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Fortaleza, 4 de junho de 2018.


Oficio 2/06-2018 - PRT 946950-ATCJC
Do Presidente da Fundação.
Ao: Ministério Público Estadual - 29ª. PROMOTORIA DE JUSTIÇA CÍVEL
A/C Bel. José Aurélio da Silva - DD. Promotor de Justiça
Assunto: Comunicação (faz)

Senhor Promotor,
Em atenção às notificações anteriores, o subscritor comunicou através de Ofício
(Oficio 1/05-2018) já enviado, no seu item “3 – Diante desta situação a gestão
convocou os diretores, que são voluntários, para se reunirem e instituir uma
“(Primeira Pauta) – a criação de uma Comissão Institucional para avaliar a
operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, e empós os resultados decidir pela
sua continuidade institucional ou extinção fundacional...”; 4 – Neste sentido, a
Fundação já fez publicar os atos preparatórios para tais fins, onde os expedientes que
seguem em anexos se encontram devidamente publicados. Ver
https://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/; 5 – As atas deliberativas posteriores as
reuniões citadas nos editais estão sendo digitalizadas e posteriormente serão submetidas
ao conhecimento dos diretores para fins de assinatura; 6 – A Comissão será implantada
no dia 1 de junho do corrente ano, e se busca entender que no prazo de seis meses já
teremos condições de conhecer todos os ex-projetos da entidade bem como se existirem,
que não é da ciência desta gestão, será informado(...)”.

Diante do exposto, apresentamos em Anexos os seguintes expedientes:


DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 1
1. Ofício de apresentação do Presidente - Oficio 2/06-2018 - PRT 946950-
ATCJC;
2. Ofício de apresentação do Presidente - Oficio 3/06-2018 - PRT 948717-
Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José
Furtado Leite.
3. ATA EXTRAORDINÁRIA DELIBERATIVA – SESSÃO DE 24/03/2018;
4. ATA EXTRAORDINÁRIA DELIBERATIVA - SESSÃO DE 14/04/2018;
5. EDITAL 4/2018;
6. ATA EXTRAORDINÁRIA DE 01.06.2018 – POSSE DO PRESIDENTE DA
COMISSÃO REFERIDA NO OFÍCIO 1.05.2018;
7. INSTITUIÇÃO DE PROCEDIMENTO DE MEDIAÇÃO NO ÂMBITO DA
COMISSÃO CITADA.

Esclareço que os documentos com assinaturas dos membros do colegiado serão


enviados posteriormente, considerando o lapso temporal para o reconhecimento de
firma dos documentos acima citados que serão posteriormente enviados.
Aproveitamos a oportunidade para renovar os nossos protestos de elevada estima e
consideração.

Cordialmente,

Presidente
Jornalista - Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE
Ciente do Presidente da Comissão.
Data: terça-feira, 19 de junho de 2018, as 16:59:29
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 2
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Fortaleza, 4 de junho de 2018.


Oficio 3/06-2018 - PRT 948717- CIAO-FJFL.
Do Presidente da Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação
José Furtado Leite.
Ao: Presidente da Fundação José Furtado Leite.
DD. Jornalista Antonio César Evangelista Tavares.
C/R – DILIGÊNCIA A SER ENVIADO ao Ministério Público Estadual
29ª. PROMOTORIA DE JUSTIÇA CÍVEL - A/C Bel. José Aurélio da Silva
DD. Promotor de Justiça.
Assunto: Envia expediente Protocolo 948679/2018.

Senhor Presidente,
Tomamos posse na data de primeiro de junho de 2018, e nesta oportunidade
visando atender os fins da Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da
Fundação José Furtado Leite, e em atenção às notificações anteriores do MPE,
APRESENTAMOS os expedientes que seguem em anexo, e que estão descritos da
forma seguinte:

1. Ofício de apresentação do Presidente - Oficio 2/06-2018 - PRT 946950-


ATCJC;
2. Ofício de apresentação do Presidente - Oficio 3/06-2018 - PRT 948717-
Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José
Furtado Leite.
3. ATA EXTRAORDINÁRIA DELIBERATIVA – SESSÃO DE 24/03/2018;
4. ATA EXTRAORDINÁRIA DELIBERATIVA - SESSÃO DE 14/04/2018;
5. EDITAL 4/2018;
6. ATA EXTRAORDINÁRIA DE 01.06.2018 – POSSE DO PRESIDENTE DA
COMISSÃO REFERIDA NO OFÍCIO 1.05.2018;
DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 3
7. INSTITUIÇÃO DE PROCEDIMENTO DE MEDIAÇÃO NO ÂMBITO DA
COMISSÃO CITADA.

Considerando que o Poder de representação é de Vossa Sai, recomendamos enviar os


expedientes citados aos cuidados do Promotor acima citado.

Aproveitamos a oportunidade para renovar os nossos protestos de elevada estima e


consideração.

Cordialmente,

CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA


Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite.
Presidente
CPF 16554124348

Ciente do Presidente da Comissão.


Data: terça-feira, 19 de junho de 2018, as 18:12:59

Presidente
Jornalista - Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 4
https://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/

Fortaleza, 4 de junho de 2018.


Oficio 3/06-2018 - PRT 948717- CIAO-FJFL.

CERTIFICO que o presente expediente foi publicado.


<p style=" margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-
style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height:
normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display:
block;"> <a title="View Prt 948681 Fundação Furtado Leite Oficio 3.06-2018 on
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Furtado-Leite-Oficio-3-06-2018#from_embed" style="text-decoration: underline;" >Prt
948681 Fundação Furtado Leite Oficio 3.06-2018</a> by <a title="View César Augusto
Venâncio da Silva's profile on Scribd"
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Silva#from_embed" style="text-decoration: underline;" >César Augusto Venâncio da
Silva</a> on Scribd</p><iframe class="scribd_iframe_embed" title="Prt 948681
Fundação Furtado Leite Oficio 3.06-2018"
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DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 5
CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA
Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite.
Presidente
CPF 16554124348

Ciente do Presidente da Comissão.


Data: terça-feira, 19 de junho de 2018, as 18:12:59

Presidente
Jornalista - Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 6
https://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/

ATA EXTRAORDINÁRIA DA SESSÃO COLEGIADA DA FUNDAÇÃO JOSÉ


FURTADO LEITE

Aos vinte e quatro dias do mês de março do ano de dois mil e dezoito, as 19h00min,
na sede da Fundação JOSÉ FURTADO LEITE, estabelecida na Rua Soriano
Albuquerque, 581, Sala 03, Joaquim Távora, CEP 60.130.160, reuniu-se o
Presidente da Fundação representada pelo seu gestor-Presidente, Antonio César
Evangelista Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do
Trabalho, Reg. MTB 3597/CE, com fins de fazer funcionar a assembleia geral
convocada para deliberar exclusivamente sobre as pautas apresentadas no Edital 1/2018
e Edital 2/2018 de origem da presidência da entidade e publicados no sitio
http://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/ . A sessão foi presidida por Antonio
César Evangelista Tavares e secretariada pelo Jornalista César Augusto Venâncio da
Silva, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg.
MTB 2881/CE, Às 19 horas a sessão foi aberta sem quorum (quantidade mínima
DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 7
obrigatória de membros presentes ou formalmente representados, para que uma
assembleia possa deliberar e tomar decisões válidas) para deliberar, considerando que os
membros comunicaram via telefone a impossibilidade de comparecer naquela data por
compromissos pessoais já agendados. Assim, considerando que todos são voluntários, e
a ausência inviabiliza a tomada de decisões o Presidente determinou ao Secretário “Ad
hoc” da sessão que promova a leitura dos editais convocatórios e em ato continuo se
faça e promova as decisões administrativas necessárias para assegurar o andamento da
instituição em face das solicitações emergentes do Ministério Público Estadual. Aberta
a sessão o secretário passa a leitura dos editais convocatórios. PRIMEIRO EDITAL.
Edital de Convocação Assemblar Edital 1/2018 1 de março de 2018. Edital de
Convocação Assemblar - Edital 1/2018 1 de março de 2018. EMENTA: Convoca os
colegiados da Fundação José Furtado Leite para uma Assembléia Geral que deve
ocorrer na data de 24 de março de 2018 e dá outras providências. FUNDAÇÃO JOSÉ
FURTADO LEITE, pessoa jurídica de direito privado (Lei Federal nº 10.406/2002,
artigos, Art. 40; Art. 44, III – “as fundações”; Art. 45; Art. 47; Art. 48; Art. 66; Art. 69)
inscrita no CADASTRO NACIONAL DE PESSOA JURÍDICA, número
07.322.431.0001.13, estabelecida na Comarca de Fortaleza, Estado do Ceará, na
Rua Soriano Albuquerque, 581, Sala 03, Joaquim Távora, CEP 60.130.160, neste ato
representado pelo seu gestor-Presidente, Antonio César Evangelista Tavares, brasileiro,
jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg MTB 3597/CE, com
endereço na sede da Fundação, vem pelo presente edital de convocação, tornar público
que ficam convocados todos os membros da direção institucional da fundação, para uma
assembléia geral que deve ocorrer às 19h00min do dia 24 de março do corrente ano, na
sede da Fundação, em primeira chamada, e às 19h30min em segunda chamada, para
deliberar exclusivamente sobre a pauta que segue: Primeira Pauta – Criação de uma
Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite,
e empós os resultados decidir pela sua continuidade institucional ou extinção
fundacional. Segunda Pauta – Nomeação dos membros da Comissão Institucional para
avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite. Terceira Pauta – Ciência ao
colegiado das invasões ocorridas em prédios da Fundação, em diversos municípios onde
a Fundação funcionou e hoje não mais funciona, e considerando estarem a mais de dez
anos “juridicamente e de fato abandonados”, quais as medidas que serão adotadas.
Quinta Pauta – Comunicação ao Ministério Público Estadual da real situação da
Fundação José Furtado Leite, bem como dar ciência ao MPE que a Fundação José
DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 8
Furtado Leite instituiu a Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da
Fundação José Furtado Leite, que terá prazo de 180(cento e oitenta) dias para concluir
suas atividades e prestar um relatório aos colegiados da Fundação que decidiram a partir
das diretrizes da Comissão citada. Sexta Pauta – Dar posse aos membros da Comissão
Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, que
iniciam seus trabalhos em dois (dois) de abril do ano corrente. Sétima Pauta – Relatório
ao colegiado dos pontos discutidos e debatidos no Processo PA/MPE NTFEIS
2017/440330, a partir do Ofício 016/2018-29ª Pmj-TFE-Civ. A Presidência da
FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE, informa que nesta sessão não serão tratados
outros temas. Limitando-se aos termos do presente edital. Não se permite votos por
procuração. A lista das duas chamadas deve ser rigorosamente assinada. Cada membro
da diretoria deve obrigatoriamente assinar o presente edital que será considerado como
peça NOTIFICADORA. Na impossibilidade do comparecimento de 100%, a sessão será
prorrogada para o dia 7 de abril. Devendo a Presidência publicar edital de igual teor.
Para constar, eu CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 -
professor e assessor, indicado para assessoria especial da Comissão a que se refere o
presente edital, de ordem da Presidência digitei, e que pelo Presidente vai assinado e
pelos demais vão os cientes. Presidente - Passado em Fortaleza, primeiro dia do mês
março do ano de dois mil e dezoito. Presidente. Reconhecer firma: Publicado no sitio:
edital1fundacaojfl2018.blogspot.com. Postado por JUSTIÇA ARBITRAL EM REDE
ARBITRAGEM às 19h19min. http://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/2018/02/edital-
de-convocacao-assemblar-edital.html. SEGUNDO EDITAL. Edital de Convocação
Assemblar Edital 1/2018 1 de março de 2018. Edital de Convocação Assemblar -
Edital 1/2018 1 de março de 2018. EMENTA: Convoca os colegiados da Fundação
José Furtado Leite para uma Assembléia Geral que deve ocorrer na data de 24 de março
de 2018 e dá outras providências. FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE, pessoa
jurídica de direito privado (Lei Federal nº 10.406/2002, artigos, Art. 40; Art. 44, III –
“as fundações”; Art. 45; Art. 47; Art. 48; Art. 66; Art. 69) inscrita no CADASTRO
NACIONAL DE PESSOA JURÍDICA, número 07.322.431.0001.13, estabelecida na
Comarca de Fortaleza, Estado do Ceará, na Rua Soriano Albuquerque, 581, Sala 03,
Joaquim Távora, CEP 60.130.160, neste ato representado pelo seu gestor-Presidente,
Antonio César Evangelista Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo
Ministério do Trabalho, Reg MTB 3597/CE, com endereço na sede da Fundação, vem
pelo presente edital de convocação, tornar público que ficam convocados todos os
DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 9
membros da direção institucional da fundação, para uma assembléia geral que deve
ocorrer às 19h00min do dia 24 de março do corrente ano, na sede da Fundação, em
primeira chamada, e às 19h30min em segunda chamada, para deliberar exclusivamente
sobre a pauta que segue: Primeira Pauta – Criação de uma Comissão Institucional para
avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, e empós os resultados
decidir pela sua continuidade institucional ou extinção fundacional. Segunda Pauta –
Nomeação dos membros da Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da
Fundação José Furtado Leite. Terceira Pauta – Ciência ao colegiado das invasões
ocorridas em prédios da Fundação, em diversos municípios onde a Fundação funcionou
e hoje não mais funciona, e considerando estarem a mais de dez anos “juridicamente e
de fato abandonados”, quais as medidas que serão adotadas. Quinta Pauta –
Comunicação ao Ministério Público Estadual da real situação da Fundação José Furtado
Leite, bem como dar ciência ao MPE que a Fundação José Furtado Leite instituiu a
Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite,
que terá prazo de 180(cento e oitenta) dias para concluir suas atividades e prestar um
relatório aos colegiados da Fundação que decidiram a partir das diretrizes da Comissão
citada. Sexta Pauta – Dar posse aos membros da Comissão Institucional para avaliar a
operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, que iniciam seus trabalhos em dois
(dois) de abril do ano corrente. Sétima Pauta – Relatório ao colegiado dos pontos
discutidos e debatidos no Processo PA/MPE NTFEIS 2017/440330, a partir do Ofício
016/2018-29ª Pmj-TFE-Civ. A Presidência da FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE,
informa que nesta sessão não serão tratados outros temas. Limitando-se aos termos do
presente edital. Não se permite votos por procuração. A lista das duas chamadas deve
ser rigorosamente assinada. Cada membro da diretoria deve obrigatoriamente assinar o
presente edital que será considerado como peça NOTIFICADORA. Não
impossibilidade do comparecimento de 100%, a sessão será prorrogada para o dia 7 de
abril. Devendo a Presidência publicar edital de igual teor. Para constar, eu CÉSAR
AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 - professor e assessor,
indicado para assessoria especial da Comissão a que se refere o presente edital, de
ordem da Presidência digitei, e que pelo Presidente vai assinado e pelos demais vão os
cientes. Presidente - Passado em Fortaleza, primeiro dia do mês março do ano de dois
mil e dezoito. Presidente. Reconhecer firma: Publicado no sitio: edital1fundacaojfl2018.
blogspot.com - Postado por JUSTIÇA ARBITRAL EM REDE
ARBITRAGEM às 19:19. http://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/2018/02/edital-de-
DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 10
convocacao-assemblar-edital.html. Após a leitura dos editais transcritos nesta ata o
Presidente determina a transcrição integral das pautas que devem ser deliberadas em
uma próxima sessão a ser designada pela Fundação em comum acordo com os membros
do colegiado. O secretário relembra que “A Presidência da FUNDAÇÃO JOSÉ
FURTADO LEITE, informa que NO EDITAL 1/2018 houve publicação com erro de
indicação e por esta razão houve a republicação através do Edital 2/2018. DAS
PAUTAS A SEREM DELIBERADAS. Primeira Pauta – Criação de uma Comissão
Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, e empós
os resultados decidir pela sua continuidade institucional ou extinção fundacional.
Segunda Pauta – Nomeação dos membros da Comissão Institucional para avaliar a
operacionalidade da Fundação José Furtado Leite. Terceira Pauta – Ciência ao
colegiado das invasões ocorridas em prédios da Fundação, em diversos municípios onde
a Fundação funcionou e hoje não mais funciona, e considerando estarem a mais de dez
anos “juridicamente e de fato abandonados”, quais as medidas que serão adotadas (NO
EDITAL 1/2018 OMITIU-SE A. QUARTA PAUTA – Comunicação ao Ministério
Público Estadual da real situação da Fundação José Furtado Leite, bem como dar
ciência ao MPE que a Fundação José Furtado Leite instituiu a Comissão Institucional
para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, que terá prazo de
180(cento e oitenta) dias para concluir suas atividades e prestar um relatório aos
colegiados da Fundação que decidiram a partir das diretrizes da Comissão citada).
QUINTA PAUTA – Dar posse aos membros da Comissão Institucional para avaliar a
operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, que iniciam seus trabalhos em dois
(dois) de abril do ano corrente. SEXTA PAUTA – Relatório ao colegiado dos pontos
discutidos e debatidos no Processo PA/MPE NTFEIS 2017/440330, a partir do Ofício
016/2018-29ª Pmj-TFE-Civ. DELIBERAÇÃO INADIÁVEL. O secretário da sessão
informa que nos editais acima transcritos há menção de que “Na impossibilidade do
comparecimento de 100%, a sessão será prorrogada para o dia 7 de abril. Devendo a
Presidência publicar edital de igual teor. Os conselheiros dos órgãos colegiados se
manifestaram junto ao Presidente que dia sete para alguns será inviável, pois, alguns
estarão na cidade de Nova Russas - Ceará e outros na cidade de Crateús - Ceará. O
Presidente então sugeriu que a próxima sessão ocorra no dia 14 de abril do corrente ano.
Assim, deve-se expedir os editais e os atos expedientes necessários. DA REDAÇÃO
DO EDITAL 3/2018 - Na oportunidade foi pelo secretário a redação DO EDITAL 3
NOS TERMOS QUE seguinte (... segue transcrita) que empós discutida com o
DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 11
presidente da Fundação e da sessão foi aprovada a redação final que vai a publicação.
TERMOS DO EDITAL. Edital de Convocação Assemblar - Reconvocação -
https://edital1fundacaojfl2018. blogspot.com.br/ Edital 3/2018 4 de abril de 2018.
EMENTA: Reconvocação dos colegiados da Fundação José Furtado Leite para uma
Assembléia Geral que deve ocorrer na data de 14 de abril de 2018 e complementa a
definição de pauta anterior e dá outras providências. FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO
LEITE, pessoa jurídica de direito privado (Lei Federal nº 10.406/2002, artigos, Art. 40;
Art. 44, III – “as fundações”; Art. 45; Art. 47; Art. 48; Art. 66; Art. 69) inscrita no
CADASTRO NACIONAL DE PESSOA JURÍDICA, número 07.322.431.0001.13,
estabelecida na Comarca de Fortaleza, Estado do Ceará, na Rua Soriano Albuquerque,
581, Sala 03, Joaquim Távora, CEP 60.130.160, neste ato representado pelo seu gestor-
Presidente, Antonio César Evangelista Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e
licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE, com endereço na sede da
Fundação, vem pelo presente edital de convocação, tornar público que ficam
convocados todos os membros da direção institucional da fundação, para uma
assembléia geral que deve ocorrer às 19h00min do dia 14 de abril do corrente ano, na
sede da Fundação, em primeira chamada, e às 19h30min em segunda chamada, para
deliberar exclusivamente sobre a pauta que segue. A Presidência comunica que após a
segunda chamada haverá deliberação com o total de números de conselheiros presentes,
considerando que os membros são voluntários e que às decisões pendentes não podem
persistir sob pena de prejuízo jurídico para a entidade. DAS PAUTAS A SEREM
DELIBERADAS. Primeira Pauta – Criação de uma Comissão Institucional para avaliar
a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, e empós os resultados decidir pela
sua continuidade institucional ou extinção fundacional. Segunda Pauta – Nomeação dos
membros da Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José
Furtado Leite. Terceira Pauta – Ciência ao colegiado das invasões ocorridas em prédios
da Fundação, em diversos municípios onde a Fundação funcionou e hoje não mais
funciona, e considerando estarem a mais de dez anos “juridicamente e de fato
abandonados”, quais as medidas que serão adotadas (NO EDITAL 1/2018 OMITIU-SE
A... QUARTA PAUTA – Comunicação ao Ministério Público Estadual da real situação
da Fundação José Furtado Leite, bem como dar ciência ao MPE que a Fundação José
Furtado Leite instituiu a Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da
Fundação José Furtado Leite, que terá prazo de 180(cento e oitenta) dias para concluir
suas atividades e prestar um relatório aos colegiados da Fundação que decidiram a partir
DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 12
das diretrizes da Comissão citada. QUINTA PAUTA – Dar posse aos membros da
Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite,
que iniciam seus trabalhos em dois (dois) de abril do ano corrente. SEXTA PAUTA –
Relatório ao colegiado dos pontos discutidos e debatidos no Processo PA/MPE NTFEIS
2017/440330, a partir do Ofício 016/2018-29ª Pmj-TFE-Civ. SEXTA PAUTA -
Homologação da ata da última sessão extraordinária. Para constar, eu CÉSAR
AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 - professor e assessor,
indicado para assessoria especial da Comissão a que se refere o presente edital, de
ordem da Presidência digitei, e que pelo Presidente vai assinado e pelos demais vão os
cientes. Presidente - Passado em Fortaleza, aos quatro dias do mês março do ano de dois
mil e dezoito. Presidente. Reconhecer firma: Publicado no sitio:
edital1fundacaojfl2018.blogspot.com ................................................................... Nada
mais havendo, o Presidente, fez um resumo dos trabalhos do dia, bem como das
deliberações, agradeceu pela participação dos presentes e deu por encerrada a reunião,
da qual eu, para constar, CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF
16554124348 - Professor e assessor, indicado para assessoria especial, transcrevo e
assino na qualidade de secretário ad hoc nesta reunião, lavro o presente termo de ata,
que foi lida achada conforme e firmada por todos os presentes abaixo relacionados. Em
tempo, os conselheiros devem ter ciência que será enviada cópia deste expediente aos
conselheiros que estando de acordo deve fixar seu ciente com data e hora, e assinar de
forma legível e em caso de “rubrica” identificar fisicamente a assinatura. CÉSAR
AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 –

