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ENGRENAGENS

GERAL
INTRODUÇÃO
• Quando se deseja transmitir ou transferir
potência ou movimento de um eixo rotativo
para outro, existem muitas alternativas
disponíveis para o projetista, incluindo
correias planas, correias em V, correias
dentadas sincronizadas, transmissões com
correntes, transmissões com volantes de atrito
e transmissões por engrenagens.
INTRODUÇÃO
• TRANSMISSÃO POR CORREIAS
INTRODUÇÃO
• TRANSMISSÃO POR CORRENTES
INTRODUÇÃO
• TRANSMISSÃO POR ENGRENAGENS
INTRODUÇÃO
• Se o movimento uniforme, suave, livre de
deslizamento, a alta velocidade, o peso
reduzido, o sincronismo preciso, a elevada
eficiência ou o projeto compacto são critérios
importantes, a seleção de um sistema de
engrenagens adequado irá, na maioria dos
casos, satisfazer estes critérios de forma
melhor de que as outras alternativas.
INTRODUÇÃO

• Por outro lado, as transmissões por correias e


correntes são, normalmente, mais baratas e
podem ser empregadas vantajosamente
quando os eixos de entrada e de saída estão
muito afastados.
INTRODUÇÃO

• As engrenagens estão presentes em quase


tudo que tem partes giratórias. Motores e
Transmissões, por exemplo, contêm muitas
engrenagens.
INTRODUÇÃO
• As engrenagens são usadas em
milhares de dispositivos mecânicos.
Elas realizam várias tarefas
importantes, mas a mais importante é
que elas fornecem uma redução na
transmissão em equipamentos
motorizados.
INTRODUÇÃO
• Isso é essencial porque,
freqüentemente, um pequeno motor
girando muito rapidamente consegue
fornecer energia suficiente para um
dispositivo, mas não consegue dar o
torque necessário.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
• Por exemplo, uma chave de fenda elétrica tem
uma redução de transmissão muito grande,
porque precisa de muito torque para girar os
parafusos, mas o motor só produz quantidade
de torque pequena e velocidade alta. Com a
redução de transmissão, a velocidade de saída
pode ser diminuída e o torque, aumentado.
CHAVE DE FENDA ELÉTRICA
INTRODUÇÃO
• Mais uma coisa que as engrenagens fazem é
ajustar a direção de rotação. Por exemplo, no
diferencial existente entre as rodas traseiras
do seu carro, a energia é transmitida por um
eixo que passa pelo centro do carro, o que faz
com que o diferencial tenha de "deslocar"
essa energia em 90º, para aplicá-la sobre as
rodas.
ESQUEMA DE TRANSMISSÃO
EXEMPLO DE APLICAÇÃO
• mecanismo de levantamento
• Na maioria dos carros, utiliza-se um mecanismo
realmente simples para levantar o vidro e ao
mesmo tempo mantê-lo nivelado. Um pequeno
motor elétrico é ligado a uma engrenagem
helicoidal (engrenagem sem fim) e a diversas
outras engrenagens dentadas para criar uma
grande redução de marcha, proporcionando
torque suficiente para levantar o vidro.
MECANISMO DE LEVANTAMENTO
EXEMPLO DE APLICAÇÃO
• Os carros necessitam de transmissões devido
à física do motor a explosão. Primeiramente,
todo motor possui um limite, um valor de rpm
máximo, acima do qual não consegue rodar
sem explodir. Em segundo lugar, sabe-se que
os motores possuem faixas estreitas de rpm e
o cavalo de força e o torque estão no seu
máximo.
EXEMPLO DE APLICAÇÃO
• Um motor, por exemplo, pode produzir seu
máximo de cavalo de força a 5.500 rpm. A
transmissão permite que a relação de
transmissão entre o motor e as rodas de
acionamento mude à medida que a
velocidade do carro aumenta ou diminui.
Trocam-se as marchas para que o motor
mantenha-se abaixo do limite e próximo da
faixa de rpm de sua melhor performance.
EXEMPLO DE APLICAÇÃO
• Mercedes-Benz Actros, transmissão manual
EXEMPLO DE APLICAÇÃO
• As engrenagens que compõem as marchas à
frente são todas helicoidais, salvo raras
exceções. Os dentes deste tipo de
engrenagem são cortados em ângulo com sua
face. Quando dois dentes em um sistema de
engrenagem helicoidal se juntam, o contato se
inicia em uma extremidade do dente e se
desloca à medida que as engrenagens giram,
até que os dois dentes estejam totalmente
engrenados.
EXEMPLO DE APLICAÇÃO
• Este engate gradual faz as engrenagens
helicoidais operarem de maneira mais suave e
silenciosa que as engrenagens de dentes
retos. Além disso, devido ao ângulo dos
dentes desta engrenagem, mais dentes se
encaixam ao mesmo tempo. Isso leva
à distribuição da carga e reduz o esforço.
EXEMPLO DE APLICAÇÃO
• A maioria das engrenagens em uma caixa manual tem dentes helicoidais.
As três engrenagens que compõem a marcha a ré têm dentes retos. A
engrenagem dentada grande à direita desliza para colocar o carro em
marcha a ré.
CLASSIFICAÇÃO
a) Em relação à posição dos eixos de
transmissão:
• ENGRENAGENS CILÍNDRICAS – Para eixos
paralelos.
• ENGRENAGENS CÔNICAS – Para eixos
concorrentes.
• ENGRENAGENS HELICOIDAIS – Para eixos
paralelos e reversos
CLASSIFICAÇÃO
b) Em relação à tarefa ou destinação:

• Engrenagens de força ou de resistência que se


destinam a transmitir forças elevadas, com
pequenas velocidades e movimento continuo.
Ex.: engrenagens para sarilhos, talhas ou
guindastes.
CLASSIFICAÇÃO

• Engrenagens de trabalho ou de velocidade


que se destinam a transmitir um trabalho
contínuo com velocidade bastante elevada.
Ex.: engrenagens para redutores de
velocidades, câmbios, talhas, sarilhos e
guindastes motorizados.
CLASSIFICAÇÃO
c) Em relação ao eixo do dente:

• ENGRENAGENS DE DENTES RETOS (paralelos


ou inclinados)
• ENGRENAGENS DE DENTES HELICOIDAIS
CLASSIFICAÇÃO

d) Em relação ao perfil dos dentes:


• CICLOIDAIS
• EVOLVENTES
• ESPECIAIS
ENGRENAGENS DE DENTES RETOS
• Os dentes são dispostos paralelamente entre
si em relação ao eixo. É o tipo mais comum de
engrenagem e o de mais baixo custo. É usada
em transmissão que requer mudança de
posição das engrenagem em serviço, pois é
fácil de engatar.
ENGRENAGENS DE DENTES RETOS
ENGRENAGENS DE DENTES RETOS
ENGRENAGENS DE DENTES RETOS
ENGRENAGENS DE DENTES RETOS
ENGRENAGENS DE DENTES RETOS
ENGRENAGENS HELICOIDAIS

• Os dentes são dispostos


transversalmente em forma de hélice em
relação ao eixo.
• São mais silenciosas que as engrenagens
de dentes retos.
ENGRENAGENS HELICOIDAIS
• Serve para transmissão de eixos paralelos entre si e também para eixos
que formam um ângulo qualquer entre si (normalmente 60 ou 90°).
ENGRENAGENS HELICOIDAIS
ENGRENAGENS HELICOIDAIS
• Os dentes nas engrenagens helicoidais são
cortados em ângulo com a face da
engrenagem. Quando dois dentes em um
sistema de engrenagens helicoidais se
acoplam, o contato se inicia em uma
extremidade do dente e gradualmente
aumenta à medida que as engrenagens giram,
até que os dois dentes estejam totalmente
acoplados.
ENGRENAGENS HELICOIDAIS

• Este engate gradual faz as engrenagens


helicoidais operarem muito mais suave e
silenciosamente que as engrenagens de
dentes retos. Por isso, as engrenagens
helicoidais são usadas na maioria das
transmissões de carros.
ENGRENAGENS HELICOIDAIS
• Mercedes-Benz Classe C Sport Coupé, transmissão manual de 6
velocidades (ilustração gráfica).
ENGRENAGENS HELICOIDAIS

