Vous êtes sur la page 1sur 113
PJM/Salvador Memento prático de IPM Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
PJM/Salvador
Memento prático de IPM
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Objetivo Descobrir a verdade real no IPM usando meios legais e de forma eficiente Elaborado pelo
Objetivo
Descobrir a verdade real no
IPM
usando meios legais e de forma
eficiente
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Introdução Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Introdução
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Este memento foi elaborado em estilo informal em formato de palestra Elaborado pelo Promotor de Justiça
Este memento foi elaborado em estilo informal em formato de palestra
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
MPM é o verdadeiro destinatário do IPM: Dono da ação, Fiscal da Lei e titular do
MPM é o verdadeiro destinatário do IPM:
Dono da ação, Fiscal da Lei e titular do Controle Externo da Atividade
Policial
Fale com a Procuradoria de Justiça Militar em Salvador antes ou assim
que for instaurado o IPM: (71) 3362-6125 ou 6126
Dúvida entre transgressão e crime, duas soluções:
Instaura o IPM ou
Consulta o MPM
Não instaure sindicância!!!
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Primeiro lugar: Preservar o local do crime e entrar em contato imediato com MPM para obter
Primeiro lugar:
Preservar o local do crime e entrar em
contato imediato com MPM para obter a mais
adequada orientação:
(71) 3362-6125 ou 6126
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Deixar de instaurar IPM pode caracterizar: Crime de Prevaricação Crime de Condescendência criminosa Ato de Improbidade
Deixar de instaurar IPM pode caracterizar:
Crime de Prevaricação
Crime de Condescendência criminosa
Ato de Improbidade administrativa
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
INSTAURE O IPM OU Entre em contato imediato com MPM para obter a mais adequada orientação:
INSTAURE O IPM OU
Entre em contato imediato com MPM para
obter a mais adequada orientação:
(71) 3362-6125 ou 6126
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento Preservação e isolamento de local de crime Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento
Preservação e isolamento de local
de crime
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Socorrer vítima com mínima alteração de local e fazendo o mesmo e único percurso de ida
Socorrer vítima com mínima alteração de local e fazendo o
mesmo e único percurso de ida e volta que menos altere. Não
tocar em armas e outros objetos. Fazer o percurso mais direto e
que tenha nitidamente menos vestígios.
Sem vítimas ou vítima morta: isola sem entrar na cena para nada
Improvisar isolamento, colocar guarda com ordens claras para
ninguém entrar, nem mesmo superior e fazer fotos com câmera
digital e/ou celular, se possível, muitas, de vários ângulos e,
sempre de fora da área.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Há uma recomendação sobre preservação em vigor na Bahia e Sergipe (ver link "Recomendações em vigor”
Há uma recomendação sobre preservação em vigor na Bahia e Sergipe (ver link
"Recomendações em vigor” neste blog) e uma do Recife em:
www.mpm.gov.br, link "Controle Externo”(botão azul), link
“recomendacões" .
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
A vida imita a arte: como em novela e filme, sempre tem um que mexe na
A vida imita a arte: como em novela e filme,
sempre tem um que mexe na arma ou no local
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Local de crime: MUITO IMPORTANTE!!! Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Local de crime: MUITO IMPORTANTE!!!
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento Preparativos e planejamento para o IPM Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento
Preparativos e planejamento
para o IPM
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
SUMÁRIO 1. REUNIR meios materiais para o IPM 1. USAR um Método para analisar o IPM
SUMÁRIO
1.
REUNIR meios materiais para o IPM
1.
USAR um Método para analisar o IPM
3.
IDENTIFICAR E OBTER o que o IPM
precisa obter para embasar a denúncia
4.
UTILIZAR as ações que, de forma geral, podem
ser desenvolvidas no IPM
5.
PLANEJAR o desenvolvimento de IPM
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
§ 2º O aguardamento da delegação não obsta que o oficial responsável por comando, direção ou
§ 2º O aguardamento da delegação não
obsta que o oficial responsável por comando,
direção ou chefia, ou aquele que o substitua
ou esteja de dia, de serviço ou de quarto,
tome ou determine que sejam tomadas
imediatamente as providências cabíveis,
previstas no art. 12, uma vez que tenha
conhecimento de infração penal
que lhe incumba reprimir ou evitar.
