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A COMPLEXIDADE DO GENOMA

HUMANO-primeira parte

Em 1990, surgiu o Projeto Genoma Humano que tinha a finalidade de identificar no prazo de até o ano
de 2005, cada um dos 100 mil genes através de um processo chamado mapeamento genético
humano.Esse mapeamento, consiste em registrar cada um dos genes do cromossomo, determinar a
ordem dos nucleotídios e sua função. As vantagens desse trabalho estão no fato da identificação da cura
e da causa de muitas doenças como a obesidade, o diabetes e o hipertensão, o que será de grande
benefício para a humanidade que, até então, não alcançou tal proeza.Mas por outro lado, existem
desvantagens (éticas e morais), pois o uso indevido do Projeto, pode fazer com que as pessoas percam
sua individualidade, tornem-se vulneráveis e propícias a um “descarte”numa entrevista de trabalho, por
exemplo, devido ao fato de que, por um simples exame, possa-se detectar uma má reprodução da célula
e um futuro câncer, que dificultará sua admissão no emprego.O conhecimento do código genético do
ser humano pode ofertar um trunfo a certas pessoas, que poderia se usado de forma indevida e resultar
não só em sérios problemas éticos e morais, mas poderia ser responsável pela dizimação da raça
humana.Nesta nova série, pretendemos colocar questões tanto biológicas, quanto científicas e éticas e
tentar traçar um paralelo com essas mudanças planetárias as quais estamos sujeitos nesta mudança de
paradigmas, usando uma linguagem mais simplificada, não deixando de informar de forma acadêmica
compreensível para todos e abordando partes importantes deste assunto que diz respeito á todos nós,
pois sabemos que somos uma mistura genética incrívelmente diversificada, pois temos gens de várias
raças do Cosmos que por aqui estiveram, sem contar as experiências genéticas á que fomos
submetidos.Somos um cadinho de raças galáctico que, só agora, começa a ter conhecimento do seu
imenso potencial, da sua verdadeira estrutura biológica e nosso futuro depende desse
conhecimento,que pode nos levar á uma incrível evolução, ou um perigo para a nossa raça.No que
vamos apostar?

Post relacionado;lembre-se-do-que-como-e-porque-voce-esta-aqui-aa-metatron-e-a-dimensao
Conceito

O Projeto Genoma Humano (Human Genome Project, HGP) é uma das maiores façanhas da história
da humanidade. Ele é traduzido como um esforço da pesquisa internacional para seqüenciar e mapear
todos os genes dos seres humanos, que no seu conjunto é conhecido como genoma. Integrado ao HGP,
esforços semelhantes vêm sendo empregados para a caracterização de genomas de vários outros
organismos, uma vez que a maioria dos organismos vivos apresenta muitos genes que são similares ou
homólogos, ou seja, com funções semelhantes. A identificação das seqüências e das funções dos genes
destes organismos se traduz no potencial para explicar a homologia dos genes nos seres humanos,
portanto podendo ser usados como modelo animal na pesquisa biomédica.O seqüenciamento de nosso
genoma representa um passo essencial no entendimento da biologia humana e no planejamento racional
de pesquisas biomédicas. Contudo, é importante notar que o seqüenciamento de um dado genoma é
apenas uma parte de um complexo quebra-cabeças. A informação genética deve ser usada como um
“mapa”, a partir do qual começamos a compreender a base das doenças e a importância da variação
genética através da análise da complexidade e do comportamento das regiões reguladoras, genes e
proteínas, funções gênicas e sistemas celulares.

O genoma humano é um conjunto de instruções necessárias para formar um ser humano. Essas
informações estão no DNA, uma longa molécula em formato de hélice distribuídas em 23 pares de
cromossomos, que carregam os genes compostos por quatro elementos básicos: adenina, timina,
citosina, guanina.Os núcleos de meio milhão de células humanas poderiam caber todos dentro de
uma única semente de papoula; embora cada um deles abrigue um mecanismo genômico
incrívelmente vasto, pelo menos do ponto de vista molecular.Cada núcleo tem bilhões de
componentes, ou peças; muitas delas utilizadas para ativar e silenciar genes — um sistema que
permite a especialização de células individuais como células cerebrais, cardíacas e cerca de outros
200 tipos diferentes.Além disso, o genoma de cada célula é um “twitter com milhões de peças
móveis” que se deslocam em massa por todo o núcleo, prendendo-se aqui e ali para ajustar o
programa genético. De vez em quando, a própria máquina genômica se replica.
VOCE SABIA?
“Estique todos os genomas em todos os trilhões de células de seu corpo e você teria a distância
equivalente a 50 viagens de ida e volta ao Sol”, compara Tom Misteli, chefe de biologia celular do
grupo de genomas no Instituto Nacional do Câncer, em Bethesda, Maryland.Desde 1953, quando James
Watson e Francis Crick revelaram a estrutura do DNA, pesquisadores fizeram progressos espetaculares
em soletrar, ou decifrar, essas letras gênicas.Mas esse modo de ver esse magnífico sistema de
armazenamento de informações não revela quase nada sobre o que faz com que genes específicos se
liguem ou desliguem em momentos distintos, em diferentes tipos de tecidos, e em períodos
diferenciados do dia ou da vida de uma pessoa.Para desvendar esses processos, precisamos entender
como essas letras gênicas se espiralam, enrolam, dobram em laçadas, agregam em domínios e glóbulos
coletivamente; e, de modo geral, presumir uma arquitetura que abrange todo o núcleo.“A beleza do
DNA fez as pessoas se esquecerem das estruturas de escalas mais abrangentes do genoma”, sintetizou
Job Dekker, um biólogo molecular da Faculdade de Medicina da University of Massachusetts em
Worcester, que construiu algumas das ferramentas mais significativas para desvendar a geometria
genômica.
“Agora estamos voltando para estudar a estrutura do genoma porque nos demos conta de que a
arquitetura tridimensional do DNA nos dirá como as células de fato usam as informações. Tudo no
genoma só faz sentido em 3-D”.
UMA LONGA JORNADA NO TEMPO
As primeiras tentativas de compreensão dos fenômenos biológicos são provávelmente tão antigas
quanto a linguagem e o pensamento consciente. Desde os primórdios temos tentado compreender
nossas origens, buscando influenciar a dinâmica da vida, das doenças e da morte. Embora tenham
ocorrido descobertas dramáticas nessa área, particularmente nos últimos 50 anos, nos últimos três anos,
presenciamos um salto significativo em tecnologias da pesquisa biológica, principalmente no que se
refere aos progressos na área de seqüenciamento genômico. A tecnologia de seqüenciamento
automático de DNA utilizando raios laser (uma técnica que permite um acúmulo rápido de informação
genética, gerando um rascunho genético de um dado organismo), tem modificado fundamentalmente o
nosso conhecimento de biologia e de muitas áreas associadas. A implementação do seqüenciamento de
DNA em larga escala permitiu a realização de um dos feitos científicos mais importantes da
humanidade: o seqüenciamento do genoma humano.
A análise mais minuciosa e detalhada da máquina genômica levou tempo para se consolidar.Em
meados do século 17, o microscopista britânico pioneiro Robert Hooke inventou a palavra cell, ou
célula, como resultado de suas observações de uma fina fatia de cortiça. Os pequenos compartimentos
que viu, o fizeram lembrar-se dos apertados cômodos de monges — suas celas.Em 1710,Antonie van
Leeuwenhoek detectou minúsculos compartimentos no interior de células; mas foi o botânico escocês
Robert Brown, descobridor do famoso movimento browniano, que cunhou a palavra nucleus, ou
núcleo, para descrever esses compartimentos no início da década de 1830.Meio século depois, em
1888, o anatomista alemão Heinrich Wilhelm Gottfried von Waldeyer-Hartz olhou por seu microscópio
e decidiu usar a palavra cromossomo, que quer dizer “corpo colorido”, para os diminutos
filamentos de corantes que ele e outros podiam ver dentro de núcleos com auxílio dos melhores
microscópios da época.
Durante o século 20, biólogos descobriram que o DNA em cromossomos, e não os seus componentes
proteicos, são a encarnação molecular de informação genética. A soma total do DNA contido nos 23
pares de cromossomas é o Genoma.Mas, como esses cromossomos se combinavam, continuou sendo
em grande parte um mistério.

A ORQUESTRA DO GENOMA
Arqueólogos genômicos como Dekker inventaram e aplicaram técnicas de “escavação molecular” para
descobrir a arquitetura do genoma, na esperança de finalmente discernirem como toda essa estrutura
ajuda a orquestrar a vida na Terra.Ao longo da última década mais ou menos, eles têm exposto uma
“hierarquia aninhada” de motivos estruturais em genomas que são tão elementares para a identidade e
atividade de cada célula como a própria dupla hélice.O objetivo do Projeto Genoma Humano (PGH)
era descobrir como essas substâncias químicas estão organizadas na longa fita retorcida do
DNA;Então, no início da década de 90, Katherine Cullen e uma equipe da Vanderbilt University(?)
desenvolveram um método para fundir artificialmente pedaços de DNA que estão próximos no núcleo.
Essa façanha permitiu analisar a estrutura ultra- dobrada (comprimida) do DNA ao simplesmente ler
sua sequência.
Essa abordagem foi sendo aprimorada ao longo dos anos e, uma de suas interações mais recentes,
chamada Hi-C, possibilita mapear a dobradura de genomas inteiros.
COMO OS CROMOSSOMOS SE ENROLAM PARA FORMAR A CADEIA DE DNA
Esses códigos são escritos em Cromatina, a mistura de DNA e proteínas que compõe os cromossomos.
A Cromatina é construída quando o DNA se enrola ao redor de milhões de estruturas proteicas
parecidas com carretéis, chamadas nucleossomos. (Esse enrolamento é a razão por que dois metros de
DNA podem se comprimir dentro de núcleos com diâmetros de apenas um tricentésimo de milésimo
de largura.)Um grande elenco de “jogadores biomoleculares” refina diferentes faixas dessa contorcida
Cromatina em formas mais fechadas ou abertas. A imagem cada vez mais detalhada do genoma, que
pesquisadores como Dekker, Misteli, Aiden e seus colegas têm construído funciona mais ou menos da
seguinte forma:“Nucleotídeos se reúnem na famosa dupla hélice do DNA. A hélice se enrola em
nucleossomos para formar cromatina, que por sua vez se enrola e enrola em formações similares
ao que você obtém quando fica torcendo as duas extremidades de uma corda. Em meio a tudo isso,
a cromatina se isola ou desvia aqui e ali em milhares de laçadas, ou meandros. Essas voltas, tanto
no mesmo cromossomo como em cromossomos diferentes, se engajam mútuamente em
subcompartimentos.”
Fontes;Revista Scientific American-12 de março de 2015.
Pesquisas da SimonsFoundation.org, cuja missão é melhorar a compreensão pública de ciência ao
cobrir desenvolvimentos e tendências de pesquisa em matemática , nas ciências físicas e da vida.
Laboratório de Genética Humana;Departamento de Genética/IOC/FIOCRUZ
ALGUMAS PERSPECTIVAS FUTURAS

A convergência de dados bioquímicos, de imagem, neuroanatômicos, psicofarmacológicos, clínicos e


genéticos, permite prever que estaremos muito próximos de uma melhor compreensão das bases
biológicas do Genoma. O que podemos esperar no campo da genética nos próximos 15 a 20 anos?
Embora todas as possibilidades estejam um pouco distantes para serem discutidas aqui, alguns
pontos parecem ser relativamente certos:

1-Uma lista satisfatória dos produtos dos genes humanos poderá fornecer um vasto conjunto de
medicamentos potenciais similares a proteínas humanas (tal como insulina, interferons e hormônios de
crescimento);2-Os futuros cadastros de dados médicos deverão incluir uma grande quantidade de
dados genéticos e, eventualmente, o genoma completo da pessoa, associado a uma longa lista de
polimorfismos que possam ser usados para prever resposta a determinadas drogas, a substâncias
químicas e ambientais, juntamente com a predisposição do indivíduo;3- A compreensão das bases
genéticas de doenças complexas irá permitir o desenvolvimento de estratégias de prevenção para
impedir o estabelecimento da patologia e o desenvolvimento de drogas para um tratamento mais
eficiente;4- Empresas de farmacogenômica irão desenvolver, utilizando a individualidade genética,
uma medicina personalizada na qual drogas serão geradas para atender às necessidades específicas
dos indivíduos. A disponibilidade destes avanços terá um enorme impacto na pesquisa do Genoma.

FONTE DAS PESQUISAS;Laboratório de Neurociências (LIM27), Instituto de Psiquiatria do


Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo;Fundação de
Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq).

A VARIAÇÃO GENÉTICA MAPEADA PELO GENOMA-A QUESTÃO RACIAL

“Um dos mais importantes achados do Projeto Genoma Humano foi a


determinação da diversidade de DNA existente entre diferentes
indivíduos. Cada pessoa que já existiu no planeta – com exceção de
gêmeos idênticos – possui um genoma único e, embora quaisquer dois
genomas sejam ~99,9% idênticos, isso ainda deixa milhões de
diferenças entre os 3,2 bilhões de pares de bases de nucleotídeos que
compõem o genoma. O nível de identidade entre dois genomas é
aproximadamente o mesmo, independentemente da origem étnica dos
indivíduos. As diferenças genéticas que existem entre duas pessoas
brancas de origem européia, ou entre um europeu branco e um asiático,
é a mesma. Isso é válido para qualquer etnia e aniquila o conceito de
raça”.

