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CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ

CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

DOUGLAS MENDES AMORIM


HARRYSSON CARVALHO DOS SANTOS
MARIA DO SOCORRO BORGES MATOS
TAIANA VERENA DA CRUZ PINHEIRO

AS ABORDAGENS PEDAGÓGICAS NO CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO


FÍSICA ESCOLAR: implicações dos conteúdos utilizados pelos professores

Macapá
2017
DOUGLAS MENDES AMORIM
HARRYSSON CARVALHO DOS SANTOS
MARIA DO SOCORRO BORGES MATOS
TAIANA VERENA DA CRUZ PINHEIRO

AS ABORDAGENS PEDAGÓGICAS NO CURRÍCULO DA


EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: implicações dos conteúdos
utilizados pelos professores

Trabalho apresentado à disciplina de


investigação científica, ministrado pelo mestre
Gilberto Santiago Ferreira, do curso de
Educação Física do Centro de Ensino Superior
do Amapá.

Macapá-AP
2017
AS ABORDAGENS PEDAGÓGICAS NO CURRÍCULO DA EDUCAÇÃO FÍSICA
ESCOLAR: implicações dos conteúdos utilizados pelos professores

Douglas MendesAmorim1
Harrysson Carvalho dos Santos¹
Maria do Socorro Borges Matos¹
Taiana Verena da Cruz Pinheiro¹
Prof° Me. Jarí Kardec Pereira Oliveira2
3
Prof°. Me. Gilberto Santiago Ferreira

RESUMO
A Educação Física no que diz respeito ao aspecto de currículo educacional brasileiro é muito
abrangente. Isso se encadeia no contexto dos acontecimentos históricos, que vão desde seu descobrimento,
aproximadamente em 1500 quando Pero Vaz de Caminha em sua carta descreve naquele exato momento os
habitantes, os índios, dançando, pulando e girando ao som produzido por um português. Mais tarde sofrendo
influências pela chegada da Coroa Portuguesa, trazendo os métodos gímnicos; foi introduzida como disciplina
obrigatória; recebeu várias tendências, principalmente do higienismo, militarismo e esportivismo. Houve assim,
posteriormente, uma grande crise de identidade, surgindo os movimentos renovadores. Autores que tinham
olhares críticos e reflexivos sob a forma que a disciplina estava sendo utilizada desenvolveram estudos, cada um
com seu ponto de vista, então chamados de abordagens pedagógicas. A pesquisa teve como princípio identificar
a forma como os professores de Educação Física da Cidade de Macapá estão trabalhando em seus currículos a
respeito das abordagens pedagógicas, sendo percebido isso por meio de um estudo de campo como auxílio de
questionários, buscando desta forma quais abordagens fazem-se mais presentes.

PALAVRAS-CHAVES: Educação Física, Acontecimentos históricos, Abordagens pedagógicas.

ABSTRACT
Physical Education with respect to the aspect of Brazilian educational curriculum is very
comprehensive. This is in the context of the historical events, which have been going on since its discovery,
about 1500 when Pero Vaz de Caminha in his letter describes at that very moment the inhabitants, the Indians,
dancing, jumping and turning to the sound produced by a Portuguese. Later suffering influences by the arrival of
the Portuguese Crown, bringing the gimnic methods; Was introduced as a compulsory subject; Received several
tendencies, mainly of the hygienism, militarism and esportivismo. There was, afterwards, a great crisis of
identity, with the emergence of the renovating movements. Authors who had critical and reflexive looks in the
form that the discipline was being used developed studies, each with its point of view, then called pedagogical
approaches. The research had as a principle to identify how the Physical Education teachers of the City of
Macapá are working on their curricula regarding the pedagogical approaches, being perceived this through a
field study as a help of questionnaires, seeking in this way which approaches do Become more present.KEY-
WORDS: Physical Education, Historical Events, Pedagogical Approaches.

1
Graduandos em Educação Física pelo Centro de Ensino Superior do Amapá – CEAP

douglasx874@gmail.com, harryssonc28@gmail.com, socorro10bm@gmail.com, taianavcpinheiro@gmail.com

2
Professor mestre do curso de Licenciatura em Educação Física do Centro de Ensino Superior do
Amapá – CEAP

3
Mestre em ciência da motricidade humana; Especialista em psicomotricidade e pedagogia do desenvolvimento
humano; Licenciado pleno em Educação Física. Atualmente é professor do Centro de Ensino Superior do Amapá
e professor da rede pública.
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO------------------------------------------------------------------------ 5

