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Legislação Penal Especial – Teoria e exercícios comentados Polícia Rodoviária Federal Aula 00 - Aula

Legislação Penal Especial Teoria e exercícios comentados Polícia Rodoviária Federal

Aula 00 - Aula Demonstrativa Prof. Leandro Igrejas

Aula 00

Legislação Penal Especial

Aula Demonstrativa Apresentação e uso de documento de identificação pessoal (Lei n.º 5.553/1968).

Professor: Leandro Igrejas

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pessoal (Lei n.º 5.553/1968). Professor: Leandro Igrejas www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 1
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Aula 00 Aula Demonstrativa

Tópicos da Aula

Introdução

3

Lei nº 5.553/1968 - documento de identificação pessoal

6

Resumo esquemático

12

Revisão

13

Questões de concursos anteriores

13

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2

12 Revisão 13 Questões de concursos anteriores 13 www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 2
Introdução Legislação Penal Especial – Teoria e exercícios comentados Polícia Rodoviária Federal Aula 00 -

Introdução

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Olá, tudo bem?

Será um prazer ajudá-lo(a) a ser aprovado(a) no concurso da Polícia Rodoviária Federal.

Meu nome é Leandro Igrejas e minha graduação em Direito foi pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Já fui oficial da Marinha, formado pela Escola Naval (1º colocado), e também Analista Judiciário do TRE/RJ (concurso de 2007, 5º colocado). Atualmente, ocupo um cargo de Analista da Superintendência de Seguros Privados SUSEP (concurso de 2010, 1º colocado).

Nosso curso de Legislação Especial está estruturado em 14 aulas, (compostas de teoria e exercícios), e abrangerá todo o conteúdo programático do último concurso da PRF (2013), de acordo com o cronograma abaixo.

É importante que você saiba que essa é uma programação inicial, cujas datas poderão ser ajustadas quando o edital do concurso for publicado.

Aula

Conteúdo Programático

Data

 

Introdução e organização do estudo. Lei n.º 5.553/1968 -

 

00

Apresentação e uso de documento de identificação pessoal.

Hoje!

01

Lei n.º 4.898/1965 - O direito de representação e o processo de responsabilidade administrativa, civil e penal, nos casos de abuso de autoridade.

16/03

 

Lei nº 7.716/1989 e alterações - Crimes resultantes de

 

02

preconceitos de raça ou de cor.

23/03

03

Lei n.º 10.741/2003 e alterações - Estatuto do Idoso.

30/03

 

Lei n.º 11.340/2006 - Maria da Penha violência doméstica e

 

04

familiar contra a mulher.

06/04

05

Lei n.º 12.850/2013 e alterações - Crime Organizado.

13/04

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Lei n.º 12.850/2013 e alterações - Crime Organizado. 13/04 www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 3
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06

Lei n.º 10.826/2003 e alterações - Estatuto do Desarmamento.

20/04

07

Lei n.º 9.455/1997 - Definição dos crimes de tortura.

27/04

08

Lei n.º 8.069/1990 - Estatuto da Criança e do Adolescente, Título II, Capítulos I e II, Título III, Capítulo II, Seção III, Título V e Título VII.

04/05

 

Lei n.º 9.099/1995 e alterações (Juizados Especiais Cíveis e

 

Criminais), Capítulo III.

Lei

no 10.259/2001 e alterações

09

(Juizados Especiais Cíveis e Criminais no âmbito da Justiça

11/05

Federal).

 

Lei n.º 11.343/2006 - Sistema nacional de políticas públicas

 

10

sobre drogas.

18/05

11

Decreto-Lei n.º 3.688/1941 - Lei das contravenções penais.

25/05

 

Lei n.º 9.605/1998 e alterações - Lei dos crimes contra o meio

 

12

ambiente, Capítulos III e V.

01/06

 

Decretos n.º 5.948/2006, n.º 6.347/2008 e n.º 7901/2013 -

 

13

Tráfico de pessoas.

08/06

Antes de iniciarmos, gostaria de conversar com você, rapidamente, sobre como podemos garantir a melhor nota possível nessa disciplina.

O sucesso em qualquer concurso público depende da adoção de uma estratégia eficiente de preparação.

Infelizmente, não existe uma “receita de bolopara isso. Tudo vai depender do tipo de prova que você irá fazer, do tempo e dos recursos disponíveis, da experiência em concursos anteriores, entre outros fatores de ordem pessoal, que variam de candidato para candidato.

