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ARQUITECTOS

CONSTRUCCIÓN
HOSPITAL BI PROVINCIAL QUILLOTA PETORCA
REGIÓN DE VALPARAISO

1_ ESPECIALIDAD
ESPECIFICACIONES TECNICAS

LOGO ESPECIALIDAD

ESPECIALISTA PÁGINA
FECHA:
Nombre: JORGE DALMAZZO BONET
FEBRERO 2016
Especialidad: SEGURIDAD

1
HOSPITAL BI PROVINCIAL QUILLOTA PETORCA
ARQUITECTOS

CONTENIDO

CapítuloDescripciónPágina
A. GENERALIDADES ........................................................................................................................................ 6
B. ANTECEDENTES DE PROPUESTA ............................................................................................................. 7
C. ALCANCES DEL PROYECTO ...................................................................................................................... 7
D. GARANTÍA .................................................................................................................................................... 8
E. NORMAS........................................................................................................................................................ 8
E. ORGANISMOS DE CERTIFICACIÓN ......................................................................................................... 10
30.1. SISTEMAS DE PROTECCIÓN CONTRA INCENDIO ............................................................................. 10
30.1.1. SISTEMA DE DETECCIÓN DE INCENDIO ................................................................................... 10
30.1.1.1. PANEL DE CONTROL DE INCENDIO. ......................................................................... 11
30.1.1.2. FUENTE DE PODER CON BATERÍA. .......................................................................... 13
30.1.1.3. IMPRESORA DE EVENTOS ...................................................................................... 13
30.1.1.4. DETECTORES DE HUMO FOTOTÉRMICO INTELIGENTE............................................... 13
30.1.1.5. DETECTOR DE TEMPERATURA. .............................................................................. 15
30.1.1.6. DETECTOR OPTICO ANALOGICO INTRINSECAMENTE SEGURO.. ................................. 16
30.1.1.7. DETECTOR DE HUMO EN DUCTO.. .......................................................................... 16
30.1.1.8. DETECTOR DE INUNDACION. .................................................................................. 16
30.1.1.9. DETECTOR INFRARROJO. .................................................................................. 16
30.1.1.10. SISTEMA DE DETECCION POR ASPIRACION............................................................ 16
30.1.1.11. PULSADOR MANUAL DE ALARMA. .......................................................................... 17
30.1.1.12. LUCES ESTROBOSCÓPICAS DE EMERGENCIA.. ...................................................... 17
30.1.1.13. SIRENAS.. .......................................................................................................... 17
30.1.1.14. MÓDULOS DE CONTROL REMOTO. ........................................................................ 18
30.1.1.15. MÓDULO DE MONITOREO REMOTO. ...................................................................... 18
30.1.1.16. MÓDULO AISLADOR. ............................................................................................ 18
30.1.1.17. DETECTOR GAS COMBUSTIBLE............................................................................ 18
30.1.1.18. CABLE RESISTENTE AL FUEGO. ............................................................................ 18
30.1.1.19. CANALIZACIONES ELÉCTRICAS............................................................................. 18
30.1.1.20. PASADAS DE ELEMENTOS DE HORMIGÓN.. ............................................................ 19
30.1.1.21. INSTALACIÓN Y PUESTA EN MARCHA. ................................................................... 19
30.1.2. SISTEMA DE AUDIOEVACUACIÓN ............................................................................................ 19
30.1.2.1. PANEL DE AUDIOEVACUACION. .............................................................................. 19
30.1.2.2. PARLANTES DE EMERGENCIA. ................................................................................ 20
30.1.2.3. TELÉFONOS DE EMERGENCIA.. .............................................................................. 21
30.1.2.4. CABLES. .............................................................................................................. 21
30.1.2.5. CANALIZACIONES.................................................................................................. 21
30.1.2.6. INSTALACIÓN Y PUERTA EN MARCHA.. .................................................................... 21
30.1.3. ROCIADORES DE AGUA AUTOMATICOS .................................................................................... 21
30.1.3.1. RED DE CAÑERÍAS................................................................................................. 24
30.1.3.1.1. CAÑERIA DE ACERO. .......................................................................................... 24
30.1.3.1.2. CAÑERIA DE HDPE.............................................................................................. 24
30.1.3.2. FITTINGS PARA CAÑERIA DE ACERO. ....................................................................... 24
30.1.3.2.1. FITTINGS RANURADOS. ...................................................................................... 24
30.1.3.2.2. FITTINGS ROSCADOS.. ........................................................................................ 25
30.1.3.3. FITTINGS PARA CAÑERIAS DE HDPE. ....................................................................... 25
30.1.3.4. PROTECCION DE LAS CAÑERIAS. ............................................................................ 25
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30.1.3.5. SOPORTACION DE LAS CAÑERIAS. .......................................................................... 25
30.1.3.6. FLANGES. ............................................................................................................ 25
30.1.3.7. VALVULAS. ........................................................................................................... 25
30.1.3.7.1. VALVULA DE COMPUERTA SUPERVISADA.............................................................. 25
30.1.3.7.2. SENSOR DE NIVEL DE ESTANQUE. ....................................................................... 26
30.1.3.7.3. VALVULA DE DRENAJE AUTOMATICA. ................................................................... 26
30.1.3.7.4. VALVULAS DE CORTE. ........................................................................................ 26
30.1.3.7.5. VALVULA DE BOLA. ............................................................................................. 26
30.1.3.7.6. VALVULA DE RETENCION. ................................................................................... 27
30.1.3.7.7. VALVULA DE PURGA DE AIRE.. ............................................................................. 27
30.1.3.8. PLACAS DE SUCCION. ............................................................................................ 27
30.1.3.9. DETECTOR DE FLUJO. ........................................................................................... 27
30.1.3.10. MANOMETROS. ................................................................................................... 27
30.1.3.11. MANIFOLODS...................................................................................................... 27
30.1.3.12. ROCIADORES AUTOMATICOS. .............................................................................. 27
30.1.3.12.1. ROCIADOR RESPUESTA RAPIDA OCULTO 68ºC. ................................................... 28
30.1.3.12.2. ROCIADOR RESPUESTA RAPIDA 79ºC. ............................................................................ 28
30.1.3.12.3. ROCIADOR STANDARD 68ºC. ......................................................................................... 29
30.1.3.12.4. ROCIADOR GOTA GORDA STANDARD 68ºC. ................................................................... 29
30.1.3.12.5. ROCIADORES DE REPUESTO. ........................................................................................ 28
30.1.3.13. SISTEMA DE ABASTECIMIENTO DE AGUA CONTRA INCENDIOS. ............................................ 29
30.1.3.13.1. BOMBA PRINCIPAL DE INCENDIO ELECTRICA .................................................................. 30
30.1.3.13.2. BOMBA PRINCIPAL DE INCENDIO DIESEL DE RESPALDO. ................................................. 31
30.1.3.13.3. BOMBA JOCKEY .......................................................................................................... 32
30.1.3.13.4. CONTROLADORES DE MOTOR DE BOMBA PRINCIPAL ELECTRICA. ..................................... 33
30.1.3.13.5. CONTROLADORES DE MOTOR DE BOMBA PRINCIPAL DIESEL............................................ 33
30.1.3.13.6. CONTROLADORES DE BOMBA JOCKEY. ........................................................................ 33
30.1.3.14. CONEXIÓN PARA BOMBEROS. .......................................................................................... 34
30.1.3.15. MATERIALES FUNGIBLES. ................................................................................................ 34
30.1.3.16. MANO DE OBRA Y PUESTA EN MARCHA ............................................................................. 34
30.1.4. EXTINTORES ........................................................................................................................ 34
30.1.4.1. EXTINTOR PORTÁTIL CO2, 2 KG CERTIFICACIÓN NACIONAL ................................................. 34
30.1.4.2.EXTINTOR PORTÁTIL PQS, 6 KG CERTIFICACIÓN NACIONAL .................................................. 35
30.1.4.3.EXTINTOR PORTÁTIL TIPO K 6 KG CERTIFICACIÓN NACIONAL . .............................................. 35
30.1.4.4.EXTINCION AUTOMATICA CAMPANAS COCINA . ..................................................................... 35
30.1.4.5. CARRO EXTINTOR ............................................................................................................ 36
30.1.4.6.GABINETE EQUIPO BRIGADA BOMBEROS INTERNA . .............................................................. 36
30.1.4.7. INSTALACIÓN Y PUESTA EN MARCHA.. ............................................................................... 36
30.1.5. EXTINCION POR GAS POR INUNDACION ................................................................................... 36
30.1.5.1. SISTEMA DE DETECCION DE HUMO .................................................................................... 37
30.1.5.2.SISTEMA DE EXTINCION ..................................................................................................... 37
30.1.6. EXTINCION EN HELIPUERTO POR AGENTE ESPUMOGENO ......................................................... 38
30.1.7. GRIFO EXTERIOR .................................................................................................................. 39
30.1.8. RED HÚMEDA ....................................................................................................................... 40
30.1.8.1. GABINETES DE MANGUERAS .............................................................................................. 40
30.1.8.2. CAÑERÍA DE ACERO . ........................................................................................................ 41
30.1.9. RED SECA PARA BOMBEROS.................................................................................................. 41
30.1.10. COMPARTIMENTACION CONTRA FUEGO ................................................................................ 41
30.1.11. VIAS DE ESCAPE Y EVACUACION .......................................................................................... 42
30.1.11. 1. SEÑALIZACION DE LOS MEDIOS DE EVACUACION ................................................................ 44
30.1.11.2. ILUMINACIONE DE EMERGENCIA ....................................................................................... 45
30.2. SISTEMAS DE SEGURIDAD ELECTRÓNICA........................................................................................ 45
30.2.1. SISTEMA DE DETECCIÓN DE INTRUSIÓN .................................................................................. 45
30.2.1.1. PANEL DE ALARMA DE ROBO .................................................................................. 45
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30.2.1.2. TECLADO DE ACTIVACION ...................................................................................... 48
30.2.1.3.SENSOR MAGNETICOS. .......................................................................................... 48
30.2.1.4.SENSOR DE MOVIMIENTO ..................................................................................... 48
30.2.1.5. SIRENAS . ............................................................................................................ 48
30.2.1.6. BOTONES DE PANICO ............................................................................................ 48
30.2.1.7.CABLES . .............................................................................................................. 48
30.2.1.8. CANALIZACIONES.................................................................................................. 48
30.2.1.9. INSTALACION Y PUESTA EN MARCHA . .................................................................... 49
30.2.2. CIRCUITO CERRADO DE TELEVISIÓN ....................................................................................... 49
30.2.2.1..CÁMARAS DIGITALES ........................................................................................................ 50
30.2.2.1.1. CÁMARAS FIJAS MINIDOMO INTERIORES ............................................................... 50
30.2.2.1.2. CÁMARAS PTZ EXTERIORES ............................................................................................ 50
30.2.2.2. SWITCH ............................................................................................................... 51
30.2.2.3. ADMINISTRADOR DEL SISTEMA ............................................................................... 51
30.2.2.4. ESTACIONES DE VISUALIZACION ............................................................................. 51
30.2.2.5. MONITORES FULL HD............................................................................................. 52
30.2.2.6. NVR GRABADOR DE CÁMARAS IP ............................................................................ 52
30.2.2.7. RACKS DE 19” PARA SALA DE CONTROL ................................................................... 53
30.2.2.8. MANUALES Y CATALOGOS DE PRODUCTOS.............................................................. 53
30.2.2.9. CABLES. .............................................................................................................. 53
30.2.2.10. CANALIZACIONES................................................................................................ 54
30.2.2.11. INSTALACIÓN Y PUESTA EN MARCHA.. .................................................................. 54
30.2.3. SISTEMA DE CONTROL DE ASISTENCIA ................................................................... 54
30.2.4. CONTROL DE ACCESOS .. ......................................................................................... 58
30.2.4.1 LECTOR DE TARJETA.............................................................................................. 59
30.2.4.2. CONTROLADOR .................................................................................................... 59
30.2.4.3. BOTÓN DESBLOQUEADOR ..................................................................................... 60
30.2.4.4 CERRADURA MAGNÉTICA ....................................................................................... 61
30.2.4.5 SISTEMA DE BARRERA VEHICULAR .......................................................................... 61
30.2.4.6 PC CONTROLADOR................................................................................................ 62
30.2.4.7 CABLES ............................................................................................................... 62
30.2.4.8 CANALIZACIONES. .................................................................................................. 62
30.2.4.9 INSTALACIÓN Y PUESTA EN MARCHA. . .................................................................. 62
30.3. SUMINISTRO DE MATERIALES Y MONTAJE ....................................................................................... 62
30.3.1. PROGRAMA DE TRABAJO ....................................................................................................... 62
30.3.2. PRUEBAS ............................................................................................................................. 63
30.3.3. SELLOS ............................................................................................................................... 63
30.3.4. SEÑALÉTICA STANDARD ........................................................................................................ 63
30.3.5. PLANOS AS BUILT ................................................................................................................. 64
30.3.6. INSTRUCCIONES DE OPERACIÓN ............................................................................................ 64
30.4. MANTENIMIENTO SISTEMAS.................................................................................................................64
30.5. CALIDAD DE LOS MATERIALES ...........................................................................................................64
30.5.1. SISTEMA DE DETECCION DE INCENDIOS.................................................................................. 64
30.5.2. GRUPO DE BOMBEO AGUA CONTRA INCENDIOS ........................................................................ 71
30.5.3. ROCIADORES AUTOMATICOS ................................................................................................. 71
30.5.4 EXTINTORES ........................................................................................................................ 73
30.5.5. SISTEMA AUTOMATICO DE EXTINCION DE INCENDIOS POR GAS INERTE...................................... 74
30.5.6. SISTEMA DE EXTINCION INCENDIOS DE HELIPUERTO ............................................................... 77
30.5.7. RED DE GRIFOS EXTERIORES ................................................................................................ 78
30.5.8. RED HUMEDA ....................................................................................................................... 78
30.5.9. RED SECA ............................................................................................................................ 79
30.5.10.SISTEMA DE EXTINCION PARA CAMPANAS DE COCINA ............................................................. 80
30.5.11. SISTEMA DE CCTV ............................................................................................................... 80
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30.5.12. SISTEMA DE CONTROL DE ACCESOS ..................................................................................... 82
30.5.13. SISTEMA DE INTRUSION ....................................................................................................... 83
30.5.14. CONTROL DE ASISTENCIA .................................................................................................... 84

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A.- GENERALIDADES

La presente especificación técnica tiene por objeto entregar los requerimientos mínimos
necesarios para el suministro, instalación y puesta en marcha de los Sistemas de
Seguridad del Hospital Biprovincial de Quillota - Petorca, ubicado en la Quillota,
compuesto por un primer cuerpo principal de 7 pisos más 1 subterráneo y un nivel inferior
para aisladores sísmicos, un segundo cuerpo de recintos técnico de 2 pisos de altura, un
tercer cuerpo de auditorio de 2 pisos de altura, un cuarto cuerpo de residencia médica de
1 piso, un quinto cuerpo de sala cuna de 1 piso y un sexto cuerpo de camarines de 1 piso.

Los niveles de control de seguridad para el diseño del proyecto, será sobre personas,
infraestructura y contenido.

Los sistemas de seguridad y extinción de incendio considerados en este proyecto son los
siguientes:

A.1.- Sistemas de protección contra incendio

A.1.1 - Sistema de Detección de Incendios.


A.1.2.- Sistema de Audioevacuación
A.1.3.- Sistema de Rociadores de Agua
A.1.4.- Sistemas de Extinción por Inundación de Gas
A.1.5.- Sistema de Extinción en Helipuerto por Agente Espumógeno
A.1.5.- Extintores
A.1.6.- Red Húmeda
A.1.7.- Red Seca
A.1.8.- Compartimentación Contra Fuego

A.2.- Sistemas de Seguridad electrónica

A.2.1.- Sistema de Control de Intrusión


A.2.2.- Sistema Cerrado de Televisión ( CCTV )
A.2.3.- Control de asistencia de personal.
A.2.4.- Control de Accesos

A.3.- Varios

A.3.1.- Señalética estándar


A.3.2.- Especificaciones Técnicas
A.3.3.- Estudio de evacuación.
A.3.4.- Itemizado de propuesta
A.3.5.- Presupuesto oficial

Los distintos sistemas que forman parte del proyecto serán instalados tomando como
base estas especificaciones técnicas y el conjunto de planos que se describirán más
adelante.

En esta especificación se indican marcas de referencia, con el objeto de fijar el nivel de la


calidad de los equipos, pero los proponentes pueden ofrecer equipos de calidad
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equivalente, previa aceptación del mandante.

Profesional a cargo de la obra.

Los trabajos deberán estar a cargo de un profesional, como mínimo Ingeniero de


Ejecución representante de la empresa contratista, residente el 100% de su tiempo en
obra, en el horario que indique la ITO. Deberá tener experiencia de al menos 2 años en
obras similares que se hayan instalado bajo el Standard de la normas de la NFPA.

La ITO y el Mandante se reservan el derecho de exigir el cambio del profesional vía


escrita, sin explicación alguna. En este caso el Contratista deberá reponer el profesional a
cargo de la obra en un plazo máximo de 48 horas.

B.- ANTECEDENTES DE PROPUESTA

Para el estudio y presentación de la propuesta se deberán considerar los siguientes


antecedentes:

- Estas Especificaciones Técnicas: SEG - 469- HBQP- Revisión D

- Planos Seguridad – SEG – 469- HBQP- Revisión D

Ver Listado de planos Doc 01

C. - ALCANCE DEL PROYECTO

El contratista adjudicado deberá suministrar los sistemas en forma completa, incluyendo


todos los elementos, equipos, dispositivos y accesorios que sean necesarios para una
correcta operación de los sistemas.

Si los sistemas que proponga el Contratista requieren elementos que no estén indicados
en los planos y/o especificaciones, deberán ser incluidos y detallados en su oferta
económica.

El contratista será el responsable de la obtención y suministro de todos los materiales y


elementos que conforman los sistemas, así como los traslados, almacenaje, instalaciones,
inspecciones, pruebas y garantía del correcto funcionamiento.

En el caso de existir una especificación que esté formulada en secciones distintas del
presente documento y que no sean idénticas, o ante discrepancias entre sí y/o con los
planos, regirá la especificación más estricta.

El contratista deberá confeccionar los planos de detalle y de montaje de todas las


instalaciones, incluyendo la codificación ( Tags), de todos los equipos e instrumentos,
antes de iniciar los trabajos. Estos planos deben ser aprobados por la Inspección Técnica
de la obra y pasarán a formar parte de los planos as built.

El contratista debe presentar a la ITO de la obra, los equipos que instalará, con su
descripción, folletos, modo de funcionamiento, servicio técnico con que contarán, servicio
post venta. Todo con más de una opción.
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El contratista deberá entregar a la ITO, al iniciar la obra, una copia actualizada de las
siguientes normas;
Ley y Ordenanza General de Urbanismo y Construcciones, Título 4, Capítulo 3.
NFPA 72, National Fire Alarm Code, rev.2010
NFPA 101, Life Safety Code.