Evitar perda de oportunidade!!!
Temos que insistir nisto: há recomendação.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
CF artigo 5o em especial II, III, X, XI, XII, XXXIX, Xl, XLIX, LVI, LVII, LVIII,
CF artigo 5o em especial II, III, X, XI, XII,
XXXIX, Xl, XLIX, LVI, LVII, LVIII, LXI, LXII,
LXIII e LXIV e artigos 127 a 129.
CPPM artigos 9 a 28, 30, 77,
142, 170 a 190, 199 a 201, 215§2o, 220 a 223,
225 a 242, 243 a 261, 272, 294 a 301, Título
XV(no que couber).
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
CPM TODO ATUALIZADO!!! LC 75 artigos 3o a 21 e 116/117. Estatuto da OAB artigos 2o,
CPM TODO ATUALIZADO!!!
LC 75 artigos 3o a 21 e 116/117.
Estatuto da OAB artigos 2o, §3o ;6o, 7o.
Modelos previstos
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Computador Local reservado para oitivas Nomeação formal de escrivão por termo nos autos (preferência pelo que
Computador
Local reservado para oitivas
Nomeação formal de escrivão por termo nos autos (preferência
pelo que saiba digitar e bom em Português)
Pasta para os autos
Doutrina técnica sobre o caso (manual de armamento, de
viaturas, normas de licitação, etc, se for o caso)
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Em primeiro lugar, segundo, terceiro, quarto e etc:observar artigo 12. Feito isto, partir para o artigo
Em primeiro lugar, segundo, terceiro, quarto e etc:observar
artigo 12.
Feito isto, partir para o artigo 13, que começa citando, sabe qual
artigo?
ART.13 - O encarregado do inquérito deverá, para a
formação deste:
a)
tomar as medidas previstas no art. 12,
se ainda não o tiverem sido;
b)
ouvir o ofendido;
c)
ouvir o indiciado;
d)
ouvir testemunhas;
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
e) proceder a reconhecimento de pessoas e coisas, e acareações; f) determinar, se for o caso,
e) proceder a reconhecimento de pessoas e coisas, e acareações;
f) determinar, se for o caso, que se proceda a exame de
corpo de delito e a quaisquer outros exames e perícias;
g) determinar a avaliação e identificação da coisa subtraída, desviada,
destruída ou danificada, ou da qual houve indébita apropriação;
h) proceder a buscas e apreensões, nos termos dos artigos
172 a 184 e 185 a 189;
i) tomar as medidas necessárias destinadas à proteção de
testemunhas, peritos ou do ofendido, quando coactos ou
ameaçados de coação que lhes tolha a liberdade de depor,
ou a independência para a
realização de perícias ou exames.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Encarar IPM como instrução a preparar. Ex: ASSUNTO: IPM OBJETIVOS: 1) DESCOBRIR: 1. O QUÊ, 6.
Encarar IPM como instrução a preparar. Ex:
ASSUNTO: IPM
OBJETIVOS: 1) DESCOBRIR:
1.
O QUÊ,
6.
COMO,
2.
QUEM,
7.
POR QUAL RAZÃO,
3.
CONTRA QUEM,
8.
COM AUXÍLIO DE QUEM,
4.
QUANDO,
9.
5.
ONDE,
QUAIS AS NORMAS NÃO PENAIS
VIOLADAS (REGULAMENTOS,
NGA, PORTARIAS, LEIS,ETC.)
em relação ao fato.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
OBJETIVOS: 2) Enumerar as provas ou indícios ART.382 - Indício é a circunstância ou fato conhecido
OBJETIVOS: 2) Enumerar as provas ou indícios
ART.382 - Indício é a circunstância ou
fato conhecido e provado, de que se
induz a existência de outra circunstância ou fato, de que não se
tem prova.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
OBJETIVOS: 3. Descrever os fatos descobertos, sob a forma de uma história(relato), citando COM BASE EM
OBJETIVOS:
3. Descrever os fatos descobertos, sob a forma de uma
história(relato), citando COM BASE EM QUÊ se chegou a
tal relato.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
1. Responder todas as perguntas do “ objetivo” ou 2. Terminar o prazo ou 3. Faltar
1.
