na tomada de decisões econômicas e para avaliação por parte de seus
usuários em geral. De acordo com Marion, “são uma exposição resumida e
ordenada de dados colhidos pela contabilidade” (MARION, 2007, p.39). O
objetivo dessas demonstrações é relatar aos seus usuários as informações
relativas aos fatos ocorridos em um determinado período.
As principais demonstrações contábeis são o balanço patrimonial,
demonstração de resultado do exercício, demonstração de lucros e prejuízos
acumulados, a demonstração de mutações do patrimônio líquido, e a
demonstração de fluxos de caixa, que devem ser apresentadas de acordo com
as Normas Brasileiras de Contabilidade, emitidas pelo Conselho Federal de
Contabilidade.
2.2.1 Balanço Patrimonial

Para Iudicíbus, o Balanço Patrimonial é a demonstração que tem por


objetivo mostrar a “situação financeira e patrimonial da empresa em
determinada data” (2008, p.6). Segundo Marion, “Reflete a Posição Financeira
em determinado momento, normalmente no fim do ano ou de um período pré-
fixado.” (2007, p.42).
O balanço patrimonial é constituído pelo Ativo, Passivo e Patrimônio
Liquido. De acordo com Marion, o Ativo “São todos os bens e direitos de
propriedade da empresa, que representam benefícios presentes ou benefícios
futuros para a empresa”. (2007, p.42), o Passivo representa “obrigações, dividas
e, num sentido mais amplo, são os financiamentos” (2007, p.45) e o Patrimônio
Liquido “evidencia recursos dos proprietários aplicados no empreendimento.”
(2007, p.46).

2.2.2 Demonstração de Resultado do Exercício (DRE)

A DRE é a demonstração que tem por objetivo apresentar os resultados


operacionais de uma entidade em um determinado período. De acordo com
Iudícibus, a Demonstração de Resultado do Exercício, “compara receitas com
despesas do período, reconhecidas e apropriadas” (2002, p.198). Para Marion, é
através da DRE que “observamos o grande indicador global de eficiência: o
retorno resultante do investimento dos donos da empresa (lucro ou prejuízo)”
(2007, p.112).

2.2.3 Demonstrativo de Lucros e Prejuízos Acumulados (DLPA)


A Demonstração de Lucros e Prejuízos Acumulados, de acordo com
Iudícibus “possibilita a evidenciação do lucro do período, sua distribuição e a
movimentação ocorrida no saldo da conta de Lucros e Prejuízos Acumulados”
(2008, p.403). Para Marion, essa demonstração “fornece a movimentação,
basicamente, de uma única conta do Patrimônio Líquido (Lucros Acumulados)”
(2007, p.415).
Para Iudícibus, esse demonstrativo é importante para “demonstrar
isoladamente o movimento da conta de Lucros ou Prejuízos Acumulados, para
não confundir sua movimentação com as do Resultado do Exercício, havendo
clara definição e segregação entre ambos” (2008, p.403).

2.2.4 Demonstrações de Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL)

De acordo com Iudícibus, é o demonstrativo que “faz clara indicação do


fluxo de uma conta para outra e indica e origem e o valor de cada acréscimo ou
diminuição no Patrimônio Líquido durante o exercício” (2008, p. 415).

2.2.5 Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC)

De acordo com Iudícibus, a Demonstração de Fluxo de Caixa “demonstra


a origem e a aplicação de todo dinheiro que transitou pelo Caixa em um
determinado período” (2002, p.220). Para Marion, “a Demonstração de Fluxo de
Caixa (DFC) indica a origem de todo dinheiro que entrou no Caixa, bem como a
aplicação de todo o dinheiro que saiu do Caixa em um determinado período, e,
ainda, o Resultado do Fluxo Financeiro” (2007, p.426) e ainda define que a DFC
“é uma demonstração dinâmica e também esta contida no Balanço, que, por sua
vez, é uma demonstração estática” (2007, p.426).
2.3 Micro e pequenas empresas