D.- GARANTÍA

El contratista garantizará los equipos por el plazo de un año, debiendo reemplazar sin
costo para el propietario cualquiera que falle. Además debe garantizar el oportuno servicio
técnico en Quillota.

Debe considerar una marcha blanca de todos los sistemas, contando con la supervisión
de un técnico, por un período de 30 días.

E. - NORMAS

La instalación deberá estar de acuerdo a la normativa nacional vigente y a las normas


norteamericanas NFPA, en lo que respecta a sistemas automáticos de Detección de
Incendios. Las normas principales se definen como aquellas imprescindibles de
obligatorio cumplimiento en Chile que establecen la existencia de un dispositivo y/o un
diseño específico, mientras que las normas auxiliares y recomendaciones relevantes
son aquellas que cumpliendo con los requisitos aseguran un nivel de seguridad
adecuado, en caso de cualquier discrepancia será el especialista o Inspector Fiscal
designado por el mandante quien defina su aplicación para lo cual debe, para lo cual el
contratista debe contar con su V°B°.

Normas principales:

- Ley y Ordenanza General de Urbanismo y Construcciones, Título 4, Capítulo 3.


- Listado Oficial de Comportamiento al Fuego de Elementos y Componentes de la
Construcción del Ministerio de la Vivienda y Urbanismo
- Reglamento de Instalaciones Domiciliarias de Agua Potable y Alcantarillado,
Superintendencia de Servicios Sanitarios. D.S. MOP N°50 de 2003
- Norma 4/2003 Electricidad, Instalaciones en Baja Tensión, Superintendencia
de Electricidad y Combustibles
- DS Nº 594 Reglamento sobre condiciones sanitarias y ambientales
básicas en los lugares de trabajo.
- Ley Nº 19.300 de 1994 sobre Bases Generales del Medio Ambiente y Reglamento
del Sistema de Evaluación de Impacto Ambiental aprobado por D.S. Nº 95 de
2001 del MINSEGPRES, y sus modificaciones.
- D.S. N° 369 de 1996 de Ministerio de Economía, Fomento y Turismo, que
aprueba normas sobre extintores portátiles. NCh 1429 of 92 Extintores
portátiles - Terminología y definiciones.
- NCh 1430.Of 2008 Extintores portátiles - Características de rotulación.
- NCh 1433 of 2007 Ubicación y señalización de los extintores portátiles.
- NCh1432/1.Of1993, "Extintores portátiles - Pruebas de fuego - Parte 1:
Extintores Clase A
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- NCh1432/2.Of1995, "Extintores portátiles - Pruebas de fuego - Parte 2:


Extintores Clase B - Determinación del potencial de extinción".
- NCh 1432/3.Of1995, "Extintores portátiles - Pruebas de fuego - Parte 3:
Extintores Clase C - Verificación de la no conductividad"
- NCh1432/4.Of1980, "Extintores clase D - Parte 4: Pruebas de fuego "A, B, C
y D.
- NCh 1646.Of 2004 Grifo de incendio - Tipo columna de 100 mm - Diámetro
nominal - Requisitos generales.
- NCh 2095/1. Of 2000 Protección contra incendios - Sistemas de rociadores- Parte
1: Terminología, características y clasificación.
- NCh 2095/2. Of2000 Protección contra incendios - Sistemas de rociadores- Parte
2: Equipos y componentes.
- NCh 2095/3. Of 2001 Protección contra incendios - Sistemas de rociadores- Parte
3: Requisitos de los sistemas y de instalación.
- NCh 2095/4. Of 2001 Protección contra incendios - Sistemas de rociadores- Parte
4: Diseño, planos y cálculos.
- NCh 2095/5. Of 2001 Protección contra incendios - Sistemas de rociadores- Parte
5: Suministro de agua.
- NCh 2095/6. Of 2001 Protección contra incendios - Sistemas de rociadores- Parte
6: Recepción del sistema y mantención.
- NChElec 4-2003: Instalaciones de Consumo en Baja Tensión de la
- Superintendencia de Electricidad y Combustibles (S.E.C).
- NCh 2111 Of.1999: Protección contra incendio - Señales de seguridad.
-
- Normas auxiliares y recomendaciones:
- Criterios de Diseño Referenciales del MINSAL
- Norma National Fire Protection Association (NFPA), en todo lo que no
contravenga a la normativa chilena.
- NFPA: 20 "Standard for the Installation of Stationary Pumps for Fire
- Protection", Instalación de bombas de incendio.
- NFPA 72 "National Fire Alarm and Signaling Code", National Fire
- Alarma Code
- NFPA 70, "National Electric Code".
- NFPA 101, "Life Safety Code".
- NFPA 25 "Standard for the Inspection, Testing, and Maintenance of Water-Based
Fire Protection Systems", Sobre mantenimiento de instalaciones en base agua.
- NFPA 13 "Standard for the Installation of Sprinkler Systems", Instalación de
sistemas de rociadores.
- NFPA 14 "Standard for the Installation of Standpipes and
HoseSystems", Instalación de Sistemas de Tubería Vertical y de Mangueras.
-
- NFPA 704 “Standard System for the Identification of the Hazards of
- Materials for Emergency Response”
- NFPA 99.”Standard for Health Care Facilities”
- Norma UNE-EN 1634-1: 2000: Ensayos de resistencia al fuego de puertas y
elementos de cerramiento de huecos. Parte 1: Puertas y cerramientos cortafuego.
- Aspectos de diseño contenidos en el manual "Índice de seguridad
hospitalaria: Guía del evaluador de hospitales seguros" y en los respectivos
Formularios para la evaluación de hospitales seguros de la OMS y OPS.
- CTE DB-SI
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- UNE EN ISO 1182: 2002 Ensayos de reacción al fuego para productos


de construcción - Ensayo de no combustibilidad.
- UNE EN ISO 1716: 2002 Ensayos de reacción al fuego de los productos
de construcción - Determinación del calor de combustión.
- UNE EN ISO 11925-2:2002 Ensayos de reacción al fuego de los materiales
de construcción - Inflamabilidad de los productos de construcción cuando se
someten a la acción directa de la llama.
- UNE EN 13823: 2002 Ensayos de reacción al fuego de productos de
construcción - Productos de construcción, excluyendo revestimientos de suelos,
expuestos al ataque térmico provocado por un único objeto ardiendo.
- UNE 23727: 1990 Ensayos de reacción al fuego de los materiales de
construcción. Clasificación de los materiales utilizados en la construcción.
- UNE EN 1365-1: 2000 Parte 1: Paredes.
- UNE EN 1365-2: 2000 Parte 2: Suelos y cubiertas.
- UNE EN 1365-3: 2000 Parte 3: Vigas.
- UNE EN 1365-4: 2000 Parte 4: Pilares.
- UNE EN 1365-6: 2004 Parte 6: Escaleras.
- UNE EN 1634-3: 2001 Parte 3: Puertas y cerramientos para control de humos.

F.- ORGANISMOS DE CERTIFICACION

Los equipos importados deberán estar certificados, al menos, por uno de los siguientes
organismos internacionales de certificación:

UL, Underwrites Laboratories, USA.

ULC, Underwriters Laboratories, Canadá.

FM, Factory Mutual.

Los equipos nacionales deberán ser certificados por un organismo de inspección


acreditado, como el Cesmec, Dictuc o otros.

30.1.- SISTEMAS DE PROTECCIÓN CONTRA INCENDIO

30.1.1. - SISTEMA DE DETECCION DE INCENDIO

Objetivo

Será su función advertir un fuego en su estado incipiente y avisar con la suficiente


anticipación para tener tiempo para una reacción temprana.

El diseño de dicha instalación estará basado en la norma NFPA 101 “Código de


Seguridad Humana” y en la norma NFPA 72 “Código nacional de Alarmas de Incendio”.

Descripción

Para poder detectar, desde su fase inicial, la presencia de humo debido a un principio de
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incendio, se ha proyectado un sistema de detección automática digital de incendio en los


diferentes recintos del Centro de salud. Se ha optado por un sistema de detección de
incendio de tipo direccionable. Cada elemento, tendrá asociado una dirección grabada en
memoria no volátil para ser identificado por el Panel de Control de Incendio en caso de
alarma o falla.

Los detectores de incendio especificados, de tipo direccionable e inteligente, tienen la


particularidad de poder intercambiar datos con el Panel Central de Incendio a fin de
reportar su ubicación exacta dentro del recinto, su estado actual e incluso compensar
automáticamente variaciones de suciedad. Esto elimina por completo el riesgo que se
produzcan falsas alarmas.

El principio de operación será a base a un sistema microprocesado en el que podrán


programarse todas las funciones relacionadas con la detección de incendio. De este modo
el panel, además de sus elementos propios del subsistema como detectores, pulsadores
de alarma y señales visuales y sonoras, deberá interactuar con otras especialidades como
lo son clima, ascensores, etc. mediante módulos de control y de monitoreo direccionables,
dedicados para estos efectos.

El sistema de detección de incendios consta de los siguientes elementos:


- Detectores
- Equipos de control y señalización
- Dispositivos de alarma de incendios
- Pulsadores
- Dispositivos de transmisión de alarma de incendios
- Central de recepción de alarma de incendios
- Control de sistemas automáticos de protección contra incendios
- Dispositivo de transmisión de aviso de avería
- Fuente de alimentación

El sistema poseerá una arquitectura modular que permitirá su ampliación para futuras
modificaciones, por consiguiente, contemplará un 15 % de vacancia en cada piso.

Los sistemas deberán ser 100% supervisados y contarán con respaldo de baterías y del
generador de emergencia.

Gateway con puertos RS232/RS485, por un lado y puerto RJ45 con conexión a Ethernet
TC/IP, tipo Bacnet IP, con certificación UL.

30.1 .1.1.- Panel de Control de Incendio

El Panel de Control de Incendios deberá tener al menos las siguientes características:

Deberá ser de un diseño tal, que incorpore Tecnología Microprocesada a fin de que toda
la información proveniente de los sensores, sea enviada a su Unidad de Control, a través
de la red de cables de solo 2 hilos de comunicación por loop. El cableado será clase B.

Deberá contener en un mismo gabinete los circuitos y botoneras necesarias para


comandar los circuitos de detección de incendio y de audioevacuación.

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Deberá tener una puerta de comunicación RS-232 y su flexibilidad a la programación


deberá ser completa.

Contendrá un visor de cristal líquido alfanumérico con un mínimo de 100 caracteres que
indicará el elemento activado, su ubicación, numero de alarmas acumuladas, hora, fecha,
etc, todo en lenguaje español. El display además contará con luz propia activada
automáticamente al momento de acusar una alarma o al operar el panel, los caracteres
podrán graduar su tonalidad para permitir una buena lectura.

Todas las operaciones, alarmas y actuaciones del panel deberán quedar registradas en
una memoria, respaldada por sus baterías en caso de corte eléctrico. Mínimo 1.000
eventos.

Supervisión automática de todas las funciones del Panel, como también su fuente de
alimentación.

Calibración de la sensibilidad de los sensores de humo desde el panel de control en forma


manual y por software.

Claves de acceso para los diferentes niveles de operación.

Totalmente programable en terreno por computadora portátil.

Debe contar con funciones de mensajes de ayuda al operador (descripción de falla).

Tendrá una impresora externa la cual se debe proporcionar. Como parte del presente
contrato.

El sistema contará con 4 centrales de incendio conectadas entre ellas de forma maestra
permitiendo que cada una de ellas tenga la capacidad de comunicarse con el resto,
permitiendo actuar sobre los lazos de detección de las centrales restantes. Cada central
soportará 10 lazos, cada lazo contará con un máximo de 159 detectores y/o módulos o
pulsadores, se preverá en cada central de detección la posibilidad de ampliación
aproximada del 20% de lazos de detección. Se preverá en cada lazo de detección la
posibilidad de ampliación aproximada del 20% en elementos de campo.

La instalación se completará con un sistema de gestión gráfica de incendios. El cual


estará formado por un ordenador de última generación, con el correspondiente software
de gestión gráfica y la planimetría de la instalación del Hospital integrada en el
software. Esto permitirá observar en tiempo real la ubicación de la alarmas de incendio,
así como gestionar la información que proporciona la instalación de detección de
incendios en un entorno gráfico.

Se instalará otra central de alarmas en la sala de calderas para la detección de gases


combustibles. Estará conectada con la central de incendios para remitir a esta las
alarmas.

Se adjunta Documento Nº 04 con Diagrama de Bloques del sistema.


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Marca de referencia Mircom, Edwards, Siemens, Notifire o equivalente técnico

Funcionamiento del Sistema Detección de Incendio

Teniendo en cuenta las anteriores consideración, el panel funcionará como sigue, cuando
se activen dos detectores o se active un pulsador de incendio.

 El detector activado indicará su estado mediante un LED encendido en forma


intermitente.

 Se activará una señal visual y audible en el panel de Detección de incendio, indicando


en el led correspondiente, la zona activada.

 La activación automática de los sistemas de alarma debe poder graduarse de forma


tal que tenga lugar, como máximo, 5 minutos después de la activación de un detector,
permitiendo de esta forma la verificación del incendio por personal de seguridad del
hospital, evitando así falsas alarmas. La activación de los sistemas de alarma se
producirá de forma inmediata tras la activación de un pulsador de alarma.

 En caso que la alarma se confirme por tratarse de más de un detector o un pulsador


manual, cuando se trate de una alarma verificada, ocurrirán los siguientes eventos
además de los ya detallados en la fase de alarma inicial:

 Se activarán las sirenas de alarma y sistema de audioevacuación..

 Se desconectará la energía eléctrica del edificio y del sistema de clima, se activará el


grupo electrógeno de emergencia, se enclavarán los ascensores, las cerraduras
eléctricas se destrabarán, los retenedores de las puertas cortafuego se destrabarán, se
cerrarán los dumper corta humo de los ductos de clima.

30.1.1.2.- Fuente de poder con batería

Dispondrá de un grupo de Baterías de respaldo con autonomía garantizada de 72 hrs. en


estado de vigilancia y 1hr. en estado de alarma y cargador automático de voltaje
constante. La batería será del tipo compacto no contaminante o inflamable de 24 volt / 24
AH. Deberá tener sistema de reposición automática una vez restituida la alimentación
normal.

30.1.1.3 Impresora de eventos

Se consulta una impresora externa conectada a la central de incendio la cual se debe


proporcionar como parte del presente contrato.

30.1.1.4.- Detectores de Humo fototérmico inteligente

Los detectores de humo serán de tipo foto-térmicos, compuestos de un detector


fotoeléctrico, de un termistor y un chip con capacidad de efectuar comparaciones
algorítmicas entre las dos detecciones y que será capaz de discriminar entre las distintas
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clases de humos como: humo de cigarrillo, humo eléctrico, polvo suspendido en el aire,
aerosoles, entre otros. El objetivo de utilizar este tipo de detector es hacer al sistema
inmune a las falsas alarmas. Por esta razón se utilizarán detectores para aplicaciones
específicas, los que pueden ser programados directamente desde el panel de control de
incendio, considerando que el humo que se genera frente a un incendio es propio de cada
lugar. Su programación será para reconocer los humos provenientes de al menos los
siguientes recintos: oficinas, bodegas, ductos de aire, entre otros.

Los detectores de humo se instalarán bajo el cielo falso, en los casos en que el cielo falso
genere un espacio libre entre cielo y losa mayor de 0,80cm se consultará detectores sobre
el cielo falso instalados bajo la losa. Se indican en planos de detección de incendio con
simbología correspondiente.

Se emplearán los detectores ópticos de humos en todas las zonas cubiertas por la
instalación de detección, excepto en zonas particulares, donde se utiliza otro tipo de
detector debido a que la presencia continua de humos pueda dar lugar a falsas
alarmas.

En cada Shaft se dispondrán de detectores ópticos de humos tanto en su parte alta como
cada dos pisos de altura.

En los pasillos, cuya anchura sea inferior a 3m, los detectores se instalarán con una
separación de 9 m., y en general no se excederá de los 9,14m. (30 pies), tal y como
indica NFPA 72. Ningún detector podrá instalarse a menos de 0,30 m. (1 pie) de
distancia desde la intersección de cualquier pared lateral y el cielorraso y de instalarse
sobre la pared lateral, será por debajo de los 0,30 m. por debajo del cielorraso.

La distancia máxima medida desde cualquier pared hasta la primera línea de


detectores no podrá exceder los 4,50 m.

La distancia máxima entre dos detectores de humo será de 9,14 m. (30 pies), siempre
que el cielorraso no tenga vigas descendentes que sobresalgan del cielorraso hacia
abajo, de un tamaño mayor a 0,46 m. (1½ pie); para áreas de corte irregular, el
espaciado entre detectores será mayor que el espaciado de lista, teniendo en cuenta que
el espaciado máximo desde el detector hasta el punto mas lejano de la pared lateral o
esquina o dentro de su zona de protección no sea mayor que 0,7 veces el espaciado de
lista (NFPA 72E titulo 3-5.1.1 "Áreas irregulares"). Cuando la altura del cielorraso
comienza a incrementarse desde los 3 m. y hasta los 9 m., el "espaciado" entre
detectores comenzara a reducirse de acuerdo a la siguiente tabla, dado que la distancia
a recorrer del humo o fuego será mayor:

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Entre sus principales características cabe mencionar las siguientes:

- No contendrán elementos radiactivos.


- Serán direccionables.
- Serán alambrados sólo con dos conductores desde el panel de detección.
- Incluirán una base de montaje y deberán tener incorporado dos luces o leds visibles
fácilmente, para verificar su estado normal o de alarma, deberán satisfacer el standard 72
de la norma NFPA referente a su rango de cobertura

El detector debe funcionar normalmente con velocidades del aire hasta 20 metros por
segundo, para no generar falsas alarmas. Debe funcionar con temperatura ambiente entre
0’ C y 38’ C y una humedad relativa entre 10% y 93%.

Marca de referencia Mircom, Edwards, Siemens, Notifire o equivalente técnico

30.1.1.5. - Detector de temperatura

Tal como su nombre lo indica, este tipo de detectores medirán los incrementos de la
temperatura de un cierto recinto, dando alarma al panel de detección de incendio ya sea
de acuerdo a una temperatura calibrada en fábrica o por un incremento brusco de la
temperatura. Deberán cumplir con las normas NFPA 72E relativas a detectores de
temperatura y aprobación U.L.

Los detectores de temperatura serán de tipo convencional direccionable.

Entre sus principales características cabe mencionar las siguientes:

 La calibración del detector será fija y actuará a la temperatura nominal calibrada,


deberá poseer característica termovelocimétrica (rate-of-rise).
 Los detectores deberán trabajar bajo las siguientes condiciones:
 Temperatura de activación: 135 (57 ° C)

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 Característica termovelocimétrica : 15 °C/min.


