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PROGRAMA DE CONTROLE

AUDITIVO - PCA

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO MARIA APARECIDA PEDROSSIAN - HUMAP

CAMPO GRANDE-MS, ABRIL DE 2017


PROGRAMA DE CONTROLE AUDITIVO – PCA

O documento original está disponível na SOST/DIVGP.


Elaboração e Coordenação: Aprovação:

Equipe de Segurança do Trabalho Luiz Henrique Santos Coelho


Gerente Administrativo
SOST - Saúde Ocupacional e Segurança do
Trabalho.
Este documento quando impresso só é válido com assinatura.

Quadro de controle de Revisões


DATA Revisão Descrição Motivo

Emissão em:
25.04.2017 - 1
25.04.2017
Motivo: 1 - Atendimento à legislação / 2 - Incorporação de nova atividade
3 - Alteração de metodologia / 4 - Melhoria do processo

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1. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Nome Empresarial: EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES –


EBSERH
Título do Estabelecimento: EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES
– EBSERH
Filial: Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian - HUMAP/EBSERH
Endereço: Rua Senador Filinto Muller, 335, Bairro Cidade Universitária.
Bairro: Vila Ipiranga CEP: 79.002-970
Telefones: (67) 3345-3304
Cidade: Campo Grande / MS
CNPJ: 15126437/0018-91 (Filial).
CNAE Principal: 86.60-7-00 - Atividades de apoio à gestão de saúde - Grau de Risco 01
CNAE Secundário: Grau de Risco 03
ATIVIDADES DE ATENDIMENTO HOSPITALAR, EXCETO PRONTO-SOCORRO E UNIDADES PARA
8610-1/01
ATENDIMENTO A URGÊNCIAS.
8630-5/01 ATIVIDADE MÉDICA AMBULATORIAL COM RECURSOS PARA REALIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS
8630-5/02 CIRÚRGICOS.
ATIVIDADE MÉDICA AMBULATORIAL COM RECURSOS PARA REALIZAÇÃO DE EXAMES
8630-5/06 COMPLEMENTARES.
SERVIÇOS DE VACINAÇÃO E IMUNIZAÇÃO HUMANA.
8640-2/01 LABORATÓRIOS DE ANATOMIA PATOLÓGICA E CITOLÓGICA.
8640-2/02 LABORATÓRIOS CLÍNICOS.
8640-2/03 SERVIÇOS DE DIÁLISE E NEFROLOGIA.
8640-2/04 SERVIÇOS DE TOMOGRAFIA.
8640-2/06 SERVIÇOS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA.
8640-2/08 SERVIÇOS DE DIAGNÓSTICO POR REGISTRO GRÁFICO - ECG, EEG E OUTROS EXAMES ANÁLOGOS.
8640-2/09 SERVIÇOS DE DIAGNÓSTICO POR MÉTODOS ÓPTICOS - ENDOSCOPIA E OUTROS EXAMES
8640-2/10 ANÁLOGOS.
SERVIÇOS DE QUIMIOTERAPIA
ATIVIDADES DE SERVIÇOS DE COMPLEMENTAÇÃO DIAGNÓSTICA E TERAPÊUTICA NÃO
8640-2/99
ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE.

Grupo da CIPA: C-34.


Colaboradores ativos CLT: 769.
Data do levantamento: 12/2016 a 04/2017.

Programa elaborado por:


Eng.º Seg.ª do Trabalho – Túlio Antunes Pinto Coelho – CREA-MG 188511/D

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2. OBJETIVO:

Este programa define medidas técnicas e administrativas que visam proteger a


capacidade auditiva dos trabalhadores contra os efeitos potencialmente danosos da
exposição excessiva a ruídos nos locais de trabalho.

3. CAMPO DE APLICAÇÃO:

Este procedimento se aplica a todos os colaboradores da EBSERH que estão expostos


ao ruído no âmbito ocupacional.

4.TERMOS E DEFINIÇÕES:

 Dosímetro: Medidor dos níveis de pressão sonora. Utilizado para medir o ruído
ocupacional no ambiente de trabalho.

 EPI: Equipamento de proteção individual

 Limite de Tolerância ou Limite de Exposição: A concentração ou intensidade


máxima relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não
causará dano à saúde do trabalhador durante sua vida laboral.

 SRTE: Superintendência Regional do Trabalho e Emprego.

 Nível de Pressão Sonora (NPS): E uma variação dinâmica na pressão


atmosférica que pode ser detectada pelo ouvido humano. É o que chamamos de
ruído ou som.