De acordo com dados do SEBRAE e DIEESE, “o bom desempenho da


economia brasileira na última década, aliado às políticas de crédito, vem
impulsionando a ampliação das micro e pequenas empresas (MPEs) no país”
(2011, p.19). Ainda conforme levantamentos realizados pelo SEBRAE e
DIESSE, “Em 2010, as micro e pequenas empresas foram responsáveis por
99% dos estabelecimentos, 51,6% dos empregos formais privados não-
agrícolas no país e quase 40% da massa de salários.” (2011, p.21).
A definição de Microempresa e Empresa de Pequeno Porte está
estabelecida no Art. 3º da Lei Complementar 123/2006, onde consideram-se
microempresas ou empresas de pequeno porte a sociedade empresária, a
sociedade simples, a empresa individual de responsabilidade limitada e o
empresário, devidamente registrados no Registro de Empresas Mercantis ou no
Registro Civil de Pessoas Jurídicas, conforme o caso, cuja a receita bruta
auferida no ano calendário se enquadre nos limites previstos na Lei.

2.5 Contabilidade Gerencial

A Contabilidade Gerencial é o ramo da Contabilidade que tem por objetivo


fornecer instrumentos a administração das empresas para auxiliar em suas
funções gerenciais. Ela está relacionada à área de controle e gerenciamento,
fornecendo informações para aqueles que estão dentro da empresa, de forma a
auxiliar os empresários a administrar seus negócios de maneira eficiente.
A Contabilidade Gerencial pode ser uma ferramenta a ser utilizada na
tomada de decisões das empresas, de forma que é mais interpretativa e
relevante quanto à situação real da empresa.
De acordo Iudícibus (2006), a Contabilidade Gerencial se caracteriza por
várias técnicas e procedimentos contábeis tratados na contabilidade financeira e
na contabilidade custos, numa forma de apresentação e classificação
diferenciada, de maneira a auxiliar os gerentes das entidades no seu processo
de tomada de decisão, sendo que o objetivo da contabilidade gerencial é
atender a todos usuários internos das empresas, com informações econômicas
para o processo de tomada de decisão, avaliando resultado.
De acordo com Iudícibus (2006, p.22), sobre a contabilidade gerencial
recaem todos os procedimentos contábeis e financeiros ligados a orçamento
empresarial, ao planejamento empresarial, ao fornecimento de informações para
a tomada de decisão.
A Contabilidade Gerencial visa identificar, mensurar, tolerar e avaliar as
informações sobre a situação econômica das empresas, auxiliando a gestão
para a melhor tomada de decisão. O mercado sofre constantes mudanças, e as
empresas necessitam cada vez mais de informações oportunas sobre a sua
situação, a fim de adequar suas operações a essas mudanças. Para Iudicíbus,
ela procura “suprir informações que se “encaixam” de maneira válida e efetiva
no modelo decisório do administrador” (2006, p.21).
A contabilidade gerencial tem um papel muito importante para as
empresas: analisar dados que auxiliam aos administradores e todos envolvidos
com a atividade das empresas, na tomada de decisão, facilitando assim
resultados eficientes e ágeis, fundamentais para o processo de gestão
empresarial. Ela fornece subsídios de grande valia para a administração das
empresas, fazendo com que administradores consigam analisar, mensurar,
interpretar as informações para a melhor tomada de decisão.
A Contabilidade Gerencial disponibiliza informações que se utilizam de
dados financeiros e operacionais, gerando relatórios adequados a empresa,
auxiliando e facilitando o processo decisório. As informações da Contabilidade
Gerencial incluem dados estimados, que podem ser usados pelos empresários
na condução das operações diárias, no planejamento das operações futuras e
no desenvolvimento das estratégias de negócios. Laurentino cita que “A
Contabilidade Gerencial capacita o empresário a assumir riscos, porque o
conscientiza e ajuda a escolher oportunidade de mercado e promove a visão
necessária sobre seu negócio.” (2008, p. 50).
A Contabilidade Gerencial é uma ferramenta que avalia o desempenho e
auxilia o planejamento, de forma que melhora os resultados das empresas,
trazendo benefícios tanto para as grandes quanto para as pequenas empresas.