• Devido ao ângulo dos dentes de engrenagens


helicoidais, elas criam um esforço sobre a
engrenagem quando se unem. Equipamentos
que usam esse tipo de engrenagem têm
rolamentos capazes de suportar esse esforço
(axial).
ENGRENAGENS HELICOIDAIS
• Pode se evitar a utilização de mancais de escora montando-se duas
engrenagens lado a lado (com ângulo de hélice ao contrário) ou usando
engrenagem “espinha de peixe”.
ENGRENAGENS HELICOIDAIS
• Algo interessante sobre as engrenagens
helicoidais é que se os ângulos dos dentes
estiverem corretos, eles podem ser montados
em eixos perpendiculares, ajustando o ângulo
de rotação em 90º.
ENGRENAGENS HELICOIDAIS
ENGRENAGENS CÔNICAS
• São empregadas quando as árvores se cruzam;
o ângulo de interseção e geralmente 90°,
podendo ser menor ou maior. Os dentes das
rodas cônicas tem um formato também
cônico, o que dificulta a sua fabricação,
diminui a precisão e requer uma montagem
precisa para o funcionamento adequado.
ENGRENAGENS CÔNICAS
ENGRENAGENS CÔNICAS
• A engrenagem cônica é usada para mudar a rotação e a direção da força,
em baixas velocidades.
APLICAÇÃO – FURADEIRA MANUAL
ENGRENAGENS CÔNICAS
DE DENTES RETOS
• Os dentes são dispostos paralelamente entre si em
relação ao eixo. É o tipo mais comum de engrenagem
e o de mais baixo custo. É usada em transmissão que
requer mudança de posição das engrenagem em
serviço, pois é fácil de engatar. É mais empregada na
transmissão de baixa rotação do que na de alta
rotação , por causa do ruído que produz.
ENGRENAGENS CÔNICAS
• DE DENTES RETOS
ENGRENAGENS CÔNICAS
• DE DENTES HELICOIDAIS
ENGRENAGENS CÔNICAS
• Engrenagens hipóides
• As engrenagens hipóides são uma variedade
de engrenagens cônicas em que, ao contrário
das cónicas, os seus eixos não se cruzam. São
empregadas para transmitir movimento e
cargas elevadas entre eixos que não se
cruzam.
ENGRENAGEM CÔNICA HIPOIDE
DIFERENCIAL DE CAMINHÃO
DIFERENCIAL
DIFERENCIAL
ENGRANAGEM CREMALHEIRA
• Pinhão e cremalheira são usados para
converter rotação em movimento linear. Um
exemplo perfeito disso é o sistema de direção
de muitos carros. O volante gira uma
engrenagem que se une à cremalheira.
Conforme a engrenagem gira, ela desliza a
cremalheira para a direita ou para a esquerda,
dependendo do lado para o qual está virando
o volante.
ENGRANAGEM CREMALHEIRA
SISTEMA DE DIREÇÃO
CAIXA DE DIREÇÃO
BALANÇA MECÂNICA
• Pinhão e cremalheira também são usados em
algumas balanças para girar o ponteiro que
indica seu peso.
ENGRENAGENS SEM FIM

• Engrenagens sem-fim são usadas quando


grandes reduções de transmissão são
necessárias. Esse tipo de engrenagem
costuma ter reduções de 20:1, chegando até a
números maiores do que 300:1.
SEM FIM COROA
SEM FIM
SEM FIM COROA – TIPOS DE PERFIS
ENGRENAGEM SEM FIM
ENGRENAGEM SEM FIM
ENGRENAGENS SEM FIM

• Cada vez que a árvore dá uma volta, a


engrenagem move um dente adiante. Se a
engrenagem tiver 40 dentes, você terá uma
relação de marcha de 40:1, em um volume
bem pequeno.
SEM-FIM - APLICAÇÃO
SEM- FIM - APLICAÇÃO
SEM-FIM - APLICAÇÃO
• Os odômetros mecânicos são usados para
medir a quilometragem há séculos. Mas
apesar de estarem em extinção, são
incrivelmente interessantes por sua
simplicidade! Um odômetro mecânico não é
nada mais do que um conjunto de
engrenagens com uma incrível relação de
velocidades.
SEM-FIM - APLICAÇÃO
• O odômetro da foto a seguir tem 1690:1 de redução de transmissão. Isso
significa seu eixo de entrada deve girar 1.690 vezes antes de registrar 1
milha.
SEM-FIM - APLICAÇÃO
ENGRENAGENS SEM FIM

• Muitas engrenagens sem-fim têm uma


propriedade interessante que nenhuma
outra engrenagem tem: o eixo gira a
engrenagem facilmente, mas a
engrenagem não consegue girar o eixo.
ENGRENAGENS SEM FIM

• Isso se deve ao fato de que o ângulo do


eixo é tão pequeno que quando a
engrenagem tenta girá-lo, o atrito entre a
engrenagem e o eixo não deixa que ele
saia do lugar.
ENGRENAGENS SEM FIM

• Essa característica é útil para máquinas como


transportadores, nos quais a função de
travamento pode agir como um freio para a
esteira quando o motor não estiver
funcionando.
SEM-FIM – EXEMPLO DE
APLICAÇÃO
SEM-FIM – EXEMPLO DE
APLICAÇÃO
FABRICAÇÃO ENGRENAGENS
Podem ser divididos em duas categorias:

• Conformação : • Todos dentes feitos ao mesmo


tempo em um molde .
1. Fundição
•Precisão do dente dependente da
2. Sinterização qualidade da matriz.
• Ferramentas de alto custo.
3. Molde de injeção
•Produção de altas quantidades.
4. Extrusão •Em geral menos preciso que
usinagem.
5. Repuxe a frio
6. Estampagem

Dentes suaves e
precisos.