Pelo Presidente Antonio César Evangelista


Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg.
MTB 3597/CE vai assinado.
______________________________________________________________________

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 13
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ATA EXTRAORDINÁRIA DA SESSÃO COLEGIADA DA FUNDAÇÃO JOSÉ


FURTADO LEITE - RETIFICADORA
Aos vinte e quatro dias do mês de março do ano de dois mil e dezoito, as 19h00min,
na sede da Fundação JOSÉ FURTADO LEITE, estabelecida na Rua Soriano
Albuquerque, 581, Sala 03, Joaquim Távora, CEP 60.130.160, reuniu-se o
Presidente da Fundação representada pelo seu gestor-Presidente, Antonio César
Evangelista Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do
Trabalho, Reg. MTB 3597/CE, com fins de fazer funcionar a assembleia geral
convocada para deliberar exclusivamente sobre as pautas apresentadas no Edital 1/2018
e Edital 2/2018 de origem da presidência da entidade e publicados no sitio
http://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/ . A sessão foi presidida por Antonio
César Evangelista Tavares e secretariada pelo Jornalista César Augusto Venâncio da
Silva, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg.
MTB 2881/CE, Às 19 horas a sessão foi aberta sem quorum (quantidade mínima
obrigatória de membros presentes ou formalmente representados, para que uma
DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 14
assembleia possa deliberar e tomar decisões válidas) para deliberar, considerando que os
membros comunicaram via telefone a impossibilidade de comparecer naquela data por
compromissos pessoais já agendados. Assim, considerando que todos são voluntários, e
a ausência inviabiliza a tomada de decisões o Presidente determinou ao Secretário “Ad
hoc” da sessão que promova a leitura dos editais convocatórios e em ato continuo se
faça e promova as decisões administrativas necessárias para assegurar o andamento da
instituição em face das solicitações emergentes do Ministério Público Estadual. Aberta
a sessão o secretário passa a leitura dos editais convocatórios. Na ata ora designada deve
se corrigir onde se lê: .....” Na oportunidade foi pelo secretário a redação DO EDITAL
3 NOS TERMOS QUE seguinte (... segue transcrita)...” Onde se lê “SEXTA PAUTA
- Homologação da ata da última sessão extraordinária... Lei SÉTIMA PAUTA”. Assim,
fica RETIFICADA ESTA PARTE DA ATA... A Ciência dos demais membros da
entidade. De ordem da Presidência digitei a RETIFICAÇÃO, e que pelo Presidente vai
assinado e pelos demais vão os cientes. Presidente - Passado em Fortaleza, aos quatro
dias do mês março do ano de dois mil e dezoito.
Presidente................................................................... Nada mais havendo, eu, para
constar, CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 - Professor e
assessor, indicado para assessoria especial, transcrevo e assino na qualidade de
secretário ad hoc nesta reunião, lavro o presente termo de ata, que foi lida achada
conforme e firmada por todos os presentes abaixo relacionados. Em tempo, os
conselheiros devem ter ciência que será enviada cópia deste expediente aos conselheiros
que estando de acordo deve fixar seu ciente com data e hora, e assinar de forma legível
e em caso de “rubrica” identificar fisicamente a assinatura. CÉSAR AUGUSTO

VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 Pelo


Presidente Antonio César Evangelista Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado
pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE vai assinado.

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PRESIDÊNCIA 15
CERTIFICO que nesta data publiquei oficialmente o inteiro teor da ata que segue nos termos:

<p style=" margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-
style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height:
normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display:
block;"> <a title="View Prt 948556 Ata Extraordinária Da Fundação José Furtado
Leite. on Scribd" href="https://www.scribd.com/document/382105183/Prt-948556-Ata-
Extraordinaria-Da-Fundacao-Jose-Furtado-Leite#from_embed" style="text-decoration:
underline;" >Prt 948556 Ata Extraordinária Da Fundação José Furtado Leite.</a> by <a
title="View César Augusto Venâncio da Silva's profile on Scribd"
href="https://www.scribd.com/user/301785740/Cesar-Augusto-Venancio-da-
Silva#from_embed" style="text-decoration: underline;" >César Augusto Venâncio da
Silva</a> on Scribd</p><iframe class="scribd_iframe_embed" title="Prt 948556 Ata
Extraordinária Da Fundação José Furtado Leite."
src="https://www.scribd.com/embeds/382105183/content?start_page=1&view_mode=s
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Fortaleza, terça-feira, 19 de junho de 2018, as 12:46:08

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 16
. CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348

Pelo Presidente Antonio César Evangelista Tavares,


brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE vai assinado.

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PRESIDÊNCIA 17
https://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/

ATA EXTRAORDINÁRIA DA SESSÃO COLEGIADA DA


FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE.
Aos quatorze dias do mês de abril do ano de dois mil e dezoito, as 19h00min, na sede da Fundação
JOSÉ FURTADO LEITE, estabelecida na Rua Soriano Albuquerque, 581, Sala 03, Joaquim Távora,
CEP 60.130.160, reuniu-se o Presidente da Fundação representada pelo seu gestor-Presidente, Antonio
César Evangelista Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg.
MTB 3597/CE, com fins de fazer funcionar a assembleia geral convocada para deliberar exclusivamente
sobre as pautas apresentadas no Edital 3/2018 e Editais 1 e 2/2018 de origem da presidência da entidade e
publicados no sitio http://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/ . A sessão foi presidida por Antonio
César Evangelista Tavares e secretariada pelo Jornalista César Augusto Venâncio da Silva, brasileiro,
jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 2881/CE, Às 19 horas a sessão
foi aberta com quorum. Aberta a sessão o Presidente determinou ao Secretário “Ad hoc” da sessão que
promova a leitura do edital 3/2018. O secretário fez a leitura do edital e o transcreve nos termos que
segue: Edital 3/2018 4 de abril de 2018. EMENTA: Reconvocação dos colegiados da Fundação José
Furtado Leite para uma Assembléia Geral que deve ocorrer na data de 14 de abril de 2018 e
complementa a definição de pauta anterior e dá outras providências. TERMOS DO EDITAL. Edital de
Convocação Assemblar – Reconvocação. https://edital1fundacaojfl2018. blogspot.com.br/ - Edital 3/2018
4 de abril de 2018. EMENTA: Reconvocação dos colegiados da Fundação José Furtado Leite para uma
Assembléia Geral que deve ocorrer na data de 14 de abril de 2018 e complementa a definição de pauta
anterior e dá outras providências. FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE, pessoa jurídica de direito
privado (Lei Federal nº 10.406/2002, artigos, Art. 40; Art. 44, III – “as fundações”; Art. 45; Art. 47; Art.

