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Em um modelo de dotação relativa de fatores em que os fatores modelados sejam o trabalho

qualificado e o não qualificado, o aumento salarial provocado por uma intensa demanda relativa por
trabalho não qualificado e associado a baixos níveis de produtividade poderia explicar a chamada
armadilha da renda média em países relativamente abundantes em trabalho não qualificado.
"a armadilha da renda média é o risco de que um país, depois de transitar de níveis baixos de renda para
níveis médios, não consiga manter o ritmo e ascender aos patamares de países desenvolvidos. Há coisas
em comum em todos os casos de transição de renda baixa para a renda média: a transferência de pessoas
de atividades de subsistências para atividades modernas, em geral nas cidades, grandes aumentos na
produtividade total, até porque os trabalhadores não precisam ganhar muita escolaridade, usasse
tecnologias existentes, etc. e tal."
Segundo o modelo neoclássico de Solow, o nível de capital no estado estacionário é obtido pela
intersecção da curva de investimento bruto com a linha reta que representa a depreciação efetiva para
o capital. No modelo de crescimento de Solow, a economia alcança o denominado estado estacionário
(steady state) quando a depreciação do estoque de capital por trabalhador iguala o investimento por
trabalhador.
Explicar os determinantes do crescimento de uma economia é um dos principais desafios enfrentados
pela ciência econômica. Nesse sentido, a taxa de poupança é importante na determinação do nível de
renda e da taxa de crescimento de curto prazo , porém, no modelo de Solow, a taxa de poupança não
influencia a taxa de crescimento em longo prazo. No longo prazo, a taxa de crescimento será
considerada apenas pela taxa de crescimento tecnológico, ou seja, a economia só apresentará crescimento
sustentável se for capaz de se tornar mais produtiva. Somente o progresso tecnológico, que permite
sucessivos deslocamentos da função de produção para cima, pode explicar o crescimento da renda
real per capita da sociedade. Portanto, a taxa de poupança não influencia no crescimento da economia no
longo prazo, SOMENTE A CURTO PRAZO.
Os modelos de crescimento econômico com capital humano podem orientar a atuação política em
duas frentes: a formação de capital físico e a acumulação de capital humano. Com o intuito de atingir
um crescimento sustentado, a coordenação dessas ações deve assegurar que a taxa de crescimento da
força de trabalho acrescida da melhoria da produtividade oriunda do treinamento da população seja
superior à taxa de crescimento do estoque de capital.
Resposta: Questão maldosa que versa sobre Teoria do Crescimento Endógeno (assunto de Mestrado em
Economia).
O senhor Daniel Klug errou a mão ao formular esta questão.
Prolegômenos: O modelo do Crescimento de Solow é o mais conhecido de nós concurseiros. Ele
equaciona o produto da poupança e do nível de renda e a taxa de depreciação com a quantidade de capital
em uma Economia.
Pois bem. O modelo de Solow não considera o nível de conhecimento de capital humano na Economia.
Para o ganhador do Prêmio Nobel de 1987, este é uma variável exógena.
Posteriormente, Paul Romer (1986, 1989) e Mankiw et Alli (1990) adicionaram Capital Humano ao
modelo. Não irei entrar em divagações, pois isto é um assunto muito avançado até pra quem é
Economista. Tenham em mente que deve ser uma equação (igualdade, não desigualdade como aponta a
questão).
A recessão vivida pelo Brasil nos últimos anos tem provocado aumentos na taxa de desemprego,
especialmente entre os jovens. Uma das consequências é a afetação na qualidade das ocupações,
pois o imperativo de renda ou mesmo de participação social pode induzir o trabalhador a aceitar
postos de trabalho de baixa qualidade, isto é, à margem da legislação ou de baixa produtividade.

Os desequilíbrios regionais são efeitos do crescimento e da distribuição de renda desiguais.