3 Metodologia

Este artigo foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica, que


oferece meios que auxiliam na definição e resolução de problemas já
conhecidos. Segundo Marconi e Lakatos, a pesquisa bibliográfica é “um
procedimento reflexivo sistemático, controlado e crítico, que permite descobrir
novos fatos ou dados, relações ou leis, em qualquer campo de conhecimento”
(2010, p. 43), realizada através de pesquisa em livros, publicações de artigos,
dissertações e teses, onde foi possível colher, selecionar, analisar e interpretar
teorias já existentes sobre o tema abordado neste trabalho. A análise desses
trabalhos já existentes possibilitou um maior conhecimento sobre o assunto,
sendo que a bibliografia pertinente “oferece meios para definir, resolver, não
somente problemas já conhecidos, como também explorar novas áreas onde os
problemas não se cristalizaram suficientemente”, (MARCONI, LAKATOS, 2010,
p. 185)
A fim de proporcionar uma maior compreensão do contexto do problema,
foi utilizada a abordagem qualitativa de dados, Segundo Marconi e Lakatos, "A
metodologia qualitativa preocupa-se em analisar e interpretar aspectos mais
profundos, descrevendo a complexidade do comportamento humano" (2010, p.
269).
O método de investigação cientifica utilizado foi o estudo de caso, que é
um método qualitativo que investiga um fenômeno em seu contexto real,
utilizando múltiplas fontes de evidencia. A metodologia qualitativa
tradicionalmente se identifica com o estudo de caso, que por sua vez refere-se
ao levantamento com maior profundidade de determinado caso sobre todos os
seus aspectos. (MARCONI, LAKATOS, 2010, p. 274) e para apresentação de
possíveis soluções aos problemas levantados foi utilizada a abordagem
quantitativa, que de acordo com Marconi e Lakatos “caracteriza-se pelo
emprego da quantificação tanto nas modalidades de coletas de informações
quanto no tratamento delas por meios de técnicas estatísticas” (2010, p. 269).
A pesquisa envolveu leitura exploratória, que, segundo Marconi e Lakatos
é uma “leitura de sondagem, tendo em vista localizar as informações, uma vez
que já se tem conhecimento de sua existência” (2011, p.22), pelas necessidades
de enumerar e conceituar os principais tópicos sobre o tema como: conceito de
contabilidade, objetivo da contabilidade, obrigatoriedade da escrituração
contábil, responsabilidade solidaria do contabilista, conceito de micro e
pequenas empresas, tratamento contábil para micro e pequenas empresas e a
importância das demonstrações contábeis e da contabilidade gerencial para a
tomada de decisão e planejamento.

4 Estudo de Caso

4.1 Caracterização da empresa


Este estudo foi desenvolvido na empresa Personal Contabilidade e
Assessoria Ltda, localizada em Santa Cruz do Sul – RS. Fundado em 27 de
março de 1995, atua na área de prestação de serviços contábeis e assessoria
empresarial para clientes de Santa Cruz do Sul e região, e atualmente conta
com cinco funcionários. Como clientes, dispõe de empresas de pequeno e
médio porte, das mais diversas áreas, sendo em sua grande maioria optantes
pelo regime do Simples Nacional.

