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JULIANA NASCIMENTO DE SÁ

PATRÍCIA DA SILVA PEREZ


PRISCILA CARLA GRANADO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

UNIFEV – CENTRO UNIVERSITÁRIO DE


VOTUPORANGA
2

NOVEMBRO/2011
JULIANA NASCIMENTO DE SÁ
PATRÍCIA DA SILVA PEREZ
PRISCILA CARLA GRANADO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Monografia apresentada à Unifev – Centro


Universitário de Votuporanga, como requisito para a
conclusão do curso de Pedagogia sob a orientação da
professora Drª. Dione Maribel Lissoni Figueiredo.

UNIFEV – CENTRO UNIVERSITÁRIO DE


VOTUPORANGA
NOVEMBRO/2011
JULIANA NASCIMENTO DE SÁ
PATRÍCIA DA SILVA PEREZ
PRISCILA CARLA GRANADO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Monografia apresentada à Unifev – Centro


Universitário de Votuporanga, como requisito para a
conclusão do curso de Pedagogia sob a orientação da
professora Drª. Dione Maribel Lissoni Figueiredo.
Aprovado: __/__/__

Primeiro examinador Segundo examinador


<Nome> <Nome>
<Instituição> <Instituição>

Drª. Dione Maribel Lissoni Figueiredo


Prof. Orientador
UNIFEV – Centro Universitário de Votuporanga
3

Dedicamos este trabalho a minha família e namorada


que me deu todo apoio e carinho para a conclusão
deste projeto, que me incentivou e acreditou em meu
potencial todo este tempo, e em especial ao meu avô
Sebastião Lima e a minha tia Mariângela Ferraz Lima
pela presença em minha vida.
4

AGRADECIMENTOS

Agradeço primeiramente a Deus e a nossa Senhora Aparecida que abençoa sempre os


caminhos pelos quais eu me aventuro. Agradeço ao amor da minha vida Luiz Antonio por ter
me dado força, carinho e muito amor e principalmente por ter sido paciente nos momentos
que precisei, e estar sempre pronto pra me ajuda. Agradeço a minha mãe Clarice e ao meu pai
Aparecido por me ajudar sempre que precisei, e por me dar a vida, e ter me fornecido meios
para viver experiências pelas quais eles não puderam passar. Agradeço também os meus avos
e principalmente a minha avó Maria de Jesus que é como minha segunda mãe. Agradeço aos
meus familiares e amigos q estiveram ao meu lado ajudando-me e apoiando.
Patrícia da Silva Perez

Agradeço primeiramente a Deus pelas bênçãos concebidas. Agradeço à minha mãe


Maria, ao meu pai Anísio e ao meu irmão Fernando por estar ao meu lado sempre
que precisei e me dando apoio. Agradeço aos meus amigos que sempre estão
comigo quando preciso.
Priscila Carla Granado
5

Se, na verdade, não estou no mundo para simplesmente a ele


me adaptar, mas para transformá-lo; se não é possível mudá-
lo sem um certo sonho ou projeto de mundo, devo usar toda
possibilidade que tenha para não apenas falar de minha
utopia, mas participar de práticas com ela coerentes.

Paulo Freire
6

RESUMO

Palavras-chave:
7
8

ABSTRACT

Keywords:
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ............................................................................................................. 12
1 A CONCEPÇÃO DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL .................................... 12
1.1 A concepção do velho paradigma versus a concepção do novo paradigma: um 12
contraponto .......................................................................................................................
2 A EDUCAÇÃO INFANTIL ENQUANTO ESPAÇO DE CRIAÇÃO E 12
DESENVOLVIMENTO DO LÚDICO ............................................................................
2.1 O desenvolvimento do lúdico de 0 a 3 anos ............................................................... 13
2.2 O desenvolvimento do lúdico de 4 a 5 anos ............................................................... 13
3 A PROPOSTA DO LÚDICO SEGUNDO O RCNEI .................................................... 14
3.1 O lúdico perante o RCNEI para crianças de 0 a 3 anos .............................................. 14
3.2 O lúdico perante o RCNEI para crianças de 4 e 5 anos .............................................. 14
CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................................... 24
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................. 28
INTRODUÇÃO