2 REFERENCIAL TEÓRICO------------------------------------------------------ 6

2.1 O Brasil, a Educação Física e as influencias em seu currículo-------------------- 6

2.2 As Abordagens Pedagógicas No Currículo Da Educação Física Escolar-------- 8

2.2.1 Esportivista------------------------------------------------------------------------------- 8

2.2.2 Desenvolvimentista--------------------------------------------------------------------- 8

2.2.3 Construtivista---------------------------------------------------------------------------- 9

2.2.4 Psicomotricidade------------------------------------------------------------------------ 9

2.2.5 Crítico-Superadora---------------------------------------------------------------------- 9

2.2.6 Crítico-Emancipatória------------------------------------------------------------------ 9

2.2.7 Saúde Renovada------------------------------------------------------------------------- 10

2.2.8 Antropológica---------------------------------------------------------------------------- 10

2.2.9 Ensino Aberto---------------------------------------------------------------------------- 10

2.2.10 Plural-------------------------------------------------------------------------------------- 10

2.2.11 PCNs-------------------------------------------------------------------------------------- 11

3 PROCEDIMENTOS METODOLOGICOS ------------------------------------- 11

3.1 Características da pesquisa------------------------------------------------------------- 11

3.2 População e Amostra------------------------------------------------------------------- 11

3.3 Instrumentos e Materiais--------------------------------------------------------------- 12


3.4 Procedimentos para a coleta de dados------------------------------------------------ 13

3.5 Tabulações dos dados------------------------------------------------------------------- 13

4 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS---------------------------------------- 13

5 ANÁLISE DOS DADOS------------------------------------------------------------- 14

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS-------------------------------------------------------- 16

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS------------------------------------------- 17
5

1 INTRODUÇÃO

Este trabalho surge diante as dúvidas que ao longo do tempo ouve em relação à
Educação Física escolar quando nos referimos às abordagens pedagógicas.
Estudos dizem que a Educação Física ao longo de sua história, sofreu influências em
relação as suas práticas educacionais, que eram baseadas nas questões de desenvolvimento
motor, onde modelos como militarista, esportivista e biologista se perpetuaram até o ano de
1970. Daí cria-se então certas críticas a esses modelos, surgindo pensamentos que pudesse
mudar essa visão radical da Educação Física, tornando os professores mais conscientes de
seus conteúdos e os praticantes mais humanistas, surgindo assim às abordagens pedagógicas.
As abordagens pedagógicas que permeiam a Educação Física no Brasil, sem dúvida
alguma, trazem consigo uma longa característica individual movida a fatores intencionais de
acordo com cada período, buscando mudanças nos princípios e conseqüentemente na sua
prática curricular, onde as principais são: psicomotora, esportivista, desenvolvimentista,
construtivista, crítico-superadora, crítico-emancipatória, antropológica, saúde renovada,
PCNs, ensino aberto e plural.
Para Bracht (2007) o quadro das propostas pedagógicas em Educação Física
apresenta-se hoje bastante diversificado e, embora considere que a prática pedagógica atual
resista a mudanças4, ou seja, que a prática esteja acontecendo influenciada pelo paradigma da
aptidão física e do esporte rendimento, reconhece que várias abordagens pedagógicas foram
gestadas nas últimas duas décadas, as quais se colocam hoje como alternativas para o ensino
da Educação Física.
Dentre as abordagens pedagógicas citadas, quais as mais utilizadas pelos professores
de Educação Física do Fundamental II da Cidade de Macapá?
Tendo em vista a problemática da pesquisa, espera-se entender que tipo de
embasamento em meio às vastas abordagens pedagógicas os professores de Educação Física
trabalham em seus currículos, onde a partir de cada modelo, implica-se em certos conteúdos
assim como em vivências diferentes para os alunos.
Os professores acabam por influenciar os conteúdos relacionados às abordagens por
conta de onde se ensina, a que público ensina e qual a melhor estratégia a ser utilizada.
Trabalhar as abordagens pedagógicas no Brasil sempre vai ser uma tentativa de se adaptar as
mudanças e suas características.
Segundo Monteiro (2013 apud FREITAS 2008) chama atenção ao fato de que
possivelmente coexistam na atualidade, várias abordagens do ensino desse componente
6

curricular, todas elas resultam da articulação de diferentes teorias psicológicas, sociológicas e


concepções filosóficas, tendo em comum a tentativa de modificar a prática pedagógica
mecanicista.
Daí a importância de se trabalhar as abordagens pedagógicas de forma para
desenvolver os aspectos sociais, motor e cognitivo dos alunos. Tendo em vista, possibilitar
aos professores autonomia de mediar e estimular a ideia de que eles não atuam na escola
como meros “aplicadores” de conhecimento produzido por outros, mas, sim, como produtores
de conhecimento no seu fazer cotidiano, ou seja, diante das circunstâncias do cotidiano
escolar, eles constroem novos saberes.
Nosso estudo tem como objetivo geral, identificar as abordagens pedagógicas que são
mais utilizadas pelos professores no currículo da Educação Física do fundamental II da
Cidade de Macapá.
Já nos objetivos específicos: a) verificar se os professores de Educação Física têm
conhecimento sobre as abordagens pedagógicas; b) examinar se tais abordagens pedagógicas
condizem com a prática dos professores de Educação Física.