Responder todas as perguntas do “ objetivo” ou
2.
Terminar o prazo ou
3.
Faltar responder apenas as perguntas
que não puderem ser respondidas
Resumindo: DESCOBRIR A VERDADE
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Diferença para instrução: sumário vai mudando Estudar como irei atingir esses objetivos. Definir: •Quem eu deverei
Diferença para instrução: sumário vai mudando
Estudar como irei atingir esses objetivos. Definir:
•Quem eu deverei ouvir?
Ofendidos
Testemunhas
Indiciados
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
O que deverei fazer? •Reconhecimentos, corpo de delito, •outros exames, perícias, avaliação e identificação de coisa
O que deverei fazer?
•Reconhecimentos, corpo de delito,
•outros exames, perícias, avaliação e identificação
de coisa subtraída, desviada, destruída ou danificada
ou da qual houve indébita apropriação;
•buscas e apreensões,
•Proteção de testemunhas, peritos, ofendidos e até do
indiciado, se necessário
•Reconstituição,etc.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Com lógica, caso a caso. A experiência demonstra algumas regras gerais: Elaborado pelo Promotor de Justiça
Com lógica, caso a caso.
A experiência demonstra algumas regras gerais:
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
1. Ordem das oitivas: menos parciais para os mais parciais . POR QUÊ? Para estar teoricamente
1. Ordem das oitivas: menos parciais para os mais parciais .
POR QUÊ? Para estar teoricamente melhor informado ao
ouvir os depoimentos mais difíceis.
POSSÍVEIS EXCEÇÕES: encadeamento lógico dos fatos,
pessoa doente para colher depoimento antes de piora, demora
em precatória, obter primeiras declarações, se essenciais, de
suspeito ou ofendido (pois podem ser ouvidos novamente),etc.
OBS: Ideal é a oitiva inicial, desde logo, do suspeito/indiciado*,
ofendido* e, se houver, testemunhas presenciais *para ter o
relato espontâneo. Depois disso, regra acima e OUVIR
NOVAMENTE AQUELAS*. No APF, indiciado tem
que ser ouvido por último!
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
1o) Testemunhas melhor informadas, mais confiáveis, imparciais e que melhor presenciaram fatos 2o) testemunhas menos informadas,
1o) Testemunhas melhor informadas, mais confiáveis,
imparciais e que melhor presenciaram fatos
2o) testemunhas menos informadas, menos confiáveis
que pior presenciaram ou não presenciaram fatos
3o) ofendidos
4o) indiciados
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
MAS NÃO PARA PRESSIONAR ALGUÉM A MUDAR DECLARAÇÕES ... Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano
MAS NÃO PARA PRESSIONAR ALGUÉM
A MUDAR DECLARAÇÕES ...
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
2. Quais os procedimentos a fazer? De acordo com os fatos a serem elucidados. Exemplos: ACAREAÇÕES:
2. Quais os procedimentos a fazer? De acordo com os fatos a
serem elucidados. Exemplos:
ACAREAÇÕES: divergências entre depoimentos (raramente
eficiente)
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
CORPO DE DELITO: obrigatório em infração que deixa vestígio (art 328). Ex: lesões corporais, dano, furto
CORPO DE DELITO: obrigatório em infração que deixa
vestígio (art 328). Ex: lesões corporais, dano, furto com
destruição de obstáculo, etc.
CERTIDÃO DE ÓBITO: para comprovar qualquer morte
(vítima
e até mesmo do indiciado – 81, PU– , durante inquérito)
EXAME CADAVÉRICO: crimes com morte ou se ocorre
morte em condições suspeitas de indiciado, testemunha,
ofendido, perito, escrivão, encarregado, etc.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
BUSCA PESSOAL: art. 180, 181 e seguintes. BUSCA DOMICILIAR: art 172 (motivos). Só em flagrante delito
BUSCA PESSOAL: art. 180, 181 e seguintes.
BUSCA DOMICILIAR: art 172 (motivos). Só em flagrante delito
ou com ordem judicial – riscar final e PU 176. De 18:00h ÀS 06:00h
não pode nem com ordem judicial.
