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Disjuntor 3AF

Acionamento manual HU, HK


Acionamento motorizado EU, EK

Instruções de operação Nº Ped. E AMB4/0717-MO


ÍNDICE:

Ao solicitar estas instruções de operação, indique o número de encomenda MEI MP4/0717-MO, que consta na
capa.

Página
Dados técnicos
- Designação de tipo, Normas técnicas, Temperatura ambiente e umidade relativa do ar ....................................1/1
- Altitude de instalação, Dados elétricos, Placa de identificação ............................................................................1/2
- Tempos de operação, Religamento automático múltiplo, Chave de contatos auxiliares,
acionamento motorizado.......................................................................................................................................1/3
- Bobina de estabelecimento 3AY1510, Trava elétrica de ligação 3AX1105, Disparadores Secundários,
Pesos ....................................................................................................................................................................1/4

Descrição
- Generalidades, Construção ..................................................................................................................................2/1
- Pólos do disjuntor .................................................................................................................................................2/3
- Circuito principal, Válvula de interrupção a vácuo, Princípio de extinção do arco, Funcionamento.....................2/3

Mecanismo de operação
- Construção, Disparadores secundários, Trava elétrica, Chave de supressão, Acionamento motorizado...........3/1
- Chaves de contatos auxiliares, Funcionamento, Carregar, Fechamento, Desligar, Religamento
automático, Falta de tensão auxiliar .....................................................................................................................3/2
- Figuras ilustrativas do mecanismo de operação ..................................................................................................3/3

Instalação
- Embalagem, Dessecante, Controle de entrega, Armazenagem e Transporte.....................................................4/1
- Instalação em cubículos, Conexão das barras do circuito principal, Conexão da fiação de controle,
Aterramento ..........................................................................................................................................................4/2
- Colocação em operação .......................................................................................................................................4/3

Operação
- Carregar a mola de fechamento, Ligar, Desligar..................................................................................................5/1
- Descrição do funcionamento.
• Diagrama de blocos (comando ligar)..................................................................................................................5/2
• Diagrama de blocos (comando desligar)............................................................................................................5/3
• Diagrama de blocos (dispositivo antibombeamento)..........................................................................................5/4

Manutenção
- Programa de manutenção, Generalidades, Ferramentas ....................................................................................6/1
- Número de manobras admissíveis em função da corrente de interrupção..........................................................6/2
- Controle da erosão dos contatos, Verificação do vácuo nas válvulas de interrupção..........................................6/3
- Revisão do mecanismo de operação, Relubrificar, Lubrificantes.........................................................................6/4

Anexo I - Disparadores secundários 3AX11.


Generalidades, Designação de tipo MLFB ...............................................................................................I/1
Normas técnicas, Temperatura ambiente, Dados mecânicos e números de encomenda,
Tempo próprio de disparo.........................................................................................................................I/2
Limites das grandezas elétricas de operação, Aplicação, Construção e Funcionamento........................I/3

Anexo II - Diagrama funcional típico .........................................................................................................................II/1

Capa: Disjuntores a vácuo 3AF para 12kV (foto superior) e para 36kV (foto inferior).
U = comutação rápida e sincronismo.
Dados técnicos K = religamento automático, incluindo
comutação rápida e sincronismo.
O disjuntor de média tensão 3AF da SIEMENS, para
instalações abrigadas, é tripolar e equipado com
válvulas de interrupção a vácuo. Está equipado com
Normas técnicas
mecanismo de acionamento com molas pré-
carregadas (manualmente ou através de motor). Os Os disjuntores a vácuo 3AF satisfazem as normas
contatos móveis das válvulas de interrupção a vácuo NBR 7118, IEC-Publ. 56 e as determinações VDE
são abertos e fechados pelas molas, sendo 0670. Alguns disjuntores satisfazem as prescrições
movimentados simultaneamente para nova posição. americanas ANSI C37 sob o aspecto de isolamento.
A maior parte dos tipos de disjuntores são adequados
para religamento automático tripolar. O intervalo entre
religamentos depende apenas do tempo necessário Temperatura ambiente e umidade relativa do
para recarregar a mola de fechamento, uma vez que a ar
solicitação sobre as válvulas de interrupção é muito
pequena em função da baixa tensão do arco. Máxima +40°C
Máxima da média de 24 horas +35°C
Mínima -20°C
Umidade relativa do ar até 70%
Designação de tipo, energia de acionamento,
tipos de manobra.
Os disjuntores a vácuo são codificados por uma
designação de tipo para leitura mecanizada (MLFB
Maschinen-Lesbaren Fabrikatebezeichnung). Para
exemplificar, o tipo 3AF2342-4 está decodificado
abaixo. O disjuntor possui tensão nominal de 15kV,
corrente de interrupção nominal de 25kA, corrente
nominal de 1250A e acionamento elétrico para
religamento automático.

Exemplo de MLFB:

Uma letra após o MLFB, que identifica a forma


construtiva do disjuntor, deve ser indicada em Fig. 1/1 - Curvas características da corrente em função
qualquer consulta. da temperatura ambiente.

Energia de acionamento e tipos de manobra


A 8ª posição do MLFB indica a energia de aciona- Altitude de instalação
mento e o tipo de manobra, a saber: O s valor es nom inais par a nível de is olam ento
c onf or m e a nor m a VDE 0111/12.66, r ef er em -
1 = acionamento HU s e ao nível do m ar . Com o aum ento da
2 = acionamento HK altitude de ins talaç ão, a c apac idade de
3 = acionamento EU is olam ento do ar dim inui. O dec r és c im o da
4 = acionamento EK c apac idade de is olam ento do ar é
des pr ezado pela ABNT , IEC, VDE, e outr as
A primeira letra maiúscula especifica a energia de nor m as par a altitudes até 1000m ac im a do
acionamento: nível do m ar . Par a altitudes ac im a de 1000m
os valor es da tens ão s upor tável à f r eqüênc ia
H = energia manual indus tr ial e de im puls o atm os f ér ic o devem
E = energia elétrica s er c or r igidos de ac or do c om a ABNT ( *) ,
m ultiplic ando- s e por 1,05 par a altitude entr e
A segunda letra indica a seqüência nominal de opera- 1.000 e 1.500m e por 1,25
ção, para a qual o disjuntor é apropriado:

1/1
para altitudes entre 1.500 e 3.000m, ou de acordo com
a VDE, segundo a seguinte fórmula (Fig. 1/2):

Onde:
Vs = Valor que deve ser aplicado no ensaio de tensão
suportável nominal à freqüência industrial e/ou de
impulso atmosférico.
Ve = Valor especificado para tensão suportável nominal à
freqüência industrial e/ou de impulso atmosférico
(referido a nível do mar).
(*) A ABNT recomenda, em alternativa, utilizar disjun-
tores com tensões nominais normalizadas iguais ou
superiores à tensão nominal requerida, multiplicada
pelos coeficientes citados.
Fig. 1/2 - Fator de correção “k” para capacidade de
isolamento em função da altitude de instalação “h”.