Não faz muito tempo, um comentarista de TV a cabo disse, confiante, que certas doenças e certas
qualidades são genéticamente determinadas pela raça.Nos últimos 30 anos, este é o consenso entre os
geneticistas: os homens são todos iguais ou, podemos dizer, os homens são igualmente diferentes. O
mesmo não se dá com os animais. Tomemos o exemplo dos cães. Todos sabemos que há várias raças
da espécie canina. Elas são bem diferentes entre si, tanto na aparência quanto no comportamento: há
raças maiores e menores, compridas e curtas, inteligentes e obtusas, dóceis e agitadas. Qualquer um
saberá dizer, de longe, qual é o bassê e qual é o dog alemão. Pois bem, o que faz o bassê e o dog
alemão serem de raças diferentes é que bassês se parecem mais com bassês, do ponto de vista da
genética, do que com dogs alemães. Reúna um grupo de bassês: haverá animais mais compridos que
outros, mais altos que outros, com focinhos mais pontudos que outros. Mas a variabilidade entre bassês
será sempre menor do que entre bassês e dogs alemães.

Com homens, isso não acontece, e é isso a nossa beleza, a nossa riqueza, a nossa sorte. Consideremos
dois grupos; O primeiro ,com aqueles que o senso comum diz serem da “raça” negra: homens de cor
preta, nariz achatado e cabelo pixaim. O segundo, com aqueles que o mesmo senso comum diz serem
da “raça” branca: homens de cor branca, nariz afilado e cabelos lisos. Desde 1972, a partir dos estudos
de Richard Lewontin, geneticista de Harvard, o que a ciência diz, é que as diferenças entre indivíduos
de um mesmo grupo serão sempre maiores do que as diferenças entre os dois grupos, considerados em
seu conjunto. No grupo de negros haverá indivíduos altos, baixos, inteligentes, menos inteligentes,
destros, canhotos, com propensão a doenças cardíacas, com proteção genética contra o câncer, com
propensão genética ao câncer etc. No grupo de brancos, igualmente, haverá indivíduos altos, baixos,
inteligentes, menos inteligentes, destros, canhotos, com propensão a doenças cardíacas, com proteção
genética contra o câncer, com propensão genética ao câncer etc. A única coisa que vai variar entre os
dois grupos é a cor da pele, o formato do nariz e a textura do cabelo, isso porque os dois grupos já
foram selecionados a partir dessas diferenças. Em tudo o mais, os dois grupos são iguais. Na
comparação com os cães, dois bassês são genéticamente mais homogêneos do que um bassê e um dog
alemão e, por isso, formam duas raças distintas. Com os homens, isso não acontece.

O genoma humano é composto de 25 mil genes. As diferenças mais aparentes (cor da pele, textura dos
cabelos, formato do nariz) são determinadas por um conjunto de genes insignificantemente pequenos,
que perfazem uma fração insignificantemente pequena se comparado à de todos os genes humanos.
Para ser exato, as diferenças entre um branco nórdico e um preto africano compreendem apenas
uma fração de cerca de 0,005% do genoma humano. Por essa razão, a imensa maioria dos
geneticistas é categórica: no que diz respeito aos homens, a genética não autoriza falar em raças.

Segundo o geneticista Craig Venter, o primeiro a descrever a seqüência do genoma humano, “raça é
um conceito social, não um conceito científico”. Uma fonte de confusão, são estudos freqüentemente
divulgados em que se diz que uma doença é mais comum entre negros ou entre brancos, ou entre
amarelos. Isso nada tem a ver com raça, mas com grupos populacionais, que se casam mais
freqüentemente entre si. Seria preciso que os genes que determinam a cor da pele também
determinassem essa ou aquela doença para se relacionar “raça” e a “doença”, e isso não existe.
A ciência já mostrou que a associação entre raça e doença não passa de um mito, como disse o
geneticista Antônio SoléCava, da UFRJ. Por exemplo, o caso da anemia falciforme entre negros. Sabe--
se hoje que quem tem essa doença é também mais resistente à malária. Não à toa, o gene da anemia
falciforme é mais freqüente em algumas áreas da África, onde a presença do mosquito transmissor
da malária é maior, fato determinado pela seleção natural. Nas outras regiões da África, o gene da
anemia falciforme é raro. Assim, não se pode dizer que todo negro tem uma maior probabilidade de ter
este gene: apenas aqueles, mesmo assim nem todos, com antepassados vindos de certas regiões onde o
mosquito transmissor era numeroso. Além disso,se os negros oriundos daquelas regiões têm mais
freqüentemente o gene da anemia falciforme (ou de qualquer outra doença), isso não torna o gene
exclusivo desse aquele grupo. Isso vale para qualquer doença, para qualquer grupo. Tão logo o
indivíduo portador de certo gene se case com outro que não tenha o gene, o filho dessa união poderá vir
a herdá-lo. No caso de um negro e uma branca: se o filho herdar uma pele mais clara e se casar com
uma branca, o filho dessa nova união poderá ser branco e, mesmo assim, herdar o gene.
Definitivamente, não existem genes exclusivos de uma determinada cor. Numa sociedade segregada
como a americana, talvez seja mais comum que grupos populacionais tenham uma carga genética mais
parecida. Em lugares em que a miscigenação predomina, como aqui no Brasil,por exemplo, isso é
muito mais improvável.

FONTE:Massachusetts Institute of Technology. “Human Genes: Alternative Splicing Far More


Common Than Thought.” ScienceDaily. 2008. Disponível
em:www.sciencedaily.com/releases/2008/11/081102134623.htm
A GENÉTICA E A ANSCESTRALIDADE

A cor da pele não determina sequer a ancestralidade. Nada garante que um indivíduo negro tenha a
maior parte de seus ancestrais vindos da África. Isso é especialmente verdadeiro no Brasil, devido ao
alto grau de miscigenação. Usando os marcadores moleculares de origem geográfica, ele analisou o
patrimônio genético de cidadãos negros de uma cidade e descobriu que 27% deles tinham uma
ancestralidade predominantemente não-africana, isto é, maior do que 50%. Considerando-se os brancos
de todo o Brasil, descobriu-se que 87% deles têm ao menos 10% de ancestralidade africana. Nos EUA,
esse número cai para apenas 11%. Ou seja, no Brasil, há brancos com ancestralidade preponderante
africana e negros com ancestralidade preponderante européia. Somos uma mistura total. A crença em
raças, porém, não é apenas fruto da ignorância. Volta e meia surge dentro da própria ciência
alguém disposto a desafiar o consenso reinante(nota pessoal;abaixo veremos porque, quando
entrarmos no assunto da genética extraterrestre)

É o caso do biólogo britânico Armand Marie Leroi. Em março último, escreveu um explosivo artigo
para o “New York Times”, asseverando que raças não sómente existem, como seu conceito é bem--
vindo, já que ajudaria no diagnóstico e tratamento de certas doenças, mito, como vimos, já desfeito. Os
argumentos de Leroi são na verdade uma revalidação das antigas crenças dos antropólogos do século
XVIII que criaram a noção de raça. Em resposta, dezenas de cientistas escreveram artigos reafirmando
as descobertas da genética.(nota pessoal; o racismo está em todo lugar. Entre cientistas, inclusive.
Raça será sempre uma construção cultural e ideológica para que uns dominem outros. Eu continuo
acreditando que o preconceito no Brasil é em relação à pobreza e não à cor da pele. Mas indivíduos
que se sentem perseguidos pela cor devem lutar por seus direitos. Não devem, no entanto,sucumbir
ao argumento racista de que pertencem a uma raça. Devem dizer que querem os mesmos direitos
porque somos todos iguais. Ou igualmente diferentes.)

FONTE:The ENCODE Project Consortium. “An integrated encyclopedia of DNA elements in the
human genome.” Nature 2012; 489(7414):57-74.

NOSSOS GENES SÃO EXTRATERRESTRES?

O mistério do DNA: uma sequência indecifrada de genes guarda o segredo da origem da espécie
humana. O Projeto Genoma foi além do esperado e os cientistas estão perplexos com a descoberta de
material genético que não pertence ao planeta Terra. A descoberta confere um tom a mais de
credibilidade às hipóteses da origem humana como resultado de colonização da Terra realizada por
viajantes cósmicos, que vieram “dos céus”, como nos relatos mitológicos de culturas antigas de todo o
mundo.
Eles acreditam que 97% das chamadas “sequências não-codificadas” do DNA humano
correspondem a uma porção de herança genética proveniente de formas de vida extraterrestre.
Essas sequências não-codificadas são comuns a todos os organismos vivos da Terra, do mofo, aos
peixes e aos homens. No DNA humano, as sequências constituem grande parte do total do genoma,
informa o profº Sam Chang, líder da equipe. Chamadas “junk DNA” (DNA-lixo – porque, a
princípio, pareciam não servir para nada), as seqüências foram descobertas há anos atrás e sua função
permanece um mistério. O fato é que a maior parte do DNA humano é “extraterrestre”.As
sequências foram analisadas por programadores de computador, matemáticos e outros estudiosos. Com
os resultados o profº Chang concluiu que o “DNA-lixo” foi criado por algum tipo “programador
alienígena”. Essa parcela de código genético é determinante de atributos, muitas vezes indesejados,
como a imunidade de um organismo às drogas anti-câncer.Os cientistas estão admitindo a hipótese
de que uma grandiosa forma de vida alienígena está envolvida na criação de novas formas de
vida em vários planetas; a Terra é apenas um deles.

Não se sabe
com que propósito tal experiência foi e/ou está sendo feita: se é apenas um projeto científico já
concluído, em acompanhamento, uma preparação dos planetas para uma colonização ou ainda,
um compromisso de espalhar a vida por todo o universo.Segundo um raciocínio com base em
padrões humanos, os “programadores extraterrestres”, provávelmente, trabalham em muitos projetos
voltados para a produção de diferentes estruturas biológicas em vários planetas e devem estar tentando
soluções para inúmeros problemas.
PROJETO GENOMA & ORIGENS EXTRATERRESTRES DA HUMANIDADE
O profº Chang é apenas um dos muitos cientistas que acreditam ter descoberto as origens extraterrestres
da Humanidade. Chang explica que o DNA é um programa que consiste em duas “versões” (ou de dois
conjuntos de informações): um código master e um código básico. O código master possívelmente não
tem origem terrena.
Os genes conhecidos, por si mesmos, não explicam completamente a evolução. Mais cedo ou mais
tarde, a humanidade deverá ser informada de que toda a vida na Terra tem um código genético herdado
(ou “plantado” por ) de seus “primos” extraterrestres e que a evolução não ocorreu do jeito que se
acreditava até então.
Além do material genético, é também possível que os extraterrestres estejam aqui mesmo,
acompanhando de perto o desenvolvimento da raça humana e disseminando mais intensamente
suas “sementes estelares” (star-seeds). Estes seres, “infiltrados”, que estão sendo chamados de
star-people ou star-children, são descritos pelos escritores Brad e Francie Steiger como
indivíduos cujas almas deveriam ou poderiam estar encarnadas em mundos de outros sistemas
solares, mas que vieram à Terra, nascendo em famílias humanas, para empregar seus esforços
em auxiliar no processo de evolução da Humanidade.

FONTE:Wells J. The Myth of Junk DNA. Seattle: Discovery Institute Press, 2011.

Zecharia Sitchin , linguista, especialista em escritas antigas, estudou os caracteres


cuneiformes e elaborou a hipótese do 10° planeta do sistema solar, chamado Nibiru, com
base no conhecimento que resgatou da mitologia Mesopotâmica. O 10° planeta seria a
morada dos “mestres” e colonizadores da Terra, viajantes cósmicos: os Anunnaki, que
voltam, a cada 3 mil e 600 anos, para as vizinhanças da órbita terrestre.Muitos pesquisadores
escreveram livros sobre a “teoria do deuses astronautas”: uma raça de extraterrestres
inteligentes que teria visitado e/ou colonizado a Terra em um passado remoto, durante um
tempo que foi empregado em “aperfeiçoar” ou manipular a vida e a raça humana, fazendo de
um primitivo hominídeo, como o homo erectus, o atual homo sapiens. Um dos argumentos
em que se apoia essa ideia é a improbabilidade de surgimento do sapiens de maneira súbita,
um processo que fere os princípios do darwinismo ortodoxo; além disso, nos mitos
encontrados nas culturas das mais antigas civilizações, existem descrições de eventos
protagonizados por “deuses semelhantes a homens”, que aparecem vindos do céu e criam a
raça humana “à sua própria imagem e semelhança”.

O homem contemporâneo, em tudo lembra um ser híbrido, uma combinação genética de


material extraterrestre com a herança do homo erectus.Antes dos avanços tecnológicos e
científicos que permitiram ao homem fazer viagens espaciais e manipular a vida através da
engenharia genética, essa teoria da origem extraterrestre da raça humana, não podia ser
concebida. Mesmo agora, no século XXI, existem muitas pessoas que consideram essa
possibilidade uma fantasia de ficção científica.Entretanto, as mais recentes descobertas no
campo da genética entram em choque com as teorias ortodoxas da evolução enquanto a
hipótese de uma intervenção de uma espécie inteligente semelhante ao homem vai deixando
de ser um mero produto da imaginação. Os mais famosos entre os expoentes da teoria da
intervenção de astronautas na antiguidade são o suíço Erich von Daniken (autor de Eram os
Deuses Astronautas e o linguista americano Zecharia Sitchin ( Os Anunnaki: os deuses
astronautas da Suméria.)