2 REFERÊNCIAL TEÓRICO

2.1 O Brasil, a Educação Física e as influências em seu currículo

Segundo Oliveira (1994), as atividades físicas surgem na pré-história, motivada pelo


ato de força, velocidade e resistências para sua sobrevivência. No Brasil, sem dúvida alguma,
isso não foi diferente. Onde, por relato de Pero Vaz de Caminha, em sua carta ao chegar às
terras brasileiras, em 1500, debruçasse em ver índios dançando, saltando, girando ao som da
gaita tocada por um português. Segundo SOARES (2012 apud Ramos 1982), esta foi
certamente a primeira aula de ginástica e recreação relatada no país.
Sabe-se também que nesse período a Educação Física para os indígenas tinha
propósitos também de sobrevivência, usufruindo dela como meio de pesca, nado, corrida,
caça e brincadeiras, assim, sendo de fundamental importância no dia a dia desse povo.
Com o passar do tempo, chega ao Brasil em 1808 a Família Real Portuguesa, trazendo
consigo questões culturais e as implantando na sociedade, entre elas relacionadas à educação,
que referindo a Educação Física, incorporando os métodos ginásticos da Europa, incluindo-as
como parte do currículo educacional da então capital, como destaca Oliveira:
7

Mais ou menos por essa época tem início, efetivamente, a história da Educação
Física no Brasil. Os primeiros livros sobre a matéria chegaram, incluindo em seu
conteúdo assuntos absolutamente diversos da Educação Física atual: eugenia,
puericultura, gravidez etc. O Ginásio Nacional (hoje Colégio Pedro II), criado
(1837) como instituição-modelo, incluiu a ginástica nos seus currículos. Em 1851,
começa a legislação referente à matéria, obrigando a prática da ginástica nas escolas
primárias do Município da Corte (Rio de Janeiro). No final do Império, foi
recomendada a utilização nas escolas da ginástica alemã, que havia sido adotada nos
meios militares. Essa ginástica vinha sendo aplicada oficialmente no Exército, e sua
adoção nos meios escolares provocou reações por parte daqueles que viam a
Educação Física como elemento da Educação, e não um mero instrumento para
adestramento físico. (OLIVEIRA, 1994, p.24).

Na primeira fase do Brasil república, a partir de 1920, outros estados da Federação,


além do Rio de Janeiro iniciaram reformas educacionais e, a incluir a ginástica chamada hoje
Educação Física na escola. Além disso, ocorre a criação de diversas escolas de Educação
Física, que tinham como objetivo principal a formação militar. No entanto, é a partir da
segunda fase do Brasil república, após a criação do Ministério da Educação e Saúde, que a
Educação Física começa a ganhar destaque perante aos objetivos do governo. Nessa época, a
Educação Física é inserida na constituição brasileira e surgem leis que a tornam obrigatória no
ensino secundário.

Na intenção de sistematizar a ginástica dentro da escola brasileira, surgem os


métodos ginásticos (gímnicos). Oriundos das escolas sueca, alemã e francesa, esses métodos
conferiam à Educação Física uma perspectiva eugênica, higienista e militarista, na qual o
exercício físico deveria ser utilizado para aquisição e manutenção da higiene física e moral
(Higienismo), preparando os indivíduos fisicamente para o combate militar (Militarismo)
(Darido e Rangel, 2005).

O higienismo e o militarismo estavam orientados em princípios anátomo-fisiológicos,


buscando a criação de um homem obediente, submisso e acrítico à realidade brasileira.

Com o golpe do regime militar, escolas públicas e privadas declinaram, tendo o


governo como principal intenção a utilização destas para práticas militares. Com isso, a
Educação Física passou a se tornar massa de manobra na ideologia militar. Seu foco principal
estava no desenvolvimento físico do país e consequentemente no esporte, buscando obter três
aspectos principais, como: Citius, Altius, Fortius.