O ser humano em toda a sua vida busca novas aprendizagens pelo meio e
pela sociedade em que vive. Aprende, descobri e apropria-se de conhecimentos simples e
complexos para garantir sua sobrevivência e integrar-se na sociedade como um ser
participativo, crítico e criativo (DALLABONA; MENDES, 2004).
Para essas autoras, a infância é a idade das brincadeiras, momento que
satisfaz seus interesses, necessidades e desejos próprios, inserindo-se na realidade de forma
privilegiada e expressando sua maneira de refletir, ordenar, desorganizar, construir e
descontruir o mundo.
Com a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB
(BRASIL, 1996), a educação infantil integrou-se à Educação Básica juntamente com o Ensino
Fundamental e o Ensino Médio, que conforme os Artigos 29 e 30, alterados pela Lei
11.274/06, expõem que a educação infantil, primeira etapa da educação básica tem como
finalidade o desenvolvimento integral da criança até cinco anos, em seus aspectos físico,
psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade
Essa lei aponta que a educação infantil deve ser oferecida em creches para
as crianças de 0 a 3 anos e em pré-escolas para as crianças de 4 a 5 anos, porém, não sendo
obrigatória e com a responsabilidade de implementação dos municípios.
A educação infantil, diferentemente dos outros níveis de educação, não
possui currículo formal, seguindo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil
– RCNEI, que é um documento semelhante aos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCNs,
que embasa os demais seguimentos da Educação Básica.
De acordo com o RCNEI (BRASIL, 1998) a Educação Infantil tem o papel
de cuidar da criança em um espaço formal, contemplando a alimentação, a limpeza e o lazer
(brincar), assim como, educar respeitando o caráter lúdico das atividades, enfatizando o
desenvolvimento integral da criança.
11

Intenciona-se o desenvolvimento de algumas capacidades ampliando


relações sociais na interação com outras crianças e adultos, conhecendo seu próprio corpo,
brincando e se expressando das mais variadas formas, utilizando diferentes linguagens para se
comunicar, assim como outros objetivos.
Para Evangelista (2009), quando criança, gostamos de brincar, de imaginar,
sendo a vida uma brincadeira nesta fase, vivendo num mundo de magia e encanto. O brincar é
vital por ser o meio pelo o qual a criança manifesta de forma livre e espontânea o seu próprio
interior.
Essa autora afirma a trajetória do desenvolvimento humano poder ser
comparado com a trajetória da humanidade, pois o homem primitivo vivia em comunhão com
a natureza, tendo seu dia centrado no nascer e no pôr do sol. Esse homem continuou com as
mesmas características na idade antiga, com a crença de deuses representados pelas forças da
natureza. O jogo e o trabalho se integravam às festas pelas quais comemoravam as colheitas,
relembravam ancestrais e adoravam os deuses da natureza. Nesta fase, o lúdico era para parte
de rituais, havendo músicas, danças e com muitos povos se pintando para festejar.

Entre os povos primitivos, a arte entrelaçava-se com o sagrado e era exercida


coletivamente Por meio da dança, do canto, da narração mítica, da pintura
corporal, da confecção de objetos e adornos, etc. Aos poucos foi surgindo a
figura do artista como alguém dotado de uma sensibilidade especial, ligado
geralmente à figura do sacerdote (pois por meio da arte era invocado o poder
da fertilidade, divinatório, etc.). A imagem era dotada de um poder mágico,
como nas máscaras rituais, tornando presente à força do deus ou das figuras
nelas representadas – seria como que ali, vivesse a sua alma (ARCURI,
2006, p. 75 apud EVANGELISTA, 2009, p. 26).

Segundo Marcellino (1990) o adjetivo lúdico nasceu de ludo, origem do


latino ludus que se traduz por “jogo”, “divertimento”, “passatempo”. Ludus tem como
sinônimo jocus, que se refere aos jogos públicos.
Pensar na prática de atividades lúdicas remete-nos ao termo recreação, que
segundo Delgado (1999) é o contrário de trabalho, onde recrear vem do latim recreare que
quer dizer restaurar, recuperar, renovar, reanimar.
Este trabalho objetiva realizar uma pesquisa bibliográfica sobre a
importância do lúdico para a Educação Infantil, sendo justificado pela necessidade de explorar
a brincadeira como um recurso indispensável ao aprender que na sociedade a qual vivemos, se
diferencia o brincar radicalmente do trabalho.
1 A CONCEPÇÃO DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

