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LAMINITE EM EQUINOS

O relato mais antigo de laminite foi feito por Arist óteles por volta de 350 a.C., quando a denominou “Doença da
Cevada”.

A laminite é uma doença que há muitos séculos vem acometendo os equinos, causando perdas econômicas aos
criadores e treinadores.

Nos Estados Unidos, aproximadamente 75% dos equinos com laminite não retornam para a atividade atl ética; desses, a

maioria é à eutanásia devido à rotação


submetida e/ou deslocamento da falange distal, resultante da

separação das lâminas dérmicas e epidérmicas.

Estima-se que 15% dos equinos apresentem laminite ao longo da vida e 75% desses animais desenvolvem claudica ção

crônica ou severa necessitando, na maioria das vezes, de eutan ásia.

A laminite manifesta-se por uma diminui ção na perfusão capilar no interior da pata, provocando altera ções nos

sistemas renal e endócrino, no equilíbrio hidroeletrolítico e na coagulação sanguínea.

Os sintomas causados pela laminite podem ser locais e generalizados, entre eles: eleva ção da temperatura, da

respiração e do pulso, espasmos e sudorese devido à dor intensa, falta de movimentação, inquietação e
nervosismo dos animais.

LAMINITE EM EQUINOS

Normalmente, a ocorrência de laminite é secundária à outras alterações,


fatores predisponentes: doenças agudas do trato gastro intestinal, Infec ções sistêmicas como endometrite

(retenção de placenta), salmonelose e colite, traumas ou exerc ícios físicos excessivos em animais não

condicionados e doenças seguidas por quadros endotoxêmicos .

Entretanto, riscos altos de laminite e cólica foram associados com uma sobrecarga abrupta de carboidratos não-
estruturais.

Estes riscos foram atribuídos a carboidratos hidrolisáveis presente em concentrados a base de grãos, bem como a

carboidratos altamente fermentáveis encontrados em pastos viçosos.

Os equinos devem ser gradualmente adaptados às novas dietas, em qualquer


ocasião, principalmente quando a nova dieta apresentar quantidades elevadas
destes alimentos, para que a população microbiana do intestino grosso se
adapte.

A administração de alta dose de carboidratos promove a absorção intestinal de endotoxinas e/ou ácido láctico, causando lesões
vasculares no casco.

Lesões da mucosa intestinal aumentam sua permeabilidade, permitindo absor ção de endotoxinas e, conseqüentemente, choque
endotoxêmico e/ou séptico

De acordo com Frape (2008) em relação ao risco de laminite, os alimentos seguros incluem:

Feno de boa qualidade;


Palha de cereal;

Aveia;

Casca de soja;

Óleo vegetal.

Já os alimentos aceitáveis, porém, que devem ser fornecidos em quantidades restritas são:

Alfafa seca e péletes de capim;

Melaço;

Farelo de trigo;

Polpa de beterraba açucareira.