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Plano de trabalho para Estágio Profissional 1 2018-2

Aprendizagem pela literatura aritgo deleuze moby dick.


Hardt “Trabalho afetivo” -reencantamento do concreto
Lancetti puc 2010 – Cuidado e território no T afetivo

Clínica:
Artigo Rauter na Trágica

Elasticidade, Ferenczi: autoan-alise X estilo, empatia.

MARTINS, A. Pulsão de morte? Cap 3

Figueiredo, L. C. (2004). Revisitando as Clínicas. Da Epistemologia à Ética das Práticas


e Discursos Psicológicos. Petrópolis. Rio de Janeiro: Vozes.

Bezerra Junior, B. (2001). A Clínica e a Reabilitação Social. In: Pitta, A. (Org.). Rea-
bilitação Psicossocial no Brasil. São Paulo: Hucitec, p.137-142.
___________. “Prefácio: Tecendo a rede” In: Tecendo a rede: trajetórias da saúde
mental em São Paulo. São Paulo: Cabral Universitária, p.18, 1999. In: ROSA, M.
DEBIEUX. (2002). Uma Escuta psicanalítica das Vidas Secas. Revista de Psicanálise
Textura, São Paulo, no.2. Disponível em: www.revistatextura.com. Acesso em: 6 março
de 2007.

Práticas de saúde e assistência social:

Socioanálise: dialética dos grupos e instituições, burocracia e autogestão,

Análise Psicossocial e ética da desigualdade social


Clínica e Social
público para o privado
modos de relação de grupo: autonomia e coletivo
adaptação, interpessoal
transversalidade estratégias grupais de coletivização

caracterização dos fenômenos que produzem a eficácia das práticas grupais,

Oficinas terapêuticas:
Textos:
Beth, Rauter,
Lancetti, A. Para uma reformulação da ação Grupal (xerox Cl. Perip.)

Criação
“deleuze arte memória entre o caos e a recognição considerações sobre arte e criação
na”: diferentes tarefas criadoras que participam de um mesmo processo imanente
Saúde mental

ESTELITA-LINS, C. Clínica ampliada em saúde mental: cuidar e suposição de saber no


acompanhamento terapêutico
VER: Ver clínica ampliada puc: AT; adolescentes; autonomização

Clínica e política:
Racière:

De um lado, sofrimentos individuais, do outro, a demanda por uma ação política


responderia aos sofrimentos coletivos. A clínica é uma ação política à medida em que
se estabelece como modo de ação e relação micropolíticas1 que visa mudar,
transformar a condição das pessoas. Ela é uma atividade política de fabricação de

1
Micropolíticas no sentido que lhe atribuem Guattari e Rolnik (2005), posto que as atividades clínicas
ocupam um lugar pequeno nos jogos de poder, pequeno sem dúvidas, mas nem por isso inexpressivo ou
que deixe de ser estratégico.
outros modos de viver e se relacionar com o que compõe esta existência (GONDAR,
).
Ao passo em que entendemos a política como expressão de forças coletivas no
encontro e num regime de produção coextensiva com a vida – expressão dada na
partilha e nas formas de distribuição desigual das partes na sociedade onde as pessoas
vivem, como desdobramos na sequência a partir das ideias de Rancière (1996, 2005,
2009) – a separação entre política e clínica acaba por esvaziar ou subtrair as pessoas de
sua potência crítico-inventiva. Subsequentemente, como efeito desta separação, temos a
despolitização das praticas clínicas que decaem ao patamar da normalização enquanto
práticas políticas de conformação.
Como prática de intervenção e invenção de vida, a clínica não pode ser apolítica.
(ABREU & COIMBRA, 2005)

Guattari (1993) considera que no âmbito clínica – seja ela a da psicanálise, da


psicoterapia institucional ou das terapias familiares – a proposta de um paradigma de
criação estética é politicamente importante e significativa, pois se traduz em
contraposição aos paradigmas normalizadores definidos e representados pelo
cientificismo sistémico e estruturalista a partir do qual a psicologia e a clínica se
perfazem como políticas de normalização.
Focos parciais de subjetivação, que se dão na distribuição do sensível a cada relação
psicossocial, subjetivação política
espaço-temporal

Guattari na PUC. Cadernos de Subjetividade, São Paulo, v. 1, n. 1, p. 9-28, 1993.

Racismo:
Agamben aprenderam que há corpos
que podem ser retirados de circulação para servir a outros corpos privilegiados, o
que ele chamou de homo saccer, falta aos teóricos contemporâneos uma abordagem
desde os sentimentos desses corpos, nascidos para a assujeição. Ampliado desde o
pensamento da indissociação entre máquinas e fisiologias, através da elaboração
freudiana de Umheimlichkeit–heimisch poderemos nos instrumentar distintamente.
ABREU, A. M. R. M. & COIMBRA, C. M. B. Quando a clínica se encontra com a
política. In: MACIEL, A., KUPERMANN, D. e TEDESCO, S. (org.) Polifonias:
Clínica, Política e Criação. Rio de Janeiro: Contracapa, 2005.

GONDAR, J. A clínica como prática política. Lugar Comum Número 19, pp. 125-134
Esgotamento, micropol; a clínica como terra de ninguém, como não-lugar e espaço
transferencial de experimentações, combate (máquina de guerra) e acolhimento;
Antiprodução> criar novo;

Benevides de Barros, R. D. (2002). Clínica e Social: polaridades que se opõem/ comple-


mentam ou falsa dicotomia? In: Benevides de Barros, R.; Passos, E.; Rauter, C. Clínica
e política: subjetividade e violação dos direitos humanos (Orgs). Equipe Clínico-Grupal,
Grupo Tortura Nunca Mais. Rio de Janeiro: Instituto Franco Basaglia / Editora Te Corá,
p.123-139.

Pinheiro, N.; Vilhena, J. (2007). De paciente a sujeito: a difícil passagem do público


para o privado. Reflexões sobre o atendimento psicanalítico em ambientes hospitalares.
In: Revista Vivências. Rio Grande do Norte: UFRN, p.89-99.

Sawaia, B. (Org.). (1999). As Artimanhas da Exclusão. Análise Psicossocial e ética da


desigualdade social. Petrópolis. Rio de Janeiro: Vozes.

VILHENA, J. A violência da cor. Sobre racismo, alteridade e intolerância. In. Revista


Psicologia Política. FAFICH, UFMG, vol.6, n. 12, 2007. Disponível: http://www.fafi-
ch.ufmg.br/%7Epsicopol/seer/ojs/viewarticle.php?id=7. Acesso em: 30 jun. 2007.