Dados elétricos
Tensão Nível de isolamento Corrente de
nominal Tensão Tensão interrupção
c/ freq.50 suportável suportável simétrica
Corrente nominal de
a 60 Hz nominal de nominal à nominal Corrente nominal
estabelecimento
(Nota 1) impulso freqüência
Vn atmosférico industrial (Nota 2)
Icc
kV kV kV kA 630 1250 1600 2000 2500 3150 kA
7,2 60 20 25 • • • • 63
75 20 31,5 • • • • • 80
40 • • • • 100
50 • • • • 125
15 95 36 25 • • • • • 63
31,5 • • • • • 80
40 • • • • 100
3) 3)
24 125 50 20 • • • 50
4) 4)
25 • • • 63
36 170 70 16 • • 40
25 • • 63
5) 5)
31,5 • • • 80

Notas: 1) A tensão nominal é a tensão máxima de operação 4) Até 22kV: Icc = 26,3kA; Ie = 66kA.
permitida. 5) Até 25kV: Icc = 34,6kA; Ie = 86,5kA.
2) A corrente de interrupção simétrica é utilizada em 6) A duração nominal da corrente de curto-circuito dos disjuntores
substituição à potência de interrupção simétrica 3AF (tcc) é de 3 segundos.
utilizada anteriormente. As correntes indicadas são os 7) A porcentagem contínua do componente da corrente nominal
valores máximos até a tensão nominal, salvo indicação de interrupção para os disjuntores 3AF é de 32. Para cálculo da
em contrário. corrente de interrupção assimétrica, multiplicar corrente de
3) Até 20kV: Icc = 21,5kA; Ie = 54,3kA. interrupção simétrica nominal por 1,097.

Tabela 1/1 - Dados elétricos

Placa de Identificação

Fig. 1/3 - Placa de identificação

1/2
Tempos de operação Religamento automático múltiplo.
– Tempo de fechamento ms < 75 Os disjuntores 3AF, que são apropriados para
– Tempo de carregamento da mola s 15 ±1 religamento automático, podem ser utilizados para
com acionamento EU, EK religamento automático múltiplo, com seqüência de
– Tempo de abertura ms 55/40* ± 5ms
– Tempo de arco ms < 15 ± 10% operação, como por exemplo:
– Tempo total de interrupção ms 70/55* ± 10%
O-O, 3s-CO-15s-CO-15s-CO
– Tempo de religamento automático ms 300
com acionamento HK, EK O: Abertura
– Tempo de fechamento/abertura ms 80/60* C: Fechamento
– Duração mínima do comando:
• Desliga ms 60/20*
• Liga ms 60 Chave de contatos auxiliares
A chave de contatos auxiliares pode ser fornecida em
– Tempo de impulso do contato duas versões. A execução normal possui 5 contatos
passante da chave de contatos
auxiliares: abridores (NF), 5 contatos fechadores (NA) e 1 contato
• Abertura ms > 10 passante; e na versão prolongada 11 contatos
abridores (NF), 11 contatos fechadores (NA) e 1
(*) Os tempos menores se aplicam no caso de comando através
do 29 ou 39 disparador 3AXll. contato passante.
Capacidade de interrupção em 220W (carga indutiva).
Tabela 1/2 - Tempos de operação. 220Vcc.
Capacidade de interrupção em 22OOW (carga ôhmica).
CA e CC.
Corrente de estabelecimento 30A
Corrente nominal 16A
Tensão máxima de operação 600Vca/220Vcc.

Tabela 1/3 – Características elétricas da chave de


contatos auxiliares.
Tempo de fechamento
Intervalo de tempo desde o início do comando até
ocorrer contato galvânico em todos os pólos.
Acionamento motorizado
De acordo com a ABNT NBR 7118, IEC 56 e VDE
Tempo de abertura
0670, a tolerância da tensão de alimentação do motor
Intervalo de tempo desde o início do comando até a
de acionamento está compreendida entre -15% e
separação galvânica dos contatos em todos os pólos.
+10% do valor nominal.
O consumo máximo do motor é de aprox. 500W em
Tempo de arco corrente contínua. No caso de motores alimentados
Intervalo de tempo desde o instante da separação dos com corrente alternada, são utilizadas pontes retifica-
contatos no primeiro pólo até o fim da circulação de doras (consumo máximo em C.A. é de aproxima-
corrente em todos os pólos. damente 700VA).
Os motores utilizados nos disjuntores durante o curto
Tempo de interrupção tempo de carga da mola operam momentaneamente
Intervalo de tempo desde o início do tempo de em sobrecarga, em função do que os dados de placa
abertura e o fim do tempo de arco. do motor referentes a tensão nominal e corrente
nominal nem sempre coincidem com outros dados
citados. Dados da proteção de curto-circuito dos
motores encontram-se na Tabela 1/4.

VCC VCA
Tensão nominal
24 48 60 110 125 220 110 220
Equipamento de controle 8RL ... ou disjuntor termomagnético
bipolar com característica G.
Corrente nominal em A. 16 8 8 6 6 3 6 3
Disjuntor de proteção de motor 3VE1 com disparador de
sobrecorrente instantâneo.
Corrente em A 5 2,5
Os dispositivos de proteção do motor não fazem parte do fornecimento do disjuntor, devendo ser adquiridos à
parte:

Tabela 1/4 - Dados da proteção de curto-circuito dos motores.

1/3
Bobina de estabelecimento
Os disjuntores a vácuo são normalmente fornecidos
com bobina de estabelecimento, uma vez que todos os
acionamentos são apropriados para religamento
automático. A bobina de estabelecimento pode ser
fornecida para corrente contínua ou corrente
alternada, sendo o seu consumo de 100W/100VA. A
tensão auxiliar da bobina de estabelecimento é a
mesma do primeiro disparador secundário.

Trava elétrica de ligação 3AX1105


A trava elétrica de ligação consiste em um sistema
eletromagnético com alimentação em CA ou CC para
intertravamento dos elementos de manobra, que
dependem de tensão. Esse sistema permite manobrar
o disjuntor 3AF quando a tensão é maior ou igual a
85% da nominal e bloqueia quando a tensão é menor
ou igual a 80% da nominal. Fig. 1/4 - Faixas de tensão do disparador de sub-
A trava elétrica de ligação atua eletricamente sobre tensão 3AX1103 e da trava de ligação 3AX1105.
· bobina de estabelecimento.
O consumo da trava 3AXllO5 é de aprox. 25W/VA. Disparadores secundários
A trava elétrica de ligação é fornecida de fábrica com Vide detalhes no anexo I destas instruções de
fiação, regulada e lacrada. operação.
A quantidade máxima de disparadores de um disjuntor
vácuo está indicada na tabela 1/5.

Equipamento básico Equipamentos adicionais


Disparador em derivação Disparador em derivação com Disparador operado por TC, Disparador de subtensão tipo
com acumulador de energia, acumulador de energia, tipo tipo 3AX1102. 3AX1103.
tipo 3AY1510 3AX1101.
1 1 1 -
1 1 - 1
1 - 1 1
1 - 2 -
1 - - 2
(*) Características elétricas idênticas às da bobina de estabelecimento.