• Usinagem: Técnicas de remoção de


1. Processos grosseiro material para cortar ou
Quando requerido polir a forma do dente
alta precisão e 2. Processos de acabamento de na temperatura
funcionamento acabamento ambiente
silencioso.
Conformação:
• Fundição:
1. Em areia ou matrizes fundidas de vários materiais.
2. Baixo custo
3. Normalmente não tem operação de acabamento.
4. Baixa precisão e para aplicações não críticas(brinquedos, eletrodomésticos , betoneiras,..)
5. Fundição em areia: baixa precisão,acabamento superficial pobre, pode fabricar baixas
quantidades,custo ferreamente razoável.
6. Fundição em moldes: melhor acabamento superficial e precisão, custo ferramenta mais
elevado,requer volume de produção maior.

• Fundição em molde de cera:


1. Conhecido como fundição de cera perdida.
2. Engrenagens razoavelmente precisas Em grande variedade de materiais .
3. Molde de material refratário(materiais de alta temperatura de fusão podem ser fundidos)
.
4. Precisão depende do padrão mestre usado para fazer o molde.
Conformação:
• Sinterização:
1. Metais em pó são prensado em cavidade metálicas e pré-aquecidos (sinterizados)
para aumentar a resistência.
2. Para engrenagens de pequeno tamanho.
3. Propriedades controladas pela mistura de vários pós metálicos.
4. Precisão similar ás engrenagens de moldes fundidos.

• Molde de Injeção:
1. Para engrenagens não metálicas(vários termoplásticos: nylon,..)
2. Baixa precisão e engrenagens de tamanho pequeno.
3. Baixo custo
4. Movidas sem lubrificação com cargas pequenas.

• Extrusão:
1. Fazer dentes em eixos longos.(cortados em tamanhos utilizáveis)
2. Metais não ferrosos(AL e ligas de cobre) extrudados no lugar dos aços.
Conformação:

• Repuxo a Frio:
1. Forma dentes em barras de aço ao puxá-las através de guias endurecidos.
2. Trabalho a frio aumenta resistência e reduz ductilidade.

• Estampagem:
1. Laminas metálicas estampadas com as formas dos dentes.
2. Baixa precisão e baixo custo.
3. Grandes quantidades.
4. Acabamento superficial pobre.
USINAGEM
• Dois processos são utilizados na prática:
• Fresamento por fresa conformadora: Onde os
gumes de corte têm a forma do perfil do
dente. A ferramenta corta o vazio dos dentes,
o gume da navalha conformando o perfil do
dente.
USINAGEM
• Usinagem por geração: Onde a ferramenta e o
bloco a usinar apresentam um movimento
relativo correspondente ao movimento real
das engrenagens conjugadas, podendo a
ferramenta ter o perfil da cremalheira-tipo ou
da própria conjugada.
USINAGEM

• O movimento relativo da navalha e do


bloco permite, por cortes sucessivos, a
conformação dos dentes, sendo o perfil
obtido pela curva envoltória das diversas
posições sucessivas do gume da navalha.
Usinagem:
MAIOR PARTE ENGRENAGENS METÁLICAS USADAS PARA TRANSMITIR
POTÊNCIA (USINAGEM DE MATERIAIS FUNDIDO,FORJADO OU DISCO
LAMINADO A QUENTE)

PROCESSOS GROSSEIROS

• Fresamento de Forma:
1. Requer cortador de freza de forma.(fig 11-17,1).
2. Feito para a forma do vão,para a geometria e para o número de dentes de cada
engrenagem em particular.
3. Corta um dente de cada vez.
4. Custo de ferramenta alto(cortador para cada tamanho de engrenagem).
5. É o método menos preciso dos métodos grosseiros.
NUMERO DAS FRESAS
PROCESSOS GROSSEIROS

• Geração por Cremalheira:


1. Um cortador de cremalheira para qualquer passo de involuta facilmente construído.
2. Forma do dente é um trapézio.(fig 11-17,2).

3. Cremalheira endurecida e afiada.


4. Movimento alternado(para frente e para trás)ao longo do eixo do disco da
engrenagem, e avança sobre ele ao mesmo tempo.
5. Cremalheira e disco reposicionado periodicamente para completar a circunferência
(pode introduzir erros na geometria)
6. Menos preciso que métodos de geração de engrenagem e por fresa de caracol.
Geração por Cremalheira:
PROCESSOS GROSSEIROS

• Geração de engrenagem:
1. Usa ferramenta cortante na forma de engrenagem.(fig 11-17,3).