Contudo, posso assegurar que uma regra sempre é válida:

Tão importante quanto conhecer as matérias, é saber como elas costumam ser cobradas pela banca examinadora.

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é saber como elas costumam ser cobradas pela banca examinadora. www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 4
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A tendência natural do candidato, sobretudo daquele que não tem vivência em concursos, é tentar estudar desesperadamente - todo o conteúdo do edital, sem considerar:

a importância relativa de cada disciplina na composição da nota;

a frequência com que os assuntos caem nas provas; e

a profundidade que costumam ser exigidos.

Outro erro comum é privilegiar a parte teórica, deixando de lado os exercícios. Acredite, existem candidatos que sequer usam as questões dos concursos anteriores como uma forma de treino!

Agindo assim, sem considerar as características específicas do certame e da banca examinadora, muitas pessoas não conseguem uma preparação eficiente, apesar dos enormes recursos investidos.

O último concurso (2013), que foi realizado pelo CESPE/UnB, teve 120 questões objetivas. Dessas, 12 versaram sobre a legislação penal especial. Ou

seja, 10% da prova!

Fica claro que essa é uma das matérias que define quem passa ou não no concurso e, portanto, precisamos otimizar o nosso estudo!

Considerando que nosso edital ainda não foi publicado, mas que o conteúdo programático é bem extenso, proponho o seguinte:

foco no que realmente interessa apresentar o conteúdo de forma objetiva, na medida necessária para que você tenha segurança para resolver as questões.

Alguns alunos, mais aplicados, costumam querer “se aprofundar(desnecessariamente) na matéria, esquecendo que o concurso não exigirá, nem mesmo no texto dissertativo, a elaboração de teses jurídicas mais profundas. Perda de tempo! Priorize aquilo que estatisticamente é relevante e possível de ser cobrado em sua prova.

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Estude bem o conteúdo apresentado, e você terá plenas condições de realizar uma boa prova.

Treinamento - questões de concursos anteriores é a melhor forma de fixar os detalhes e “pegadinhas” que sempre são exigidos. Priorizaremos as questões do CESPE/UnB, que foi a banca examinadora do último concurso (2013). Contudo, quando essas não forem suficientes para o nosso treinamento, recorreremos a outras bancas.

Com isso, finalizamos nossa conversa introdutória.

Vamos trabalhar?

Lei nº 5.553/1968 - documento de identificação pessoal

A primeira coisa que você deve fazer em relação ao estudo desta Lei (e também das demais que virão nas próximas aulas) é ter em mãos o texto atualizado (que pode ser obtido em: http://www4.planalto.gov.br/legislacao).

O ideal é que você possa imprimi-lo para destacar os detalhes importantes, que serão indicados na aula. Carregue-o com você (sim, concurseiro determinado faz isso!) e, sempre que dispuser de alguns minutos disponíveis, leia-o.

Desse modo, sem perceber, você irá formando uma memória visual que ajudará muito na hora da prova.

A Lei n.º 5.553/68 tem uma redação simples, com poucos artigos, e não existem divergências doutrinárias ou jurisprudenciais relevantes para fins de concurso.

Em outras palavras, as questões envolvendo essa Lei costumam cobrar o conhecimento da famosa “letra de lei”, exigindo, infelizmente, memorização de alguns pontos que serão indicados.

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memorização de alguns pontos que serão indicados. www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 6
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Mas

não

se preocupe! Elaboramos um resumo para facilitar essa tarefa,

que será apresentado ao final da aula.

Passemos aos artigos:

Art. 1º A nenhuma pessoa física, bem como a nenhuma pessoa jurídica, de direito público ou de direito privado, é lícito reter qualquer documento de identificação pessoal, ainda que apresentado por fotocópia autenticada ou pública-forma, inclusive comprovante de quitação com o serviço militar, título de eleitor, carteira profissional, certidão de registro de nascimento, certidão de casamento, comprovante de naturalização e carteira de identidade de estrangeiro.

As autoridades podem, desde que por razões justificáveis, solicitar ou

exigir a identificação das pessoas.

se pode reter documentos de

identificação pessoal, mesmo quando se tratar de cópia autenticada ou de

sua pública-forma 1 .