Segundo Leontiev (1988), o lúdico na Educação Infantil evidencia a


brincadeira na aprendizagem, sendo importante para o desenvolvimento cognitivo do aluno
por facilitar na assimilação do conhecimento e na resolução de conflitos. O que acontece
muitas vezes com os jogos e brincadeiras, é que são ignoradas nas escolas, pretendendo-se
então pontuar a importância do lúdico para o desenvolvimento cognitivo e emocional da
criança. A possibilidade de uso da brincadeira na aprendizagem, sendo um elemento
fundamental no processo de apropriação do conhecimento, promovendo a autonomia
intelectual da criança.
Quando usamos o lúdico como recurso pedagógico, a criança apropria-se da
realidade imediata, atribuindo-lhe significado facilitador da compreensão espontânea aos
conteúdos pedagógicos (LEONTIEV, 1988).
Leontiev (1988) aponta que a criança se comunica e nos dá muitas
informações, para isso é necessário que sejamos observadores e estejamos preparados para
reconhecer nas atitudes das crianças, procedimentos que retratem os indícios dos critérios
necessários para uma boa informação cognitiva e até social do aluno. As brincadeiras criam
possibilidades de uma pedagogia diferente, onde o professor gera situações de aprendizagem
mais condizentes com as atuais condições educacionais.
O autor passa que a brincadeira é uma atividade objetiva que constitui a
base da percepção que a criança tem do mundo e dos objetivos humanos, onde ela mesma é
quem determina o conteúdo das brincadeiras.
Piaget (1972 apud LEONTIEV, 1988) remete a ideia de que a brincadeira é
atividade objetiva que constitui a base da percepção que a criança tem do mundo, sendo o
objetivo humano onde ela mesma é quem determina o conteúdo das brincadeiras.
Ambos os autores acreditam que a ludicidade é uma ferramenta pedagógica
que exerce uma função fundamental para o desenvolvimento da criatividade, iniciativa e
autonomia, como também dos diversos saberes produzidos historicamente pela ludicidade. A
brincadeira pode representar uma fonte impulsionadora do processo de desenvolvimento e
aprendizado da criança.

1.1 A concepção do velho paradigma versus a concepção do novo paradigma: um


contraponto

Segundo Ramal (1997) com a exigência deste novo contexto educacional –


LDB – surge um novo paradigma na educação, surgem ideias e prática de educadores para
captar os sinais do tempo e cumprir seu papel de construtores da história.
Essa autora aponta algumas diferenças entre essas vertentes explicitadas
sequencialmente.
No velho paradigma, o professor apenas repassava o conteúdo, discorrendo
sobre um ou outro ponto e marcando as avaliações sobre o assunto, obtendo por muito tempo
aulas somente expositivas. Onde no novo paradigma o professor é delineado, orientando o
processo de aprendizagem, estimulando o aluno, a saber cada vez, mais, despertando sua
curiosidade e encontrando formas de percepção do estudo como algo cada vez mais
interessante.
O aluno antes era um receptor passivo, sendo que o professor era o pilar da
sabedoria, onde ao novo paradigma o aluno é o agente da aprendizagem, buscando um
estudioso autônomo, buscando seus próprios conceitos e opiniões através do conhecimento e
sendo responsável pelo seu crescimento.
A experiência era passada do professor para o aluno, sendo que busca-se
depois a troca de experiências entre aluno/aluno e professor/aluno, aprendendo juntamente.
2 A EDUCAÇÃO INFANTIL ENQUANTO ESPAÇO DE CRIAÇÃO E
DESENVOLVIMENTO DOLÚDICO

De acordo com Pimentel (2005) a instituição infantil é um dos mais


importantes âmbitos sociais da criança para a ampliação de seu campo de interações, seu
desenvolvimento cognitivo, afetivo e social, onde o jogo é um dos principais componentes da
organização e estrutura do espaço educativo, não podendo se esquecer que “o espaço do jogo
é, desde o início, um espaço que se constrói, uma experiência que se adquire enquanto
compartilhada, que se enriquece através da incorporação de modelos culturais [...]”
(BONDIOLI, 1998, p. 213 apud PIMENTEL, 2005).
Segundo Salomão, Martini e Martinez (2007), a avaliação lúdica tem a
possibilidade de analisar como a criança inicia seu processo de adaptação com a realidade
através de conquistas físicas, numa aprendizagem mais coordenada, flexiva e intencional com
seu corpo, podendo organizar-se e suar-se nu contexto espaço-temporal reconhecível que
inicia um sentido para sua memória pessoal. Esta organização significativa da ação sensório-
motora lhe beneficia a mudar a forma a forma de interagir com o meio, através de uma
abstração reflexiva crescente.
A aula lúdica é um método de aprendizagem voltado aos interesses dos
alunos, sem perder seus objetivos, jogos e brincadeiras, onde Oliveira (1985, p. 74 apud
SALOMÃO; MARTINI; MARTINEZ, 2005, p. 2) aponta que este é “[...] um recurso
metodológico capaz de propiciar uma aprendizagem espontânea e natural. Estimula a crítica, a
criatividade, a sociabilização, sendo, portanto reconhecidos como uma das atividades mais
significativas – senão a mais significativa – pelo seu conteúdo social”.
15