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 18
48; Art. 66; Art. 69) inscrita no CADASTRO NACIONAL DE PESSOA JURÍDICA, número
07.322.431.0001.13, estabelecida na Comarca de Fortaleza, Estado do Ceará, na Rua Soriano
Albuquerque, 581, Sala 03, Joaquim Távora, CEP 60.130.160, neste ato representado pelo seu gestor-
Presidente, Antonio César Evangelista Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério
do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE, com endereço na sede da Fundação, vem pelo presente edital de
convocação, tornar público que ficam convocados todos os membros da direção institucional da fundação,
para uma assembléia geral que deve ocorrer às 19h00min do dia 14 de abril do corrente ano, na sede da
Fundação, em primeira chamada, e às 19h30min em segunda chamada, para deliberar exclusivamente
sobre a pauta que segue. A Presidência comunica que após a segunda chamada haverá deliberação com o
total de números de conselheiros presentes, considerando que os membros são voluntários e que às
decisões pendentes não podem persistir sob pena de prejuízo jurídico para a entidade. AS PAUTAS A
SEREM DELIBERADAS. Primeira Pauta – Criação de uma Comissão Institucional para avaliar a
operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, e empós os resultados decidir pela sua continuidade
institucional ou extinção fundacional. Segunda Pauta – Nomeação dos membros da Comissão
Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite. Terceira Pauta – Ciência ao
colegiado das invasões ocorridas em prédios da Fundação, em diversos municípios onde a Fundação
funcionou e hoje não mais funciona, e considerando estarem a mais de dez anos “juridicamente e de fato
abandonados”, quais as medidas que serão adotadas (NO EDITAL 1/2018 OMITIU-SE A. QUARTA
PAUTA – Comunicação ao Ministério Público Estadual da real situação da Fundação José Furtado Leite,
bem como dar ciência ao MPE que a Fundação José Furtado Leite instituiu a Comissão Institucional para
avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, que terá prazo de 180(cento e oitenta) dias
para concluir suas atividades e prestar um relatório aos colegiados da Fundação que decidiram a partir das
diretrizes da Comissão citada. QUINTA PAUTA – Dar posse aos membros da Comissão Institucional
para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, que iniciam seus trabalhos em dois (dois)
de abril do ano corrente. SEXTA PAUTA – Relatório ao colegiado dos pontos discutidos e debatidos no
Processo PA/MPE NTFEIS 2017/440330, a partir do Ofício 016/2018-29ª Pmj-TFE-Civ. SÉTIMA
PAUTA - Homologação da ata da última sessão extraordinária. Para constar, eu CÉSAR AUGUSTO
VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 - professor e assessor, indicado para assessoria especial da
Comissão a que se refere o presente edital, de ordem da Presidência digitei, e que pelo Presidente vai
assinado e pelos demais vão os cientes. Presidente - Passado em Fortaleza, aos quatro dias do mês março
do ano de dois mil e dezoito. Presidente. Reconhecer firma: Publicado no sitio:
edital1fundacaojfl2018.blogspot.com. Pelo Presidente Antonio César Evangelista Tavares, brasileiro,
jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE vai assinado. CÉSAR
AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 – Antonio César Evangelista. Observação:
Documento oficialmente publicado. Empós a leitura do edital o Presidente iniciou às discussões em torno

das pautas. Primeira Pauta – Criação de uma Comissão Institucional para


avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, e empós os
resultados decidir pela sua continuidade institucional ou extinção
fundacional. Justificativa. A FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE, desde o inicio de sua
DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 19
funcionalidade não se tem notícias de relatórios centrais de suas atividades. É verdade que os relatórios
foram emitidos de forma descentralizada. Chegada à data de hoje, a Fundação foi notificada pelo
Ministério Público Estadual para demonstrar sua regularidade. Empós diversas diligências se constata que
ela está irregular em relação às obrigações de prestações de contas junto ao Ministério Público Estadual.
Empós, a notificação extrajudicial do Ministério Público Estadual a presidência consultou o Árbitro em
Direito, com bastante experiência em matéria de fundações, no caso o Professor César Augusto Venâncio
da SILVA, que recomendou a instauração de procedimento para atender aos fins requestados pelo
Ministério Público, ou seja, regularidade fiscalizatória. A PRESIDÊNCIA ACATOU AS
RECOMENDAÇÕES, destas recomendações surge o sitio: https://edital1fundacaojfl2018.
blogspot.com.br/2018/04/ - Assim, empós ouvir os membros da Fundação, por unanimidade de institui a
Presente Comissão que será criada para avaliar a real situação da fundação em termos de dívidas com
servidores; dividas com terceiros; obrigações fiscais, parafiscais e trabalhista, etc. Deve a comissão
realizar a revisão do Estatuto da Fundação José Furtado Leite, e se houver, a revisão do Regimento Geral
da Fundação. O primeiro princípio desta Comissão é a transparência de suas ações e para isto permanece
o sitio na internet. Nele são encontradas as propostas preliminares para o novo regimento e para o novo
estatuto da entidade. Todos os interessados podem por meio do endereço eletrônico se manifestar sobre os
documentos propostos, dando sugestões e fazendo recomendações. Para isso, basta acessar o formulário
para sugestões, que será posteriormente lançado no sitio principal ou assessório. Na página também são
encontradas informações sobre a Comissão, as propostas do regimento e do estatuto, as atas de reuniões e
um cronograma de visitas da Comissão aos locais que se façam necessárias. A Fundação José Furtado
Leite só será extinta se for inviável a sua manutenção dentro dos fins propostos; pode até reduzir seus
objetivos e criar outros, porém deve demonstrar as fontes seguras de receitas. A Comissão fica desde já
instituída, porém seus membros somente tomam posse em 1 de junho de 2018, devendo ter relatório final
na data de 30 de novembro de 2018. A primeira visita ao Ministério Público Estadual deve ocorrer entre 1
a 5, de junho de 2018 para entregar as peças iniciais do processo de funcionamento da Comissão. A
comunidade externa também pode participar de consultas prévias por meio do site, manifestações
anônimas não serão consideradas, porém as opiniões podem a critério dos membros da Comissão podem
suas observações ser levadas em considerações. A Comissão de que trata a presente pauta denominar-se-á
COMISSÃO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL OBJETIVANDO LEVANTAR A REAL
SITUAÇÃO E APONTAR O INDICATIVO DE REFORMA INSTITUCIONAL OU EXTINÇÃO DA
FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE. Ela será composta dos seguintes membros: Presidente da
Comissão; PRIMEIRO ASSISTENTE; SEGUNDO ASSISTENTE; TERCEIRO ASSISTENTE e
QUARTO ASSISTENTE. Presidente da Fundação como agente homologador das decisões da Comissão
por conta da representatividade legal. Representante do Ministério Público Estadual como fiscal da lei e
autoridade constituída para homologação jurídica dos atos da fundação em relação à matéria a ser tratada.
O objetivo da Comissão é realizar a revisão do Estatuto e do Regimento Geral adequando os documentos
à nova realidade da Instituição. Ao longo de sua história a Fundação cresceu muito, porém com a morte
física de seu instituidor, em alguns aspectos, o estatuto e o regimento não atendem mais à demanda atual.
O objetivo é realizar as alterações necessárias e preparar a Fundação para o futuro. A Comissão
funcionará de segundas-feiras as sextas-feiras, das 15h00min às 19h00min, do dia de 1º de junho de 2018

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 20
a 30 de novembro de 2018. A sede será na ONG INSTITUTO INESPEC – COMISSÃO DE JUSTIÇA E
CIDADANIA, NA Rua DR. FERNANDO AUGUSTO, 118 – Bairro Bom Jardim, Fortaleza, Ceará. No
final de seus trabalhos a Comissão deve elaborar diretrizes, em um documento que venha reunir um
conjunto de normas jurídicas que regulamentam o funcionamento da instituição, com definições sobre
suas finalidades, objetivos, funções e princípios. Já o Regimento Geral será o documento disciplinar das
atividades nos planos acadêmico e administrativo, encerrando todos os aspectos comuns da vida
fundacional. O Presidente da Comissão ao receber os encargos da responsabilidade para presidir a
COMISSÃO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL OBJETIVANDO LEVANTAR A REAL
SITUAÇÃO E APONTAR O INDICATIVO DE REFORMA INSTITUCIONAL OU EXTINÇÃO DA
FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE, no período de 180 dias a contar, 01 de junho de 2018. Além das
funções de presidente da Comissão, deve aceitar os encargos para conduzir a Comissão no sistema de
mediação, nos termos da norma legal vigente. A Presidência da Fundação em comum acordo com o
Professor CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, instituíram o expediente 478135/2018-CJC-
INESPEC. Compete ao Presidente da Comissão lavrar as atas necessárias e providenciar as atas de posse
do Presidente da Comissão; as atas de aprovação da implementação da Comissão; Comunicar ao
Ministério Público Estadual a posse do presidente da Comissão; Adotar uma regra jurídico-normativa
para regular a funcionalidade da Comissão; A Comissão terá o seu presidente como relator; o Presidente
da Fundação como supervisor, por conta do seu poder de representatividade ativa e passiva da Fundação
José Furtado Leite; Além destes, teremos 4 membros indicados pela Presidência da Fundação José
Furtado Leite, para funcionar como assistentes do presidente, na ordem: PRIMEIRO ASSISTENTE,
SEGUNDO ASSISTENTE, TERCEIRO ASSISTENTE e QUARTO ASSISTENTE. O site oficial deve
ser o https://edital1fundacaojfl2018. blogspot.com.br/ Outros sites poderão ser instituído a critério do
Presidente da Comissão. O processo será virtual, e os membros da Fundação, diretores com poderes de
deliberação serão informados pelo email corporativo a ser criado pelo Presidente da Comissão.
Quinzenalmente o Presidente da Fundação receberá relatórios para fins de comunicar ao Ministério
Público Estadual. Todo e qualquer expediente assinado pelo Presidente da Comissão deve
obrigatoriamente ter a ciência do Presidente da Fundação José Furtado Leite, considerando o princípio da
representatividade. Salvo Melhor Juízo, publique-se e cumpra-se. NOTA COMPLEMENTAR A SER
INSERIDA EM ATA. O Secretário da sessão comunicou a existência da lei da mediação. Os demais
alegaram que o tempo de leitura seria muito longo, e que conste em ata o texto integral da lei. O
Presidente da sessão determinou sua inserção. As decisões da Comissão que possam ser resolvidas por
mediação já estão autorizadas e ao Presidente da Fundação de promover as decisões administrativas
necessárias para assegurar o andamento da instituição em face das solicitações emergentes do Ministério
Público Estadual e do relevante interesse institucional. Justificativa. Observamos no curso das
diligências preparatórias para a implementação da Comissão aqui proposta, que diversos bens da
Fundação foram “captados de forma ilícita-civel”. Assim, necessária a presente fundamentação para
evitar conflitos longos que parecem inevitáveis se não houver uma solução pacificadora, sem atentar
contra a integridade dos objetivos da Fundação José Furtado Leite. Nos últimos anos, foram
sensivelmente ampliados os mecanismos para obtenção de solução consensual de controvérsias,
notadamente aqueles confiados à autoridade judicial e aos seus auxiliares. Atualmente, diz-se, inclusive,

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 21
que o ordenamento jurídico processual brasileiro consagra o chamado “princípio do estímulo da solução
por autocomposição”, a orientar toda a atividade estatal na solução dos conflitos jurídicos. No seu art. 3°,
§3°, o Código de Processo Civil prevê que “A conciliação, a mediação e outros métodos de solução
consensual de conflitos deverão ser estimulados por juízes, advogados, defensores públicos e membros do
Ministério Público, inclusive no curso do processo judicial”. O diploma processual civil estabelece uma
distinção entre a conciliação e a mediação. A mediação é medida mais adequada nos casos em que tenha
havido vínculo anterior entre as partes, a exemplo do que ocorre em matéria societária e de direito de
família. O mediador, com o diálogo, paciência, simplicidade e esclarecimento constante, auxilia os
interessados a compreender as questões e os interesses em conflito, de modo que eles possam, pelo
restabelecimento da comunicação, identificar, por si próprios, soluções consensuais que gerem benefícios
mútuos. O mediador não sugere qualquer solução para o conflito (CPC, art. 165, §3°). O conciliador, por
sua vez, deve atuar preferencialmente nos casos em que não tenha havido vínculo anterior entre as partes.
Imagine-se os casos de acidentes de veículo ou naquelas hipóteses em que há danos extrapatrimoniais em
geral. O conciliador pode sugerir soluções para o litígio, sendo vedada a utilização de qualquer tipo de
constrangimento ou intimidação para que as partes conciliem (CPC, art. 165, §2°). O que diferenciaria a
mediação da conciliação seria a existência – ou não – de um vínculo anterior entre as partes. É preciso
que se diga que a conciliação e a mediação não devem ser encaradas como medidas destinadas a
desafogar o Poder Judiciário, mas, sim, como melhores e mais adequados meios de resolução de disputas.
Essa compreensão brota da ideia de justiça multiportas, adotada pelo ordenamento processual brasileiro
(CPC, art. 3°), que é a expressão de uma nova arquitetura para tutelar direitos. Ao invés de se ter apenas
uma única porta – que corresponderia à jurisdição tradicional, prestada pelo Poder Judiciário – passa-se
para um modelo que garante diversas possibilidades, todas em igualdade de importância. Nesse sentido,
embora indiretamente possam causar esse efeito, é certo reconhecer que o objetivo maior desses meios
consensuais de resolução de conflitos não é servir como armas a serem utilizadas para efetivar a razoável
duração do processo ou mesmo desafogar o Poder Judiciário. Constituem, na verdade, métodos
adequados a resolver conflitos em determinadas circunstâncias, através das técnicas aplicadas por
mediadores ou conciliadores, devidamente capacitados. A solução negocial, ademais, para além de ser um
meio adequado de resolução do litígio, encerra um instrumento importante de desenvolvimento da
cidadania, em que os interessados passam a ser os atores principais da construção da decisão jurídica que
regula as suas relações. O estímulo à autocomposição, portanto, acaba por reforçar a participação popular
no exercício do poder – no caso, o poder de solução dos litígios. O Procedimento institucional, as ações
administrativas da Comissão dar-se-á pelo Processo virtual nos termos, no que couber, das leis federais:
CCB, de 2010; CPC-N 2015 e LEI FEDERAL Nº 11.419, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2006. Dispõe
sobre a informatização do processo judicial; altera a Lei no 5.869, de 11 de janeiro de 1973 – Código de
Processo Civil; e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA - Faço saber que o
Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I - DA INFORMATIZAÇÃO DO
PROCESSO JUDICIAL - Art. 1o O uso de meio eletrônico na tramitação de processos judiciais,
comunicação de atos e transmissão de peças processuais será admitido nos termos desta Lei. § 1o Aplica-
se o disposto nesta Lei, indistintamente, aos processos civil, penal e trabalhista, bem como aos juizados
especiais, em qualquer grau de jurisdição. § 2o Para o disposto nesta Lei, considera-se: I - meio eletrônico

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 22
qualquer forma de armazenamento ou tráfego de documentos e arquivos digitais; II - transmissão
eletrônica toda forma de comunicação a distância com a utilização de redes de comunicação,
preferencialmente a rede mundial de computadores; III - assinatura eletrônica as seguintes formas de
identificação inequívoca do signatário: a) assinatura digital baseada em certificado digital emitido por
Autoridade Certificadora credenciada, na forma de lei específica; b) mediante cadastro de usuário no
Poder Judiciário, conforme disciplinado pelos órgãos respectivos. LEI Nº 13.140, DE 26 DE JUNHO DE
2015. Dispõe sobre a mediação entre particulares como meio de solução de controvérsias e sobre a
autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública; altera a Lei no 9.469, de 10 de julho de
1997, e o Decreto no 70.235, de 6 de março de 1972; e revoga o § 2o do art. 6o da Lei no 9.469, de 10 de
julho de 1997. Art. 1o Esta Lei dispõe sobre a mediação como meio de solução de controvérsias entre
particulares e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública. Parágrafo único.
Considera-se mediação a atividade técnica exercida por terceiro imparcial sem poder decisório, que,
escolhido ou aceito pelas partes, as auxilia e estimula a identificar ou desenvolver soluções consensuais
para a controvérsia. CAPÍTULO I - DA MEDIAÇÃO - Seção I - Disposições Gerais - Art. 2o A
mediação será orientada pelos seguintes princípios: I - imparcialidade do mediador; II - isonomia entre as
partes; III - oralidade; IV - informalidade; V - autonomia da vontade das partes; VI - busca do consenso;
VII - confidencialidade; VIII - boa-fé. § 1o Na hipótese de existir previsão contratual de cláusula de
mediação, as partes deverão comparecer à primeira reunião de mediação. § 2o Ninguém será obrigado a
permanecer em procedimento de mediação. Art. 3o Pode ser objeto de mediação o conflito que verse
sobre direitos disponíveis ou sobre direitos indisponíveis que admitam transação. § 1o A mediação pode
versar sobre todo o conflito ou parte dele. § 2o O consenso das partes envolvendo direitos indisponíveis,
mas transigíveis, deve ser homologado em juízo, exigida a oitiva do Ministério Público. Seção II - Dos
Mediadores - Subseção I - Disposições Comuns - Art. 4o O mediador será designado pelo tribunal ou
escolhido pelas partes. § 1o O mediador conduzirá o procedimento de comunicação entre as partes,
buscando o entendimento e o consenso e facilitando a resolução do conflito. § 2o Aos necessitados será
assegurada a gratuidade da mediação. Art. 5o Aplicam-se ao mediador as mesmas hipóteses legais de
impedimento e suspeição do juiz. Parágrafo único. A pessoa designada para atuar como mediador tem o
dever de revelar às partes, antes da aceitação da função, qualquer fato ou circunstância que possa suscitar
dúvida justificada em relação à sua imparcialidade para mediar o conflito, oportunidade em que poderá
ser recusado por qualquer delas. Art. 6o O mediador fica impedido, pelo prazo de um ano, contado do
término da última audiência em que atuou, de assessorar, representar ou patrocinar qualquer das partes.
Art. 7o O mediador não poderá atuar como árbitro nem funcionar como testemunha em processos
judiciais ou arbitrais pertinentes a conflito em que tenha atuado como mediador. Art. 8o O mediador e
todos aqueles que o assessoram no procedimento de mediação, quando no exercício de suas funções ou
em razão delas, são equiparados a servidor público, para os efeitos da legislação penal. Subseção II - Dos
Mediadores Extrajudiciais - Art. 9o Poderá funcionar como mediador extrajudicial qualquer pessoa capaz
que tenha a confiança das partes e seja capacitada para fazer mediação, independentemente de integrar
qualquer tipo de conselho, entidade de classe ou associação, ou nele inscrever-se. Art. 10. As partes
poderão ser assistidas por advogados ou defensores públicos. Parágrafo único. Comparecendo uma das
partes acompanhada de advogado ou defensor público, o mediador suspenderá o procedimento, até que

