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2017

© Todos os direitos autorais desta obra são reservados e protegidos à Editora 2B Ltda. pela Lei nº 9.610, de 19
de Fevereiro de 1998. É proibida a duplicação ou reprodução deste volume ou qualquer parte deste livro, no
todo ou em parte, sob quaisquer formas ou por quaisquer meios (eletrônico, gravação, fotocópia ou outros),
essas proibições aplicam-se também à editoração da obra, bem como às suas características gráficas, sem
permissão expressa da Editora.

Título | 300 Questões Comentadas de Concursos em Engenharia Civil


Editor | Marcelo Medrado
Projeto gráfico e editoração | Inis Leahy
Capa | Didário Teles Fiais
Revisão Ortográfica | Tainá Amado
Lucas Guimarães
Renata Reis
Letícia Rodrigues
Conselho Editorial | Caio Vinicius Menezes Nunes
Paulo Costa Lima

Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (CIP)


Elaboração: Fábio Andrade Gomes - CRB-5/1513

T818 300 questões comentadas de concursos


em Engenharia Civil / Augusto José Bluhm
Ferreira Neto, coordenador ; Ana Cláudia
Sokolonski Anton ... [et al.], autores.-- Salva-
dor : SANAR, 2017.
189 p. : il. ; 17x24 cm.

ISBN 978-85-54815-00-4

1. Engenharia Civil - Problemas, ques-
tões, exercícios. 2. Engenharia Civil - Con-
cursos. I. Ferreira Neto, Augusto José Bluhm,
coord. II. Anton, Ana Cláudia Sokolonski.

CDD: 624

Editora 2B Ltda.
Av. Prof. Magalhães Neto, 1856 - Pituba,
Cond. Ed. TK Tower, sl. 1403.
CEP: 41810-012 - Salvador - BA
Telefone: 71.3497-7689
atendimento@editora2B.com.br
www.editora2B.com.br
Autores

Augusto José Bluhm Ferreira Neto

Coordenador

Possui graduação pela Universidade Federal da Bahia e Especialização em Estruturas de Concreto e Fundações,
pela Universidade Cidade de São Paulo. Atualmente é professor de disciplinas de estruturas pela Universidade
Salvador e diretor da empresa BF Engenharia, a qual é especializada em elaboração de projetos de estruturas.

Bruno Freitas Simões de Castro

Experiência em projetos estruturais em concreto armado – cálculo e detalhamento de estruturas de concreto


armado convencional e pré-moldado do segmento residencial, industrial e de saneamento. Estruturas de fun-
dações convencionais e pré-moldadas, fundação em anel,muros de flexão, pipe racks, bases e dormentes de
tubulação, bases de equipamentos estáticos, pisos industriais, reservatórios apoiados e elevados. Elaboração
de memórias de cálculo e desenhos de fôrma e detalhamento. Experiência em projetos de estrutura metálica.
Dimensionamento de plataformas para manutenção de vasos, galpões, coberturas, pipe racks, mezaninos de
lojas, interface aço-concreto e estacas metálicas. Elaboração de memórias de cálculo e desenhos detalhados.
Experiência em projeto geotécnico de fundações – dimensionamento de sapatas a partir do cálculo da tensão
admissível do solo. Dimensionamento geotécnico de estacas. Cálculo e detalhamento de blocos de ancoragem
de tubulações. Projeto de Instalações Hidráulicas – Elaboração de memórias de cálculo e plantas baixas das
instalações hidráulicas, dimensionamento da rede hidráulica, indicação de registros, reservatórios, barriletes,
dimensionamento de bombas, filtros, desenhos isométricos.

