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Eletrônica Digital

Prof. Arthur Braga

Tópicos
„ Transistor Bipolar
„ Características Básicas de CIs Digitais
… Terminologia de CIs Digitais
… A Família Lógica TTL
… Circuito Lógico Básico NAND TTL
… Ações de absorção e fornecimento de corrente
… Porta NOR TTL
… Fan-Out e acionamento de carga para TTL
… Saídas de Coletor Aberto
… Saída 3-State

1
Transistor

Transistor
Transistor Bipolar
Um transístor bipolar (com polaridade NPN ou PNP) é constituído por duas
junções PN (junção base-emissor e junção base-coletor) de material
semicondutor (silício ou germânio) e por três terminais designados por
Emissor (E), Base (B) e Coletor (C).

Altamente Menos Menos


Camada Altamente Camada
dopado dopado que dopado que
mais fina dopado mais fina
o Emissor e o Emissor e
e menos e menos
mais dopado mais dopado
dopada dopada
que a Base que a Base

N – Material semicondutor com excesso de elétrons livres


P – Material semicondutor com excesso de lacunas

2
Transistor
Transistor Bipolar

Junção PN Junção PN Junção PN Junção PN


base - emissor base - colector base - emissor base - colector

Transistor
Transistor Bipolar
Para que o transístor bipolar conduza é necessário que VBE ≥ 0,7 V, caso
contrário não haverá passagem de corrente entre o Emissor e o Colector.

O transístor não conduz


IB = 0 (está em corte)

Se aplicarmos uma pequena corrente na base, o transístor conduz e pode


amplificar a corrente que passa do emissor para o colector.

Uma pequena corrente …origina uma grande corrente


entre a base e o emissor… entre o emissor e o colector

3
Transistor
Transistor Bipolar
Para o transístor bipolar poder ser utilizado com interruptor, como amplificador ou como
oscilador tem que estar devidamente polarizado através de uma fonte DC.

Para o transístor estar corretamente polarizado, a junção PN base – emissor deve


ser polarizada diretamente e a junção base – colector deve ser polarizada
inversamente.

Regra prática:
O Emissor é polarizado com a mesma polaridade que o semicondutor que o constitui.
A Base é polarizada com a mesma polaridade que o semicondutor que a constitui.
O Coletor é polarizado com polaridade contrária à do semicondutor que o constitui.

Emissor Base Colector Emissor Base Colector

P N P N P N
+ - - - + +

Transistor
Transistor Bipolar

VCE – Tensão coletor - emissor


VBE – Tensão base – emissor
VCB – Tensão coletor - base

IC – Corrente de coletor
IB – Corrente de base
IE – Corrente de emissor

VRE – Tensão na resistência de emissor


VRC – Tensão na resistência de coletor

4
Transistor
Transistor Bipolar
+

Rc
Considerando o sentido convencional da corrente e
aplicando a lei dos nós, obtemos a seguinte relação
Rb das correntes num transístor bipolar
IC
IB

IE = IC + IB

IE

Transistor
Transistor Bipolar

corte saturação
VBE reversa direta
VCE 3.5V 0.3V
IB 10 uA 1 mA
Nível lógico 1 0
Estado OFF ON

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Características Básicas
de CIs Digitais

Introdução
Os CIs têm se tornado os sistemas digitais mais confiáveis pela redução do número de
conexões externas de um dispositivo para o outro. Antes da existência dos CIs, todas as
conexões de circuito eram feitas a partir de um componente discreto (transistor, diodo,
resistor, etc.) para outro.

Com as conexões ocorrendo internamente nos CIs, evita-se soldas ruins, interrupções
ou curtos nas trilhas da placa e outros problemas físicos. Os CIs também
reduziram drasticamente a potência elétrica necessária para realizar uma
determinada função, já que seus circuitos miniaturizados requerem, tipicamente, menos
potência que os equivalentes discretos.

Entretanto, os CIs possuem limitações: eles não suportam correntes ou tensões


elevadas pois o calor gerado em uma área tão pequena elevaria a temperatura a níveis
que poderiam comprometer o dispositivo. Além disso, não se pode implementar
facilmente em CIs certos dispositivos como indutores, transformadores e grandes
capacitores. Operações que necessitam de maiores potências ainda são realizadas com
componentes discretos.

A partir do estudo das características elétricas das famílias lógicas dos CIs mais comuns
pode-se compreender as limitações destes dispositivos, e utilizá-los adequadamente na
montagem de Sistemas Digitais.

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Características Básicas de CIs Digitais
CIs digitais são uma coleção de resistores, diodos e transistores
fabricados em um único pedaço de material semicondutor (geralmente
silício), denominado substrato,
substrato comumente conhecido como chip.

O chip é confinado em um encapsulamento protetor plástico ou


cerâmico, a partir do qual saem os pinos.