Tabela 1/5 - Quantidade máxima de disparadores por disjuntor.

Pesos
Tensão nominal Corrente de interrupção Peso (kgf) para cada corrente nominal
kV simétrica nominal - kA 630A 1250A 1600A 2000A 2500A 3150A
25 99 99 115 115 - -
31,5 108 108 124 124 125 -
7,2 40 - 135 - 135 135 135
50 - 160 - - 160 6
25 109 109 125 125 126 -
15 31,5 112 112 128 128 129 -
40 - 139 - 139 139 139
20 112 112 - 128 - -
24
25 - 115 - 31 - -
36 16/25 - 165 - - 165 -
31,5 - 170 - 170 175 -

Tabela 1/6 – Pesos de disjuntores 3AF.

1/4
Descrição

Os disjuntores a vácuo 3AF da Siemens são interrupção é fixado, através de dois isoladores em
apropriados para executar qualquer tipo de manobra epóxi 16., na parte traseira da caixa do mecanismo de
possível em redes elétricas. Caracterizam-se por operação 60. De acordo com exigências dielétricas,
serem extremamente confiáveis e praticamente não alguns modelos são equipados com placas isolantes
requererem manutenção por possuírem uma longa entre pólos.
vida útil. Suas pequenas dimensões, peso reduzido, Dependendo da corrente nominal e da corrente de
pouca influência da temperatura ambiente, operação interrupção nominal, os suportes dos pólos são em
silenciosa e com pouca vibração, bem como nenhum chapas de aço ou alumínio fundido.
risco de incêndio durante o serviço, possibilitam a Os terminais 27. e 29. são apropriados para conexão
utilização dos disjuntores a vácuo sob condições direta de barras.
adversas de instalação. Os disjuntores a vácuo podem O mecanismo por molas pré-carregadas e todos os
ser fornecidos para montagem fixa ou em carrinhos componentes de controle e comando encontram-se na
extraíveis. Os três pólos, cada um com uma válvula de caixa de acionamento.
interrupção a vácuo, estão fixados na parte traseira da Os comandos de fechamento e abertura podem ser
caixa de acionamento. O mecanismo de acionamento manuais ou elétricos através de bobinas
por molas pré-carregadas pode ser manual ou eletromagnéticas.
motorizado. Se necessário, posteriormente, pode ser O indicador "LIGADO/DESLIGADO" 58., o indicador de
convertido facilmente de acionamento manual para mola "CARREGADA" 55. e, eventualmente, o contador
motorizado. de manobra, encontra-se em posições visíveis na
parte frontal da caixa do mecanismo de operação.
Os cabos de controle, comando e sinalização podem
Construção ser conectados através de uma régua de bornes ou
A construção típica de todos os disjuntores a vácuo uma tomada múltipla de 24 pólos.
pode ser vista nas figs. 2/1 à 2/3. Cada pólo de

Fig. 2/1b - Caixa de acionamento. Fig. 2/2a - Disjuntor a vácuo 3AF, 36kV.

2/1
Fig. 2/2b - Caixa de acionamento

Fig. 2/1a - Disjuntor a vácuo 3AF, 12kV.

Fig. 2/3 - Corte do pólo de um disjuntor a vácuo - a) 12kV, b) 36kV

2/2
manobra. O fole metálico 34. segue o percurso do
Pólos do disjuntor contato móvel 36., separando a parte interna da
A Fig. 2/3 mostra o corte de um pólo do disjuntor. As válvula interna sob vácuo da atmosfera circundante.
válvulas de interrupção a vácuo 30. são fixadas
rigidamente às cantoneiras de conexão 27.1 e
suportes superiores 20. do pólo, através de seus pinos Princípio extinção do arco
terminais 31.2. Nos suportes inferiores 40. do pólo, as Quando os contatos se separam, uma descarga em
válvulas de interrupção são estabilizadas contra forma de vapor metálico é estabelecida pela corrente a
esforços laterais, através dos anéis de centragem ser interrompida, a qual flui através deste plasma até a
28.1. As forças externas, devido a operações de próxima passagem pelo zero. O arco é então extinto e
manobra e pressão de contato, são absorvidas pelas o vapor metálico condutivo condensa sobre superfícies
travessas 28. metálicas e poucos microsegundos, restabelecendo
rapidamente a rigidez dielétrica entre os contatos.
Os contatos são projetados de tal modo que o campo
magnético gerado pelo próprio arco provoque
deslocamento do mesmo, evitando sobreaquecimento
excessivo em determinado ponto do contato ao serem
interrompidas correntes elevadas.
Para manutenção da descarga em forma de vapor
metálico, é necessária determinada corrente mínima.
Correntes que não atinjam este nível são cortadas
antes da passagem pelo zero. A corrente de corte
deve ser limitada aos valores mínimos possíveis, para
evitar sobretensões inadmissíveis ao se desligar
circuitos indutivos. O uso de material apropriado nos
contatos limita a corrente de corte em 4-5A.
O rápido restabelecimento da rigidez dielétrica entre
contatos possibilita a extinção do arco, mesmo quando
a separação de contatos ocorre imediatamente antes
da passagem da corrente pelo zero.
O arco que se forma nos disjuntores a vácuo não é
resfriado. O plasma de vapor metálico é altamente
condutivo. Disto resulta uma tensão de arco
excepcionalmente baixa com valores entre 20 a 200V.
Por este motivo, e devido a pequena duração do arco,
a energia dispersada no local de extinção é muito
reduzida. Isto explica a elevada expectativa de vida
elétrica dos contatos. Em conseqüência do alto vácuo
9
(até 10 bar) nas câmaras de interrupção, distâncias
de 6 a 20mm entre contatos são suficientes para se
obter elevada rigidez dielétrica, conforme necessário.

Funcionamento
Ao ser dado o comando de fechamento, a mola de
fechamento que havia sido previamente carregada
manualmente ou pelo motor, transfere sua energia
Fig. 2/4 - Corte de uma válvula de interrupção a para o contato móvel 36. através do eixo de manobra
vácuo. 63., da alavanca 63.7, da barra de tração isolante 48. e
da alavanca 48.6.
Quando o movimento na direção da barra de tração
Circuito principal isolante é convertido em movimento vertical, descrito
O circuito principal consiste da cantoneira de conexão pelo contato móvel, aparecem esforços laterais. Estes
superior 27.1, do suporte superior do pólo 20., do esforços são absorvidos pelo braço de guia 48.9, o
contato fixo 31., do contato móvel 36., do conetor 29.2, qual está fixado ao suporte inferior do pólo 40. e ao
do condutor flexível 29.1 e do terminal inferior 29. adaptador 36.3, de forma que possa girar. Durante a
operação de fechamento, a mola de abertura e a de
pressão dos contatos 49. são carregadas e
Válvula de Interrupção a vácuo
A construção básica da válvula de interrupção pode
ser vista na fig. 2/4. A guia 35. mantém o contato
móvel 36. centrado durante seu deslocamento em cada

