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TESTES DE AVALIAÇÃO

NOTA:

Estes testes encontram-se disponíveis, em formato editável, em

.
.

82 Novas Leituras | Guia do Professor

ESCOLA:

TESTE N.° 7

TESTE DE AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Ano: 7.° | Turma:

Data:

/

/20

Antes de responderes às questões propostas, lê com atenção o enunciado.

5

10

15

20

25

30

GRUPO I

lê com atenção o enunciado. 5 10 15 20 25 30 GRUPO I REI: Ah, meu

REI: Ah, meu bobo fiel, como eu às vezes gostava de estar no teu lugar, sem preocupações, sem responsabilidades… BOBO: É para já, senhor! Toma os meus farrapos e os meus guizos, e dá-me o teu manto, a tua coroa, o teu cetro…

REI (agitado): Cala-te!

Era isso mesmo que se passava no sonho…

A coroa… o manto… o cetro… tudo no chão… eu a correr, mas sem

poder sair do mesmo sítio… e a coroa sempre mais longe, mais longe…

e o manto… e o cetro… e as gargalhadas…

BOBO: Gargalhadas? Não me digas que eu também entrava no teu

sonho?

REI (como se não o tivesse ouvido)… as gargalhadas delas… e como elas se riam… riam-se de mim… e a coroa tão longe… e o manto tão longe… e o frio… tanto frio que eu tinha! BOBO: Perdoa-me, senhor, mas isso são tolices, dizes coisas sem nexo… Foi

alguma coisa que comeste ontem, tenho a certeza. REI: Não são coisas sem nexo: são recados. Recados dos deuses. (Aproxima-se do bobo e diz-lhe ao ouvido) Tenho medo!

BOBO: Shiuu! NUNCA DIGAS ISSO! Já viste o que podia acontecer se os deuses te ou- vissem? Se descobrissem que os reis também têm medo? Se descobrissem que os reis podem mesmo ficar

a-pa-vo-ra-dos?

REI (afasta o bobo e retoma a sua dignidade real): Tens razão! Quem foi que aqui falou em medo? Eu sou

o rei Leandro, senhor do reino de Helíria! Tenho um exército de homens armados para me defenderem. Tenho

um conselheiro que sabe sempre o que há de ser feito. Tenho espiões bem pagos, distribuídos por todos os rei- nos vizinhos, que me informam do que pensam e fazem os meus inimigos…

BOBO: Tens inimigos, senhor?

REI: Claro que tenho inimigos. Para que serve um rei que não tem inimigos? BOBO: Realmente não devia ter graça nenhuma. Eu cá, de cada vez que me armam uma cilada e acabo es- pancado no pelourinho, também digo sempre: “Ainda bem que tenho inimigos, ainda bem que tenho inimi- gos”… Se ninguém me batesse, se ninguém me cobrisse o corpo de pontapés, acho mesmo que era capaz de

morrer de pasmo… REI: Zombas de mim? BOBO: Que ideia, senhor! Como posso zombar de ti, se penso como tu pensas? REI: Parecia…

In Leandro, Rei da Helíria, Alice Vieira, 1.° Ato, Cena I, Caminho

5. Testes de avaliação | Novas Leituras

83

1.

Indica, justificando, o número de atores necessários para representar esta cena.

2.

Na primeira fala, o rei Leandro manifesta um desejo.

2.1.

Indica-o, usando palavras tuas.

2.2.Comenta a reação do Bobo perante o desejo manifestado pelo rei, evidenciando o valor simbólico do manto, da coroa e do cetro.

3.

“Tenho medo!” (l. 17)

3.1.

Apresenta a razão que motivou este desabafo do rei.

4.

Esclarece a importância dos sonhos, na perspetiva do rei Leandro.

5.

Demonstra que o Bobo tem uma opinião diferente acerca dos sonhos.

6.

Comprova que o Bobo é irónico no comentário que faz à pergunta do rei: “Para que serve um rei que não tem inimigos?” (l. 26)

7.

O Bobo tem como função entreter o rei e a corte.

7.1.

Transcreve uma fala do texto que comprove a afirmação anterior.

7.2.

Baseando-te neste texto, mas também no conhecimento que tens da obra, demonstra que o Bobo as- sume um papel que vai para além de divertir o rei e a corte.

8.

Esclarece a(s) forma(s) de tratamento usada(s) pelo Bobo em relação ao rei.