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“Eu vejo a mão de Deus trabalhando através dos mecanismos da evolução. Se Deus escolheu criar seres
humanos a sua imagem e decidiu que os mecanismos da evolução fossem um elegante modo de
cumprir esse objetivo, quem somos nós para dizer que não foi assim?” ―Francis Collins

(Francis Sellers Collins é um geneticista estadunidense, um dos cientistas mais respeitados da


atualidade. Nasceu em 14 de abril de 1950. É diretor do Projeto Genoma Humano e foi um dos
responsáveis por um feito espetacular da ciência moderna: o mapeamento do DNA humano, em
2001, trabalhando no que há de mais moderno em torno do estudo do DNA, o código da vida.)
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NOTA DO BLOG

Nós da “Luz é Invencível” trazemos mais este assunto que consideramos importante para a
compreensão das mudanças que estão ocorrendo á nível genético nesta era de Transição
Planetária.O século XXI certamente é um marco para os estudiosos da biologia, assim como para
humanidade, haja visto as relevantes descobertas sobre as características do ser humano, as quais
são obtidas através do chamado “mapeamento genético”. Tais avanços técnico-científicos
desencadeiam uma série de questionamentos sobre a utilização de tal descoberta, conseqüências
positivas e negativas da manipulação das informações obtidas por meio dessa tecnologia, e,
principalmente, o papel do Estado como mediador frente a essas mudanças sociais e científicas. Os
avanços na genética acarretam problemas éticos, sociais e legais, pois além de atingir outros, a
informação genética possui implicações diretas àqueles que estão próximos ao indivíduo
afetado. Em um mundo em que quase tudo(ainda) deve ser judicializado para que seja
respeitado,precisamos ficar atentos á essas descobertas que geram os dilemas resultantes da
aplicação do conhecimento biotecnológico, que tanto pode ser aplicado em prol da humanidade ou
proteção ao indivíduo, quanto pode se revelar em instrumento fomentador de práticas racistas, de
extermínio e discriminação de população portadora de doenças e anomalias já registradas nos seus
genes.Traremos aqui, tanto o conhecimento científico atualizado, como muitas questões relativas á
manipulação genética, clonagem, doenças diagnosticáveis pelo gen, hereditariedade patológica,fitas
do DNA na mudança para o corpo cristalino e muitos outros temas relativos á descoberta do
Genoma, nosso gabarito interestelar.CONTINUA….
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Bibliografia para consulta


1-Sequenciando o Genoma Humano Lygia da Veiga Pereira
2-O Projeto Genoma Humano Mônica Teixeira
3-Ètica e Direito na Manipulação do Genoma Humano Matilde Caroni Conti
4-La Conquista del Genoma Humano Kevin Davies
5-Genética Médica-Tompson&Tompson Robert Nussbaum
6-Avanços da Biologia Celular e da Genética Sean Carroll
7-Genética e Evolução Humana Clàudio Cunha
8-Genética-Um Enfoque Conceitual Benjamin Pierce
9-Eram os deuses astronautas? Erick Von Daniken
10-Extraterrestrials,UFO,NASA, CIA, Aliens mind Jean Maximillien de la Croix
11-Genética Molecular Humana Jack Pasternak
12-O Décimo segundo Planeta Zecharia Sitchin
A COMPLEXIDADE DO GENOMA
HUMANO-Segunda parte

Objetivos e Importância
O Projeto Genoma Humano (PGH) é um empreendimento internacional, projetado para uma duração
de quinze anos. O mesmo teve início em 1990 com vários objetivos, entre eles identificar e fazer o
mapeamento dos cerca de 80 mil genes que se calculava existirem no DNA das células do corpo
humano; determinar as sequências dos 3 bilhões de bases químicas que compõe o DNA humano;
armazenar essa informação em bancos de dados, desenvolver ferramentas eficientes para analisar esse
dados e torná-los acessíveis para novas pesquisas biológicas. Outro objetivo do PGH é descobrir todos
os genes na sequência de DNA e desenvolver meios de usar esta informação no estudo da Biologia e da
Medicina, envolvendo com isso a melhoria e simplificação dos métodos de diagnósticos de doenças
genéticas, otimização das terapêuticas para essas doenças e prevenção de doenças multifatoriais
(doenças causadas por vários fatores), no que diz respeito a saúde.Porém, seu objetivo principal é
construir uma série de diagramas descritivos de cada cromossomo humano, com resolução cada vez
mais apuradas mas, para isto é necessário 1-dividir os cromossomos em fragmentos menores que
possam ser propagados e caracterizados ; 2- depois ordenar os mesmos de forma a corresponderem a
suas respectivas posições nos cromossomos, ou seja, fazer o mapeamento. Segundo os pesquisadores
envolvidos no PGH- o verdadeiro objetivo inicial do PGH não era o sequenciamento muito complexo,
caro e trabalhoso porém,era um mapeamento detalhado do genoma, só que, no decorrer do processo, os
progressos tecnológicos foram tão grandes que propiciaram o sequenciamento mesmo antes do
prazo previsto. No entanto, alguns críticos do PGH argumentam que seus objetivos eram tratar , curar
ou prevenir doenças, só que, para eles, este é um longo caminho e por enquanto seu principal resultado
são as companhias de biotecnologia comercializando kits diagnósticos.(nota pessoal; sempre alguém
ganha com isso, e o genoma já tem seus derivados garantidos para dar lucro).

A grande importância do PGH é sua busca pelo melhoramento humano e a tentativa de tratar, prevenir
ou até mesmo curar doenças genéticas com outras causas de doença (álcool, drogas, depressão…),
considerando-as todas de origem genética e divulgando que um dia encontremos uma “solução
genética” para estas condições de saúde. Porém devemos lembrar que a análise genética não é infalível
e seus dados são, com frequência, mal interpretados devido a uma tendência ideológica da qual os
pesquisadores participam quase que inconscientemente. Para o pesquisador Wilke (1994) tamanha
ênfase na constituição genética da humanidade pode nos levar a esquecer que a vida é mais do que a
mera expressão de um programa genético escrito na química do DNA . Tome-se por exemplo a anemia
falciforme, uma das doenças genéticas mais conhecidas e a primeira a ter seu gene identificado. Chama
a atenção o atraso das pesquisas e a pouca participação da genética na melhoria da condição de saúde
dos pacientes e o PGH não vai mudar essa situação a curto prazo, pois o conhecimento de um gene é
uma garantia de avanço terapêutico.

Fonte;Massachusetts Institute of Technology. “Human Genes: Alternative Splicing Far More Common
Than Thought.” ScienceDaily. 2008. Disponível
em:www.sciencedaily.com/releases/2008/11/081102134623.htm

O PROBLEMA DA ÉTICA

A informação advinda do projeto deve servir para proteger e melhorar a saúde – curar ou prevenir
doenças.Porém, além do entusiasmo com os enormes benefícios que poderão advir das descobertas
genéticas, fica a preocupação com algumas de suas consequência sociais.Um dos temores, é que os
empregadores passem a exigir teste de DNA dos seus operários, levando a uma exclusão social por
conta apenas de uma probabilidade, e não de uma certeza de alguma doença; isso levará a uma criação
de um possível novo grupo de trabalhadores desempregados, neste século da biotecnologia, baseado
apenas nos seus genótipos.
(nota pessoal;Em uma sociedade em que as pessoas podem ser estereotipadas pelo genótipo, o poder
institucional se torna mais absoluto. Ao mesmo tempo, a divisão da sociedade em indivíduos e
grupos “superiores” e genéticamente “inferiores”, surgirá uma nova classe social poderosa. Para
evitar uma possível classe de desempregados descriminados genéticamente, será preciso fixar limites
e impedir que instituições pratiquem a discriminação.Outro aspecto preocupante é os da seguradora;
uma vez que elas podem cobrar o chamado “agravo” em casos de doenças pré-existentes – o que é
assegurado por lei federal – elas usam o testes de DNA como pretexto para aumentar o valor das
contribuições mensais levando em consideração não a certeza, mas a probabilidade de determinada
doenças.)
O QUE É UM MAPA GENÉTICO?-explicando os marcadores genéticos

Dispor de um mapa genético talvez seja equivalente a termos,metafóricamente, um mapa de uma


cidade grande, como, por exemplo, de São Paulo. Podemos dizer que a cidade de São Paulo
corresponde ao genoma humano (os 23 pares de cromossomos) e que cada um dos cromossomos
corresponde a um bairro. Ainda, precisamos de um mecanismo que divida o cromossomo em ruas. Este
mecanismo deve permitir a identificação de cada pessoa: ou seja, poderíamos dizer que, estando diante
de uma rua, teríamos vários números, e que cada um é específico de uma casa. E é a esse mecanismo
que chamamos de marcador genético . Qual a importância de dispormos de marcadores, ao longo do
genoma? Utilizando a analogia geográfica, se tivermos só alguns marcadores isto corresponde a termos
um mapa com alguns bairros de São Paulo. Se você tiver um mapa assim, como irá localizar a rua que
deseja? Possívelmente você conseguirá, porém vai levar muito mais tempo.
O ESTUDO COM OS EMBRIÕES

É a discussão principal, envolvendo os estudos com embriões, cuja investigação é proibida por quase
todos os países,que está causando uma grande polêmica. O problema é que as células embrionárias
formam o material básico de quase todos os tecidos do organismo, e os geneticistas acreditam que
podem usá-las para produzir órgãos e tecidos humanos para transplantes ou corrigir determinadas
transtornos (como o Mal de Parkinson e o Diabetes). Esse tipo de material só pode ser obtido de
embriões humanos ou de fetos no início de seu desenvolvimento.É fundamental que haja um controle
ético para situações em que as inovações tecnológicas confrontam-se com valores morais,
especialmente pela influência econômica que cerca o Projeto Genoma Humano. A possibilidade de
eugenia, discriminação, clonagem de seres humanos e patentes de genes humanos devem ser
consideradas e é nesse sentido que a dignidade humana se apresenta como um ponto de equilíbrio,
servindo de paradigma às discussões bioéticas na pós-modernidade.
A CLONAGEM

O projeto genoma humano e os desafios da bioética na pós-modernidade: princípio da dignidade da


pessoa humana como paradigma às questões bioéticas

A Clonagem é um mecanismo comum de reprodução de espécies de plantas ou bactérias. Um clone


pode ser definido como uma população de moléculas, células ou organismos que se originaram de
uma única célula e que são idênticas à célula original. Em humanos, os clones naturais são os
gêmeos idênticos que se originam da divisão de um óvulo fertilizado.Vamos ás controvérsias;

1- A clonagem põe em risco a identidade do clone, desde o início da “cópia” do ser que lhe deu
origem;(?)

2- Põe em gravíssimo risco a liberdade do clone, que será educado como dependendo, inteiramente,
das opções e fins do que lhe deu origem.(?)

3- Conduz à marginalização social do clone, que será considerado pelos indivíduos “normais” como
uma cópia e não como um indivíduo;(?)

4- Resulta de uma decisão egoísta e narcisista do clonador, que por razões inteiramente pessoais e
não defensáveis, resolveu fazer uma cópia de si mesmo (para ter a ilusão de imortalidade, para ter
um sucessor que ache igual a si mesmo, etc.(?).

5- Não resolve uma esterilidade, já que o clone não terá pai nem mãe (o que lhe cria também
inultrapassáveis dificuldades sociais, jurídicas e afetivas-(?)
Quanto à clonagem terapêutica, as opiniões dividem-se. Para os que entendem que o clone não
implantado não é um embrião, os problemas éticos não têm relevância, já que o objetivo será
melhorar ou curar doenças graves, o que em si é ético e louvável. Para os que não vêem diferenças
entre o embrião “normal” ainda não implantado e o clone ainda não implantado, o problema ético é
grave, pois embora os fins sejam nobres, não justificam os meios, que constam na
instrumentalização do clone e na sua destruição, a fim de fabricar células estaminais. Dado que os
clones têm todo o potencial para resultarem, se implantados, em novos indivíduos da respectiva
espécie, parece que esta última posição é a mais fundamentada e que por isso toda a clonagem
humana é imoral e deve ser proibida(?).
O PONTO DE VISTA ESPIRITUAL DA CLONAGEM