Apesar

disso,

a

regra

é

que

não

O rol

exemplificativo.

de

documentos

listados

no

art.1º,

contudo,

é

meramente

Ou seja, quaisquer documentos de identificação pessoal (carteira nacional

de habilitação, passaporte, CPF, etc.), ainda que não expressos neste

dispositivo, não podem ser retidos.

Veja um recente julgado a esse respeito:

TJ-DF - APR: 20140111982955. APELAÇÃO. PENAL.

PROCESSO PENAL. CRIME DE ROUBO CIRCUNSTANCIADO.

] [

ILEGALIDADE. CONTRAVENÇÃO PENAL. LEI 5.553/68. [ [ ]

CARTEIRA NACIONAL DE HABILITAÇÃO. RETENÇÃO.

1 Pública-forma? O que é isso?

Em resumo, trata-se da cópia de um documento original, feita por um Tabelião de Notas, que confere a mesma fé pública para que, em regra, tenha o mesmo valor do documento original.

Mas, não se preocupe com isso! Esse conhecimento não será exigido no concurso. Você precisa apenas saber que a retenção de documentos apresentados por pública-forma é vedada, tal como se fosse o documento original.

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pública-forma é vedada, tal como se fosse o documento original. www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 7
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5. O artigo da Lei nº 5.553/68 dispõe que a retenção de documentos de identificação pessoal constitui contravenção penal, sendo imperiosa, no caso em análise, a devolução do documento requerido, qual seja, a Carteira Nacional de Habilitação. DJE: 05/10/2015.

No entanto, se você tiver facilidade, seria interessante memorizar a lista do art.1º. Isso porque, apesar de ser baixa a probabilidade, a banca examinadora pode, eventualmente, explorar o conhecimento literal da Lei:

certidão de CASAmento carteira PROfissional certidão de registro de Nascimento título de Eleitor comprovante de Naturalização carteira de identidade de Estrangeiro comprovante de quitação com o serviço MIlitar

Dica mnemônica: (“casa pro nenem”)

serviço M Ilitar Dica mnemônica: (“casa pro nenem”) Mas, como toda regra, a proibição da retenção

Mas, como toda regra, a proibição da retenção de documentos de identificação também tem exceções, as quais se encontram no art.2º da Lei:

Art. 2º Quando, para a realização de determinado ato, for exigida a apresentação de documento de identificação, a pessoa que fizer a exigência fará extrair, no prazo de até 5 (cinco) dias, os dados que interessarem devolvendo em seguida o documento ao seu exibidor.

§ 1º - Além do prazo previsto neste artigo, somente por ordem judicial

poderá ser retirado qualquer documento de identificação pessoal.

§ 2º - Quando o documento de identidade for indispensável para a

entrada de pessoa em órgãos públicos ou particulares, serão seus dados anotados no ato e devolvido o documento imediatamente ao interessado.

que,

excepcionalmente, o documento pode ser retido, (ainda que por breves

instantes), e que precisam ser memorizadas.

O

art.2º,

então,

elenca

as

situações

e

prazos

em

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memorizadas. O art.2º, então, elenca as situações e prazos em www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 8
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Em relação a essas, não tem jeito, você precisa decorar mesmo!

a essas, não tem jeito, você precisa decorar mesmo! Situação Prazo Realização de ato que necessite

Situação

Prazo

Realização de ato que necessite da extração de dados do documento.

até 5 dias para extrair os dados e devolver ao interessado.

Mediante ordem judicial.

sem prazo determinado, podendo extrapolar os 5 dias.

Controle da entrada de pessoa em órgãos públicos ou particulares.

Os dados são anotados e, imediatamente, o documento é devolvido ao interessado.

(nesse caso, o documento, na verdade, sequer fica “retido”)

Imagine então que uma autoridade judicial determine, de modo fundamentado, a retenção do passaporte de um acusado durante a instrução de um processo criminal, por período superior a 5 dias. Isso como meio de evitar

a fuga do país. Nessa situação, a autoridade não cometerá infração, em razão do previsto no § 1º do art.2 da Lei n.º 5.553/68.

Por outro lado, se um dirigente de determinado órgão público, por razões de segurança, determinar a retenção do documento das pessoas como condição de acesso às dependências do órgão, cometerá a conduta descrita no

§ 2º do art.2 da Lei.