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 23
todas estejam devidamente assistidas. Seção III - Do Procedimento de Mediação - Subseção I -
Disposições Comuns - Art. 14. No início da primeira reunião de mediação, e sempre que julgar
necessário, o mediador deverá alertar as partes acerca das regras de confidencialidade aplicáveis ao
procedimento. Art. 15. A requerimento das partes ou do mediador, e com anuência daquelas, poderão ser
admitidos outros mediadores para funcionarem no mesmo procedimento, quando isso for recomendável
em razão da natureza e da complexidade do conflito. Art. 16. Ainda que haja processo arbitral ou judicial
em curso, as partes poderão submeter-se à mediação, hipótese em que requererão ao juiz ou árbitro a
suspensão do processo por prazo suficiente para a solução consensual do litígio. § 1o É irrecorrível a
decisão que suspende o processo nos termos requeridos de comum acordo pelas partes. § 2o A suspensão
do processo não obsta a concessão de medidas de urgência pelo juiz ou pelo árbitro. Art. 17. Considera-
se instituída a mediação na data para a qual for marcada a primeira reunião de mediação. Parágrafo único.
Enquanto transcorrer o procedimento de mediação, ficará suspenso o prazo prescricional. Art. 18.
Iniciada a mediação, as reuniões posteriores com a presença das partes somente poderão ser marcadas
com a sua anuência. Art. 19. No desempenho de sua função, o mediador poderá reunir-se com as partes,
em conjunto ou separadamente, bem como solicitar das partes as informações que entender necessárias
para facilitar o entendimento entre aquelas. Art. 20. O procedimento de mediação será encerrado com a
lavratura do seu termo final, quando for celebrado acordo ou quando não se justificarem novos esforços
para a obtenção de consenso, seja por declaração do mediador nesse sentido ou por manifestação de
qualquer das partes. Parágrafo único. O termo final de mediação, na hipótese de celebração de acordo,
constitui título executivo extrajudicial e, quando homologado judicialmente, título executivo judicial.
Subseção II - Da Mediação Extrajudicial. Art. 21. O convite para iniciar o procedimento de mediação
extrajudicial poderá ser feito por qualquer meio de comunicação e deverá estipular o escopo proposto
para a negociação, a data e o local da primeira reunião. Parágrafo único. O convite formulado por uma
parte à outra considerar-se-á rejeitado se não for respondido em até trinta dias da data de seu recebimento.
Art. 22. A previsão contratual de mediação deverá conter, no mínimo: I - prazo mínimo e máximo para
a realização da primeira reunião de mediação, contado a partir da data de recebimento do convite; II -
local da primeira reunião de mediação; III - critérios de escolha do mediador ou equipe de mediação; IV -
penalidade em caso de não comparecimento da parte convidada à primeira reunião de mediação. § 1o A
previsão contratual pode substituir a especificação dos itens acima enumerados pela indicação de
regulamento, publicado por instituição idônea prestadora de serviços de mediação, no qual constem
critérios claros para a escolha do mediador e realização da primeira reunião de mediação. § 2o Não
havendo previsão contratual completa, deverão ser observados os seguintes critérios para a realização da
primeira reunião de mediação: I - prazo mínimo de dez dias úteis e prazo máximo de três meses, contados
a partir do recebimento do convite; II - local adequado a uma reunião que possa envolver informações
confidenciais; III - lista de cinco nomes, informações de contato e referências profissionais de mediadores
capacitados; a parte convidada poderá escolher, expressamente, qualquer um dos cinco mediadores e,
caso a parte convidada não se manifeste, considerar-se-á aceito o primeiro nome da lista; IV - o não
comparecimento da parte convidada à primeira reunião de mediação acarretará a assunção por parte desta
de cinquenta por cento das custas e honorários sucumbenciais caso venha a ser vencedora em
procedimento arbitral ou judicial posterior, que envolva o escopo da mediação para a qual foi convidada.

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 24
§ 3o Nos litígios decorrentes de contratos comerciais ou societários que não contenham cláusula de
mediação, o mediador extrajudicial somente cobrará por seus serviços caso as partes decidam assinar o
termo inicial de mediação e permanecer, voluntariamente, no procedimento de mediação. Art. 23. Se, em
previsão contratual de cláusula de mediação, as partes se comprometerem a não iniciar procedimento
arbitral ou processo judicial durante certo prazo ou até o implemento de determinada condição, o árbitro
ou o juiz suspenderá o curso da arbitragem ou da ação pelo prazo previamente acordado ou até o
implemento dessa condição. Parágrafo único. O disposto no caput não se aplica às medidas de urgência
em que o acesso ao Poder Judiciário seja necessário para evitar o perecimento de direito. Seção IV - Da
Confidencialidade e suas Exceções. Art. 30. Toda e qualquer informação relativa ao procedimento de
mediação será confidencial em relação a terceiros, não podendo ser revelada sequer em processo arbitral
ou judicial salvo se as partes expressamente decidirem de forma diversa ou quando sua divulgação for
exigida por lei ou necessária para cumprimento de acordo obtido pela mediação. § 1o O dever de
confidencialidade aplica-se ao mediador, às partes, a seus prepostos, advogados, assessores técnicos e a
outras pessoas de sua confiança que tenham, direta ou indiretamente, participado do procedimento de
mediação, alcançando: I - declaração, opinião, sugestão, promessa ou proposta formulada por uma parte à
outra na busca de entendimento para o conflito; II - reconhecimento de fato por qualquer das partes no
curso do procedimento de mediação; III - manifestação de aceitação de proposta de acordo apresentada
pelo mediador; IV - documento preparado unicamente para os fins do procedimento de mediação. § 2o A
prova apresentada em desacordo com o disposto neste artigo não será admitida em processo arbitral ou
judicial. § 3o Não está abrigada pela regra de confidencialidade a informação relativa à ocorrência de
crime de ação pública. § 4o A regra da confidencialidade não afasta o dever de as pessoas discriminadas
no caput prestarem informações à administração tributária após o termo final da mediação, aplicando-se
aos seus servidores a obrigação de manterem sigilo das informações compartilhadas nos termos do art.
198 da Lei no 5.172, de 25 de outubro de 1966 - Código Tributário Nacional. Art. 31. Será confidencial a
informação prestada por uma parte em sessão privada, não podendo o mediador revelá-la às demais,
exceto se expressamente autorizado. CAPÍTULO III - DISPOSIÇÕES FINAIS. Art. 41. A Escola
Nacional de Mediação e Conciliação, no âmbito do Ministério da Justiça, poderá criar banco de dados
sobre boas práticas em mediação, bem como manter relação de mediadores e de instituições de mediação.
Art. 42. Aplica-se esta Lei, no que couber, às outras formas consensuais de resolução de conflitos, tais
como mediações comunitárias e escolares, e àquelas levadas a efeito nas serventias extrajudiciais,
desde que no âmbito de suas competências. Parágrafo único. A mediação nas relações de trabalho será
regulada por lei própria. Art. 43. Os órgãos e entidades da administração pública poderão criar câmaras
para a resolução de conflitos entre particulares, que versem sobre atividades por eles reguladas ou
supervisionadas. Art. 44. Os arts. 1o e 2o da Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997, passam a vigorar com
a seguinte redação: “Art. 1o O Advogado-Geral da União, diretamente ou mediante delegação, e os
dirigentes máximos das empresas públicas federais, em conjunto com o dirigente estatutário da área afeta
ao assunto, poderão autorizar a realização de acordos ou transações para prevenir ou terminar litígios,
inclusive os judiciais. § 1o Poderão ser criadas câmaras especializadas, compostas por servidores públicos
ou empregados públicos efetivos, com o objetivo de analisar e formular propostas de acordos ou
transações. § 3o Regulamento disporá sobre a forma de composição das câmaras de que trata o § 1o, que

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PRESIDÊNCIA 25
deverão ter como integrante pelo menos um membro efetivo da Advocacia-Geral da União ou, no caso
das empresas públicas, um assistente jurídico ou ocupante de função equivalente. § 4o Quando o litígio
envolver valores superiores aos fixados em regulamento, o acordo ou a transação, sob pena de nulidade,
dependerá de prévia e expressa autorização do Advogado-Geral da União e do Ministro de Estado a cuja
área de competência estiver afeto o assunto, ou ainda do Presidente da Câmara dos Deputados, do Senado
Federal, do Tribunal de Contas da União, de Tribunal ou Conselho, ou do Procurador-Geral da República,
no caso de interesse dos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário ou do Ministério Público da União,
excluídas as empresas públicas federais não dependentes, que necessitarão apenas de prévia e expressa
autorização dos dirigentes de que trata o caput. § 5o Na transação ou acordo celebrado diretamente pela
parte ou por intermédio de procurador para extinguir ou encerrar processo judicial, inclusive os casos de
extensão administrativa de pagamentos postulados em juízo, as partes poderão definir a responsabilidade
de cada uma pelo pagamento dos honorários dos respectivos advogados.” (NR) “Art. 2o O Procurador-
Geral da União, o Procurador-Geral Federal, o Procurador-Geral do Banco Central do Brasil e os
dirigentes das empresas públicas federais mencionadas no caput do art. 1o poderão autorizar, diretamente
ou mediante delegação, a realização de acordos para prevenir ou terminar, judicial ou extrajudicialmente,
litígio que envolver valores inferiores aos fixados em regulamento. § 1o No caso das empresas públicas
federais, a delegação é restrita a órgão colegiado formalmente constituído, composto por pelo menos um
dirigente estatutário. § 2o O acordo de que trata o caput poderá consistir no pagamento do débito em
parcelas mensais e sucessivas, até o limite máximo de sessenta. § 3o O valor de cada prestação mensal,
por ocasião do pagamento, será acrescido de juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de
Liquidação e de Custódia - SELIC para títulos federais, acumulada mensalmente, calculados a partir do
mês subsequente ao da consolidação até o mês anterior ao do pagamento e de um por cento relativamente
ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado. § 4o Inadimplida qualquer parcela, após trinta dias,
instaurar-se-á o processo de execução ou nele prosseguir-se-á, pelo saldo.” (NR) Art. 45. O Decreto no
70.235, de 6 de março de 1972, passa a vigorar acrescido do seguinte art. 14-A: “Art. 14-A. No caso de
determinação e exigência de créditos tributários da União cujo sujeito passivo seja órgão ou entidade de
direito público da administração pública federal, a submissão do litígio à composição extrajudicial pela
Advocacia-Geral da União é considerada reclamação, para fins do disposto no inciso III do art. 151 da Lei
no 5.172, de 25 de outubro de 1966 - Código Tributário Nacional.” Art. 46. A mediação poderá ser feita
pela internet ou por outro meio de comunicação que permita a transação à distância, desde que as
partes estejam de acordo. Parágrafo único. É facultado à parte domiciliada no exterior submeter-se à
mediação segundo as regras estabelecidas nesta Lei. Art. 47. Esta Lei entra em vigor após decorridos
cento e oitenta dias de sua publicação oficial. Art. 48. Revoga-se o § 2o do art. 6o da Lei no 9.469, de 10
de julho de 1997. Brasília, 26 de junho de 2015; 194o da Independência e 127o da República. DILMA
ROUSSEFF. José Eduardo Cardozo. Joaquim Vieira Ferreira Levy. Nelson Barbosa. Luís Inácio Lucena
Adams. Este texto não substitui o publicado no DOU de 29.6.2015. Empós as fundamentações, e as
manifestações expostas a Assembleia aprova a PAUTA.................................................................................
DECISÃO FINAL: A Comissão de que trata a presente pauta denominar-se-á COMISSÃO DE
AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL OBJETIVANDO LEVANTAR A REAL SITUAÇÃO E APONTAR O
INDICATIVO DE REFORMA INSTITUCIONAL OU EXTINÇÃO DA FUNDAÇÃO JOSÉ

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PRESIDÊNCIA 26
FURTADO LEITE DEVENDO DESDE JÁ INICIAR SEUS TRABALHOS e tomar posse, conforme
solicitado, na data de 1 de junho de 2018, indo até 30 de novembro de 2018. Dependendo dos relatórios
finais a Comissão poderá ser prorrogada. APROVADA ................................................................................
Segunda Pauta – Nomeação dos membros da Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da

Fundação José Furtado Leite. A COMISSÃO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL OBJETIVANDO