Muitos de nós conhecemos, talvez, um par de gêmeos idênticos e sabemos que, por mais parecidos que
sejam, eles, na verdade, não são exatamente iguais. Resta-nos perguntar por quê? Embora eles tenham
corpos físicos exatamente iguais, inclusive do ponto de vista genético (o mapa de genes deles é
exatamente igual, pois eram um único corpo gerado por apenas um espermatozóide e um óvulo que,
por algum processo da natureza que a ciência ainda não conhece bem, se multiplicou em dois corpos
ou até em mais, às vezes), eles não são o mesmo espírito, pois um mesmo espírito não pode dar vida a
dois corpos diferentes ao mesmo tempo, mesmo que esses corpos sejam genéticamente iguais. Ora, se
eles não são o mesmo espírito, eles também não são a mesma pessoa, pois são individualidades
diferentes, já que a individualidade está sediada no espírito, conforme entendem as doutrinas
espiritualistas. Assim, espíritos diferentes, pessoas diferentes. Ainda que os corpos sejam
absolutamente iguais, trata-se de duas pessoas diferentes. Querer que dois gêmeos idênticos (ou dois
clones) sejam absolutamente iguais, seria a mesma coisa que querer que duas pessoas se tornassem
idênticas, física e psicológicamente, apenas por vestirem a mesma roupa, já que o corpo físico é
como uma roupa que o espírito usa durante uma encarnação e troca para a encarnação seguinte.
Agora, digamos/suponhamos que um cientista consiga reproduzir perfeitamente o corpo de uma pessoa
já falecida. Do ponto de vista espiritual, poderíamos dizer que existe a possibilidade de que o mesmo
espírito reencarnasse no novo corpo clonado. Sim, isso é perfeitamente possível. Mas será que assim
essas pessoas seriam exatamente iguais? A resposta seria não, simplesmente porque as características
da personalidade de um espírito mudam minuto a minuto, durante uma mesma vida, nos intervalos
entre as vidas e, consequentemente, de uma vida para outra, e podem ser influenciadas pelo meio em
que vive, pelo ambiente, época, cultura, família, cidade, educação, etc.Mas nós podemos ir mais longe
e supor que um desses cientistas consiga duplicar o corpo de alguém falecido e consiga também,
proposital ou acidentalmente, fazer com que, nesse corpo, reencarne o mesmo espírito. E que este
cientista, sendo espiritualista e querendo “enganar a natureza”, isole esse espírito, reencarnado numa
cópia física de seu último corpo, num mundo fictício , um mundo exatamente igual àquele em que ele
foi criado e viveu na sua vida anterior, enfrentando os mesmos fatos, passando pelos mesmos
acontecimentos, situações, experiências, com um corpo igual ao clonado. Será que assim esse cientista
obteria um clone perfeitamente igual à pessoa falecida? Novamente a resposta seria NÃO,
simplesmente porque, entre uma vida e outra, no período em que esteve desencarnado entre as duas
encarnações com corpos iguais, aquele espírito viveu e aprendeu várias coisas e já não reagirá da
mesma forma às experiências a que for submetido em vida, mesmo que essas experiências sejam
exatamente iguais às da vida anterior. O espírito é algo extremamente dinâmico, progressivo, que
evolui constantemente, e, embora sejamos teimosos e gostemos de ficar marcando passo em
comportamentos errados, não conseguimos ficar tão estáticos e estacionados a ponto de sermos
iguais em duas vidas consecutivas. Portanto, a clonagem pode até dar certo do ponto de vista físico,
mas nunca vai dar certo do ponto de vista espiritual.

UMA ENTREVISTA COM EURÍPEDES KÜHL SOBRE A CLONAGEM E O ESPIRITISMO

A possibilidade de se criar cópias exatas de seres humanos pela clonagem é um tema que vem
despertando polêmica em todos os setores da sociedade. Para nós estendermos a visão espírita sobre o
assunto, transcrevemos uma entrevista com o médium, pesquisador e autor espírita, Eurípedes Kühl.

1-O tema “clonagem de seres humanos” vem sendo cada vez mais discutido, em todos os setores
da sociedade. Como o Espiritismo vê essa questão?

EK-A clonagem dos seres humanos, ora em discussão (e proibição ?) mundial, vê-a o Espiritismo
como inegável avanço científico-tecnológico. Não obstante, situa-a no escorregadio rol moral do
progresso, pelo que só pela Lei Divina do Amor deve ser empregada. Assim, apenas o bom senso
poderá ser o árbitro da utilização dos métodos de clonagem – exclusivamente para fins terapêuticos,
jamais, reprodutivos.
2-O senhor disse, numa entrevista, que o Espiritismo vê a genética como “subsidiária da vida e,
como tal, sob responsabilidade de mensageiros do plano espiritual. No tempo certo, a
humanidade recebe tais avanços”. Isso pode significar que quaisquer avanços com relação à
clonagem são bem-vindos?

EK-Sim: da clonagem terapêutica.

3-O senhor também afirmou que está registrado em O Livro dos Espíritos, questão 19, que os
segredos da ciência foram dados ao homem para o seu progresso, mas jamais ele poderá
ultrapassar os limites estabelecidos por Deus. Como determinar esses limites?

EK-A Natureza – obra de Deus – é mãe dadivosa, que protege todos os seres vivos e como tal, ao
sofrer injúrias, pelos descaminhos dos seus filhos, impõe-lhes limites, pela lei de ação e reação,
devolvendo-lhes os mesmos resultados, a título de preciosa lição. A teratologia em 95% a 98,5% das
tentativas de clonagem reprodutiva nos parece limite indiscutível. Mais que limite: vigorosa proibição!

4-Esses limites incluem a impossibilidade de clonar outros seres humanos?

EK-Embora científicamente viável, a clonagem reprodutiva de seres humanos, a nosso ver, para ser
alcançada, promove descarte de impressionante quantidade de embriões, o que se enquadra em
descaminho, já que nada acrescenta à vida, sendo falso o ufanismo de tê-la criado, o que não é verdade,
eis que o homem manipula células, mas não consegue criar uma única.

5-Uma questão que também vem sendo bastante discutida nos meios espirituais em geral – não
apenas no Espiritismo, mas em diversas religiões do planeta – é a questão da alma do clone.
Como ocorreria o processo, segundo o Espiritismo?

EK-A alma de um clone humano – se algures este houver – será aquela que, sob supervisão das leis
divinas, máxime a da reencarnação, será destinada a esse corpo terreno, para vivenciar experiências,
nas mesmas condições físicas que lhe seriam propiciadas pelas premissas de uma existência material
normal. Tais premissas, consentâneas a um programa reencarnatório pré-estabelecido (em função do
nível moral daquele que vai reencarnar), visam sempre à evolução espiritual do ser.

5-Existe alguma diferença com relação à gestação normal de um ser humano?

EK-Imaginamos que a gestação de um clone seria similar àquela que a gestante experimenta sob
fecundação assistida.

6-
Como o espírito que vai reencarnar se une ao corpo criado, ou clonado?

EK-A união espírito-corpo ocorre no instante da fecundação, sob orientação de desígnios superiores,
contidos nas leis da Vida, cuja aplicação estão a cargo de Espíritos protetores – verdadeiros ministros
de Deus.

7-O senhor chegou a dizer que a clonagem, ainda que seja um fato científico extraordinário, em
se tratando de indivíduos, é algo terrivelmente perigoso. Em que sentido é perigoso?

EK-O perigo é representado pelos prejuízos de ordem física e moral: sabe-se que a cada 100 tentativas,
no mínimo 95 não prosperarão, deixando um rastro de abortos e mortes de gestantes; as cinco gestações
que eventualmente prosperarem não garantirão vida saudável para os clones, a começar pelo previsível
envelhecimento celular precoce.
8-Quais as conseqüências para a humanidade?

EK-Pode o homem manipular óvulos e espermatozóides, mas jamais poderá determinar que alma irá
habitar num eventual clone. No caso, não poderá nem o geneticista, nem os pais, nem quem quer que
seja, “escolher” a alma que irá habitar no resultado de uma clonagem humana reprodutiva. Assim, a
clonagem humana reprodutiva pode descambar para a vaidade de alguém querer uma “cópia mais nova
de si mesmo” (que, aliás, terá alma diferente da do “original”), ou alguma empresa de biotecnologia
clonar pessoas para serem utilizadas como banco de órgãos para transplantes.

9-Sob o ângulo científico, a clonagem é uma conquista notável, uma vez que nos dá a chance de ir
além de nossos “limites” orgânicos. O senhor acredita que estamos próximos de um novo salto
evolucionário?

EK-Lembramos que a aviação começou com balões, evoluiu para os aeroplanos, depois para as
aeronaves a jato, hoje culminando com veículos espaciais. A clonagem, para nós, está a bordo de um
figurativo 14-Bis (tem muito a progredir, mas já está dando os primeiros passos). O progresso é
infinito!
10-Com tantos preconceitos surgindo a todo o momento na sociedade moderna, como o senhor
vê, do ponto de vista espírita, as possíveis implicações morais e sociais daqueles que forem
considerados “filhos” das técnicas de clonagem?

EK-Como ainda não existem clones humanos (nota pessoal;muito provávelmente já existam e estão
sob restrita e sigilosa observação, e nem mesmo eles sabem que são clones), apenas lucubramos que
uma pessoa nascida como “filha” de clonagem terá imensas dificuldades sociais para administrar sua
existência, a começar pelo monitoramento médico a que estará permanentemente submetida. Onde essa
pessoa se apresentar estará sob o foco da curiosidade popular e de desencontrados comentários,
tendentes a desestabilizar-lhe a paz. Pela filosófica certeza espírita de que “Deus não põe cruz em
ombro errado”, podemos refletir que se alguém vier a passar por esse desconforto, estará apenas em
processo de resgate, por ter infligido problema similar ao próximo, em vida(s) passada(s).(nota
pessoal;muito difícil afirmar isso, já que há inúmeras possibilidades para uma pessoa estar em
processo de resgate;e se , ao invés de resgate, for um processo de escolha própria para esclarecer a
humanidade ou ainda para demonstrar uma teoria da inviabilidade deste processo?pensemos)
11-Imagina-se que, quando estiverem totalmente disponíveis, as técnicas de clonagem humana
estarão acessíveis apenas a grupos restritos, ou seja, quem tiver muito dinheiro para cobrir os
custos de qualquer tratamento na área. Como o Espiritismo vê essa questão?

EK-A clonagem humana reprodutiva estará, sim, restrita aos ricos. É, aliás é, o que ocorre com a
fecundação assistida. Na nossa opinião, o Espiritismo não concorda com a clonagem reprodutiva,
mas considera proveitosos os efeitos da clonagem terapêutica (hoje eleita por sete entre dez
especialistas). Os beneficiários enquadram-se na Lei de Ação e Reação, sendo de supor-se que
reuniram méritos na obtenção dessa graça, por término da provação ou expiação patológica que vinham
sofrendo. Lembramos que Jesus, em meio à existência física de muitos cegos e paralíticos, curou
alguns, mas não a todos. Inescapável que os agraciados eram disso merecedores.(nota pessoal;difícil
prevermos os motivos da Consciência Crística com relação á demonstração dos ditos “milagres”
naquela época e para aquelas pessoas, no contexto da sua vinda ao planeta e qual seriam os
motivos/objetivos de tais demonstrações-)

12-Como lidar com a questão moral, que já existe no mundo hoje mesmo, independentemente da
clonagem humana?

EK-Submetendo todas as ações à ética cristã – evangelhoterapia!

13-O uso de células-tronco poderá conter chaves para vários tratamentos de doenças que, hoje,
estão à margem dos progressos científicos. Contudo, esse material vem de embriões que não
chegaram a se desenvolver, ou que foram impedidos de seguirem seu curso normal. Como o
Espiritismo encara essa situação?
EK-Células-tronco constituem, num primeiro passo, a bênção até aqui alcançada pelas pesquisas com a
clonagem. Bênção incalculável, sublime. Seu emprego acena com a eliminação de práticamente quase
todas as doenças(nota pessoal; precipitada conclusão, já que á todo momento estamos
diagnosticando novas anomalias, novos vírus e bactérias, provenientes de mutação genética por
defensivos agrícolas, aditivos alimentares altamente nocivos, alterações climáticas, acidentes
radioativos e etc.). De forma alguma o Espiritismo concorda com a utilização de células-tronco
embrionárias. Isso porque após a extração das células necessárias, o que restar de cada embrião será
descartado, configurando-se o nefando crime do aborto, inadmissível para nós, espíritas.(nota
pessoal;absolutamente uma decisão de foro íntimo e consideração individual de cada caso, de cada
situação, de cada vida e seu propósito em si mesma). Contudo, Deus, na Sua bondade infinita, bem
depressa já permitiu à ciência descobrir que todos os indivíduos, mesmo e principalmente os adultos,
têm células-tronco em si mesmos, propiciando auto-emprego com rejeição “zero”, o que dispensa as
alienígenas, vindas de embriões. Ampla reportagem no jornal Folha de S. Paulo (21/06/2002) dá conta
que cientistas da Universidade de Minnesota, EUA, descobriram que células-tronco adultas da medula
óssea podem se transformar em qualquer tipo de tecido, assim como suas equivalentes embrionárias.