4.2 Analise de Dados

O objetivo deste estudo é demonstrar a importância das demonstrações


contábeis como ferramenta de gestão para as micro e pequenas empresas,
sendo que seu numero vem crescendo a cada ano, gerando um grande número
de empregos, passando a ter uma grande importância no cenário econômico
nacional. Porem muitas das micro e pequenas empresa não conseguem se
manter no mercado, sendo a falta de planejamento e informação o principal
motivo pelo seu insucesso. Não basta apenas ter as informações, é necessário
saber interpretá-las a fim de utilizá-las como uma ferramenta que possa auxiliar
a sua gestão.

Os micro e pequenos empresários tendem a ter uma forte resistência


quanto a apresentação de informações reais de suas empresas, por
considerarem essas informações irrelevantes, ou por considerarem o contador
responsável apenas por apurar impostos e cumprir obrigações legais perante o
Fisco. É fundamental que os clientes estejam cientes que a função do contador
não se restringe a suprir as obrigações legais da empresa, mas que pode ser um
forte aliado na administração de seus negócios, pois o crescimento da empresa
será positivo tanto para empreendedores quanto para seu contador.

Em alguns casos, o contador, por algum motivo, pode deixar alguma


informação para trás, não fazendo o seu trabalho de forma completa, logo, o
profissional contábil deverá estar capacitado para poder oferecer seus serviços,
pois é responsável pela geração de informação ao processo decisório,
estratégico das empresas. Deve-se caracterizar como um profissional capaz de
planejar, organizar, liderar e dirigir as atividades de controle de gerenciamento
contábil nas empresas. Também podem ocorrer erros por parte dos clientes, que
por falta de organização ou por resistência, torna as demonstrações irreais, de
forma que não poderão auxiliar na gestão das micro e pequenas empresas.
4.3 Importância das demonstrações contábeis para as micro e pequenas
empresas

Grande parte das micro e pequenas empresa são administradas por seus
sócios, que na sua maioria não possuem formação contábil, nem de gestão de
negócios, dificultando o controle administrativo das suas empresas. A falta de
planejamento e de informações de mercado é o grande responsável pelo
desaparecimento dessas micro e pequenas empresas. Segundo Chér, as
empresas “sobrevivem apenas tentando resolver os problemas quando eles
aparecem”. (1990, p. 40). A legislação vigente no Brasil possibilita um tratamento
diferenciado à contabilidade para as micro e pequenas empresa, mas a
permissão legal de adotar uma escrituração contábil simplificada não desobriga
essas empresas de manter escrituração contábil uniforme. Devido ao esse
tratamento diferenciado, os gestores dessas micro e pequenas empresas não se
preocupam com a integridade de seus registros e acabam fazendo apenas a
escrituração dos demonstrativos exigidos por Lei, sem a menor preocupação
com a responsabilidade da contabilidade.
Diante disso, os empreendedores não utilizam a contabilidade como uma
ferramenta para auxilio de sua gestão, devido a não registrar todos os fatos
ocorridos nas operações da empresa, acabam repassando informações parciais,
de forma que as demonstrações não serão capazes de refletir a posição
patrimonial real da empresa, não podendo ser utilizadas na tomada de decisão.
As demonstrações contábeis, se refletirem a real situação financeira e
patrimonial da empresa, podem ser utilizadas como suporte na tomada de
decisão, resultando em um aumento de vida útil, em crescimento e aumento de
lucro da empresa. Segundo SILVA “Uma empresa sem Contabilidade é uma
entidade sem memória, sem identidade e sem as mínimas condições de
sobreviver ou de planejar seu crescimento.” (2002 p.23). SILVA ainda destaca
que “O empresário necessita de informações para a tomada de decisões. A
Contabilidade oferece dados formais, científicos e universais, que permitem
atender a essa necessidade.” (2002 p.24).
O objetivo das demonstrações contábeis para as micro e pequenas
empresas é oferecer informações sobre a posição financeira, o desemprenho e
os fluxos das empresas, sendo muito útil para a tomada de decisão. Segundo
Schnorr, “a contabilidade é, sob determinados aspectos, necessária, oportuna e
imprescindível” (2008, p.28)
Segundo Cher (1990), se o empresário conhecer a função da
contabilidade, pode empregá-la em suas rotinas, podendo ela ser importante
para o sucesso de seu negócio. Segundo Raza “o empreendedor deve tornar a
sua Contabilidade uma fonte de informações para que possa tomar decisões
seguras e coerentes com seu negócio” (2008 p.17).
Existe uma forte ligação da Contabilidade com o processo de informação
e comunicação nas empresas, não estando limitada a registrar os dados que
afetam o patrimônio da empresa, mais tendo o compromisso de transformar
esses fatos contábeis, em informações que sirvam de base para projeções,
comparações, controles, planejamento, enfim, que auxiliem a gestão e a tomada
de decisão.