Pesquisa e estudos têm comprovado a importância das atividades lúdicas na


Educação Infantil, no desenvolvimento das potencialidades humanas das crianças,
proporcionando condições adequadas ao seu desenvolvimento físico, motor, emocional,
cognitivo, e social. São lúdicas as atividades que propiciam a experiência completa do
momento, associando o ato, o pensamento e o sentimento. A criança se expressa, e assimila
conhecimentos e constrói a sua realidade quanto está praticando alguma atividade lúdica. É
através de brincadeiras que se ensina com mais facilidade para as crianças (TEIXEIRA,
1995).
Para esse autor, na educação Infantil podemos comprovar a influência
positiva das atividades lúdicas em um ambiente aconchegante, desafiador, rico em
oportunidades e experiências para o crescimento sadio das crianças. Os primeiros anos de
vida são decisivos na formação da criança, pois se trata de um período em que a criança está
construindo sua identidade e grande parte de sua estrutura física, sócio afetivo e intelectual.
Além disso, aponta que as instituições infantis precisam ser
acolhedoras, atraentes, estimuladoras, acessíveis ás crianças e ainda oferecer
condições de atendimento ás famílias, possibilitando a realização de ações sócia
educativas. Pois as instituições têm um papel importante na construção do individuo
na criança. É através dela que se inicia todo um processo para iniciação dos
conteúdos escolares um estagio importante para o desenvolvimento intelectual e
motor, pois são através das atividades lúdicas desenvolvidas nessas instituições que
a criança adquire novos conhecimentos e desenvolve habilidades de forma natural e
agradável, que gera um forte interesse em aprender e garante o prazer pelo
conhecimento de novos saberes.
Salomão, Martini e Martinez (2007) apontam que ao se ampliar a realidade
externa da criança, ela necessitará de uma organização interna ágil e coerente para o
arquivamento de suas experiências e utiliza-las adequadamente no presente, assim como que
ampliando a realidade interna de uma criança, faz ela necessitar ampliar e organizar a
realidade externa, pois quando são criadas solicitam ação ao sujeito para se alimentarem e se
manterem vivas e atuantes.
Wajskop (1995, p.68 apud DALLABONA; MENDES, 2004, p. 108) diz que
o “brincar é a fase mais importante da infância - do desenvolvimento humano neste período -
por ser a auto-ativa representação do interno - a representação de necessidades e impulsos
internos”.
Dallabona e Mendes (2004) afirmam que o lúdico como objeto pedagógico
16

na Educação Infantil proporciona ao educador que compreende seu significado e importância,


colocar em seus projetos educativos, intencionalidade, objetivos e consciência clara desta
ação em relação ao desenvolvimento e aprendizagem infantil.
Para as autoras, a ludicidade na educação proporciona à criança aprender
comprazer, alegria e entretenimento, distante da concepção ingênua de passatempo,
brincadeira vulgar e diversão superficial.

A educação lúdica é uma ação inerente na criança e aparece sempre como


uma forma transacional em direção a algum conhecimento, que se redefine
na elaboração constante do pensamento individual em perturbações
constantes com o pensamento coletivo (ALMEIDA, 1995, p. 11 apud
DALLABONA;MENDES, 2004, p. 107).

Carvalho (2003, p. 14) aponta que:

Desde muito cedo o jogo na vida da criança é de fundamental importância,


pois quando ela brinca, explora e manuseia tudo aquilo que está a sua volta,
através de esforços físicos e mentais sem se sentir coagida pelo adulto,
começa a ter sentimentos de liberdade, portanto, real valor e atenção às
atividades vivenciadas naquele instante.

Ele acrescenta que no ensino lúdico, se adquire um aspecto significativo e


afetivo no desenvolvimento da inteligência, com a criança modificando o ato depuramente
receptor, sendo transformador.
De acordo com Dallabona e Mendes (2004), o brincar é uma necessidade
básica para as crianças, assim como a nutrição, a saúde, a habitação e a educação são vitais
para o desenvolvimento do potencial infantil, isto pela necessidade de manter seu equilíbrio
com o mundo, tendo de brincar, jogar, criar e inventar, sendo que estas atividades lúdicas
tornam-se mais significativas à medida que se desenvolve, inventando, reinventando e
construindo. Chateau (1987, p.14 apud DALLABONA; MENDES, 2044, p. 108) destaca que
“uma criança que não sabe brincar, uma miniatura de velho, será um adulto que não saberá
pensar”.
Por meio da psicologia, temos conhecimento que, além de ser genético, o
brincar é fundamental para o desenvolvimento psicossocial equilibrado do ser humano. Por
intermédio da relação com o brinquedo, a criança desenvolve a afetividade, a criatividade, a
capacidade de raciocínio, a estruturação de situações, o entendimento do mundo
(DALLABONA; MENDES, 2004).
17