Este tipo de detector es el más adecuado para la protección de zonas o salas donde, en
condiciones normales, puedan existir concentraciones de humo debidas a los trabajos que
se realicen en dichas zonas, donde un detector óptico podría ocasionar alarmas no
deseadas.

Se ha previsto la instalación de detectores térmicos analógicos en la kitchenette, sala de


calderas, salas de grupos electrógenos, en los vestuarios y en todos los que sean
necesarios de acuerdo a la carga térmica.

La instalación se realizará mediante detectores térmicos dispuestos cada 40m² o según


determine el diseño.

Marca de referencia Mircom, Edwards, Siemens, Notifire o equivalente técnico

30.1.1.6. - Detector óptico analógico intrínsecamente seguro

Detector óptico de humos analógico inteligente de perfil extraplano intrínsecamente


seguro "EEX ia". Direccionamiento sencillo mediante interruptores giratorios. Funciones
lógicas programables desde la Central de incendios. Fabricado en ABS pirorretardante.
Equipado con doble led que permita ver el estado del detector desde cualquier
posición. Diseñado para zonas con peligro (0,1 y 2).

Este tipo de detectores se instalarán en aquellas salas que cuenten con atmósferas
explosivas.

30.1.1.7.- Detector de humo en ducto.

En los ductos del sistema de clima o extracción, donde se indica en los planos, se
instalarán detectores de humo especiales, con el housing adecuado para esta función,
equipados con detectores fotoeléctricos inteligentes, regulados para esta aplicación.
Deben tener dos tubos en el interior del ducto. Uno de ellos, el más corto y con agujeros,
recibe la corriente de aire, la hace pasar por el detector y el otro, más largo produce la
succión necesaria para su movimiento.

Marca de referencia Mircom, Edwards, Siemens o equivalente técnico

30.1.1.8. - Detector de inundación.

En la sala de bombas se consulta instalar 1 sensor de inundación instalados a aprox. 2,5


cm del piso.

30.1.1.9. - Detector Infrarrojo

Este tipo de detectores medirán los incrementos de la temperatura de un cierto recinto


captando la radiación infrarroja, dando alarma al panel de detección de incendio ya sea de
acuerdo a una temperatura calibrada en fábrica o por un incremento brusco de la
temperatura. Se instalarán en piso mecánico atendiendo que por ser recinto ventilado no
es posible captar el humo. Deberán cumplir con las normas NFPA 72E relativas a
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detectores de temperatura y aprobación U.L.Deberá tener un índice de protección IP75.

30.1.1.10. - Sistema de detección por aspiración

se consulta asociado al sistema de extinción por inundación de gas inerte y se detalla en


ítem 30.1.5.

30.1.1.11. - Pulsador manual de alarma

Las estaciones manuales o pulsadores manuales de alarmas son unidades locales que
actúan sólo con la intervención humana, estos posibilitan el dar aviso en forma inmediata
al panel de control en caso de haber un incendio detectado por guardias o transeúntes.
Las estaciones manuales se conectarán en el mismo circuito que los detectores.

Serán de tipo doble acción, se debe empujar y tirar hacia abajo para activar, de plástico
de alto impacto de color rojo y del tipo direccionable, aprobados por U.L. Una vez
activados, éstos no podrán ser repuestos sin el uso de una llave especial de seguridad.

Condiciones ambientales de operación:


- Temperatura : 0°C a 49°C (32°F a 120°F)
- Humedad relativa: 0-93 % RH, no condensada

Se ubicarán en las vías naturales de acceso a las salidas cerca de cada salida requerida
de un área. Los pulsadores de alarma adicionales deben estar localizados de manera
que, desde cualquier zona, no se debe recorrer más de 25 m. de distancia horizontal en el
mismo piso hasta alcanzar un pulsador de alarma. Se situarán a una distancia del suelo
comprendida entre los 1,2 y los 1,5 metros

Como medida de protección adicional en áreas públicas se podrá instalar una tapa de
acrílico rompible dispuesto según detalle.

Se debe canalizar las bajadas desde el entretecho por el interior de los muros o tabiques.
No debe quedar a la vista.

Marca de referencia Mircom, Edwards, Siemens o equivalente técnico

30.1.1.12.- Luces estroboscópicas de emergencia.

Para la señalización de las vías de evacuación, se han dispuesto luces estroboscópicas


de 110 candelas, en las puertas de evacuación y pasillos. Deben activarse
automáticamente cuando el Panel de Alarmas entre en estado de alarma. Estas luces
deben ser certificadas y aprobadas por UL/FM, respectivamente, para uso en sistemas de
redes de detección y alarma de incendios.

Marca de referencia Mircom, Edwards, Siemens o equivalente técnico

30.1.1.13.- Sirenas.

Se ubicarán en los estacionamientos previendo que la mala acústica del lugar hará
inoperante el sistema de audioevacuación.
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Se distribuirán estos elementos de forma que se garantice los niveles sonoros


mínimos expresados en la norma NFPA 72. El nivel sonoro de la alarma debe de ser
como mínimo de 85 dB(A), o bien de 5 dB(A) por encima de cualquier sonido que
previsiblemente pueda durar más de 30s. Este nivel mínimo debe garantizarse en todos
los puntos del recinto. El nivel sonoro no debe superar los 120 dB(A) en ningún punto
situado a más de 1 m. del dispositivo.

El número de aparatos a instalar se determina de acuerdo con lo siguiente:


- El nº de sirenas debe ser, el suficiente para obtener el nivel sonoro expresado
anteriormente.
- El nº mínimo de avisadores será de dos en un edificio y uno por cada sector de
incendios.
El tono empleado por las sirenas para los avisos de incendio debe ser exclusivo a tal fin

30.1.1.14. - Módulos de control remoto

Estos módulos irán conectados en el circuito de detección de humo, permitirán la


activación de luces de emergencia, etcétera. Su activación responderá a una secuencia
lógica de programación contenida en panel de incendios.

Marca de referencia Mircom, Edwards, Siemens o equivalente técnico

30.1.1.15. - Módulo de monitoreo remoto

Los módulos de monitoreo son elementos del sistema de detección de incendio cuya labor
es la de supervisar el correcto funcionamiento de otros sistemas. Estos dispositivos son
direccionables.

Marca de referencia Mircom, Edwards, Siemens o equivalente técnico

30.1.1.16. Módulo aislador:

Se dispondrá de una serie de módulos aisladores repartidos por toda la instalación, para
que en caso de que exista un cortocircuito en el cableado del lazo analógico, solo se
pierdan un máximo de 32 elementos iniciadores de alarma, por seguridad

30.1.1.17.- Detección de gases combustibles

En la Sala de Calderas se consulta instalar detectores de gas combustible conectados a


un panel de incendio propio, el cual contará con un módulo de monitoreo para transmitir la
señal de emergencia al panel de incendio central.
.

30.1.1.18.- Cable resistente al fuego

Los conductores que se emplearán serán los que recomienden los propios fabricantes de
cada equipo. No obstante las secciones características mínimas serán:

Conductor de cobre de un par torcido, trenzado con paso de 20 a 40 vueltas por metro,
apantallado con protección de aluminio Mylar con hilo de drenaje, resistencia total del
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cableado de lazo inferior a 40 ohmios, con resistencia al sol, temperatura de servicio 60


°C, libre de gases halógenos y autoextinguibles en caso de incendio, para uso en
sistemas de alarma de incendio y detectores de humo, de sección mínima 18 AWG con
aprobación UL tipo FPLR y FPLP. Alambrado clase B.

La sección del cable se dimensionará de acuerdo con el siguiente criterio:


- Longitud del lazo hasta 1.000m: Sección del cable 2x1mm2
- Longitud del lazo hasta 1.000m: Sección del cable 2x1,5mm2
- Longitud del lazo hasta 1.000m: Sección del cable 2x2,5mm2

30.1.1.19.- Canalizaciones eléctricas

Las canalizaciones serán sobrepuestas en tubería de acero galvanizada tipo EMT, con
diámetro adecuado para la cantidad de cables que transporten, con un mínimo de 20 mm.
Serán ubicadas sobre los cielos falsos y sobre las losas donde no exista cielo falso,
excepto en muros y tabiques que se consultarán embutidas.

Se debe dejar disponible un 30% de la sección como reserva para futuros conductores.
Las cajas serán de acero galvanizado

Las canalizaciones de los sistemas no podrán tener más de dos curvas entre cajas de
derivación o paso, el distanciamiento máximo permitido entre caja y caja será de 10 mts.
Todo encuentro entre dos canalizaciones deber ejecutarse con caja de derivación de
tamaño adecuado. El acoplamiento entre canalizaciones y cajas debe hacerse siempre
con Bushing. Cada caja tendrá su respectiva tapa siendo exigible para el sistema de
detección cajas y tapas metálicas con sello de goma y leyenda identificando el sistema.
Las canalizaciones deben ser montadas con abrazaderas, sobre riel, soportes especiales
u otro método permitido, anclados al cielo o muros, dependiendo de las características
estructurales de cada lugar del recinto, excepto si van embutidas en tabiques.

La totalidad de las canalizaciones serán realizadas por el instalador de seguridad.

Cada equipo como, detectores de humo, pulsadores, sirenas, etc. deberán quedar
montados sobre cajas eléctricas.

Los sistemas de seguridad descritos serán alimentados desde circuitos exclusivos, estos
contarán con protecciones termomagnéticas de 10 A curva L y protectores diferenciales
de 25 A y 30 mA de sensibilidad, todos tomados de la barra de emergencia.

30.1.1.20.- Pasadas de elementos de hormigón.

Las pasadas de vigas, losas y muros serán las indicadas en planos de estructuras,
coordinadas con los arquitectos y el calculista estructural. En caso no estar explícitamente
indicada, se coordinará el recorrido en terreno con la ITO,lo que no tendrá costo adicional
para el mandante.

30.1.1.21.- Instalación y puesta en marcha

Corresponde al valor de la mano de obra de la instalación, con sus imposiciones y leyes


sociales.
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ARQUITECTOS

30.1.2.- SISTEMA DE AUDIOEVACUACIÓN

Se consulta instalar un sistema de audioevacuación digital que contenga los siguientes


equipos:

30.1.2.1.- Panel de audioevacuación

El panel de control de audio evacuación debe proveer un canal de audio para emisión de
mensajes y alarma por medio de parlantes, debe tener al menos las siguientes
características básicas:

- Interruptores de comando para las funciones de llamado por micrófono. Activación de


alarma general y silenciada de alarmas.

- Debe proveer canal de comunicación de dos vías en todos los puntos de los diferentes
pisos.

- Generador de tonos incorporados con al menos 3 tipos de señales diferentes para


emisión de señales de alarma, a través de los parlantes conectados al sistema. La
emisión de tonos será comandada en forma automática por la central de alarmas de
incendios, el que estará conectado vía RS-485 con el panel de Audio Evacuación. En
todo caso las acciones manuales del operador del sistema se deben sobreponer a las
acciones automáticas programadas en el equipo.

- Micrófono para dirigir la evacuación.

- Mensaje digital con aviso de tono de alarma y grabación de 20 segundos.

- Posibilidad de entregar mensajes por cada sector indicado en los planos, que
corresponden a los sectores estancos al humo, separadamente o en conjunto, con un
mínimo de 15 zonas.

- Baterías de emergencia con una duración de 24 horas ración, con su propio cargador.

- Comunicación con el panel central de alarmas, transmitiendo su condición de falla.

En caso de requerirse por proyecto podrán aplicarse amplificadores centralizados o


distribuidos. . La potencia mínima requerida para el o los amplificadores primarios debe
estar dimensionada en función de la cantidad de parlantes a instalar dejando además la
provisión necesaria para el crecimiento futuro indicado en estas Especificaciones
Técnicas. El sistema debe contar con un amplificador de respaldo para la totalidad de la
potencia, y con un sistema de transferencia automática en caso de falla de los
amplificadores primarios. La red de parlantes debe operar en 25 o 70.7 Volts rms. Los
amplificadores deben estar certificados por UL y aprobados por FM para aplicaciones en
sistemas de Audio evacuación para Incendios.

30.1.2.2. - Parlantes de emergencia

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ARQUITECTOS

Para la emisión de los mensajes de aviso y evacuación, frente a una situación de


emergencia de incendio, se considera la instalación de parlantes de alarmas en las áreas
peatonales, pasillos de servicio, etc. tal como se aprecia en los planos. Los parlantes, al
igual que el resto del sistema de detección de incendio, deberán tener aprobación U.L.

Los parlantes deberán tener taps de selección de potencia con las siguientes
posibilidades mínimas; 1/4, 1/2, 1 y 2 Watt. La alimentación de voltaje será de 25 o 70,7
Vrms, proporcionando un sonido mínimo de 80 decibeles medidos a una distancia de 3 mt

Para los efectos de calcular los amplificadores, se considerará que los parlantes estarán
conectados a 1 Watt.

30.1.2.3 Teléfonos de emergencia.

Se instalarán teléfonos de emergencia, en los lugares que se muestran en planos, para


que los funcionarios del Centro de salud puedan comunicarse directamente a la Sala de
Control en caso de emergencia.

30.1.2.4.- Cables

Se consultan cables iguales al indicado en ítem 1.1.16., pero sin protección de aluminio.

30.1.2.5.- Canalizaciones.

Se consultan canalizaciones exactamente iguales a las indicadas en el ítem 1.1.17.

30.1.2.6.- Instalación y puerta en marcha.

Corresponde al valor de la mano de obra de la instalación, con sus imposiciones y leyes


sociales

30.1.3.- ROCIADORES DE AGUA AUTOMÁTICOS

- GENERALIDADES.

Objetivo

Controlar o apagar fuegos incipientes en forma automática por medio de agua.

- NORMAS Y CODIGOS APLICABLES

El diseño y operación así como el proyecto de instalación de los equipos, deberán estar
de acuerdo con las normas NFPA nº 13 y 20 (National Fire Protection Association ) y la
norma chilena sobre rociadores n° 2095. Of. 2001.

Los equipos deberán ser certificados por U.L (Underwriters Laboratories) y aprobados
por FM (Factory Mutual) y deberán ser de fabricación conocida.

21
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ARQUITECTOS

Otras normas, especificaciones y códigos, en su última versión, son aplicables:

NEMANational Electrical Manufacturers Association


NECNational Electric Code
ANSIAmerican National Standard Institute
ASMEAmerican Society of Mechanical Engineers
AWSAmerican Welding Society
INN Normas Chilenas sobre protección y extinción de Incendios.

Cualquier discrepancia con la especificación debe ser claramente indicada y justificada


con los documentos de la oferta.

- GENERAL

La protección del edificio, se efectuará por medio de un sistema de rociadores y por la red
húmeda con gabinetes de mangueras donde se ubicará además, un extintor y por la red
seca. Las redes seca y húmeda son parte del proyecto sanitario.

En esta especificación se entregan capacidades, calidades y otras características de los


equipos para protección contra incendio, además de los requerimientos técnicos y de
materiales para su instalación y montaje.

Los equipos se instalarán de acuerdo a lo indicado en esta especificación y en


los planos.

Todos los equipos y componentes deberán estar completos y listos para operar.

El diseño y operación de los equipos y componentes serán de exclusiva responsabilidad


del proveedor.

Todos los materiales de construcción de los equipos, componentes y accesorios, serán


nuevos y adecuados para el servicio y condiciones ambientales imperantes.

La disponibilidad de los equipos deberá ser del 100%, es decir, permanecerán operativos
las 24 horas del día, durante los 365 días del año.

Las pasadas de vigas, losa y muros deberán estar indicadas en planos de estructuras,
coordinados por los arquitectos y calculista estructural.

- DESCRIPCION DEL SISTEMA

El rociador permite el paso de agua gracias a la rotura de su ampolla de “quartzoid”


mediante la temperatura de los gases desprendidos en el incendio. La temperatura
mínima de rotura estará tarada, y será variable en función de los riesgos a proteger, de
su emplazamiento y de la naturaleza del incendio.

Se instalarán rociadores, tal como especifica la normativa vigente, cubriendo toda la


superficie del hospital, dentro de las áreas que permitan el uso de sprinklers.

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ARQUITECTOS

Se considera el uso de sprinklers en el nivel S2 que cuenta con aisladores sísmicos


(paralelamente se dispondrán mantas ignífugas de protección para los aisladores
sísmicos).

En las áreas clínicas críticas (Pabellones, Unidad de pacientes críticos) se consulta no


instalar rociadores y se atacará el fuego por medios manuales . El Minsal no propicia
redes húmedas sobre áreas críticas como las señaladas.

El sistema de rociadores incluye para cada zona la válvula de alarma de tubería húmeda
(Manifold), dispositivos de alarma, tuberías de acero de alimentación, ramales de
distribución, soportes antisísmicos y los rociadores específicos para la protección
completa del hospital. En el nivel S2,

El estado de las válvulas de corte principales y las alarmas de los sistemas de rociadores
se transmitirán al sistema de detección general del edificio.

La red de rociadores se abastecerá del sistema de abastecimiento para agua contra


incendios específico que consta de dos estanques exclusivos, el cual debe diseñar y
construir el contratista.

En el trazado de las tuberías de la red de rociadores, se tendrán en cuenta las diversas


juntas de dilatación de la estructura del edificio. Los trazados no atravesarán dichas
juntas. Evitando de esta forma que posibles movimientos sísmicos dañen los trazados
de las tuberías de dicha instalación.

El proyecto consulta alimentar los manifolds con dos tendidos desde la sala de bombas
ubicada en el nivel -1, el primer tendido atiende el edificio principal que cuenta con
aisladores sísmicos mediante matriz de acero de 6” colgada de la losa del nivel -1,
deberá atravesar juntas de dilatación mediante acoplamientos flexibles.
El segundo tendido atiende las edificaciones sin aisladores sísmicos mediante un anillo
soterrado de HPDE de 6” que también atiende la red de grifos exteriores en el interior del
predio. Desde la sala de bombas bajan 2 matrices metálicas provistas de válvulas de
corte supervisadas, en el nivel -2 consultan juntas oscilantes horizontales para absorber
los movimientos sísmicos, según detalle. Las matrices verticales se duplican para que en
caso de rotura por sismo de una de ellas se pueda operar el sistema de rociadores con la
otra.

El agua para el sistema de rociadores será provista por una bomba eléctrica y una bomba
de respaldo con motor diesel.

Para el dimensionamiento del sistema, se consideró la descarga simultánea de la zona de


rociadores con mayor demanda de agua, según las normas indicadas en inicio de este
ítem.