Veja a jurisprudência a respeito do tema:

“MANDADO DE SEGURANÇA - Retenção de documento de

identidade em Portaria de repartição pública - Condição de acesso - Ilegalidade - Artigo 1º e 2º da Lei 5.553/68 -

Medida desnecessária à política interna [

pessoa, física ou jurídica, de direito público ou privado, é lícito reter, na portaria de repartição ou estabelecimento, documento de identidade pessoal como condição de acesso”. (TJ SP - Relator: Cezar Peluso - Apelação Cível n. 191.311- 1/SP DJU, 12.11.93).

A nenhuma

].

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Cível n. 191.311- 1/SP – DJU, 12.11.93). A nenhuma ]. www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 9
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Prosseguindo em nosso estudo:

Art. 3º Constitui contravenção penal, punível com pena de prisão simples de 1 (um) a 3 (três) meses ou multa de NCR$ 0,50 (cinqüenta centavos) a NCR$ 3,00 (três cruzeiros novos), a retenção de qualquer documento a que se refere esta Lei.

Parágrafo único. Quando a infração for praticada por preposto ou agente de pessoa jurídica, considerar-se-á responsável quem houver ordenado o ato que ensejou a retenção, a menos que haja, pelo executante, desobediência ou inobservância de ordens ou instruções expressas, quando, então, será este o infrator.

O art.3º da Lei destina-se a qualquer pessoa que fizer a retenção indevida de documentos, tipificando tal conduta como contravenção penal (e não crime!).

Em se tratando de preposto ou agente de pessoa jurídica (tanto faz, se de direito público ou privado) teremos os seguintes sujeitos ativos da contravenção:

Regra

Exceção

Aquele que houver ordenado a retenção indevida.

Aquele que reteve o documento, por iniciativa própria, em desobediência ou inobservância de ordens ou instruções expressas.

Exemplo: o supervisor de segurança de um órgão privado determina aos agentes de portaria que retenham o documento das pessoas que ingressarem nas dependências do órgão, devolvendo-os somente no momento de sua saída.

Exemplo: o supervisor de segurança de um órgão público determina expressamente aos agentes de portaria que anotem os dados dos documentos das pessoas que ingressarem nas dependências do órgão, devolvendo-os imediatamente.

O supervisor responderá pela infração.

Um desses agentes, contudo, encantado com a beleza de uma jovem que ingressou no prédio, decide reter seu documento a fim de apreciá-lo durante a sua permanência no órgão.

O agente responderá pela infração.

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permanência no órgão. O agente responderá pela infração. www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 10
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Existem várias diferenças entre crimes e contravenções. Entre elas, a gravidade das condutas. São tipificadas
Existem várias diferenças entre crimes e contravenções. Entre elas, a gravidade das condutas. São tipificadas

Existem várias diferenças entre crimes e contravenções. Entre elas, a gravidade das condutas. São tipificadas como crimes as condutas mais graves.

Portanto, tenha cuidado para não ser confundido pelo examinador: a retenção não autorizada de documento de identificação configura contravenção penal, e não crime!

Com relação às quantidades de pena previstas na Lei (prazos de prisão e valores de multa), não se preocupe em decorá-las. Em regra, não são cobrados em prova.

No entanto, você precisa saber que as infrações previstas na Lei n.º 5.553/68, por serem contravenções penais:

são infrações de menor potencial ofensivo 2

a ação penal é pública incondicionada 3

são julgadas pelos juizados especiais criminais

não admitem tentativa 4

Em relação à parte conceitual da Lei n.º 5.553/68, são esses os pontos relevantes para nossa prova.

2 Art.61 da Lei n.º 9.099/95: Consideram-se infrações penais de menor potencial ofensivo, para os efeitos desta Lei, as contravenções penais e os crimes a que a lei comine pena máxima não superior a 2 (dois) anos, cumulada ou não com multa.

3 Art. 17 da Lei das contravenções penais: A ação penal é pública, devendo a autoridade proceder de ofício (ou seja, é incondicionada).