Mais recentemente, na década de 70, a Educação Física sofreu, mais uma vez,
influências importantes no aspecto político. O governo militar investiu nessa
disciplina em função de diretrizes pautadas no nacionalismo, na integração (entre os
Estados) e na segurança nacionais, objetivando tanto a formação de um exército
8

composto por uma juventude forte e saudável como a desmobilização das forças
políticas oposicionistas. As atividades esportivas também foram consideradas
importantes na melhoria da força de trabalho para o milagre econômico brasileiro.
Nesse período, estreitaram-se os vínculos entre esporte e nacionalismo. Um bom
exemplo é o uso que se fez da campanha da seleção brasileira de futebol, na Copa do
Mundo de 1970 (PCNS 1998 P. 21).

Em decorrência desta visão exacerbada, no início da década de oitenta, floram


inúmeras críticas por meio da linha de frente da Educação Física escolar, como: Vitor
Marinho, Go Tani, João Freire, Hildebrandt, Elenor Kunz, Josimar Daolio, Le Boulch, Bracht ,
Mauro Betti etc, sob a prática com que esta estava sendo vista e trabalhada, surgindo assim os
chamados “movimentos renovadores” da Educação Física, que iam de encontro ao modelo
tecnicista e militarista, a fim de torná-la mais crítica e pedagógica.

2.2 As abordagens pedagógicas no currículo da Educação Física escolar

Diante as novas ideologias formadas pelos grandes pensadores da época a respeito da


Educação Física, aparecem às seguintes abordagens pedagógicas:

2.2.1 Esportivista

A Educação Física após segunda guerra mundial começa receber várias influências, do
método Austríaco e do método esportivo generalizado. O esporte agora não faz mais parte da
Educação Física e sim a Educação Física que faz parte do esporte.
O esporte determina dessa forma, o conteúdo de ensino da Educação Física,
estabelecendo também novas relações entre professor e aluno, que passam da
relação professor-instrutor e aluno-recruta para a de professor-treinador e aluno-
atleta. Não há diferença entre o professor e o treinador, pois os professores são
contratados pelo seu desempenho na atividade desportiva. (COLETIVO DE
AUTORES, 1992, p.37).

2.2.2 Desenvolvimentista

Esta tem como característica desenvolver questões de aptidão física nos alunos, tendo
foco que o movimento é à base da aprendizagem, sempre de forma pedagógica, do simples
para o complexo.
Os autores dessa abordagem defendem a ideia de que o movimento é o principal
meio e fim da Educação Física. Desse modo, uma aula desta disciplina não pode
ocorrer sem que haja movimento. Essa abordagem, segundo os autores, não busca na
Educação Física solução para todos os problemas sociais do País, pois sabe que
discursos genéricos não dão conta da realidade. Em suma, uma aula de Educação
Física deve privilegiar a aprendizagem do movimento, embora possam haver outras
aprendizagens em decorrência da prática das habilidades motoras. (UNESP, 2012, p.
41).
9

2.2.3 Construtivista

Tem como modelo promover o aprendizado de forma fraguimentada, onde todos se


envolvem e constroem-se uns com os outros, para daí chegar ao todo, sendo seu principal
meio de aprendizagem, o jogo.
O construtivismo se constitui pela interação do individual com o meio físico e
social, com o simbolismo humano, com o mundo das relações sociais, e se constitui
pela força de sua ação e não por qualquer dotação prévia, na bagagem hereditária ou
no meio, de tal modo que se pode afirmar que antes da ação não há psiquismo nem
consciência e, muito menos, pensamento. Seber (1997, p.32 apud Silva, 2013, p.84).

2.2.4 Psicomotricidade

Tem como característica tornar o professor mais consciente de suas práticas


educacionais, levando em consideração atividades que envolvam tanto parte psíquica como
motora, não sendo mais algo isolado do outro.
A abordagem psicomotora acredita que a EF deve estar envolvida com o
desenvolvimento da criança, com os processos cognitivos, afetivos e psicomotores,
buscando garantir a formação integral do aluno. É preciso lembrar que, no âmbito da
Educação Física, a psicomotricidade influenciou a busca da formação integral, ao
incluir as dimensões afetivas e cognitivas ao movimento humano. (MONTEIRO,
2013, p.21).

2.2.5 Crítico-superadora

Parte do objetivo de conseguir por meio das suas atividades modificar o olhar daquela
prática pela prática, para algo mais além, levando o aluno a refletir sob a ação aspectos de
poder, interesses e fatos sociais, agora o movimento torna-se linguagem.
Quanto à seleção de conteúdos para as aulas de Educação Física, os adeptos da
abordagem propõem que se considere a relevância social dos conteúdos, sua
contemporaneidade e sua adequação às características sociocognitivas dos alunos.
Enquanto organizações do currículo ressaltam que é preciso fazer com que o aluno
confronte os conhecimentos do senso comum com o conhecimento científico, para
ampliar o seu acervo de conhecimento. (UNESP, 2012, p.44).