CASA= 173(e ver 174)
APREENSÃO: quando encontra na busca ou artigo 12 ou 185.
MEDIDAS QUE RECAEM SOBRE COISAS E PESSOAS
OUTROS ...
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Parágrafo único. Para verificar a possibilidade de haver sido a infração praticada de determinado modo, o
Parágrafo único. Para verificar a possibilidade de haver sido
a infração praticada de determinado modo, o
encarregado do inquérito poderá proceder à reprodução
simulada dos fatos, desde que esta não contrarie a
moralidade ou a ordem pública,
nem atente contra a hierarquia ou a disciplina militar.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Dúvidas sobre o que fazer: Entrar em contato imediato com MPM para obter a mais adequada
Dúvidas sobre o que fazer:
Entrar em contato imediato com MPM
para obter a mais adequada orientação:
(71) 3362-6125 ou 6126
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
O Que queremos? 1. O QUÊ, 2. QUEM, 3. CONTRA QUEM, 4. QUANDO, 5. ONDE, 6.
O Que queremos?
1.
O QUÊ,
2.
QUEM,
3.
CONTRA QUEM,
4.
QUANDO,
5.
ONDE,
6.
COMO,
7.
POR QUAL RAZÃO,
8.
COM AUXÍLIO DE QUEM,
9.
QUAIS AS NORMAS NÃO PENAIS VIOLADAS
(REGULAMENTOS, NGA, PORTARIAS,
LEIS,ETC.) em relação ao fato tal.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Método Gregory House Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Método Gregory House
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
1. O QUÊ, 2. QUEM, 3. CONTRA QUEM, 4. QUANDO, 5. ONDE, 6. COMO, 7. POR
1.
O QUÊ,
2.
QUEM,
3.
CONTRA QUEM,
4.
QUANDO,
5.
ONDE,
6.
COMO,
7.
POR QUAL RAZÃO,
8.
COM AUXÍLIO DE QUEM,
9.
QUAIS AS NORMAS NÃO PENAIS VIOLADAS
(REGULAMENTOS, NGA, PORTARIAS,
LEIS,ETC.) em relação ao fato tal.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Discutam com o escrivão Estude que meios disponíveis existem para descobrir os fatos. Dificuldades: Contato imediato
Discutam com o escrivão
Estude que meios disponíveis
existem para descobrir os fatos.
Dificuldades:
Contato imediato com MPM para obter a
mais adequada orientação:
(71) 3362-6125 ou 6126
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento Oitivas Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento
Oitivas
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
1. REALIZAR as oitivas na forma da lei e com técnica adequada Elaborado pelo Promotor de
1. REALIZAR as oitivas na
forma da lei e com técnica
adequada
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
1. O QUÊ, 2. QUEM, 3. CONTRA QUEM, 4. QUANDO, 5. ONDE, 6. COMO, 7. POR
1.
O QUÊ,
2.
QUEM,
3.
CONTRA QUEM,
4.
QUANDO,
5.
ONDE,
6.
COMO,
7.
POR QUAL RAZÃO,
8.
COM AUXÍLIO DE QUEM,
9.
QUAIS AS NORMAS NÃO PENAIS VIOLADAS
(REGULAMENTOS, NGA, PORTARIAS,
LEIS,ETC.) em relação ao fato tal.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Com lógica, caso a caso. A experiência demonstra algumas regras gerais: Elaborado pelo Promotor de Justiça
Com lógica, caso a caso.
A experiência demonstra algumas regras
gerais:
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
1. Ordem das oitivas: menos parciais para os mais parciais . POR QUÊ? Para estar teoricamente
1. Ordem das oitivas: menos parciais para os mais parciais .
POR QUÊ? Para estar teoricamente melhor informado ao
ouvir os depoimentos mais difíceis.
POSSÍVEIS EXCEÇÕES: encadeamento lógico dos fatos,
pessoa doente para colher depoimento antes de piora, demora
em precatória, obter primeiras declarações, se essenciais, de
suspeito ou ofendido (pois podem ser ouvidos novamente),etc.
OBS: Ideal é a oitiva inicial, desde logo, do suspeito/indiciado*,
ofendido* e, se houver, testemunhas presenciais *para ter o
relato espontâneo. Depois disso, regra acima e OUVIR
NOVAMENTE AQUELAS*. No APF, indiciado tem
que ser ouvido por último!
