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Nome.

: Raul da Cunha Guimarães


Curso Contabilidade Nocturno, Nº 3412

CASO PRATICO ÉTICA MORAL EFE 15

1-O que significa ser ético e ser moral no trabalho e nas


organizações?

Ser ético e moral no trabalho e nas organizações está intimamente ligado ao uso da
verdade e da justiça. Será por tanto o conjunto de comportamentos e tomada de
decisões que, por exemplo, um gestor aplica perante uma multiplicidade de
alternativas, comportamentos correctos aplicados, atitudes e posições morais, em
prol de uma equipa, em prol de variados interesses e não em seu próprio interesse.

2- Identifique comportamentos éticos e não éticos em contexto de


trabalho?

Comportamentos éticos:
a- gestores que se preocupam em defender atitudes responsáveis no âmbito
social junto da sociedade e dos seus funcionários, e no âmbito ecológico
despromovendo a poluição.
b- Publicidade verdadeira, e não enganosa, desenvolvendo produtos com
qualidade e publicitando as características implícitas do produto e não
valorizando características que não são reais.
c- Concorrência leal, para evitar desvirtuamento do comércio
d- Competição salutar entre funcionários.

Comportamentos não éticos:


a- uso de posições institucionais elevadas em proveito próprio por parte de
gestores.
b- prejuízos que organizações provoquem no ambiente social e natural da
empresa: mau tratamento dos funcionários, falta de respeito pelos seus
directos, sofrimentos impostos; poluição dos rios, etc.

3- Em que bases alicerça a conotação de um determinado acto,


numa organização, como ética e não ética?

Para responder a uma pergunta como esta será necessário antes de mais fazer uma
breve definição de ética. Esta define-se como sendo uma disciplina do
conhecimento acerca daquilo que é certo e errado, dever moral ou obrigação. Ou
seja, distingue o que é bom e do mau. A ética para cada indivíduo está
directamente relacionada com as convicções de cada um, daquilo que é bom ou
mau, certo e errado, moral e imoral. A ética é por tanto o assumir determinado
comportamento em virtude do conjunto de convicções que têm por base as fontes
de inspiração da vivência de cada um, tais como a religião, a familia, os amigos,
enfim os modelos a seguir. A ética será pois o “auscultar” a voz interior do sujeito
que a aplica, a decisão que toma para cada situação.
Transportando estes conceitos para a questão enunciada, as bases que permitem
conotar dentro de uma organização se um determinado acto é ou não ético estarão
ligadas às decisões que sujeitos com posições elevadas tomem em consciência ou
não: um acto pouco ético quando um gestor sabendo que o lançamento para rios de
lixos tóxicos provoca a poluição não o evita (este será um acto não ético de tipo II,
ou seja , falta de ética mesmo tendo consciência do erro); um acto pouco ético será
igualmente toda aquela acção que apesar de ser errada aos olhos da maior parte
das pessoas, o mesmo não acontece com o sujeito que o pratica pois toda a vida foi
educado e inspirado nesse sentido (como sendo o caso do protagonista da
telenovela brasileira da SIC “Duas Caras”, logo sem consciência clara de que está
verdadeiramente a errar, logo uma falta ética de tipo I).
Um acto muito ético dentro das empresas será quando um gestor investe nos seus
funcionários, através da formação contínua, da valorização de cada um.
4- Algumas pessoas defendem o argumento segundo o qual
“negocio é negocio, ética é ética”. Ou seja, consideram que a ética
e os negócios são campos distintos – sendo justificável contornar
determinados princípios éticos em prol dos negócios. Como
interpreta esta argumentação? Justifique.

Efectivamente ainda existem nas empresas e organizações quem proclame que


negócio é negócio, ética é ética. Esta postura a pesar de actual tende a
desaparecer, cada vez a competitividade é mais marcante, a oferta é maior, a
curto prazo o que não tem valor tende a perder quota nos mercados. A falta de
aplicação de princípios éticos pelo uso de publicidade enganosa, pelo mau trato de
funcionários e sua pouca valorização e formação não permitirá a curto/médio prazo
o crescimento das empresas.
Hoje em dia muitos gestores entendem que a aplicação da ética no trabalho é uma
mais valia, permite mais cedo ou mais tarde ganhar vantagem competitiva, através
da boa imagem em termos éticos que os consumidores, os trabalhadores e publico
em geral tenham da empresa. O estabelecimento de códigos de conduta permitem
igualmente que a ética saia vitoriosa, pois desta forma os membros das
organizações poderão seguir todos as mesmas regras internas.
A aplicação de regras comportamentais, com direitos e deveres bem delimitados,
de linhas orientativas, permite a elevação de quem tem real valor, as empresas
éticas são as empresas de futuro, as únicas a entender as reais necessidades dos
mercados, a únicas a acreditar que os seus membros devem estar satisfeitos e
desenvolver diariamente as suas capacidades intelectuais para aplicação dos seus
conhecimentos e capacidades na evolução das empresas aonde trabalham.

THE END

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