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Departamento de

Ciências Físico Naturais

2015/2016

Protocolo Experimental
12º Ano, Turma A, B e C
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Nome:
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Introdução

Como se sabe, os microrganismos encontram-se em toda a parte. São transportados pelas correntes do ar,
desde a superfície da terra aos locais mais altos da atmosfera. Os microrganismos dos oceanos podem encontrar-
se a muitos quilómetros nas montanhas mais altas. Também existem nos sedimentos marinhos a grande
profundidade. Até no Mar Morto existem microrganismos.
São abundantes em solos férteis, encontram-se dispersas no ar que respiramos, na água, nos alimentos
que ingerimos, à superfície do nosso corpo, no tubo digestivo, na boca e outras aberturas naturais. Poder-se-á,
portanto, afirmar que onde os microrganismos encontram condições favoráveis de humidade, temperatura, pH e
nutrientes, eles estão necessariamente presentes.
De todos os seres vivos, os microrganismos são sem dúvida, os mais abundantes e "ubiquistas·,
distinguindo-se também pelas suas dimensões e pela sua diversidade muito marcada.
Geralmente os microrganismos do ar não são patogénicos, mas podem alterar os alimentos e produtos
biológicos. Os esporos dos fungos podem induzir reações alérgicas.
A água, quando poluída, pode transmitir uma série de doenças, nomeadamente do foro entérico.
Devido à sua resistência a condições adversas, os endosporos bacterianos persistem, durante longos
períodos, no ar, solo, água e várias superfícies.
Alguns dos micróbios que existem à superfície da pele e das mucosas do nosso corpo, podem provocar
doenças, quando são veiculados com os alimentos.

Objetivos:
- Detetar a presença de microrganismos em diversos biótopos, tomando consciência de que eles existem à sua
volta.
- Conhecer os nichos ecológicos prediletos dos micróbios e verificar a sua ubiquidade na natureza.
- Iniciar-se no contacto com a diversidade de formas que podem ter as colónias de alguns microrganismos e
distingui-los pelos seus aspetos morfológicos diferentes.

Os microrganismos, de um modo geral, quando individualizados não são visíveis a olho nú, mas a
agregação de uma população suficientemente numerosa torna-se necessariamente visível. Quando se desenvolvem
em meio sólido essa agregação designa-se por colónia.
Poder-se-á então pesquisar os micróbios por dois processos:
1 - Por observação macroscópica de populações suficientemente numerosas.
2- Examinando os indivíduos microscopicamente.

Material:
- 5 placas de Petri com meio de agar nutritivo
- 4 zaragatoas esterilizadas
- 1 tubo com solução fisiológica
- Pipetas de Pasteur

Procedimento:
Identificação das placas de Petri, depois de secas, do seguinte modo:
Placa I
Ar 15'

Protocolo experimental - 12ºAno


Data e identificação do grupo

A identificação é feita com lápis dermográfico ou, de preferência, em etiquetas autocolantes, no fundo da placa
que contém o meio de cultura e nunca sobre a tampa.
Abrir e expor ao ar a placa de Petri, durante 15 minutos.
Fechar a placa ao fim do referido tempo.
Incubar à temperatura ambiente ou a 25°C, durante 48 horas.
As placas devem ser expostas ao ar em recintos diferentes, por exemplo: dentro do laboratório, no exterior do
edifício...

Placa II
Tosse ou espirro
Data e identificação do grupo
A placa é aberta e a parte que contém o meio de cultura colocada à frente da boca, para a qual se tosse ou
espirra. Fecha-se a placa, identifica-se e leva- se à estufa a 37°C, durante 48 horas.

Placa III
Superfícies da pele e mucosas
Data e identificação do grupo
Com um traço no exterior da parte que contém o meio, dividir a placa em duas partes iguais. Em uma delas
inocular com uma zaragatoa, previamente humedecida em solução fisiológica, o conteúdo do nicho - espaço
interdigital -, passando-a entre os dedos de ambas as mãos. A outra metade é semeada, utilizando também uma
zaragatoa humedecida em solução fisiológica, com material recolhido das fossas nasais.
Fechar a placa identificá-la e levar à estufa a 37.ºC, durante 48 horas.

Placa IV
Água
Data e identificação do grupo
Com uma pipeta de Pasteur colocar na placa três gotas de uma amostra de água. Espalhar, com a ajuda de
uma zaragatoa, as gotas por todo o meio. Feche e identifique a placa para posteriormente a levar à estufa, onde
permanecerá 48 horas.

Placa V
Superfícies
Data e identificação do grupo
Como na placa III, inocule numa das partes uma zaragarota humedecida em solução fisiológica que faz
passar sobre a bancada de trabalho. Na outra repita a técnica a partir do chão.
Preceder à respetiva identificação e incubar à temperatura ambiente ou a 25°C, durante 48 horas.

Discussão dos resultados:


Findo o período de incubação retirar as placas das estufas e examiná-las para:
- Avaliar o número aproximado de colónias em cada placa.
- Comparar os resultados obtidos nos diferentes nas diferentes placas.
- Comparar os resultados obtidos nos diferentes grupos de trabalho.

Bom trabalho!!!

Protocolo experimental - 12ºAno