4 Art. 4º da Lei das contravenções penais: Não é punível a tentativa de contravenção.

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Resumo esquemático

O esquema abaixo pode facilitar a absorção do assunto:

INOBSERVÂNCIA DA REGRA

Contravenção Penal

(crime)

(Art.3º)

Autoria, no caso de pessoa jurídica:

Aquele que ordenou a retenção indevida

ou

Executante que desobedeceu ordem expressa

REGRA

Documentos de identificação pessoal não podem ser retidos

(Art.1º)

pessoal não podem ser retidos (Art.1º) Original Cópia autenticada Pública-forma DOCUMENTOS

Original Cópia autenticada Pública-forma

(Art.1º) Original Cópia autenticada Pública-forma DOCUMENTOS EQUIPARADOS “ CASA PRO NENEM ”

DOCUMENTOS

EQUIPARADOS

CASA PRO NENEM

EXCEÇÃO 1

Realização de atos que necessitem da extração de dados desses documentos

Prazo: 5 dias

(Art.2º, caput)

dados desses documentos Prazo: 5 dias (Art.2º, caput ) EXCEÇÃO 2 Acima desse prazo, somente por

EXCEÇÃO 2

Acima desse prazo, somente por ordem judicial.

(Art.2º, §1º)

prazo, somente por ordem judicial. (Art.2º, §1º) EXCEÇÃO 3 Entrada de pessoa em órgãos públicos ou
prazo, somente por ordem judicial. (Art.2º, §1º) EXCEÇÃO 3 Entrada de pessoa em órgãos públicos ou
prazo, somente por ordem judicial. (Art.2º, §1º) EXCEÇÃO 3 Entrada de pessoa em órgãos públicos ou

EXCEÇÃO 3

Entrada de pessoa em órgãos públicos ou particulares.

Prazo: os dados são anotados e o documento é devolvido imediatamente

(Art.2º, §2º)

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e o documento é devolvido imediatamente (Art.2º, §2º) www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 12
Revisão Legislação Penal Especial – Teoria e exercícios comentados Polícia Rodoviária Federal Aula 00 -

Revisão

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a regra é que não se pode reter documentos de identificação pessoal, mesmo quando se tratar de cópia autenticada ou de sua pública- forma.

A inobservância dessa vedação configura contravenção penal, e não crime.

O rol de documentos listados no art.1º é meramente exemplificativo.

Existem situações em que, excepcionalmente, o documento pode ser retido (realização de atos em que for exigida a apresentação de documento de identificação / ordem judicial). No caso da entrada de pessoa em órgãos públicos ou particulares, o documento deve ser devolvido imediatamente.

Em se tratando de preposto ou agente de pessoa jurídica, de direito público ou privado, os sujeitos ativos da contravenção serão: aquele que houver ordenado a retenção indevida ou aquele que reteve o documento, por iniciativa própria, em desobediência ou inobservância de ordens ou instruções expressas.

As contravenções (e não crimes!) previstas na Lei n.º 5.553/68:

são infrações de menor potencial ofensivo

a ação penal é pública incondicionada

são julgadas pelos juizados especiais criminais

não admitem tentativa

Questões de concursos anteriores

Antes de começarmos

Nosso curso contém questões a serem resolvidas, nos mesmos moldes daquelas que encontraremos no dia da prova.

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nos mesmos moldes daquelas que encontraremos no dia da prova. www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 13
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Como você bem sabe, é treinando que se adquire prática, velocidade e, sobretudo, autoconfiança!

Para que você tenha uma real noção do seu desempenho e, principalmente, identifique onde estão seus pontos fracos, proponho que você as resolva, ao menos uma vez, simulando as condições do dia da prova.

Ou seja, primeiro, leia a parte teórica da aula. Depois, resolva as questões sem recorrer ao material ou aos comentários, e avalie o resultado.

Ainda que haja alguns pontos fracos a ajustar, isso não pode ser motivo para desânimo e, muito menos, para medo da prova.

Todos já passamos por isso na vida de concurseiro. Você não é o único.

Até mesmo os candidatos mais bem preparados, em algum momento, já duvidaram de sua capacidade. Esteja certo disso! Falo com propriedade: já vi pessoas (muito) preparadas serem derrotadas pelo medo da reprovação.

Portanto, respire fundo e vamos em frente!

1. FCC/2012 TRF (2ª Região) - Técnico Judiciário - Josimar pretende entrar em prédio público, em que é indispensável a apresentação de documento de identidade e exibe ao funcionário responsável sua carteira profissional. Nesse caso, o funcionário:

a) poderá reter o documento, que será devolvido ao interessado prazo máximo de dez dias.

b) deverá reter o documento do interessado durante todo o período em que estiver no interior do prédio.

c) deverá anotar seus dados no ato e devolver imediatamente o documento ao interessado.

d) só

poderia

reter

o

documento

fotocópia autenticada.

se

Josimar

tivesse

apresentado

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o documento fotocópia autenticada. se Josimar tivesse apresentado www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 14
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e) poderá reter o documento por até oito dias, se verificar que Josimar ainda não está cadastrado

Comentário:

A questão exige que o candidato tenha memorizado as situações em que, excepcionalmente o documento pode ser retido, ainda que por breves instantes.