84 Novas Leituras | Guia do Professor

9.

Transcreve exemplos de didascálias em que sejam evidentes informações sobre:

a) gestos das personagens.

b) o estado de espírito das personagens.

GRUPO II

1.

Transcreve um exemplo de cada um dos tipos de frase.

a) Tipo declarativo

b) Tipo exclamativo

c) Tipo interrogativo

d) Tipo imperativo

2.

Relê as falas seguintes:

BOBO: Tens inimigos, senhor? REI: Claro que tenho inimigos. Para que serve um rei que não tem inimigos?

2.1.

Reescreve-as no discurso indireto.

3.

O rei tem um exército com trezentos homens armados, um conselheiro e bastantes espiões, distribuí- dos por todos os reinos vizinhos, que o informam do que pensam e fazem os vários inimigos.

3.1.

Identifica os quantificadores na frase anterior e escreve-os na respetiva coluna da tabela que se segue.

QUANTIFICADOR NUMERAL

QUANTIFICADOR UNIVERSAL

QUANTIFICADOR EXISTENCIAL

4.

Atenta nas segunda e terceira falas do rei e identifica as marcas do modo oral aí realizadas.

a) frases curtas

b) frases inacabadas

c) pausas

d) repetições de palavras

GRUPO III

5. Testes de avaliação | Novas Leituras

85

Assumindo o papel do Bobo, redige a página de um diário em que dês a conhecer um dia na vida desta personagem.

Antes de começares a escrever, toma atenção às instruções que se seguem.

Escreve um mínimo de 140 e um máximo de 240 palavras.

Faz um rascunho das ideias por tópicos.

Procura organizar as ideias de forma coerente e exprimi-las corretamente.

Depois, revê o texto com cuidado e corrige-o, se necessário.

COTAÇÃO DO TESTE

COTAÇÃO DO TESTE
 

GRUPO I

GRUPO II

4

pontos

4

pontos (1X4)

2.1.

4

pontos

7

pontos

5

pontos

5

pontos

3.1.

4

pontos

4

pontos (1X4)

4.

5

pontos

20 pontos

5.

5

pontos

6.

5

pontos

7.1.

4

pontos

7.2.

5

pontos

8.

5

pontos

9.

4

pontos (2X2)

50 pontos

 

GRUPO III

Tema, tipologia e extensão do texto

Coerência e pertinência da informação

Estrutura e coesão

Morfologia e sintaxe

Ortografia

Repertório vocabular

30 pontos

TOTAL: 100 pontos
TOTAL: 100 pontos
TOTAL: 100 pontos
TOTAL: 100 pontos
TOTAL: 100 pontos

TOTAL: 100 pontos

86 Novas Leituras | Guia do Professor

ESCOLA:

TESTE N.° 8

TESTE DE AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA

Ano: 7.° | Turma:

Data:

/

/20

Antes de responderes às questões propostas, lê com atenção o enunciado.

GRUPO I

questões propostas, lê com atenção o enunciado. GRUPO I (Muitos anos depois o rei Leandro e

(Muitos anos depois o rei Leandro e o Bobo caminham pela estrada. Vestem farrapos e vão cansados da longa jornada)

REI: Há quantos anos caminhamos, meu pobre amigo? BOBO: Tantos que já lhes perdi o conto, meu senhor! Desde aquele dia em que tuas filhas…

5

REI (zangado): Eu não tenho filhas! BOBO: Pronto, pronto, senhor, não te amofines por tão pouco… Ia eu a dizer que, a princípio, ainda tentei contar. Via nascer o Sol de madrugada, via a minha sombra e a tua desenhadas no chão, a gente a querer apa- nhá-la e ela sempre à nossa frente!, via depois o Sol desaparecer do outro lado das montanhas, e então dizia:

passou-se um dia. Fechava os olhos, dormia um pouco, e de novo o Sol se erguia de madrugada e desaparecia

10

do outro lado das montanhas, e então eu dizia: passou-se outro dia. E tentei contá-los. (Conta pelos dedos) Um… dois… três… quatro… mas, de repente, eram tantos dias que não havia dedos para eles todos, mesmo que eu contasse da mão esquerda para a mão direita, da mão direita para a mão esquerda, mesmo que eu contasse as duas mãos juntas e ainda os pés… Acho que se me acabaram os números, senhor! Deve ter sido isso! REI: Meu pobre tonto… e eu aqui sem te poder ajudar em nada… De tanto chorar, cegaram os meus olhos.

