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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM

SISTEMAS DE BOMBEAMENTO
Equipe: Antonio Daniel Miguel dos Santos
Chrythyane Thammyres de Morais Santiago
Davi Fernandes Ananias da Rocha
Gilmar Nunes dos Santos Costa

Profª: Janaína Barbosa Almada


Disciplina: Eficiência Energética
SUMÁRIO
PARTE I - PLANO DE AÇÃO
1. CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA E INSTALAÇÃO

2. IDENTIFICAÇÃO E SELEÇÃO DAS OPORTUNIDADES DE


MELHORIA

PARTE II – MELHORIA DE EFICIÊNCIA


3. OPORTUNIDADES NO USO FINAL DA ÁGUA

4. OPORTUNIDADES NO BOMBEAMENTO DA ÁGUA


PARTE I
PLANO DE AÇÃO
1.1 CARACTERIZAÇÃO DO SISTEMA E DA
INSTALAÇÃO
Os componentes de um sistema de bombeamento são:
 Captação/bombeamento;

 Tratamento;

 Armazenagem;

 Distribuição;

 E uso final.
1.2 CONHECIMENTO DE UM SISTEMA DE
BOMBEAMENTO GENÉRICO
 A Figura 1 apresenta um croqui de um sistema típico
de bombeamento de água, com seus principais
componentes.

Figura 1 - Sistema de abastecimento de água e seus componentes


1.2 SISTEMA DE CAPTAÇÃO
 Consiste de obras civis que direcionam a água para o
sistema de bombeamento.
 Não consome energia após sua conclusão, mas,
devido à sua posição (elevação) e características,
pode afetar o consumo do sistema.
1.3 SISTEMA DE BOMBEAMENTO
 É o sistema responsável pela maior parte do
consumo de energia de todo o sistema de
abastecimento de água.
 Pode localizar-se ao longo de todo o sistema, com o
fim de bombear água bruta ou água tratada.
1.4 SISTEMA DE TRATAMENTO
 Nele estão localizados sistemas de mistura, limpeza,
laboratórios e instalações administrativas que
possuem equipamentos, de consumo de energia.
 Além desses equipamentos as bombas de água tratada
podem estar localizadas nesse sistema.
1.5 SISTEMA DE ARMAZENAGEM

 Conforme seu dimensionamento, auxilia na redução


do consumo de energia em horários cujo consumo
seja mais caro (horário de ponta); isto é, reduz o custo
total da energia.
1.6 SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO

 Enfim, interliga unidades da empresa, sem incluir as


redes que abastecem os consumidores finais.

 Não envolve consumo de energia, mas seu


acabamento interno, posicionamento,
comprimento, diâmetro e obstruções presentes
influem decisivamente no dimensionamento dos
sistemas de bombeamento.
1.7 USO FINAL

 É o ponto final do sistema de abastecimento, sobre o


qual a empresa de abastecimento não tem controle.
 É exatamente sua demanda por água que determina
o dimensionamento de todo o sistema de
abastecimento e o consumo de energia.
1.8 BALANÇO TÍPICO DE ENERGIA

 Identificação das perdas;


 Reconhecer as oportunidades e selecionar e
implementar ações de melhorias da eficiência.

Não foram
consideradas
as perdas
comerciais
provenientes
de erros de
medição,
fraudes, etc.

Figura 2 - Diagrama de balanço de energia com as perdas do sistema


1.9 CONHECIMENTO DO SISTEMA DE
BOMBEAMENTO ESPECÍFICO DA SUA
EMPRESA

CARACTERIZAR UM SISTEMA DE
BOMBEAMENTO ESPECÍFICO:
 Elaborar um diagrama de blocos das instalações da
planta ou dos processos industriais, indicando o fluxo
da água.
 Indicar a localização de seus componentes e as
condições operacionais nominais ou de projeto
(elevações/alturas, pressões, vazões).
2. OPORTUNIDADES PARA MELHORAR UM
SISTEMA DE BOMBEAMENTO GENÉRICO

 Reduzir as perdas por vazamento;


2. OPORTUNIDADES PARA MELHORAR UM
SISTEMA DE BOMBEAMENTO GENÉRICO
 Reduzir o desperdício de água;
2. OPORTUNIDADES PARA MELHORAR UM
SISTEMA DE BOMBEAMENTO GENÉRICO

 Reduzir a altura manométrica;


2. OPORTUNIDADES PARA MELHORAR UM
SISTEMA DE BOMBEAMENTO GENÉRICO

 Reduzir a perda de carga pelo aumento do diâmetro da

tubulação;

 Melhorar a rugosidade e reduzir a perda de carga;