Piaget (1967 apud SALOMÃO; MARTINI; MARTINEZ, 2007) afirma que


o que agrada a criança é a dificuldade e o desafio de ser vencida, tendo no jogo enquanto
exercício preparatório, o desenvolvimento das percepções, inteligência, experimentações e
instintos sociais.
Os jogos educativos de cunho pedagógico demonstram a sua importância
nas situações de ensino-aprendizagem pelo aumento da construção do conhecimento,
introduzido pelas propriedades do lúdico, do prazer, da capacidade de iniciação e ação ativa e
motivadora, que possibilitam o acesso da criança a diversos tipos de conhecimentos e
habilidades (SALOMÃO; MARTINI; MARTINEZ, 2007).
Negrine (1994, p. 19 apud DALLABONA; MENDES, 2004, p. 109) aponta
que:
[...] as contribuições das atividades lúdicas no desenvolvimento integral
indicam que elas contribuem poderosamente no desenvolvimento global da
criança e que todas as dimensões estão intrinsecamente vinculadas: a
inteligência, a afetividade, a motricidade e a sociabilidade são inseparáveis,
sendo a afetividade a que constitui a energia necessária para a progressão
psíquica, moral, intelectual e motriz da criança.

Segundo Dallabona e Mendes (2004), brincar é sinônimo de aprender pela


geração de um espaço para pensar enquanto brinca e joga, tendo avanço em seu raciocínio,
desenvolvendo o pensamento, estabelecendo contatos sociais, compreendendo o meio,
satisfazendo seus desejos, desenvolvendo habilidades e competências e a criatividade. O
brincar cria interações que favorecem a superação do egocentrismo, gerando solidariedade e
empatia, especialmente no compartilhamento de jogos e brinquedos para novos sentimentos
de posse e consumo.
Teixeira (1995) também revela benefícios nesta utilização, afirmando que
dentre estes destacam-se: a assimilação de valores; a aquisição de
comportamentos; o desenvolvimento de diversas áreas do conhecimento; o
aprimoramento de habilidades; e a socialização.
Para esse autor, as atividades lúdicas podem ser uma brincadeira, um
desenho ou qualquer outra atividade que permita tentar uma situação de interação.
Porém, mais importante do que o tipo de atividade lúdica é a forma como é dirigida e
como é vivenciada, e o porquê de estar sendo realizada.
Salomão, Martini e Martinez (2007) ressaltam que o ato de educar
não se restringe ao repasse de informações, mas à ajuda em a pessoa tomar
18

consciência de si mesma, dos outros e da sociedade, oferecendo ferramentas para


escolher entre vários caminhos compatíveis com seus valores, suas visões de
mundo e as adversidades que serão encontradas.
Comprova-se que o lúdico não está apenas presente no ato de
brincar, mas como, por exemplo, no ato de ler, onde ocorre uma apropriação natural
da leitura, descobrindo e compreendendo o mundo com atividades de expressão
lúdica-criativa para a atração das crianças e construção de um mecanismo potencial
de aprendizagem.
De acordo com Teixeira (1995), são vários os motivos que induzem
os educadores a apelar às atividades lúdicas e utilizá-las como um recurso
pedagógico no processo de ensino-aprendizagem.
Há alguns anos as atividades lúdicas se tornaram mais conhecidas e
usadas pelos educadores, não quer dizer que elas não existiam os educadores só
não sabia a importância delas para os alunos no seu desenvolvimento, hoje esse
método é mais divulgado e praticado graças à pesquisa e estudos desenvolvidos.
Esses estudos e pesquisas mostrarão que a criança que aprende através do lúdico
tem mais facilidade para desenvolver algumas potencias intelectuais e motor.
Segundo Schwartz (2002), a criança é a automotivação para
qualquer prática, principalmente a lúdica, sendo que tendem a notar a importância
de atividades para o seu desenvolvimento, assim sendo, favorece a procura pelo
retorno e pela manutenção de determinadas atividades.
A criança se sente motivada para qualquer pratica, pois é através do
lúdico que ela vai retoma as atividades que já não conseguiria cumprir, através de
brincadeiras, jogos, desenhos, musicas entres outras atividades lúdicas, facilitando o
raciocínio para obter êxito e termina lãs com sucesso e passar para o próximo nível
de aprendizagem.
Para Schaefer (1994 apud SCHWARTZ, 2002), as atividades lúdicas
promovem ou restabelecem o bem estar psicológico da criança. No contexto de
desenvolvimento social da criança é parte do repertório infantil e integra dimensões
da interação humana necessária na análise psicológica (regras, cadeias
comportamentais, simulações ou faz-de-conta aprendizagem observacional e
modelagem).
As brincadeiras fazem com que a criança vivencie situações que ela
poderá passar na sociedade como brincar de casinha, de escolinha, de dirigir
19