Ana Cláudia Sokolonski Anton

Professora em Matemática, especialista em Educação Matemática com Novas Tecnologias, em Educação Su-
perior e, em Psicopedagogia. Mestranda em Educação e consultora educacional em Matemática. Lecionou
Álgebra Linear e Geometria Analítica na UFBA e na Faculdade Estácio, e matemática para os Ensino Fundamen-
tal, Médio e cursinho pré-vestibular no programa Universidade para Todos, no Colégio Cândido Portinari e no
Colégio Oficina. Foi professora do Programa de Iniciação Científica das Olimpíadas de Matemática. Atualmente
leciona nos Colégio Anglo-Brasileiro e Módulo e, na pós-graduação em psicopedagogia na UNIFACS. Faz parte
da equipe de elaboração das provas regionais da OBM e, da equipe regional de correção das provas da OBMEP.
João Miguel Santos Dias

Engenheiro Civil pela Universidade de Coimbra e Mestre em Engenharia Ambiental Urbana pela Universidade
Federal da Bahia. Lecionou no curso técnico em Edificações da Escola de Engenharia Eletromecânica da Bahia
e nos cursos de graduação em Engenharia Civil da Universidade Federal da Bahia e Universidade Católica do
Salvador. Atualmente atua como professor assistente no curso de graduação em Engenharia Civil do Centro
Universitário Estácio da Bahia e como professor convidado no curso de pós-graduação em Engenharia de
Estruturas da UNIGRAD. Ministra aulas de disciplinas de análise estrutural, resistência dos materiais e de es-
truturas de madeira. Como pesquisador, desenvolve trabalhos na área de estruturas de madeira e de materiais
compósitos com madeira.
André Cury Lima

Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal da Bahia (2012). Analista de Processos Ambien-
tais, de Obras Urbanas e Informações Geoespaciais - Engenheiro Civil, concursado da Companhia de Desenvol-
vimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER), cedido à disposição da Companhia de Transportes do Estado da
Bahia (CTB), para atuação nos projetos ferroviários (Metrô e VLT) em implantação e projeto. Possui experiência
profissional em obras pesadas e também em escritórios de projetos de engenharia. Sócio na empresa CYFS
Engenharia de Projetos.

Paulo César Lima de Oliveira

Atua como docente na Graduação de Engenharia Civil na FTC – Faculdade de Tecnologias e Ciências. Possui
carreira, iniciada em 1983, na Área da Indústria da Construção Civil, com extensa experiência em: Gerencia-
mento de Contratos e Serviços (Terraplanagem, Saneamento Básico, Construção e Fiscalização de Conjuntos
Habitacionais e Infraestruturas, Execução de Reformas de Edificações em vários padrões - popular, médio e
alto); Gestão Comercial, Administrativa e de Produção; Coordenação de diversos Estudos de Infraestrutura
(Hidrológicos, Contenções, Impermeabilizações, Hidráulicos e Adequação Ambiental); Execução de Serviços
Técnicos Especializados em Rodovias com Identificação e Apontamento de Defeitos em Pavimentos Flexíveis;
Desenvolvimento de Planejamento Físico-Financeiro de Projetos e Orçamento de Obras. Possui Graduação
Técnica em Edificações (ETFBA); Graduação Superior em Engenharia Civil (UFBA), Especialização em Educação
Estatística com Ênfase em Softwares Estatísticos (FJA). Pós-Graduando em Engenharia de Segurança do Traba-
lho (EEEMBA) e Mestrando Profissional em Tecnologias Aplicáveis a Bioenergia (FTC).

Carolina Manhães Silva

Graduada em Engenharia Civil pela Universidade Federal da Bahia. Possui experiência com sondagens geo-
técnicas, ensaios de solos, estabilização de encostas e fundações especiais. Atualmente cursa Mestrado em
Geotecnia na PUC-Rio.