(nota pessoal;Resumindo e falando científicamente,as células-tronco são células capazes de


autorrenovação e diferenciação em muitas categorias de células. Elas também podem se dividir e se
transformar em outros tipos; além disso, as células-tronco podem ser programadas para desenvolver
funções específicas, tendo em vista que ainda não possuem uma especialização.Básicamente, as
células tronco podem se auto-replicar, ou seja, se duplicar, gerando outras células-tronco. Ou ainda
se transformar em outros tipos de células; veja abaixo o esquema;
Existem três principais tipos de células-tronco: as embrionárias e as adultas, que são encontradas
principalmente na medula óssea e no cordão umbilical, oriundas de fontes naturais e; as
pluripotentes induzidas, que foram obtidas por cientistas em laboratório em 2007.As células
pluripotentes, ou embrionárias, são assim chamadas por possuir a capacidade de se transformar em
qualquer tipo de célula adulta. Elas são encontradas no embrião, apenas quando este se encontra no
estágio de blastocisto (4 a 5 dias após a fecundação). Na figura abaixo, a região circulada em
vermelho é chamada Massa Celular Interna e é esta massa de células que chamamos de células-
tronco embrionárias.Em uma fase posterior ao embrião de 5 dias, ele já apresenta estruturas mais
complexas como coração e sistema nervoso em desenvolvimento, ou seja, as suas células já se
especializaram e não podem mais ser consideradas células-troncos.O corpo humano possui,
aproximadamente, 216 tipos diferentes de células e as células-tronco embrionárias podem se
transformar em qualquer uma delas. Esse esquema exemplificando este processo:

Na fase adulta, as células-tronco encontram-se, principalmente, na medula óssea e no sangue do


cordão umbilical, mas cada órgão do nosso corpo possui um pouco de células-tronco para poder
renovar as células ao longo da nossa vida, como mostra a figura. Elas podem se dividir para gerar
uma célula nova ou outra diferenciada. As células-tronco adultas são chamadas de multipotentes
por serem menos versáteis que as embrionárias.
As primeiras células-tronco humanas induzidas foram produzidas em 2007, a partir da pele. E tem
sido daí que são retiradas as células para reprogramação, mesmo que teóricamente, qualquer tecido
do corpo possa ser reprogramado. O processo de reprogramação se dá através da inserção de um
vírus contendo 4 genes. Estes genes se inserem no DNA da célula adulta, como, por exemplo, uma
da pele, e reprogramam o código genético. Com este novo programa, as células voltam ao estágio de
uma célula-tronco embrionária e possuem características de autorrenovação e capacidade de se
diferenciarem em qualquer tecido, como na figura abaixo;

Estas células são chamadas de células-tronco de pluripotência induzida ou pela sigla IPS (do inglês
induced pluripotent stem cells).A pesquisa com as células-tronco é fundamental para entender
melhor o funcionamento e crescimento dos organismos e como os tecidos do nosso corpo se mantêm
ao longo da vida adulta, ou mesmo o que acontece com o nosso o organismo durante uma doença.
As células-tronco fornecem aos pesquisadores ferramentas para modelar doenças, testar
medicamentos e desenvolver terapias que produzam resultados efetivos.A terapia celular é a troca de
células doentes por células novas e saudáveis, e este é um dos possíveis usos para as células-tronco
no combate a doenças. Em teoria, qualquer doença em que houver degeneração de tecidos do nosso
corpo poderia ser tratada através da terapia celular.Para pesquisas de células-tronco, todos os tipos
são necessários para análise pois cada uma delas têm um potencial diferente a ser explorado e, em
muitos casos, elas podem se complementar.Mesmo após a criação das células IPS, não podemos
deixar de utilizar as células-tronco embrionárias, pois sem conhecê-las seria impossível desenvolver
a reprogramação celular. Além disso, embora os resultados sejam muito promissores, as IPS e as
embrionárias ainda não são 100% iguais e o processo de reprogramação ainda sofre com um
mínimo de insegurança por conta da utilização dos vírus. Existem outras opções sendo estudadas,
mas é muito importante que possamos ter e comparar esses 2 tipos celulares.Mesmo com os
resultados testes sendo positivos ou, pelo menos, promissores, as pesquisas de células-tronco e suas
aplicações para tratar doenças ainda estão em estágio inicial. É preciso utilizar métodos rigorosos de
pesquisa e testes para garantir segurança e eficácia a longo prazo.Quando as células-tronco são
encontradas e isoladas, é necessário proporcionar as condições ideais para que elas possam se
diferenciar e se transformar nas células específicas necessárias no tratamento escolhido, e, para esse
processo, é necessário bastante experimentação e testes. Além de tudo, é necessário o
desenvolvimento de um sistema para entregar as células à parte específica do corpo e estimulá-las a
funcionar e se integrar como células naturais do corpo humano.)

-FONTES DE PESQUISA-

The ENCODE Project Consortium. “An integrated encyclopedia of DNA elements in the human
genome.” Nature 2012; 489(7414):57-74.

DEPARTAMENTO DE GENÉTICA E BIOLOGIA EVOLUTIVA-Instituto de Biociências-USP-


Antonini S, Kim CA, Sugayama SM, Vianna-Morgante AM – Delimitation of duplicated segments and
identification of their parental origin in two partial chromosome 3p duplications. Am J Med Genet 113:
144-150, 2002.(Profa. Dra. Angela M. Vianna Morgante)

REDE NACIONAL DE TERAPIA CELULAR-

IPCT-INSTITUTO DE PESQUISA COM CÉLULAS TRONCO-Faculdade de Farmácia da


Universidade Federal do Rio Grande do Sul
CLONES PARA SALVAR VIDAS

A criação de clones de embriões humanos para extrair células-tronco surge como esperança de
tratamento para doenças como Parkinson, Alzheimer e diabetes. Mas também desperta o temor de que
o método possa ser usado para a clonagem de indivíduos,Pesquisadores do Centro de Terapia
Celular da Universidade de Oregon (EUA) anunciaram ter conseguido clonar embriões humanos dos
quais foi possível retirar células-tronco embrionárias, capazes de gerar qualquer tecido do organismo.
“É um passo importante para o desenvolvimento da medicina regenerativa”, disse Shoukhrat Mitalipov,
coordenador do trabalho. O artigo descrevendo o experimento foi publicado na revista científica
“Cell”, uma das mais importantes da área.

No meio científico, existem razões para o otimismo. Como dito anteriormente,há dois tipos de
células-tronco: as adultas e as embrionárias. As primeiras podem ser extraídas de várias partes do
corpo, como a medula óssea. No entanto, não se transformam em todos os tecidos, ao contrário das
embrionárias. Por isso, estas últimas são a principal esperança da medicina. Com elas poderão ser
criadas terapias para doenças como Alzheimer e Parkinson, diabetes, cardíacas e ósseas. Elas serão
usadas para substituir ou auxiliar o funcionamento de células atingidas por essas enfermidades e
para a construção de órgãos inteiros. Investigações sobre sua eficácia estão sendo feitas no mundo.

Até a divulgação da pesquisa americana, havia duas fontes de células-tronco embrionárias. Elas podem
ser extraídas de embriões doados para pesquisa ou descartados pelas clínicas de reprodução assistida.
Nesse caso, porém, os tecidos criados a partir delas apresentam o risco de ser rejeitados pelo receptor,
já que não possuem o mesmo material genético. Em 2006, o pesquisador japonês Shinya Yamanaka
criou um método segundo o qual é possível reprogramar células da pele para que adquiram as mesmas
características de uma célula-tronco embrionária. A técnica lhe rendeu o Prêmio Nobel de Medicina
do ano passado. No Brasil, o procedimento já está sendo testado em animais, com sucesso. “Pela
manipulação de quatro genes, conseguimos fazer essa reprogramação sem riscos”, explica o
pesquisador Bruno Solano, do Centro de Biotecnologia do Hospital São Rafael, em Salvador.

O método de Yamanaka supera dois obstáculos: não há risco de rejeição, já que a célula usada é do
próprio paciente, e não é necessário recorrer a embriões nem à clonagem. Por isso, há cientistas que
acreditam ser esse o método que mais rapidamente chegará aos hospitais. “Nos próximos três anos,
começaremos a ver os primeiros testes em humanos”, diz o pesquisador Ricardo Ribeiro dos
Santos, da Fundação Oswaldo Cruz. “A pesquisa dos americanos tem sua importância, mas o uso
de embriões é uma questão muito complicada”, ressalva.

De fato, o trabalho esbarra em questões éticas. Há críticas em relação à criação de embriões apenas
para deles extrair células-tronco. O experimento também reacendeu o temor de que a técnica da
clonagem – semelhante à utilizada para criar a ovelha Dolly, em 1996 – possa ser um dia usada para
clonar seres humanos. “A clonagem é um atentado à vida e à liberdade”, diz Hermes Rodrigues
Nery, do Departamento de Bioética da PUC-RJ. “Não podemos criar um outro ser humano
únicamente para nos servir.”Os cientistas asseguram, entretanto, que a técnica servirá sómente para
a criação de células-tronco embrionárias para serem aproveitadas com fins terapêuticos. “Nosso
único objetivo é combater doenças”, defende. “A clonagem humana não é nosso foco, nem
acreditamos que nossa pesquisa será usada para esse fim”, argumenta.
O QUE A CIÊNCIA DIZ SOBRE A DIETA DO
DNA
Com as descobertas do Projeto Genoma foi possível interpretar as informações contidas no DNA e com
isso os cientistas iniciaram novas pesquisas para compreender melhor como os genes interagem com
cada nutriente consumido através da alimentação. Destes estudos surgiu a ciência denominada
nutrigênomica.A Dieta do DNA nada mais é do que uma promessa da nutrigenômica que afirma que
em breve será possível, aos nutricionistas, elaborar um cardápio personalizado voltado para o
emagrecimento ou para a prevenção de doenças que atenda às necessidades de cada indivíduo segundo
seu perfil genético.Estudos apontam que alguns nutrientes podem afetar, inibindo ou estimulando, a
expressão dos genes podendo influenciar no desenvolvimento de algumas doenças.Nos Estados Unidos,
alguns profissionais têm indicado dietas especificas, baseadas em conceitos da nutrigenômica, para
indivíduos com predisposição genética para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, diabetes
tipo 2 e certos tipos de câncer.
Os alimentos que foram relacionados às possíveis interferências nos genes são:

1- Isoflavonas, substâncias encontradas nos grãos de soja relacionados à redução dos riscos de
tumores de mama, ovário e próstata, bem como na prevenção de osteoporose e sintomas de
menopausa.

2- Nitratos, nitrosaminas e nitritos (usados no processo de salgar, conservar em vinagre e defumar


alimentos) que favorecem o desenvolvimento de câncer de esôfago e estômago.

3- Sulforato, composto encontrado no brócolis, cujo consumo pode estar ligado ao aumento da ação
de genes vinculados à proteção contra agentes tóxicos.

4- A clorofila, pigmento que confere a cor verde aos vegetais, estimula produção de hemácias e
reduz os riscos de câncer.

5- Álcool é relacionado ao aumento do risco de câncer de boca, faringe, laringe e esôfago.

Vantagens da Dieta do DNA


Compreender melhor a interação entre genes e nutrientes seria uma gratificante alternativa para os
profissionais da saúde. A possibilidade de poder elaborar um plano dietético que atenda às necessidades
de cada indivíduo permitindo também a prevenção de doenças, seria um grande avanço dentro da área
da saúde.

Desvantagens da Dieta do DNA


Para o desenvolvimento de um cardápio personalizado, como o sugerido pela Dieta do DNA é
necessário o detalhamento do perfil genético de cada pessoa, o que pode implicar em um levado custo,
inviabilizando a adoção deste tipo de tratamento em indivíduos de baixa renda e em países em
desenvolvimento.
INFORMAÇÃO
CIENTÍFICA X EXPLORAÇÃO MIDIÁTICA

Tentar contar o número de dietas que existem por aí com certeza seria um trabalho árduo. Das mais
radicais até as mais brandas, todas prometem um corpo perfeito com um plano alimentar diferenciado
que garante emagrecimento rápido. Uma das novidades no “mercado fitness” é a dieta do perfil
genético, que garante uma maior segurança para quem está na busca por um corpo ideal e por
uma vida mais saudável.Laudo genético promete traçar desde as tendências comportamentais até os
riscos patológicos de cada pessoa.O maior alerta dos especialistas é sobre os resultados que essas
“dietas da moda” podem trazer, uma vez que o organismo de cada pessoa reage de forma diferente a
cada dieta, o que pode comprometer a sua eficiência e até fazer mal à saúde. As mídias voltadas para
essa área fitness alegam que “fazendo uma dieta baseada no perfil genético, além de perder peso
com mais facilidade – de acordo com seu potencial genético -, o paciente também irá se sentir
melhor“.

O perfil genético é traçado a partir de exames e testes genéticos que compõem um relatório de 50
páginas com todos os dados, informações e variantes genéticas de cada paciente. Esse laudo serve
como diretriz para a elaboração da dieta do paciente, cruzando os dados do relatório com estudos já
existentes para que se possa gerar as recomendações nutricionais ideais para aquela pessoa.Além de
tudo isso, o laudo que traça o perfil genético também mostra quais as patologias de maior risco para
cada pessoa, e o planejamento alimentar vai considerar essas características também. “O laudo funciona
como ‘alicerce’ para a formulação da dieta do paciente. Tendo as informações genéticas o médico
pode formular o tipo de cardápio que achar mais adequado, as porcentagens de nutrientes e os
tipos de gorduras mais benéficos.Os especialistas indicam que ela pode ser adotada pelo resto da
vida, sempre tendo um acompanhamento profissional periódico. Eles recomendam que toda e qualquer
dieta passe por modificações periódicamente para alinhar com a rotina de cada pessoa e abranger maior
variedade de nutrientes. No final das contas, esta definitivamente não é uma dieta “comum”. Além de
ajudar no emagrecimento, ter um plano alimentar com base nas suas características genéticas, também
promete melhorar a saúde de uma forma geral. Afinal, você realmente é o que você come.

Post relacionado;voce-sabe-o-que-esta-comendo-a-mafia-do-codex-alimentarius E tudo-o-que-voce-


queria-saber-sobre-o-colesterol

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“O Valor final da vida depende mais da consciência e


do poder de contemplação, que da mera sobrevivência.