Lembre-se que, conforme o § 2º do art.2º da Lei n.º 5.553/68:

Situação

Prazo

entrada de pessoa em órgãos públicos ou particulares

Os dados são anotados e, imediatamente, o documento é devolvido ao interessado.

(ou seja, nesse caso, o documento sequer fica “retido”)

Portanto, o funcionário deverá anotar seus dados no ato e devolver imediatamente o documento ao interessado. Gabarito: alternativa “c”

2. CESPE/UnB/2014 Polícia Militar/CE - Julgue os próximos itens, em conformidade com o que preceituam as Leis n.º 5.553/1968 (a respeito da apresentação e do uso de documento de identificação pessoal), n.º 4.898/1965 (relativa ao direito de representação e ao processo de responsabilidade nos casos de abuso de autoridade) e n.º 9.455/1997 (que define os crimes de tortura).

A retenção de documento de identificação pessoal é proibida, sendo

possível somente para a realização de ato em que se exija a apresentação

de documento de identificação, nesse caso, a pessoa que fizer a exigência

poderá fazer a retenção por até cinco dias, não podendo ser o prazo

prorrogado.

Comentário:

A questão contém uma clássica “pegadinha” de concursos públicos. Muito cuidado com os termos “somente”, “sempre”, “nunca”, “salvo” ou “exceto”. Normalmente as bancas examinadoras inserem esses termos no meio de enunciados longos, a fim de distrair a atenção do candidato.

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de enunciados longos, a fim de distrair a atenção do candidato. www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas
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No caso, o erro da questão reside na afirmativa: “A retenção de

documento de identificação pessoal é proibida, sendo possível somente para a

realização de ato em que se exija a apresentação de documento(

)”

Conforme já vimos, o § 1º do art.2º da Lei n.º 5.553/68, também permite a retenção de documento por meio de ordem judicial, além do prazo de 5 dias.

Situação

Prazo

realização de ato que necessite da extração de dados do documento.

até 5 dias para extrair os dados e devolver ao interessado.

mediante ordem judicial

sem prazo determinado, podendo extrapolar os 5 dias.

Gabarito: “Errado”

3. UNIVERSA/2013

n.º

5.553/1968, a retenção injustificada de qualquer documento de

identificação pessoal:

Polícia

-

Militar/DF

-

Nos

termos

da

Lei

a)

constitui contravenção penal.

 

b)

constitui crime.

 

c)

constitui infração administrativa, apenas.

 

d)

constitui crime e infração administrativa

e)

não

constitui

qualquer

infração se

apresentado

por

fotocópia

autenticada.

Comentário:

Nos termos do art.3º da Lei, o descumprimento dos seus preceitos configuram contravenções penais e não crimes! Lembrando que não há necessidade de memorizar as penas, ok? A fotocópia autenticada também é protegida pela Lei (art.1º). Gabarito: alternativa “a”.

4. UEPA/2013 - Polícia Civil/PA Escriturário - A Lei nº. 5.553, de 1968, resguarda os direitos dos cidadãos quanto à posse de seus documentos pessoais de identificação, os quais são garantias do exercício de direitos. Por força dessa lei:

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Legislação Penal Especial Teoria e exercícios comentados Polícia Rodoviária Federal

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a) é vedada a apreensão de documentos originais, porém é permitida a

retenção daqueles apresentados em fotocópias autenticadas, na medida

em que estes não possuem valor legal.

b) a retenção de documentos de identificação pessoal constituirá contravenção penal, mas apenas quando praticada por autoridade pública, sendo um irrelevante penal a conduta quando praticada por particular.

c) as limitações constantes da lei somente se referem a documentos que

contenham a fotografia do titular, pois apenas estes são válidos como documentos de identificação.

d) nos termos da lei, a autoridade policial deve reter documento que, por

mau estado de conservação, torne incerta a veracidade dos dados dele constantes, fazendo instaurar investigação sobre possível crime de uso de documento falso.

e) é lícito condicionar a entrada de pessoas em prédios públicos à apresentação de documento de identificação, mas o documento deve ser imediatamente restituído após conferência ou anotação dos dados.