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
1o) Testemunhas melhor informadas, mais confiáveis, imparciais e que melhor presenciaram fatos 2o) testemunhas menos informadas,
1o) Testemunhas melhor informadas, mais confiáveis,
imparciais e que melhor presenciaram fatos
2o) testemunhas menos informadas, menos confiáveis
que pior presenciaram ou não presenciaram fatos
3o) ofendidos
4o) indiciados
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
MAS NÃO PARA PRESSIONAR ALGUÉM A MUDAR DECLARAÇÕES ... E é melhor ouvir suspeito/indiciado e ofendidos
MAS NÃO PARA PRESSIONAR ALGUÉM
A MUDAR DECLARAÇÕES ...
E é melhor ouvir suspeito/indiciado e
ofendidos novamente, no fim.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Ordenar as oitivas: Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Ordenar as oitivas:
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Algo mudou após alguma oitiva? Reordenar as oitivas: Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Algo mudou após alguma oitiva?
Reordenar as oitivas:
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
1. O QUÊ, 2. QUEM, 3. CONTRA QUEM, 4. QUANDO, 5. ONDE, 6. COMO, 7. POR
1.
O QUÊ,
2.
QUEM,
3.
CONTRA QUEM,
4.
QUANDO,
5.
ONDE,
6.
COMO,
7.
POR QUAL RAZÃO,
8.
COM AUXÍLIO DE QUEM,
9.
QUAIS AS NORMAS NÃO PENAIS VIOLADAS
(REGULAMENTOS, NGA, PORTARIAS,
LEIS,ETC.) em relação ao fato tal.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Quem não presta compromisso? Indiciado, ofendido, doentes e deficientes mentais, menores de 14 anos, descendente, ascendente,
Quem não presta compromisso?
Indiciado, ofendido, doentes e deficientes mentais, menores
de 14 anos, descendente, ascendente, afim em linha reta
(sogro, sogra), cônjuge, mesmo que desquitado, irmão, pessoa
com vínculo de adoção (hoje=filho, irmão de sangue, etc).
352§ 2o e 354.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Quem não é obrigado a depor? Os do artigo 354 mas há ressalva: SALVO SE NÃO
Quem não é obrigado a depor?
Os do artigo 354 mas há ressalva:
SALVO SE NÃO FOR POSSÍVEL OBTER OU INTEGRAR A
PROVA DO FATO E CIRCUNSTÂNCIAS SEM AQUELE
DEPOIMENTO.
Exemplo: Única testemunha do fato, ou
Não sendo a única, sem seu depoimento não é possível
entender todas as circunstâncias, etc.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
O que fazer com testemunha que não comparece e seria obrigado? O Código fala em condução
O que fazer com testemunha que não comparece e seria
obrigado?
O Código fala em condução coercitiva (311, PU; 347, §
2o)
Entendemos que a lei permitiria que o encarregado
determinasse a condução coercitiva. Mas há séria
controvérsia na doutrina e a repercussão desta conduta
poderia ser considerada como ABUSO!
Melhor fazer ofício no molde a seguir.
Se o problema continuar, consultar e oficiar ao o MPM
para que este tome as medidas para viabilizar condução
coercitiva ou outras necessárias.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Quem é proibido de depor? Quem em razão de função, ministério (ministro religioso), ofício ( psicólogo),
Quem é proibido de depor?
Quem em razão de função, ministério
(ministro religioso), ofício ( psicólogo), profissão (advogado)
deva guardar segredo
EXCETO: desobrigado pelo interessado E quiser dar seu
depoimento. (art. 355)
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Se a testemunha for superior ao notificante? Notificar por meio do chefe da testemunha. Será compelida
Se a testemunha for superior ao notificante?
Notificar por meio do chefe da testemunha.