15

De tanto pensar, tenho a memória enfraquecida. De tanto caminhar, esvaem-se em sangue os meus pés… E dizer que eu sou rei… […] BOBO (ainda para a assistência): Às vezes olho para ele e não sei se o meu coração se enche de uma pena imensa ou de uma raiva sem limites…

20

REI: Que resmungas tu… BOBO: Nada, senhor, falava com as pedras do caminho… REI: E bem duras são elas… BOBO: Pois são, mas vamos depressa que, ou muito me engano, ou vem aí tempestade da grossa! Abri- guemo-nos nesta gruta.

(Entram para a gruta)

In Leandro, Rei da Helíria, Alice Vieira, 2.° Ato, Cena I, Caminho (texto com supressões)

5. Testes de avaliação | Novas Leituras

87

1.

Tendo em conta a indicação cénica inicial, situa a ação no espaço.

2.

Esclarece a localização da ação no tempo, completando a frase seguinte com a informação em falta.

2.1.

Muitos anos depois de o rei Leandro e o Bobo caminham pela estrada.

3.

“Eu não tenho filhas!” (l. 5)

3.1.

Tendo em conta o conhecimento que tens da obra, explica estas palavras do rei, evidenciando o seu estado de espírito e as razões que o motivam.

4.

“Acho que se me acabaram os números, senhor!” (l. 13)

4.1.

Explica o sentido destas palavras do Bobo.

5.

“… e eu aqui sem te poder ajudar em nada…” (l. 14)

5.1.

Esclarece a justificação apresentada pelo rei para o facto de não poder ajudar o Bobo.

6.

A certa altura, o Bobo fala em aparte.

6.1.

Transcreve esse aparte.

6.1. Identifica os sentimentos evidenciados pelo Bobo no aparte.

7. Demonstra que entre o rei e o Bobo há uma relação de amizade.

8. Transcreve do texto exemplos de didascálias que informem sobre o cenário e o guarda-roupa.

88 Novas Leituras | Guia do Professor

GRUPO II

1.

Relê as passagens que se seguem.

a)

“… e eu aqui sem te poder ajudar em nada… De tanto chorar, cegaram os meus olhos.” (l. 14)

1.1.

Indica a classe e a subclasse a que pertencem as palavras destacadas nas frases.

2.

Repara nas frases seguintes.

a) Lamentavelmente, o rei foi expulso do seu próprio reino.

b) O Bobo é certamente amigo do rei.

2.1.

Sublinha nas frases os advérbios e identifica a subclasse à qual pertencem.

3.

“… via depois o Sol desaparecer do outro lado das montanhas…” (l. 8)

3.1.

Reescreve a frase, substituindo a palavra sublinhada pelo seu antónimo.

3.2.

Classifica a palavra desaparecer quanto ao seu processo de formação.

4.

“… tenho a memória enfraquecida.” (l. 15)

4.1.

Tendo em atenção que a base da palavra destacada é fraco, classifica-a quanto ao seu processo de for- mação.

4.2.

A partir da palavra enfraquecer, forma um nome.

4.3.

Classifica o nome que formaste quanto ao seu processo de formação.

GRUPO III

REI: Meu pobre tonto… e eu aqui sem te poder ajudar em nada… De tanto chorar, cegaram os meus olhos. De tanto pensar, tenho a memória enfraquecida. De tanto caminhar, esvaem-se em sangue os meus pés… E dizer que eu sou rei… […]

In Leandro, Rei da Helíria, Alice Vieira, 2.° Ato, Cena I, Caminho

Como reparaste, depois desta fala do rei, há texto que foi suprimido. Continua, a partir deste momento, a conversa entre o rei Leandro e o Bobo, mantendo a forma do texto dramático.

5. Testes de avaliação | Novas Leituras

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Antes de começares a escrever, toma atenção às instruções que se seguem.

Escreve um mínimo de quatro falas para cada uma das personagens.

Apresenta um mínimo de duas didascálias.

Faz um rascunho das ideias por tópicos.

Procura organizar as ideias de forma coerente e exprimi-las corretamente.

Depois, revê o texto com cuidado e corrige-o, se necessário.

COTAÇÃO DO TESTE

COTAÇÃO DO TESTE
 

GRUPO I

 

GRUPO II

4

pontos

1.1.

4

pontos (2X2)

2.1.

5

pontos

2.1.