4.4 Benefícios da contabilidade gerencial para as micro e pequenas


empresas
As pequenas e médias empresas, muitas vezes, são desprovidas de
apoio contábil em sua administração, buscando nela apenas cumprir exigências
fiscais e acessórias que a legislação impõe, de forma que a contabilidade
poderia auxiliar a administração dessas empresas com informações uteis ao seu
planejamento. A contabilidade gerencial pode tornar-se uma ferramenta
indispensável para as micro e pequenas empresas que desejam crescimento.
Crepaldi (2006) destaca que as empresas de pequeno porte normalmente são
administradas pelos próprios sócios, que tem formação técnica ligada ao seu
negócio, mas não possuem formação administrativa de gestão, como
administração, finanças, economia, marketing etc. E essa falta de conhecimento
tem levado um grande número de falências, recuperações judiciais e
encerramento das pequenas empresas nos seus primeiros anos de vida. Outro
fato constatável nos pequenos negócios é a não utilização de planejamento,
tanto a curto, quanto ao longo prazo. Não são planejadas as vendas, compras,
receitas, custos, lucros, entre outros fatos.
Para Chér (1990, p. 40), as micro e pequenas empresas “sobrevivem
apenas tentando resolver os problemas quando eles aparecem”. Não são
estabelecidas metas e estratégias para alcançar situações desejadas. A
contabilidade é a maior fonte de informação patrimonial da empresa, sendo
assim possibilita um acompanhamento real da vida da empresa, podendo assim
traçar novos objetivos e metas. De acordo com Longenecker, “a falta de aptidão
em sistemas contábeis é um fator básico de insucesso entre pequenas
empresas” (1998, p.515), sendo que os administradores precisam de
informações precisas, oportunas e significativas, para poder serem utilizadas em
seu processo decisório.
É fundamental que a empresa possua ferramentas capazes de avaliar seu
desempenho, não se utilizando apenas de dados passados, mas sim de
projeções, a fim de tomar decisões, projetando seus fluxos de caixa,
identificando o ponto de equilíbrio financeiro, que pode ser considerado um
indicador de segurança para empresa, sendo que mostra o quanto é necessário
vender para que as receitas igualem os custos.

4.5 Análise e Discussão de Resultados

No presente trabalho, ficou evidenciado que a as micro e pequenas


empresas tendem a apresentar certa resistência quanto a utilização das
informações contábeis no seu processo gerencial, mantendo o controle
administrativo em suas mãos, de forma que procuram o profissional contábil com
o intuito de regularizar suas empresas e cumprirem uma obrigação legal. Devido
a esta forte resistência, um grande numero de micro e pequenas empresas não
conseguem se manter fortes no mercado, o que leva ao encerramento de suas
atividades.
. Como o problema analisado foi à falta de utilização das demonstrações
contábeis pelas micro e pequenas empresas como ferramenta no analise,
planejamento e tomada de decisões, desenvolveu-se duas planilhas que
possam ser inseridas dentro das micro e pequenas empresas, sendo essas
planilhas formuladas com base nos demonstrativos contábeis, mas que sejam
simplificadas e com termos do dia a dia das empresas, facilitando seu manuseio
e seu entendimento.
Para efetuar a análise de resultados, as planilhas foram inseridas em um
dos clientes do escritório objeto de estudo.
A primeira planilha apresenta o calculo de custo com empregados, onde
deverá ser inserido o salário base do empregado e mencionado caso seja pago
algum adicional ao mesmo, sendo que a planilha ira calcular todos os custos,
como encargos com Previdência Social, FGTS, provisões de férias e 13º entre
outros, demonstrando o custo efetivo com empregados. Essa planilha apresenta
a possibilidade de simular varias faixas de salário, assim como informar o
numero de empregados por faixa, sendo que está apresenta o custo efetivo
unitário e total, assim como um comparativo entre os custos de acordo com o
regime tributário adotado pela empresa.