En general se dividió el edificio por sectores separados por las juntas de dilatación.
Todas las alimentaciones desde la bomba se colgarán desde las losas y subirán por
ambos costados de las juntas de dilatación, para evitar pasar cañerías a través de éstas.
23
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ARQUITECTOS

En cada sector se ubicará un manifold para controlar los rociadores, como se indican en
los planos y se detallan en el plano de detalles de montaje hidráulico.

Todo el sistema, en cada piso y sector, deberá tener un declive del 0.01% hacia el
correspondiente manifold, para permitir desaguar completamente el agua del sector para
limpieza y mantenimiento. Será evacuada por las cañerías de drenaje y se deberá
coordinar con el proyecto sanitario disponer de las aguas de drenaje en el nivel S1 y S2.

Todos los equipos de la red de rociadores serán monitoreados desde el panel de alarmas.
Para cumplir con esta condición, serán provistos de los sensores correspondientes.

Los cambios de dirección de la matriz, como la conexión desde las matrices verticales
hacia las redes de distribución de piso, se harán con acoplamiento flexible, certificados
por UL para aplicaciones en redes de sprinklers. Además la alimentación vertical, llevará
una unión flexible en cada pasada de piso y soportes sísmicos en cuatro direcciones.

Con preferencia se usarán estos acoplamientos para toda la red de cañerías con juntas
mecánicas, excepto en los ramales, donde se usarán juntas flexibles en los inicios de
cada uno de ellos, y luego juntas rígidas en el resto, para evitar la colocación de una
mayor cantidad de soportes.

30.1.3.1 Red de cañerías

Se instalará cañería de acero en todas las dependencias.

30.1.3.1.1. Cañería de acero

Se pueden usar cañerías de las siguientes características:

Cañería de acero negra ASTM-A53, schedule 40, grado A o B, con o sin costura, para
uniones roscadas o ranuradas (eventualmente soldadas) para ser usadas en redes de
sprinklers ASTM A795.

La construcción del sistema se ejecutará preferentemente con acoplamientos o uniones


flexibles, con cañería ranurada o tipo sock-it, evitando los trabajos de soldaduras. Desde
2” de diámetro hacia abajo se podrá usar sistema roscado, con hilo NPT (ANSI/ASME
B1.20.1)

En la preparación de las cañerías deben emplearse máquinas ranuradoras o rodonadoras


para el sistema de juntas mecánicas y máquinas terrajadoras para los roscados.

En los pasos bajo los edificios, se debe emplear fundas de cañería de acero ASTM-A53
schedule 40 con la sección necesaria para pasar con la cañería portadora del agua.

Para las soldaduras de cañerías de acero, si fuese necesario, se usarán máquinas


soldadoras de corriente continua, con los electrodos adecuados y se exigirán soldadores
calificados.

El control de los soldaduras, se efectuará por medio de las necesarias radiografías.


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No se permitirán soldaduras en altura.

30.1.3.1.2.-Cañerías de HDPE.
Las cañerías que conforman la red perimetral y en general en cañería bajo tierra se
ejecutarán con tubos HDPE ( polietileno de alta densidad ), tipo PN16, con uniones
soldadas por termofusión.

30.1.3.2.- Fittings para cañería de acero.

30.1.3.2.1.- Fittings Ranurados Se usarán fitting ranurados (uniones mecánicas) y


especiales para redes de incendio, marcas Victaulic, Star, o similares con certificación
UL/FM. Serán de tipo flexible para unir las cañerías y rígidos para unión cañería fittings.
Se acepta el uso de weldolet, según normas NFPA 13.
No se aceptarán piezas formadas por cascos de tuberías, ni uniones directas entre ellas.

30.1.3.2.2.- Fittings roscados En cañerías de 2” de diámetro y menores se podrá usar


fitting roscados negros de acero fundido nodular, clase 125-150 norma ANSI B16.4, hierro
maleable clase 150-300 norma ANSI B16.3, acero forjado norma ANSI B16.11.

30.1.3.3.- Fittings para tubería de HDPE

Se usarán piezas especiales para el traspaso desde HDPE hasta acero.

30.1.3.4.- Protección de las cañerías

Las cañerías de acero se protegerán de la corrosión con dos manos de pintura antióxido
de tipo Asimet 3, de distinto color, previa limpieza con solventes y productos fosfatizantes.
Estas operaciones deben efectuarse antes de la instalación.

Se terminará con una mano de esmalte rojo marca, Stierling 32 o equivalente técnico, de
excelente calidad.

Como señalización de las cañerías a la vista, se deberán colocar cada 6 metros una
etiqueta autoadhesiva, o pintada con pintura spray, con la leyenda: “Red de Incendio” y
una flecha que indique la dirección del flujo del agua.

Sobre las cañerías subterráneas se colocará una capa de hormigón pobre coloreado color
rojo, como una protección contra futuras excavaciones que puedan romperlas.

La protección de cañerías bajo calzadas se ejecutarán de acuerdo a norma.

30.1.3.5.- Soportaciones de cañerias

La soportación de las cañerías deberá ser del tipo de las aprobadas por NFPA y
certificada UL, FM de tipo flotante, para evitar deformaciones de la cañería con los
movimientos o dilataciones del edificio, equivalente a Erico Hanger, ajustables, tipo swivel
ring o equivalente técnico.

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Las interferencias serán resueltas en terreno por la ITO.

Donde se indique en los planos, se usarán soportes especiales para absorber esfuerzos
sísmicos, los que deberán ser afianzados a las estructuras soportantes del edificio,
ubicados cada 12 metros los transversales y cada 24 metros los de 4 puntos.

30.1.3.6.- Flanges

Los flanges que se utilicen serán tipo ranurados, marca Star, o equivalente técnico. Se
emplearán flanges en el acoplamiento de válvulas de compuerta, mariposa y de
retenciones en las redes de agua de incendio, los que podrán ser reemplazados por
uniones mecánicas, si se usa sistema ranurado.

30.1.3.7.- Válvulas

30.1.3.7.1.- Válvula de compuerta supervisada

Deberán usarse en las cañerías de succión y de impulsión de las bombas. Serán del tipo
OS&Y, con vástago de bronce desplazable, acoplamiento con flanges, para presión de
trabajo de 300 PSI.

Llevarán un sensor de estad


o de válvulas el que debe enviar una señal de válvula cerrada, al panel de alarmas, en
cuanto se inicia el cierre. Deberán tener certificación UL y aprobación FM.

Marca de referencia: Nibco modelo A-2078-6 o equivalente técnico.

30.1.3.7.2.- Sensor de nivel de estanque.

Entregará una señal de alarma cuando su nivel se encuentre a 500 mm. del fondo. Será
proporcionado por el instalador sanitario, ver 30.1.3.13.

30.1.3.7.3.-Válvula de drenaje automática

Se ubicará junto a las válvulas de retención de las siamesas de entrada de bomberos,


para evacuar el agua del segmento de cañería, cuando ésta no está a presión. Diámetro
½”.

Marcas de referencia: Nibco F-609 y Nibco NIP-1AJ, o equivalentes técnicos.

30.1.3.7.4.- Válvulas de corte.

Se instalarán válvulas de corte mariposa enflanchada o ranurada, manejada por volante,


con monitoreo de estado de válvula, que indicará al panel de alarmas una señal de
válvula cerrada en el momento en que se inicie el cierre. Deberá tener certificación UL y
aprobación FM. Presión de trabajo 300 PSI.

Se usará el modelo WD3510-4/8 tipo wafer marca Nibco o equivalente técnico.

30.1.3.7.5.- Válvula de bola.


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Se instalarán válvulas de bola, de paso completo, para conectar los manómetros.

30.1.3.7.6.- Válvula de retención

Se usarán válvulas de retención tipo Check, con resorte para minimizar los golpes de
ariete, para operación a una presión máxima de 300 libras, con cuerpo de fierro o de
bronce y disco con anillo de BUNA-N, certificadas por UL y aprobadas por FM para
aplicaciones en redes de incendio.

30.1.3.7.7.- Válvulas de purga de aire.

En los extremos de las redes, donde se indica en los planos, se instalarán válvulas de
purga de aire, compuestas por una válvula de bola de 1” de diámetro con una tuerca storz
de 1”

30.1.3.8.- Placas de succión.

En la aspiración de las bombas se instalarán placas de succión antivórtice con un anillo


de corte de filtración, como se indica en planos de detalles de montaje.
Todo el conjunto de placa y curva, debe ser galvanizado en caliente.

30.1.3.9.- Detector De Flujo

En la alimentación de cada vertical desde los manifolds y donde se indique en los planos,
se instalará un detector de flujo tipo chapaleta con juego de contactos SPDT con
mecanismo de retardo de 0 a 90 segundos, el que enviará al panel de alarmas una señal
cuando se produzca un flujo de agua.

Marca de referencia, System Sensor modelo WFD o equivalente técnico.

30.1.3.10.- Manómetros

En la alimentación de cada sector del edificio, desde los manifolds, se instalará un


manómetro de 3”, escala de 0-300 PSI, protegido con una válvula de bola de 1/4”, clase
150.

30.1.3.11.- Manifolds

En cada manifold, se instalará una válvula de prueba formada por una válvula especial,
tipo bola de 11/2” de diámetro; descargará en una cañería de drenaje y llevará un visor de
flujo y una restricción de flujo, equivalente a la descarga de un rociador, formando un solo
conjunto. Ver detalle en lámina nº 24

El agua procedente de las pruebas se descargará en una cañería de drenaje que se


llevará al exterior y desaguará en la cámara de aguas lluvias mas cercana

Marca de referencia, AGF, Modelo Test and Drain o equivalente técnico

30.1.3.12.- Rociadores Automáticos

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A continuación se indica para cada zona los distintos tipos de rociadores a instalar y que
se ajustarán a las especificaciones aportadas

- Áreas de hospitalización, Consultas médicas y procedimientos ambulatorios, Áreas


de oficinas, Área casino y comedores, Auditórium, Imagenología (pasillos y salas de
espera)
Rociadores colgantes ocultos, enrasados en los cielos rasos, de respuesta rápida
para la protección del área ambiente.

- Áreas de bodegas menores y servicios


Rociadores de tipo colgante o montante (según arquitectura del recinto) de respuesta
estándar.

- Áreas de bodegas generales


Rociadores de gota gorda tipo colgante enrasados en los cielos rasos o montante
(según arquitectura del recinto) de respuesta estándar.

- Áreas de estacionamientos
Rociadores de tipo colgante o montante de respuesta estándar.

En áreas de pabellones y recintos de imagenología no se consulta rociadores

Se usarán rociadores que deberán estar aprobados por alguno de los organismos que se
indican a continuación.

UL: Underwriters Laboratories


FM: Factory Mutual
FOC:Fire offices communities
VDS:Verband der Schversicherer

Se instalarán los siguientes tipos de rociadores:

30.1.3.12.1. Rociador respuesta rápida ocultos 68ºC

En áreas de terminaciones donde exista cielo falso se instalarán sprinklers embutidos


ocultos, de respuesta rápida, pendientes, con orificio de ½”, factor K=5.6, temperatura
de 68°C y 57º de la placa de cierre dentro de estuche con terminación de esmalte
poliéster color blanco. Se consulta en todos los recintos con cielo falso excepto los que
cuentes con extinción de gas inerte.

30.1.3.12.2. Rociador respuesta rápida 79°C.


Se consulta en Sala de Calderas, Sala Eléctrica, Cocina. Donde exista cielo falso,
sprinklers ocultos, de respuesta rápida, pendientes, con orificio de ½”, factor K=5.6,
temperatura de 78°C y 57º de la placa de cierre dentro de estuche con terminación de
esmalte poliéster color blanco. En recintos sin cielo falso se consulta con iguales
características, pendientes o montantes, a la vista sin estuche.
Marca de referencia: Reliable, modelo F1FR EC, Tyco o equivalente técnico.

30.1.3.12.3. Rociador standard 68ºC.

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En sectores sin cielos falso y recintos técnicos, estacionamientos o bodegas, se


instalarán rociadores sin estuches, montantes o colgantes, standard, 68º C, K=5.6, orificio
de ½”. ´

30.1.3.12.4. Rociador gota gorda standard 68ºC

En bodegas centrales, se instalarán rociadores de gota gorda sin estuches, montantes o


colgantes, standard, 68º C, K=11, orificio de 5/8”, en caso de contar con cielo falso serán
ocultos, dentro de estuche con terminación de esmalte poliéster color blanco.

30.1.3.12.5. Rociadores de repuesto.

El Contratista debe proveer rociadores de repuesto, en una o más cajas especiales que
incluya:
6 rociadores, de cada tipo, para sistemas hasta 300 sprinklers.
12 rociadores, de cada tipo, para sistemas hasta 1.000 sprinklers
24 rociadores, de cada tipo, para sistemas de más de 1.000 sprinklers

Además, se incluirá una herramienta especial para la instalación de cada tipo de


rociadores, con su respectiva una ficha técnica y un letrero exterior que indique el tipo de
rociador que contenga.

30.1.3.13. Sistema de abastecimiento de agua contra incendios

Para el abastecimiento de agua contra incendios de los sistemas que la requieren,


gabinetes de incendios, grifos exteriores y sistemas de rociadores se dispone de un
sistema de abastecimiento de agua contra incendios. El Proyecto por tanto
contempla la instalación de un centro de bombeo completo con estanque para reserva de
agua, realizándose este diseño según las recomendaciones específicas de la NFPA 20
“Instalación de bombas estacionarias para la protección contra incendios ” y NFPA 22 “
Norma para tanques de agua para protección privada contra incendios”.

El estanque para el agua contra incendios se ubica en la Planta -1 en la zona destinada a


tal fin. El depósito de agua estará construido en hormigón y dispondrá de solera con
pendientes hacia un pozo de aspiración y vaciado en el que se ubicarán las tomas para
estos fines, de forma que pueda aprovecharse todo el volumen de acumulación de agua y
se pueda vaciar en su totalidad.

La toma de aspiración estará al nivel de los ejes de las bombas, con lo cual quedará
asegurado que éstas estén siempre en carga.

El grupo de presión de agua contra incendios estará provisto de una bomba principal
eléctrica, una bomba principal de reserva diesel y una bomba jockey. Cada una de las
bombas principales estará diseñada para el total del caudal y presión demandados por
los sistemas de extinción automática. Esto permitirá que el fallo de una de las bombas no
deje sin suministro a la instalación. El arranque de la bomba principal, y en su caso el de
la de reserva, se efectuará de forma automática con el descenso de la presión mediante
presóstatos independientes, cuando se produzca la apertura de alguno de los elementos
de extinción. La parada será manual. Los controladores deberán dara prioridad a la
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bomba eléctrica en caso de activación y en caso de falla a la bomba diesel.

El estanque de agua contra incendios se alimentará a través de una acometida


independiente y exclusiva de la red de agua potable. Dicha acometida contará con su
correspondiente contador de caudal y filtro autolimpiable y estará incorporada al proyecto
sanitario.

El llenado será automático, por lo que la toma de llenado dispondrá de una válvula
solenoide, cerrada a falta de tensión, que estará maniobrada por su correspondiente
equipo de control de los niveles de agua en el depósito. En cualquier caso, la toma de la
válvula solenoide dispondrá de by-pass, y la correspondiente valvulería, para permitir el
llenado controlado manualmente.

El equipo de control dispondrá de un juego de sondas que, ajustadas en altura,


detectarán los siguientes puntos de actuación en sentido descendente:
- Nivel de activación de alarma por rebose de agua.
- Nivel de desactivación de la anterior alarma.
- Nivel de cierre de la válvula de llenado.
- Nivel de apertura de la válvula de llenado.
- Nivel de desactivación de la alarma por nivel mínimo.
- Nivel de activación de la anterior alarma.

30.1.3.13.1.- Bomba principal de incendio eléctrica

Se consulta la provisión y montaje de una bomba horizontal, con motor eléctrico.


carcasa partida, bajo norma NFPA, certificada UL, aprobada FM.

La bomba proyectada tiene la capacidad necesaria para alimentar cualquiera de los


sistemas de rociadores que cubren el Hospital.

Se adjunta memoria de cálculo de capacidad de estanque y bomba en Documento Nº 02,


Memoria de Proyecto.

La bomba estará provista de la correspondiente válvula de alivio regulada en 75 psi.

Caudal: 1.250 gpm (4.731 ltm)


Presión: 70 psi ( 4.82 bar)
Potencia estimada : 75 hp
RPM 3.550 RPM

Tal y como requiere la NFPA, las bombas de incendio deben tener por lo menos dos
fuentes de energía eléctrica, estas deben ser un generador principal y una fuente de
energía auxiliar. Una fuente de energía debe tomarse a partir del tablero principal, por
medio de alimentadores independientes destinados exclusivamente a tal fin.

Será marca Aurora, Peerles, ITT, Patterson u otra marca, fabricada bajo normas NFPA y
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certificadas UL. Deberá tener representante en Chile.

30.1.3.13.2.- Bomba principal de incendio Diesel de respaldo

Se consulta la provisión y montaje de una bomba horizontal, con motor Diesel.


carcasa partida, bajo norma NFPA, certificada UL, aprobada FM

La bomba proyectada tiene la capacidad necesaria para alimentar cualquiera de los


sistemas de rociadores que cubren el Hospital.

Se adjunta memoria de cálculo de capacidad de estanque y bomba en Documento Nº 05,


Memoria de Cálculo de Rociadores.

La bomba será impulsada por un motor a explosión diesel con su correspondiente banco
de baterías. Su potencia será de 75 a 101 hp y estará provista de la correspondiente
válvula de alivio regulada en 75 psi. Enfriamiento por recirculación de agua.

Caudal: 1.250 gpm (4.731 ltm)


Presión: 70 psi ( 4.82 bar)
Potencia est. 121 HP motor Caterpillar- 80 HP motor Clarke
RPM 1.770 RPM
Tanque de combustible 150Gal = 568 lt. Min.

Será marca Aurora, Peerles, ITT, Patterson u otra marca, fabricada bajo normas NFPA y
certificadas UL. Deberá tener representante en Chile.

Especificaciones comunes para ambos tipos de bombas.

A 150% de su capacidad nominal, deberá tener una caída de presión no mayor del 65%
de la nominal. Trabajando el caudal 0 GPM, la presión no debe exceder el 40% de la
nominal. La bomba deberá ser probadas en fábrica y el fabricante debe entregar el
certificado de la prueba.

La bomba deberá operar con la siguiente secuencia:

Debe partir en forma automática por caída de presión a través de presóstato y parar en
forma manual. Se deberá proveer, mediante switch en el controlador, la opción de partida
automática o de partida y parada manual. Además tendrá la opción de efectuar una
partida directa mediante accionamiento mecánico.

Para evitar el recalentamiento de la bomba, cuando funcione con caudal cero y quede sin
circulación de agua, se deberá proveer una cañería de retorno desde una válvula de
sobrepresión de ¾”, ubicada en la carcasa de la bomba en su sección de impulsión, que
permita circular el agua en la bomba y evacuarla a un desagüe. La válvula debe ajustarse
para abrir cuando la presión sobrepase los 7 Bar.