4

pontos

3.1.

6

pontos

3.1.

3

pontos

4.1.

6

pontos

3.2.

2

pontos

5.1.

7

pontos

4.1.

2

pontos

6.1.

4

pontos

4.2.

3

pontos

6

pontos

4.3.

2

pontos

7.

6

pontos

20 pontos

8.

6

pontos

50 pontos

 

GRUPO III

Tema, tipologia e extensão do texto

Coerência e pertinência da informação

Estrutura e coesão

Morfologia e sintaxe

Ortografia

Repertório vocabular

30 pontos

TOTAL: 100 pontos
TOTAL: 100 pontos
TOTAL: 100 pontos
TOTAL: 100 pontos
TOTAL: 100 pontos

TOTAL: 100 pontos

sair do interior da rocha, não conseguiu lembrar-se das palavras mágicas e acabou por ser morto pelos ladrões que, entretanto, regressaram ao seu escon- derijo…

Grupo II

1.

a) sujeito nulo

b) sujeito simples

c) sujeito nulo

2.1.

predicativo do sujeito

2.2.

complemento oblíquo

2.3.

complemento indireto

3.1.

oração subordinada adverbial temporal

3.2.

Mal batiam a Rodrigo, ele berrava desalmadamente.

4.

(resposta livre – “movediços novelos de lã”, “um ta- pete fofo, ondulante, pardo do lusco-fusco”, “nuvens merinas”)

TESTE N.° 6

Grupo I

1.1.

o narrador e o homem

1.2.

autodiegético

1.3.

apesar da diferença de idades, tinham interesses comuns

2.

“– Quem é você? – perguntei ainda.”

3.1.

o mais natural era que o homem se assustasse, de- vido ao tamanho do cão, e que este ladrasse, uma vez que se tratava de um desconhecido

4.1.

“– Pense nos outros.”

4.2.

“três palavras, que ele pronunciou com intensidade, mãos nos meus ombros e olhos nos meus olhos”

4.3.

o objetivo era salientar que a felicidade de cada um também depende da maneira como se trata o próximo

4.4.

(resposta pessoal)

5.1.

(resposta pessoal)

Grupo II

1.

a) “Ficamos conversando um tempão…”

b) “… antes queria me ensinar uma coisa impor- tante…”

c) “levei-o a ver Godofredo em seu poleiro”

2.

a) oração subordinada adverbial final

b) oração coordenada copulativa

3.1.

vocativo

4.4.

discurso indireto

4.2.

O homem disse:

– Tenho de ir embora…

TESTE N.° 7

5. Testes de avaliação | Novas Leituras

Grupo I

1.

dois atores, pois são duas as personagens em cena (rei Leandro e o Bobo)

2.1.

o rei Leandro manifesta o desejo de estar na situa- ção do Bobo/de ser o Bobo

2.2.

o Bobo oferece-se imediatamente para trocar de lu- gar e assumir o poder e a condição real do monarca pois, ao contrário do que o rei pensa, a sua vida é bastante dura

3.1.

o sonho do rei

4.

o rei Leandro considera que os sonhos são mensa- gens (“recados”) de entidades superiores (“deuses”)

5.

para o Bobo, os sonhos não são importantes, antes são “tolices”, “coisas sem nexo”

6.

o Bobo expressa o contrário do que pensa ao afir- mar que gosta ter inimigos que o maltratem…

7.1.

“Gargalhadas? Não me digas que eu também en- trava no teu sonho?”

7.2.

o Bobo é, acima de tudo, o amigo dedicado e fiel do rei; aquele que o ouve e acompanha, mesmo nos momentos mais difíceis

8.

O

Bobo usa a 2. a pessoa do singular, própria de um

tratamento informal, porque é um confidente, um

 

amigo.

9.

a)

afasta o Bobo”, b) agitado

 

Grupo II

1.

Ex. a) “Claro que tenho inimigos”, b) “Tenho medo!”,

c)

“Zombas de mim?”, d) “Cala-te!”

2.1.

O

Bobo perguntou ao rei (senhor) se tinha inimigos.

O

rei respondeu que tinha inimigos e questionou

para que servia um rei que não tinha inimigos.

3.1.

quantificador numeral – trezentos, um; quantifica- dor universal – todos; quantificador existencial – bastantes, vários

4.

