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PLANO DE AULA – EVANGELHOS SINÓTICOS – MEDDI 2018

TEMA: Continuação do Sermão da Montanha Data: 15/04/2018


TEXTOS BÍBLICOS: 5.31-48; 6.1-4 VERSO-CHAVE: Mateus 5. 48

Duração da Aula: 50-55 Minutos


40-45 minutos (previsão) + 10 minutos (bônus para perguntas e respostas)

1 – CONTINUAÇÃO DO SERMÃO DA MONTANHA


INTRODUÇÃO: Duração: 5 minutos
Retomar brevemente a aula passada – aula 07 (fazer o link com esta aula).

MATEUS 5.31-48; 6.1-4 Duração: 30 minutos


1 – versos 31, 32 (divórcio).
Os homens ao longo da tradição de Israel possuíam tolerância em relação à Lei, ao passo que as mulheres
sofriam com o rigor da Lei. No AT havia a possibilidade de o homem deixar a sua mulher por meio de uma carta
de divórcio (Dt 24). Qualquer motivo era passível de divórcio. O homem tinha liberdade para se divorciar, a
mulher não.
Jesus cita que aqueles que se divorciam por motivos que não sejam relativos a infidelidade, ao se casarem
novamente, cometem adultério. Diante da cosmovisão “pós-cristã” deste mundo. É possível manter vivo a
essência deste ensino?
2 – versos 33-37 (juramentos).
Em relação aos juramentos o que Jesus condenou foi a inclinação à mentira. Mais do que isso, Jesus deixa claro
que o cristão não tem necessidade de jurar, bastando simplesmente o “sim” ou o “não”. Isto evita, inclusive, a
profanação em nome de Deus, de Jesus, etc. Entretanto, por causa da degradação humana causada pelo
pecado, em alguns casos, é necessário jurar (como nos tribunais, nas cerimonias de colação de grau, etc.). O
“sim, sim” e “não, não” chama a nossa atenção para evitar as mentiras cotidianas.
3 – versos 38-42 (vingança e liberalidade).
Baseado em Ex. 21.24 e Lv 23.17-21 – Jesus tenta aplicar o espírito de misericórdia as leis civis de Israel.
Jesus fala de um contexto de vingança, logo, a defesa para com aqueles que manifestam violência é legítima. A
vingança, não. Virar o rosto pode significar, sobretudo, estar preparado para sofrer o mal, pacientemente, mais
uma vez por aquele que já nos prejudicou. A justiça sobre alguma situação em que somos prejudicados, na
imensa maioria dos casos, vem do próprio Deus. É preciso bom senso para saber distinguir acerca da justiça dos
homens e da justiça de Deus (professor dê exemplos concretos de casos que envolvem a justiça dos
homens e que envolvem a justiça de Deus).
Ex 22.26 fala da passagem que o credor poderia tomar a túnica (roupa interior) do devedor como fiança. A capa
(roupa exterior) era de maior valor, pois protegia contra o frio. Sofrer perdas materiais, em muitos casos, é melhor
do que perder bens imateriais como a integridade, boa reputação, boa consciência, etc.
Andar duas milhas se refere a fazer mais do que pedem. É superar as expectativas de ajuda, inclusive, de seus
próprios inimigos.
Jesus ao dar a própria vida em prol da humanidade nos convida a dar a quem pedir. Sobre situações de
empréstimo é preciso ter cuidado, pois, ao emprestar qualquer valor a alguém, deve-se ter em mente que este
valor pode nunca mais ser ressarcido pelo devedor.
4 – verso 43-47 (ódio e amor).
A lei do amor encerra esta seção. Amar o próximo, como ideia que abarca até mesmo os inimigos, é algo difícil à
nossa humanidade (Rm 12.21). Amar os inimigos é uma demonstração clara do amor a Deus (que um dia deu a
vida por seus inimigos). É uma ética muito elevada. Contudo, nossa oração e ação devem ter como foco a
imagem do Cristo (Rm 8.29). Cuidar dos outros a despeito de si mesmo, em muitos casos, é algo requerido por
Deus para a caminhada cristã.
Saudar ou cumprimentar as pessoas devem ocorrer sem qualquer distinção. Não somos melhores por ser
cristãos, pelo contrário, ao nos convertermos, nos declaramos carente das misericórdias de Deus. Não saudar ou
fingir não ver alguém para não cumprimenta-lo por sua condição socioeconômica, política, religiosa, etc., é um
ato de falta de ética cristã.
5 – verso 48 (síntese). Ver Conclusão/Aplicação
6 – Mateus 6.1-4 (ostentação e esmolas). Prevenção à ostentação. Oração, esmola e jejum são formas
externas de demonstração de justiça e da religião. Entretanto, não demonstram em si mesmas o caráter
espiritual de um coração transformado por Deus. Fazer tais coisas a não ser para a glória de Deus é pura
demonstração de egoísmo. É a manifestação de uma religião teatral.
Apesar de se tocar trombetas de forma literal, quando da doação de esmolas, o sentido proposto no texto se
refere à ostentação. A atitude de dar esmolas deve ter apenas um expectador: Deus. É ele quem te recompensa.
2 – CONCLUSÃO/APLICAÇÃO Duração: 10 a 15 minutos
A perfeição cristã se calça na santidade e no amor. Sem amor não há como ser santo.
Tal perfeição, sendo alcançada ou não nesta vida, deve ser o alvo de todo o cristão (II Co 3.18; Cl 2.10; II Pe
1.4). Contudo, não deve ser um ato exterior para alcançar prestígio na comunidade local.
As verdades eternas do Sermão da Montanha são mais atuais que o jornal as notícias de amanhã.
O clímax da experiência humana na imitação de Deus é o amor. O cumprimento da Lei é o amor (Rm 13.10). Se
o amor do Pai estiver em nós, sem dúvida alguma, correremos corretamente a carreira que nos está proposta.

3 – OBSERVAÇÕES
Professor, não limite-se ao conteúdo proposto nesta aula.
Busque e utilize os recursos adicionais, bem como imagens, figuras, mapas, etc., da forma como achar
conveniente, a fim de que a aula fique mais dinâmica e atrativa. Caso possa, utilize o data-show para auxilio
visual.
Que o Espírito Santo te dê discernimento e sabedoria durante a ministração. Boa aula!

LEGENDA
Conteúdo Essencial Conteúdo Desejável Conteúdo Facultativo

[...] o que ensina, esmere-se no fazê-lo; Romanos 12.7b (ARA)