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CORREAS, Oscar. Crítica da ideologia jurídica: ensaio sócio-semiológico.

Porto
Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor, 1995.

O QUE E COMO DIZ – ANÁLISE DO DISCURSO DO DIREITO – CRÍTICA DO


DIREITO.

(p. 17)

Sociologia e análise de discurso – por que esse discurso é assim e não de outro modo?
– qual o sentido desse discurso? – análise do referente do discurso (p. 17)

Crítica do direito – ideologia cujo uso reproduz a sociedade capitalista (p. 18).
Direito – discurso –que tem como-> referente -> as relações sociais (p. 20).

Objeto da crítica do direito -> sentido ideológico (quando aborda um referente) [!!!]
(p. 20).

Crítica do direito – mais uma disciplina dentro da análise de discurso [!!!] (p.25).
Textos – objetos culturais – produto do trabalho humano – transmissão de ideias e
pensamentos, de conteúdos de consciência, de ideologia [!!!*] (p. 27).

Signos: palavras e conjuntos de palavras (p. 28).

Ideias (conteúdos de consciência) –só podem se manifestar através de-> sistemas de


signos (linguagem) [!!!] (p. 28).

Código – princípio de inteligibilidade (p. 29).


Ideologia – qualquer conteúdo de consciência. Não há relação imediata com a verdade
[!!!] (p. 31).

Ideologias – conjunto de conteúdos de consciência. Ex: ideologia jurídica (p. 32).

“O discurso é formalização de ideologia” dentro de “um sistema formalizador como a


linguagem natural” [!!!] (p. 32).

Ideologia (conteúdo) não existe fora do discurso (forma) [!!!*] (p. 32-33).

Discursos: formalização das ideologias (p. 33).

Ideologia no uso corrente – contrário de ciência (sentido negativo), ou campo dos


valores (não pejorativo) [!!] (p. 34).

Falar de falsa consciência pressupõe a possibilidade de um discurso supostamente à


margem da política (p. 35).

“O uso de ‘ideologia’ será este: conteúdo de consciência” (p. 36).


Unidade ideológica, coerência semântica, adequação a regras.

“Distinguir um discurso jurídico de um não jurídico” –a partir de-> “um critério


semântico” (p. 39). Critério: sistemas significantes (p. 40).

Escolha subjetiva construída teoricamente, proporcionado pelo discurso da teoria


social aceita (p. 40-41).

“O tema de um sistema significativo é obtido de um modelo teórico descrito a partir


de uma teoria social previamente aceita” (p. 42).

Existência de “signos isolados que formam parte destes sistemas” (p. 42).

Denotado (p. 43).

Superestrutura deve ser chamada discurso. Construções de sentido que se erguem


sobre fenômenos empíricos [!!!] (p. 45).

Significado: palavra; Sentido: enunciado (p. 46).


Signo –é-algo-que-> para alguém –representa-ou-se-refere-a-> algo (p. 46).

Significado: ideia (conteúdo de consciência) (p. 46).

Referente: “parte do mundo exterior [construção cultural] sobre o qual o emissor do


signo acredita poder dizer algo” (p. 47).

Sentido –é-uma-palavra-que-significa-um conteúdo de consciência (p. 48-49).

Ideologia jurídica  sentido que os juristas conferem ao discurso do direito [!!!*] (p.
50).

Análise dos discursos jurídicos – investigação dos “discursos produzidos por aqueles
que falam do direito” – “Análise crítica da ideologia jurídica” – instrumentos
políticos, hegemonia, poder [!!!*1.3.2.] (p. 98).
Discurso jurídico: discursos não-do-direito-propriamente no texto + meta-discursos a
respeito do direito [!!] (p. 114).

O que os identifica é o mesmo referente (o direito) (p. 114).

Dentro deles, distinguem-se: a) as fundamentações; b) as exposições de motivos; c) as


explicações; d) discursos cotidianos (falas dos cidadãos comuns e funcionários não-
especializados sobre o direito, “opinando sobre sua interpretação” também); e) o uso
do direito (p. 114-115).

Ideologia jurídica – ideologia expressada no discurso jurídico – discurso que


acompanha o direito + discurso de quem fala do direito [!!!] (p. 118-119).

Busca de ideologias inconscientes [!!*1.3.3.] (p. 120).


Discursos acerca da ideologia jurídica: “discursos científicos sobre os discursos que
falam do direito”: “já não se trata de estabelecer quais são as normas ditadas, mas sim
de saber qual ou como é a ideologia produzida pelo jurista, pelo economista ou
qualquer outro falante cotidiano” [!!!*] – estudaremos a ideologia produzida pelos
agentes que defendem ou questionam a PEC 241, bem como a concepção de direitos
humanos implícita no discurso de cada um deles (p. 121).

“Ciências que se proponham o estudo da ideologia jurídica” [Crítica do direito] 


maior importância [compromisso] “para aqueles que sofrem [com] o poder” [!!] (p.
122-123).

Poder, [esconder] a ideologia criada, hegemonia, dominação, [senso comum]


[!!!*1.3.2.] (p. 123).

Para exercer a força, necessita-se de consenso. O ato de dar sentido deve ser eficaz
[!!*1.3.2.] (p. 123).
Estudo sobre o poder em uma dada sociedade – constituição do outro em subordinado
– adoção da ideologia do sujeito do poder [!!!*1.3.2.] (p. 123).

“O objetivo desta crítica [desde um ponto de vista externo] é a crítica da específica


maneira de exercer o poder através deste discursos [ideológicos do direito e
jurídicos]” (p. 140)