Será compelida a comparecer pela autoridade superior sob
as penas do artigo 347, § 2o. 349,PU.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
No IPM, uma testemunha não deve ouvir o depoimento da outra. Nem deve haver contato depois
No IPM, uma testemunha não deve ouvir o depoimento
da outra. Nem deve haver contato depois oitiva.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
A todos que serão ouvidos, será lida a portaria de instauração ou requisição que gerou IPM
A todos que serão ouvidos, será lida a portaria de instauração ou
requisição que gerou IPM
Quando perguntar sobre algum documento ou coisa mencionar na
assentada a página (ou apenso) em que está.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Mencionar oralmente e por escrito, no termo de depoimento: 1. o compromisso de dizer a verdade
Mencionar oralmente e por escrito, no termo de
depoimento:
1.
o compromisso de dizer a verdade SÓ DOS QUE
PRESTAM.
2.
Testemunhas e peritos: “informada do disposto
nos artigos 343 a 346 do CPM e 296 §2o do
CPPM. Obs: dos termos das testemunhas que
não prestam compromisso não constará menção
ao artigo 346 (apenas 343 a 345)
3.Ofendidos: 343 a 345 do CPM e 296 §2o do CPPM
(ler) (Não constar compromisso)
4.
Indiciado: art 5o, incisos LXI a LXIV da CF.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
TODAS AS OITIVAS: Deixar falar livremente cada conjunto de fatos, fazendo perguntas apenas para entender o
TODAS AS OITIVAS:
Deixar falar livremente cada conjunto de fatos, fazendo perguntas apenas para
entender o que foi dito e anotando pontos-chave para lembrar ao ditar.
Só após isso ditar para o escrivão, perguntando os pontos
que não tiver entendido ou que geraram dúvidas.
A interrupção constante do relato dificulta a lembrança
do depoente. Este método é melhor para ele e p/encarregado.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento Indiciamento Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento
Indiciamento
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
1. O QUÊ, 2. QUEM, 3. CONTRA QUEM, 4. QUANDO, 5. ONDE, 6. COMO, 7. POR
1.
O QUÊ,
2.
QUEM,
3.
CONTRA QUEM,
4.
QUANDO,
5.
ONDE,
6.
COMO,
7.
POR QUAL RAZÃO,
8.
COM AUXÍLIO DE QUEM,
9.
QUAIS AS NORMAS NÃO PENAIS VIOLADAS
(REGULAMENTOS, NGA, PORTARIAS,
LEIS,ETC.) em relação ao fato tal.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Termo em que se indicia uma pessoa e do qual consta o motivo, isto é, os
Termo em que se indicia uma pessoa e do qual consta o motivo, isto
é, os indícios que foram encontrados contra ela e o fato pelo qual
está sendo indiciado.
Nem sempre é usado mas é o mais adequado.
Obs: indiciado não pode ser ouvido na condição de testemunha.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento Reconhecimento Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento
Reconhecimento
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Reconhecimento Artigo 368, 369 e 370 do CPPM. Erro de redação: 368, c O correto é
Reconhecimento
Artigo 368, 369 e 370 do CPPM.
Erro de redação: 368, c
O correto é “aquela não seja vista
por esta (por motivos óbvios)
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Reconhecimento Lavrar termo semelhante ao de oitiva (de acordo com a pessoa a ser ouvida, se
Reconhecimento
Lavrar termo semelhante ao de oitiva (de acordo com a pessoa a ser
ouvida, se testemunha compromissada ou não, ofendido ou indiciado).
Dele constará a descrição da pessoa a ser reconhecida feita pela pessoa
que vai reconhecer.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Reconhecimento Constará que foram apresentadas tantas pessoas ao indiciado/ofendido/testemunha, e se a pessoa a fazer o
Reconhecimento
Constará que foram apresentadas tantas pessoas ao
indiciado/ofendido/testemunha, e se a pessoa a fazer o reconhecimento
estava oculta dos reconhecidos
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Reconhecimento Constará o verdadeiro nome das pessoas apresentadas e qual delas foi apontada, bem como se
Reconhecimento
Constará o verdadeiro nome das pessoas apresentadas e qual
delas foi apontada, bem como se houve ou não dúvida pela pessoa
que reconhece.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Reconhecimento Constará uma fotografia da cena do reconhecimento (das pessoas apresentadas que estarão segurando números ou
Reconhecimento
Constará uma fotografia da cena do reconhecimento (das pessoas
apresentadas que estarão segurando números ou sob números colocados
no local) com seta indicando qual delas foi reconhecida. No caso de
dúvida, será dito, também quem foi apontado e quem gerou dúvida.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Reconhecimento Constarão as assinaturas de duas testemunhas que realmente presenciaram o reconhecimento, e todos os demais
Reconhecimento
Constarão as assinaturas de duas testemunhas que realmente
presenciaram o reconhecimento, e todos os demais detalhes de uma
oitiva.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Cena do Reconhecimento Obs: a tarja no rosto é para fins de instrução. Termo de reconhecimento
Cena do Reconhecimento
Obs: a tarja no rosto é para fins de instrução. Termo de reconhecimento
é sem tarja.