Enquanto a economia brasileira estava voltada basicamente às exportações, a distribuição regional da
renda era determinada pelo tipo de produto primário exportado. Com a produção internalizada, as
taxas de crescimento e distribuição regional desiguais tenderam a diminuir , em razão principalmente
da descentralização de investimentos em infraestrutura realizados pelos diversos governos durante a
industrialização e urbanização do país.
A agricultura brasileira é constituída pelo setor do agronegócio, caracterizado pelas grandes
propriedades e principalmente produtoras de commodities de exportação, e a agricultura familiar,
responsável, em maior escala, pela oferta de bens agrícolas para o consumo interno. Em 2017, a taxa
de inflação brasileira ficou abaixo do piso da meta, principalmente em razão da boa safra agrícola,
que foi beneficiada pela sensível redução nos preços das commodities nos mercados internacionais.
O Brasil tinha indústrias tradicionais no começo do século XX, as quais, dado seu baixo nível de
produtividade, eram insuficientes para dar à atividade interna um dinamismo próprio, motivando o
modelo de desenvolvimento então vigente como “voltado para fora”.
Pela teoria dos transbordamentos e dos choques adversos, a indústria resulta de comportamentos de
defesa ao café e restrições que lentamente alteram o eixo dinâmico. Logo, o desenvolvimento industrial é
que é puxado pela dinâmica exportadora. E isso independe se são industrias no começo do século XX ou
mais próximas aos anos 40. Mas, grande parte das indústrias existentes no período estavam, sim, ligadas à
estrutura exportadora. Forneciam, em grande parte, os insumos para que a venda lá fora existisse. Isso
significa que foram fatores que “motivaram” a manutenção da postura agrário exportadora.
O Arranjo Contingente de Reservas (CRA) e o Novo Banco de Desenvolvimento constituem passos
importantes na criação de uma arquitetura financeira conjunta do BRICS. Com função similar à do
Fundo Monetário Internacional, o CRA pretende complementar a rede global de proteção
financeira, ajudando a prevenir pressões de curto prazo, reais ou potenciais, sobre o balanço de
pagamentos dos países do grupo. Para isso, cada país contribuirá, inicialmente, com um quinto do
total de recursos (US$ 100 bilhões) comprometidos . A participação não é a mesma no CRA para todos
os países dos BRICS. Não faria sentido, se estamos trabalhando com economias que não possuem as
mesmas capacidades.

DECRETO 8.702/2016 : Promulga o Tratado para o Estabelecimento do Arranjo Contingente de


Reservas dos BRICS, de 15 de julho de 2014.
Artigo 2 - Montante e Compromissos Individuais
a. O total de recursos comprometidos inicialmente ao ACR será de cem bilhões de dólares dos
Estados Unidos da América (US$ 100 bilhões), com os seguintes compromissos individuais:
i.China – US$ 41 bilhões
ii.Brasil – US$ 18 bilhões
iii.Rússia – US$ 18 bilhões
iv.Índia – US$ 18 bilhões
v.África do Sul – US$ 5 bilhões
A criação do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e do Banco Asiático de Investimento em
Infraestrutura (AIIB) liderado pela China circunscreve-se a contexto no qual o papel dos bancos de
desenvolvimento voltou ao debate, seja por sua atuação anticíclica em momentos de crise, seja pela
função que exercem como canalizadores de recursos (públicos e privados) para financiamento de
projetos de longo prazo. Nessa direção, os mandatos do NDB e do AIIB vão ao encontro dos
compromissos assumidos pelo G20 em 2016 com a Agenda 2030 do Desenvolvimento Sustentável.

Para Robert Solow, no longo prazo, apenas a tecnologia é capaz de aumentar a taxa de crescimento. A
poupança é, por sua vez, eficiente apenas no curto prazo, já que, devido aos rendimentos marginais
decrescentes, tal aumento vai sendo "consumido" pelo crescimento populacional, até o ponto em que ele
se torna nulo.

Uma das consequências do modelo de Solow é a sua rejeição de convergência de níveis de renda
para todos os países. Tal conclusão é uma implicação da hipótese de retornos marginais
DEcrescentes do modelo. A convergência entre os níveis de renda torna-se possível exatamente
por causa dos retornos marginais descrescentes do modelo, e não RETORNOS CRESCENTES. Ou seja,
caso injete-se capital em ambos os países, um com elevado estoque e outro, com baixo estoque, tal capital
tende a aumentar o produto de forma mais substancial naquele com menos estoque de capital. Assim
sendo, a hipótese de convergência pode ser atendida.

Pelo modelo de Solow a poupança é igual ao investimento e apenas pode ser utilizada como fator de
crescimento até o ponto estacionário. No ponto estacionário (ponto de equilíbrio geral para esse modelo)
o que explica o crescimento são flutuações tecnológicas, educacionais e populacionais. E não mais o
investimento. Logo, ter alta taxa de poupança não significa expandir a renda a partir de certo ponto. A
poupança tem efeito sim no crescimento de longo prazo, porém, não de forma permanente. O modelo de
Solow apenas se refere ao longo prazo, portanto, veja que a poupança explica o crescimento de longo
prazo até o ponto estacionário. Isso é fundamental. Não se pode desprezar a importância da formação de
poupança para o crescimento de longo prazo do país.