LEVANTAR A REAL SITUAÇÃO E APONTAR O INDICATIVO DE REFORMA INSTITUCIONAL
OU EXTINÇÃO DA FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE SERÁ CONSTITUÍDA: Presidente da
Comissão – CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA; Os PRIMEIRO ASSISTENTE, SEGUNDO
ASSISTENTE, TERCEIRO ASSISTENTE e QUARTO ASSISTENTE serão indicados pelo Presidente
da Fundação JOSÉ FURTADO LEITE. Presidente da Fundação como agente homologador das decisões
da Comissão, Sr. ANTONIO CÉSAR EVANGELISTA TAVARES por conta da representatividade legal.
O Representante do Ministério Público Estadual como fiscal da lei e autoridade constituída para
homologação jurídica dos atos da fundação em relação à matéria a ser tratada, será indicado pela
Procuradoria Geral de Justiça do Estado do Ceará. A Comissão funcionará de segundas-feiras as sextas-
feiras, das 15h00min às 19h00min, do dia de 1º de junho de 2018 a 30 de novembro de 2018. A sede será
na ONG INSTITUTO INESPEC – COMISSÃO DE JUSTIÇA E CIDADANIA, NA Rua DR.
FERNANDO AUGUSTO, 118 – Bairro Bom Jardim, Fortaleza, Ceará. Professor CÉSAR AUGUSTO
VENÂNCIO DA SILVA atuará institucionalmente dentro do expediente 478135/2018-CJC-INESPEC.
Compete ao Presidente da Comissão lavrar as atas necessárias e providenciar as atas de posse do
Presidente da Comissão; as atas de aprovação da implementação da Comissão; Comunicar ao Ministério
Público Estadual a posse do presidente da Comissão; Adotar uma regra jurídico-normativa para regular a
funcionalidade da Comissão; A Comissão terá o seu presidente como relator; o Presidente da Fundação
como supervisor, por conta do seu poder de representatividade ativa e passiva da Fundação José Furtado
Leite. O processo será virtual, e os membros da Fundação, diretores com poderes de deliberação serão
informados pelo email corporativo a ser criado pelo Presidente da Comissão. Quinzenalmente o
Presidente da Fundação receberá relatórios para fins de comunicar ao Ministério Público Estadual. Todo e
qualquer expediente assinado pelo Presidente da Comissão deve obrigatoriamente ter a ciência do
Presidente da Fundação José Furtado Leite, considerando o princípio da representatividade. Salvo Melhor
Juízo, publique-se e cumpra-se. As decisões da Comissão que possam ser resolvidas por mediação já
estão autorizadas e ao Presidente da Fundação de promover as decisões administrativas necessárias para
assegurar o andamento da instituição. Empós as fundamentações, e as manifestações expostas a
Assembleia aprova a PAUTA. DECISÃO FINAL: Os membros da Comissão DE AVALIAÇÃO
INSTITUCIONAL OBJETIVANDO LEVANTAR A REAL SITUAÇÃO E APONTAR O
INDICATIVO DE REFORMA INSTITUCIONAL OU EXTINÇÃO DA FUNDAÇÃO JOSÉ
FURTADO LEITE DEVENDO DESDE JÁ INICIAR SEUS TRABALHOS já devem dar início aos
trabalhos e tomar posse, conforme solicitado, na data de 1 de junho de 2018, indo até 30 de novembro de
2018. Dependendo dos relatórios finais a Comissão poderá ser prorrogada.
APROVADA.....................................................................................................................................................
O Colegiado toma ciência do tema proposto na Terceira Pauta – Ciência ao colegiado das invasões
ocorridas em prédios da Fundação, em diversos municípios onde a Fundação funcionou e hoje não mais
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PRESIDÊNCIA 27
funciona, e considerando estarem a mais de dez anos “juridicamente e de fato abandonados”, quais as
medidas que serão adotadas (NO EDITAL 1/2018 OMITIU-SE A. QUARTA PAUTA – Comunicação ao
Ministério Público Estadual da real situação da Fundação José Furtado Leite, bem como dar ciência ao
MPE que a Fundação José Furtado Leite instituiu a Comissão Institucional para avaliar a
operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, que terá prazo de 180(cento e oitenta) dias para
concluir suas atividades e prestar um relatório aos colegiados da Fundação que decidiram a partir das
diretrizes da Comissão citada). O Colegiado delega poderes a Comissão recém criada para adotar as
providencia legais, inclusive se for o caso mediar conforme aprovado nesta sessão. APROVADO..............
O Colegiado toma ciência do tema proposto na QUARTA PAUTA – Comunicação ao Ministério Público
Estadual da real situação da Fundação José Furtado Leite, bem como dar ciência ao MPE que a
Fundação José Furtado Leite instituiu a Comissão Institucional para avaliar a operacionalidade da
Fundação José Furtado Leite, que terá prazo de 180(cento e oitenta) dias para concluir suas atividades e
prestar um relatório aos colegiados da Fundação que decidiram a partir das diretrizes da Comissão
citada. O Colegiado delega poderes a Comissão recém criada para adotar as providencia legais,
inclusive se for o caso mediar conforme aprovado nesta sessão. APROVADO.............................................
O Colegiado toma ciência do tema proposto na QUINTA PAUTA – Dar posse aos membros da Comissão
Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, que iniciam seus
trabalhos em dois (dois) de abril do ano corrente. Ocorre que as datas citadas na pauta foram alteradas
e relatadas neste expediente, assim o Colegiado delega poderes a Comissão recém criada para adotar as
providencia legais, inclusive se for o caso mediar conforme aprovado nesta sessão.
APROVADO.....................................................................................................................................................
O Colegiado homologa as SEXTA PAUTA – Relatório ao colegiado dos pontos discutidos e debatidos no
Processo PA/MPE NTFEIS 2017/440330, a partir do Ofício 016/2018-29ª Pmj-TFE-Civ e SÉTIMA
PAUTA - Homologação da ata da última sessão extraordinária. Colegiado delega poderes a Comissão
recém criada para adotar as providencia legais, inclusive se for o caso mediar conforme aprovado nesta
sessão. APROVADO........................................................................................................................................
Considerando o avançar da hora, os membros decidem que a ata seja lavrada e posteriormente
encaminhada para assinatura, assim, o secretário tem até o dia 28 de abril de 2018 para digitalizar, e
empós aprovação publica - lá. Aprovado nesta sessão. APROVADO............................................................
O Presidente comunicou ao colegiado que o nome indicado para presidir a Comissão, considerando que
desenvolverá um trabalho institucional, fixou uma verba mensal a título de “jeton”(É a Gratificação pela
participação em reuniões de órgãos de deliberação, das 3 esferas, Federal, Estadual e Municipal, aos
servidores públicos participantes de reuniões dos órgãos de deliberação coletiva da administração
centralizada), no valor de R$ 1.500,00(HUM MIL E QUINHENTOS REAIS). O Colegiado não
homologou nesta data o valor solicitado. Pediu para contra proposta, ser apresentada até o dia 31 de maio
de 2018. O presente expediente ata foi transcrita de inteiro teor no período de 14 a 28 de abril de 2018.
Para constar, eu CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 - professor e assessor,
indicado para assessoria especial da Comissão a que se refere a presente ata, de ordem da Presidência
digitei, e que pelo Presidente vai assinado e pelos demais vão os cientes. Presidente - Passado em
Fortaleza, aos quatorze dias do mês abril do ano de dois mil e dezoito. Presidente. Reconhecer firma:

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PRESIDÊNCIA 28
Publicado no sitio: edital1fundacaojfl2018.blogspot.com. Nada mais havendo, o Presidente, fez um
resumo dos trabalhos do dia, bem como das deliberações, agradeceu pela participação dos presentes e deu
por encerrada a reunião, da qual eu, para constar, CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF
16554124348 - professor e assessor, indicado para assessoria especial, transcrevo e assino na qualidade
de secretário ad hoc nesta reunião, lavro o presente termo de ata, que foi lida achada conforme e firmada
por todos os presentes abaixo relacionados. Em tempo, os conselheiros devem ter ciência que será
enviada cópia deste expediente aos conselheiros que estando de acordo deve fixar seu ciente com data e
hora, e assinar de forma legível e em caso de “rubrica” identificar fisicamente a assinatura. CÉSAR
AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348

Pelo Presidente Antonio César Evangelista Tavares,


brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE vai assinado.

CERTIFICO que nesta data publiquei oficialmente o inteiro teor da ata que segue nos termos:
<p style=" margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-
variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-
stretch: normal; -x-system-font: none; display: block;"> <a title="View Prt 948545 Ata Extraordinária
Da Fundação José Furtado Leite. on Scribd" href="https://www.scribd.com/document/382092919/Prt-
948545-Ata-Extraordinaria-Da-Fundacao-Jose-Furtado-Leite#from_embed" style="text-decoration:
underline;" >Prt 948545 Ata Extraordinária Da Fundação José Furtado Leite.</a> by <a title="View
César Augusto Venâncio da Silva's profile on Scribd"
href="https://www.scribd.com/user/301785740/Cesar-Augusto-Venancio-da-Silva#from_embed"
style="text-decoration: underline;" >César Augusto Venâncio da Silva</a> on Scribd</p><iframe
class="scribd_iframe_embed" title="Prt 948545 Ata Extraordinária Da Fundação José Furtado Leite."
src="https://www.scribd.com/embeds/382092919/content?start_page=1&view_mode=scroll&access_key
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frameborder="0"></iframe>.

Fortaleza, terça-feira, 19 de junho de 2018, as terça-feira, 19 de junho de 2018.


DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 29
. CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348

Pelo Presidente Antonio César Evangelista Tavares,


brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE vai assinado.

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 30
TERMOS DO EDITAL.
Edital de Ciência de Decisão Assemblar –
https://edital1fundacaojfl2018. blogspot.com.br/

Edital 4/2018, quinta-feira, 24 de maio de 2018.


EMENTA: Tornam DE CONHECIMENTO PÚBLICO as
deliberações dos membros do colegiado da Fundação
José Furtado Leite, tomadas em Assembléia Geral e dá
outras providências.
FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE, pessoa jurídica de direito privado
(Lei Federal nº 10.406/2002, artigos, Art. 40; Art. 44, III – “as fundações”; Art. 45; Art.
47; Art. 48; Art. 66; Art. 69) inscrita no CADASTRO NACIONAL DE PESSOA
JURÍDICA, número 07.322.431.0001.13, estabelecida na Comarca de Fortaleza, Estado
do Ceará, na Rua Soriano Albuquerque, 581, Sala 03, Joaquim Távora, CEP
60.130.160, neste ato representado pelo seu gestor-Presidente, Antonio César
Evangelista Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do
Trabalho, Reg. MTB 3597/CE, com endereço na sede da Fundação, vem pelo presente
edital tornar público as deliberações que foram adotadas em Assembleia Geral,
realizada em 14 de abril de 2018, e que deve alcançar todos os membros da direção
institucional da fundação.
DAS DELIBERAÇÕES.

EXTRATO DAS DELIBERAÇÕES:


Aos quatorze dias do mês de abril do ano de dois mil e dezoito,
as 19h00min, na sede da Fundação JOSÉ FURTADO LEITE,
estabelecida na Rua Soriano Albuquerque, 581, Sala 03,
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PRESIDÊNCIA 31
Joaquim Távora, CEP 60.130.160, reuniu-se o Presidente da
Fundação representada pelo seu gestor-Presidente, Antonio
César Evangelista Tavares... Com fins de fazer funcionar a
assembleia geral convocada para deliberar exclusivamente
sobre as pautas apresentadas no Edital 3/2018 e Editais 1 e
2/2018 de origem da presidência da entidade e publicados no
sitio http://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/ . A sessão
foi presidida por Antonio César Evangelista Tavares e
secretariada pelo Jornalista César Augusto Venâncio da
Silva, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo
Ministério do Trabalho, Reg. MTB 2881/CE, Às 19 horas a
sessão foi aberta com quorum. Aberta a sessão o Presidente
determinou ao Secretário “Ad hoc” da sessão que promova a
leitura do edital 3/2018. AS PAUTAS
DELIBERADAS. Primeira Pauta – Criação de uma Comissão
Institucional para avaliar a operacionalidade da Fundação
José Furtado Leite, e empós os resultados decidir pela sua
continuidade institucional ou extinção fundacional. Primeira
Pauta – Criação de uma Comissão Institucional para avaliar a
operacionalidade da Fundação José Furtado Leite, e empós os
resultados decidir pela sua continuidade institucional ou
extinção fundacional. Assim, empós ouvir os membros da
Fundação, por unanimidade FICOU DECIDIDO que se
institui a Comissão que objetiva avaliar a real situação da
fundação em termos de dívidas com servidores; dividas com
terceiros; obrigações fiscais, parafiscais e trabalhista, etc.
Deve a comissão realizar a revisão do Estatuto da Fundação
José Furtado Leite, e se houver, a revisão do Regimento Geral
da Fundação. O primeiro princípio desta Comissão é a
transparência de suas ações e para isto permanece o sitio na
internet. Todos os interessados podem por meio do endereço
eletrônico se manifestar sobre os documentos propostos, dando
sugestões e fazendo recomendações. Para isso, basta acessar o
formulário para sugestões, que será posteriormente lançado no
sitio principal ou acessório. Na página também são
encontradas informações sobre a Comissão. A Comissão fica
desde já instituída, porém seus membros somente tomam posse
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PRESIDÊNCIA 32
em 1 de junho de 2018, devendo ter relatório final na data de
30 de novembro de 2018. A primeira visita ao Ministério
Público Estadual deve ocorrer entre 1 a 5, de junho de 2018
para entregar as peças iniciais do processo de funcionamento
da Comissão. A comunidade externa também pode participar
de consultas prévias por meio do site, manifestações anônimas
não serão consideradas, porém as opiniões podem a critério
dos membros da Comissão ser levadas em considerações. A
Comissão de que trata a presente pauta denominar-se-á
COMISSÃO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
OBJETIVANDO LEVANTAR A REAL SITUAÇÃO E
APONTAR O INDICATIVO DE REFORMA
INSTITUCIONAL OU EXTINÇÃO DA FUNDAÇÃO JOSÉ
FURTADO LEITE. Ela será composta dos seguintes
membros: Presidente da Comissão; PRIMEIRO ASSISTENTE;
SEGUNDO ASSISTENTE; TERCEIRO ASSISTENTE e
QUARTO ASSISTENTE. Presidente da Fundação como agente
homologador das decisões da Comissão por conta da
representatividade legal. Representante do Ministério Público
Estadual como fiscal da lei e autoridade constituída para
homologação jurídica dos atos da fundação em relação à
matéria a ser tratada. O objetivo da Comissão é realizar a
revisão do Estatuto e do Regimento Geral adequando os
documentos à nova realidade da Instituição. A Comissão
funcionará de segundas-feiras as sextas-feiras, das 15h00min
às 19h00min, do dia de 1º de junho de 2018 a 30 de novembro
de 2018. A sede será na ONG INSTITUTO INESPEC –
COMISSÃO DE JUSTIÇA E CIDADANIA, NA Rua DR.
FERNANDO AUGUSTO, 119-casa “C” – Bairro Bom Jardim,
Fortaleza, Ceará. No final de seus trabalhos a Comissão deve
elaborar diretrizes, em um documento que venha reunir um
conjunto de normas jurídicas que regulamentam o
funcionamento da instituição, com definições sobre suas
finalidades, objetivos, funções e princípios. Já o Regimento
Geral será o documento disciplinar das atividades nos planos
acadêmico e administrativo, encerrando todos os aspectos
comuns da vida fundacional. O Presidente da COMISSÃO DE
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PRESIDÊNCIA 33
AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL OBJETIVANDO LEVANTAR A
REAL SITUAÇÃO E APONTAR O INDICATIVO DE
REFORMA INSTITUCIONAL OU EXTINÇÃO DA
FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE, no período de 180 dias
a contar, 01 de junho de 2018, exercerá também as funções de
mediador. Todos os expedientes endereçados a Comissão serão
autuados e juntados no expediente 478135/2018-CJC-
INESPEC. Compete ao Presidente da Comissão lavrar as atas
necessárias e providenciar as atas de posse do Presidente da
Comissão; as atas de aprovação da implementação da
Comissão; Comunicar ao Ministério Público Estadual a posse
do presidente da Comissão; Adotar uma regra jurídico-
normativa para regular a funcionalidade da Comissão; A
Comissão terá o seu presidente como relator; o Presidente da
Fundação como supervisor, por conta do seu poder de
representatividade ativa e passiva da Fundação José Furtado
Leite; Além destes, teremos 4 membros indicados pela
Presidência da Fundação José Furtado Leite, para funcionar
como assistentes do presidente, na ordem: PRIMEIRO
ASSISTENTE, SEGUNDO ASSISTENTE, TERCEIRO
ASSISTENTE e QUARTO ASSISTENTE. O site oficial deve ser
o https://edital1fundacaojfl2018. blogspot.com.br/ Outros sites
poderão ser instituído a critério do Presidente da Comissão. O
processo será virtual, e os membros da Fundação, diretores
com poderes de deliberação serão informados pelo email
corporativo a ser criado pelo Presidente da Comissão. Todo e
qualquer expediente assinado pelo Presidente da Comissão
deve obrigatoriamente ter a ciência do Presidente da Fundação
José Furtado Leite, considerando o princípio da
representatividade. Salvo Melhor Juízo, publique-se e cumpra-
se.
Para constar, eu CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF
16554124348 - professor e assessor, indicado para Presidir a Comissão a que se refere o
presente edital, de ordem da Presidência digitei, e que pelo Presidente vai assinado e
pelos demais vão os cientes. Presidente - Passado em Fortaleza, aos vinte quatro dias do
mês maio do ano de dois mil e dezoito. Presidente. Reconhecer firma: Publicado no
DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 34
sitio: edital1fundacaojfl2018.blogspot.com Pelo Presidente Antonio César Evangelista
Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg.
MTB 3597/CE vai assinado.
______________________________________________________________________

CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 –

Antonio César Evangelista Tavares


CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348

Pelo Presidente Antonio César Evangelista


Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg.
MTB 3597/CE vai assinado.