1
2
3
4
5
6
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Cena do Reconhecimento Obs: a tarja no rosto é para fins de instrução. Termo de reconhecimento
Cena do Reconhecimento
Obs: a tarja no rosto é para fins de instrução. Termo de reconhecimento
é sem tarja.
1
2
3
4
5
6
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Reconhecimento Seguir o CPPM passo a passo. Pode haver reconhecimento de coisa, de voz, e outros,
Reconhecimento
Seguir o CPPM passo a passo. Pode haver reconhecimento de coisa,
de voz, e outros, dentro da mesma sistemática.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento Reconstituição (reprodução simulada dos fatos) Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento
Reconstituição (reprodução
simulada dos fatos)
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Ler artigo 13, PU do CPPM. Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Ler artigo 13, PU do CPPM.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Discussão: O que achamos que ocorreu? Há outras hipóteses? Quais vamos testar? Quesitos? Elaborado pelo Promotor
Discussão:
O que achamos que ocorreu?
Há outras hipóteses?
Quais vamos testar?
Quesitos?
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
1. O QUÊ, 2. QUEM, 3. CONTRA QUEM, 4. QUANDO, 5. ONDE, 6. COMO, 7. POR
1.
O QUÊ,
2.
QUEM,
3.
CONTRA QUEM,
4.
QUANDO,
5.
ONDE,
6.
COMO,
7.
POR QUAL RAZÃO,
8.
COM AUXÍLIO DE QUEM,
9.
QUAIS AS NORMAS NÃO PENAIS VIOLADAS
(REGULAMENTOS, NGA, PORTARIAS,
LEIS,ETC.) em relação ao fato tal.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Etapas Planejar cada etapa dos fatos, passo a passo Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano
Etapas
Planejar cada etapa dos fatos, passo a passo
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Prática Informar indiciado Poderemos ouvir testemunhas, ofendidos e indic iados no próprio local para entender a
Prática
Informar indiciado
Poderemos ouvir testemunhas, ofendidos e indic iados no
próprio local para entender a dinãmica.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Ei, ei!! Faça como revistas em quadrinhos. Usar textos sob as fotos, com Momento em que
Ei, ei!!
Faça como revistas em quadrinhos. Usar textos sob as fotos, com
Momento em que o trem não parou,
balões tipo HQ. Textos explicam a cena e balões contêm as falas
com ofendido gritando.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Exemplo Ei, ei!! Momento em que o trem não parou, com ofendido gritando. Elaborado pelo Promotor
Exemplo
Ei, ei!!
Momento em que o trem não parou,
com ofendido gritando.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento Relatório Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Desenvolvimento
Relatório
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
1. Listar todos os procedimentos FEITOS. Os que ESTÃO EM ANDAMENTO apesar do fim do inquérito
1. Listar todos os procedimentos FEITOS.
Os que ESTÃO EM ANDAMENTO apesar do
fim do inquérito (perícias exames).
Os que DEVERIAM SER FEITOS mas não
houve tempo ou por qualquer motivo.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
2. Destacar em tópicos todos os trechos importantes de depoimentos, perícias, exames, etc. Sublinhar todos os
2. Destacar em tópicos todos os trechos importantes de depoimentos, perícias,
exames, etc.
Sublinhar todos os trechos importantes
Mandar o escrivão digitar, explici-tando o documento a que se refere e a
página em que está.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Fazer um check list. Respondemos? 1. O QUÊ, 2. QUEM, 3. CONTRA QUEM, 4. QUANDO, 5.