A redução da participação do setor industrial na economia brasileira nos últimos anos pode estar
relacionada com a situação conhecida como doença holandesa, em que a abundância de recursos
naturais ou o bom desempenho de commodities leva a uma valorização cambial, prejudicando a
competitividade industrial.
Com as exportações de commodities, mais dólares entram no Brasil e, teoricamente pelo menos, isso
valoriza a moeda nacional. Com a moeda valorizada, os importados ficam mais baratos, o que prejudica a
indústria nacional. É essa a relação descrita no modelo da doença holandesa (dutch disease) e que alguns
especialistas apontam estar ocorrendo no Brasil (atente-se ao "pode estar" no enunciado da questão). A
“doença holandesa” é um movimento de mudança de eixo dinâmico que altera a estrutura de
investimentos de um país de produção de valor mais elevado para outras mais básicas ou primárias. Isso
ocorre, quando o cenário fica mais convidativo para que produções primárias (ligadas à exportação, na
maior parte das vezes) sejam levadas a termo. Sem dúvida, valorização cambial e preço internacional são
fatores importantes para essa mudança de eixo.
A política de desonerações tributárias, como estratégia de estímulo à economia em resposta aos
efeitos da crise financeira internacional de 2008, marcou o primeiro mandato da ex-presidenta Dilma
Rousseff, tendo impactado negativamente os resultados primários, principalmente com o
arrefecimento do crescimento econômico.
O controle do processo inflacionário, a redução dos desequilíbrios das contas internas e externas, as
políticas sociais de diminuição da desigualdade e da pobreza e o aprofundamento das reformas
previdenciária e tributária foram medidas adotadas nos governos do período de 1995 a 2006.
A redução da pobreza pode ser explicada em razão da elevação das rendas provenientes do trabalho e
das transferências governamentais.
A desigualdade regional ou espacial da renda no Brasil pode ser explicada, entre outros fatores, pela
concentração industrial.
O sistema geral de preferências (SGP) é um acordo estabelecido pela Câmara de Comércio
Internacional (CCI) para que países desenvolvidos comprem produtos e serviços de países
subdesenvolvidos sem incidência de imposto de importação.

Os países desenvolvidos, membros da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico


(OCDE), por meio de acordo aprovado em outubro de 1970 pela Junta de Comércio e Desenvolvimento
da UNCTAD, estabeleceram o Sistema Geral de Preferências (SGP), mediante o qual concedem redução
parcial ou total do imposto de importação incidente sobre determinados produtos, quando originários e
procedentes de países em desenvolvimento (benefício do SGP).
A concessão de crédito subsidiado para a indústria por meio do Programa de Sustentação do
Investimento, operado com repasses do BNDES, representa exemplo de política monetária
expansionista , por ampliar os agregados monetários. Política fiscal expansionista!
Os subsídios são como impostos negativos.
A presença de superávits primários recorrentes é condição insuficiente para garantir a
sustentabilidade do endividamento público.
O aumento no número de vagas formais no mercado de trabalho e o aumento do salário mínimo
tiveram como consequências, de 2001 a 2009, REDUÇÃO da concentração da renda e REDUÇÃO
do índice de Gini.

Os fatores mais atuantes no declínio da desigualdade de renda no Brasil incluem a redução da


desigualdade no mercado de trabalho — com aumento do salário real —, a redução da segmentação
regional — em termos do tamanho do município e entre setores urbanos e rurais —, e as
transferências governamentais — realizadas para diminuir a intensidade da pobreza.
A distribuição pessoal da renda pode ser expressa pelo índice de Gini ou pelo indicador Rio+40:
razão entre a média das rendas dos 10% mais ricos e a média das rendas dos 40% mais pobres. Este
último indicador, por construção, apresenta grande sensibilidade a variações no centro da
distribuição, enquanto o índice de Gini é mais sensível a variações nas caudas da distribuição. O
índice de Gini varia de 0 a 1 e quanto mais próximo da unidade estiver, menor será a concentração
de renda.

Os conceitos de exclusão e de inclusão social são definidos por meio da forma como os benefícios
do desenvolvimento econômico são distribuídos entre a população.
As carências cumulativas ocorrem quando as pessoas apresentam duas ou mais características que
levam à discriminação social.