CERTIFICO que nesta data publiquei oficialmente o inteiro teor da ata que segue nos termos:

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 35
<p style=" margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-
style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height:
normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display:
block;"> <a title="View Prt 948556 Ata Extraordinária Da Fundação José Furtado
Leite. on Scribd" href="https://www.scribd.com/document/382105183/Prt-948556-Ata-
Extraordinaria-Da-Fundacao-Jose-Furtado-Leite#from_embed" style="text-decoration:
underline;" >Prt 948556 Ata Extraordinária Da Fundação José Furtado Leite.</a> by <a
title="View César Augusto Venâncio da Silva's profile on Scribd"
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Silva#from_embed" style="text-decoration: underline;" >César Augusto Venâncio da
Silva</a> on Scribd</p><iframe class="scribd_iframe_embed" title="Prt 948556 Ata
Extraordinária Da Fundação José Furtado Leite."
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Fortaleza, terça-feira, 19 de junho de 2018, as 12:46:08

. CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 36
Pelo Presidente Antonio César Evangelista Tavares,
brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE vai assinado.

<p style=" margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-
style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height:
normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display:
block;"> <a title="View Prt 948679 Edital 4.2018.Fundação José Furtado Leite. on
Scribd" href="https://www.scribd.com/document/382120046/Prt-948679-Edital-4-
2018-Fundacao-Jose-Furtado-Leite#from_embed" style="text-decoration: underline;"
>Prt 948679 Edital 4.2018.Fundação José Furtado Leite.</a> by <a title="View César
Augusto Venâncio da Silva's profile on Scribd"
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Silva#from_embed" style="text-decoration: underline;" >César Augusto Venâncio da
Silva</a> on Scribd</p><iframe class="scribd_iframe_embed" title="Prt 948679 Edital
4.2018.Fundação José Furtado Leite."
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PRESIDÊNCIA 37
https://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/

ATA EXTRAORDINÁRIA DA SESSÃO COLEGIADA DA FUNDAÇÃO JOSÉ


FURTADO LEITE.
Aos primeiros dias do mês de junho do ano de dois mil e dezoito, as 19h00min, na sede da
Fundação JOSÉ FURTADO LEITE, estabelecida na Rua Soriano Albuquerque, 581, Sala
03, Joaquim Távora, CEP 60.130.160, reuniu-se o Presidente da Fundação representada pelo
seu gestor-Presidente, Antonio César Evangelista Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e
licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE, com fins de dar POSSE ao Senhor
César Augusto Venâncio da Silva, brasileiro, jornalista, que passa ser investido no cargo de
Presidente da COMISSÃO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL OBJETIVANDO
LEVANTAR A REAL SITUAÇÃO E APONTAR O INDICATIVO DE REFORMA
INSTITUCIONAL OU EXTINÇÃO DA FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE. Tal
procedimento se formaliza nesta data em observância as deliberações constantes na ata de 14 de
abril de 2018, que com este termo baixa. Os demais membros da Comissão tomarão posse em
atos específicos que serão conduzidos pelo presidente empossado. O Presidente que “ora” toma
posse dará efetivamente posse aos membros nos cargos PRIMEIRO ASSISTENTE; SEGUNDO
ASSISTENTE; TERCEIRO ASSISTENTE e QUARTO ASSISTENTE. Como foi decidido o
Presidente da Fundação deve atuar na comissão como agente homologador das decisões da
Comissão por conta da representatividade legal. O Presidente da Comissão deve dar ciência ao
representante do Ministério Público Estadual, que deve compor está comissão como fiscal da lei
e autoridade constituída para homologação jurídica dos atos da fundação em relação à matéria a
ser tratada. A Comissão passa a ter sede própria para seus trabalhos institucionais, e funcionará

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 38
de segundas-feiras as sextas-feiras, das 15h00min às 19h00min, do dia de 1º de junho de 2018 a
30 de novembro de 2018. A sede será na ONG INSTITUTO INESPEC – COMISSÃO DE
JUSTIÇA E CIDADANIA, NA Rua DR. FERNANDO AUGUSTO, 119 – Casa “C” – Bairro
Bom Jardim, Fortaleza, Ceará. Com este termo deve ainda o Presidente da Comissão receber os
encargos da responsabilidade para presidir a COMISSÃO DE AVALIAÇÃO
INSTITUCIONAL OBJETIVANDO LEVANTAR A REAL SITUAÇÃO E APONTAR O
INDICATIVO DE REFORMA INSTITUCIONAL OU EXTINÇÃO DA FUNDAÇÃO JOSÉ
FURTADO LEITE, no período de 180 dias a contar, 01 de junho de 2018. Além das funções de
presidente da Comissão, deve aceitar os encargos para conduzir a Comissão no sistema de
mediação, nos termos da norma legal vigente. Todos os atos da Comissão serão inseridos dentro
do expediente 478135/2018-CJC-INESPEC. NOTA COMPLEMENTAR A SER INSERIDA
EM ATA. O Secretário da sessão, que nesta data toma posse, comunica a existência da lei
da mediação. As decisões da Comissão que possam ser resolvidas por mediação já estão
autorizadas e ao Presidente da Fundação de promover as decisões administrativas necessárias
para assegurar o andamento da instituição em face das solicitações do Ministério Público
Estadual e do relevante interesse institucional. O Procedimento institucional, citado na ata, bem
como as ações administrativas da Comissão dar-se-á pelo Processo virtual nos termos, no que
couber, das leis federais: CCB, de 2010; CPC-N 2015 e LEI FEDERAL Nº 11.419, DE 19 DE
DEZEMBRO DE 2006. Dispõe sobre a informatização do processo judicial; altera a Lei no
5.869, de 11 de janeiro de 1973 – Código de Processo Civil e dá outras providências. LEI Nº
13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre a mediação entre particulares como meio de
solução de controvérsias e sobre a autocomposição de conflitos no âmbito da administração
pública; altera a Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997, e o Decreto no 70.235, de 6 de março de
1972; e revoga o § 2o do art. 6o da Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997. Assim, de fato e de
direito o Presidente empossado já se encontra na posse do cargo de Presidente da Comissão
citada e, para constar, eu CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 -
professor e assessor, indicado para presidir a Comissão a que se refere a presente ata, de ordem
da Presidência tomo posse formalmente, e assino juntamente com o Presidente e demais
membros do colegiado, que vão cientes. Passado em Fortaleza, CÉSAR AUGUSTO
VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348 - transcrevo e assino na qualidade de secretário ad
hoc nesta reunião, e lavro o presente termo de ata, que foi lida achada conforme e firmada por
todos os presentes abaixo relacionados. Em tempo, os conselheiros devem ter ciência que será
enviada cópia deste expediente aos conselheiros que estando de acordo deve fixar seu ciente
com data e hora, e assinar de forma legível e em caso de “rubrica” identificar fisicamente a
assinatura. CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348. Passado em
Fortaleza, 1 de junho de 2018.
..........................................................................................................................................................
DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 39
..........................................................................................................................................................
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..........................................................................................................................................................
..........................................................................................................................................................
Pelo Presidente Antonio César Evangelista Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado
pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE vai assinado.

Pelo Presidente Antonio César Evangelista


Tavares, brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE vai
assinado.

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 40
https://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/

ATA EXTRAORDINÁRIA DA SESSÃO COLEGIADA DA FUNDAÇÃO JOSÉ


FURTADO LEITE.
POSSE ao Senhor César Augusto Venâncio da Silva, brasileiro, jornalista, que passa ser
investido no cargo de Presidente da COMISSÃO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL
OBJETIVANDO LEVANTAR A REAL SITUAÇÃO E APONTAR O INDICATIVO DE
REFORMA INSTITUCIONAL OU EXTINÇÃO DA FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE.

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PRESIDÊNCIA 41
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normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-
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Prt 948678 Ata Extraordinária Da Fundação José Furtado Leite. on Scribd"
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Fundacao-Jose-Furtado-Leite#from_embed" style="text-decoration: underline;" >Prt 948678
Ata Extraordinária Da Fundação José Furtado Leite.</a> by <a title="View César Augusto
Venâncio da Silva's profile on Scribd" href="https://www.scribd.com/user/301785740/Cesar-
Augusto-Venancio-da-Silva#from_embed" style="text-decoration: underline;" >César Augusto
Venâncio da Silva</a> on Scribd</p><iframe class="scribd_iframe_embed" title="Prt 948678
Ata Extraordinária Da Fundação José Furtado Leite."
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PRESIDÊNCIA 42
https://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/

ATA EXTRAORDINÁRIA DA SESSÃO COLEGIADA DA FUNDAÇÃO JOSÉ


FURTADO LEITE – instituída a mediação coletiva

DESPACHO 869949.12.2018

RH.

1. O objetivo desta mediação preventiva é estabelecer equilíbrio de interesses em


face dos associados e membros da Fundação JOSÉ FURTADO LEITE.
2. A Fundação funciona de “forma precária no aspecto jurídico-formal”, tendo com a
base sua situação irregular junto ao Ministério Público Estadual (As novas regras
sobre a atribuição legal do Ministério Público para fiscalização ou velamento das
fundações, introduzidas pela Lei federal nº. 13.151, de 28 de julho de 2015, por
meio da alteração dos artigos 66, parágrafo 1º, e 69, III, do Código Civil).

3. A Presidência através de editais convocou seu colegiado para deliberar sobre a


formação de uma Comissão especifica para avaliar a real situação da entidade.
DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 43
4. É obvio que ao longo das atividades deverão existir conflitos de interesses. Têm-se
notícias, por exemplo, que alguns bens imóveis da Fundação estão invadidos com
lapso temporal de mais de cinco anos. Assim, em observância aos editais da
Fundação publicados no endereço eletrônico:
https://edital1fundacaojfl2018.blogspot.com.br/

5. Diante do descrito neste expediente e com base na Lei Federal número LEI Nº
13.140, DE 26 DE JUNHO DE 2015. Dispõe sobre a mediação entre
particulares como meio de solução de controvérsias e sobre a
autocomposição de conflitos no âmbito da administração pública;
altera a Lei no 9.469, de 10 de julho de 1997, e o Decreto no 70.235, de
6 de março de 1972; e revoga o § 2o do art. 6o da Lei no 9.469, de 10
de julho de 1997.
6. Por fim considerando as atas deliberativas anexas as folhas ___/_____dos autos
aceito o encargo de mediar preventivamente todo e qualquer conflito que dentro
dos interesses das partes qualificadas as folhas ____/____ possam surgir em
relação às finalidades e decisões da Comissão citada nos editais mencionados.
7. Considerando os atos que foram publicados no sitio-blog, considerando que o
mediador deverá compor a Comissão a que se refere o Edital 3/2018,
considerando que o Ministério Público Estadual deve atuar no contencioso
administrativo deve seguir como segue um criterioso principio de atuação do
mediador dentro das formalidades legais, em particular as normas:

LEI No 10.406, DE 10 DE JANEIRO DE 2002. Institui o Código


Civil.

TÍTULO II
DAS PESSOAS JURÍDICAS

CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 40. As pessoas jurídicas são de direito público, interno ou externo,


e de direito privado.

Art. 41. São pessoas jurídicas de direito público interno:

I - a União;

II - os Estados, o Distrito Federal e os Territórios;

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 44
III - os Municípios;

IV - as autarquias;

IV - as autarquias, inclusive as associações públicas; (Redação


dada pela Lei nº 11.107, de 2005)

V - as demais entidades de caráter público criadas por lei.

Parágrafo único. Salvo disposição em contrário, as pessoas jurídicas


de direito público, a que se tenha dado estrutura de direito privado,
regem-se, no que couber, quanto ao seu funcionamento, pelas normas
deste Código.

Art. 42. São pessoas jurídicas de direito público externo os Estados


estrangeiros e todas as pessoas que forem regidas pelo direito
internacional público.

Art. 43. As pessoas jurídicas de direito público interno são civilmente


responsáveis por atos dos seus agentes que nessa qualidade causem
danos a terceiros, ressalvado direito regressivo contra os causadores
do dano, se houver, por parte destes, culpa ou dolo.

Art. 44. São pessoas jurídicas de direito privado:

I - as associações;

II - as sociedades;

III - as fundações.

IV - as organizações religiosas; (Incluído pela Lei nº 10.825, de


22.12.2003)

V - os partidos políticos. (Incluído pela Lei nº 10.825, de


22.12.2003)

VI - as empresas individuais de responsabilidade limitada.


(Incluído pela Lei nº 12.441, de 2011) (Vigência)

§ 1o São livres a criação, a organização, a estruturação interna e o


funcionamento das organizações religiosas, sendo vedado ao poder
público negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e
necessários ao seu funcionamento. (Incluído pela Lei nº 10.825,
de 22.12.2003)

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 45
§ 2o As disposições concernentes às associações aplicam-se
subsidiariamente às sociedades que são objeto do Livro II da Parte
Especial deste Código. (Incluído pela Lei nº 10.825, de
22.12.2003)

§ 3o Os partidos políticos serão organizados e funcionarão conforme o


disposto em lei específica. (Incluído pela Lei nº 10.825, de
22.12.2003)

Art. 45. Começa a existência legal das pessoas jurídicas de direito


privado com a inscrição do ato constitutivo no respectivo registro,
precedida, quando necessário, de autorização ou aprovação do Poder
Executivo, averbando-se no registro todas as alterações por que
passar o ato constitutivo.

Parágrafo único. Decai em três anos o direito de anular a constituição


das pessoas jurídicas de direito privado, por defeito do ato respectivo,
contado o prazo da publicação de sua inscrição no registro.

Art. 46. O registro declarará:

I - a denominação, os fins, a sede, o tempo de duração e o fundo


social, quando houver;

II - o nome e a individualização dos fundadores ou instituidores, e dos


diretores;

III - o modo por que se administra e representa, ativa e passivamente,


judicial e extrajudicialmente;

IV - se o ato constitutivo é reformável no tocante à administração, e de


que modo;

V - se os membros respondem, ou não, subsidiariamente, pelas


obrigações sociais;

VI - as condições de extinção da pessoa jurídica e o destino do seu


patrimônio, nesse caso.