Silas de Andrade Pinto

Mestre em Engenharia Ambiental e Urbana (2016) pela Universidade Federal da Bahia, graduado em Engenharia
Civil pela Universidade Católica do Salvador (2013). Realizou pesquisa científica no Laboratório de Geotecnia
Ambiental (GEOAMB/UFBA) tendo como foco a contaminação por cloretos em matrizes cimentícias por técni-
cas geotécnicas, analise de contaminantes em solos e estabilidade de taludes. Atuou também no Laboratório
de Ensaios em Durabilidade dos Materiais (LEDMa/UFBA) estudando a migração de íons cloro em concreto
utilizando técnicas geotécnicas e por diferencial de potencial elétrico. Atualmente é professor do SENAI/CIMA-
TEC na disciplina Fundações e da Faculdade Área 1 com a disciplina Princípios Básicos de Mecânica dos Solos
Raphael Augusto Ribeiro Ferreira

Profissional graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal da Bahia. Com experiência de
trabalho em empresas e escritórios de arquitetura e engenharia. Intensa vivência com projetos de decoração e
construção civil, utilizando softwares de desenho, representação 3D e tecnologia "BIM". Experiente na condu-
ção de equipes de trabalho, a partir de cronogramas e metas. Como resultado obtido, destaca-se melhoria do
processo de liderança, relacionamento com cliente, trabalho em equipe e poder de negociação.

Monique Aspera Soares

Profissional atuante há mais de 6 anos na área de Engenheira Civil, formada pela Universidade Católica do
Salvador - UCSal, Especialista em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas - FGV, Especialista
em Contabilidade e Direito Tributário pelo Instituto de Pós Graduação de Goiânia - IPOG, Mestranda em Audi-
toria e Gestão Empresarial pela Fundação Ibero-americana - FUNIBER, Ministra aulas de diversas disciplinas na
Faculdade Dom Pedro II, Coordenadora de Planejamento e Controle de Obras em empresa de grande porte e
Consultora de Planejamento e Orçamento de Obras.

Verônica Fraga Azevedo

Atualmente coordena Obras de Edificações e Infraestrutura, na esfera pública. Possui Graduação Técnica em Edi-
ficações (ETFBA), Graduação Superior em Engenharia Civil (UCSAL) e Especialização em Engenharia Diagnóstica -
Patologia e Perícias na Construção Civil (INBEC/UNICID). Carreira desenvolvida na Área da Indústria da Construção
Civil, iniciada em 1983, com vasta experiência, tanto em construção de obras novas quanto em execução de amplia-
ções e reformas de: Residências em vários padrões (popular, médio e alto); Indústrias; Escolas; Faculdades; Clíni-
cas; Hospitais; Saneamento Básico; Mercados de diversos portes (pequeno, médio e grande) e diversas bandeiras
(Wall Mart, Pão de Açúcar, G. Barbosa, Municipal). Toda esta vivência implicou no incremento de habilidades em
diversos setores da área, nos âmbitos público e privado, tais como: Coordenação de Obras (edificações e infraes-
trutura); Gerenciamento de Contratos e Serviços; Gestão Administrativa e de Produção; Planejamento Físico-Finan-
ceiro de Projetos e Controles; Orçamento; Suprimento; Imobiliário; Produção; Qualidade; Escoramento Metálico.

Rogério Tronco Vassoler

Mestre em Modelagem Computacional e Tecnologia Industrial, Licenciado em Informática, Pós-graduado em


Estrutura de Componentes utilizando Java, Graduado em Processamento de Dados. Consultor nas áreas de
Tecnologia de Informação e Gerenciamento de Processos de Negócio, com atuação em projetos em instituições
governamentais e municipais no Estado da Bahia, como Tribunal de Justiça, Secretaria da Educação do Estado,
Tribunal de Contas do Estado, Assembleia Legislativa e Secretaria Municipal de Gestão de Salvador. Possui
certificação em Gerenciamento de Processos - CBPP (Certified Business Process Professional) e em Governança
de TI - COBIT (Control Objectives for Information and related Technology). Docente nos cursos de graduação e
pós-graduação na área de tecnologia da informação na Universidade Salvador – Unifacs.