Aristóteles

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CONCLUSÃO E NOTA DO BLOG

Nós da “Luz é Invencível”estamos trazendo mais informações e temas sobre o PGH para que as
pessoas pensem, dialoguem e meditem sobre o assunto que é super atual e tem a ver com a mudança
de paradigmas á que estamos sendo submetidos.Partindo da evidência de que o conhecimento do
genoma humano e suas aplicações futuras repercutirão enormemente na sociedade humana, sabe-se
que muitas discussões terão lugar acerca do impacto das novas biotecnologias na vida e na natureza
como um todo. Poucas questões repercutem de modo tão intenso na sociedade moderna, gerando
tanta preocupação e debate quanto as possibilidades oferecidas pela engenharia genética e sua
utilização sobre as células germinais humanas, células tronco e embriões e, especialmente a
possibilidade de “duplicação” do ser humano. Se a questão da clonagem humana parece tão
“tormentosa”, pelo menos, nunca se verificou tão evidente a urgência em se estabelecer instâncias
de reflexão e discussão sobre a maneira pela qual os cientistas buscam a realização de seus intentos
e, de que forma, aqueles que os financiam, pretendem aplicar as descobertas no atendimento às
expectativas de uma sociedade ansiosa em evitar as doenças e os males que atingem a saúde ou que,
invariávelmente, repercutem na qualidade de vida das pessoas. Reconhecendo que nem tudo que é
científicamente possível de ser realizado é, portanto, éticamente aceitável, tal linha de raciocínio nos
conduz à reflexão que se consolidou a partir da necessidade em se reconhecer o valor ético da vida
humana e recolher subsídios para conciliar o imperativo do desenvolvimento tecnológico e a
proteção da vida e da qualidade de vida. O grande desafio enfrentado pela Bioética é conciliar o
saber humanista com o saber científico na busca da felicidade do ser humano. Afinal parece ser este
o objeto de desejo que buscamos da ciência: a realização de nossas expectativas de vida longa e
saudável. A possibilidade da clonagem humana traz à discussão o papel da ciência e da engenharia
genética, e as chances de que se possa estabelecer um domínio completo sobre o processo
reprodutivo colocando-se em primeira ordem os interesses individuais. Interesses esses passíveis de
ser realizados por uma pequena parcela da população que pensa poder satisfazer seus desejos de
vida eterna ou de continuidade através da “prole científicamente programada.” Portanto, sendo
realidade que as fronteiras biológicas estão sendo derrubadas, deve-se refletir sobre o papel do
Direito na tentativa de evitar a utilização indiscriminada da ciência quando não fundida aos
princípios éticos consensuais, oferecidos pela reflexão Bioética. Esta breve abordagem tem o intuito
de oferecer alguns subsídios para o debate sobre tema tão complexo e sério quanto o da possibilidade
da clonagem humana, a partir dos princípios constitucionais e de normativas internacionais que
visam assegurar a proteção da vida humana e de suas características intrínsecas relacionadas à
dignidade, inviolabilidade, e identidade do ser humano.

EQUIPE DA “LUZ É INVENCÍVEL”

Bibliografia para consulta


1-Sequenciando o Genoma Humano Lygia da Veiga Pereira
2-O Projeto Genoma Humano Mônica Teixeira
3-Ètica e Direito na Manipulação do Genoma Humano Matilde Caroni Conti
4-La Conquista del Genoma Humano Kevin Davies
5-Genética Médica-Tompson&Tompson Robert Nussbaum
6-Avanços da Biologia Celular e da Genética Sean Carroll
7-Genética e Evolução Humana Clàudio Cunha
8-Genética-Um Enfoque Conceitual Benjamin Pierce
9-DNA- segredos e mistérios Solange Bento Farah
10-DNA- Replication and Mutation Raymond Leitner
11-Genética Molecular Humana Jack Pasternak
12-The Hermetic Code in DNA Colin Wilson
A COMPLEXIDADE DO GENOMA
HUMANO-parte final

O QUE HÁ DE TÃO IMPORTANTE COM O DNA?-por Kyron

“Esta pergunta tem sido feita: “Kyron, por que você fala tanto sobre o DNA? Ele é um atributo
biológico do corpo Humano. É o plano para o genoma Humano. Ele escreve a química para todos os
genes – aproximadamente 30.000 deles. Mas por que você falaria disto? Você não fala sobre
substâncias moleculares nem sobre química, então por que fala sobre o DNA? Em vez disto, fale-nos
sobre coisas espirituais.”

A crítica acima tem sido feita por muitas pessoas. Elas estão numa busca espiritual intensa, mas seu
desapontamento é perceptível e elas não entendem porque nós falamos sobre o DNA, aparentemente
um atributo físico do Ser Humano. Então, se você for uma dessas pessoas, deixe-me explicar,
finalmente, que está na hora de revelar o que o DNA realmente é.

O DNA é o elemento central de quem você é, tanto física quanto espiritualmente. Se tivéssemos que
escolher um lugar onde o Eu Superior reside, seria no DNA. O Registro Akáshico, a cópia de tudo o
que você foi, está no DNA. Todas as encarnações, todo o seu crescimento espiritual, todos os seus
talentos ao longo dos éons de suas vidas, estão lá. O carma com que cada um de vocês veio. e que
muitos já descartaram, está lá. O registro das suas ações iluminadas está lá.

Sua História Espiritual Humana está lá, escrita nas partes quânticas. Alguns de vocês entendem isto
a ponto de saberem que são lemurianos. Se você se sente assim, você conhece a incrível
profundidade daquilo que está no seu interior. Esta é a razão de falarmos sobre estas coisas. É muito
difícil para um Ser Humano acreditar nisto, pois significa que muito do que ele pensava que estava
“fora dele” na verdade está dentro. Mas isto está de acordo com o ensinamento dos Mestres, e de
Kryon, que diz que você é uma peça do criador, e que os processos de maestria estão no seu próprio
interior.”

Post relacionado;supremo-atomo-criatividade-atualizacao-atomica-do-dna-2015

A CIÊNCIA DO DNA

Foi só nos últimos anos que a ciência nos deu a prova : Nosso DNA tem a força de mais de três bilhões
de substâncias químicas. Cada molécula de DNA, que tem a forma de uma fita torcida, tem mais de três
bilhões de elementos químicos dentro dela. É uma molécula tão pequena, que precisamos de um
microscópio eletrônico para enxergá-la.O Projeto Genoma Humano, uma empreitada científica, revelou
um mistério: apenas 3% da química do DNA fazem alguma coisa. Estamos falando da porção de
proteína codificada, que é uma das partes do DNA. Ela sózinha produz mais de 30.000 genes Humanos.
Estes genes são a programação da vida, que nós estávamos procurando. Mas apenas 3% do DNA
constituem a totalidade da parte produtora de genes. Três por cento fazem todo o trabalho, fazem tudo
que o Projeto estava procurando. Portanto, mais de 97% da química do DNA observado é um mistério,
pois parece não ter nenhuma função que seja óbvia(?). Não há nenhum sistema observável, nem
simetria, nem propósito biológico que sejam vistos nos 97% da química. Esta parte não possui nenhum
código químico, como as partes de proteína codificada possuem. Parece ter uma natureza casual, sem
propósito, e alguns até a chamaram de “DNA sucata”.Alguns biólogos estão convencidos de que esta
parte do DNA é um conjunto de componentes químicos que sobrou do processo evolutivo e não é
mais utilizado pelo Ser Humano. Não há nenhum código nele, e parece não fazer nada. Portanto, a
tendência é ignorá-lo. Ele é inútiL.(nota pessoal;isso é só o que parece,vejamos mais adiante….)
Referência;George AJ. “Is the number of genes we possess limited by the presence of an adaptive
immune system?” Trends Immunol. 2002; 23(7):351-5.
Post relacionado;/evolucao-exponencial-ativacao-do-dna-e-a-razao-aurea

UMA PARÁBOLA INTERESSANTE…..

“Um grupo de homens da Antiguidade faz uma descoberta impressionante: um maravilhoso


aparelho estéreo sem fio foi deixado na praia por um viajante do tempo. Os pequenos e eficientes
alto-falantes estão bombeando os mais incríveis ritmos, e os homens estão hipnotizados por tudo
isso. Eles não ousam tocar em nada, mas sentam e aproveitam a música, sem entender como ela é
produzida e sem entender nada sobre o equipamento brilhante que está diante deles. Depois de
muitos dias, eles começam a olhar mais profundamente para a magia aparente de tudo aquilo.
Eles são curiosos, pois a curiosidade é a característica principal do Ser Humano. Começam a
analisar o aparelho, examinam-no várias vezes, sem ousar tocá-lo, até que finalmente os mais
velhos anunciam que entenderam. Eles vêem o CD, os amplificadores principais e os
processadores que estão junto com os alto-falantes… muitos equipamentos. No entanto, é dos
alto-falantes que o som está saindo, portanto os alto-falantes é que aparentemente estão fazendo
todo o trabalho. A tribo se reúne e anuncia suas descobertas: criaturas espaciais adiantadas
aterrissaram e deixaram um dos seus equipamentos. Os sábios da tribo não conseguem descobrir
o que todos os seus componentes fazem, mas dois elementos pequenos são responsáveis pela
música maravilhosa que eles estão ouvindo. O resto do equipamento é um mistério, e deve ser
simplesmente lixo espacial que não está relacionado com a música”.

Esta parábola acima fala por si mesma. Aquilo que não é entendido como “parte do todo” é descartado
devido à ignorância. Escondido neste exemplo, há muito mais do que se pensa. Não é apenas a incrível
tecnologia para tocar a música que não é vista. O que dizer da criação e composição da música? E
daqueles que a gravaram? E dos recursos incríveis que foram empregados até mesmo para colocá-la
num tocador de CD? O que dizer da história da própria música, e da evolução dos ritmos através dos
séculos? Há um segredo intelectual gigantesco escondido na areia diante deles, e eles só conseguem ver
os alto-falantes, já que são as únicas coisas que estão “fazendo barulho”.A evolução e aquilo que
chamamos de Mãe Natureza (Gaia) trabalham juntas e são muito eficientes quando se trata da biologia
Humana e da vida em geral. Seja na aparição da fotossíntese neste planeta exatamente no momento
certo, ou no modo em que o genoma evoluiu, o sistema joga fora coisas que não são necessárias. Os
97% do DNA que não são compreendidos não são sucata. Não mesmo; Pelo contrário, eles são os
processadores e as instruções que dirigem a parte que é entendida. Eles estão processando a música
que está sendo tocada pelos 3%.

Fonte;Wells J. The Myth of Junk DNA. Seattle: Discovery Institute Press, 2011.

Vamos reflitir sobre o que isto poderia significar para nós mesmos, pessoalmente. 93% do nosso DNA
é literalmente o modelo quântico da nossa divindade. É o programa do nosso Akasha. É o registro de
todas as nossas vidas, de todas as coisas que nós realizamos, todo o nosso crescimento, todas as
epifanias, todos os fracassos. Para aqueles que se chamam lemurianos, representa uma vasta
experiência no planeta, desde o seu começo.Coisas em estado quântico não são lógicas na terceira
dimensão. A física quântica faz muito pouco sentido para o pensador linear. Portanto, o “preconceito”
que nós carregamos é simplesmente o fato de que a nossa realidade está baseada em apenas poucas das
dimensões das quais o Universo goza. Enquanto o “resto do quadro” não se revelar, muito
provávelmente devido às nossas buscas científicas, nós só enxergaremos a realidade limitada em que
estamos . As coisas fora da terceira dimensão permanecem um mistério, parecendo casuais e caóticas,
em vez de lógicas e sistemáticas.Nosso DNA carrega o nosso modelo espiritual e todas as instruções
para quem nós somos. Tudo isto está nos 97%, que são quânticos. Portanto, a discussão sobre o DNA é
a discussão sobre a nossa criação, nosso Registro Akáshico e nossa linhagem espiritual. É por isto que
estamos nos concentrando nele.

O MISTÉRIO DOS CRÂNIOS DE PARACAS

Paracas é uma península desértica localizada dentro da Província de Pisco, na Região Ica, costa sul do
Peru. Foi lá onde o arqueólogo peruano, Julio Tello, fez uma descoberta surpreendente em 1928: um
enorme e elaborado cemitério que continha túmulos com os restos de indivíduos possuidores dos
maiores crânios alongados já encontrados no mundo. Os crânios são conhecidos como ‘Crânios de
Paracas’. Ao todo, Tello encontrou mais de 300 destes crânios alongados, os quais acredita-se datam
de aproximadamente 3.000 atrás. Um análise de DNA foi agora conduzida em um dos crânios e o
especialista Brien Foerster liberou as informações preliminares sobre estes crânios enigmáticos.

Hoje sabe-se que na maioria dos casos esses crânios alongados são o resultado de deformação craniana
artificial, no qual o crânio é intencionalmente deformado através da aplicação de amarras durante um
longo período de tempo. Geralmente isto é obtido amarrando-se o crânio entre duas tábuas de madeira,
ou enrolando-o com panos. Porém, embora a deformação craniana mude o formato do crânio, ela não
altera seu volume, peso, e nem outras características pertinentes ao crânio humano normal.

Contudo, os crânios de Paracas são diferentes. O volume craniano chega a ser 25 por cento maior e
60% mais pesado do que um crânio humano convencional, o que significa que eles não podem ter sido
intencionalmente deformados através dos métodos descritos acima. Eles também contém sómente um
osso parietal, ao invés de dois. O fato destas características cranianas não serem o resultado de
deformações artificiais, significa que a causa de seu alongamento é um mistério, e tem sido por
décadas.