La partida y funcionamiento de la bomba, así como las señales del controlador y los
sensores de estado de válvulas se deben remotizar al panel del sistema de detección.

Debe ser suministrada con:


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Válvula de drenaje de aire automática, manómetro de succión y descarga con rango de


300 PSI, en baño de glicerina y 3.5” de diámetro y medidor de caudal tipo Venturi.

Adicionalmente a lo anterior se incluyen todos los fittings, válvula de retención, válvulas de


compuerta, etc., necesarios para el correcto funcionamiento del sistema de bombas de la
red de incendios, tal como se indica en el plano de detalle correspondiente. Todos los
fittings y válvulas de la sala de bombas deben ser enflanchadas. Las cañerías y fittings
de la sala de bombas deben ser galvanizadas en caliente o ser de acero inoxidable.

En la Sala de bombas se usará exclusivamente válvulas de compuerta. Las válvulas


deben cumplir con lo especificado anteriormente en ítem Nº 1.3.7.-

La bomba debe ser ubicada sobre una base de hormigón, no menor de 200 mm. de altura
y se debe alinear y groutear según normas. El montaje se detalla en planos.

Si existe cualquier probabilidad de ingreso de agua a la sala de bombas, los agujeros de


pasadas de cañerías u otros, deben ser selladas con compuestos asfálticos.

Se consulta la instalación de un sensor de humedad a 20 mm. de altura sobre el piso de


la sala de bombas, para prevenir una inundación.

Las instalaciones eléctricas entre el tablero controlador y el motor de las bombas, se


ejecutarán con cañería galvanizada de pared gruesa y cajas selladas. Será aceptable
usar bandeja metálica con tapa sellada al agua.

30.1.3.13.3.- Bomba Jockey

Se consulta la provisión y montaje de una bomba jockey bajo normas NFPA, con motor
eléctrico de 2.900 RPM trifásico, 50 HZ.

Caudal : 37 gpm ( 179 lts/min )


Presión: 80 psi ( 5.51 Bar )

Potencia estimada 1,5 hp

Partida y parada automática comandada por presóstato que actúa por caída y
recuperación de presión del sistema.

La calibración de los presóstatos con separación de 10 PSI entre partida y parada.

Marca de referencia: Grundfos, o equivalente técnico.

30.1.3.13.4.- Controladores de motor de bomba principal eléctrica

Se consulta la provisión y montaje de controlador para bomba eléctrica,, normado NFPA,


certificado UL, aprobado FM, con presóstato, con partida y parada automática, opción de
partida y parada manual, seleccionada mediante comando en la parte externa del
controlador.

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Estas señales deberán ser monitoreadas por el panel de alarmas, cuando se encuentren
fuera de los parámetros normales.

Los controladores, serán de marca Metron, Joslyn Clark, Firetrol o equivalente técnico.

30.1.3.13.5.- Controladores de motor de bomba principal Diesel

Se consulta la provisión y montaje de controlador para bomba diesel,, normado NFPA,


certificado UL, aprobado FM .

Tendrá por lo menos los siguientes controles:

- Carga de las baterías


- Partida de la bomba
- Presión de aceite
- Sensor de temperatura del aceite

Estas señales deberán ser monitoreadas por el panel de alarmas, cuando se encuentren
fuera de los parámetros normales.

Los controladores, serán de marca Metron, Joslyn Clark, Firetrol o equivalente técnico.

30.1.3.13.6.- Controlador De Bomba Jockey

Se consulta la provisión y montaje de controlador estrella triángulo, con presóstato, con


partida y parada automática, opción de partida y parada manual, seleccionada mediante
comando en la parte externa del controlador.

Especificaciones comunes para controladores

La red eléctrica para la alimentación de las bombas, debe ser ejecutada por el contratista
eléctrico hasta la entrada de las bombas. La conexión del tablero deberá ser ejecutada
por el proveedor de las bombas de red de incendio.

La conexión de los presóstatos de los controladores, se ejecutará en cañería de cobre de


½” tipo K, usando fitting de bronce con soldadura de plata al 15%.

Se deberá intercalar en estas tuberías, dos válvulas de retención de chapaleta, con una
perforación de 3/32”, conforme a la Norma NFPA 20.
La cañería de prueba de caudal de la bomba debe descargar en los mismos estanques
dedicados. El agua no puede volver a los estanques de agua potable.

30.1.3.14.- Conexión para bomberos ( siamesa )

Se deberá instalar una conexión para bomberos desde la red perimetral, con una entrada
gemela con dos bocas de 70 mm., provistas de acoplamiento storz, con tapa y cadena de
seguridad, ubicada donde se indica en los planos. Esta entrada tendrá doble clapeta de
retención, marca de referencia Powhatan 6x3x3 o equivalente técnico. Se intercalará una
válvula de retención de 6”. Alimentará toda la red de rociadores.
Se debe instalar un letrero en bronce que diga “Red de rociadores para uso de Bomberos.
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presión máxima 12 Bares”.

30.1.3.15.- Materiales Fungibles.

Se refiere a todos los materiales menores, lubricantes, arriendos, herramientas


desechables, lijas, etc.

30.1.3.16.- Mano De Obra Y Puesta En Marcha

Se refiere a la mano de obra y leyes sociales y tributarias.

30.1.4.- EXTINTORES.
La red de extintores contra incendios del Hospital será diseñada acorde al Decreto 594
“Reglamento sobre condiciones sanitarias y ambientales básicas en los lugares de
trabajo”.

En todas las áreas del edificio se debe contar con extintores de incendio, del tipo
adecuado a los materiales combustibles o inflamables que en él existan o se
manipulen.

Los extintores deben cumplir con los requisitos y características que establece el decreto
supremo Nº 369, de 1996, del Ministerio de Economía, Fomento y Reconstrucción, o el
que lo reemplace, y en lo no previsto por éste por las normas chilenas oficiales. Además,
deben estar certificados por un laboratorio acreditado de acuerdo a lo estipulado en dicho
reglamento como Idiem, Dictuc o Sesmec.
se instalarán y fijarán a paramentos verticales según la normativa vigente a 0,30mt.
Minimo del NPT.:

Se ubicarán donde se indique en los planos, se fijarán a paramentos verticales según la


normativa vigente a 0,30mt. Minimo y 1,50m máximo del NPT.

Los que queden en sectores de público o exteriores se instalarán dentro de gabinetes


especiales tipo vidrio rompible

30.1.4.1.- Extintor portátil CO2, 5 kg Certificación nacional

5 Kg, de CO2 de fabricación nacional o importado, con certificación de un laboratorio de


pruebas competente.

Tiempo de descarga: 17 segundos.


Capacidad de apague 10 B:C.
Se ubicará en salas eléctricas y salas electrónicas.

30.1.4.2.- Extintor portátil PQS, 6 kg Certificación nacional

6 Kg. extintor de polvo químico seco, de fabricación nacional o importado, con


certificación de un laboratorio de pruebas competente.
Tiempo de descarga: 20 segundos
Capacidad de apague: 10 A - 40 B : C
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30.1.4.3.- Extintor portátil Tipo K, 6 kg Certificación nacional

Extintor de acetato de potasio de 6 Kg., de fabricación nacional o importado, con


certificación de un laboratorio de pruebas competente, para apagar incendios de aceite
vegetal a ser usado en cocinas.

30.1.4.4.- Extinción automática en campanas de cocina

Se consulta proteger las instalaciones de cocina mediante un sistema automático de


extinción que cumpla con las normas NFPA 96 y UL300. El sistema será capaz de
activarse de forma automática como manualmente.

Componentes para la detección de incendios:

El sistema constará de 2 sondas térmicas para altas temperaturas, central de control


eléctrica y pulsadores de paro y disparo, así como sirena y letrero de extinción disparada.

Cuando se inicia un fuego, se produce un incremento brusco de la temperatura. Las 2


sondas alcanzan la temperatura programada (entre 0-300ºC) y se inicia el protocolo de
extinción, que finaliza con la activación eléctrica de la válvula y la descarga del agente
extintor a través de la red de descarga y difusores.

Agente Extintor:

Como agente extintor se utilizará una solución acuosa de acetato potásico, con un PH
neutro, contenida en un cilindro o botella y presurizada con nitrógeno seco a 15 bar a
20ºC. Cuando se activa, la solución acuosa se descarga a través de las boquillas
difusoras situadas estratégicamente sobre los posibles riesgos de fuego, actuando
eficazmente extinguiendo las llamas y aislando del aire las partículas de grasa que están
ardiendo. Dependiendo del tipo de campana o de los elementos de cocción a proteger,
serán necesarios más o menos cilindros de agente extintor.

Red de difusores de descarga:

Los difusores se colocan distribuidos mediante tubería prediseñada en función de su


caudal de descarga. Cada tipo de riesgo posee una boquilla específica con un
determinado caudal.
La instalación se completará con Válvulas de corte de gas, las cuales permitirán cortar el
suministro de gas a la cocina en caso de detección de incendio y con ductos de
extracción de grasas de Ho Nº 16 o acero inoxidable Nº 18 soldados y con pendiente del
2% hacia la campana con 23 mt de recorrido máximo. Los ventiladores de extracción
serán de tiro vertical ascendente, especiales para extracción de grasas.

30.1.4.5.- Carro extintor.

Se consulta instalar 3 carros extintores de polvo químico PQS de 20 kg., de fabricación


nacional con certificación nacional en subterráneo -1, en 1º y 2º piso.

30.1.4.6.- Gabinete equipo brigada de bomberos interna.


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En piso zócalo se instalará un gabinete metálico que contenga lo siguiente:


- 10 casacas de bomberos
- 10 pares de botas de goma
- 10 cascos de bomberos
- 10 lentes protección de ojos
- 10 pares de guantes de cuero
- 3 hachas de bomberos mango largo
- 3 picas de bomberos

Sus dimensiones aproximadas serán las siguientes:

Ancho: 2.50 m.
Alto: 1.70 m.
Fondo: 0.80 m.

30.1.4.7.- Mano de obra y puesta en marcha

Corresponde al valor de la mano de obra de la instalación, con sus imposiciones y leyes


sociales

30.1.5.- EXTINCIÓN CON GAS POR INUNDACIÓN

Objetivo

Protección contra incendio por medio de descarga automática de gas extintor inerte.

Se protegerán los siguientes recintos : subestaciones eléctricas, las salas de tableros


eléctricos, las salas de telecomunicaciones, las sala de servidores informáticos y los
archivos de fichas, salas de imagenología y la sala de comando anexa, recintos
individualizados en los planos, los que tendrán las señalalizaciones, cilindros
contenedores del gas y los paneles de descarga necesarios. Se considera 1 panel de
descarga por sala.

El sistema cuenta con sistema de detección de humo y alarma y sistema de extinción


automática mediante inundación de gas inerte.

30.1.5.1.- Sistema de detección de humo

Cuenta con:
- Central de extinción automática, con capacidad para supervisión de las zonas de
extinción.
- Pulsadores de disparo y parada de extinción automática.
- Cartel indicativo de extinción activada, del tipo óptico.
- Detectores ópticos de humo de tipo analógico direccionables tanto en las
- zonas de extinción.
- Sistema de detección por aspiración.

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Este panel de control estará comunicado con las centrales de incendios del edificio donde
se recogerán las siguientes señales:
- Alarma activación extinción por agente gaseoso, indicando dependencia.
- Alarma central extinción por agente gaseoso, indicando dependencia.
El Panel de control será de control algorítmico. Este panel será de la misma marca que la
central de incendios del edificio, para garantizar la comunicación entre ambas.
A cada central de extinción de cada sistema se conectará una sirena de pre-alarma, la
cual indicará acústicamente y con suficiente antelación que se procederá a realizar la
extinción, permitiendo de esta forma la evacuación del personal médico.
También se conectará a esta central una señalética de “extinción disparada” sobre la
puerta de acceso para indicar que no se permite acceder al recinto si la descarga se ha
producido.
Se instalará en la parte exterior de cada zona a proteger de un pulsador de disparo de
extinción, otro de paro de extinción y finalmente un pulsador de pausa.
Mediante el pulsador de disparo se puede activar la descarga del agente extintor de
manera independiente al resto del sistema de extinción.. El de paro permitirá abortar la
descarga por parte de la central, imposibilitando la posterior descarga. El pulsador de
pausa, permitirá realizar una pausa mientras se mantiene activado manualmente. Está
pensado para permitir la evacuación de las áreas, hasta que estén completamente vacías,
si deja de presionar, proseguirá el proceso de descarga del agente extintor.
La central de extinción también dispone de entradas directas para, presostato y control de
puerta abierta y disparo de la extinción (opción solenoide o pirotécnica).
Dispone de un indicador propio (led) para cada salida del control de la extinción.

30.1.5.2.- Sistema de extinción

Consta de :
- Batería de botellas de capacidad agente extintor.
- Una válvula principal en la cabeza del cilindro, la cual actuará de disparador del gas
albergado en la botella.
- Una palanca manual.
- Agente extintor, con capacidad para cubrir las zonas protegidas.
- Difusores radiales.
- Tuberías de alimentación de acero galvanizado SCHEDULE 40, con accesorios
roscados.

El gas que se utilizará es el denominado ECARO-25 ( Heptafluoropane HFC-25 ) o gas


FM-200, o el denominado Novec 1230, que son clasificados por la NFPA 2001 como un
agente limpio el cual no deja residuos después de la descarga.
Para efectos de diseño se considera una concentración mínima de 7,3 % y una máxima
de 9%.
Algunas características de estos gases son las siguientes:
Gas no conductor de electricidad.
La concentración máxima cumplirá con N.O.A.E.L. (Concentración máxima a la cual no
son observables efectos adversos en la salud de personas).
Es inodoro e incoloro
Extingue fuegos clase A, B y C.
Se deberá evaporar el total del agente una vez descargado.
No cuenta con restricciones en áreas normalmente ocupadas por personas.

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El grupo de botellas de extinción, se dispondrá en las cercanías de las salas a proteger en


una situación de fácil y rápido acceso.
Es necesario dotar a la sala de estanqueidad para que en caso de disparo el agente
extintor no escape a otras zonas. Para ello se sellarán todos los pasos de instalaciones y
de climatización de manera minuciosa y se instalarán puertas con burletes.
Si el sistema se ubica dentro de la sala requiere de un gabinete.

30.1.6.- EXTINCION EN HELIPUERTO POR AGENTE ESPUMOGENO

El sistema de extinción del helipuerto estará basado en la norma NFPA 418 Standard for
Heliports.
En primer lugar fijaremos los parámetros y características del Helipuerto para definir las
instalaciones de protección contra incendios.
• Tipo de Helipuerto: Elevado.
• Categoría del Helipuerto: H2 de 15 metros a 24 metros de longitud de helicóptero.
Disposiciones especiales relativas a los helipuertos elevados.
Según la normativa, para los helipuertos de categoría 2, se deberán instalar:
• 2 monitores para la proyección de la espuma.
• Equipos manuales. Extintores.

Se ha proyectado MONITORES AUTOSCILANTES adaptados para aplicar espuma a toda


la plataforma, a los cuales el mismo agua hace girar el monitor, sin necesidad de personal
y su funcionamiento es automático. Para lo anterior se ha proyectado una válvula de
control de presión balanceada, de activación eléctrica.

Para determinar el régimen de descarga se cumplirá lo siguiente:


- La presión necesaria en punta de lanza: 7 bar aproximadamente.
- Caudal total de la instalación (1000l/min aproximadamente).
- Duración del suministro: 10 minutos.

EL SISTEMA DE DETECCIÓN DE INCENDIOS y LA REGOGIDA


DE ESTADOS: Para activar la válvula de control se necesita un sistema de
detección de incendios, que detecte el fuego y abra la válvula.
Además se necesita recoger el estado de los siguientes elementos (La
normativa obliga a supervisar los equipos del sistema de detección):
o Las Válvulas de corte de cada monitor.
o La Válvula de control.
o La Central de incendios.
o La fuente de alimentación.

Según la NFPA 418, en su capítulo 5.8 indica la necesidad de comunicar la activación del
sistema al cuerpo de bomberos.
En cumplimiento de los puntos anteriores se proyecta una central de detección de
incendios independiente para que gobierne el sistema y de la orden de apertura de la
válvula.

También un módulo monitor de 8 entradas que recoja los estados de todos los
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elementos anteriores. Este equipo se integrará al sistema de detección de incendios del


hospital.
Este sistema se activa mediante un detector de llama (triple infrarrojo), específico
para fuegos de hidrocarburos y en exteriores. Siendo este equipo el más adecuado para
este tipo de fuegos y en exteriores.

EL ESPUMOGENO: para realizar la mezcla debe estar en un depósito específico para


ello, cercano al monitor para que al pasar el agua por la lanza, por efecto venturi, absorba
el espumógeno desde ese monitor y consiga realizar la espuma. Ese espumógeno debe
de protegerse de la intemperie y estar en perfectas condiciones en todo momento.

Para ello se presupuestan 2 depósitos para el espumógeno, 1 por cada monitor.


Se consultan tuberías de acero galvanizadas que deben protegerse contra el fuego y
contra la congelación.

Como instalación complementaria se dispondrá de dos extintores tipo carro de 50


Kg de productos químicos en polvo seco ABC y un extintor tipo carro de espuma de 50lts.
Además se ubicará un equipo de salvamento en la plataforma o en sus proximidades, que
estará formado por:

- Llave de tuerca regulable


- Hacha de salvamento grande del tipo que quede encajada
- Hacha de salvamento chica del tipo que quede encajada
- Herramienta para cortar pernos, 60 cm
- Palanca pie de cabra, 105 cm
- Gancho de retención o socorro
- Sierra para metales para trabajos fuertes, con seis hojas de repuesto
- Manta resistente al fuego
- Cuerda salvavidas, de 5 cm de espesor y 15 m de largo
- Alicate de corte lateral de 7 pulgadas
- Juego de destornilladores grandes
- Tijera de hojalatero
- Martillo de 1,8 Kgs
- Cortafrío de 1 pulgada (napoleón)
- Cuchillo para cables con funda
- Guantes resistente al fuegos (tres pares)
- Escalera de mano de longitud apropiada para los helicópteros utilizados
- Extintores de PQS 14 Kgs (2 unidades)
- Botiquín con elementos de primeros auxilios.

30.1.7.- GRIFO EXTERIOR

GRIFO EXTERIOR PUBLICO - La norma indica que debe existir un grifo público en las
inmediaciones del acceso principal del Hospital. Si este grifo no existiera, la Constructora
deberá instalarlo a su costo. Los grifos estarán ubicados en la vía pública y de fácil
acceso para el Cuerpo de Bomberos. Lo anterior es responsabilidad del proyecto
sanitario.