2. Engrenagem cortante movida para frente e para trás axialmente através do disco
,enquanto o disco roda ao redor da ferramenta.
3. Precisão boa, mas qualquer erro em algum dente é transferido para a engrenagem.
4. Engrenagens internas podem ser cortadas com este método.
5. Processo verdadeiro de geração de forma.
PROCESSOS GROSSEIROS

• Geração por fresa caracol:


1. Um caracol.(fig 11-17,4) análogo a uma rosca cônica.

2. Seus dentes são feitos para igualar o vão de dente e são interrompidos com ranhuras
para permitir as superfícies cortantes.
3. Roda ao redor de um eixo perpendicular àquele do disco de engrenagem.
4.É o método mais preciso dos processos grosseiros.Nenhum reposicionamento da
ferramenta ou disco é preciso.
5. Cada dente é cortado por múltiplos de dentes do caracol.
6. Excelente acabamento.
7. Um dos mais amplamente usados.
PROCESSOS DE ACABAMENTO
Qualidade da engrenagem

fpm=ft/min
ENGRENAGES CILÍNDRICAS DE
DENTES RETOS
NOMENCLATURA
ANÁLISE CINEMÁTICA
INTRODUÇÃO

• Transmissões simples por volantes de atrito,


podem prover uma transmissão de potência
suave do cilindro de entrada 1 (motor) para o
cilindro de saída ou anular 2 (movido) se não
houver deslizamento no ponto de contato P.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
• Para o caso de nenhum deslizamento, as
intensidades da velocidade tangencial são
iguais para os dois componentes em contato;
assim, tem-se:
INTRODUÇÃO

• Se as condições de operação tendem a causar


deslizamento, ou se é necessário um
movimento em fase preciso entre os eixos de
entrada e de saída, pode-se incorporar um
série de dentes de engrenamento para
assegurar que não ira ocorrer deslizamento.
INTRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
• O formato dos dentes deve ser fabricado
cuidadosamente de modo que não interfiram
entre si à medida que as engrenagens girem e
de modo que a razão de velocidades angulares
entre o pinhão e a coroa não aumente nem
diminua em qualquer instante à medida que
os dentes atravessem sucessivamente o ponto
de engrenamento (região de contato entre os
dentes).
INTRODUÇÃO

• Se estas condições forem alcançadas,


diz-se que as engrenagens satisfazem
a lei fundamental do engrenamento
que será vista adiante.
NOMENCLATURA
NOMENCLATURA
NOMECLATURA
• P (Pd) = Passo diametral (diametral pitch), em
dentes/polegada, usado apenas nos EUA.
• m = módulo em mm, usado no sistema SI ou
métrico.
• p (pc) = passo circular em mm (igual ao
perímetro do círculo primitivo dividido pelo
número de dentes).
NOMENCLATURA
• De modo semelhante o passo de base pb, é
definido como um comprimento de arco igual
ao perímetro do círculo de base dividido pelo
número de dentes N. Pela figura a seguir, tem-
se que:
• rb = r cosø, portanto, tem-se:
• pb = 2π rb /N = (2π r / N ) cosø = pc cosø
NOMENCLATURA
NOMENCLATURA
• As equações para a distância entre centros C
podem ser escritas como sendo:
NOMENCLATURA
• Os dentes de engrenagens em contato
podem-se acoplar adequadamente, apenas,
se seus passos diametrais ou seus módulos
forem iguais. Assim tem-se que:
LEI FUNDAMENTAL DO
ENGRENAMENTO
LEI FUNDAMENTAL DO
ENGRENAMENTO
LEI FUNDAMENTAL DO
ENGRENAMENTO
• Onde pela figura tem-se:
• C’ → Ponto de contato entre os dentes das
engrenagens motora (1) e movida (2);
• C → Ponto de contato entre as circunferências
primitivas das duas engrenagens.
• T-T → Reta tangente ao perfil dos dentes no
ponto de contato C’.
• N-N → Reta perpendicular a reta T-T passando
pelo pontos de contato C’ e C.
LEI FUNDAMENTAL DO
ENGRENAMENTO

• Para que a transmissão por engrenagens se


efetue com relação de transmissão constante, é
necessário que a perpendicular às curvas dos
perfis dos dentes em contato, traçada pelo
ponto de contato (ponto C’), passe pelo ponto
de tangência das circunferências primitivas
(ponto C).
LEI FUNDAMENTAL DO
ENGRENAMENTO
• Para que a lei fundamental do
engrenamento seja satisfeita, a
geometria do perfil do dente de
engrenagem deve produzir uma razão de
velocidades exatamente constante entre
as engrenagens movida e motora em
cada posição de contato entre os dentes
durante a rotação.
LEI FUNDAMENTAL DO
ENGRENAMENTO