2.2.6 Crítico-emancipatória

Esta teoria tem base no princípio de refletir sobre as causas que rodeiam uma
sociedade, baseadas em fatos sociológicos, políticos e econômicos, tornando os alunos mais
críticos por meio de seus conteúdos, saindo assim o fazer para agora por que fazer.
Fica evidente que para essa compreensão do esporte os alunos devem ser
instrumentalizados além de capacidades e conhecimentos que lhes possibilitam
apenas praticar o esporte. Nesse sentido, é de mais alta importância, sem dúvida, a
competência comunicativa que lhes possibilita a comunicação, não apenas sobre o
mundo dos esportes, mas para o todo, seu mundo social, político econômico e
cultural (KUNZ, 1994, p. 29-30).
10

2.2.7 Saúde renovada

Ao final do século XX, o fortalecimento das academias e a concepção de qualidade de


vida em todo país aumentou, tornando as pessoas mais preocupadas com fatores de atividades
físicas. Com isso, surgindo abordagens afins da promoção das práticas corporais, ajudando
assim, a saúde nas escolas.
A escola é o local ideal para a transmissão dos conteúdos da Educação Física para a
promoção da saúde. Os professores devem dirigir a sua prática no sentido de
conscientizar os alunos a respeito da importância da criação de um estilo de vida
ativo e de hábitos de vida saudáveis, pois a aptidão física relacionada à saúde
representa um papel importante na promoção de uma vida longa e saudável, de um
estilo de vida ativo e, também, para a prevenção de várias doenças crônico-
degenerativas. (ORFEI; TAVARES, 2010, p. 3).

2.2.8 Antropológica

Trabalha com o pensamento de que a Educação Física não pode desvincular-se das
concepções do ser humano, tendo ele então o seu maior potencial atrelado à cultura.

A antropologia é um importante referencial teórico para compreender a vida na


escola e a partir disso extrair informações para melhor fundamentar a intervenção
pedagógica. Considerando que o professor pode utilizá-la para compreender a vida,
o contexto social, a cultura do aluno, é possível esperar que poderá encontrar formas
de propiciar condições para que ocorram experiências significativas de
aprendizagem. (SILVA, 2013, p.140).

2.2.9 Ensino aberto

Tem a proposta de tornar as aulas de Educação Física mais coletiva e integrativa, onde
todos têm vez e voz, como destaca Oliveira (1990), sendo o ensino aberto algo que privilegia
o processo ensino-aprendizagem.
Hildebrandt; Laging (1986, p. 11 apud Freitas, 2008, p.8), “Uma concepção de
ensino aberto baseia-se na ideia de propiciar ao aluno possibilidades de decidir
junto, importando a proporção das possibilidades de co-decisão no grau de abertura
do ensino de Educação Física”.

2.2.10 Plural

Busca a confrontação no aspecto biológico, levando as reflexões que estes por sua vez
tornam-se diferente a cada individuo historicamente e socialmente construídos por uma
cultura.
O entendimento de qualquer atitude humana deve ser buscado em referências
culturais que dão sentido a essas atitudes. Como vimos o chamado “olhar
antropológico” implica uma relação espetacular entre quem olha e quem é olhado.
Olhar para o outro é, em alguma medida, olhar para si mesmo através do outro,
porque a forma de olhar é também influenciada pela cultura. (DAOLIO, 1995, p.30).
11

2.2.11 PCNs

Trata da concepção em que os discentes desenvolvam fundamentos corporais baseados


em características de sociedade e cultura, onde todos participam e são levados a diferentes
possibilidades, como: saúde, lazer e questões críticas que os rodeiam.
De acordo com os PCNs, a Educação Física na escola é responsável pela formação
de alunos que sejam capazes de participar de atividades corporais, adotando atitudes
de respeito mútuo, dignidade e solidariedade; conhecer, valorizar, respeitar e
desfrutar da pluralidade de manifestações da cultura corporal; reconhecer-se como
elemento integrante do ambiente, adotando hábitos saudáveis e relacionando-os com
os efeitos sobre a própria saúde e de melhoria da saúde coletiva; conhecer a
diversidade de padrões de saúde, beleza e desempenho que existem nos diferentes
grupos sociais, compreendendo sua inserção dentro da cultura em que são
produzidos, analisando criticamente os padrões divulgados pela mídia; reivindicar,
organizar e interferir no espaço de forma autônoma, bem como reivindicar locais
adequados para promover atividades corporais de lazer. (SILVA, Angélica Teixeira
et al, 2010).