GRIFO EXTERIOR EN TERRENO DEL HOSPITAL – Para cumplir con los criterios de
instalación se consulta instalar grifos exteriores en el interior del predio del hospital, esa
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red de grifos será alimentada por el sistema de rociadores automáticos debido a las
dificultades de la red sanitaria para darles la presión necesaria:
- La distancia entre los grifos exteriores y el límite de la zona protegida (fachada..)
medida en dirección normal a este límite deberá estar comprendida entre 5 y 15 m.
- El edificio se considera protegido por la red de grifos exteriores siempre y cuando la
distancia de cualquier punto de la fachada a un grifo exterior sea inferior a 40 m.
- La altura de la boca de salida de incendio con respecto al suelo debe estar
comprendida entre 60 cm y 80 cm.

Se consulta una red soterrada con matriz HDPE de 160mm de diámetro, con válvulas de
corte supervisadas para mantención con poste indicador, contará con postes metálicos
de protección. Se consulta grifo de 160mm de diámetro con 2 bocas de 2,4” con unión
storz y válvulas de corte de 2,5” en ángulo.

301.8.- RED HUMEDA

Se consulta para permitir la extinción de un principio de incendio por medio de


mangueras alimentadas desde la red de agua potable para ser usadas por la brigada de
bomberos interna. El proyecto de red húmeda será responsabilidad del proyecto de
instalación sanitaria.

30.1.8.1.- Gabinetes de mangueras

Los gabinetes de manguera se distribuirán de manera que ningún punto del inmueble
quede a una distancia mayor de veinticinco metros de ellos, con una manguera que cubra
el punto más alejado y su acceso será expedito y de fácil accionamiento de válvulas y
mangueras.

En los gabinetes ubicados en los pasillos principales se reunirá la red seca y la húmeda,
un extintor y teléfono de emergencia.

Las mangueras serán del tipo semirrígidas de 1” de diámetro, enrolladas en carretes


basculantes e instaladas en el interior de nichos proyectados por arquitectura y con
puertas con marco de perfil tubular y cerradas con vidrio. Llevarán pitón de triple efecto:
cerrado, neblina y chorro directo.

El gabinete se ubicará a una altura entre 0,9 m. y 1,5 m. sobre el nivel del piso, y contará
una manguera resistente a una temperatura de 80° C, con certificado de calidad y
especificada para estos efectos.

El gabinete de manguera tendrá llave de salida del tipo cierre rápido, válvula del tipo bola
o globo angular de 45°, a la que deberá conectarse una manguera de diámetro igual al
de la boca de incendio, con su respectivo pitón. Las mangueras que deberán ser del tipo
semirrígidas, no podrán estar sometidas en ningún caso a presiones mayores que 100psi
= 6.89 bar y se deberá asegurar una presión mínima de agua de 70 psi = 4,8 bar en el
gabinete más desfavorable. Para evitar presiones superiores a la máxima permitida, se
montarán válvulas reductoras de presión en cada salida a planta de la red de distribución
de agua a gabinetes en caso de ser necesario.
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30.1.8.2.- Cañería de acero

Se pueden usar cañerías de las siguientes características en 2,5” de diámetro:

Cañería de acero negra ASTM-A53, schedule 40, grado A o B, con o sin costura, para
uniones roscadas o ranuradas (eventualmente soldadas).

Cañería de acero negro, con o sin costura para ser usadas en redes de sprinklers ASTM
A795.

Cañería de acero con costura ASTM A135.

En el trazado de las tuberías de la red húmeda, se tendrán en cuenta las diversas juntas
de dilatación de la estructura del edificio, siempre que sea posible los trazados no
atravesarán dichas juntas, evitando de esta forma que posibles movimientos sísmicos
dañen los trazados de las tuberías de dicha instalación.

30.1.9.- RED SECA PARA BOMBEROS

La red seca del Hospital será diseñada acorde al título IV de la RIDAA (reglamento de
instalaciones domiciliarias de agua potable y de alcantarillado) del Ministerio de Obras
Públicas.
Se debe instalar una red seca para agua independiente de la red de distribución de agua
para el consumo. Será una tubería matriz para utilización exclusiva del Cuerpo de
Bomberos, de acero galvanizado ASTM A-53 con unión roscada y tendrá un diámetro
mínimo de 100 mm. No obstante, su capacidad debe verificarse para un caudal total de 24
l/s, con una presión de 50 m.c.a. en la boca de salida más desfavorable.
La red seca debe contar con una conexión externa gemela para la conexión desde un
carro bomba. Dicha conexión gemela contará con su correspondiente llave de globo
angular de 45º o llave de bola, rematada en uniones Storz de 75 mm. (3”). Dicha toma
siamesa se ubicará en el interior de una cabina metálica con puerta ciega, con el rótulo
“USO EXCLUSIVO BOMBEROS” en bronce con letras resaltadas de 15mm de altura

Estas conexiones externas tendrán doble clapeta de retención, marca de referencia


Powhatan 6x3x3 o equivalente técnico. Se intercalará una válvula de retención .
Alimentará toda la red seca en todos los pisos. En la parte superior del sistema se
consulta válvula ventosa para evacuar aire del sistema. En la parte inferior del sistema se
consulta una llave de purga que permita desaguar la tubería.

La red seca tendrá bocas de salida en todos los pisos según planos de extinción de
incendio, cuidando que ningún punto quede a menos de 40mts de la boca. Estas bocas
estarán provistas de llave globo angular 45º con unión storz de 52mm. Con tapa storz con
cedenilla. Deberán ser debidamente señalizadas.

30.1.10.- PROTECCIÓN CONTRA FUEGO PARA AISLADORES SISMICOS

Los aisladores sísmicos se ubican en el nivel subterráneo -2 y protegerán contra el fuego


mediante 4 rociadores de agua dispuestos alrededor de cada aislador, además se
instalarán mantas térmicas envolviendo cada aislador con resistencia al al fuego de 180
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minutos (F180) a una temperatura de 1029o C, determinada por la Norma Chilena Nch
935/1 Of.97.

30.1.11.- COMPARTIMENTACION CONTRA FUEGO

Se consultan compartimentaciones contra fuego compuestas por tabiques con resistencia


al fuego F120, cuyo diseño y trazado será definido por arquitectura. En los pasillos se
consultan puertas cortafuego donde se indica en planos, preferentemente se ubicarán sin
coincidir con las puertas definidas por arquitectura para separar sectores ya que las
puertas cortafuego permanecerán abiertas.

Las superficies de los compartimentos en las zonas donde se atiendan pacientes en


forma ambulatoria será de 800 m2 máximo. En las zonas sin acceso de pacientes el
tamaño máximo de cada compartimento será de 2.500 m2.

La compartimentación contra incendios de los espacios ocupables debe tener continuidad


en los espacios ocultos, tales como shaft, cámaras, cielos falsos, suelos elevados, etc.,
salvo cuando éstos estén compartimentados respecto de los primeros al menos con la
misma resistencia al fuego, pudiendo reducirse ésta a la mitad en los registros para
mantenimiento.

Todas las escaleras del Hospital, tanto de evacuación descendente como ascendente,
serán zona vertical de seguridad, constituyendo recintos de evacuación protegida
compartimentados del resto del edificio mediante muros o tabiques resistentes al fuego al
menos F-120.

La puertas cortafuego serán de 1 o dos hojas, las que cuentan con dos hojas consultan
abatimiento en sentidos contrarios, con resistencia F-60, con cierrapuertas hidráulicos. Se
mantendrán abiertas sujetas por retenedores magnéticos, dos por cada hoja, los que se
soltarán cuando se active una alarma. Su diseño y definición se realizará de acuerdo a lo
indicado en la Norma NCh 935/2.

Llevarán barras antipánico en cada hoja y la ubicación de las bisagras y su traslapo se


muestran el plano de detalles de montaje. Deben servir para tráfico en las dos direcciones
cuando se encuentren cerradas. No deben tener tope inferior. La instalación debe hacerse
de acuerdo con las indicaciones del fabricante.

30.1.12.- VIAS DE ESCAPE Y EVACUACIÓN

El dimensionado de las vías y medios de evacuación se basará en la carga de ocupación


correspondiente a la superficie de los sectores correspondientes que es servida por
dichas vías y medios de evacuación. En los planos de evacuación se muestra la
justificación de dimensionado de las vías de evacuación en cuadros de cálculo.
Todas las escaleras protegidas serán zona vertical de seguridad (ZVS) y cumplirán, como
mínimo con lo dispuesto en la OGUC y con las siguientes características:

- Recinto compartimentado destinado exclusivamente a circulación con muros o


tabiques de resistencia al fuego al menos F-120, con puertas de acceso de resistencia
mínima F-60 y sistema de protección contra el humo de incendio (presurización en
caso de escaleras interiores).
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- Las puertas de acceso no podrán obstruir, en su apertura, el ancho libre


requerido para la escalera.
- En el recinto también pueden existir tapas de registro de patinillos o de
conductos para instalaciones, siempre que estas sean F- 60
- Las escaleras interiores terminaran en el piso de salida de edificio en un
vestíbulo o pasillo de ancho mínimo 1,80m, comunicado directamente con una vía
pública exterior.
- Estarán dotadas de sistemas de iluminación de emergencia y de la
señalización que les corresponda, incluido el acceso a las mismas mediante el
distintivo “Salida de Emergencia”

- No existirá continuidad entre escaleras de evacuación descendente y


ascendente en la planta de salida del edificio, en caso de compartir el mismo recinto,
de forma que las escaleras evacuarán hacia el nivel de acceso del edificio.

Todas las puertas del Hospital que estén situadas en vías o recorridos de evacuación
cumplirán, como mínimo, las siguientes características:
- Serán fácilmente reconocibles, por lo que no podrán estar cubiertas con
materiales o decoraciones que disimulen su ubicación.
- El ancho nominal de hoja no será inferior a 0,85m, ni el alto inferior a 2,00m
- El espesor horizontal del umbral del vano o puerta no podrá ser mayor de 0,60m.
- Deben abrir en el sentido de la evacuación, sin la utilización de llaves o
mecanismos que requieran un esfuerzo o conocimiento especial.

Los recorridos de evacuación hasta alcanzar una salida a una escalera de evacuación
protegida (zona vertical de seguridad), una salida horizontal a un sector de incendios
diferente o una salida al espacio exterior, serán siempre inferiores a los siguientes,
conforme a la norma Chilena y también a lo indicado en la NFPA 101 y CTE DB SI para
edificios hospitalarios protegidos totalmente con sistema de sprinkler:

En zonas hospitalarias de encamados y áreas críticas, los recorridos serán siempre


inferiores a:
- 9m en pasillos con una única salida (fondos de saco).
- 20m de recorrido común hasta un punto origen de recorrido alternativo.
- 50m de recorrido total hasta alcanzar las salidas a recintos protegidos o al espacio
exterior en planta de salida de edificio.

En zonas ambulatorias, los recorridos serán siempre inferiores a:


- 15m en pasillos con una única salida (fondos de saco).
- 30m de recorrido común hasta un punto origen de recorrido alternativo.
- 60m de recorrido total hasta alcanzar las salidas a recintos protegidos o al espacio
exterior en planta de salida de edificio.

En zonas de uso aparcamiento, instalaciones y bodegas, los recorridos serán siempre


inferiores a:
- 15m en pasillos con una única salida (fondos de saco).
- 30m de recorrido común hasta un punto origen de recorrido alternativo.
- 75m de recorrido total hasta alcanzar las salidas a recintos protegidos o al espacio
exterior en planta de salida de edificio.

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- En planta de salida de edificio, los recorridos serán siempre inferiores a 20m desde la
primera grada de las escaleras interiores de evacuación hasta la salida al espacio
exterior, excepto cuando dicho recorrido se realice por un sector de riesgo mínimo, en
cuyo caso dicho límite es 40 mts. Un Sector de riesgo mínimo es un sector de incendio
que cumple las siguientes condiciones:
- Está destinado exclusivamente a circulación y no constituye un sector bajo rasante.
- La densidad de carga de fuego no excede de 100 MJ/m2 según norma NCh 1916
considerando la carga de fuego aportada, tanto por los elementos
constructivos, como por el contenido propio de la actividad.
- Está separado de cualquier otra zona del edificio que no tenga la
consideración de sector de riesgo mínimo mediante elementos cuya resistencia al
fuego sea F 180.

Para las puertas las indicaciones de la normativa aplicable son:


- Altura mínima libre de vano de 2,00m
- Ancho de paso mínimo de 0,80m; mínimo 0,90m en salida desde recinto de escalera
protegida; mínimo 1,20m en pasillos o recintos con pacientes encamados.
- El ancho mínimo de una puerta en una vía de evacuación no podrá ser inferior al
ancho mínimo requerido para el pasillo que sirve a dicha puerta.
- Abrirá en el sentido de la evacuación toda puerta de salida

Para los pasillos las indicaciones de la normativa aplicable son:


- Altura mínima libre en zonas de circulación de 2,05m
- Ancho de paso libre de 0,5 cm/persona, considerando un mínimo general de 1,10m;
mínimo de 1,60m en áreas de acceso público; mínimo de 2,40m en zonas de
hospitalización o tratamiento con pacientes encamados.
- Ancho mínimo de 1,80m en pasillo en piso de salida de edificio, desde la salida de
escalera protegida (zona vertical de seguridad) hasta salida a exterior.
- El ancho mínimo requerido de los pasillos que sean vía de evacuación no podrá
reducirse y carecerán de obstáculos, salvo elementos de seguridad ubicados en
paredes que no sobresalgan más de 0,15m, como por ejemplo protecciones y/o
pasamanos.

30.1.11.1.- Señalización de los medios de evacuación

La señaletica retroiluminada autoenergizada de evacuación consulta los letreros indicando


las puertas de escape, y los letreros de sentido de escape, color verde, letras blancas.
Estarán conectados a la red de energía eléctrica y tendrán baterías propias con actuación
de alumbrado automático en caso de cortarse la energía eléctrica.

Todo lo anterior debe respetar la norma chilena Nch: 2111 Of.1999 y debe ser asimilada a
la que diseñará el especialista para todo el Hospital.

Se utilizarán las señales de evacuación conforme a los siguientes criterios:

- Las salidas de recinto, sector o edificio tendrán una señal con el rótulo “SALIDA”,
excepto cuando se trate de salidas de recintos cuya superficie no exceda de 50 m.
- La señal con el rótulo “Salida de emergencia” debe utilizarse en toda salida prevista
para uso exclusivo en caso de emergencia.
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- Deben disponerse señales indicativas de dirección de los recorridos, visibles desde


todo origen de evacuación desde el que no se perciban directamente las salidas o sus
señales indicativas y, en particular, frente a toda salida de un recinto con ocupación
mayor que 100 personas que acceda lateralmente a un pasillo.
- En los puntos de los recorridos de evacuación en los que existan alternativas que
puedan inducir a error, también se dispondrán las señales antes citadas, de forma que
quede claramente indicada la alternativa correcta. Tal es el caso de determinados
cruces o bifurcaciones de pasillos, así como de aquellas escaleras que, en la planta
de salida del edificio, continúen su trazado hacia plantas más bajas, etc.
- En dichos recorridos, junto a las puertas que no sean salida y que puedan inducir a
error en la evacuación debe disponerse la señal con el rótulo “Sin salida” en lugar
fácilmente visible pero en ningún caso sobre las hojas de las puertas.
- Las señales deben ser visibles incluso en caso de fallo en el suministro al alumbrado
normal. Cuando sean fotoluminiscentes deben cumplir lo establecido en las normas
UNE 23035-1:2003, UNE 23035-2:2003 y UNE 23035-4:2003 y su mantenimiento se
realizará conforme a lo establecido en la norma UNE 23035-3:2003.

30.1.11.2.- Iluminación de emergencia

La iluminación de emergencia consiste en lámparas auto energizadas con duración de 1


hora que aporten 1lux/m2 a todos los recintos habitables. Se podrán integrar a las
luminarias normales del edificio sistemas automáticos con batería en las ubicaciones que
se indican en plano de evacuación. Se ubicarán a lo largo de vías de evacuación
horizontales cada 20mts máximo, en cambios de dirección, en encuentros de pasillos,
sobre cada salida de emergencia, en las escaleras, frente a tableros eléctricos y equipos
que haya que operar en casos de emergencia.

30.2.- SISTEMAS DE SEGURIDAD ELECTRÓNICA

30.2.1.- SISTEMA DE DETECCIÓN DE INTRUSIÓN.

Objetivo

Para proteger el perímetro del hospital y algunos recintos en caso de entrada de


extraños, en horarios en el cual estarán cerrados, se contempla la instalación de un
sistema de detección de intrusión mediante sensores magnéticos en las puertas de
evacuación, las cuales podrán ser operadas sin necesidad de control accesos y de ser
así debe registrar una alarma en sala de control para investigar la vulneración de la
seguridad del centro, cuyo fin es activar rutinas de seguridad y servir como alarma de
entrada al sistema de circuito cerrado de TV. También contará con detectores de
movimiento en los recintos protegidos con similar protocolo.

30.2.1.1.- Panel de Alarma Robo

El sistema consiste en un Panel central de robo con una capacidad mínima de 40


zonas, ampliable, con un teclado para programación y display alfanumérico para
anunciar las zonas en alarma. Su ubicación se muestra en planos. Se conectará
con el sistema de CCTV para activar sistemas de alarma.
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La zonificación tomará como base mínimala siguiente disposición, pudiendo


aumentarse la cantidad de zonas.