Art. 47. Obrigam a pessoa jurídica os atos dos administradores,


exercidos nos limites de seus poderes definidos no ato constitutivo.

Art. 48. Se a pessoa jurídica tiver administração coletiva, as decisões


se tomarão pela maioria de votos dos presentes, salvo se o ato
constitutivo dispuser de modo diverso.

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 46
Parágrafo único. Decai em três anos o direito de anular as decisões a
que se refere este artigo, quando violarem a lei ou estatuto, ou forem
eivadas de erro, dolo, simulação ou fraude.

Art. 49. Se a administração da pessoa jurídica vier a faltar, o juiz, a


requerimento de qualquer interessado, nomear-lhe-á administrador
provisório.

Art. 50. Em caso de abuso da personalidade jurídica, caracterizado


pelo desvio de finalidade, ou pela confusão patrimonial, pode o juiz
decidir, a requerimento da parte, ou do Ministério Público quando lhe
couber intervir no processo, que os efeitos de certas e determinadas
relações de obrigações sejam estendidos aos bens particulares dos
administradores ou sócios da pessoa jurídica.

Art. 51. Nos casos de dissolução da pessoa jurídica ou cassada a


autorização para seu funcionamento, ela subsistirá para os fins de
liquidação, até que esta se conclua.

§ 1o Far-se-á, no registro onde a pessoa jurídica estiver inscrita, a


averbação de sua dissolução.

§ 2o As disposições para a liquidação das sociedades aplicam-se, no


que couber, às demais pessoas jurídicas de direito privado.

§ 3o Encerrada a liquidação, promover-se-á o cancelamento da


inscrição da pessoa jurídica.

Art. 52. Aplica-se às pessoas jurídicas, no que couber, a proteção dos


direitos da personalidade.

CAPÍTULO III
DAS FUNDAÇÕES

Art. 62. Para criar uma fundação, o seu instituidor fará, por
escritura pública ou testamento, dotação especial de bens livres,
especificando o fim a que se destina, e declarando, se quiser, a
maneira de administrá-la.

Parágrafo único. A fundação somente poderá constituir-se para


fins religiosos, morais, culturais ou de assistência.

Parágrafo único. A fundação somente poderá constituir-se para


fins de: (Redação dada pela Lei nº 13.151, de 2015)

I – assistência social; (Incluído pela Lei nº 13.151, de 2015)


DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 47
II – cultura, defesa e conservação do patrimônio histórico e
artístico; (Incluído pela Lei nº 13.151, de 2015)

III – educação; (Incluído pela Lei nº 13.151, de 2015)

IV – saúde; (Incluído pela Lei nº 13.151, de 2015)

V – segurança alimentar e nutricional; (Incluído pela Lei nº


13.151, de 2015)

VI – defesa, preservação e conservação do meio ambiente e


promoção do desenvolvimento sustentável; (Incluído pela Lei nº
13.151, de 2015)

VII – pesquisa científica, desenvolvimento de tecnologias


alternativas, modernização de sistemas de gestão, produção e
divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos;
(Incluído pela Lei nº 13.151, de 2015)

VIII – promoção da ética, da cidadania, da democracia e dos


direitos humanos; (Incluído pela Lei nº 13.151, de 2015)

IX – atividades religiosas; e (Incluído pela Lei nº 13.151, de


2015)

X – (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.151, de 2015)

Art. 63. Quando insuficientes para constituir a fundação, os


bens a ela destinados serão, se de outro modo não dispuser o
instituidor, incorporados em outra fundação que se proponha a fim
igual ou semelhante.

Art. 64. Constituída a fundação por negócio jurídico entre vivos,


o instituidor é obrigado a transferir-lhe a propriedade, ou outro direito
real, sobre os bens dotados, e, se não o fizer, serão registrados, em
nome dela, por mandado judicial.

Art. 65. Aqueles a quem o instituidor cometer a aplicação do


patrimônio, em tendo ciência do encargo, formularão logo, de acordo
com as suas bases (art. 62), o estatuto da fundação projetada,
submetendo-o, em seguida, à aprovação da autoridade competente,
com recurso ao juiz.

Parágrafo único. Se o estatuto não for elaborado no prazo


assinado pelo instituidor, ou, não havendo prazo, em cento e oitenta
dias, a incumbência caberá ao Ministério Público.

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 48
Art. 66. Velará pelas fundações o Ministério Público do Estado
onde situadas.

§ 1o Se funcionarem no Distrito Federal, ou em Território,


caberá o encargo ao Ministério Público Federal. (Vide ADIN nº
2.794-8)

§ 1º Se funcionarem no Distrito Federal ou em Território,


caberá o encargo ao Ministério Público do Distrito Federal e
Territórios. (Redação dada pela Lei nº 13.151, de 2015)

§ 2o Se estenderem a atividade por mais de um Estado, caberá


o encargo, em cada um deles, ao respectivo Ministério Público.

Art. 67. Para que se possa alterar o estatuto da fundação é


mister que a reforma:

I - seja deliberada por dois terços dos competentes para gerir e


representar a fundação;

II - não contrarie ou desvirtue o fim desta;

III - seja aprovada pelo órgão do Ministério Público, e, caso


este a denegue, poderá o juiz supri-la, a requerimento do interessado.

III – seja aprovada pelo órgão do Ministério Público no prazo


máximo de 45 (quarenta e cinco) dias, findo o qual ou no caso de o
Ministério Público a denegar, poderá o juiz supri-la, a requerimento do
interessado. (Redação dada pela Lei nº 13.151, de 2015)

Art. 68. Quando a alteração não houver sido aprovada por


votação unânime, os administradores da fundação, ao submeterem o
estatuto ao órgão do Ministério Público, requererão que se dê ciência
à minoria vencida para impugná-la, se quiser, em dez dias.

Art. 69. Tornando-se ilícita, impossível ou inútil a finalidade a que visa


a fundação, ou vencido o prazo de sua existência, o órgão do
Ministério Público, ou qualquer interessado, lhe promoverá a extinção,
incorporando-se o seu patrimônio, salvo disposição em contrário no
ato constitutivo, ou no estatuto, em outra fundação, designada pelo
juiz, que se proponha a fim igual ou semelhante.

DECRETO-LEI Nº 4.657, DE 4 DE SETEMBRO DE 1942.

Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro. (Redação


dada pela Lei nº 12.376, de 2010).
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PRESIDÊNCIA 49
DECRETO-LEI Nº 4.657, DE 4 DE SETEMBRO DE 1942.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que


lhe confere o artigo 180 da Constituição, decreta:

Art. 1o Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em


todo o país quarenta e cinco dias depois de oficialmente
publicada.

§ 1o Nos Estados, estrangeiros, a obrigatoriedade da lei


brasileira, quando admitida, se inicia três meses depois de
oficialmente publicada. (Vide Lei nº 1.991, de 1953) (Vide
Lei nº 2.145, de 1953) (Vide Lei nº 2.598, de 1955) (Vide
Lei nº 2.410, de 1955) (Vide Lei nº 2.770, de 1956) (Vide Lei
nº 3.244, de 1957) (Vide Lei nº 4.966, de 1966) (Vide
Decreto-Lei nº 333, de 1967) (Vide Lei nº 2.807, de
1956) (Vide Lei nº 4.820, de 1965)

§ 2o A vigência das leis, que os Governos Estaduais elaborem


por autorização do Governo Federal, depende da aprovação
deste e começa no prazo que a legislação estadual fixar.
(Revogado pela Lei nº 12.036, de 2009).

§ 3o Se, antes de entrar a lei em vigor, ocorrer nova publicação


de seu texto, destinada a correção, o prazo deste artigo e dos
parágrafos anteriores começará a correr da nova publicação.

§ 4o As correções a texto de lei já em vigor consideram-se lei


nova.

Art. 2o Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor


até que outra a modifique ou revogue.

§ 1o A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o


declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule
inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior.

§ 2o A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou


especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a
lei anterior.

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PRESIDÊNCIA 50
§ 3o Salvo disposição em contrário, a lei revogada não se
restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência.

Art. 3o Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não


a conhece.

Art. 4o Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de


acordo com a analogia, os costumes e os princípios gerais de
direito.

Art. 5o Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais a


que ela se dirige e às exigências do bem comum.

Art. 6o A lei em vigor terá efeito imediato e geral. Não atingirá,


entretanto, salvo disposição expressa em contrário, as
situações jurídicas definitivamente constituídas e a execução
do ato jurídico perfeito.

Art. 6º A Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o


ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada.
(Redação dada pela Lei nº 3.238, de 1957)

§ 1º Reputa-se ato jurídico perfeito o já consumado segundo a


lei vigente ao tempo em que se efetuou. (Incluído pela Lei nº
3.238, de 1957)

§ 2º Consideram-se adquiridos assim os direitos que o seu


titular, ou alguém por êle, possa exercer, como aquêles cujo
comêço do exercício tenha têrmo pré-fixo, ou condição pré-
estabelecida inalterável, a arbítrio de outrem. (Incluído pela
Lei nº 3.238, de 1957)

§ 3º Chama-se coisa julgada ou caso julgado a decisão judicial


de que já não caiba recurso. (Incluído pela Lei nº 3.238, de
1957)

Art. 7o A lei do país em que domiciliada a pessoa determina as


regras sobre o começo e o fim da personalidade, o nome, a
capacidade e os direitos de família.

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PRESIDÊNCIA 51
§ 1o Realizando-se o casamento no Brasil, será aplicada a lei
brasileira quanto aos impedimentos dirimentes e às
formalidades da celebração.

§ 2o O casamento de estrangeiros pode celebrar-se perante as


autoridades diplomáticas ou consulares do país em que um dos
nubentes seja domiciliado.

§ 2o O casamento de estrangeiros poderá celebrar-se perante


autoridades diplomáticas ou consulares do país de ambos os
nubentes. (Redação dada pela Lei nº 3.238, de 1957)

§ 3o Tendo os nubentes domicílio diverso, regerá os casos de


invalidade do matrimônio a lei do primeiro domicílio conjugal.

§ 4o O regime de bens, legal ou convencional, obedece à lei do


país em que tiverem os nubentes domicílio, e, se este for
diverso, a do primeiro domicílio conjugal.

§ 5o O estrangeiro casado, que se naturalizar brasileiro, pode,


mediante expressa anuência de seu cônjuge, requerer ao juiz,
no ato de entrega do decreto de naturalização, se apostile ao
mesmo a adoção do regime da comunhão universal de bens,
respeitados os direitos de terceiro e dada esta adoção ao
competente registro.

§ 5º - O estrangeiro casado, que se naturalizar brasileiro, pode,


mediante expressa anuência de seu cônjuge, requerer ao juiz,
no ato de entrega do decreto de naturalização, se apostile ao
mesmo a adoção do regime de comunhão parcial de bens,
respeitados os direitos de terceiros e dada esta adoção ao
competente registro. (Redação dada pela Lei nº 6.515, de
1977)

§ 6o Não será reconhecido no Brasil o divórcio, se os cônjuges


forem brasileiros. Se um deles o for, será reconhecido o
divórcio quanto ao outro, que não poderá, entretanto, casar-se
no Brasil.
§ 6º - O divórcio realizado no estrangeiro, se um ou ambos os
cônjuges forem brasileiros, só será reconhecido no Brasil
depois de três anos da data da sentença, salvo se houver sido
antecedida de separarão judicial por igual prazo, caso em que
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PRESIDÊNCIA 52
a homologação produzirá efeito imediato, obedecidas as
condições estabelecidas para a eficácia das sentenças
estrangeiras no País. O Supremo Tribunal Federal, na forma de
seu regimento interno, poderá reexaminar, a requerimento do
interessado, decisões já proferidas em pedidos de
homologação de sentenças estrangeiras de divórcio de
brasileiros, a fim de que passem a produzir todos os efeitos
legais. (Redação dada pela Lei nº 6.515, de 1977)

§ 6º O divórcio realizado no estrangeiro, se um ou ambos os


cônjuges forem brasileiros, só será reconhecido no Brasil
depois de 1 (um) ano da data da sentença, salvo se houver
sido antecedida de separação judicial por igual prazo, caso em
que a homologação produzirá efeito imediato, obedecidas as
condições estabelecidas para a eficácia das sentenças
estrangeiras no país. O Superior Tribunal de Justiça, na forma
de seu regimento interno, poderá reexaminar, a requerimento
do interessado, decisões já proferidas em pedidos de
homologação de sentenças estrangeiras de divórcio de
brasileiros, a fim de que passem a produzir todos os efeitos
legais. (Redação dada pela Lei nº 12.036, de 2009).

§ 7o Salvo o caso de abandono, o domicílio do chefe da família


estende-se ao outro cônjuge e aos filhos não emancipados, e o
do tutor ou curador aos incapazes sob sua guarda.

§ 8o Quando a pessoa não tiver domicílio, considerar-se-á


domiciliada no lugar de sua residência ou naquele em que se
encontre.

Art. 8o Para qualificar os bens e regular as relações a eles


concernentes, aplicar-se-á a lei do país em que estiverem
situados.

§ 1o Aplicar-se-á a lei do país em que for domiciliado o


proprietário, quanto aos bens moveis que ele trouxer ou se
destinarem a transporte para outros lugares.

§ 2o O penhor regula-se pela lei do domicílio que tiver a


pessoa, em cuja posse se encontre a coisa apenhada.

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PRESIDÊNCIA 53
Art. 9o Para qualificar e reger as obrigações, aplicar-se-á a lei
do país em que se constituírem.

§ 1o Destinando-se a obrigação a ser executada no Brasil e


dependendo de forma essencial, será esta observada,
admitidas as peculiaridades da lei estrangeira quanto aos
requisitos extrínsecos do ato.

§ 2o A obrigação resultante do contrato reputa-se constituída


no lugar em que residir o proponente.

Art. 10. A sucessão por morte ou por ausência obedece à lei


do país em que domiciliado o defunto ou o desaparecido,
qualquer que seja a natureza e a situação dos bens.

§ 1o A vocação para suceder em bens de estrangeiro situados


no Brasil. será regulada pela lei brasileira em benefício do
cônjuge brasileiro e dos filhos do casal, sempre que não lhes
seja mais favorável a lei do domicílio.

§ 1º A sucessão de bens de estrangeiros, situados no País,


será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou
dos filhos brasileiros, ou de quem os represente, sempre que
não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus.
(Redação dada pela Lei nº 9.047, de 1995)

§ 2o A lei do domicílio do herdeiro ou legatário regula a


capacidade para suceder.

Art. 11. As organizações destinadas a fins de interesse


coletivo, como as sociedades e as fundações, obedecem à lei
do Estado em que se constituirem.

§ 1o Não poderão, entretanto ter no Brasil filiais, agências ou


estabelecimentos antes de serem os atos constitutivos
aprovados pelo Governo brasileiro, ficando sujeitas à lei
brasileira.

§ 2o Os Governos estrangeiros, bem como as organizações de


qualquer natureza, que eles tenham constituido, dirijam ou
hajam investido de funções públicas, não poderão adquirir no
Brasil bens imóveis ou susceptiveis de desapropriação.
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PRESIDÊNCIA 54
§ 3o Os Governos estrangeiros podem adquirir a propriedade
dos prédios necessários à sede dos representantes
diplomáticos ou dos agentes consulares. (Vide Lei nº 4.331,
de 1964)

Art. 12. É competente a autoridade judiciária brasileira, quando


for o réu domiciliado no Brasil ou aqui tiver de ser cumprida a
obrigação.