O Sr. Juan Navarro, proprietário e diretor do museu local, chamado de Museu de História de Paracas, o
qual possui uma coleção de 35 destes crânios, permitiu a retirada de amostras de 5 destes crânios. As
amostras consistiram de cabelos, inclusive suas raízes, um dente, osso e pele dos crânios, e este
processo foi cuidadosamente documentado por intermédio de fotos e vídeos. Estas amostras foram
enviadas ao falecido Lloyd Pye, fundador do Projeto Starchild, o qual entregou as amostras a um
geneticista no Texas, EUA, para uma análise de DNA.
Os resultados estão prontos e Brien Foerster, que é autor de mais de dez livros e uma autoridade sobre
os povos antigos de cabeça alongada da América do Sul, recém revelou os resultados preliminares da
análise:

“Ele tinha mtDNA (DNA mitocondrial) com mutações desconhecidas em qualquer humano, primata,
ou animal conhecido até hoje. Mas alguns fragmentos que fui capaz de sequenciar desta amostra
indicam que se estas mutações forem reais, estamos lidando com uma nova criatura similar à humana,
mas muito distante do Homo sapiens, Neandertals ou Denisovanos.“

As implicações são enormes. “Eu nem mesmo tenho certeza se isto irá encaixar na árvore
evolucionária conhecida“, escreveu o geneticista. Ele adicionou que se os indivíduos de Paracas
fossem tão diferentes biológicamente, eles não seriam nem mesmo capazes de cruzar com humanos.

O resultado desta análise está ainda na fase inicial de muitas fases de análises que estão para
ocorrer. Os resultados precisam ser replicados e mais análises feitas antes que se possa chegar à uma
conclusão final.

Fonte: www.ancient-origins.net
A CONSCIÊNCIA HUMANA… TRIDIMENSIONAL?

Está na hora de ligar estas coisas e pensar no quadro maior: Dentro dos 97% do DNA quântico está a
consciência Humana. A consciência da humanidade não é mensurável com códigos e genes. Está fora
dos limites da química e continua sendo algo que a ciência vê como o resultado misterioso de como a
biologia se junta; mais uma vez, não há nenhuma compreensão do que cria a “totalidade do Ser
Humano”. Dentro da Consciência Humana existe a capacidade de falar com o DNA, de controlá-lo, de
trabalhar com ele, e de fazer parte dele. Portanto, um dos maiores segredos da nossa própria realidade é
a nossa capacidade de ser responsável pelo nosso próprio corpo e nossas funções básicas.Agora, de
acordo com a nova ciência, até mesmo alguns processos do próprio planeta parecem ser afetados pelo
pensamento Humano. Estão começando a perceber o quadro? Os 97% do nosso DNA podem realmente
fazer parte de algo muito maior do que a nossa biologia pessoal.

Post relacionado;o-renascimento-da-mae-terra-e-a-licao-de-dominio-para-a-humanidade

Uma das primeiras coisas que nós já sabemos por posts anteriores, é que a Consciência Noosférica
move a Terra. Essa consciência é a responsável pela vibração do planeta.Quando começarmos a
compreender esta verdade, entenderemos totalmente que Gaia responde a nós.Então é assim que ela
funciona, dito de uma forma clara. Só temos a possibilidade de falar sobre o que ele realmente faz,
graças ao desenvolvimento do genoma Humano e da revelação dos 90%, que parecem não fazer nada.
Isto vai fazer sentido para a ciência, em algum momento. Uma dica: quando eles observarem os 90% e
começarem a estudar os engramas não codificados, começarão a perceber que a parte maior do DNA é
realmente modificadora de sinais para os 3%, que são o motor que dirige a biologia do corpo Humano.

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O ENIGMA DA FRAQUEZA DO CORPO HUMANO:

Estamos galgando rumo ao topo da escada evolutiva do DNA no planeta Terra, e possuímos um
sistema imunológico/funcional que é fraco… muito mais fraco do que esperávamos que fosse.Nossa
estrutura celular não representa o que nos foi dado originalmente. Em vez de evoluir, a porção quântica
do nosso DNA desenvolveu uma resposta à consciência Humana (a diretora da nossa realidade). O fato
é que o nosso sistema imunológico não funciona muito bem. Muitas das principais doenças e viroses do
planeta conseguem contorná-lo fácilmente, já que nós não conseguimos nem sequer impedir um
simples resfriado. Pois dos 97% do seu DNA que deviam ser quânticos, apenas 3% são eficientes.

Imagenos como poderíamos nos sentir ao saber que podemos ter um câncer no nosso sistema, sem que
o nosso corpo nunca nos conte isso? teríamos que ir a um médico especialista e fazer um exame
técnico para saber o que o nosso corpo está fazendo.Perguntaríamos então; Que tipo de sistema é esse?!
A auto-diagnose que foi criada no Ser Humano simplesmente não funciona direito. Câncer é o
resultado de uma incompatibilidade do corpo Humano para lidar com a comida moderna; o resultado
cria sinais que não são congruentes com o modo em que o corpo deve funciona;a divisão equilibrada
das células, de um modo que seja equilibrado com a química do que ingerimos como alimento. Em vez
disso, o corpo produz crescimento anormal, tumores que podem acabar devorando todo o organismo.
Câncer não é um vírus, nem é contagioso. Em vez disso, é um desequilíbrio, uma alergia à sociedade
moderna. O sistema imunológico do corpo não está realmente envolvido nisso, porque, para todas as
defesas do corpo, o câncer aparece como células normais que estão fazendo o que sempre fizeram. Elas
não estão, porque são específicamente cancerosas, mas elas “aprenderam” a se esconder dentro da
estrutura celular. Uma consciência quântica cria um sistema de “conhecimento” que alerta o corpo para
o desequilíbrio. O resultado é que saberíamos imediatamente que existe um problema. Mas não
sabemos, já que o nosso sistema não está funcionando como foi projetado.

Um outro atributo do comportamento correto do DNA quântico é a criação de uma extensão de vida
muitíssimo maior. O corpo não quer envelhecer, ele quer viver. Isto é sobrevivência básica, por isso ele
é capaz, através de um processo intuitivo, de criar um cenário inteligente em relação à divisão das
células. Sem este aprimoramento, o relógio celular do corpo simplesmente conta os dias e anda de
acordo com os ciclos . Ele não sabe mais do que isto. Ele não está trabalhando como foi
projetado.Alguns dos antigos realmente tiveram vidas duas a três vezes mais longas do que as nossas.
Isto depende de onde eles estavam e de quanta “quanticidade” haviam perdido. Mas saibam disto: todos
os processos de extensão de vida que estão sendo desenvolvidos neste planeta e que poderão ser bem
sucedidos têm uma coisa em comum;o aumento dos sinais para o DNA voltar a um estado mais
quântico; chamamos isto de “ativação do DNA”.

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Consciência quântica é aquela que é “una com tudo” e que saberia se as células estivessem
enlouquecendo e um crescimento inapropriado estivesse ameaçando a saúde. Mas o nosso sistema
imunológico não nos alertaria. Alguma coisa não está funcionando direito, mas nós crescemos nesta
realidade, então nos é difícil perceber a lógica disso;metafóricamente è o mesmo que ficássemos muito
tempo de cabeça para baixo e aos poucos acharíamos aquilo normal e nos recusaríamos a aceitar
que poderia ser diferente. Com o tempo, todo mundo passaria a viver de cabeça para baixo e
morreria de fome, tendo esquecido como andar. O pensamento desenvolveria a idéia de que
“caminhar é algo que só os mestres sabem fazer”, ou algo assim. Portanto, ninguém andaria mais.
Este é simplesmente o modo em que a realidade Humana se desenvolve ao longo do tempo, e é isto
que estamos desafiando diáriamente, nesta nova energia.Quando os nervos da nossa medula espinal
são cortados, existe uma química que corre para aquela área e os impede de crescer e se unir
novamente. Sabiam disto? Este processo é conhecido pela ciência e tem até um nome. É justamente o
contrário do que nós queremos, e parece contrário à lógica de como o corpo deveria funcionar. Estrelas
do mar conseguem que um braço seu cresça novamente, e nós não. Tudo isto porque o “programa”
que cria os genes não está funcionando como projetado.

Mas costumava funcionar… Deixem-me levá-los de volta ao começo.

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OS GREYS E A GENÉTICA HUMANA


Os Greys sofrem de uma doença degenerativa que causa a progeria, que significa velhice. Os principais
características são: envelhecimento precoce, estrutura corpórea baixa, calvície, fontanela grande, lábios
finos, lóbulo do pavilhão pequeno, sensibilidade ao sol e órgãos genitais não desenvolvidos. O que isso
quer dizer? Qual a relação com os Greys e nós seres humanos? Os casos de progeria são em média 1 a
cada 8 milhões de pessoas no planeta, então imagine quantos casos existem. O Greys estão na Terra
por uma intenção única retirar genética humana para manter sua civilização, que está em fase de
extinção, causada pelo uso indiscriminado da clonagem humana e o resultado da clonagem nós já
sabemos qual é: o envelhecimento e enfraquecimento do gen.Os Greys sofrem de progeria, uma
doença degenerativa que causa o envelhecimento precoce. Mas se olharmos bem para a foto do menino
e de um Grey notaremos que são quase iguais. Esse fato é que os Greys usam a clonagem para se
reproduzirem, por não terem reprodução parecida com o seres humanos usando mulheres e homens
férteis para a absorção de sêmen e barrigas de aluguel, para seus corpos. O resultado é a progeria,
desenvolvendo-se muito rápidamente e alastrando-se em nosso planeta, bem como nós seres
humanos,que também estamos desenvolvendo a progeria. O envelhecimento é um sinal de que usamos
clonagem humana e que talvez as pessoas nem sabem que podem ser clones de humanóides, criados
por eles. A doença só atinge pessoas que foram clonadas por Greys, mas nem todas estão livres de
receberem mudanças genéticas.

Para entender os objetivos desses seres, temos que examinar a história galáctica, de civilizações que já
foram vítimas dos Grays e dos Reptilianos. Planetas com atmosfera e clima ameno, propícios para o
desenvolvimento de vida na terceira dimensão, são raros na galáxia. Para seres que não almejam nada
mais do que a vida material na terceira dimensão, a Terra é um paraíso invejado. A destruição que
provocamos com nossas guerras, o desrespeito contínuo com a natureza e a nossa vida, cada vez mais
baseada no materialismo, deu origem a esse ambiente negativo, que só pode mudar com o aumento do
nível de consciência humano.. Esse clima despertou o interesse de um grupo cobiçoso desses povos
(Grays e Reptilianos). Os Reptilianos são mais práticos e guerreiros e, como já possuem uma carga
genética privilegiada, têm interesse no nosso planeta apenas como habitat para seu povo. Isso
significaria uma dominação pela força, escravização ou eliminação da população humana e posterior
colonização por seres de sua raça. Os Grays, segundo os guias galácticos, possuem corpos com uma
carga genética de qualidade inferior, se comparada a dos humanos; não possuem aparelho reprodutor e
só se multiplicam por meio de clonagem genética e também não têm aparelho digestivo eficaz,
alimentando-se por absorção cutânea. A estratégia dos Grays, com base na história dos planetas
colonizados que já foram suas vítimas, é a de controle mental, tanto dos nossos governantes, quanto
das massas. Conjuntamente, iniciam um processo de hibridização da população, com alteração do
seu perfil genético e finalmente, quando chega o momento, dominam todo o planeta, escravizando os
humanos e transformando a população humana em híbridos Tall Grays.
UMA PARTE DESCONHECIDA DA HISTÓRIA-Por Alex Collier

Em 20 de fevereiro de 1954, uma delegação de “observadores” de raças extraterrestres se reuniu com a


administração Eisenhower, em uma tentativa vã de chegar a um acordo sobre o programa de armas
termonucleares dos EUA. O principal obstáculo, que impediu a concretização de qualquer combinação
entre as duas partes, foi que essas raças extraterrestres não estavam dispostas a fornecer tecnologias que
pudessem ser utilizadas pelos militares americanos. A oposição sistemática desse grupo, em realizar
acordos militares com os humanos, mostra que existem várias raças extraterrestres que não se
envolveram com nosso belicismo usual. Este grupo de observadores extraterrestres é formado
sobretudo por “humanos” e podem facilmente se integrar à nossa sociedade, tornando-se indistinguíveis
do resto da humanidade.

Essas raças são descritas como oriundas de vários sistemas estelares, como Lyra, Pleiades, Sirius,
Procyon, Tau Ceti, Ummo, Andromeda e Arcturus, e emprestaram alguma parte do seu material
genético para a formação da humanidade na Terra. De acordo com Alex Collier, um total de 22
raças extraterrestres têm fornecido material genético para a “experiência humana”. Essas incluem
Reptilianos, Grays, Anunnaki, bem como as diversas raças desse grupo observador que Collier
descreve como “benevolentes”: “Nós, como um produto de manipulação genética extraterrestre,
somos possuidores de um vasto patrimônio genético, constituído por diversos bancos de memória
racial, composta por pelo menos 22 raças diferentes. Por causa de nossa herança genética, e porque
temos ligação com nosso espírito (eu superior), as raças extraterrestres benevolentes realmente
tendem a nos ver como “isentos”.
Como resultado desta ligação genética, os extraterrestres deste grupo observador, vêem a humanidade
da mesma forma que um pai protetor vê um filho adolescente, vivendo em um ambiente perigoso. Os
interesses vitais das raças dessa categoria são garantir que a humanidade global evolua de forma
responsável, sem pôr em perigo tanto a si mesmo, como a comunidade galáctica, da qual faz parte.
Existem dois segmentos, nesse grupo de extraterrestres. O primeiro segmento é composto por
“extraterrestres” que históricamente habitam moradias subterrâneas na Terra; são descritos como restos
de uma civilização antiga, que seguiu um caminho evolutivo separado da humanidade da superfície. O
segundo segmento é formado por extraterrestres tão semelhantes conosco em sua carga genética, que
alguns deles poderiam fácilmente se misturar com o resto da humanidade, sem serem fácilmente
identificados.