caminhão ou de medico, é através dessas brincadeiras que a criança vai perceber o


seu meu social e as regras e deveres que ela vai ter que vivenciar.
A atividade lúdica pode ser aplicada em diversas faixas etárias, mas
pode sofrer intervenção em sua metodologia de aplicação, na organização e na
elaboração de suas estratégias, de acordo com as necessidades peculiares das
faixas etárias. As atividades lúdicas têm capacidade sobre a criança de gerar
desenvolvimento de várias habilidades, proporcionando a criança divertimento,
prazer, convívio profícuo, estímulo intelectivo, desenvolvimento harmonioso,
autocontrole, e auto-realização.
As atividades lúdicas só terão êxito se o educador propiciar a
exploração da curiosidade infantil, incentivando o desenvolvimento da criatividade,
das diferentes formas de linguagem, do senso crítico e de progressiva autonomia
tudo isso pode ser trabalhado através das atividades lúdicas na educação Infantil,
excelentes instrumentos facilitadores do ensino-aprendizagem. As atividades
lúdicas, juntamente com a boa pretensão dos educadores, são caminhos que
contribuem para o bem-estar, entretenimento das crianças, garantindo-lhes uma
agradável estadia na creche ou escola. Certamente, a experiência dos educadores,
além de somar-se ao que estou propondo, irá contribuir para maior alcance de
objetivos em seu plano educativo.
Para Salomão, Martini e Martinez (2007), na Educação Infantil, no papel do
agente educativo e do professor, é de fundamental importância definir e escolher os materiais,
planejando os arranjos no ambiente da sala de aula e as atividades a serem realizadas,
necessitando o educador ter sensibilidade para as contingências da aula criando condições de
ensino e saber considerar positivamente, em busca do fortalecimento de comportamentos
compatíveis com as situações de ensino. Com tais condições, sensibilidade e permeabilidade
ao que o aluno faz em situações estrutura das e atividades livres, o educador poderá ampliar a
esfera de influência no que o aluno realiza.

2.1 O desenvolvimento do lúdico de 0 a 3 anos


20

Segundo Salomão, Martini e Martinez (2007), até os três anos as crianças


possuem necessidade de manipulação de variados materiais para o desenvolvimento de seus
músculos e sua imaginação, buscando estimular sua criatividade, conviver com outras
crianças, ativando sua observação, despertar o conhecimento sobre os objetos, brincam
sozinhas e interessadas no seu próprio corpo.

2.2 O desenvolvimento do lúdico de 4 a 5 anos

Para Salomão, Martini e Martinez (2007) entre quatro a seis anos as crianças
gostam de ser elogiadas, possuindo tendência à emoções extremas, se prendendo pouco tempo
em uma atividade, exigem troca constante e rápida de ações, precisando de regras e limitações
para desafiar a imaginação, gostando de mostrar o que sabem fazer e descobrindo o prazer de
brincar com outras crianças.
3 A PROPOSTA DO LÚDICO SEGUNDO O RCNEI

O Ministro da Educação e do Desporto Paulo Renato Souza (BRASIL,


1998) aponta que o RCNEI atende a nova LDB, pela inclusão do inclusão do ensino infantil
como primeira etapa da educação básica, sendo um material de auxílio para a realização do
trabalho educativo às crianças pequenas.
Segundo ele, o RCNEI (BRASIL, 1998, p. 06):

[...] pretende apontar metas de qualidade que contribuam para que as


crianças tenham um desenvolvimento integral de suas identidades, capazes
de crescerem como cidadãos cujos direitos à infância são reconhecidos. Visa,
também, contribuir para que possa realizar, nas instituições, o objetivo
socializador dessa etapa educacional, em ambientes que propiciem o acesso
e a ampliação, pelas crianças, dos conhecimentos da realidade social e
cultural.