Luara Batalha Vieira

Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal da Bahia (2011), mestrado em Engenharia de
Estruturas pela mesma instituição (2014) e duas especializações na área de concreto. Já atuou como docente e
pesquisadora nas maiores instituições de ensino superior de Salvador. Atualmente, é coordenadora do curso
de engenharia civil do Centro Universitário Senai Cimatec, este sendo o único da Bahia avaliado com conceito
5 pelo MEC (2017). Além da prática acadêmica, atua como engenheira estruturalista, desenvolvendo projetos
estruturais de pequeno porte, como casas, lojas, unidades de pronto atendimento e unidades de saúde familiar.

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Apresentação

Os concursos para Engenheiro Civil estão cada vez mais recorrentes no Brasil. Para obter êxito nesses
concursos, o candidato precisa de bastante estudo e dedicação. O livro 300 Questões Comentadas de Con-
cursos em Engenharia Civil é o mais organizado, abrangente e completo livro para todos que desejam ser
aprovados em um concurso de Engenharia Civil.
Com mais de 300 questões comentadas, alternativa por alternativa, distribuídas por 12 disciplinas abran-
gidas nos concursos para engenheiro civil. o livro 300 Questões Comentadas de Concursos em Engenharia
Civil contempla todos os assuntos abordados nas últimas provas e é composto exclusivamente por questões
reais de concursos passados categorizadas por grau de dificuldade, de acordo com o seguinte modelo:

FÁCIL

INTERMEDIÁRIO

DÍFICIL

A didática utilizada em todo o livro auxilia os estudantes na hora de testar os seus conhecimentos e
entender novos conceitos, facilitando o processo de aprendizado mesmo nas disciplinas que não são rela-
cionadas à sua área de formação.

Agora é com você. Chegou a hora de iniciar os seus estudos e garantir a sua vaga.

Bons Estudos!

Marcelo Medrado
Editor
Sumário

Construção Civil................................................................................................................................................................................................................... 11
Paulo Oliveira, Verônica Fraga e Monique Aspera

Análise Estrutural.............................................................................................................................................................................................................. 39
André Cury

Estrutura de Concreto................................................................................................................................................................................................... 53
Luara Batalha

Estruturas Metálicas....................................................................................................................................................................................................... 69
Bruno Freitas

Estruturas de Madeira.................................................................................................................................................................................................. 75
João Dias

Mecânica dos Solos......................................................................................................................................................................................................... 83


Carolina Manhães

Fundações.................................................................................................................................................................................................................................. 101
Silas Andrade

Estradas........................................................................................................................................................................................................................................ 113
Paulo Oliveira

Instalação Hidrossanitária...................................................................................................................................................................................... 135


Raphael Ferreira

Instalações Elétricas...................................................................................................................................................................................................... 149


Eduardo Andrade

Informática................................................................................................................................................................................................................................ 157
Rogério Vassoler

Matemática e Raciocínio Lógico........................................................................................................................................................................ 175


Ana Claudia Sokolonski
1 Construção Civil

Monique Aspera, Paulo Oliveira e Verônica Fraga

01. Questão ( ) CORRETA ( ) INCORRETA

(ANALISTA – MPU – CESPE – 2010) No orçamento a ser ela- Grau de Dificuldade


borado para a construção de uma rodovia, deve-se
considerar, entre outros insumos, os materiais em- Assertiva: INCORRETA. A depender do processo
pregados, a mão de obra e os equipamentos, sendo licitatório, ou do tipo de contrato para construção
os tributos que incidem sobre a mão de obra idênti- (que possui 03 modalidades – Global / Taxa de ad-
cos aos incidentes sobre os materiais e equipamen- ministração / Custo Unitário) é possível apresentar
tos empregados. o BDI de duas formas, sendo a primeira aplicando
o percentual sobre todos os preços unitários do or-
( ) CORRETA ( ) INCORRETA çamento, e a segunda identificar e destacar o per-
centual de BDI aplicando a taxa diretamente sobre
Grau de Dificuldade o total do orçamento. Não é permitido mesclar os
dois métodos, por isso a assertiva não está correta.
Assertiva: INCORRETA. Os tributos incidentes em
insumos do tipo mão de obra são exclusivos. Pois 03. Questão
abarcam INSS, FGTS, INCRA, SEBRAE, SENAI, Risco de
Acidente do Trabalho (RAT), dentre outros. Enquanto (ANALISTA – COMPESA – FGV – 2014) Na construção de uma
os insumos do tipo material ou equipamento podem edificação, a etapa que permite a análise do que
sofrer a incidência de PIS/COFINS, IPI, ICMS, ISS, den- se projeta, buscando possíveis não conformidades,
tre outros. como a incompatibilidade do projeto, é denominada:

02. Questão ⒶⒶ Etapa de controle


ⒷⒷ Etapa de planejamento
(ANALISTA – MPU – CESPE – 2010) No orçamento de uma ⒸⒸ Etapa de execução
obra civil, o BDI representa os benefícios e despesas ⒹⒹ Etapa de entrega da obra
indiretas, sendo incluído como um percentual, apli- ⒺⒺ Etapa de orçamento
cado sobre todos os preços unitários do orçamento,
ou como uma verba geral, incluída ao final, ou, ain- Grau de Dificuldade
da, um misto dessas duas formas.
Alternativa A: CORRETA. A Etapa de controle per- Grau de Dificuldade
mite acompanhar as divergências entre as tarefas
que foram planejadas e executadas. De fato, as rea- Alternativa A: INCORRETA. A curva “S” inicia em
lizações de medições periódicas fornecem dados ritmo lento.
suficientes para a etapa de controle intervir, visando Alternativa B: INCORRETA. Com a execução de
corrigir desvios ocorridos e alcançar os resultados atividades simultâneas no decorrer do projeto, a
esperados. De forma análoga, a realização de aná- evolução fica mais acelerada, pois à medida que os
lise de projetos concomitantemente à execução do serviços são concluídos novas frentes de trabalho
projeto viabiliza a detecção de não conformidades são abertas.
ou incompatibilidade de projetos. Alternativa C: INCORRETA. A fase de acabamen-
Alternativa B: INCORRETA. A etapa de planeja- to é representativa para a curva “S”. No entanto sua
mento não consegue abarcar todas as variáveis a fim evolução é lenta, devido às restrições técnicas.
de impedir incompatibilidade de projeto. Inclusive, Alternativa D: CORRETA. Devido ao avanço do
existem intercorrências que são visíveis apenas du- projeto, diversas frentes de trabalho são abertas,
rante a etapa de execução. proporcionando a execução simultânea de diversos
Alternativa C: INCORRETA. A etapa de execução serviços. Por isso ocorre um “pico” de execução nas
é responsável por realizar as tarefas conforme de- fases intermediárias do projeto.
finição de projeto. A incompatibilidade do projeto só Alternativa E: INCORRETA. A curva “S” reflete
será apresentada, nesta fase, durante a execução da o que foi planejado para o projeto. Porém, não há
atividade. como avaliar se o planejamento é exageradamente
Alternativa D: INCORRETA. A etapa de entrega da célere. Há outros parâmetros que definem a celeri-
obra representa o resultado do projeto executado. dade do projeto, tais quais estimativas análogas ou
Não há possibilidade de avaliar incompatibilidade análise de projetos concluídos em relação ao proje-
dada a conclusão do projeto. to em estudo, considerando o mesmo padrão.
Alternativa E: INCORRETA. Durante a etapa de or-
çamento, não há como analisar incompatibilidades, 05. Questão
uma vez que o material fornecido geralmente é in-
completo e prematuro. (ENGENHEIRO CIVIL – SEDUC/AM – FGV – 2014) As atividades
para a realização de uma obra são listadas na tabela
04. Questão a seguir, que indica ainda a relação de precedência
e o tempo necessário para executá-las.
(ENGENHEIRO CIVIL – PREF. FLORIANÓPOLIS/SC – FGV – 2014) A
curva S é a representação gráfica da evolução física Atividade Duração (dias) Antecessora
e/ou financeira de um projeto e tem essa denomina- A 3 -
ção devido ao seu formato, que lembra a letra “S”. É B 4 A
formada pelo somatório acumulado físico ou finan-
C 3 A
ceiro do projeto em cada unidade de tempo. Sobre a
D 2 B
curva S, pode-se afirmar que:
E 3 D
ⒶⒶ Reflete um rápido crescimento inicial; F 4 C
ⒷⒷ Com a execução de atividades simultâneas no G 1 E, F
decorrer do projeto, a evolução fica mais lenta;
ⒸⒸ Reflete uma rápida evolução da fase de acaba- A primeira data de início (PDI) e a última data de tér-
mento; mino (UDT) da atividade F são, respectivamente:
ⒹⒹ Ocorre um “pico” de execução nas fases inter-
mediárias do projeto; ⒶⒶ 03 dias e 04 dias.
ⒺⒺ Reflete um planejamento exageradamente célere. ⒷⒷ 06 dias e 12 dias.