Comentário:

A

questão

alternativas:

exigiu

o

conhecimento

sistemático

da

Lei.

Vejamos

as

a) é vedada a retenção de qualquer documento de identificação pessoal, ainda que apresentado por fotocópia autenticada ou pública-forma (art.1º)

b) A nenhuma pessoa física, bem como a nenhuma pessoa jurídica, de direito público ou de direito privado, é lícito reter qualquer documento de identificação pessoal (art.1º)

c) A Lei não faz nenhuma distinção entre os documentos equiparados, contenham ou não a fotografia do titular. Note que, entre os documentos protegidos, consta o título de eleitor que, como sabemos, não contém foto. (art.1º)

d) A Lei não contém previsão nesse sentido.

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foto. (art.1º) d) A Lei não contém previsão nesse sentido. www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 17
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e) Art.2º § 2º da Lei. Note que a questão menciona “conferência ou anotação” dos dados, o que não contradiz a previsão legal de “anotação”, sendo, portanto, a alternativa correta. Veja:

Art.2º § 2º - Quando o documento de identidade for indispensável para a entrada de pessoa em órgãos públicos ou particulares, serão seus dados anotados no ato e devolvido o documento imediatamente ao interessado.

5. FUNIVERSA /2012 DETRAN/DF - Agente de Trânsito (2012) - Acerca da Lei n.º 5.553/1968, no que se refere à apresentação e ao uso de documento pessoal, assinale a alternativa correta.

a) A nenhuma pessoa física, assim como a nenhuma pessoa jurídica, de direito público ou privado, é lícito reter algum documento de identificação pessoal, exceto se apresentado por fotocópia autenticada ou pública- forma, incluindo comprovante de quitação com o serviço militar, título de eleitor, carteira profissional, certidão de registro de nascimento, certidão de casamento, comprovante de naturalização e carteira de identidade de estrangeiro.

b) Somente por ordem judicial ou do Ministério Público poderá ser retirado documento de identificação pessoal, exigido em determinado ato, fora do prazo estabelecido para devolução.

c) Quando, para a realização de determinado ato, for exigida a apresentação de documento de identificação, a pessoa responsável pela exigência fará extrair, no prazo de até cinco dias, os dados que interessarem, devolvendo, em seguida, o documento ao seu exibidor.

d) Quando o documento de identidade for indispensável para a entrada de pessoa em órgãos públicos ou particulares, serão seus dados anotados no ato e devolvido o documento ao interessado até sua saída do local.

e) Constitui crime, punível com pena de prisão simples de um a três meses ou com multa, a retenção de qualquer documento a que se refere essa lei.

Comentário:

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de qualquer documento a que se refere essa lei. Comentário: www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 18
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A questão também exigiu o conhecimento sistemático da Lei. Vejamos as alternativas:

a) Mais uma vez, a clássica “pegadinha” de concursos públicos. Muito cuidado com os termos “somente”, “sempre”, “nunca”, “salvo” ou “exceto”. Normalmente as bancas examinadoras inserem esses termos no meio de enunciados longos, a fim de distrair o candidato.

No caso, o erro se encontra no termo “exceto”, uma vez que não é autorizado “reter qualquer documento de identificação pessoal, ainda que apresentado por fotocópia autenticada ou pública-forma“

(art.1º).

b) O Ministério Público não tem essa prerrogativa. (Art.2º § 1º)

c) Alternativa correta! (Art.2º).

d) Quando o documento de identidade for indispensável para a entrada de pessoa em órgãos públicos ou particulares, serão seus dados anotados no ato e devolvido o documento imediatamente ao interessado (Art.2º § 2º).

e) Vale mais uma vez alertar: a retenção de qualquer documento a que se refere esta Lei constitui contravenção penal, e não crime! (art.3º)

6. CESPE/UnB/2011 Polícia Civil/ES (Escrivão) - Com relação à legislação especial, julgue o item a seguir:

A nenhuma pessoa física, bem como a nenhuma pessoa jurídica, de direito público ou de direito privado, é lícito reter qualquer documento de identificação pessoal, ainda que apresentado por fotocópia autenticada ou pública-forma, inclusive comprovante de quitação com o serviço militar, título de eleitor, carteira profissional, certidão de registro de nascimento, certidão de casamento, comprovante de naturalização e carteira de identidade de estrangeiro, exceto para a prática de determinado ato em que for exigida a apresentação de documento de identificação, ocasião em que a pessoa que fizer a exigência fará extrair, no prazo de até dez dias, os dados que interessarem, devolvendo, em seguida, o documento ao seu exibidor.