2/3
retidas pela trava 64.2. contatos é compensada automaticamente pela mola
Nos disjuntores com acionamento motorizado, a mola de pressão dos contatos.
de fechamento é recarregada imediatamente após o Ao ser dado comando de abertura, a energia
fechamento. armazenada na mola de abertura e nas molas de
Nos disjuntores com acionamento manual, a mola de pressão dos contatos é liberada pela trava 64.2. A
fechamento pode ser recarregada manualmente após seqüência de abertura é similar à seqüência de
o fechamento. fechamento. A força residual da mola de abertura
Na posição "FECHADO", a pressão necessária de mantém o contato móvel 36. aberto.
contato é mantida pelas molas de pressão de contatos
e pela pressão atmosférica. A pequena erosão de

2/4
Mecanismo de operação

O modelo básico do acionamento manual pode ser fechador, a bobina é curto-circuitada, sendo a corrente
convertido facilmente em acionamento motorizado. limitada por um resistor. Quando se utiliza uma trava
Os componentes mecânicos necessários para elétrica de ligação, o fechamento do disjuntor com a
executar um comando de manobra (redutor, eixos, bobina do disparador de subtensão não excitada (sem
molas de fechamento e abertura, indicador tensão ou com tensão abaixo do valor mínimo),
"LIGADO/DESLIGADO" e indicador de mola seguida imediatamente de abertura, é impedido.
"CARREGADA") fazem parte do modelo básico Ver no anexo I mais detalhes sobre construção e
juntamente com os seguintes componentes de modo de operação dos disparadores secundários.
comando e controle: uma chave de contatos auxiliares,
uma bobina de estabelecimento, um disparador
secundário 3AY510 e uma tomada múltipla ou bloco Trava elétrica de ligação
de conetores unipolares. Dependendo da aplicação Atuando em conjunto com o disparador de subtensão,
desejada, o mecanismo de acionamento pode ser a trava elétrica de ligação evita que se ligue o disjuntor
completado por: acionamento motorizado, dois quando a tensão auxiliar tenha caído excessivamente
disparadores secundários, trava elétrica de ligação, ou desaparecido por completo.
chave de supressão, contador de manobra, chave fim- A trava elétrica de ligação é utilizada também como
de-curso para indicação da condição de carga da elemento para intertravamento eletromagnético.
mola, comando LIGA elétrico e uma chave de contatos
auxiliares prolongada.
Chave de supressão
A chave de supressão consiste de duas chaves fim-
Construção de-curso em série com o contato passante da chave
A Fig. 3/1 mostra as principais peças do mecanismo de contatos auxiliares. Quando o disjuntor recebe um
de acionamento. Seu funcionamento está descrito no comando local, o alarme de operação do disjuntor é
capítulo “OPERAÇÃO” na pág. 5/1. suprimido.

Disparadores secundários Acionamento motorizado


Os disparadores secundários convertem o impulso Ao redutor fixado na caixa do mecanismo de operação
elétrico de abertura em trabalho mecânico e, com isso, pode ser acoplado um motor. O redutor e o motor não
liberam a mola de abertura. necessitam de manutenção.
O disparador de subtensão pode ser acionado por um
contato abridor ou fechador. No caso de contato

Fig. 3/1 - Disjuntor a vácuo, na posição


"LIGADO" com molas de fechamento e
abertura carregadas.'

3/1
Chave de contatos auxiliares disco curvilíneo 62.3, na outra extremidade do eixo de
A chave de contatos auxiliares é acionada pelo eixo de carga da mola, atua sobre a alavanca de guia 62.6 e,
manobra e serve para manobrar os circuitos auxiliares. através da barra de acoplamento 62.8, o eixo de
manobra 63. é girado pela alavanca 63.5. As
alavancas 63.1, 63.5 e 63.7, fixadas no eixo de
Funcionamento manobra, movimentam simultaneamente as três
O mecanismo de operação é do tipo "por molas pré- barras de tração isolantes de cada pólo de interrupção.
carregadas'', ou seja, a operação de carga da mola O indicador "LIGADO/ DESLIGADO" é levado para
não é seguida automaticamente por uma mudança de posição ("I") pela alavanca 63.7. A alavanca 63.5,
posição dos contatos. durante a manobra de fechamento, carrega a mola de
Uma vez carregada a mola, o instante de manobra abertura 64. A retenção do disjuntor na posição
pode ser escolhido à vontade. "LIGADO” é feita através da alavanca 64.3, cujo rolete
O acionamento pode ser manual ou motorizado da trava 64.3.1 apoia-se a trava 64.2.
conforme a fonte de energia para carregar a mola. O A alavanca 63.1 comuta a chave de contatos auxiliares
mecanismo de acionamento propriamente dito é o 68. através da haste 68.1.
mesmo em ambos os casos. A manivela 62.2 sobre o eixo de carga da mola
A energia necessária para uma seqüência de ope- movimenta a haste 55.1 através da alavanca de
ração "DESLIGA-LIGA-DESLIGA” está armazenada comando 55.2. A haste elimina a indicação de mola de
nas molas de fechamento e abertura. fechamento "CARREGADA" e, no caso de
acionamento motorizado, a chave fim-de-curso 50.4.1
coneta a tensão auxiliar de tal modo que a mola de
Carregar fechamento é imediatamente recarregada. Da mesma
O eixo de carga da mola 62.1 é suportado pela caixa forma, no caso de acionamento manual, a mola de
do redutor 50.2, sem acoplamento mecânico. Em um fechamento pode ser recarregada imediatamente após
lado do eixo está fixada a manivela 62.2 e, no outro, o o fechamento.
disco curvilíneo 62.3 e a manivela 62.5.
Quando o redutor é acionado manualmente ou pelo
motor, o flange de carga 50.3 gira até que a peça de Desligar
arraste 50.3.1 se acople no encosto do disco curvilíneo Se o acionamento é manual, a retenção da mola de
62.3, girando, com isso, ao mesmo tempo o eixo de abertura é anulada através do botão “DESLIGA” 54.
carga da mola. A manivela 62.2 carrega a mola de No caso de um comando elétrico, a bobina de abertura
fechamento 62. Quando a mola de fechamento está Y1 (54.1) libera a mola de abertura 64.
totalmente tensionada, a manivela atua através da A mola de abertura gira o eixo de manobra 63. através
alavanca de comando 55.2 e da haste 55.1, sobre o da alavanca 63.5, levando os pólos para a posição
indicador de mola "CARREGADA" 55. e da chave fim- "DESLIGADO" de uma forma análoga, com a qual são
de-curso 50.4.1, que desliga o motor no caso de conduzidos à posição "LIGADO".
acionamento motorizado. Simultaneamente, a ala-
vanca de retenção 62.5, na outra extremidade do eixo
de carga da mola, fica seguramente retida pelo
sistema de travamento. Religamento automático
A seqüência de operação O-CO (exigida, p.ex., para
religamento automático) fica armazenada no
Fechamento acionamento, uma vez que, imediatamente após o
No acionamento manual, a retenção é eliminada fechamento, a mola de fechamento é automa-
pressionando-se o botão "LIGA" 53. No comando à ticamente recarregada pelo acionamento motorizado.
distância, a retenção da mola de fechamento é No caso de acionamento manual, a mola de
liberada pela bobina de estabelecimento Y9 (53.1). Ao fechamento tem que ser recarregada manualmente.
se descarregar a mola de fechamento 62., o eixo de
carga da mola 62.1 é girado pela manivela 62.2. O
Falta da tensão auxiliar.
No caso de falta de tensão auxiliar, o disjuntor pode
ser operado manualmente (ver capítulo "Operação"
pág. 5/1).