 NR’s: Normas Regulamentadoras do MTE.

 PCMSO: Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.

 PPRA: Programa de Prevenção aos Riscos Ambientais.

 Protetor Auricular: Equipamento de Proteção individual para proteção auditiva.


Utilizado para atenuar a exposição a níveis de pressão sonora acima dos limites
permitidos.

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 Ruído: Fenômeno físico que indica uma mistura de sons, cujas freqüências não
seguem nenhuma lei precisa. Causa sensações desagradáveis e irritantes.

 Ruído Competitivo: Ruído simultâneo que pode mascarar sinais de alarme e/ou
comunicação verbal que devem ser percebidos e compreendidos.

5. DESCRIÇÃO:

5.1 – Avaliação da exposição de ruído

As avaliações da exposição ocupacional ao ruído e o monitoramento são feitos conforme


antecipação e reconhecimento feito no Programa de Prevenção de Riscos Ambientais –
PPRA do HUMAP.

5.1.1 – Calibração dos aparelhos

Para medições corretas e precisas, todos os dosímetros e medidores de campo devem


ser calibrados de acordo com instruções dos fabricantes, antes e após o uso, e aferidas
anualmente por empresa legalmente credenciada.

5.1.2 – Monitoramento adicional

As medições devem ser repetidas sempre que existirem mudanças no processo, na


produção, nos equipamentos ou controles, que possam resultar em exposição de Ruído
Adicional ou Novo.

5.2 – Controle do Ruído

Sempre que possível, o HUMAP deverá adotar o controle do ruído na fonte de origem e
na via de transmissão. Quando tecnicamente não for possível a implantação dessas
medidas, deve-se recorrer aos meios de controle administrativo e/ou uso de EPI.

Os níveis de ruído e exposição podem ser reduzidos da seguinte forma:

 Usando equipamentos menos ruidosos;


 Usando barreiras (enclausurados);
 Aumentando a distância da fonte ruidosa;

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 Reduzindo o tempo de exposição;
 Rodízio de integrantes, tendo atenção com a jornada de trabalho;
 Proteção auditiva pessoal (EPI), quando a exposição ao ruído não puder ser
reduzida pelos controles de engenharia e administrativos.

5.3 – SELEÇÃO E AQUISIÇÃO DE PROTETORES AURICULARES

Protetores auriculares são usados pelos funcionários expostos a níveis maiores ou iguais
a 85dB(A).

A avaliação de exposição ao ruído tem como objetivo identificar as áreas ou atividades


onde deve ser usada a proteção auricular.

O protetor auricular pode ser de dois tipos:

 Tipo Concha: Envolve o ouvido externo, protege contra o ruído por abafamento do
pavilhão auricular e canal auditivo;
 Tipo Plug: Colocado na entrada do canal auditivo externo, protege contra o ruído
por tamponamento.

Os protetores são adequados para manter o nível igual ou menor que 85db(A).

Os colaboradores são informados sobre os níveis de ruído nos seus ambientes de


trabalho e os tipos adequados de protetores auriculares que deverão ser utilizados.

Avisos são instalados nas áreas ruidosas (níveis maiores ou iguais a 85 dB(A) e aos
colaboradores devem ser aplicadas medidas administrativas, caso não atendam as
determinações para uso de proteção auricular).

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Os protetores auriculares utilizados pelo HUMAP são selecionados com base na:
 Eficiência da atenuação do nível de ruído;
 Facilidade da comunicação verbal, o que permite conversar e ouvir sinais de alarme
em ambiente com ruído competitivo;
 Maior conforto e aceitação do usuário.

A SOST, considerando a ocupação, área de trabalho, atenuação necessária do protetor e


avaliação médica realizada, deverá orientar cada colaborador, individualmente, sobre qual
o protetor auricular mais adequado. Deverá informar ao colaborador sobre eventuais
restrições temporárias ou permanentes ao risco de um tipo de protetor e indicar
alternativas.

A requisição do protetor auricular, pelo colaborador, será feita conforme as Instruções de


Trabalho internas de cada unidade operacional.

5.3.1 - RECOMENDAÇÕES PARA O USO DOS PROTETORES AURICULARES

1. Use o protetor auricular durante todo o tempo necessário evitando o máximo


possível retirá-lo;
2. Coloque o protetor auricular corretamente para garantir proteção efetiva;
3. O protetor auricular é de uso individual e não deve ser emprestado;
4. Não manusear o protetor auricular com as mãos sujas, para não contaminá-lo;
5. As orelhas e entradas dos canais auriculares devem ser mantidas limpas para não
acarretar danos à saúde.