• Se um par de dentes de engrenagens


acoplado tiver perfis que satisfaçam esta
exigência, diz-se que são perfis
conjungados.
LEI FUNDAMENTAL DO
ENGRENAMENTO

• Teoricamente é possível selecionar


arbitrariamente qualquer perfil para um
dente de engrenagem e, então,
encontrar um perfil para ser acoplado a
ele que produza ação conjugada.
LEI FUNDAMENTAL DO
ENGRENAMENTO
• Os dentes das engrenagens podem ser perfilados
com curvas quaisquer que obedeçam à lei
fundamental de engrenamento.
• Os perfis que obedecem estas condições são
denominados de CONJUGADOS.
• É possível portanto perfilar os dentes das
engrenagens conforme uma enorme quantidade
de curvas que se correspondem duas a duas.
CURVAS UTILIZADAS

• As duas curvas mais utilizadas na fabricação


de engrenagens e que obedecem a lei
fundamental do engrenamento são:
• CURVA EVOLVENTE
• CURVA CICLOIDAL
PERFIS NORMALMENTE UTILIZADOS
.
LEI FUNDAMENTAL DO
ENGRENAMENTO

• Na prática, contudo, devido à relativa


facilidade de fabricação e à baixa
sensibilidade às pequenas variações na
distância entre centros, o único perfil
importante para engrenamentos
atualmente é o de uma evolvente de
círculo.
CURVA EVOLVENTE
CURVA EVOLVENTE
EVOLVENTE
TAMANHO DO DENTE

• O valor do ângulo de pressão (ø)


afeta significativamente a forma do
dente de engrenagem, conforme
mostrado na figura a seguir.
COMPARAÇÃO DO PERFIL DE DENTES EM FUNÇÃO DE ø
TAMANHO DO DENTE
• Dentes com ø = 25º têm bases mais espessas e
raios de curvaturas maiores na circunferência
primitiva, elevando a capacidade de carga à
flexão, em comparação aos dentes com ø =
20º.
• Dentes com ø = 25º, contudo, tendem a gerar
um maior ruído de operação devido à sua
menor razão de contato.
TAMANHO DO DENTE

• Os sistemas de dentes padronizados


incorporam, normalmente, ângulos de pressão
de 20º e 25º.
• Sistemas de dentes padronizados têm sido
adotados largamente para facilitar a
intercambiabilidade e a disponibilidade.
TAMANHO DO DENTE
• Isto se dá através da especificação de ângulos
de pressão selecionado e, em seguida, da
definição de adendo, dedendo, profundidade
de trabalho, profundidade total, folga mínima
na ponta do dente e espessura circular do
dente como função do módulo (ou do P).
TAMANHO DO DENTE

• O ângulo mais comumente utilizado é o de


20°, tanto para engrenagens nos EUA como
para os do sistema SI; no entanto, um ângulo
de pressão de 25° é, também, muito utilizado
nos EUA para engrenagens de passo curto (P <
20).
TAMANHO DO DENTE
• As proporções de dentes para engrenagens
cilíndricas de dentes retos da AGMA com
profundidade total estão especificadas na
tabela a seguir, e os tamanhos reais
aproximados dos dentes evolventais para
estas engrenagens são apresentados na figura
a seguir.
TAMANHOS DOS DENTES (AGMA)
TAMANHOS REAIS DO DENTES
PARA VÁRIOS P
RELAÇÃO ENTRE MÓDULO (mm) E
TAMANHO DE DENTE
TAMANHOS DOS DENTES (AGMA)
RELAÇÕES PARA ENGRENAGENS DE
DENTES RETOS
.
TAMANHOS DOS DENTES (AGMA)
RAZÃO DE CONTATO
• Do instante em que um par de dentes de
engrenagem entra em contato até que deixem
o contato após o movimento de rotação
durante o engrenamento, a engrenagem
motora transmite força para a engrenagem
movida ao longo da linha de ação ab.
RAZÃO DE CONTATO
RAZÃO DE CONTATO
• O contato inicial ocorre em a e o contato final em b. Perfis de dentes
traçados a partir desses pontos interceptam o círculo primitivo e A e B,
respectivamente.
RAZÃO DE CONTATO
• A distância AP é denominada arco de aproximação
qa e a distância PB, arco de afastamentos(recesso) qr.
A soma dessas quantidades é o arco de ação qt.
• Ou seja:

qt = qa + qr
RAZÃO DE CONTATO
• Caso qt = pc (passo circular)→ Um dente e seu
espaço irão ocupar o arco completo AB → um
par de dentes em contato.
• Caso qt = 1,2 pc → Quando uma par de dentes
está acabando de entrar em contato em a, um
outro par, ainda em contato, não terá ainda
alcançado b. Por um curto período de tempo
haverá dois dentes em contato, um na
vizinhança de A e outro na de B.
RAZÃO DE CONTATO
• Devido à natureza dessa ação entre dentes, na
qual um ou dois pares de dentes estão em
contato, é conveniente definir o termo razão
de contato mc como:
• mc = qt /pc
ou
• mc = Lab /pb = Lab/pc cos ø
RAZÃO DE CONTATO
• Onde pela figura a seguir Lab é dado por:

Lab = CP + PD
RAZÃO DE CONTATO
RAZÃO DE CONTATO
• Onde pelo triângulos O3BC e O3BP tem-se:

• E pelos triângulos O2AD e O2AP tem-se:


INTERFERÊNCIA
INTERFERÊNCIA
INTERFERÊNCIA

• Considerem-se duas engrenagens C1 e C2 de


centro O1 e O2, números de dentes z1 (ou N1) e
z2 (ou N2) e raios r1 e r2.
• Pelo fenômeno da interferência, o diâmetro
externo da engrenagem C2 poderá, no máximo,
ser igual a O2H1.
INTERFERÊNCIA
INTERFERÊNCIA
• Da figura tira-se:

• Por outro lado, da figura, tem-se:

• Onde m é o módulo das engrenagens conjugadas;


k, uma constante, e α (ou ϕ), ângulo de pressão.
INTERFERÊNCIA
• Pela figura, tem-se:
O2H2 = r2 cosα = (mz2 cosα )/2
• e,
H2H1 = H2I + H1I
• Por outro lado, tem-se:
H2I = r2senα = (mz2 senα)/2
H1I = r1senα = (mz1 senα)/2
INTERFERÊNCIA
• Agrupando-se as expressões, tem-se:
INTERFERÊNCIA
• Desenvolvendo, chega-se a:

• É a cabeça da engrenagem maior que provoca


a interferência, e para uma mesma altura da
cabeça (ha = k.m) o perigo de interferência
cresce com o diâmetro da engrenagem maior.
INTERFERÊNCIA
• Esta equação permite determinar o número
mínimo de dentes de uma engrenagem
evolvente z1 (ou N1) a qual pode engrenar com
outra de z2 (ou N2) dentes; para o sistema
normal ela leva às curvas mostradas na figura a
seguir.
• A zona entre a curva e o eixo das abscissas
deve ser evitada.
NOMOGRAMA PARA VERIFICAÇÃO DA
EXISTÊNCIA DE INTERFERÊNCIA
INTERFERÊNCIA
• Haverá um número mínimo de dentes que se
conjuga sem interferência com uma
cremalheira.
• Esse número é denominado número mínimo
de dentes de um sistema.
• Se o número de dentes do pinhão (menor
engrenagem) for maior que esse número não
haverá necessidade de verificação da
interferência.
INTERFERÊNCIA
• Para a cremalheira r2 = ∞ ou z2 = ∞ e portanto
a equação a seguir:

resulta em:
INTERFERÊNCIA
• Observa-se que o aumento do ângulo de
pressão α (ou ø) diminui o número mínimo de
dentes, o mesmo ocorrendo com a diminuição
do valor k.
• Daí os dois processos para se obter um menor
número mínimo de dentes: aumentar o ângulo
de pressão ou corrigir a altura da cabeça,
atuando em k.
INTERFERÊNCIA
• Para o perfil evolvente, sistema normalizado,
os números mínimos são:

α = 14º ½ → zmin = 32
α = 20º → zmin = 17
α = 25º → zmin = 12
INTERFERÊNCIA
• O menor número de dentes em um pinhão e uma coroa
cilíndricos de dentes retos, com razão de engrenamento de
1:1 (NG/NP = 1), que pode existir sem interferência é Np. Esse
número de dentes para engrenagens cilíndricas de dentes
retos é dado por:
INTERFERÊNCIA
INTERFERÊNCIA
• O menor pinhão cilíndrico de dentes retos que irá
operar com uma cremalheira (NG = ∞), sem
interferência, é:

• Para ø = 20°, com dentes de profundidade completa,


o menor número de dentes do pinhão é:
INTERFERÊNCIA
• A maior coroa com um pinhão especificado livre de
interferência é:

• Para um pinhão de 13 dentes, com ø = 20°, tem-se:


INTERFERÊNCIA
INTERFERÊNCIA

• A interferência pode ser eliminada utilizando-


se mais dentes no pinhão. Todavia, se este se
destina a transmitir uma dada potência, mais
dentes podem ser usados somente com
aumento do diâmetro primitivo.
INTERFERÊNCIA

• A interferência também pode ser reduzida


mediante a utilização de um ângulo de
pressão maior. Isso resulta em um círculo de
base menor, de modo que uma parte maior
do perfil de dente torna-se evolvente. No
entanto isto resulta em um aumento nas
forças de atrito e nas cargas nos mancais.
ANÁLISE CINÉTICA
• NOTAÇÃO
• O numeral 1 identifica a estrutura de
máquina.
• O numeral 2 designa a engrenagem de
entrada e, a partir daí, numera-se as
engrenagens, sucessivamente, como 3, 4, etc.,
até chegar-se à última engrenagem do trem.
ANÁLISE CINÉTICA
• As letras minúsculas do alfabeto a, b, c, etc.,
designarão cada eixo do trem.
Definida esta notação tem-se como exemplo
que:
• F23 = Força exercida pela engrenagem 2 sobre
a engrenagem 3;
• F2a = Força exercida pelo engrenagem 2 sobre
o eixo a;
ANÁLISE CINÉTICA
• Faz-se também necessário utilizar sobrescritos
para indicar direções.
• As coordenadas de direção serão designadas por
x, y e z, e as direções radial e tangencial pelos
sobrescritos r e t.
• Por exemplo:
• Ft43 = Componente tangencial da força da
engrenagem 4 contra a engrenagem 3;
• Fr2a = Componente radial da força exercida pela
engrenagem 2 sobre o eixo a;
ANÁLISE CINÉTICA
• A figura (a) mostra um pinhão montado sobre o eixo a, girando, em
sentido horário, a n2 rpm, enquanto aciona uma engrenagem sobre o eixo
b a n3 rpm.
ANÁLISE CINÉTICA
• Na figura (b) o pinhão 2 foi separado a coroa 3 e do eixo, e o efeito dessas
interações foi substituído por forças . Fa2 e Ta2 representam a força e o
torque, respectivamente, exercidos pelo eixo a contra o pinhão 2. Já F32 é
a força exercida pela engrenagem 3 contra o pinhão 2. Da mesma forma
obtém-se o diagrama de corpo livre mostrado na figura (c).
ANÁLISE CINÉTICA
• Na figura abaixo o diagrama de corpo livre do pinhão foi redesenhado e as
forças foram relacionadas em termos de componentes radial e tangencial.
ANÁLISE CINÉTICA
ANÁLISE CINÉTICA
• Defini-se agora que:

Wt = Ft32
Que é a carga transmitida. Essa carga tangencial é realmente a componente útil, uma
vez que a componente radial Fr32 não serve a nenhum propósito.

• O torque aplicado (T) e a carga transmitida (Wt ) estão relacionados pela equação:

na qual utilizou-se T = Ta2 e d= d2 para obter uma relação geral.


ANÁLISE CINÉTICA

• Designando a velocidade tangencial na circunferência


primitiva por V, em que em pés/minuto, a potência H
(hp) poderá ser calculada a partir da equação, onde Wt esta
lbf:
ANÁLISE CINÉTICA
• A equação correspondente no Sistema
Internacional (SI) é:
H = T.ω = [Wt(d/2)](2πn/60) → Wt = 60H/πdn
ou Wt = H/V uma vez que V = πdn/60
Onde: H →w; d → m; Wt → N e n → rpm
Também tem-se a relação:
T = 30H/πn = 9,55 H/n (N.m) onde H → w ou
T = 9.550 H/n (N.m) onde H → kW e n → rpm.
ANÁLISE CINÉTICA
• Ou ainda:
EXERCÍCIO 13.28
• O eixo a na figura recebe uma potência de 75
kW a 1000 rpm em sentido anti-horário. As
engrenagens têm um módulo igual a 5 mm e
um ângulo de pressão de 20°. A engrenagem 3
roda livre. Pede-se:
a) Encontre a força F3b.
b) Encontre o torque T4c.
EXERCÍCIO 13.28
.
EXERCÍCIO 13.28
.
EXERCÍCIO 13.28
EXEMPLO 13-6
• O pinhão 2 na figura a seguir gira a 1.750 rpm
e transmite 2,5 kW à engrenagem
intermediária 3. Os dentes são cortados
segundo o sistema de 20º de profundidade
completa e têm modulo de 2,5 mm. Desenhe
um diagrama de corpo livre da engrenagem 3
e calcule e mostre todas as forças que atuam
sobre a mesma.
EXEMPLO 13-6

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