3/2
Fig. 3/2 - Bloco de fechamento com
mola de fechamento descarregada.

Fig. 3/3 - Disjuntor a vácuo na posição 'LIGADO' (mola


de abertura carregada e travada).

Fig. 3/4 - Eixo de manobra na


posição DESLIGADO.

3/3
Instalação

Embalagem Armazenagem e transporte


Para transporte, os disjuntores a vácuo são fixados em Equipamentos não protegidos por embalagens
estrados de madeira (ver Fig. 4/1). Para transporte herméticas só podem ser armazenados em locais
terrestre, os disjuntores são embalados em secos e bem ventilados. Observar o peso máximo que
engradados de madeira. Para transporte marítimo, é o piso suporta.
utilizada embalagem hermética. Os disjuntores são No caso de armazenagem em embalagens herméticas
envolvidos em plástico hermeticamente fechado e intactas, verificar o estado do dessecante em
embalados em caixas de madeira. intervalos regulares (cor do indicador).
Embalagens herméticas não devem ser abertas No caso do dessecante deixar de ser ativo, os
durante o transporte. aparelhos devem ser desembalados e armazenados
em locais secos e bem ventilados. Se isto não for
possível, abrir com cuidado o plástico em um local
Dessecante. adequado e substituir o dessecante por outro novo ou
Para absorver a umidade nas embalagens herméticas, regenerado.
é fixada uma bolsa contendo dessecante, conforme Fechar o plástico completamente com fita adesiva,
DIN 55473. A condição do dessecante pode ser uma vez que mesmo por um furo diminuto pode
verificada em uma fita indicadora, que muda de côr no penetrar muita umidade. Mais recomendável é soldar o
caso de umidade elevada, como segue: plástico com um aparelho de solda adequado, de
forma que fique impermeável ao ar.
- Fita indicadora azul = Dessecante plenamente ativo Os disjuntores possuem dois furos na caixa do
- Fita indicadora rosa = Dessecante inativo. mecanismo de operação, devidamente identificados,
Conteúdo úmido. para colocação de ganchos para erguê-los. Não
erguer o disjuntor através dos isoladores ou partes do
mecanismo.
Controle de entrega. Durante o transporte e armazenagem, o disjuntor
Confirmar imediatamente após o recebimento se o deverá permanecer sempre na posição vertical.
fornecimento está completo. No caso de ter ocorrido
algum dano, determinar imediatamente sua extensão
e sua causa. No caso de avaria de transporte, a
mesma deve ser participada sem demora ao
transportador, a fim de providenciar a documentação
necessária para reclamar a respectiva indenização.

Fig. 4/1 - Disjuntor a vácuo com acessórios para


transporte.

4/1
Instalação em cubículos obter brilho metálico, utilizando-se uma escova
Os disjuntores a vácuo são fornecidos "DESLIGADOS" metálica, que deve ser usada só para cobre ou só para
e com as molas de fechamento e abertura descarre- alumínio. Limpar as limalhas com um pano limpo.
gadas. Antes de montar o disjuntor, retirar os Untar levemente as superfícies de contato com
acessórios para transporte (ver Fig. 4/1). vaselina neutra e aparafusar imediatamente uma à
Paredes divisórias fornecidas juntamente com o outra.
disjuntor devem ser montadas de acordo com o ATENÇÃO: Superfícies de contato em alumínio
esquema anexo. cobreado não devem ser escovadas, deve-se utilizar
Antes de instalar o disjuntor no cubículo ou montar em um pano para limpá-las.
carrinho extraível, verificar se dados da placa de
Ao conetar dois barramentos de cobre, cuja espessura
identificação, tensão nominal do motor do
total seja superior a 10mm, colocar arruela de pressão
acionamento, disparadores e trava de ligação estão de
tanto embaixo da cabeça do parafuso como embaixo
acordo com a tensão auxiliar disponível no local de
da arruela da porca! Ao conetar duas barras de
instalação. Nos disjuntores equipados com
alumínio, proceder da mesma forma.
disparadores de subtensão, mudar a posição do
Antes de colocar a instalação em operação, deve-se
parafuso de retenção do disparador (ver anexo I -
reapertar os parafusos e repetir o processo após um
"Disparadores Secundários"). O disjuntor pode ser
ano.
fixado através das duas travessas, ou da placa de
pólos na caixa do mecanismo de acionamento, ou
diretamente na caixa do mecanismo de acionamento
Conexão da fiação de controle
(parafusos M12), como indicado na Fig. 4/2.
As dimensões dos perfilados da estrutura do cubículo A fiação de controle e sinalização do disjuntor é
devem ser determinadas para cada caso. Para o fornecida de fábrica, feita até conetores em trilho,
dimensionamento desses perfilados, deve-se levar em localizados na parte frontal superior da caixa do
conta a largura do cubículo, o peso do disjuntor e a mecanismo de acionamento.
função estrutural dos mesmos em relação ao cubículo Nos disjuntores extraíveis, é utilizada uma tomada
completo. múltipla de 24 pólos, cuja parte removível é conetada
aos conetores através de um chicote flexível de cabos
com capa externa.
O disjuntor é fornecido com a quantidade necessária
de conetores, sendo que o trilho permite instalação de
até 24 conetores unipolares do tipo SAK 2,5,
fabricação SIEMENS.
Os contatos da chave auxiliar normalmente não têm
fiação de fábrica.
Esses conectores são apropriados para cabos com
2 2 2
secção de 0,5mm e para fios de 0,5mm até 4,0mm .
Para evitar que as conexões se afrouxem com o
tempo devido vibração, recomenda-se utilizar nas
pontas da fiação terminais de pressão.
Sob pedido, o disjuntor poderá ser equipado com uma
ou duas tomadas múltiplas de 24 pólos.
Para fazer a ligação dos condutores de controle,
observar o esquema funcional fornecido junto ao
disjuntor. Antes de operar o disjuntor, deve-se
verificar o aperto de todos os parafusos dos conetores.
Mesmo os parafusos dos conetores (chave de
contatos auxiliares, etc.) sem fiação devem ser
apertados.