Um dos tipos de encapsulamento mais comuns é o Dual-Dual-In-


In-Line (DIP),
(DIP
assim denominado por conter duas linhas de pinos em paralelo.

Os pinos são numerados no sentido anti-horário a partir de uma marca


em uma de suas extremidades.

Características Básicas de CIs Digitais


O DIP é provavelmente o encapsulamento mais comumente encontrado
para CIs. Mas há outros encapsulamentos.
O PLD EPM 7128SLC84 da Altera é um exemplo de dispositivo que possui
outro encapsulamento: o PLCC (encapsulamento plástico com contatos).

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Características Básicas de CIs Digitais
CIs digitais são muitas vezes classificados de acordo com a
complexidade de seus circuitos – medida pelo nú
número de portas ló
lógicas
equivalentes no seu substrato.
substrato

Complexidade Portas por Chip

Integração em pequena escala (SSI) Menos do que 12

Integração em média escala (MSI) 12 a 99

Integração em larga escala (LSI) 100 a 9999

Integração em escala muito larga (VLSI) 10.000 a 99.999

Integração em escala ultra-larga (ULSI) 100.000 a 999.999

Integração em escala giga (GSI) 1.000.000 ou mais

Características Básicas de CIs Digitais


CIs digitais também podem ser classificados de acordo com o principal
tipo de componente eletrônico usado nos seus circuitos. CIs bipolares
são fabricados com transistores bipolares de junção (NPN e PNP). CIs
unipolares usam transistores unipolares por efeito-de-campo (MOSFETs
canal P e canal N) como seu elemento principal.

Famí
Família TTL – famí
família de CIs bipolares. Famí
Família CMOS – famí
família de CIs unipolares.

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Características Básicas de CIs Digitais
CIs digitais também podem ser classificados de acordo com o principal
tipo de componente eletrônico usado nos seus circuitos. CIs bipolares
são fabricados com transistores bipolares de junção (NPN e PNP). CIs
unipolares usam transistores unipolares por efeito-de-campo (MOSFETs
canal P e canal N) como seu elemento principal.

Famí
Família TTL – famí
família de CIs bipolares. Famí
Família CMOS – famí
família de CIs unipolares.

Características Básicas de CIs Digitais


Famí
Família TTL:

A família TTL (lógica transistor-transistor) consiste atualmente de várias


subfamílias ou séries. A série 74 padrão foi a primeira série de CIs TTL.
Ela não é mais usada em novos projetos, tendo sido substituída por
várias séries TTL de alta performance. CIs que pertencem à série
Schottky de baixa potência têm sua identificação começada por 74LS.

As diferenças entre as séries TTL estão relacionadas com suas


características elétricas, como: dissipação de potência e velocidade de
chaveamento (comutação). Elas não diferem na disposição dos pinos ou
na operação lógica realizada pelos circuitos internos.

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Características Básicas de CIs Digitais
Famí
Família CMOS:

A família CMOS (semicondutor de óxido metálico complementar) tem a


série 4000 como sendo a sua mais antiga. Ela possui muitas das funções
lógicas da família TTL, mas não foi projetada para ser compatível pino a
pino com os dispositivos TTL.

As séries 74C, 74HC, 74HCT, 74AC e 74ACT são as mais recentes das
famílias CMOS. As três primeiras são compatíveis pino a pino com os
dispositivos TTL de mesma numeração. As séries 74HC e 74 HCT operam
a uma velocidade maior que os dispositivos da 74C. A série 74HCT foi
projetada para ser eletricamente compatível com com dispositivos TTL.
As séries 74AC e 74ACT são CIs de altíssimo desempenho – nenhum
deles compatível pino a pino com TTL. Os dispositivos 74ACT são
eletricamente compatíveis com TTL.

Características Básicas de CIs Digitais


Alimentaç
Alimentação e terra

As conexões mais importantes dos CIs digitais são as de alimentação cc


(corrente contínua) e terra.

Caso a conexão de alimentação ou GND não seja feita, as portas lógicas


no CI não vão funcionar !

Faixas de tensão para ní


níveis ló
lógicos

Para dispositivos TTL, Vcc é +5 V. Para dispositivos CMOS, Vdd pode estar
situado na faixa de +3 a +18 V, embora +5 V seja a tensão mais usada,
principalmente quando dispositivos CMOS são usados em um mesmo
circuito em conjunto com dispositivos TTL.

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Características Básicas de CIs Digitais

Faixas de tensão para ní


níveis ló
lógicos

O que acontece quando uma entrada de um CI digital é desconectada ?

Características Básicas de CIs Digitais


Entradas não-
não-conectadas (flutuantes)

Uma entrada flutuante em um circuito TTL funciona exatamente como se


estivesse em nível lógico 1. Essa característica é freqüentemente usada
quando se testa um circuito TTL. Entretanto, do ponto de vista de níveis
lógicos, não é uma prática recomendada, visto que uma entrada flutuante
em um circuito TTL é extremamente suscetível a sinais de ruídos.