3 PROCEDIMENTOS METODOLOGICOS

3.1 Características da pesquisa

A pesquisa caracterizou-se como pesquisa de campo, quanto à forma de


abordagem em uma pesquisa quantitativa e qualitativa de caráter descritivo como esclarece:
Segundo Fonseca (2002, p. 20) Diferentemente da pesquisa qualitativa, os resultados
da pesquisa quantitativa podem ser quantificados. Como as amostras geralmente são grandes e
representativas da população, os resultados são tomados como se constituíssem um retrato
real de toda a população alvo da pesquisa. A pesquisa quantitativa se centra na objetividade.
Considera que a realidade só pode ser compreendida com base na análise de dados brutos,
recolhidos com o auxílio de instrumentos padronizados e neutros. A pesquisa quantitativa
recorre à linguagem matemática para descrever as causas de um fenômeno e as relações entre
variáveis. A utilização conjunta da pesquisa qualitativa e quantitativa permite recolher mais
informações do que se poderia conseguir isoladamente.
O estudo vem com o propósito de pesquisa empírica constituída sob a forma de estudo
de caso desenvolvida na cidade de Macapá no estado do Amapá.

3.2 População e Amostra

A população foi constituída por professores formados em Educação Física e que atuam
no ensino da rede pública. O universo da pesquisa foi composto por uma amostra
probabilística intencional composta por 16 professores atendendo em nível de ensino
Fundamental II.
12

Os critérios de inclusão e exclusão foram estabelecidos da seguinte forma: Incluiu-se


na pesquisa professores com docência em Educação Física que estão atuando em escolas e
turmas do ensino fundamental II no dia da aplicação do questionário. Excluem-se os
professores que não apresentem nenhum dos requisitos anteriormente citados.

3.3 Instrumentos e Materiais

O método utilizado teve como proposição o uso de questionário estruturado com 03


perguntas descritivas e objetivas para professores objetivando identificar, a partir das
concepções dos mesmos as abordagens pedagógicas que influenciam o ensino da Educação
Física Escolar.
As seguintes perguntas:
Por que você escolheu a educação física como profissão? Há quanto tempo você atua na área?
Você conhece as abordagens pedagógicas? Cite quais você conhece.
Você costuma trabalhar as abordagens pedagógicas no currículo da educação física? Qual ou
quais? E explique o que cada uma visa.

SIM ( ) NÃO ( )

( ) Psicomotora ( ) Crítico-superadora
( ) Esportivista ( ) Crítico-emancipatória
( ) Ensino aberto ( ) Antropológica
( ) Plural ( ) Construtivista
( ) PCNS ( ) Saúde renovada
( ) Desenvolvimentista

Segundo Minayo e Sanches (2003), a coleta de dados é um processo importante,


porque gera informações sobre acontecimentos. Logo, estes devem ser avaliados e analisados,
para que se possam alcançar resultados. O objetivo é investigar fontes primárias, dados não
codificados, organizados e elaborados para os estudos científicos, como documentos,
estatísticas e leis, que permitam descrever e analisar situações, fatos e acontecimentos
anteriores, bem como comparar com dados da realidade presente.
13

3.4 Procedimentos para a coleta de dados

Foi realizada uma conversa com os professores para que os mesmos conhecessem o
tema, problema, objetivos do estudo e o instrumento que seria utilizado para coleta das
informações necessárias a pesquisa. Em seguida lhes foi explicado brevemente sobre o
questionário, a forma de preenchimento e a hora para o recolhimento dos mesmos. As escalas
utilizadas foram para a identificação do nível de conhecimento das abordagens e se
implicavam ou não sob a prática dos conteúdos trabalhados em sala de aula no ensino dos
professores de Educação Física.

3.5 Tabulações dos dados

Foi utilizada a estatística simples com uso de planilha Excel. A análise e interpretação
dos dados foram desenvolvidas de forma descritiva e analítica, com ênfase a análise de
conteúdo. A análise das informações coletadas foi feita de forma qualitativa buscando
interpretar os dados coletados a partir da bibliografia levantada.
Nessa perspectiva a tabulação dos dados se deu a partir das 53 escolas que atendem o
ensino fundamental II na cidade de Macapá entre as zonas sul e norte, tendo em vista que a
pesquisa concentrou-se em 16 delas. Logo, somados 30% da margem total das 53 escolas.