Aterramento
Fig. 4/2 - Pontos de fixação do disjuntor a vácuo, a Conectar a caixa do mecanismo de operação à malha
posição vertical (ver fotos da capa). de aterramento de segurança (alta tensão) da
instalação, através do parafuso de aterramento que se
encontra na parte traseira da caixa, identificado com o
Conexão das barras do circuito principal
As barras do circuito principal devem ser ajustadas de símbolo
tal modo que, após serem aparafusadas, não exerçam
nenhum esforço mecânico sobre o disjuntor. A seção mínima da conexão para terra (de barra de
Imediatamente antes de aparafusar os condutores ao
terminal do disjuntor a vácuo, deve-se escovar as
superfícies de contatos em todas as direções, até se

4/2
cobre, cabo de cobre ou fita de ferro estanhada a fogo) "Manutenção", pág. 6/3). Em seguida, carregar
deve ser adequada para suportar as correntes manualmente a mola de fechamento, utilizando a
calculadas e sua respectiva duração. Lixar bem o respectiva manivela (ver pág. 5/1 - Carregar a mola de
ponto de conexão (até expor completamente a fechamento) e acionar o mecanismo através dos
superfície metálica) e untar com uma camada fina de botões "LIGA” e "DESLIGA".
vaselina neutra. Para operação de teste com acionamento motorizado,
No caso de se fixar o disjuntor pela caixa do deve-se ligar a tensão auxiliar. O acionamento
mecanismo de operação em uma estrutura de aço motorizado entra imediatamente em funcionamento e
soldada, à qual está aterrada, não é necessário fazer o carrega a mola de fechamento. Verificar o
aterramento adicional da caixa (VDE 0141 § 14). No funcionamento do indicador "LIGADO/DESLIGADO" e
ponto de conexão, colocar arruelas dentadas embaixo do indicador de mola "CARREGADA" (caso aplicável
do parafuso, com os dentes virados para fora. também na casa de controle).
Nos disjuntores com disparador de subtensão e/ou
trava elétrica de ligação, os mesmos têm que estar
energizados.
Colocação em operação. O disjuntor a vácuo só poderá ser liberado para
Inicialmente, realizar controle do vácuo nas válvulas de serviço quando for considerado em perfeitas
interrupção com o disjuntor na posição "DESLIGADO" condições. (É recomendável fazer um protocolo de
e com as molas descarregadas (ver capitulo colocação em serviço para cada disjuntor).

4/3
Operação

Disjuntores a vácuo com acionamento motorizado Ligar


podem ser operados manualmente no caso de falta de Dar o comando "LIGA" através do botão "LIGA" 53., ou
tensão auxiliar. da sala de controle, até o disjuntor a vácuo ter
fechado. No indicador 58. irá aparecer o símbolo “I” e
a indicação de mola de fechamento carregada
Carregar a mola de fechamento desaparece.
Inserir a manivela 50. para carga da mola na abertura Após o ligamento do disjuntor, a mola de fechamento
50.1 e girar no sentido horário até aparecer no é recarregada automaticamente pelo mecanismo
indicador 55. o sinal de mola carregada (Fig. 5/1). motorizado. No caso de acionamento manual, a mola
A alavanca de carga da mola está acoplada ao redutor pode ser recarregada manualmente.
através de uma catraca livre.
No caso da tensão auxiliar retornar durante o processo
manual de carga da mola, não há perigo algum para o Desligar
operador. A mola de abertura é carregada durante a operação de
fechamento.
Dar o comando "DESLIGA" através do botão
"DESLIGA" 54. ou da sala de controle, até o disjuntor a
vácuo ter se desligado e no indicador 58. aparecer o
símbolo "O".

Fig. 5/1 - Símbolo "Mola de fechamento carregada'

Fig. 5/2 - Dispositivos para alojamento manual.

5/1
Descrição do funcionamento

Diagrama de blocos (comando liga)

5/2
Religamento rápido
Conforme indicado no diagrama de fluxo, para a
operação LIGAR, a mola de fechamento é recarregada
automaticamente. Com isso, quando o disjuntor está
ligado, ambas as molas estão carregadas (a mola de
fechamento carrega a mola de abertura ao fechar o
disjuntor). Assim, o disjuntor tem condição de efetuar a
seqüência de operação O-CO (tempo morto T = 0,3s).

Diagramas de blocos (comando desliga)

5/3
Diagrama de blocos (dispositivo
antibombeamento)
Deve garantir que devido a um comando “LIGAR"
aplicado continuamente o disjuntor não volte a fechar
após ter sido aberto (p. ex. curto-circuito), uma vez
que o disjuntor pode ser danificado devido a repetidas
manobras CO (Fechar/Abrir).

5/4
Manutenção

Os disjuntores a vácuo 3AF da Siemens requerem muito auxiliares, realizar manualmente as operações de
pouca manutenção. As operações de manutenção fechamento e abertura do disjuntor até que ambas
recomendadas para garantir perfeitas condições de
as molas estejam descarregadas! OBSERVAR AS
operação do disjuntor envolvem peças sujeitas a desgaste e
envelhecimento. REGRAS DE SEGURANÇA.
A época e a extensão dos trabalhos a serem executados
depende: Os serviços de manutenção devem ser realizados
- da quantidade das operações sob curto-circuito; apenas por montadores que possuam experiência com
- da freqüência de manobra e equipamentos de manobra. Aconselhamos que os
- do tempo de operação. montadores escolhidos para esta tarefa façam um
A manutenção e os trabalhos de revisão devem ser feitos curso informativo em nossas filiais, ou sejam
de acordo com o "programa de revisão" (Tab.6/1). instruídos por um montador especializado da Siemens
Os intervalos entre manutenções, constantes no programa durante a revisão do disjuntor.
de revisão, são apenas indicativos, devendo ser adaptados Reparos, modificações posteriores, etc. deverão ser
às diversas condições de serviços. feitos apenas por montadores qualificados,
As válvulas de interrupção a vácuo não requerem observando-se as instruções de operação e instruções
manutenção. A máxima erosão admissível é de 3mm.
especiais. Se, durante os trabalhos de revisão, algum
ponto de junção for solto, as arruelas de pressão,
pinos passantes e outros elementos de fixação devem
Generalidades
ser substituídos por outros novos.
Antes de iniciar os trabalhos de manutenção, o
disjuntor deve ser isolado, curto-circuitado e
aterrado. Desconectar a tensão dos circuitos Ferramentas
Além das ferramentas encontradas normalmente no
comércio e de um pincel chato para aplicação de
lubrificantes, não se faz necessária nenhuma
ferramenta especial.

Programa de manutenção.

Anualmente, executar uma inspeção visual geral e, se necessário, limpar as peças isolantes exteriores com um
pano. Em locais com muita poeira, poderá ser necessário um controle mais freqüente.
Acionamento do disjuntor:
Lubrificar o acionamento a cada 10 anos ou 10.000 manobras (Fig. 6/6).
A cada 30.000 manobras, recomenda-se uma manutenção conforme 4HM 460.00038.0010.
Válvulas de interrupção a vácuo:
Na Fig. 6.1, de a) até f), consta a vida útil das válvulas de interrupção ( = número de manobras “n” ) em função da
corrente de interrupção (Ia); as válvulas de interrupção devem ser substituídas após n x Ia.

As válvulas de interrupção também devem ser substituídas após 30.000 manobras mecânicas ou após atingir a
erosão elétrica máxima (Fig. 6/2). Junto com as válvulas para reposição, são fornecidas instruções de montagem
detalhadas.

Tab. 6/1 - Programa de revisão.