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interessarem, devolvendo, em seguida, o documento ao seu exibidor. www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 19
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Comentário:

O prazo de retenção para prática de determinado ato em que for exigida a apresentação de documento de identificação, é de até 5 (cinco) dias. Além desse prazo, somente por ordem judicial (Art.2º § 1º). Gabarito: “Errado”

7. CESPE/UnB/2011 Polícia Civil/ES (Perito Papiloscópico) Em relação à carteira de identidade e considerando as Leis n.º 7.116/1983 e n.º 5.553/1968, julgue os itens que se seguem.

Constitui contravenção penal a retenção injustificada de qualquer documento de identificação pessoal.

Comentário: Art.3º. Note que o Examinador teve o cuidado de ressalvar:

“retenção injustificada”. Isso porque a Lei contempla hipóteses de retenção, que não configuram contravenção penal (controle de acesso à prédios públicos e particulares e prática de determinados atos). Gabarito:

“correto”.

Quando o documento de identidade for indispensável para a entrada de pessoa em órgãos públicos, seus dados deverão ser anotados no ato e o documento deverá ser-lhe devolvido no prazo máximo de cinco dias.

Comentário: (Art.2º §2º). Nesses casos, a devolução deve ser imediata, e não no prazo de até 5 dias. Gabarito: “Errado”.

8. UFMT/2005 Polícia Civil/MT (Delegado) É possível reter documento de identificação para a realização de ato determinado, no prazo máximo de cinco dias, devendo, ao final, ser devolvido. Para ser retido qualquer documento de identificação pessoal, é exigível:

a) ordem de autoridade policial.

b) ordem de qualquer funcionário público.

c) sentença judicial no devido processo legal.

d) ordem judicial.

e) determinação de órgão do Ministério Público.

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Comentário:

Essa

questão,

examinadora.

merecidamente,

foi

anulada

pela

banca

As hipóteses de retenção efetiva do documento (ou seja, excluindo- se aquela do controle de acesso de pessoas a prédios públicos ou particulares, onde o documento deve ser devolvido imediatamente) estão no art.2º da Lei:

Art. 2º Quando, para a realização de determinado ato, for exigida a apresentação de documento de identificação, a pessoa que fizer a exigência fará extrair, no prazo de até 5 (cinco) dias, os dados que interessarem devolvendo em seguida o documento ao seu exibidor.

§ 1º - Além do prazo previsto neste artigo, somente por ordem judicial poderá ser retirado qualquer documento de identificação pessoal.

Ou seja, na hipótese do caput do art.2º existe uma retenção de documento para o qual não é “exigível” nenhuma das providências constantes das alternativas da questão. Não há, portanto, alternativa correta.

9. IBF/2014 Polícia Civil/SE (Escrivão Substituto) - Suponha que um escrivão de polícia, no ato de lavratura de um termo circunstanciado de ocorrência, acabe por reter dolosamente o documento de identificação pessoal apresentado pelo autor da conduta delitiva. Nesse caso o escrivão:

a) Não cometeu infração penal, pois tal conduta não encontra previsão na lei penal.

b) Cometeu crime de menor potencial ofensivo

c) Cometeu uma contravenção penal

d) Não cometeu infração penal, mas apenas infração administrativa.

Comentário:

Questão clássica sobre o tema. A Lei n.º 5.553/68 não tipifica crimes, mas apenas contravenções penais. Gabarito: “C”

-x-

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crimes, mas apenas contravenções penais. Gabarito: “C” -x- www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 21
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Aqui terminamos nossa aula demonstrativa.

É muito importante que você, de tempos em tempos, refaça esses exercícios, como forma de manter os detalhes “vivosna memória até o dia da prova.

O tema é fácil, mas o olhar “treinado” é que fará toda a diferença!

Em caso de dúvidas, estarei à disposição no fórum do Ponto. Até a próxima aula!

Forte abraço, Prof. Leandro Igrejas

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Ponto. Até a próxima aula! Forte abraço, Prof. Leandro Igrejas www.pontodosconcursos.com.br | Prof. Leandro Igrejas 22