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Igreja em Quinta do Conde

Seja Alegre XLV

(3) A comunhão de Cristo (vs. 10-11)

O facto de se tornar cristão não constitui o fim para Paulo, mas o princípio. A sua experiência com Cristo foi tão
extraordinária que transformou a sua vida. Essa experiência continuou nos anos que se seguiram. Tratava-se duma
experiência pessoal («Para conhecê-lo...») na medida em que o apóstolo andava com Cristo, orava, obedecia à Sua
vontade e procurava glorificar o Seu nome. Enquanto viveu sob a lei, tudo o que Paulo tinha era uma série de
regulamentos, mas agora tinha um Amigo, um Senhor, um Companheiro constante! Foi igualmente uma experiência
poderosa («e ao poder da sua ressurreição...»), à medida que o poder da ressurreição de Cristo ia operando na vida de
Paulo. «Cristo vive em mim!» (Gál. 2:20). Ler Efésios 1:15-23 e 3:13-21 para apreciarmos o valor que Paulo reconhece
no poder da ressurreição de Cristo e o que ele pode fazer nas nossas vidas.

Foi também uma experiência dolorosa («e à comunicação das suas aflições...»). Paulo sabia que era um privilégio sofrer
por Cristo (Fil. 1:29-30). De facto, o sofrimento tinha feito parte da sua experiência logo desde o início (Act. 9:16). A
medida que crescemos no nosso conhecimento de Cristo e na nossa experiência do Seu poder, tornamo-nos alvo dos
ataques do inimigo. Paulo havia sido perseguidor em dado passo da sua vida, mas soube então o que significa ser
perseguido. Contudo, valeu a pena! Andar com Cristo era também uma experiência prática («para ser conforme à sua
morte...»). Paulo vivia para Cristo porque tinha morrido para si próprio (Romanos 6 explica isso); ele tomava diariamente
a sua cruz e seguia-O. O resultado desta morte foi uma ressurreição espiritual (v. 11) que levou Paulo a andar «em
novidade de vida» (Rom. 6:4). O apóstolo resume toda esta experiência em Gaiatas 2:20, por isso vamos dar algum
tempo a essa leitura.

Sim, Paulo ganhou muito mais do que perdeu. Na verdade, os lucros eram tão emocionantes que Paulo considerou que
todas as outras «coisas» não passavam de lixo quando comparadas com eles! Não admira que sentisse alegria —
a sua vida não dependia de «coisas» baratas deste mundo, mas dos valores eternos encontrados em Cristo. Paulo tinha
uma «mente espiritual» e olhava para as «coisas» da terra do ponto de vista do céu. As pessoas que vivem para as
«coisas» nunca são realmente felizes, porque têm de proteger constantemente os seus tesouros e vivem preocupadas,
com medo de que eles desvalorizem. Não acontece isso com o crente que possui uma mente espiritual; os seus
tesouros em Cristo jamais poderão ser roubados e nunca desvalorizam.

Talvez seja agora uma boa ocasião para o leitor se tornar um contabilista e avaliar as «coisas» que contam mais para
si.

Warren W. Wiersbe

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