 Se do ponto de vista hidráulico é vantajoso obter maior

vazão em função de uma menor perda de carga, do ponto


de vista energético devem-se observar as características
do equipamento, que pode não estar mais nas
proximidades do ponto de melhor rendimento.
2. OPORTUNIDADES PARA MELHORAR UM
SISTEMA DE BOMBEAMENTO GENÉRICO

 Deslocar o consumo de energia do horário de ponta;

 Usar reservatórios de jusante e abastecimento em marcha;

 Reduzir vazamentos;

 Melhorar o rendimento da bomba;

 Melhorar o rendimento do motor;

 Reduzir a vazão recalcada;

 Reduzir pela variação da velocidade;


2. OPORTUNIDADES PARA MELHORAR UM
SISTEMA DE BOMBEAMENTO GENÉRICO

 Eliminar os problemas de cavitação;

 Promover a automação;

 Fazer a adequação do contrato de energia;

 Reduzir o consumo próprio de água.


2.1 OPORTUNIDADES PARA MELHORAR UM
SISTEMA ESPECÍFICO DE UMA EMPRESA

 Benchmark;

 Estabelecer metas;

 Identificar pontos de melhoria;

 Estabelecer ações;

 Analisar custo/beneficio;

 Listar prioridades.
PARTE II
MELHORIA DE EFICIÊNCIA
3.1 EFICIÊNCIA DE BOMBEAMENTO
DIMINUIR
 .Q. HTM
P e C  P.t
b . M
AUMENTAR
P  Potência absorvida pela rede elétrica
  Peso específico
Q  Vazão bombeada
HTM  Altura manométrica total
b  Rendimento da bomba
 M  Rendimento do motor elétrico
C  Consumo de energia
t  Tempo
Bomba hidráulica
3.1 EFICIÊNCIA DE BOMBEAMENTO

 .Q. HTM
P e C  P.t
b . M
 O gerenciamento da utilização dos equipamentos

quanto à horário de operação;

 Demandar menor tempo para realizar uma tarefa.


3.2 MELHORIA DO RENDIMENTO DA BOMBA

O rendimento da bomba está diretamente relacionado ao ponto de


operação, logo, o dimensionamento do sistema assim como a
escolha da mesma podem oferecer condições mais eficientes.
3.2 MELHORIA DO RENDIMENTO DA BOMBA

FONTE: PROCEL
3.3 CRITÉRIOS PARA ESCOLHA DE
EQUIPAMENTO

 Finalidade do bombeamento

 Qualidade da água que se quer recalcar

 Altura e vazão vão indicar o tipo de


bomba
 Curvas características

 Outros...(manutenção, suporte
técnico....)

OBS: A utilização de softwares


específicos são interessantes para auxilio
ao projetista. (FLYPS, FLYGT...)
3.4 RENDIMENTO DO MOTOR
Afeta o rendimento
 Motor sub ou sobredimensionado;

 Motor adequado para a aplicação desejada;

 Motores de alto rendimento podem ser interessantes

para aplicações de longo prazo;


3.4 ESTUDO DE CASO

 Potência superior em 5,7%;


 Vazão superior em 25%;

Consumo específico [ kwh/m3 ]

Economia de energia de 15% após a mudança do ponto de operação!!!


3.5 REDUÇÃO DO PESO ESPECÍFICO

 Optar por bombeamentos de menor potência com água

resíduos, deixando as maiores elevações para a água


tratada.
3.6 REDUÇÃO DA VAZÃO RECALCADA

 Procurar a melhor setorização possível;

 Evitar bombeamentos desnecessários.


3.7 REDUÇÃO PELA VARIAÇÂO DA
VELOCIDADE
 Utiliza-se a variação da rotação para compensar a

variação do ponto de funcionamento com a variação da


curva da bomba, de modo a que este ponto esteja
sempre o mais próximo possível do PMR da bomba;

Variação da rotação de uma bomba centrífuga com a variação de sua


curva característica
3.8 ELIMINANDO PROBLEMAS DE
CAVITAÇÃO

 Os principais problemas da cavitação são: barulho,


vibração excessiva do conjunto motobomba, alteração das
curvas características e danificação do material;
 Evita-se a Cavitação fazendo com que o NPSH disponível
pela instalação seja superior ao NPSH requerido pela
bomba;
 Diminuição da altura de sucção e minimização de perdas de
cargas.
3.9 IDENTIFICAÇÃO DE
OPORTUNIDADES

 Determinar parâmetros chaves na operação do sistema;

 Otimização da vazão e altura manométrica;

 Compatibilizar o tempo de funcionamento de acordo

com o sistema tarifário a que a empresa esteja sujeito.


REFERÊNCIAS

 MONACHESI, Marcelo G.; Eficiência Energética em Sistemas de

Bombeamento, Manual Prático. Universidade Federal de Itajubá.

 SANTOS, J. P; Sistemas de Bombeamento. 2008.