14 Construção Civil
ⒸⒸ 04 dias e 05 dias.
ⒹⒹ 03 dias e 12 dias.
ⒺⒺ 04 dias e 16 dias.

Grau de Dificuldade

Resolução:
Método do Diagrama de Precedências
(Precedence Diagramming Method) – PDM
Também conhecido como Atividade no Nó (Activity on Node – AON)
Os nós ou as caixas representam as atividades e as flechas representam as interdependências entre as
atividades.

TMC – também conhecido como término mais cedo, ⒺⒺ 1.250


considera as durações das atividades, conforme sua
interdependência entre as atividades, tendo como Grau de Dificuldade
premissa iniciar as atividades o mais cedo possível.
TMT – também conhecido por término mais tarde, Resolução:
considera a data limite para término da atividade. Volume da base: 18.000 m³. O quantitativo apresen-
Conforme diagrama acima, a atividade F possui pri- tado representa o volume geométrico. Isso significa
meira data de início (PDI/TMC) correspondente a 06 que foi considerado apenas o quantitativo de proje-
dias, enquanto a última data de término (UDT / TMT), to. Ocorre que, na prática, qualquer movimentação
correspondente a 12 dias. de solo impacta no grau de compactação ou adensa-
Resposta: Ⓑ mento do mesmo. Pois devido à movimentação das
partículas, o índice de vazios aumenta. Consequen-
06. Questão temente, o volume aumenta aparentemente, este
processo é conhecido como empolamento. Imagine
(ANALISTA – COMPESA – FGV – 2014) Um engenheiro quer es- que se será necessário transportar 18.000 m³ de solo
timar o número de viagens que caminhões de 20 m3 para executar a base, o montante sofrerá o empola-
devem realizar para executar a base de uma rodovia. mento, que na questão foi considerado 25% do vo-
Sabe-se que o volume total da base é de 18.000 m3, lume necessário. Sendo assim, 18.000 m³ x 25% cor-
o percentual de empolamento é de 25% e o Grau de respondente ao empolamento. Teremos um volume
Compactabilidade é de 0,90. Com base nas informa- de 4.500 m³ equivalente ao rearranjo das partículas,
ções acima, assinale a opção que indica o número de ocasionado pelo aumento do índice de vazios.
viagens utilizado para executar a base de uma rodovia. Volume total: 18.000 + 4.500 = 22.500 m³
Vale ressaltar que para a execução da base, será
ⒶⒶ 900 necessário compactar o solo transportado, logo o
ⒷⒷ 1.000 índice de vazios será reduzido e consequentemente
ⒸⒸ 800 o volume do material também será reduzido. A ques-
ⒹⒹ 1.300 tão indica que o Grau de Compactabilidade equivale

Monique Aspera, Paulo Oliveira e Verônica Fraga 15