6/1
Fig. 6/1 – Número de manobras admissíveis “n” em função da corrente de interrupção “Ia”.

6/2
Controle da erosão dos contatos.
Para controlar a erosão dos contatos, é necessário ter
acesso ao disjuntor pela parte frontal, não sendo
necessário desmontar nada. A Fig. 6/2 mostra a
posição da marca branca de controle A da válvula de
interrupção a vácuo. Enquanto a marca de controle for
total ou parcialmente visível com o disjuntor a vácuo
na posição ligado, o desgaste dos contatos está dentro
dos limites admissíveis.

Fig. 6/3 - Suporte inferior do pólo com barra de


tração isolante.

Fig. 6/2 - Controle da erosão dos contatos.

Verificação do vácuo nas válvulas de interrupção.


Antes de colocar o disjuntor em serviço ou quando há
suspeita de que uma válvula de interrupção tenha
perdido vácuo devido a alguma avaria mecânica,
deverá ser feita uma verificação do vácuo, da seguinte
forma:
- Com disjuntor isolado e na posição desligado, Fig. 6/4 - Barra de tração desacoplada a alavanca.
soltar a barra de tração isolante 48. da alavanca
48.6 (Fig. 6/3).
A pressão atmosférica força o contato móvel de uma
válvula de interrupção hermeticamente fechada para a
posição "LIGADO", deslocando a alavanca 48.6 para a
posição mostrada na Fig. 6/4.
Uma válvula de interrupção a vácuo está totalmente
hermética quando se observa os seguintes
fenômenos:
- Para levar a alavanca 48.6 com a mão (Fig. 6/5)
para posição "DESLIGADO" é necessário vencer
uma força apreciável. Ao soltar repentinamente a
alavanca desta posição, ela retorna à posição
"LIGADO", devendo ouvir-se o choque dos contatos
tocando-se galvânicamente.
Após a verificação do vácuo, voltar a acoplar a
alavanca 48.6 com a barra de tração isolante 48. Fig. 6/5 - Alavanca levada com a mão para a
posição “DESLIGADO”

6/3
Fig. 6/6 - Pontos do disjuntor a vácuo a serem lubrificados com CENTOPLERX 24DL

Revisão do mecanismo de operação não podem ser desfeitas!


Antes de iniciar os trabalhos de manutenção, o Nos disjuntores instalados próximos a ambientes com
disjuntor deve ser isolado, curto-circuitado e aterrado. atmosfera agressiva, pulverizar com produto indicado
Desconetar a tensão dos circuitos auxiliares, realizar na Tabela 6/2.
manualmente as operações de fechamento e abertura
do disjuntor até que ambas as molas estejam
descarregadas! OBSERVAR AS REGRAS DE Lubrificantes
SEGURANÇA. Os lubrificantes utilizados nos disjuntores 3AF estão
indicados na tabela 6/2.

Relubrificar Tipo de Lubrificante Aplicação


Na Fig. 6/1, estão indicados os principais pontos que
CENTOPLEX 24DL: Mancais e superfícies
devem ser lubrificados com CENTOPLEX 24DL
atritantes.
(mancais e superfícies atritantes). Todos os pontos
não indicados deverão ser lubrificados com
SHELL vaselina 8420: Superfícies de contato do
anticorrosivo RITZOL 7/2 ou similares, indicados na
disjuntor e dos
Tabela 6/2 (mancais, articulações, chave de contatos
barramentos.
auxiliares).
Para relubrificar, retirar a tampa da caixa do
RITZOL 7/2 ou TECTO Mancais, articulações,
mecanismo de operação. Começando da parte
7-2 ou REODOXID chave de contatos
superior esquerda e seguindo sistematicamente uma
(anti-corrosão). auxiliares.
ordem, relubrificar com o produto correto cada ponto
indicado. Nos pontos em que for possível, após
TECTYL 506 ou Pulverização das
relubrificar, movimentar a peça para frente e para trás
WD4O: superfícies metálicas da
(p.ex. articulações), para que o lubrificante penetre
caixa do mecanismo de
melhor e se distribuia. Após a relubrificação, manobrar
acionamento.
o disjuntor várias vezes para testá-lo.
Antes de relubrificar, não lavar previamente com
benzina as articulações e os mancais cujas conexões

6/4
Anexo I

Disparadores secundários 3AX11


Tensões nominais até 220V (D.C./A.C.)
Corrente nominal 0,5A

Instruções de operação

Generalidades
O disparador secundário transforma fracos impulsos de
comando, elétricos ou mecânicos, em fortes impulsos
mecânicos de trabalho. É utilizado principalmente para a
abertura de disjuntores de alta tensão e seccionadoras sob
carga. O disparador secundário é fabricado nos tipos em
derivação, de subtensão e operado por TC.
Sem bobina magnetica, o mesmo é utilizado como
dispositivo de armazenagem de energia mecânica
(disparador mecânico)

Fig. 1
Disparador secundário 3AXll

Designação de tipo MLFB (exemplo)

As posições 6 e 7 do MLFB indicam o seguinte:


01 Disparador com bobina em derivação para operação por
contato fechador.
02 Disparador com bobina série alimentada por TC.
03 Disparador com bobina de subtensão em derivação.

A tabela 4 mostra o significado das posições 8 e g do MLFB.

I/1
Normas técnicas Tempo próprio de disparo
Os disparadores secundários 3AX11 atendem às exigências da IEC
- Publicação 56 e as da norma VDE 0670/1.64 para disparadores Disparador Operação em A.C. Operação em D.C.
secundários. 3AX1101 ms 13 a 20 20 a 22
As exigências da ABNT (Projeto 3:17-007) correspondem às da IEC 3AX1103
- Publicação 56, de tal modo que os disparadores atendem também operado por
a esta norma. contato abridor ms 20 a 28 14 a 20
O grau de proteção da carcaça é conforme DIN 40050-IP00. 3AX1103
operado por
Temperatura ambiente: contato fecha-
Os disparadores secundários são confiáveis para operar com dor ms 18 a 42 26 a 34
temperatura ambiente entre –15ºC e +40ºC. Caso a temperatura
desça abaixo de –15ºC, por longos períodos de tempo, é Fig. 3 - Tempos próprios de disparo, válidos para percursor
necessário prever aquecimento adequado. sem carga.