FIGURA 1 – Planilha de Custos com empregados

Fonte: Próprio Autor


O objetivo dessa planilha é evidenciar o efetivo custo com empregados,
levando em conta todas as provisões, de acordo com o relato apresentado, ficou
bem claro os custos com empregados, de modo que a empresa não só tem uma
estimativa do custo em percentuais, mas detalhado o valor de cada provisão,
podendo verificar qual tem maior impacto. Dependendo o tamanho da empresa,
a contração ou a redução do quadro de empregados, pode gerar um grande
impacto, sendo necessário um adequado planejamento, para evitar surpresas,
principalmente no momento de desligamentos, onde geralmente as micro e
pequenas empresas são pegas desprevenidas, tendo que efetuar um grande
desembolso sem o devido planejamento. Conforme relatado pelo gerente de
empresa onde foi efetuada a implantação das tabelas, o contador apresentava
um custo de percentual em cima do salário base do empregado, mas pela
planilha esses valores ficaram bem explicados. O mesmo mencionou que já
tinha conhecimento de previsões de férias e 13º salário, porem alguns itens,
como provisionar uma fração referente a aviso prévio indenizado e a multa de
FGTS eram de total desconhecimento por parte do empresário. Como sugestão,
foi repassada a possibilidade de informar o numero de meses de vinculo do
empregado, a fim de estimar o valor acumulado, não somente o quanto
impactaria mensalmente os custos com empregados.
A segunda planilha apresenta o calculo do custo operacional, iniciando
com a informação da receita da empresa, que na planilha passa a ser
apresentado como faturamento, dividindo em vendas e serviços, sendo
necessária a divisão para fins de cálculo dos tributos incidentes sobre a receita.
Seguindo a linha do Demonstrativo de Resultado do Exercício, em segundo
momento a planilha apresenta o calculo de impostos incidentes sobre as
receitas. Esse item pode sofrer alterações de acordo com o regime tributário,
sendo que esse ao ser selecionado, já habilitaria apenas os campos
correspondentes a forma de tributação. Alguns impostos podem sofrer variações
de acordo com uma série de fatores, como faturamento, tipo de produtos, entre
outros fatores, de forma que a sugestão foi criar uma alíquota média, com base
em meses anteriores, a fim de facilitar o preenchimento das informações. Em
seguida a planilha apresenta o custo com mercadorias vendidas, de forma que
para esse calculo deverá ser inserida uma margem de lucro estimada, para a
planilha calcular o custo de aquisição das mercadorias, sendo que esse valor
não se refere as compras do mês, e sim ao custo dos produtos ou mercadorias
vendidas, sendo que os estoques não refletem no resultado do mês. No próximo
item apresentamos os custos operacionais, representados nas tabelas como
gastos, sendo que esses campos podem ser configurados de acordo com as
atividades da empresa, assim como especificar esses custos, de forma que foi
inserido um campo para determinar se cada um destes custos é fixo ou variável,
item que também varia de acordo com atividade da empresa. A partir dessas
informações, o propósito seria apresentar o ponto de equilíbrio da empresa,
assim como mostrar o resultado operacional, sendo que essa planilha poderia
ser utilizada como acompanhamento da situação da empresa, assim como
efetuar um planejamento.