4 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS

Fig.1: A s abordagens pedagógicas mais utilizadas pelos professores de Educação Física.


14

Em relação à abordagem antropológica como mostra a figura 1, se esta é inserida no


currículo da Educação Física escolar, 0 professores disseram trabalhá-la em suas aulas,
correspondendo a 0,0% dos 16 questionados.
Na abordagem crítico-superadora, 7 professores dizem trabalhar seus fundamentos nas
aulas, contabilizando 44% dos 16 questionados.
A abordagem crítico-emancipatória, 6 professores afirmam incluí-la em suas aulas,
que aborda 38% dos 16 questionados.
Sobre a abordagem construtivista, no que se refere ao seu uso nas aulas, 9 professores
afirmam inseri-la nos conteúdos, obtendo 56% dos 16 questionados.
Já a abordagem desenvolvimentista, também 9 professores dizem trabalhá-la em seus
currículos, tendo o resultado de 56% dos 16 questionados.
A partir da abordagem esportivista, sobre seu uso nos conteúdos, apenas 4 professores
dizem utilizá-la, correspondendo a 25% dos 16 questionados.
Outra abordagem indagada sobre sua utilização foi, ensino aberto, onde somente 1
professor (a) disse inseri-la, somando apenas 6% dos 16 questionados.
Na abordagem PCNs, se de fato a mesma é incluída nos conteúdos, 5 professores
confirmaram trabalhar, sendo apenas 31% dos 16 questionados.
No que diz a abordagem plural, se pertence aos conteúdos trabalhados, 0 professores
dizem utilizá-la, contabilizando 0,0% dos 16 questionados.
Com base na abordagem psicomotora, se esta pertence aos conteúdos trabalhados, 5
professores confirmam sua presença, fechando em 31% dos 16 questionados.
Em referência a abordagem saúde renovada, quando indagada seu pertencimento nos
currículos da educação física escolar, 6 professores confirmam sua presença, fechando em
38% dos 16 questionados.

5 ANÁLISE DOS DADOS

Conforme é destacado na figura 1, obtém-se na amostra que grande parte dos


professores que atuam na área da Educação Física escolar do ensino fundamental II, tendem a
utilizar três principais abordagens em seus conteúdos: crítico-superadora (44%); construtivista
(56%) e desenvolvimentista (56%).
Quando indagados sobre o que visava à abordagem crítico-superadora, os prefessores
em grande maioria afirmaram relacionar as práticas aos aspectos de poder; questões sociais;
15

contextualização os fatos históricos; questões éticas; valores; autonomia reflexiva; capacidade


de gerar soluções; enfrentamento ao modelo tecnicista; superação da realidade.
Com base no coletivo de autores, deve-se defender para a escola uma proposta clara de
conteúdos do ponto de vista da classe trabalhadora, conteúdo este que viabilize a leitura da
realidade estabelecendo laços concretos com projetos políticos de mudanças sociais.
Já na abordagem construtivista, os professores a correlacionaram aos seguintes
apontamentos: valorização de experiências e culturas; construção de conhecimentos (jogos,
brinquedos); baseamento em Piaget; questão psicomotora; interação sujeito e mundo; reflexão
da prática.
Segundo Darido (2003 apud Monteiro) deve-se dar ênfase aos aspectos psico-social-
afetivo-motor. A intenção é a construção do conhecimento a partir da interação do sujeito com
o mundo.
. Em seguida, sobre a abordagem desenvolvimentista, obteve-se as seguintes respostas:
trabalha o movimento como meio e fim; psicomotor; desenvolve o comportamento motor;
manipulativas, locomotoras e estabilizadoras; ausência do modelo mecanicista;
desenvolvimento motor; habilidades (complexas e específicas); respeito.
Segundo Costa (2010), Professores de Educação Física que atuam na abordagem
desenvolvimentista devem aprender sobre as características motoras típicas, cognitivas e
afetivas de cada faixa etária.
As demais abordagens pedagógicas nas quais a pesquisa teve foco alcançaram baixa
utilização por partes dos profissionais de EF, definindo-as, como:
Em referência a abordagem crítico-emancipatória (38%) no currículo, os educadores
dizem mexer com: superação; contradições; transformações (sociais, econômicas e políticas);
emancipação; justiça social; reflexão nas práticas; compreensão crítica do ( mundo, sociedade
e relações).
Outra que teve a mesma porcentagem foi à abordagem saúde renovada (38%), onde os
profissionais definiram da forma a seguir: está ligada a aptidão física; informar; mudar
atitudes; promover a prática de exercícios; saúde; biologia; qualidade de vida; vida saudável;
relação Educação Física a saúde integral do individuo.
Na abordagem PCNs (31%), os educadores que dizem introduzi-la em suas aulas
afirmam ser: democratização e diversidade nas práticas; promove a inclusão dos alunos à
cultura corporal de movimento (jogos, ginástica, lutas, esportes e danças etc); princípios de
igualdade e pluralidade; reflexões dos temas da cultura corporal.
16