Ex. a) “Cala-te!”, b) “… e as gargalhadas…”, c) “A coroa… o manto… o ceptro…”, d) “… e o frio… tanto frio que eu tinha!…”

TESTE N.° 8

Grupo I

1.

espaço – “na estrada”

2.1.

terem sido expulsos do reino da Helíria

3.1.

o rei nega o facto de ser pai, porque depois de ter ex- pulsado a filha mais nova do seu reino, por considerar

99

100 Novas Leituras | Guia do Professor

que esta não o amava, foi desprezado pelas duas fi- lhas mais velhas, que lhe usurparam o reino e o abandonaram à sua sorte; daí a sua indignação quando o Bobo se refere às filhas

Grupo II

1. alguns, muitas

2. alegrar, alegre; silenciar, silencioso; doença, doente; (im)pureza, purificar

4.1.

o

Bobo procurou manter a noção do tempo decor-

3. mas …

a)

rido, desde que partiram do reino, mas passaram

 

b)

e …

tantos dias, que ele considerou a possibilidade de

c)

Se …

não haver números suficientes para os contabilizar

 

5.1.

o

rei está cego, tem a memória fraca e os pés em fe-

 

rida

TESTE N.° 10

6.1.

“Às vezes olho para ele e não sei se o meu coração se enche de uma pena imensa ou de uma raiva sem

 

Grupo I

limites…”

1.1.

o presente do sujeito lírico e o tempo da infância

6.2.

compaixão (pela situação do rei), fúria (por este ter sido imprudente, insensato)

1.2.

no presente, o sujeito poético “não tem um único deleite”, “um beijo”, “uma Ave-Maria”, “uma flor”

7.

apesar da atual condição precária do rei, o Bobo não

nem “o menor enfeite”; na infância, ele era feliz e

o

abandona, antes o continua a servir como outrora

acarinhado: “Carlota, à noite, ia ver se eu dormia/ E

8.

cenário – “pela estrada”, guarda-roupa – “Vestem far- rapos

 

vinha, de manhã, trazer-me o leite”, “Ao pé de minha irmã, vendo-a bordar”, no seu “Lar adorado”…

 

Grupo II

2.1.

o sujeito lírico deseja regressar ao tempo da infân- cia

1.1.

aqui – advérbio de predicado com valor locativo, tanto – advérbio de grau e de intensidade

2.1.1. nessa altura, ele era feliz, vivia no seu lar “ado- rado”, tendo a companhia da irmã e da aia…

2.1.

lamentavelmente, certamente – advérbios de frase

3.1.

pede à aia que lhe conte uma determinada história

3.1.

via depois o Sol aparecer do outro lado das mon-

3.2.

Carlota era a aia do sujeito poético, era como uma

tanhas…

mãe para ele, que o afagava à noite e lhe contava

3.2.

palavra derivada por prefixação

histórias de encantar…

4.1.

palavra derivada por parassíntese

4.

o sujeito poético sente-se triste e só, sem amor nem

4.2.

enfraquecimento

alegria, sente saudades do tempo da infância, das

4.3.

palavra derivada por sufixação

pessoas que o rodeavam e acarinhavam…

 

5.

a)

V, b) F, c) V, d) F

6.1.

A/qui/ so/bre es/tas á/gu/as/ cor/ de a/ zei/te

TESTE N.° 9

6.2.

decassílabo

 

Grupo I

Grupo II

1.1.

“É urgente”

1.1.

composto morfossintático

1.2.

a repetição procura salientar que não se pode adiar

2.1.

Ah – traduz a saudade, o desalento do sujeito poé-

a realização do que é dito…

tico

2.1.

“ódio, solidão e crueldade”

3.

a) vírgula – usa-se para intercalar o modificador;

3.

é

necessário acabar imediatamente com a guerra

dois pontos – introduzem o pedido dirigido à aia,

4.1.

todas as pessoas

 

na estrofe seguinte,

4.2.

o

sujeito poético apela ao amor, à felicidade, à paz

b) reticências – indicam que algo ficou por dizer, ao

5.

ao longo do poema, o sujeito poético enfatiza a ideia de que é preciso intervir rapidamente, estando este

 

mesmo tempo que procuram traduzir o estado de espírito do sujeito poético

caráter de urgência desde logo contido no título

4.

a) Ex. quando ele era criança., b) Ex. porque tem

6.

a

primeira estrofe é um dístico e as restantes são

saudades da infância.

quadras

5.

“Lar”, “paz”, “leite”, “irmã”, “cria”, “história”