5.3.2 – HIGIENIZAÇÃO E CONSERVAÇÃO DOS PROTETORES AURICULARES

O protetor tipo concha deve ser limpo com um pano umedecido em água e sabão neutro
tanto interno quanto externamente, sempre que necessário. Sua substituição deverá ser
feita sempre que a proteção da almofada ressecar, rachar ou endurecer, ou a haste
perder a pressão ou ainda se apresentar outro dano que comprometa a sua eficiência.

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O protetor tipo plug deve ser limpo após cada dia de uso ou sempre que necessário. Deve
ser lavado com água e sabão neutro e manuseado sempre com as mãos limpas. Sua
substituição deverá ocorrer sempre que rachar, quebrar, endurecer ou apresentar
qualquer outra condição que o torne impróprio para uso.

Quando o protetor auricular não apresentar boas condições de uso deverá ser substituído
por um novo.

Após o uso, o protetor auricular deverá ser guardado na embalagem para que seja
conservado em bom estado.

A limpeza e higienização do protetor auricular são de responsabilidade do próprio usuário.

5.4 – EXAMES MÉDICOS

Devem ser submetidos a exames de avaliações auditivas, independente do uso do


protetor auricular, todos os colaboradores que estão locados nos setores onde foi
identificado o risco físico (Ruído), estando este acima do nível de ação ou do limite de
tolerância:

 Em caráter admissional;
 No 6º mês após a primeira audiometria;
 Anualmente
 No momento da demissão.

Sempre devem ser obedecidos os critérios para monitoramento da saúde ocupacional dos
colaboradores estabelecidos no PCMSO.

O exame audiométrico deverá ser executado por profissional qualificado, ou seja, médico
ou fonoaudiólogo, e respeitada à periodicidade prevista no PCMSO.

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5.5 – TREINAMENTO

Todos os colaboradores recém admitidos, para as áreas de risco auditivo, deverão


receber treinamento de Proteção Auricular e Proteção Auditiva e, no mínimo a cada ano,
os integrantes expostos a níveis de ruído igual ou superior a 80 dB(A), deverão passar por
uma reciclagem.

O treinamento deverá gerar uma lista de presença e sua carga horária deverá ter no
mínimo 2 horas.

Conteúdo Programático do Treinamento de Proteção Auricular e Conservação Auditiva


deve atender, no mínimo, os seguintes tópicos:

 Objetivos da conservação auditiva;


 Conceitos básicos;
 Os efeitos do ruído na audição;
 Controle;
 Legislação;
 Objetivo do uso dos protetores auriculares, seleção, limitações, manutenção,
higienização, forma correta de uso, proteção efetiva e cuidados;
 Audiometria (explanação sobre os procedimentos e resultados do teste);
 Resultados de monitoramento de ruído nas áreas.

5.6 – AVALIAÇÃO DO PROGRAMA

A verificação da eficácia do PCA é realizada anualmente (Auditoria Anual), no período em


que ocorre a revisão do documento base. Nessa etapa, serão avaliadas as metas
descritas no Planejamento Anual (Anexo 1) quanto ao seu cumprimento, execução das
medidas de controle adotadas à eliminação, neutralização ou redução dos riscos, ou
ainda se surgiram novos riscos no ambiente de trabalho.

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5.7 – ASPECTOS RELACIONADOS À SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHADOR

O item ruído foi apontado como agente físico presente nas áreas do CME, Triagem do
LAC e Expurgo do Centro Cirúrgico. Seu grau de risco foi avaliado em cada área
especifica.

5.8 – CONSCIENTIZAÇÃO

Falhas no cumprimento deste programa podem causar danos à saúde dos colaboradores,
podendo ocorrer à identificação tardia ou inadequada de um estágio da doença.

5.9 – DOCUMENTOS E REGISTROS RELACIONADOS

Todos os dados do Programa de Conservação Auditiva ficarão arquivados na área de


documentação da SOST e/ou em arquivo eletrônico de acordo com as exigências legais e
padrões internos da mesma.

5.10 – RESPONSABILIDADES:

Da Gerência Administrativa

 Aprovar e garantir a implantação do PCA, bem como zelar pela sua eficácia.

 Apoiar e prover recursos, instrumentos, materiais e condições necessárias à


execução do PCA.