Fazer um check list. Respondemos?
1.
O QUÊ,
2.
QUEM,
3.
CONTRA QUEM,
4.
QUANDO,
5.
ONDE,
6.
COMO,
7.
POR QUAL RAZÃO,
8.
COM AUXÍLIO DE QUEM,
9.
QUAIS AS NORMAS NÃO PENAIS VIOLADAS
(REGULAMENTOS, NGA, PORTARIAS, LEIS,
ETC.) em relação ao fato tal.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Tendo listados todos os trechos importantes, é mais fácil concluir: 3. Fazer uma análise do que
Tendo listados todos os trechos importantes,
é mais fácil concluir:
3.
Fazer uma análise do que temos e o que podemos concluir como as
que fizemos aqui. Levantar o que ainda precisaria e o que não pode
ser constatado e o porquê
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
4. Contar uma história (Relato) de como os fatos ocorreram e os fundamentos, fazendo referência a
4.
Contar uma história (Relato) de como os fatos ocorreram e os
fundamentos, fazendo referência a fatos, documentos e folhas.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
5. Dizer se há crime ou transgressão. Não há necessidade de dizer qual o crime, nem
5.
Dizer se há crime ou transgressão. Não há necessidade de dizer qual o
crime, nem há problema se disser
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
6. Pronunciar-se, justificadamente sobre a conveniência da prisão preventiva do indiciado. Caso positivo, em qualquer momento
6. Pronunciar-se, justificadamente sobre a conveniência da prisão preventiva
do indiciado.
Caso positivo, em qualquer momento (mesmo antes do relatório), liguem e
oficiem para o MPM pedindo que peticione pela prisão
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
a) prova do fato delituoso; b) indícios suficientes de autoria. Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar
a) prova do fato delituoso;
b) indícios suficientes de autoria.
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Quando fatos concretos indicarem: a) ameaça à ordem pública b) réu ameaçar testemunhas, destruir provas, tentar,etc.
Quando fatos concretos indicarem:
a)
ameaça à ordem pública
b)
réu ameaçar testemunhas,
destruir provas, tentar,etc.
c)
Réu demonstra na prática.
Natureza crime pode demonstrar
Periculosidade.
d)
fuga do réu ou tentativa
e)qual a conseqüência da liberdade
do réu ou acusado para a disciplina
da tropa e a hierarquia. Militar sabe
melhor que qualquer jurista!
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Entrar em contato imediato com MPM para obter a mais adequada orientação: (71) 3362-6125 ou 6126
Entrar em contato imediato com MPM
para obter a mais adequada orientação:
(71) 3362-6125 ou 6126
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Solução de IPM Dentro do prazo previsto para o IPM (20, 40 ou 40+20). Não é
Solução de IPM
Dentro do prazo previsto para o IPM (20, 40 ou 40+20). Não é após o
prazo.
Remessa do IPM em até 5 dias após a solução para a Auditoria.
Ver recomendação da Procuradora-Geral de Justiça Militar, válida em
todo o Brasil, neste blog ou no link Controle externo (azul), em
Recomendações no site do MPM: www.mpm.gov.br
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Conclusão Preservar e isolar local de crime. TODOS na OM devem saber disto! Contato imediato com
Conclusão
Preservar e isolar local de crime. TODOS na OM devem saber disto!
Contato imediato com MPM no (71) 3362-6125 ou 6126
Representar ao MPM para qualquer medida que envolva decisão
judicial, ou peticionar em juízo
Instaurar IPM sempre que há indícios de crime. DÚVIDA: IPM ou
MPM. Sindicância NÃO!
e ...
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Deixar de instaurar IPM pode caracterizar: Crime de Prevaricação Crime de Condescendência criminosa Ato de Improbidade
Deixar de instaurar IPM pode caracterizar:
Crime de Prevaricação
Crime de Condescendência criminosa
Ato de Improbidade administrativa
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
INSTAURE O IPM OU Entre em contato imediato com MPM para obter a mais adequada orientação:
INSTAURE O IPM OU
Entre em contato imediato com MPM para
obter a mais adequada orientação:
(71) 3362-6125 ou 6126
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves
Elaborado pelo Promotor de Justiça Militar Adriano Alves