Nivel -2- zona 1 – puerta escalera Nº E3

Nivel -1 – zona 2 – Sensores movim. Bodegas poniente


– zona 3 – Sensores movim. Cocina poniente
– zona 4 – Sensores movim. Cocina sur
– zona 5 – Sensores movim. Cocina oriente
– zona 6 – Puertas perimetrales Cocina sur
– zona 7 – Zona temporizada puerta con teclera
– zona 8 – Puertas interiores Bodegas Centrales a pasillo
– zona 9 – Puertas interiores Bodegas Centrales a esc. y ascensor Nº 1
– zona 10 – Puertas perimetrales zona carga descarga poniente
– zona 11 – Puertas Farmacia
– zona 12 – Sensores movim. Farmacia
– zona 13 – Puertas Oficinas en pasillo central
– zona 14 – Puertas Extracción Estacionamiento Norte
– zona 15 – Puerta Escalera Nº 5
– zona 16 – Puerta Escalera Nº 6
– zona 17 – Puerta Cuarto Bombas Alcantarillado Norte
– zona 18 – Puerta Escalera Nº 5
– zona 19 – Puertas Extracción Estacionamiento Oriente
– zona 20 – Puertas Extracción Estacionamiento Norte
– zona 21 – Puerta Cuarto Bombas Alcantarillado Oriente
– zona 22 – Puerta Bodega Excluidos
– zona 23 – Puerta Compresores sur
– zona 24 – Puerta Sala Técina 4
– zona 25 – Puerta Centros de Transformación
– zona 26 – Puertas Area Industrial

Nivel +1 – zona 27 – Sensores movim. UCE Siquiatrica perímetro poniente


– zona 28 – Sensores movim. UCE Siquiatrica perímetro norte
– zona 29 – Sensores movim. UCE Siquiatrica perímetro orienteº
– zona 30 – Sensores mov. Hosp. Día Salud Mental perímetro poniente
– zona 31 – Sensores mov. Hosp. Día Salud Mental perímetro norte
– zona 32 – Sensores mov. Hosp. Día Salud Mental perím. oriente
– zona 33 – Sensores movim. U Medicina Física perímetro poniente
– zona 34 – Sensores movim. U Medicina Física perímetro norte
– zona 35 – Sensores movim. U Medicina Física perímetro oriente
– zona 36 – Sensores movim. Consultas Adulto Infantil perímetro poniente
– zona 37 – Sensores movim. Consultas Adulto Infantil perím. norte
– zona 38 – Sensores mov. Consultas Adulto Infantil perím. oriente
– zona 39 – Sensores movim. Consultas Administración perímetro sur
– zona 40 – Sensores movim. Consultas Administración perímetro poniente
– zona 41 – puerta emergencia nor poniente UCE Siquiatrica
– zona 42 – puerta emergencia nor poniente UCE Siquiatrica
– zona 43 – puerta emergencia nor oriente UCE Siquiatrica
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– zona 44 – puerta a patio cubierto norte


– zona 45 – puerta emergencia nor poniente Hosp. Día Salud Mental
– zona 46 – puerta acceso nor oriente Hosp. Día Salud Mental
– zona 47 – puerta a patio Taller Permacultura
– zona 48 – puerta a patio Taller Permacultura
– zona 49 – puerta a patio Taller Permacultura
– zona 50 – puerta a patio Taller Permacultura
– zona 51 – puerta acceso público poniente a U Medicina Física
– zona 52 – puerta emergencia oriente a U Medicina Física
– zona 53 – puerta emergencia poniente a Consultas Adulto Infantil
– zona 54 – puerta acceso público oriente a Consultas Adulto Infantil
– zona 55 – puerta acceso público general
– zona 56 – puerta acceso público cafetería
– zona 57 – puerta acceso urgencia oriente
– zona 58 – puerta acceso urgencia poniente
– zona 59 – puerta acceso Auditorio poniente
– zona 60 – puerta acceso Auditorio norte
– zona 61 – puerta acceso Auditorio oriente
– zona 62 – puerta exterior Escalera Nº 11
– zona 63 – Sensores movim. Auditorio
– zona 64 – puertas Area Industrial
– zona 65 – puertas Samu
– zona 66 – Sensores movim. Samu
– zona 67 – zona temporizada puertas acceso personal Sala Cuna
– zona 68 – puertas perimetrales Sala Cuna
– zona 69 – Sensores Sala Cuna
– zona 70 – puertas Camarines

Nivel +2 – zona 71 – Puerta perimetral Escalera Nº 8


– zona 72 – Puerta perimetral a terraza Asociación Gremial
– zona 73 – Puerta perimetral a terraza Laboratorio
– zona 74 – Puerta perimetral Escalera Nº 5
– zona 75 – Puerta perimetral Escalera Nº 6
– zona 76 – Puertas interiores Asociación Gremial
– zona 77 – Puertas interiores Procedimientos Endoscopicos
– zona 78 – Puertas interiores Consultas y Procedim. Infantil
– zona 79 – Puertas interiores Cafetería
– zona 80 – Puertas interiores Asociación Gremial
– zona 81 – Sensores movim. Auditorio

Nivel +3 – zona 82 – Puerta perimetral a Recintos Técnicos y Terraza norte


– zona 83 – Puerta perimetral Escalera Nº 5
– zona 84 – Puerta perimetral Escalera Nº 6
– zona 85 – Puerta perimetral a Recintos Técnicos Sur
– zona 86 – Puertas interiores Escalera y ascensor Nº 3
– zona 87 – Puerta interior Central de Seguridad
– zona 88 – Puertas interiores Escalera y ascensor Nº 12

– zona 89 – Puertas interiores Archivos


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Nivel +7 – zona 90 – Puertas Area Bajo Helipuerto

30.2.1.2.- Teclados de Activación

Los teclados de activación del sistema se instalará en interiores donde se indica


en planos.

30.2.1.3.- Sensor magnético

Los dispositivos que irán conectados a esta central, serán sensores magnéticos de
apertura de puertas, estos irán embutidos o sobrepuestos, según las
características de las puertas.

30.2.1.4.- Sensor de movimiento

Se deberán instalar detectores de movimiento de doble tecnología, infrarrojo y


microondas, 360º, cuya ubicación se muestra en planos.

30.2.1.5.- Sirenas

No se consulta instalar sirenas, la alarma se activará en la Sala de Control.

30.2.1.6.- Botones de pánico

Se consulta instalar botones de pánico en mesones de recepción y mesones de


despacho según se indica en planos

30.2.1.7.- Cables.

Conductor de cobre de un par torcido, con cubierta de PVC, resistencia al sol,


temperatura de servicio 60°C, para uso en sistemas de alarma y señal, de sección
mínima 18 AWG con aprobación UL. Se usará cable libres de halógeno y
retardantes a la llama.

30.2.1.8.- Canalizaciones.

Se consultan canalizaciones en cañería EMT, Pondrán usarse tuberías no


metálicas, pero deben cumplir la condición de que en caso de combustión, deben
arder sin llama, no emitir gases tóxicos, estar libres de materiales halógenos
y emitir humos de muy baja opacidad.

30.2.1.9- Instalación y puesta en marcha

Corresponde al valor de la mano de obra de la instalación, con sus imposiciones e


impuestos.

30.2.2.- CIRCUITO CERRADO DE TELEVISIÓN

Objetivo
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Vigilancia de los accesos y recintos de público para detectar actos punibles, vandálicos u
otros para permitir tomar las acciones correspondientes y tener la posibilidad de contar
con las grabaciones de las cámaras para intervenir o para las posteriores investigaciones
de los hechos.

- Descripción

Se indica un sistema de cámaras IP con alimentación PoE para proveer la solución lo más
amplia abierta y flexible, usando Micro-Domo fijos o motorizados HD, que se ajusten a un
sistema de grabación centralizado, e integrable en otras aplicaciones. De esta forma su
uso se podrá adaptar en cada caso a las necesidades requeridas admitiendo sistemas de
tele-vigilancia integrados son sistemas anti intrusión o contra incendios, Monitorización de
enfermos pudiendo integrarlo con análisis inteligente de video e integrarlo con alarmas
(psiquiatría, pediatría, etc).

El sistema de CCTV de seguridad del hospital tendrá por objetivo vigilar las zonas
interiores y exteriores del recinto. Para tal fin se instalarán cámaras IP de tipo domo, las
cuáles se podrán controlar de forma centralizada desde la garita de seguridad o,
remotamente, desde aquellos puntos que Dirección pueda establecer.

El sistema debe estar integrado con los otros sistemas de seguridad: control de accesos y
detección de intrusión, para dar prioridad a la visualización y grabación de las imágenes
de zonas donde se produzca un acceso no autorizado o una intrusión

Las cámaras ubicadas en el exterior deben tener domos tipo intemperie o tipo bullet, con
calentador, índice de protección IP66, día y noche..

Se consulta instalar cámaras vigilando los accesos, salidas de emergencia, salidas de


ascensores, pasillos, recintos técnicos relevantes, accesos interiores relevantes, como se
muestra en los planos.

El monitoreo se efectuará en la Sala de Control Cenralizado en el 3º piso para las


cámaras interiores y exteriores. Los grabadores digitales de video ( NVR ) se instalarán
en la misma sala.

Esta solución propuesta está basada en un desarrollo que puede variar de acuerdo a la
marca a proveer por el instalador pero debe cumplir todas las definiciones incluidas en
esta especificación técnica en lo referido a capacidad de visualización, almacenamiento y
control de los equipos aquí propuestos, no se debe presentar soluciones hibridas con
componentes de marcas distintas, sino que soluciones integradas y con respaldo de una
marca. El sistema a proyectar debe contemplar capacidad de crecimiento a futuro en
caso que sea necesario .
Para tener la capacidad de realizar video analítico, se ha contemplado el uso de cámaras
diseñadas para funcionar con protocolos IP, los cuales luego conectarse a un Data Switch
Gigabyte apto para la solución planteada y de acuerdo a las recomendaciones del
fabricante. A este último equipo se conectará un administrador sistema, una consola
de video, una estación de trabajo y un Administrador de almacenamiento en red de
video IP de al menos 24TB de capacidad o superior.
El sistema Propuesto debe ser capaz de comunicarse con un sistema de control
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centralizado vía Protocolo estándar, ya sea Modbus RTU, Bacnet o Lonwork.


El programador de la solución a implementar debe garantizar como mínimo 90 días de
grabación a una tasa no inferior a 5 f.p.s., garantizar que los elementos solicitados sean
compatibles y completos para su correcta operación, también debe integrar los
sistemas de detección de intrusión, rayos perimetrales y detección de apertura de puertas
que no cuenten con supervisión del sistema de control de accesos.

30.2.2.1.- Cámaras digitales

30.2.2.1.1.- Cámaras fijas minidomo interiores

- Formato de video: NTSC Color.


- Rango dinámico: Sí.
- Resolución: 504TVL
- Elementos de imagen: 720(H) x 540(V)
- Sistema de exploración: Entrelazado 2:1/Progresivo
- Temperatura de operación: 0º hasta 40ªC
- Humedad relativa : 0 a 80% sin condensación
- Lente ajustable de f=3 a 9,5mm
- Autoiris: Sí, automático
- Angulo de visión: H:100.4º a 31.6º V:72.8 a 23.8º D: 131.6º a 39.6º
- Min. Iluminación: 0.8lux
- Ajuste de giro Horiz/vert: Manual, H:360º, V: 140º(20º a 160º)
- Tensión de entrada: Detección automática 12 a 24Vdc
- Salidas: 1 UTP
- Certificado: UL, CE, FCC
- Tipo de instalación: Sobrepuesto, embutido o colgante
- Color del domo: Humo

En oficinas de administración se requiere cámara antivandálica.

30.2.2.1.2.- Cámaras PTZ exteriores

- Formato de video: NTSC Color.


- Sistema de compensación a contra luz: Sí
- Resolución horizontal: 504TVL
- Elementos de imagen: 720(H) x 540(V)
- Temperatura de operación: -40º hasta 50ªC
- Humedad relativa : 30 a 95% sin condensación
- Lente ajustable de f=3.6 a 82.8mm
- Autoiris: Sí, automático
- Min. Iluminación: 0.65lux color 0,15 lux b/n
- Sistema día/noche: Sí
- Housing para exterior: Sí
- Clasificación IP66
- Ajuste de giro Horiz/vert: Pan:360º, Tilt:-92º a 2º respecto a la horizontal
- Zoom 23x óptico motorizado 12xdigital
- Estabilizador de imagen (EIS): Sí
- Tensión de entrada: Detección automática 12 a 24Vdc
- Salidas: 1 UTP
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- Certificado: UL, CE, FCC


- Tipo de instalación: Sobrepuesto, embutido o colgante

Marcas de referencia: Siemens, Samsung, Philips, Pelco..

30.2.2.2.- Switch

Switch de alto rendimiento para tráfico de paquetes de videos, 16 puertas


10/100/1000BASE-T autosensing.
El switch debe tener fuente de alimentación de 220VAc a 50Hz, temperatura de operación
entre 0°C y 40°C, Humedad de Operación entre 10% a 90% (no condensada),
certificación UL y permitir el montaje en Rack estándar de 19”.

30.2.2.3.- Administrador del sistema

El servidor de base de datos tendrá las siguientes características:


- Tendrá la lógica de configuración del sistema.
- Configurará la operación de las cámaras
- Configurará el sitema de grabación y almacenaje de imágenes
- Configurará la presentación de imágenes en monitores
- Supervisará el control y manejo de alarmas
- Controlará la comunicación entre las estaciones de operadores y los servidores de
imágenes.
- Conexión 100/1000Mbos

30.2.2.4.- Estaciones de visualización


Las imágenes generadas dentro de la instalación podrán ser vistas a través de tres
estaciones de control y monitoreo de imágenes que serán intercambiables. Las
estaciones de trabajo para la visualización de imágenes desde la red, tendrán las
siguientes características:
- PC con sistema operativo Windows de última generación Profesional
- Formato de video XVGA (2560x1600)
- Codificación de viseo H:264 y MPEG 4
- Dos salidas de video DVI o VGA
- Control PTZ
- Puerto Ethernet RJ-45 10/1000 Base T
- Sistema óptico DVD-RW doble capa

Contarán con teclado de operación con Joystick de control con resolución de vectores
para control preciso de cámaras PTZ

30.2.2.5.- Monitores Full HD:

Se consultan 4 monitores de 32” Full HD Led. Se instalará en la Sala de Control


Centralizado con capacidad para 16 cámaras cada uno.

30.2.2.6.- NVR Grabador de cámaras IP

Se deberá proveer un sistema de grabación digital a disco duro – NVR – que


permita una autonomía de grabación de al menos 1 mes calendario de manera
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ininterrumpida en calidad VGA y a 30 FPS por cámara (cuadros por segundo)


es decir a tiempo real, sin necesidad de respaldar. El sistema debe ser capaz
de respaldar las grabaciones en un HDD remoto y poder subir las imágenes a
un DVD en forma manual y automática.

A continuación se enumeran algunas características básicas que debe cumplir


el sistema a proveer:
Un NVR para atender hasta un máximo de 32 cámaras de CCTV.
32 entradas de cámaras, como mínimo.
Salida para monitor de PC.
Salida para monitor de TV (NTSC).
Velocidad de despliegue en pantalla 900 FPS
Velocidad de grabación 30 FPS por cámara (total 480 FPS)
Velocidad de reproducción 30 FPS por cámara
Para grabar deberá disponer de algún método de compresión de imágenes
(por ejemplo JPG, ML-JPG, GIF, otros).
Tasa de compresión 3 – 8 Kb
Resolución de al menos 1440 x 720.
Formato de pantalla de 1, 4, 6, 9, 10 y 16 ventanas.
La grabación deberá guardarse en una base de datos de imágenes
específica.
Deberá poseer una función de seguridad en la estructura de la base de
datos para evitar accesos de intrusos.
Deberá poseer una función de seguridad para la encriptación de la base de
datos de manera de hacer virtualmente imposible su decodificación.
Algoritmo de detección de movimiento diurno.
Algoritmo de detección de movimiento nocturno.
Activación de la grabación por actividad o intrusión.
Transmisión vía PSTN, ISDN, LAN.
Velocidad de transmisión PSTN 1 cuadro/s, LAN 2.5 cuadros/s.
Acceso remoto con una completa operación del sistema.
Entradas de alarma 32.
Salidas de alarma 32.
Salida para restablecer las alarmas 1.
Multitareas: monitorear, grabar, reproducir, transmitir y respaldar en forma
simultánea.
Método de búsqueda de imágenes con diferentes tipos de filtros,
predefinidos y a definir por el usuario.
Interpolación de imagen. Zoom in, zoom out, interpolaciones.
Respaldo automático y manual.
Identificación de cada cámara, ubicación, estado, modo de filmación.
Capacidad de interconexión en cascada con otros NVR de manera de
generar una red.
Las cámaras se ubicarán a una distancia máxima de 90 metros del NDR más próximo.
Para mayor distancia se requiere conectividad con empleo de balum activo .

Soporte lectura y grabado: DVD-RAM[5,2GB/ 2,6GB; 9,4GB /4,7GB]


Soporte lectura: DVD-ROM,DVD-Video, CD-ROM,Photo CD, vídeo
CD, CD extra, CD-R/RW.
Tiempo promedio de búsqueda DVD-RAM/75ms; DVD-ROM/65ms; CD-
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ROM/65sm.
Tasa de transferencia DVD-RAM Write-1,385KB/s;DVD-RAM read-
2,770KB/s;DVD-ROM- 3,438KB/s;/ 8,310 KB/s
CD-ROM- 1,520KB/s;/ 3,600 KB/s
Capacidad Buffer:1MB.
Temperatura de operación:-5ºC- 50ºC.
Humedad relativa de operación 5% a 90%. HR

Marca de referencia Siemens, Samsung, Philips, Pelco

30.2.2.7.- Racks de 19” para sala de control

Para el montaje del equipamiento en la Sala de seguridad, se debe considerar la


instalación de Racks de 19”, en un sector separado de la sala, especialmente
preparada para estas funciones.
Los Racks estarán construidos en acero, pilares, tapa superior e inferior de 2mm de
espesor, tapas laterales y puerta trasera desmontables con chapas monederas,
celosías de ventilación, puerta frontal en acero o aluminio con vidrio incoloro, cerradura
tipo guantera, 4 ruedas para desplazamiento, turboventiladores, pasadas de cables
superior e inferior, pintura polvo electroestático color negro.
Los Racks deben incluir bandejas, guías y ordenadores de cables vertical y horizontal, y
en la parte inferior y superior, una “zapatilla” con suficientes enchufes de 220VAC para la
conexión de todos los cables de poder de la totalidad de los equipos a instalar en los
Racks. Estos enchufes deben estar alimentados desde la red de emergencia.

30.2.2.8.- Manuales y catálogos de productos

Se deberá proveer los manuales de funcionamiento y mantenimiento y catálogos de


todos los equipos ofrecidos.

30.2.2.9.- Cables.

Se consulta conectar las cámaras al grabador digital con cable UTP categoría 6
para transmitir la imagen y cable Tac nº 18 para su comando.

30.2.2.10.- Canalizaciones.

Se consultan canalizaciones exactamente iguales a las indicadas en el ítem 30.2.1 8.-

30.2.2.11.- Instalación y puesta en marcha.

Corresponde al valor de la mano de obra de la instalación, con sus imposiciones e


impuestos.

30.2.3.- SISTEMA DE CONTROL DE ASISTENCIA

Objetivo

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Controlar el ingreso del Personal del Centro de salud.

- Descripción

Para el registro de asistencia de los funcionarios, se debe instalar una lectora biométricas
de dedo índice.

Las presentes Bases Técnicas fijan los procedimientos, términos y exigencias que regulan
el suministro, instalación y puesta en marcha de estos equipos.

Características de los equipos

Los oferentes podrán ofrecer alternativamente equipos de mayor complejidad,


considerando que es de interés del Servicio que seleccionen como oferta principal dentro
de su línea de productos aquellos que presentan mayores innovaciones tecnológicas,
para satisfacer los requerimientos del Centro de salud.

En la presentación de sus ofertas, los oferentes deberán seleccionar aquellos equipos que
cumplan fielmente, todas las exigencias de funcionalidad y diseño que se detallan en las
especificaciones técnicas.