Dados mecânicos A fig. 3 indica os tempos próprios de disparo (desde o comando até
o percursor atingir o fim do seu percurso) para o percursor sem
Descrição Valores Faixa de serviço carga. O tempo próprio aumenta de acordo com a massa da haste
Força de atuação no pino sobre a qual o percursor atua.
de disparo 15. 14N
Percurso de atuação do pi-
no de disparo 15. 3mm
Força de atuação do per-
cursor na posição engati-
lhado (ver diagrama à direi-
ta) 59N
Força de atuação do per-
cursor na posição distendi-
do 35N
Força necessária para en-
gatilhar o percursor 63N
Percurso de trabalho do
percursor 23. (Fig. 7) 20mm
Percurso adicional para o
engatilhamento (segurança
de engatilhamento) 2,5 ±
0,5mm
Fig. 2
Dados mecânicos e faixa de serviço do disparador 3AX11

Dados elétricos e números de encomenda


Execução N.º de encomenda Corrente Tensão 3)
MLFB Freqüência nominal nominal Consumo Item de estoque
3AX11 - A V VA/W
Hz
Disparador em 01 0B D.C. – 24 60 1 620.090.9
derivação 0C D.C. – 48 62 1 620.091.7
0D D.C. – 60 63 1 620.092.5
0E D.C. – 110 51 1 620.093.3
0K D.C. – 125 52 1 620.093.3
0F D.C. – 220 54 1 620.094.1
0G 50 – 100 70 –
0H 50 – 110 100 –
0J 50 – 220 73 –
1G 60 – 100 100 –
1H 60 – 110 100 1 620.095.8
1J 60 – 220 100 1 620.099.0
1)
Disparador operado 02 0A 50 0,5 – 18,5 –
1)
por TC 1A 60 0,5 – 18,5 1 620.060.1
Disparador de
2)
subtensão 03 0B D.C. – 24 11 1 620.075.0
0C D.C. – 48 12 1 620.077.6
0D D.C. – 60 14 1 620.079.2
0E D.C. – 110 14 1 620.076.8
0K D.C. – 125 18 1 620.080.0
0F D.C. – 220 18 1 620.082.6
0G 50 – 100 26 –
0H 50 – 110 27 –
0J 50 – 220 26 –
1G 60 – 100 27 –
1H 60 – 110 27 1 620.078.4
1J 60 – 220 27 1 620.081.8

1) Consumo no instante da aplicação da corrente (90% da corrente nominal) com armadura aberta.
2) Apropriado para comando por contatos NA ou NF. Sempre com resistência série.
3) Para encomenda separada do disjuntor, indicar também o número de encomenda MLFB e demais características.

Fig. 4
Dados elétricos e números de encomenda

I/2
Limites das grandezas elétricas de operação Disparadores operados por TC 3AX1102
Disparadores operados por TC 3AX1102 são utilizados para
Tipo do disparador Corrente alternada Corrente contínua desligamento automático de disjuntores nos casos de curto
3AX1101 85 até 110 % Un 70 até 110 % Un circuitos e sobrecarga. Para a conexão destes disparadores é
3AX1102 90 até 110 % ln – necessário utilizar transformadores de corrente ligados no circuito
3AX1103 35 até 0 % Un 35 até 0º % Un principal a ser protegido pelo disjuntor. Para o disparo intencional
com comando elétrico deverá ser utilizado um disparador 3AY1510.
Fig.5
Limites de tensão e corrente para os quais há garantia de
perfeito funcionamento dos disparadores. Construção e funcionamento
O disparador é constituído por um dispositivo com mola para
armazenar energia, um dispositivo de travamento e uma bobina
Aplicação magnética. Estes elementos são montados em uma caixa 3. (Fig.
Disparadores em derivação 3AX1101 6), cuja tampa é removível. Na caixa existem três furos passantes
Os disparadores em derivação 3A1101 são utilizados para 5. previstos para os parafusos de fixação. Para a conexão da
desligamento automático de disjuntores através do relé de proteção bobina eletromagnética, existem na parte externa da caixa, os
2
correspondente e para desligamento intencional através de terminais 33. para condutores até 2,5 mm . Além do pino de disparo
comando elétrico ou mecânico. Eles são próprios para serem 15. (para disparo manual/mecânico) existem também dois olhais
alimentados por uma fonte externa de tensão (contínua ou 17. para fixação de uma alavanca de disparo. A fiação dos
2
alternada), podendo ser alimentados excepcionalmente por um disparadores deve ser com cabos de seção até 2,5 mm com
transformador de potencial. terminais AMP de 6,3 mm ou terminais de pressão.
O dispositivo para armazenar energia é composto pelo percursor
Disparadores de subtensão 3AX1103 31. (fig. 6) e pela mola do percursor 23.
Os disparadores de subtensão 3AX1103 servem para a supervisão Quando a mola do percursor está carregada, este é travado pela
permanente dos circuitos auxiliares e para o desligamento alavanca 25. que possui um flanco chanfrado, que é mantido
automático de disjuntores, quando o decréscimo da tensão no pressionado pela mola 27. contra a superfície de formato adequado
circuito principal do disjuntor for maior do que o valor admissível. do percursor 23. A outra extremidade da alavanca 25. se apoia
Os disparadores de subtensão são alimentados em geral por sobre o eixo semicircular do pino de travamento 21. (Fig. 7), que é
transformadores de potencial, mas podem também ser fornecidos fixado em uma das pernas da armadura magnética 9. A armadura
para operação em corrente contínua. A operação intencional do magnética 9. é montada de modo a girar à frente dos pólos do
disparador 3AX1103 pode ser feita através de um contato abridor núcleo magnético 1. em forma de U, sendo mantida afastada deste
ligado em série com a bobina do mesmo, ou através de um contato através da mola 11.
fechador para curtocircuitar a tensão aplicada à esta bobina. Para
que o disparo possa ser feito curtocircuitando-se a bobina do
disparador, utiliza-se uma resistência em série com a bobina do
disparador para limitar a corrente. Os disparadores de subtensão
em geral são utilizados em combinação com trava elétrica de
ligação 3AX1105.

Fig. 7
Alavanca de travamento 25. para disparador em derivação
3AX1101 e disparador operado por TC 3AX1102

Fig. 8
Alavanca de travamento 25. para disparador de subtensão
3AX1103

Fig. 6
Construção do disparador 3AX1101

I/3
Quando a bobina magnética do disparador em derivação 3AX1101 Uma vez que o disparador de subtensão 3AX1103 trava o
ou a do disparador operado por TC 3AX1102 recebe um impulso percussor apenas quando a armadura estiver atracada, o mesmo
elétrico de disparo, ou é atuada mecanicamente através do pino de possui um parafuso de retenção 29 (ver Fig. 9) através do qual o
disparo 15., a armadura magnética 9. se movimenta de encontro ao percussor 23. pode ser mantido travado durante os serviços de
pólo. Com isso a alavanca 25. perde o seu apoio e libera o regulagem ou desligamentos de teste com o disjuntor
percussor 23., o qual é atirado para fora pela mola do percussor 31. desenergizado.
No disparador de subtensão 3AX1103, a alavanca de travamento
25. se apoia na lingüeta de travamento 21., enquanto a armadura
magnética 9. estiver atracada (Fig. 8). Se o circuito da bobina
magnética 7. é interrompido, então a armadura magnética 9.
desatraca, a alavanca 25. perde seu apoio e libera o percussor 23.
Após cada disparo o percussor 23. tem que ser levado de volta à
sua posição de serviço, comprimindo-se a mola do percussor 31.
Isto é feito automaticamente pelo mecanismo de operação do
disjuntor. O percurso de carga e a força necessária para rearmar o
disparador estão indicados na Fig. 2.

Fig. 9
Eliminação do bloqueio do disparador 3AX1103: mudar a posição
do parafuso de retenção 29. de A para B

I/4
Anexo II

Diagrama funcional típico

II/1
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