FIGURA 2 – Planilha de Custo Operacional

Fonte: Próprio Autor

Conforme relato do empresário que utilizou as tabelas apresentadas, essa


planilha possui uma linguagem mais pratica, e de fácil entendimento, sendo que
muitos empresários não conseguem analisar um Balanço Patrimonial e um
Demonstrativo de Resultado do Exercício. Verificou-se a dificuldade em definir
os custos e despesas entre fixos ou variáveis. Com ela foi possível identificar o
custo operacional da empresa, e quanto cada despesa impacta no resultado da
empresa. Foi possível verificar em qual momento a empresa pode obter seu
ponto de equilíbrio. Pode-se demonstrar que nem todo desembolso pode ser
considerado como uma despesa do período. Muitas vezes os empresários
confundem o resultado econômico do período com o seu fluxo de caixa. Sendo
esse um ponto que poderia ter sido explorado e também ser implantado dentro
das micro e pequenas empresas, sendo esse um demonstrativo importante para
o planejamento dessas empresas.

Poder levar as informações contábeis para dentro das empresas, as


planilhas foram a solução apresentada para evidenciar aos empresários a
importância de inserção das demonstrações contábeis dentro da gestão dessas
empresas, de forma a evidenciar que a contabilidade não é apenas uma
obrigação legal e sim um suporte para o processo gerencial de qualquer
empresa, independente do seu porte, para que a partir da demonstração da
importância da contabilidade na gestão das micro e pequenas empresa, possa
haver uma valorização do profissional contábil, sendo produtivo para o contador
e para os empreendedores.

5. Considerações Finais

As informações contábeis são de suma importância no auxílio dos


processos administrativos, planejamento e tomada de decisão. Embora essa
seja uma das funções básicas da contabilidade, o novo código civil brasileiro
trouxe um ponto que influencia diretamente na relação do contador com seus
clientes, pois trata da responsabilidade solidária do contabilista. Essa
responsabilidade faz com que o contador responda civil e criminalmente,
juntamente com os administradores das empresas, sendo que as partes que se
sentirem lesadas, inclusive o fisco, podem acionar inclusive o patrimônio pessoal
do profissional de contabilidade.

Um fato que leva os empresários a omitir informações é a intenção de


sonegação fiscal, que pode ser originada pela descrença do destino da
aplicação de recursos por parte do governo ou pelo desejo de reduzir o valor de
seus impostos, sendo essa uma prática ainda usada, mas que se torna cada vez
mais arriscada, devido ao fisco estar aumentado seus controles, através de
cruzamento de informações. Essa sonegação traz enormes prejuízos, não
somente aos empresários, que perdem uma ferramenta fundamental para a
gestão de seus negócios, mas também é prejudicial ao governo e, por extensão,
a população como um todo. Além de ser uma desvantagem desleal em relação
aos concorrentes, a sonegação pode retirar ou reduzir o investimento do poder
publico em áreas como à educação, saúde, segurança, entre outras.