 Indicar o profissional responsável pela administração do PCA.

 Cumprir e fazer cumprir a legislação vigente.

Do Serviço de Segurança do Trabalho

 Elaborar o PCA e coordenar o desenvolvimento das ações propostas neste


programa, com foco em prevenção de acidentes e doenças do trabalho.

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 Auxiliar os setores a executar ações para implantação e manutenção do PCA.

 Colaborar com o usuário na escolha e uso correto do protetor adequado;


inspecionar o cumprimento do PCA nas áreas; treinar os colaboradores neste
programa; estudar e implementar medidas de controle para redução do nível de
pressão sonora, com base nos levantamentos das fontes de ruído.

 Especificar o protetor auricular adequado à exposição do empregado, desde que


apresente Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho e
Previdência Social (MTPS).

 Monitorar o funcionamento do protetor e tomar providências necessárias. No caso


de constatação de defeito de fabricação, comunicar ao fabricante e à Secretaria de
Segurança e Saúde no Trabalho (SSST).

 Manter atualizadas as avaliações auditivas nas área de trabalho, para seleção e


acompanhamento efetivo dos mesmos.

 Realizar a gestão de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e demais


materiais e equipamentos necessários à execução do PCA.

 Avaliar, aprovar ou reprovar o uso do.

Do Serviço de Saúde Ocupacional

 Realizar exames médicos ocupacionais.

 Determinar se o empregado tem ou não condições médicas para utilizar um


protetor, caso haja restrição ao uso do EPI informar ao Setor de Gestão de
Pessoas, ao Setor de lotação do empregado e ao Serviço de Segurança do
Trabalho para providências cabíveis.

Do Empregado

 Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde do


trabalho, inclusive as ordens de serviço expedidas.

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 Colaborar com a execução do PCA.

 Cumprir as orientações médicas decorrentes da avaliação de sua saúde.

 Fazer uso do EPI de acordo com os treinamentos e instruções recebidos.

 Comunicar, o mais breve possível, ao Médico do Trabalho ou Enfermeiro do


Trabalho, quando acometido por problema de saúde, principalmente se associado
ao trabalho.

 Em caso de acidentes, comunicar à chefia e ao SOST, imediatamente.

 Guardar o protetor que não estiver em uso, preservando-o de danos ou


deformidade.

 Comunicar à SOST qualquer alteração do seu estado de saúde, que possa influir
na sua capacidade de usar EPI de modo seguro.

 Deixar o local, se perceber que o EPI não está funcionando adequadamente.

 Participar do treinamento e comparecer ao exame audiométrico quando convocado


pela Administração.

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6. AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS DE RUÍDO

 Equipamento: Dosímetro de ruído com RS – 232 e Datalogger Modelo DOS –


500; Fabricante: INSTRUTHERM

AGENTE FÍSICO
Principais
Limite de
Local Agente vias de Concentração ou Efeitos Nocivos à
Estado Físico Exposição
(Físico) entrada no Intensidade saúde
(TWA/Referência)
organismo

Perda Auditiva
induzida pela
CME Área
exposição ao ruído
Suja Ruído N/A Auditiva 92,8 dB (A ) 85,0 dB ( A )
Indicação de protetor
auricular concha com
atenuação de 12 dB
Conforme Anexo 01 da
NR- 15
Perda Auditiva
induzida pela
exposição ao ruído
Centro
Indicação de protetor
Cirúrgico Ruído N/A Auditiva 91,3 dB (A ) 85,0 dB ( A )
auricular concha com
(Expurgo)
atenuação de 12 dB
Conforme Anexo 01 da
NR- 15

Dentro dos Limites de


Tolerância
CME Área Ruído N/A Auditiva 79,04 dB (A) 85,0 dB ( A )
Conforme Anexo 01
Autoclaves
da NR- 15

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Dentro dos Limites de
Tolerância
Laboratório Acima do Nível de
Ruído N/A Auditiva 83,08 dB ( A) 85,0 dB ( A )
Triagem Ação
Conforme Anexo 01 da
NR- 15

Dentro dos Limites de


Laboratório Tolerância
Ruído N/A Auditiva 72,03 dB ( A) 85,0 dB ( A )
Imunologia Conforme Anexo 01 da
NR- 15

Dentro dos Limites de


Tolerância
Acima do Nível de
Rouparia Ruído N/A Auditiva 82,63 dB (A) 85,0 dB ( A )
Ação
Conforme Anexo 01 da
NR- 15

7. REFERÊNCIAS:

 Portaria de INSS - Perda Auditiva por Ruído Ocupacional

 Lei 6514 de 22/12/77 - Portaria 3214 de 08/06/78 MTE

 Portaria nº 19 de 09/04/98 MTE

 Normas Regulamentadoras NR-07, NR-09 e NR-15 Anexos 1 e 2 da Portaria 3214


de 1978.