§ 1o Só à autoridade judiciária brasileira compete conhecer das


ações relativas a imóveis situados no Brasil.

§ 2o A autoridade judiciária brasileira cumprirá, concedido o


exequatur e segundo a forma estabelecida pele lei brasileira,
as diligências deprecadas por autoridade estrangeira
competente, observando a lei desta, quanto ao objeto das
diligências.

Art. 13. A prova dos fatos ocorridos em país estrangeiro rege-


se pela lei que nele vigorar, quanto ao ônus e aos meios de
produzir-se, não admitindo os tribunais brasileiros provas que a
lei brasileira desconheça.

Art. 14. Não conhecendo a lei estrangeira, poderá o juiz exigir


de quem a invoca prova do texto e da vigência.

Art. 15. Será executada no Brasil a sentença proferida no


estrangeiro, que reúna os seguintes requisitos:

a) haver sido proferida por juiz competente;

b) terem sido os partes citadas ou haver-se legalmente


verificado à revelia;

c) ter passado em julgado e estar revestida das formalidades


necessárias para a execução no lugar em que foi proferida;

d) estar traduzida por intérprete autorizado;

e) ter sido homologada pelo Supremo Tribunal Federal.


(Vide art.105, I, i da Constituição Federal).

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PRESIDÊNCIA 55
Parágrafo único. Não dependem de homologação as
sentenças meramente declaratórias do estado das pessoas.
(Revogado pela Lei nº 12.036, de 2009).

Art. 16. Quando, nos termos dos artigos precedentes, se


houver de aplicar a lei estrangeira, ter-se-á em vista a
disposição desta, sem considerar-se qualquer remissão por ela
feita a outra lei.

Art. 17. As leis, atos e sentenças de outro país, bem como


quaisquer declarações de vontade, não terão eficácia no Brasil,
quando ofenderem a soberania nacional, a ordem pública e os
bons costumes.

Art. 18. Tratando-se de brasileiros ausentes de seu domicílio


no país, são competentes as autoridades consulares brasileiras
para lhes celebrar o casamento, assim como para exercer as
funções de tabelião e de oficial do registo civil em atos a eles
relativos no estrangeiro.

Art. 18. Tratando-se de brasileiros, são competentes as


autoridades consulares brasileiras para lhes celebrar o
casamento e os mais atos de Registro Civil e de tabelionato,
inclusive o registro de nascimento e de óbito dos filhos de
brasileiro ou brasileira nascido no país da sede do
Consulado. (Redação dada pela Lei nº 3.238, de 1957)

§ 1º As autoridades consulares brasileiras também poderão


celebrar a separação consensual e o divórcio consensual de
brasileiros, não havendo filhos menores ou incapazes do casal
e observados os requisitos legais quanto aos prazos, devendo
constar da respectiva escritura pública as disposições relativas
à descrição e à partilha dos bens comuns e à pensão
alimentícia e, ainda, ao acordo quanto à retomada pelo cônjuge
de seu nome de solteiro ou à manutenção do nome adotado
quando se deu o casamento. (Incluído pela Lei nº 12.874,
de 2013) Vigência

§ 2o É indispensável a assistência de advogado, devidamente


constituído, que se dará mediante a subscrição de petição,
juntamente com ambas as partes, ou com apenas uma delas,

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PRESIDÊNCIA 56
caso a outra constitua advogado próprio, não se fazendo
necessário que a assinatura do advogado conste da escritura
pública. (Incluído pela Lei nº 12.874, de 2013) Vigência

Art. 19. Reputam-se válidos todos os atos indicados no artigo


anterior e celebrados pelos cônsules brasileiros na vigência do
Decreto-lei nº 4.657, de 4 de setembro de 1942, desde que
satisfaçam todos os requisitos legais. (Incluído pela Lei nº
3.238, de 1957)

Parágrafo único. No caso em que a celebração dêsses atos


tiver sido recusada pelas autoridades consulares, com
fundamento no artigo 18 do mesmo Decreto-lei, ao interessado
é facultado renovar o pedido dentro em 90 (noventa) dias
contados da data da publicação desta lei. (Incluído pela Lei
nº 3.238, de 1957)

Art. 20. Nas esferas administrativa, controladora e judicial, não


se decidirá com base em valores jurídicos abstratos sem que
sejam consideradas as consequências práticas da decisão.
(Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

Parágrafo único. A motivação demonstrará a necessidade e a


adequação da medida imposta ou da invalidação de ato,
contrato, ajuste, processo ou norma administrativa, inclusive
em face das possíveis alternativas. (Incluído pela Lei nº
13.655, de 2018)

Art. 21. A decisão que, nas esferas administrativa,


controladora ou judicial, decretar a invalidação de ato, contrato,
ajuste, processo ou norma administrativa deverá indicar de
modo expresso suas consequências jurídicas e
administrativas. (Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

Parágrafo único. A decisão a que se refere o caput deste


artigo deverá, quando for o caso, indicar as condições para que
a regularização ocorra de modo proporcional e equânime e
sem prejuízo aos interesses gerais, não se podendo impor aos
sujeitos atingidos ônus ou perdas que, em função das
peculiaridades do caso, sejam anormais ou excessivos.
(Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

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PRESIDÊNCIA 57
Art. 22. Na interpretação de normas sobre gestão pública,
serão considerados os obstáculos e as dificuldades reais do
gestor e as exigências das políticas públicas a seu cargo, sem
prejuízo dos direitos dos administrados.

§ 1º Em decisão sobre regularidade de conduta ou validade de


ato, contrato, ajuste, processo ou norma administrativa, serão
consideradas as circunstâncias práticas que houverem
imposto, limitado ou condicionado a ação do agente. (Incluído
pela Lei nº 13.655, de 2018)

§ 2º Na aplicação de sanções, serão consideradas a natureza


e a gravidade da infração cometida, os danos que dela
provierem para a administração pública, as circunstâncias
agravantes ou atenuantes e os antecedentes do agente.
(Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

§ 3º As sanções aplicadas ao agente serão levadas em conta


na dosimetria das demais sanções de mesma natureza e
relativas ao mesmo fato. (Incluído pela Lei nº 13.655, de
2018)

Art. 23. A decisão administrativa, controladora ou judicial que


estabelecer interpretação ou orientação nova sobre norma de
conteúdo indeterminado, impondo novo dever ou novo
condicionamento de direito, deverá prever regime de transição
quando indispensável para que o novo dever ou
condicionamento de direito seja cumprido de modo
proporcional, equânime e eficiente e sem prejuízo aos
interesses gerais.

Parágrafo único. (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.655, de


2018)

Art. 24. A revisão, nas esferas administrativa, controladora ou


judicial, quanto à validade de ato, contrato, ajuste, processo ou
norma administrativa cuja produção já se houver completado
levará em conta as orientações gerais da época, sendo vedado
que, com base em mudança posterior de orientação geral, se
declarem inválidas situações plenamente constituídas.
(Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

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PRESIDÊNCIA 58
Parágrafo único. Consideram-se orientações gerais as
interpretações e especificações contidas em atos públicos de
caráter geral ou em jurisprudência judicial ou administrativa
majoritária, e ainda as adotadas por prática administrativa
reiterada e de amplo conhecimento público. (Incluído pela Lei
nº 13.655, de 2018)

Art. 25. (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

Art. 26. Para eliminar irregularidade, incerteza jurídica ou


situação contenciosa na aplicação do direito público, inclusive
no caso de expedição de licença, a autoridade administrativa
poderá, após oitiva do órgão jurídico e, quando for o caso, após
realização de consulta pública, e presentes razões de relevante
interesse geral, celebrar compromisso com os interessados,
observada a legislação aplicável, o qual só produzirá efeitos a
partir de sua publicação oficial. (Incluído pela Lei nº 13.655,
de 2018)

§ 1º O compromisso referido no caput deste artigo: (Incluído


pela Lei nº 13.655, de 2018)

I - buscará solução jurídica proporcional, equânime, eficiente e


compatível com os interesses gerais; (Incluído pela Lei nº
13.655, de 2018)

II – (VETADO); (Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

III - não poderá conferir desoneração permanente de dever ou


condicionamento de direito reconhecidos por orientação geral;
(Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

IV - deverá prever com clareza as obrigações das partes, o


prazo para seu cumprimento e as sanções aplicáveis em caso
de descumprimento. (Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

§ 2º (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

Art. 27. A decisão do processo, nas esferas administrativa,


controladora ou judicial, poderá impor compensação por
benefícios indevidos ou prejuízos anormais ou injustos

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PRESIDÊNCIA 59
resultantes do processo ou da conduta dos envolvidos.
(Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

§ 1º A decisão sobre a compensação será motivada, ouvidas


previamente as partes sobre seu cabimento, sua forma e, se
for o caso, seu valor. (Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

§ 2º Para prevenir ou regular a compensação, poderá ser


celebrado compromisso processual entre os envolvidos.
(Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

Art. 28. O agente público responderá pessoalmente por suas


decisões ou opiniões técnicas em caso de dolo ou erro
grosseiro. (Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

§ 1º (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

§ 2º (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

§ 3º (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

Art. 29. Vide Lei nº 13.655, de 2018

Art. 30. As autoridades públicas devem atuar para aumentar a


segurança jurídica na aplicação das normas, inclusive por meio
de regulamentos, súmulas administrativas e respostas a
consultas. (Incluído pela Lei nº 13.655, de 2018)

Parágrafo único. Os instrumentos previstos no caput deste


artigo terão caráter vinculante em relação ao órgão ou entidade
a que se destinam, até ulterior revisão. (Incluído pela Lei nº
13.655, de 2018)

Rio de Janeiro, 4 de setembro de 1942, 121o da Independência


e 54o da República.

GETULIO VARGAS
Alexandre Marcondes Filho
Oswaldo Aranha.

Este texto não substitui o publicado no DOU de 9.9.1942,


retificado em 8.10.1942 e retificado em 17.6.1943.

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PRESIDÊNCIA 60
LEI Nº 12.376, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2010.

Altera a ementa do Decreto-Lei no 4.657, de 4 de setembro de


1942.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso


Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o Esta Lei altera a ementa do Decreto-Lei no 4.657, de 4


de setembro de 1942, ampliando o seu campo de aplicação.

Art. 2o A ementa do Decreto-Lei no 4.657, de 4 de setembro


de 1942, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro.”

Art. 3o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 30 de dezembro de 2010; 189o da Independência e


122o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA

Luiz Paulo Teles Ferreira Barreto

Este texto não substitui o publicado no DOU de 31.12.2010.

Código de Processo Civil – 2015 – Parâmetros – Norma


VIGENTE.

Seção XI
Da Organização e da Fiscalização das Fundações

Fundação. Instituição. Estatuto

Art. 764 - O juiz decidirá sobre a aprovação do estatuto das fundações


e de suas alterações sempre que o requeira o interessado, quando:

I - ela for negada previamente pelo Ministério Público ou por este


forem exigidas modificações com as quais o interessado não
concorde;

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 61
II - o interessado discordar do estatuto elaborado pelo Ministério
Público.

§ 1º - O estatuto das fundações deve observar o disposto na Lei


10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil).

§ 2º - Antes de suprir a aprovação, o juiz poderá mandar fazer no


estatuto modificações a fim de adaptá-lo ao objetivo do instituidor.

Fundação. Extinção

Art. 765 - Qualquer interessado ou o Ministério Público promoverá


em juízo a extinção da fundação quando:

I - se tornar ilícito o seu objeto;

II - for impossível a sua manutenção;

III - vencer o prazo de sua existência.

Código de Processo Civil – 1973 – Parâmetros – Norma


Revogada.

Capítulo X
DA ORGANIZAÇÃO E DA FISCALIZAÇÃO DAS FUNDAÇÕES

Fundação. Instituição. Estatuto

Art. 1.199 - O instituidor, ao criar a fundação, elaborará o seu estatuto


ou designará quem o faça.

Fundação. Instituição. Estatuto

Art. 1.200 - O interessado submeterá o estatuto ao órgão do Ministério


Público, que verificará se foram observadas as bases da fundação e se
os bens são suficientes ao fim a que ela se destina.

Fundação. Instituição. Estatuto

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PRESIDÊNCIA 62
Art. 1.201 - Autuado o pedido, o órgão do Ministério Público, no
prazo de 15 (quinze) dias, aprovará o estatuto, indicará as
modificações que entender necessárias ou lhe denegará a aprovação.

§ 1º - Nos dois últimos casos, pode o interessado, em petição


motivada, requerer ao juiz o suprimento da aprovação.

§ 2º - O juiz, antes de suprir a aprovação, poderá mandar fazer no


estatuto modificações a fim de adaptá-lo ao objetivo do instituidor.

Fundação. Instituição. Estatuto

Art. 1.202 - Incumbirá ao órgão do Ministério Público elaborar o


estatuto e submetê-lo à aprovação do juiz:

I - quando o instituidor não o fizer nem nomear quem o faça;

II - quando a pessoa encarregada não cumprir o encargo no prazo


assinado pelo instituidor ou, não havendo prazo, dentro em 6 (seis)
meses.

Fundação. Instituição. Estatuto. Alteração

Art. 1.203 - A alteração do estatuto ficará sujeita à aprovação do órgão


do Ministério Público. Sendo-lhe denegada, observar-se-á o disposto
no art. 1.201, §§ 1º e 2º.

Parágrafo único - Quando a reforma não houver sido deliberada por


votação unânime, os administradores, ao submeterem ao órgão do
Ministério Público o estatuto, pedirão que se dê ciência à minoria
vencida para impugná-la no prazo de 10 (dez) dias.

Fundação. Extinção

Art. 1.204 - Qualquer interessado ou o órgão do Ministério Público


promoverá a extinção da fundação quando:

I - se tornar ilícito o seu objeto;

II - for impossível a sua manutenção;

III - se vencer o prazo de sua existência.

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PRESIDÊNCIA 63
8. Concluso esta primeira parte instaura-se a presente mediação, com a
recomendação junto a Presidência da Fundação, que providencie os termos de
nomeação dos membros da Comissão e que concomitantemente instaure a
Comissão em Procedimento em apenso a este expediente.
9. Os membros do colegiado da Fundação devem ter ciência do integral termo deste
despacho, devendo por escrito se manifestar em caso de oposição ou embargos de
declaração que será decididos pelo mediador. Por não tratar-se de arbitragem e
sim de mediação, ao mediador compete a estrita observância da legalidade aqui
citada e da vontade das partes.

Salvo Melhor Juízo, esta mediação não tem cláusula de confidencialidade, devendo quando da
publicidade dos atos o mediador ouvir as partes e destas colheres a autorização formal.
Fortaleza, quarta-feira, 18 de maio de 2018

CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA


CPF 16554124348

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DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

PRESIDÊNCIA 64
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Fortaleza, terça-feira, 19 de junho de 2018, as terça-feira, 19 de junho de 2018.

. CÉSAR AUGUSTO VENÂNCIO DA SILVA, CPF 16554124348

Pelo Presidente Antonio César Evangelista Tavares,


brasileiro, jornalista inscrito e licenciado pelo Ministério do Trabalho, Reg. MTB 3597/CE vai assinado.

DILIGÊNCIAS PARA A COMISSÃO 948679/2018 - FUNDAÇÃO JOSÉ FURTADO LEITE – PRT 946950-ATCJC

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