Além de prejudicar a utilização das demonstrações contábeis, a omissão


de informações pode trazer riscos ao profissional contábil, sendo que ele
responde solidariamente por erro, dolo, ou má-fé. Desta forma, balanços falsos
ou simulados implicam na responsabilidade do profissional da contabilidade
junto com o administrador por em todas as situações possíveis, inclusive em
ações na justiça civil e na justiça criminal. O artigo 1177 do Código Civil trata da
responsabilidade civil do contabilista. Caso o erro contido no balanço tenha sido
involuntário, causado por imperícia, o profissional deve responder a quem
prestou o serviço. Se o contador tiver conhecimento do erro ao divulgar o
balanço, ele responderá à Justiça e outras entidades da mesma forma que o
proprietário da empresa. Esta medida exige mais do que nunca a necessidade
de uma parceria transparente e organizada entre clientes e contadores, uma vez
que o destino de ambos depende da responsabilidade com que se organiza a
contabilidade da empresa.
Em um mercado disputado prevalecem às empresas melhor estruturadas
gerencialmente. Independente do seu porte, o uso das informações contábeis
pode ser uma importante ferramenta no seu planejamento estratégico, podendo
assim alcançar suas metas e se manterem fortes e competitivas, sendo que
micro e pequenas empresas se preocupam mais com a sobrevivência do que
com o crescimento. A contabilidade possui as ferramentas necessárias para
fornecer aos empreendedores informações valiosas, sendo essencial para o
desenvolvimento de qualquer negócio, oferecendo inúmeros subsídios para a
tomada de decisão, sendo um dos pilares fundamentais para o sucesso de
qualquer negócio.

6. Referencias

CHÉR, Rogério. A Gerência das pequenas e médias empresas : o que saber


para administrá-las. São Paulo: Maltese, 1990, 134p.

CREPALDI, Silvio Aparecido. Contabilidade Gerencial: teoria e prática. 3 ed.


São Paulo: Atlas, 2006. 373 p.

IUDÍCIBUS, Sérgio. Contabilidade Gerencial. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2006. 332
p.

LAKATOS, Eva Maria; MARKONI, Maria de Andrade. Metodologia Científica.


São Paulo, Atlas 2010, 5 edição 312 p.

LAKATOS, Eva Maria; MARKONI, Maria de Andrade. Metodologia do Trabalho


Científica. São Paulo, Atlas 2011, 7 edição 225 p.

LAURENTINO, Anderson José; et al. A Importância da Contabilidade


Gerencial Para as Micro e Pequenas Empresas no Século XXI no Brasil.
Monografia (Ciencias Contábeis) FAE Centro Universitário, Curitiba 2008..
Disponível em
<http://www.paranaeducacao.pr.gov.br/arquivos/File/TCC_ANDERSON_DOUGL
AS_JOAO_THIAGO.pdf>, acesso em 18 set. 2013.

LONGENECKER, Justin Gooderl; MOORE, Carlos W.; PETTY, J. William.


Administração de pequenas empresas. São Paulo: Makron Books, 1998, 868
p.

MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. 8 ed. São Paulo: Atlas 2008, 257
p.

MARION, José Carlos. Contabilidade Empresarial, 13 ed. São Paulo: Atlas


2007, 502 p..

PADOVEZE, Clóvis Luis. Contabilidade Gerencial – Curitiba: IESDE Brasil


S.A., 2012. 376 p.

RAZA, Cláudio. Informações contábeis: o cliente não sabe pedir e o


escritório contábil, na sua grande maioria, não está preparado para
fornecer. Boletim CRC SP n. 166, Ano 38, São Paulo, 2008. p.16 – 17.
Disponível em <http://www.flip3d.com.br/web/pub/crcsp/?numero=166>, acesso
em 20 ago. 2013.

SCHNORR, Paulo Walter. Escrituração contábil simplificada para micro e


pequenas empresas. Brasília: Conselho Federal de Contabilidade, 2008, 148p.

Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Org.);


Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos
[responsável pela elaboração da pesquisa, dos textos, tabelas e gráficos].
Anuário do trabalho na micro e pequena empresa: 2010-2011 – 4.ed. –
Brasília, DF, DIESSE, 2011, disponível em:
http://www.biblioteca.sebrae.com.br/bds/bds.nsf/25BA39988A7410
D78325795D003E8172/$File/NT00047276.pdf, acesso em 10 abr. 2013.

SILVA, Daniel Salgueiro. GODOY, José Antonio de. CUNHA, José Xavier, NETO,
Pedro Coelho (Coordenação). Manual de Procedimentos Contábeis para
Micro e Pequenas e Empresas, 5.ed. Brasília: CFC/SEBRAE, 2002, 136 p.