 ACGIH – Limites de Exposição para substâncias químicas e Agentes Físicos


(ruído)

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ANEXO 1 – IMPLANTAÇÃO DE AÇÕES (CRONOGRAMA DE METAS)
De acordo com o levantamento de campo, foi elaborado um plano de ação contemplando
atividades, metas e prioridades a serem implementadas de forma a eliminar, minimizar ou
controlar os riscos ambientais, conforme cronograma abaixo:
CRONOGRAMA METAS PARA OS PRÓXIMOS 12 MESES

Ação Prazo Responsável Observações

Cabe aos gestores


supervisionar o uso dos
Realizar inspeções nos ambientes Segurança do
Mensal equipamentos no local de
de trabalho Trabalho
trabalho e implantar as
recomendações.
Protetores auriculares
Registrar na ficha de EPI a Segurança do
Permanente podem ser adquiridos na
primeira entrega do EPI Trabalho
SOST.
Controlar e executar a Terceirizadas devem
distribuição dos EPI’s para os apresentar seus próprios
Permanente SOST
setores e profissionais do equipamentos de
HUMAP proteção.
O treinamento deve
incluir: princípios e
critérios de seleção de
equipamentos, inspeção,
Realizar treinamento sobre Segurança do
Permanente distribuição,
utilização dos equipamentos Trabalho
monitoramento,
manutenção e guarda,
legislação relativa a uso
de protetores auditivos.
O trabalhador deve avaliar
de forma sistemática a
Avaliar se o protetor auditivo
qualidade do protetor, em
está em bom estado de Permanente Trabalhador
principal os protetores
conservação
concha (se estão
rachados por exemplo).
Verificar se o trabalhador utiliza Cabe à Segurança do
Segurança do
o protetor auditivo Permanente Trabalho fiscalizar o uso
Trabalho
adequadamente dos protetores auditivos
Identificar ambientes capazes
Segurança do A SOST, com inspeção no
de oferecer riscos auditivos aos Permanente
Trabalho local de trabalho.
trabalhadores

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Ação Prazo Responsável Observações

Avaliar se o trabalhador
pode desenvolver as
tarefas que lhe foram
Realizar exames médicos atribuídas e que ele
Saúde
ocupacionais, atentando para o próprio não se constituirá
Permanente Ocupacional/
risco auditivo e o uso dos um risco potencial, que o
Fonoaudióloga
mesmos. protetor não irá causar
nenhum problema
especial e que ele está
apto para usá-lo.
Cabe à Gerência/Chefia
Gerência/ liberar o empregado para
Garantir a participação do
Permanente participar dos
trabalhador nos treinamentos. Chefia treinamentos e exames
médicos.
O PCA deverá ser
revisado anualmente ou
Realizar auditoria e análise Segurança do sempre que houver
Até Mar/18
global do PCA Trabalho mudança de atividades
com exposição a riscos
diferentes.
O PCA deverá ser
revisado anualmente ou
Segurança do sempre que houver
Revisar o PCA Até Mar/18
Trabalho mudança de atividades
com exposição a riscos
diferentes.

Realizar novas medições Segurança do


Até Mar/18 Periodicamente.
quantitativas nos setores Trabalho

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8. TERMO DE APROVAÇÃO DO PROGRAMA

Este Documento é emitido em via impressa e digital. A via impressa é assinada pelos
responsáveis pela elaboração do PROGRAMA DE CONTROLE AUDITIVO, Divisão de
Gestão de Pessoas, Gerente Administrativo e Superintendente ficando arquivada no Setor
de Segurança do Trabalho da EBSERH – HUMAP e à disposição da Inspeção do
Trabalho.

Campo Grande-MS, 25 de abril de 2017.

Gleidson Gomes Barbosa


Tec. Segurança do Trabalho

Túlio Antunes Pinto Coelho


Eng. Segurança do Trabalho

Diego Aparecido Melo


Chefe da Divisão de Gestão de Pessoas

Luiz Henrique Santos Coelho


Gerente Administrativo

Andreia Conceição Milan Brochado Antoniolli Silva


Superintendente

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