A política de desenvolvimento industrial no Japão pós-guerra baseou-se em uma estratégia


protecionista e contou com a intervenção direta do governo.

A taxa de desemprego reportada pela pesquisa nacional por amostra de domicílios (PNAD) contínua,
calculada com o último dado mensal sobre a força de trabalho, apresenta maior abrangência
geográfica em relação à pesquisa mensal de emprego (PME).
O PNAD de fato tem maior abrangência demográfica. O erro está em dizer que usa o último dado mensal.
A PNAD contínua usa dados trimestrais.

Uma das principais diferenças entre a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) e a Pesquisa Nacional por
Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-Contínua) — pesquisas periódicas sobre mercado de trabalho
no Brasil realizadas pelo IBGE — reside no fato de a PNAD-Contínua ser mais abrangente do ponto de
vista geográfico que a PME.
O índice de Gini mede o grau de desigualdade na distribuição da renda domiciliar per capita entre os
indivíduos. O valor desse índice varia de zero, quando não há desigualdade, até um, quando a
desigualdade for máxima.
Entre os mais conhecidos obstáculos ao desenvolvimento do Brasil, incluem-se o estado precário de
rodovias, a incapacidade dos portos em dar vazão à demanda, a fragilidade da malha ferroviária e os
problemas comuns em aeroportos.
O fato de que a elasticidade renda dos produtos importados pelos países em desenvolvimento tende a
ser elevada contradiz os modelos que enfatizam a deterioração dos termos de troca desses países e a
substituição de importações. Alta elasticidade renda de bens importados somente significa que um
aumento da renda faz com que o consumo dos bens importados aumente muito, mas nada indica sobre os
termos de troca.
Na visão de Presbisch, a taxa de crescimento econômico dos países periféricos é limitada pelas altas
elasticidades renda, que caracterizam a demanda de exportações de produtos primários, os quais
constituem a base das vendas externas desses países.
é limitada pelas BAIXAS elasticidades renda.
Quer dizer que mesmo com uma renda maior não se consome mais do produto.
Ex: arroz, feijão, café...
Mesmo você tendo um aumento de salário, você não vai consumir muito mais arroz do que consumia
antes.
Há um limite, um ponto de saturação.

O desenvolvimento sustentável pode ser definido como aquele que atende às necessidades do
presente sem sacrificar a possibilidade de atendimento das necessidades futuras.
Em uma economia schumpeteriana sem desenvolvimento, é fundamental o surgimento de
EMPREENDEDORES.

Segundo a abordagem neoclássica, a renda gerada pelo crescimento econômico é distribuída entre os
fatores de produção com base em suas produtividades marginais, não havendo, portanto, conflito
distributivo.
O crescimento é condição necessária, mas não suficiente, para o desenvolvimento econômico.
O índice de desenvolvimento humano ( IDH) é uma medida de bem-estar mais ampla que a
renda per capita. O IDH não possui informações sobre a renda por indivíduo, mas considera outras
variáveis, tais como distribuição da renda, escolaridade e mortalidade infantil.

O Renda, por meio do PIB PPC (Paridade do Poder de Compra) per capita; O Educação, por meio de
índice de anos médios de estudo dos adultos e índice de anos esperados de escolaridade para uma criança
na idade em que ela entra na escola. O Saúde, por meio da expectativa de vida ao nascer.

O IDH surgiu no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para classificar os
países pelo grau de desenvolvimento humano. O IDH, atualmente, contempla três dimensões: vida
longa e saudável, acesso ao conhecimento e padrão de vida decente.

Essa concorrência tem como característica a diferenciação dos bens/serviços por parte dos agentes,
gerando a obtenção de lucros de monopólio, ainda que temporários. Todas as assertivas representam
inovação e certamente trabalham com a diferenciação, com exceção da alternativa 'd'.

A concorrência schumpeteriana caracteriza-se pela busca permanente pela diferenciação por parte
das empresas, com vistas à obtenção de vantagens competitivas que proporcionem lucros de
monopólio.
A dificuldade na questão está no termo monopólio. Mas o que caracteriza Schumpeter é a ideia dos ciclos.
Nisso daí cabe "tudo", ou seja, Schumpeter é a favor do desenvolvimento e da liberdade econômica, mas
acredita que o fato de o capitalismo proporcionar o nascimento de grandes corporações é seguido sempre
por nova concorrência e nova empresa de monopólio e esse ciclo é possível, em virtude do
desenvolvimento tecnológico.