Fonte;Alex Collier Articles

A LIMITAÇÃO DOS CHACRAS PELO DNA EXTRATERRESTRE GREY

O que acontece é que o homem usa dois chakras: o básico e o sexual, porque foram “dificultados” os
acessos ao resto dos outros chakras, que vão do umbigo para cima e são 12 ao todo, mas 5 são os
principais relacionados ao corpo físico. Quando os Greys chegaram na Terra, eles já influenciaram o
ser humano usando as religiões e a crença de um deus invisível, para criar medo e desinformação,
principalmente quanto aos Anunnakis/Elohim. Na verdade, eles fizeram as religiões e criaram o mito
do deus onipotente e onipresente, criando uma forma de prisão carnal de nossa espiritualidade;nós
fomos aprisionados em uma forma de escravidão carnal. Como assim? O sexo e a sobrevivência estão
relacionados a esses dois chakras básicos; Eles desenvolveram o medo e o carater obsceno do
sexo para nos manter controlados, pois o uso desses dois chakras nos mantém em um tipo de
controle hipnótico. Não percebemos a realidade de forma completa e nem conseguimos perceber o
controle sobre nossa mente e esse controle nos mantém usando mentiras e razões criadas por nós e
regras criadas pelas próprias religiões, com o interesse de homens e não “deuses”. Até mesmo o modo
de interpretar as palavras dos profetas foram usadas para enganar as pessoas.

Os Greys usam materiais genéticos para a sobrevivência da espécie deles, usando corpos humanos
ou clonando-os , até mesmo usando corpos clonados em posições estratégicas em governos,
principalmente o governo americano, que já fez contratos com eles para troca de material genético
por armas e poderio tecnológico, a maioria de nós já sabe, mas o que você não sabemos ainda é que
os Greys usam a transferência de genética para a sobrevivencia deles; na realidade, somos matéria -
prima genética e assim, nessa troca nos tornamos parte deles. Os que são abduzidos, saõ
genéticamente modificados por eles para que sejam como eles, pois isso nos torna fáceis de
controlar;já quem tem a consciência aberta(despertos) onde predomina a espiritualidade, quebra o
bloqueio, o que nos conduz á liberdade da Matrix imposta por eles.
OS ANNUNAKIS E A GENÉTICA

Falar que os Anunnakis vieram aqui para escravizar é só uma parte da história .È um erro
desqualificar a civilização Suméria que os chamou de Anunnakis pois o nome diz:” os deuses que
vieram dos céus”, pois quem nos ensinou a tecnologia das rodas, cidades- estados, indústrias, leis
civis, escrita, matemática, astrologia, astronomia, medicina e tantas outras coisas que foram dadas
pelos “deuses”, e eles dizem isso em seus vastos textos em argila; desconfiar deles é o mesmo que
riscar a história ou até mesmo a capacidade humana de interpretar.
A pior falácia é dos escribas e fariseus, que reinterpretaram os textos sumérios de forma tendenciosa
e adaptando o termo Anunnaki para “Deus” na Bíblia sagrada. Esse foi o pior dos piores enganos e
falsidades já descritas pelo povo hebreu, uma mentira tão grande que se torna um erro
irrepreensível, chamar os Anunnakis de Deus; na verdade todo o processo foi enganoso, para criar a
confusão. Hoje sabemos que a Bíblia nada mais é do que relatos descritos das tábuas sumérias da
vinda dos deuses Anunnakis, incrementadas com lendas e manipulações de medo, pecado, conceito
falso de céu e inferno.São apenas algumas pérolas que não são muito bem explicadas e nos mostram
que os escribas que escreveram a Bíblia esqueceram que um dia ,as verdadeiras tábuas de argila de
onde foram retiradas as supostas mensagens do Gênesis seriam palavras Anunnakis. Mas a mentira
tem sido escondida por milênios através de patronos , escribas velhos e por pessoas com interesses
governamentais e religiosos de manipulação e controle por longas datas, mas a custa de morte de
pessoas para esconder a verdadeira história da humanidade.

Post relacionado;a-origem-uma-pequena-parte-da-historia

VOCE CONHECE A REVOLUÇÃO RAËLIANA?-cuidado com manipulações

Claude Vorhillon afirma que no dia 13 de dezembro de 1973 ele contatou um OVNI pilotado pelo
Elohim (identificado com os Annunaki) e recebeu uma revelação sobre humanidade. Em uma
revelação muito parecida com a Cientologia de Hubbard para ser coincidência, ele soube que o
homem era o produto genéticamente criado de experimentação alienígena. Vorhillon mudou o nome
dele então para Raël e batizou sua fé nova de Revolução Raëliana. A igreja dele alega ter 55,000
membros em 84 países. Raël reivindica que o Elohim (Annunaki) lhe falou em 1973, “Nós éramos
aqueles que fizeram toda a vida na Terra, você nos confundiu com deuses; nós estávamos na origem
de suas religiões principais”.À primeira vista pareceria que esta fé é independente de Sitchin(Ver
primeiro post da série) porque foi fundada antes do Décimo Segundo Planeta debutar. Porém, uma
leitura mais íntima da literatura Raëliana, mostra que o primeiro livro Raëliano não foi publicado
antes de 1976, o ano dos livros de Sitchin; e o culto decolou no começo dos anos 80. Só então os
Raelianos começam a acrescentar engenharia genética às suas doutrinas de fé. Desta forma,
aparentemente a crença Raël era originalmente um culto UFO/von Däniken que assumiu as
decorações genéticas e Annunaki (Elohim) depois que Sitchin fez suas “descobertas”. Sitchin é citado
no website Raëliano. Até mesmo se Raël chegou às idéias dele em 1973, ele poderia tê-las obtido de
sugestões nos trabalhos anteriores de Däniken que Sitchin desenvolveu em suas teorias. Em resumo, as
crenças Raëlianas se originam claramente do movimento de deuses astronautas dos anos sessenta
combinado com o movimento OVNI simultâneo.
SAIBA QUEM SÃO OS RAELIANOS-

Reportagem- FolhaOnline-Ciência

O movimento raeliano foi fundado em 1975 pelo ex-jornalista esportivo francês Claude Vorilhon, auto-
denominado Rael.Ele afirma ter sido abduzido por extraterrestres na década de 70 e, após a
experiência, teria se transformado em um messias. As criaturas, nomeadas por ele de “elohim”
(palavra hebraica que significa Deus), seriam os criadores de todas as formas de vida existentes no
planeta.Os elohim confiaram a Rael a missão de construir uma “embaixada” na Terra para recebê-
los. Para isso, ele fundou uma “religião ateísta”, com um conselho científico, sacerdotes e
adeptos.Rael prega que a humanidade pode atingir a imortalidade por meio da clonagem. Também
professa a “meditação sensual”, que “permite aos praticantes alcançar o orgasmo cósmico”, a
hierarquia entre as raças humanas e a “eugenia”, ou melhoramento pela manipulação genética.
Para o sociólogo francês Frédéric Lenoir, o movimento “não se trata de uma seita mortal, porque seu
objetivo não é a destruição da pessoa, mas é perigosa por sua ideologia, principalmente por causa da
eliminação, pelas manipulações genéticas, das raças consideradas inferiores”.
O movimento raeliano afirma ter 55 mil membros espalhados em 84 países, inclusive no Brasil. A
maioria está no Canadá, nos Estados Unidos, na Suíça e na França.Os raelianos lançaram, em 1997,
a empresa Clonaid, nas Bahamas, para oferecer o serviço de clonagem a quem puder pagar US$ 200
mil. A empresa afirma ter independência financeira em relação ao movimento.A Clonaid é dirigida
pela química Brigitte Boisselier, 46. Na época do lançamento da empresa, ela disse que utilizaria a
mesma técnica (fusão de célula adulta com óvulo desnucleado) empregada para criar a ovelha
Dolly.Segundo Rael, se a Clonaid foi mais rápida que suas concorrentes, “isto se deve a centenas de
mulheres raelianas que se apresentaram como voluntárias para serem mães de aluguel”.
Atualmente, mil pessoas teriam pedido à empresa para serem clonadas, embora a Clonaid assegure
que reserva suas técnicas para casais estéreis, homossexuais ou para doentes terminais.

Leia mais para tirar mais conclusões;

Nasce o 1º clone humano, segundo seita

Raelianos esperam abrir laboratório no Brasil

Anúncio causa ceticismo entre cientistas

Geneticista francês acha improvável


Cientistas alemães também duvidam

Rael quer civilização em outro planeta

Entenda o processo da clonagem

Movimento anuncia outros bebês clonados

(nota do blog;É importante não confundir os diferentes conceitos de “clonagem” .Na comunidade
científica , clonagem refere-se à criação de indivíduos genéticamente idênticos . Note que isto não
significa que o indivíduo é mentalmente idêntico ; Este tipo de clonagem não reproduz as memórias ,
nem a experiência de uma pessoa. No mundo Raeliano ,a clonagem é um conceito que normalmente
se refere não só à clonagem puramente biológica , mas também para a “transferência da mente “,
afim de criar diretamente clones adultos.Para quem está acompanhando a série, leia a parte 2,onde
nos referimos á esse assunto.De qualquer forma, os raelianos constituíram um grupo religioso que
se apóia na teoria extraterrestre e no DNA para criar uma seita religiosa, onde temos um líder que
dita regras, postulados e conduz pessoas incautas e desinformadas,tem teorias separatistas e bastante
elitistas e costuma confundir as pessoas que estão interessadas em saber mais sobre o assunto, com
teorias falsas e mal embasadas.È um movimento que está crescendo em vários países e visa mais
manipulação, dominação e ignorância.Muitos países como o Canadá e a França, já atestaram a
periculosidade do movimento.Por isso, fica o aviso aqui para os mais desavisados, para prestarem
atenção sempre nas informações e pesquisarem, antes de apóiarem ou se afiliarem á determinados
movimentos,buscando informações/vivências extraterrestres).

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CONCLUSÃO NOTA DO BLOG

Todo conhecimento depende do estudo, da forma como nós vemos a realidade, qual é o
conhecimento. Não é só ler livros de história ou de matemática, é pensar e não aceitar uma
explicação só como definitiva. Existem verdades e mentiras, não sabemos como saber, mas existe um
processo que nos foi dado quando criaram o ser humano: a intuição. Através dela podemos criar e
pensar, sem precisar de comprovações científicas. Então, se esperarmos o homem descobrir a
verdade sobre tudo estaremos perdidos, e se depender de que o homem comprove toda a verdade do
universo não evoluiremos e ficaremos dependente das comprovações científicas.Os Cientistas estão
muito atrasados, pois usam sómente a lógica como parâmetro de avaliação de uma determinada
realidade;um exemplo: quando o homem acreditava que o nosso Sol girava ao redor da Terra, as
pessoas acreditavam nisso como uma realidade, um fato, mas quando um homem determinou que a
Terra girava ao redor do Sol, toda aquela realidade absolutista de que a Terra era o centro do
universo desmoronou e a realidade absolutista caiu . A religião é uma forma de manter as pessoas
em processo de ignorância e elevando a contaminação Grey para níveis absurdos. O que as pessoas
ainda estão discutindo é se existe ou não extraterrestres, mas a contaminação só aumenta e as
pessoas não despertas,estão cada vez mais ignorantes. Mas muitos preferem procurar informações
por eles mesmos, porque a Ciência é letárgica, apesar das descobertas do genoma; que genes são
passados “genéticamente” para os seres,explicaria de onde veio a matriz que nos deu esse gene?
Então, quem estuda genética pode perceber que não seria possível sem um transmissor, a menos que
o gen tenha vindo de fora do planeta.É engraçado tentar explicar isso para um cético, pois a mente
não consegue analisar que um gene não aparece do nada no ser humano. Existem interações que se
fecham em apenas um animal na Terra: o ser humano. Então ,falar que o ser humano não foi
genéticamente modificado, é o mesmo que destruir toda a ciência humana e nos chamar de burros e
malucos.

EQUIPE DA “LUZ É INVENCÍVEL”

Bibliografia para consulta


1-Sequenciando o Genoma Humano Lygia da Veiga Pereira
2-O Projeto Genoma Humano Mônica Teixeira
3-Ètica e Direito na Manipulação do Genoma Humano Matilde Caroni Conti
4-La Conquista del Genoma Humano Kevin Davies
5-Genética Médica-Tompson&Tompson Robert Nussbaum
6-Avanços da Biologia Celular e da Genética Sean Carroll
7-Genética e Evolução Humana Clàudio Cunha
8-Genética-Um Enfoque Conceitual Benjamin Pierce
9-Eram os deuses astronautas? Erick Von Daniken
10-Extraterrestrials,UFO,NASA, CIA, Aliens mind Jean Maximillien de la Croix
11-Genética Molecular Humana Jack Pasternak
12-O Décimo segundo Planeta Zecharia Sitchin
13-O DNA do espírito e os extraterrestres Domingos Iezzi
14-There Were Giants Upon The Earth-DNA Alien Zecharia Sitchin
15-Urantia Book
16-Terra-Laboratório Biológico Extraterrestre Marco Antonio Petit de Castro