Para o RCNEI (BRASIL, 1998, p. 13) “a construção da identidade e da


autonomia diz respeito ao conhecimento, desenvolvimento e uso dos recursos pessoais para
fazer frente às diferentes situações da vida”.
A identidade é a ideia de distinção entre as pessoas, inicialmente pelo nome,
seguido das características físicas, o modo de agir e pensar e a história pessoa, tendo uma
construção gradativa através de interações sociais, que imita e processa essa absorção para
diferenciar-se ou opor-se (BRASIL, 1998).
A autonomia é a capacidade de condução e tomada de decisões próprias,
considerando regras, valores, perspectiva pessoal e do outro. Para buscar a autonomia na
educação, devem-se considerar as crianças como seres que possuem vontade própria com
capacidade e competência de construir conhecimentos e interferindo no meio dentro de suas
possibilidades. Exercitando o autogoverno em um plano de ações concretas, fará
gradativamente a percepção do plano de ideias e valores (BRASIL, 1998).
De acordo com o RCNEI (BRASIL, 1998) a criança já nasce com
capacidades afetivas, emocionais e cognitivas, capacidade de interagir e aprender com outras
pessoas, para poder compreender e influenciar seu ambiente, que ampliando suas relações
sociais, interações e formas de comunicação, se sentirá segura para se expressar, permitindo
aprender com as trocas sociais entre crianças e adultos de percepções e compreensões de
realidade diversificadas.
Aprendendo com os outros a criança se desenvolve pelos vínculos que
estabelece, utilizando-se da imitação, do faz-de-conta, da oposição, da linguagem e da
apropriação de imagem corporal (BRASIL, 1998).
Em jogos de imitação, encontra-se o exercício da complementariedade,
tendo a percepção e a compreensão deste, em atos e papéis que envolvem a interação social
que se denomina pelo RCNEI (BRASIL, 1998), como um aspecto importante do processo de
diferenciação entre o eu e o outro.
A imitação resultada da capacidade da criança observar e aprender com os
outros e se identificando neles para a aceitação ou diferenciação, obtendo uma reconstrução
interna, pois as crianças observam as ações mais simples e próximas à sua compreensão,
principalmente para as apresentadas por gestos ou cenas atrativas ou por pessoas de seu
círculo afetivo (BRASIL, 1998).
Para o RCNEI (BRASIL, 1998) o brincar é importante para o
desenvolvimento da autonomia, onde a criança representa determinado papel na brincadeira e
desenvolve sua imaginação, além de importantes capacidades como a atenção, a imitação e a
imaginação, amadurecendo a socialização pela interação e utilização de regras e papéis
sociais.
Segundo este documento, no faz-de-conta, as crianças brincam
incorporando personagens como pai, mãe, filhinho, médico, paciente, heróis, vilões etc.,
imitando e recriando em suas vivências o que observa ou imagina, sendo a fantasia e a
imaginação, elementos fundamentais para a criança aprender mais sobre a relação entre as
pessoas, sobre o eu e sobre o outro, dando a capacidade são somente da imitação mas de
transformação, evocando sentimentos, emoções e significados vivenciados nessas
circunstâncias.
Brincar, nada mais é que:

[...] um espaço no qual se pode observar a coordenação das experiências


prévias das crianças e aquilo que os objetos manipulados sugerem ou
23

provocam no momento presente. Pela repetição daquilo que já conhecem,


utilizando a ativação da memória, atualizam seus conhecimentos prévios,
ampliando-os e transformando-os por meio da criação de uma situação
imaginária nova. Brincar constitui-se, dessa forma, em uma atividade interna
das crianças, baseada no desenvolvimento da imaginação e na interpretação
da realidade, sem ser ilusão ou mentira. Também tornam-se autoras de seus
papéis, escolhendo, elaborando e colocando em prática suas fantasias e
conhecimentos, sem a intervenção direta do adulto, podendo pensar e
solucionar problemas de forma livre das pressões situacionais da realidade
imediata (BRASIL, 1998, p. 24).

3.1 O lúdico perante o RCNEI para crianças de 0 a 3 anos

Segundo o RCNEI (BRASIL, 1998, p. 27) dentre os objetivos para as


crianças de zero a três anos, estas devem ser capazes de:
 experimentar e utilizar os recursos de que dispõem para a satisfação de
suas necessidades essenciais, expressando seus desejos, sentimentos, vontades e desagrados, e
agindo com progressiva autonomia;
 familiarizar-se com a imagem do próprio corpo, conhecendo
progressivamente seus limites, sua unidade e as sensações que ele produz;
 interessar-se progressivamente pelo cuidado com o próprio corpo,
executando ações simples relacionadas à saúde e higiene;
 brincar;
 relacionar-se progressivamente com mais crianças, com seus
professores e com demais profissionais da instituição, demonstrando suas necessidades e
interesses.
Aos conteúdos que envolvem o lúdico destacam-se (BRASIL, 1998, p. 29):
 Reconhecimento progressivo do próprio corpo e das diferentes
sensações e ritmos que produz.
 Identificação progressiva de algumas singularidades próprias e das
pessoas com as quais convive no seu cotidiano em situações de interação.
 Interesse pelas brincadeiras e pela exploração de diferentes brinquedos.
 Participação em brincadeiras de “esconder e achar” e em brincadeiras
de imitação.
 Escolha de brinquedos, objetos e espaços para brincar.
 Participação e interesse em situações que envolvam a relação com o
outro.
 Respeito às regras simples de convívio social.
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De acordo com o documento, o professor deve organizar situações de