Uma entrada flutuante em um circuito CMOS pode ter resultados


desastrosos. O CI pode superaquecer e possivelmente se danificar. Por
essa razão, todas as entradas de um circuito CMOS devem ser
conectadas a um nível lógico (BAIXO ou ALTO), ou à saída de um CI.

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Características Básicas de CIs Digitais
Diagramas de conexão de circuitos ló
lógicos

Um diagrama de conexão mostra todas as conexões elétricas, numeração


de pinos, valores de componentes, nomes de sinais e tensões de
alimentação.

EXEMPLO

Terminologia de
CIs Digitais

12
Terminologia de CIs Digitais

Parâmetros de Tensão:

Terminologia de CIs Digitais

Parâmetros de Corrente:

13
Terminologia de CIs Digitais

Parâmetros de Corrente:

Terminologia de CIs Digitais

As famílias lógicas de CIs têm como


características marcantes a sua
velocidade de operação e a
potência consumida. Um meio de
comparar a performance global de
uma família de CIs é através do
produto velocidade-potência
(speed-power), obtida através da
multiplicação do retardo de
propagação pela potência dissipada.

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Terminologia de CIs Digitais

Margens de Ruído AC:

Um CI pode tolerar
grande amplitude de
ruído se o pulso do
mesmo for de curta
duração comparado ao
tempo de resposta do CI
(retardo de propaga-
ção).

Terminologia de CIs Digitais

Há um limite para o número de portas lógicas que podem ser ligadas a


uma saída ?

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A Família Lógica
TTL

A Família Lógica TTL


Embora a família bipolar TTL como um todo esteja em declínio, podemos aprender muito
sobre os dispositivos atuais da família estudando o funcionamento destes CIs. Para tal,
considera-se a porta NAND como o circuito lógico básico TTL.

Como funciona ?

As características de entrada da família TTL são provenientes do transistor Q1, que tem
configuração de múltiplos emissores (junção de diodo).

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A Família Lógica TTL
Embora a família bipolar TTL como um todo esteja em declínio, podemos aprender muito
sobre os dispositivos atuais da família estudando o funcionamento destes CIs. Para tal,
considera-se a porta NAND como o circuito lógico básico TTL.

As características de saída da
família TTL são provenientes
dos transistores Q3 e Q4 que
estão na configuração totem-
pole.

Q3 ou Q4 estará conduzindo !

Exemplo de Funcionamento ?

As características de entrada da família TTL são provenientes do transistor Q1, que tem
configuração de múltiplos emissores (junção de diodo).

A Família Lógica TTL


Saída em nível BAIXO

17
A Família Lógica TTL
Saída em nível ALTO

O que ocorre quando conectamos portas ?

A Família Lógica TTL

18
A Família Lógica TTL

A Família Lógica TTL


Porta NOR TTL
A figura abaixo mostra o circuito interno para a porta NOR TTL. Percebe-se que cada
entrada é aplicada ao emissor de um transistor em separado. Na saída, temos a mesma
configuração totem-pole usada com a NAND.

Todos os circuitos TTL têm uma estrutura similar: portas NAND e AND utilizam
transistores de múltiplos emissores nas entradas; portas NOR e OR usam transistores
de entrada separados.

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A Família Lógica TTL
Fan-Out e acionamento de carga para TTL
Para determinar quantas entradas diferentes a saída de um CI pode alimentar,
precisamos conhecer o IOL (máx) e IOH (máx) de tal CI, e os requisitos de corrente de
entrada de IIL e IIH.

A Família Lógica TTL


Fan-Out e acionamento de carga para TTL
Para determinar quantas entradas diferentes a saída de um CI pode alimentar,
precisamos conhecer o IOL (máx) e IOH (máx) de tal CI, e os requisitos de corrente de
entrada de IIL e IIH.

Determinando o fan-out

I OL (máx)
fan _ out ( BAIXO) =
I IL ( máx)

I OH (máx)
fan _ out ( ALTO ) =
I IH (máx)

Caso fan_out(BAIXO) seja diferente de fan_out(ALTO), como algumas vezes


acontece, o fan-out é escolhido como o menor entre os dois valores.

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Ligação de Portas Lógicas TTL
„ SITUAÇÃO: Deseja-se compartilhar uma mesma linha (fio) com
diversas saídas de portas lógicas.
„ PROBLEMA: Uma saída em nível lógico ALTO e outra saída em
nível lógico BAIXO conectadas juntas – CONFLITO !