A abordagem psicomotora (31%), os professores em seu aspecto de uso junto os


conteúdos, conceituam sendo: aspectos cognitivos e motores; desenvolvimento do corpo; ação
educativa a partir dos movimentos espontâneos; processo de aprendizagem nos movimentos.
Em relação à abordagem esportivista (25%), e sua introdução no currículo da
educação física escolar, obtêm-se o seguinte: esportes; valores através das praticas esportivas;
normas e técnicas.
Sobre a abordagem ensino aberto (6%), se é presente nas aulas os fundamento a
regem, apenas 1 afirma que sim, sendo: em certos momentos decidir os conteúdos em
conjunto, com os alunos.
Nas abordagens antropológicas e plurais (0,0%), da amostra de 16 professores
questionados 0,0 afirmou trabalhá-la em seu currículo de Educação Física escolar.
Ao fechamento e análise dos resultados adquiridos na coleta de dados sobre os
professores de Educação Física das escolas estaduais da cidade de Macapá, percebe-se o quão
que estas respostas foram expressivas e ao encontro a outras pesquisas realizadas em cidades
posteriores, como foi o exemplo da realizada em Belo Horizonte, chamada: Conhecimento
Sobre As Abordagens Pedagógicas da Educação Física: Escola Estadual vs Escola Particular,
dos autores Angélica Teixeira Silva Et al. Ambas pesquisas definindo que as três abordagens
mais utilizadas são: crítico-superadora, desenvolvimentista e construtivista.

6 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após toda a trajetória percorrida, por sinal árdua, desde a definição da temática deste
trabalho científico que se concretizou sobre o currículo na Educação Física e a partir daí a
relação que este tinha com as abordagens pedagógicas, passando pelo o que abordaríamos e
como conseguiríamos tais respostas, foi algo desgastante.
Ao fim da pesquisa sobre as abordagens pedagógicas que influenciam o currículo da
Educação Física escolar, estacionamos em várias conclusões, uma delas que de fato os
professores que atuam nessa área estão cada vez mais por dentro de assuntos que até certo
tempo tinham-se como algo de outro mundo, as abordagens pedagógicas. Nota-se que talvez
pelas tantas críticas que essa ciência da educação acabou sofrendo no decorrer do tempo,
trouxe mudanças bem interessantes ao seu crescimento, porém muitas dúvidas ainda se
mantêm.
Ao definirmos o que trabalharíamos, por todos os estudos que tivemos na nossa
formação; inúmeros trabalhos sejam em artigos, revistas ou livros demonstravam ainda a
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predominância do “rola bola” nas aulas de Educação Física. O esporte como meio e fim da
prática educacional. Logo, nossas hipóteses ao que consequentemente poderíamos achar como
resultados tinham essa mesma perspectiva.
Observa-se a partir das respostas dadas pelos professores na primeira pergunta do
questionário, onde os indagavam o motivo pela qual os levou a entrarem na Educação Física,
o motivo esporte ou área relacionada ao movimento foi unânime. Indo dessa forma de
encontro ao que eles dizem em sua grande maioria não trabalhar, o esportivismo. Vale
ressaltar que conforme mostrado nos gráficos por meio da coleta de dados, a valorização de
certas abordagens se desenvolveu com o tempo, entre elas a construtivista e
desenvolvimentista, que representaram a maior utilização. Sendo algo super refletivo, pois
como já dito, estudos de cidades diferentes apresentaram tais apontamentos.
Conclui-se que, a pesquisa foi de fato muito satisfatória, nos levando a outro olhar,
destacando que os professores estão sim mais por dentro de seus atos, buscando integrar
nesses conteúdos uma ou várias abordagens pedagógicas como embasamento, deixando de
lado o fazer pelo fazer para o saber fazer, buscando sempre ou aparentemente um “o que;
como; por que, nas práticas. Assim, grande parte dos docentes soube dá corretamente seu
posicionamento a respeito de suas abordagens. Porém, ainda é muito cedo para dizer se
realmente isso ocorre no dia a dia ou apenas consistiu em meros argumentos, havendo
também consideravelmente, respostas não fundamentadas ou que se diziam trabalhar, todavia
não conseguindo explicar como ocorre em currículo educacional.
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