interação, com jogos de esconder e aparecer, brincadeiras que as crianças lancem e resgatem,
faça, aparecer e desaparecer brinquedos e objetos, auxiliando na elaboração da construção
mental da imagem de um objeto ou pessoa ausente.
Para essa faixa etária, utiliza-se da imitação para a representação de
diferentes pessoas, personagens ou animais e reprodução de ambientes, num favorecimento da
interação com uma ou mais crianças no compartilhamento de um objeto (BRASIL, 1998).
O professor deve promover atividades individuais ou em grupo, que
respeitem as diferenças e estimule a troca entre as crianças, disponibilizando objetos atraentes
para auxiliar as interações, sendo um suporte e estímulo para o encadeamento de ações.

3.2. O lúdico perante o RCNEI para crianças de 4 e 5 anos

O RCNEI (BRASIL, 1996, p. 27) aponta que para quatro e cinco anos de
idade, as crianças devem ser capazes de:
 ter uma imagem positiva de si, ampliando sua autoconfiança,
identificando cada vez mais suas limitações e possibilidades, e agindo de acordo com elas;
 identificar e enfrentar situações de conflitos, utilizando seus recursos
pessoais, respeitando as outras crianças e adultos e exigindo reciprocidade;
 valorizar ações de cooperação e solidariedade, desenvolvendo atitudes
de ajuda e colaboração e compartilhando suas vivências;
 brincar;
 adotar hábitos de autocuidado, valorizando as atitudes relacionadas com
a higiene, alimentação, conforto, segurança, proteção do corpo e cuidados com a aparência;
 identificar e compreender a sua pertinência aos diversos grupos dos
quais participam, respeitando suas regras básicas de convívio social e a diversidade que os
compõe.
Nesta faixa etária, destacam-se no documento, os seguintes conteúdos
abrangentes ao lúdico (p. 36):
 Identificação progressiva de algumas singularidades próprias e das
pessoas com as quais convive no seu cotidiano em situações de interação.
 Participação em situações de brincadeira nas quais as crianças escolham
os parceiros, os objetos, os temas, o espaço e as personagens.
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 Participação de meninos e meninas igualmente em brincadeiras de


futebol, casinha, pular corda etc.
 Valorização do diálogo como uma forma de lidar com os conflitos.
 Participação na realização de pequenas tarefas do cotidiano que
envolvam ações de cooperação, solidariedade e ajuda na relação com os outros.
 Respeito às características pessoais relacionadas ao gênero, etnia, peso,
estatura etc.
 Valorização da limpeza e aparência pessoal.
 Respeito e valorização da cultura de seu grupo de origem e de outros
grupos.
 Conhecimento, respeito e utilização de algumas regras elementares de
convívio social.
 Participação em situações que envolvam a combinação de algumas
regras de convivência em grupo e aquelas referentes ao uso dos materiais e do espaço, quando
isso for pertinente.
Nesta faixa etária, é importante a identificação pelo nome, construindo
jogos utilizando os nomes próprios e reconstruídos com a substituição de letras, imagens ou
números, para sequencialmente pelo nome dos integrantes do grupo (BRASIL, 1998).
Deve-se criar situações para que as crianças façam escolhas em diversas
opções em um mesmo espaço, oferecendo condições que conforme os recursos disponíveis,
possam dirigir por si mesma suas ações que propicia o desenvolvimento de senso de
responsabilidade (BRASIL, 1998).
Faz necessário um planejamento de situações que solicitem a colaboração
das crianças para um bom andamento da atividade, com possibilidades de cooperação num
trabalho em grupo.
Segundo o RCNEI (BRASIL, 1998) a cooperação concretiza a interação em
atividades grupais, para as crianças desempenharem um papel ou tarefa em detrimento de um
objetivo comum.
Na mediação do professor nas relações interpessoais e os diversos universos
sociais possibilitam condições para o desenvolvimento de:

[...] capacidades ligadas à tomada de decisões, à construção de regras, à


cooperação, à solidariedade, ao diálogo, ao respeito a si mesmas e ao outro,
assim como desenvolver sentimentos de justiça e ações de cuidado para
consigo e para com os outros. Em relação às regras, além de se manter a
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preocupação quanto à clareza e transparência na sua apresentação e à


coerência das sanções, é preciso dar oportunidade para que as crianças
participem do estabelecimento de regras que irão afetar-lhes diretamente
(BRASIL, 1988, p. 43).

A modificações de regras em acordos entre professores e crianças, auxilia no


processo de interação social, tendo regras que são passíveis de serem discutidas e
reformuladas no âmbito de um grupo específico.
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