+5V +5V
B 1 ON
3
ON Off
2
A
7400 ... Q1A Q1B ...
???
X
C 1
3 Off
2 ON
D ... Q2A Q2B ...
Off
7400

Porta A Porta B

Ligação de Portas Lógicas TTL


„ Se a saída de A = 1 (alto) Ö Q1A conduz e Q2A aberto
„ Se a saída de B = 0 (baixo) Ö Q1B aberto e Q2B conduz

Q2B drenará uma corrente


muito alta (representará +5V +5V
uma resistência muito
ON Off
baixa comparada a Q1A)
... Q1A Q1B ...

DANOS X
Off ON
SOLUÇÃO: remover o ...
Q2A Q2B
transistor ativo dos circuitos ...
de saída (Q1) ¨ saída em
coletor aberto
Porta A Porta B

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Saída em Coletor Aberto (TTL)

Como funcionará agora ?

Considere inicialmente apenas uma porta com saída


em coletor aberto...

Saída em Coletor Aberto (TTL)

„ Com saída em 0 (baixo) ¨ Q conduzindo

„ Com saída em 1 (alto) ¨ Q cortado ¨ CIRCUITO ABERTO

22
Saída em Coletor Aberto (TTL)
„ Com saída em 0 (baixo) ¨ Q conduzindo

„ Com saída em 1 (alto) ¨ Q cortado ¨ CIRCUITO ABERTO ¨


necessidade de Rp (Pull-up)

Ö Se Q conduz (“ligado”) ¨
Resistor de pull up +5V S=0
Ö Se Q cortado (“aberto”) ¨
RP S = 1*
SAÍDA
* sem Rp ¨ Vo seria indeterminada
(flutuante)
CIRCUITO Q

Considere a ligação das saídas em coletor aberto de


duas portas lógicas...

Saída em Coletor Aberto (TTL)

ƒ Se uma ou mais saídas Æ 0 ¨ S = 0 (o zero “vence”)


ƒ S = 1 apenas se todas as saídas = 1
ƒ Mais lento e maior dissipação de potência do que o TTL normal,
mas é mais seguro.

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Saída em Coletor Aberto (TTL)
ƒ Se uma ou mais saídas Æ 0 ¨ S = 0 (o zero “vence”)
ƒ S = 1 apenas se todas as saídas = 1
ƒ Mais lento e maior dissipação de potência do que o TTL normal,
mas é mais seguro.

+5V
Conexão wired AND
10 K
A

B S=ABC

Saída em Coletor Aberto (TTL)


„ EXEMPLO DE APLICAÇÕES:
Î Drivers
Î 7406 – 30V/40mA

Caso ainda se queira conectar saídas de portas


lógicas, mas sem gerar uma conexão wired-AND ?

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Saídas 3-State
„ Necessidade de compartilhamento de duto (fio)
„ Característica ¨ Saída em: • Alto
• Baixo
• Alta impedância

A saída no estado de alta impedência é


essencialmente um circuito aberto !

Saídas 3-State
„ Saídas de CIs com 3-state podem ser conectadas juntas sem
causar problemas à velocidade de chaveamento (mesma
velocidade dos TTL comuns)

„ Há circuitos com saídas 3-state que são usados para controlar a


passagem de um sinal lógico da entrada para a saída – são
chamados buffers tristate. Exemplos de buffers 3-state não-
inversores:

„ Quando várias portas 3-state são ligadas juntas, apenas uma deve
ser habilitada por vez !

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Saídas 3-State
„ Exemplo do uso de buffers tristate na ligação de diversos sinais a
uma linha comum (barramento).

Caso mais de uma saída esteja ligada ao barramento, ocorrerá a


situação denominada de contenção de barramento !

Contenção de Barramento

estado lógico
inválido

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Símbolos IEEE/ANSI
„ Simbologia para Saída Coletor Aberto: losango sublinhado.

„ Simbologia para Saída Tristate: triângulo apontado para baixo.

Barramento de Dados
„ Uma situação típica em que há a necessidade de ligar as saídas de
diversos circuitos digitais a um conjunto de linhas comuns é na
transferência de dados.

„ Computadores, por exemplo, possuem um conjunto de linhas para


transferência de dados denominado barramento de dados.

„ Os dispositivos que estiverem conectados ao barramento de dados


terão frequentemente saídas tristate, ou serão conectados por
meio de buffers tristate.

„ Uma situação típica, é a de utilizar um barramento de dados (com


um número de linhas igual ao número de bits dos dados) para
conectar um processador com outros dispositivos (ex.: memórias,
conversores A/D ou D/A).

27
Barramento de Dados

Bibliografia Básica
„ Tocci, R. j., Widmer, N. S.; Sistemas Digitais -
Princípios e Aplicações - 10ª Ed, Editora
Pearson, 2007.
„ Milos Ercegovac; Tomas Lang; Jaime H.
Moreno; Introdução aos Sistemas Digitais,
Editora Bookman, 2000.

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