Se debe considerar un Servidor para alojar el Software, éste debe ser Rackeable, y debe
reunir las condiciones para que el software suministrado corra sin ninguna dificultad de
espacio y/o velocidad.
Los equipos deben soportar ser utilizados como centros de enrolamiento de los
trabajadores. Deben posibilitar el ingreso de un número de identificación único (Rut o
cualquier otro código) y propio para luego registrar las huellas digitales asociadas a ese
código. El sistema debe permitir, registrar al menos 3 huellas por trabajador. Estas
huellas deberán ser guardadas en la memoria propia del equipo permitiendo también su
posterior rescate, almacenamiento de respaldo y derivación a otros equipos por medio de
software.

Se instalará 1 equipo en el acceso a vestidores de personal.

La memoria propia del equipo, deberá permitir almacenar los registros de entrada y salida
y un mínimo de 100 huellas. El almacenamiento de los datos, debe permitir rescatar
marcas históricas para su procesamiento.

Cada equipo deberá contar con respaldo energético en caso de corte de luz (UPS o
similar) que de autonomía de al menos 1 (una) hora.

Cada equipo de reloj control debe contener a lo menos las siguientes características:

Capacidad de Usuarios: 1.500 usuarios


Memoria interna de transacción 10.000.000 de transacciones stand alone
Sensor Biométrico Sensor antivandalico de Quarzo Rigido
Conectividad TCP/IP, USB-Host
Características del software Compatible con todas las versiones de Windows y software
de control de remuneraciones.
Impresora de tickets de control: SI Display 5 Pulgadas TFT Screen Temperatura de
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Operación 0°C – 40°C


Humedad de operación 20% a 80% (relativa) Certificaciones UL o CE
LAN Incluida en la solución

A.- Sensor Biométrico


 Los terminales Biométricos deben estar equipados con lectores de huella que
garanticen la identificación de cada persona con los siguientes valores mínimos.
Tiempo de Enrolado =<2 seg.
Tiempo de Verificación =<3 seg.

B.- Pantalla
 El display debe ser LCD con retroalimentación que considera a lo menos
32 caracteres alfanuméricos en dos líneas, debe mostrar fecha, evento
y mensaje de bienvenida o nombre de funcionario, los cuales deben ser
fáciles de programar en idioma español.

C. Marcaciones
 Para realizar las varias marcas de ingreso o egreso por día, debe contar con un
selector Entrada/Salida con indicación de Led u otro elemento.
 Se deberá poder digitar un número de identificación en el teclado del equipo, en
caso de no reconocimiento de huella.
 El sensor de huella debe poder ser utilizado en forma aleatoria en combinación o
no del código para su validación.
 En caso de estar aprobadas se muestra un mensaje de bienvenida configurable
emitiendo un sonido de aceptación, registrándose la marca en la memoria propia
del equipo para su posterior uso por medio de software.
 Debe discriminar marcas redundantes, es decir, envía un mensaje advirtiendo que
la entrada o salida marcada ya fue ingresada al reloj.

D. Teclado
 Teclado plano de a lo menos 14 teclas, que permita programar y realizar testeos
de algunas aplicaciones del reloj control.

E.- Condiciones para Funcionamiento Normal


 Debe considera las siguientes condiciones
 Temperatura: de 0ºC a +50ºC.
 Resistencia a la humedad: de 0 a 95% de humedad relativa del aire.

F.- Otros
 Debe considerarse en forma obligatoria una UPS para cada equipo.
 Debe poder soportar impresora térmica serial para impresión de un comprobante
con el código del funcionario, hora y fecha del registro, entrada o salida entre
otros, esto en caso que se requiera a futuro su adquisición.

G.- Software

Las funciones mínimas que debe realizar el software son las siguientes:
 Poder administrar y configurar los relojes control de manera simple, rápida y
remota.
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 Permitir actualizar la fecha y hora del reloj, resguardando la seguridad de


operación.
 Debe permitir configurar o enrolar a los funcionarios una sola vez y replicar al resto
de los equipos.
 Tener la posibilidad de operar en un ambiente multiusuario, donde se podrá definir
cuál será el servidor de los relojes controles.
 Proveer funciones de seguridad tales como autogeneración de respaldos (backup)
internos y determinados reportes.
 Poseer la capacidad de almacenar los datos recogidos de los relojes en base de
datos externas (exportarlos)
 El Software debe soportar idioma Español.
 Permite configurar el control de acceso, la programación del sonido de un timbre
entre otros.
 Considera jornadas normales y sistemas de turnos con registros de entrada y
salida y colación.
 Considera el manejo de parámetros acumulativos como Feriados Legales,
Licencias y Permisos, los cuales son fácilmente evitables según requerimientos del
cliente.
 Permite revisar las marcas horarias almacenadas para corroborar su consistencia,
a través de algún visualizador WEB, para que cada funcionario pueda revisar
cuando estime conveniente.
 Poder introducir modificaciones si es necesario, pero estas deben ser
debidamente señaladas para efectos de seguridad y se debe identificar el usuario
que las hace.
 Los informes así como las planillas de operación deben informar los errores de
marcado que se detecten con facilidad.
 Conectividad con el software de Control de Asistencia de INDRA: que implicará,
hacer traspaso de ls marcaciones entre los servidores del software del Reloj
Control y el Servidor INDRA en forma automática, esto es que deje los datos
alojados en una tabla proporcionada por INDRA para subir al SIRH.
 Además generar un archivo plano con las características listas y dadas por el
Centro de salud para subir al servidor SIRH, para eventuales contingencias.
 Licencias originales de los software.
 Transparencia y seguridad en el manejo de datos.
 Niveles de administración, debe tener 4 niveles de usuarios (Administrador,
Supervisor, Enrolador, Usuario.)
 Flexibilidad para el ingreso de distintos horarios.

H.- Enrolamiento

Será de responsabilidad de la empresa adjudicada, la recuperación de la base de datos


de los funcionarios existentes en el sistema de control de horario del Centro de salud y el
registro biométrico de la mano, es decir, a la empresa adjudicada se le entregará la base
de datos de los funcionarios, con los datos necesarios para poblar su sistema y luego
enrolar a los mismos.
Se deberá ofrecer un soporte de ayuda vía telefónica y/o e-mail y en casos solicitados por
el establecimiento.
Entrega de Manual de administración del sistema y configuración de los equipos, todo en
español.
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I.- Garantia

Los oferentes del equipo, deberán ofrecer una garantía Técnica mínima de 2 años, a partir
de la Recepción Conforme de los mismos por parte del Centro de salud. Esta garantía
Técnica, comprenderá la reparación o sustitución de todas las piezas o partes que
resulten falladas, como consecuencia de defectos en el material, en la construcción, en el
montaje y en la operación, durante el período de la garantía, lo que deberá ocurrir en
forma similar al Software en caso de cualquiera falla. Deberá considerarse que el
mantenimiento del equipo adjudicado estará incluido como parte de la garantía. En
términos claros, el mantenimiento no irrogará gasto de ningún tipo para el
Establecimiento ni para el Servicio de Salud Talcahuano, con la sola excepción en que
sea necesario reparar daños producidos al equipamiento, realizados por terceros, por mal
uso del equipamiento o fuerza mayor, debidamente calificada.

Ante eventual paralización de los equipos, durante el periodo de garantía, regirá el


siguiente procedimiento:

 Cuando la paralización sea mayor de 1 día (24 horas), contado desde el aviso de
falla del equipo al Servicio Técnico mediante fono-mail, el proveedor deberá
proveer de un equipo de reemplazo de iguales características.

En caso de falla del software y/o paralización de éste, durante el siguiente periodo de
garantía, regirá el siguiente procedimiento:
Cuando la falla sea mayor a 2 horas, contado desde el aviso de falla del software al
Servicio Técnico mediante fono, e-mail, el proveedor deberá proveer uno nuevo de
reemplazo de iguales características, con su correspondiente instalación y su
configuración.

En el cado del Hardware cuando la paralización sea mayor de diez días (continuo y/o
discontinuo) contados desde el primer aviso de falla del equipo al Servicio Técnico,
mediante fono – fax , e-mail, el proveedor deberá reemplazar en forma definitiva el equipo
por uno nuevo de iguales características.

Marcas de referencia; Siemens, Samsung, Philips.

30.2.4.- CONTROL DE ACCESOS

Se consulta proteger el ingreso del público a áreas restringidas del hospital.


Las ubicaciones se indican en planos
En caso de emergencia las puertas con cerraduras magnéticas se destrabarán.

Generalidades
Se deberá suministrar un sistema de control de acceso con tarjetas de proximidad, de
protocolo de comunicación Wiegand o similar, de acuerdo a las indicaciones de planos y
de las características que se señalan en estas especificaciones. Se proveerá un sistema
de control distribuido con unidades controladoras, todas conectadas en red IP y
terminadas en un computador desde se administrará el sistema. Cada unidad de control
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deberá ser capaz de operar en forma autónoma en caso de pérdida de la comunicación


con el computador, para ello deberá tener la capacidad para almacenar 2000
transacciones, los parámetros de operación de las cerraduras que controla, la base de
datos de los clientes y los parámetros para cada usuario. También deberá ser capaz de
almacenar información histórica de las transacciones que ocurran mientras funciona en el
modo autónomo. Desde el computador deberá ser posible actuar sobre las unidades de
control para actualizar y modificar las bases de datos de los usuarios, sus parámetros de
operación y deberá ser posible también el comando de las chapas para desbloquear
puertas. Podrá ser capaz de emitir impreso los listados horarios y transacciones que se
desee por la impresora del sistema.

Se deberá proveer un sistema de Control de Acceso con las siguientes


características:

Debe controlar todo ingreso a las áreas controladas, permitiendo la entrada sólo a
quienes están autorizados a ingresar y restringiendo el acceso para las personas no
autorizadas.
Debe registrar en un computador toda transacción de tarjeta, botón de desbloqueo y
alarma, grabando por cada una su identificación, hora y fecha en que ocurrió.
Deberá permitir la emisión de informes de los datos históricos almacenados
seleccionados de acuerdo a la siguiente parametrización:

- Por rango de Tarjetas ( una, un grupo de ellas o todas )


- Por rango de Horas
- Por rango de Fechas
- Por rango de Puertas
- Por Departamento, Sección o Gerencia.
- Cualquier combinación de los anteriores.
- Otras a definir por parte del usuario.

Su operación a través del computador será empleando claves para diferenciar los niveles
de acceso al sistema (software del computador). La operación será restringida en al
menos 3 niveles definibles por el administrador del sistema. Estos niveles de
programación deberán ser al menos los siguientes:

- Accesibilidad total para programación y operación.


- Accesibilidad solo a operación total.
- Accesibilidad a una operación restringida

Deberá ser posible la impresión en papel y muestra por pantalla del computador, la base
de datos del sistema, incluyendo usuarios, horarios, etc.

El control de acceso deberá disponer de lectoras de proximidad con tarjeta magnética


para las personas que ingresen en los recintos controlados y botones desbloqueadotes en
la salida. El sistema deberá compatibilizar la tecnología Wiegand o similar y almacenar la
información del auto o persona autorizada, hora, fecha, etc.
Cada puerta deberá tener la opción de abrirse al presentar la tarjeta en un lector de
proximidad la salida se realizara al presionar un boton desbloqueador El control de acceso
estará compuesto por los siguientes elementos:

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Botón desbloqueador en la salida.


Chapa electromagnética en la puerta.
Lectora de Tarjetas de proximidad para la entrada.
Unidad controladora de puerta, conectada a la red del sistema de
Control de Accesos del Edificio.

Deberá ser posible la impresión en papel y muestra por pantalla del


computador, la base de datos del sistema, incluyendo usuarios,

30.2.4.1.- Lector de tarjeta.

Las lectoras serán de proximidad con interfaces de formato Wiegand o similar. Se


instalarán lectoras en puertas señalada en los planos. Deberán contar con LED indicador
Tri-color(rojo, verde y ambar), poseerá sistema lector biométrico de mano.

El instalador deberá cotizar y proveer un total de 800 tarjetas de proximidad, incluyendo


precio unitario en la cotización correspondiente. Las tarjetas deben contar con fotografía,
nombre y logo corporativo

30.2.4.2.- Controlador:

El sistema estará compuesto por controladores donde cada unidad controlará


1 a 4 puertas . Todas las unidades controladoras estarán conectadas en red IP y
terminadas en un computador desde donde se manejará el sistema. Se deberá proveer
para este propósito un computador tipo PC, con monitor a color y el software, necesario
para actualizar la base de datos de usuarios, modificar los parámetros del sistema, emitir
reportes históricos y de la base de datos, desplegar información por pantalla tanto de la
base de datos como gráfica. Este computador almacenará en disco duro la información
generada en los paneles controladores por las lectoras y sensores de alarma, con hora y
fecha, de modo que sea posible la emisión de reportes históricos de las transacciones
almacenadas. Su disco duro deberá tener capacidad para almacenar los datos generados
por el sistema durante un año como mínimo.

Cada controlador de puerta deberá ser autosuficiente para funcionar, en caso de que se
pierda la comunicación con el resto de la red por una falla del computador o bien por fallas
en la línea de comunicación. Para ello el panel controlador deberá tener capacidad de
almacenamiento de la base de datos con toda la información relacionada con ese panel y
capacidad para almacenar 2000 transacciones de información histórica la que será
transmitida hacia el computador principal una vez restablecida la comunicación de la red.
En el estado autónomo el controlador será capaz de ejecutar el programa almacenado en
su propia memoria y controlar las salidas de acuerdo con el desarrollo de entradas y de su
reloj interno. En caso de que la memoria de datos históricos se llene, esta deberá
mantener siempre las últimas 2000 transacciones, mediante un sistema de llenado tal que
la primera transacción en entrar sea la primera en salir de la memoria, una vez que esta
se haya llenado.

Toda la información generada como producto de una transacción del sistema deberá ser
almacenada en un archivo histórico del computador.

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Cada controlador tendrá un reloj interno de tiempo real con el propósito de almacenar las
transacciones históricas con fecha y hora y para ejecutar acciones programadas
cronológicamente.

Se deberá conectar a una UPS (que provee el proyecto eléctrico) para operar sin energía
de la red.

La base de datos local deberá estar almacenada en memorias no volátiles o en su


defecto podrá tener memoria con baterías de respaldo de litio con una autonomía de al
menos 24 días.

30.2.4.3.- Botón desbloqueador.

Se ubican en el interior de cada bodega


Se deberá proveer un botón desbloqueador manual. Este botón de tipo contacto normal
abierto, instalado en al costado de cada puerta. Tendrá como objetivo destrabar las
puertas y permitir así la salida de cada piso. El botón deberá actuar sobre el panel
controlador de las puertas, el que junto con abrir la puerta, inhibirá la operación del sensor
de alarma de puerta, por un lapso de tiempo programable entre uno y 60 segundos.

Desbloqueo general.

El sistema deberá construirse de tal modo que ante una condición de alarma de incendio
en el recinto, automáticamente se destraben las puertas de ese recinto, con un retardo de
tiempo programable de 1 a 10 minutos, desde el instante en que se detectó la alarma. El
proceso de destrabamiento deberá ser manejado por las unidades controladoras como
respuesta a las señales de alarma de incendio respectiva. Para ello el sistema de
Detección de Fuego deberá entregar una señal de alarma por sala, a través de un
contacto seco tipo C, junto al controlador encargado de la desconexión. En caso de que el
sistema de Detección de Fuego sea repuesto antes de que se cumpla el retardo de
tiempo para la desconexión general, esta se debe abortar y las puertas deberán
permanecer aseguradas.

Además se deberá proveer un botón desbloqueador manual. Este botón de tipo contacto
normal abierto, instalado en la sala de seguridad. Tendrá como objetivo destrabar todas
las puertas y permitir así la salida de cada piso. El botón deberá actuar sobre la fuente de
alimentación de las puertas, el que junto con abrir la puerta, inhibirá la operación del
sensor de alarma de puerta, por un lapso de tiempo programable entre uno y 60
segundos. Se deberá proteger al interior de una cubierta acrílica la cual tendrá candado,
el cual se proveerá con tres llaves.

En caso de alarma general se deberá producir el destrabamiento general de todas las


puertas controladas por este sistema.

Todos los equipos a suministrar deberán tener certificación de un laboratorio de control de


calidad, como Underwriters Laboratories (UL) u otro similar.

30.2.4.4.- Cerradura magnética.

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En todas las puertas de acceso se proveerán chapas del tipo electromagnética, para
evitar que operen piezas mecánicas en el proceso de bloqueo. Las chapas se proveerán
con una fuerza de retención de 270 Kg. mínimo. Se instalará una chapa por cada hoja de
puerta controlada. En caso de puertas de doble hoja, se instalará una chapa por cada una
y con cada lectura se destrabará ambas puertas. Las chapas deberán adaptarse al tipo de
puerta considerada en el proyecto de arquitectura. Se deberá proveer chapas con voltaje
de operación de 12 VDC o 24 VDC y con respaldo de baterías para operar durante 12
horas sin energía de la red pública.

Todas las chapas se proveerán con un contacto de supervisión que se normalice


solamente cuando la puerta se encuentre trabada. No será aceptable un contacto exterior
para señalizar el estado de cierre.

La operación de cierre y apertura será manejada directamente por el panel


controlador.

Se incluirá un botón que destrabe todas las chapas electromagnéticas, el cual


se ubicará en la sala de control del edificio.

30.2.4.5.- Sistema de barrera vehicular

Se consulta control de acceso para barreras de acceso vehicular a


estacionamientos, que contarán con lector de tarjetas magnéticas compatibles
con las tarjetas de personal.
Se consultan citófonos en acceso y salida de barreras de estacionamiento, con
citófono de recepción en el mesón de recepción principal.

30.2.4.6.- PC controlador

El sistema de administración estará a cargo de un servidor remoto, que bajo plataforma


IP, reciba y envíe alarmas a otros sistemas componente del sistema de seguridad global,
como detección de incendios, control de intrusión y circuito cerrado de televisión.
Entre las acciones que se deben integrar está el desbloqueo de accesos en recintos
afectados por una condición de fuego confirmada, activación de alarmas en el sistema de
CCTV en caso de puertas forzadas o detección de puertas abiertas, entre otras.

30.2.4.7.- Cables.

Se usará el cable que recomiende el fabricante de los equipos, libres de halógeno y


retardantes a la llama.

30.2.4.8.- Canalizaciones.

Se instalarán conduit eléctrico de PVC embutidas en el hormigón con cajas de distribución


adecuadas a cada aplicación. Todos los equipos se instalarán con una caja de derivación.
No podrá haber ningún tramo de cañería con más de dos curvas entre dos cajas de
derivación. Todo encuentro de cañerías deberá hacerse en cajas de derivación de tamaño
adecuado a las cañerías que se unen.

En todo tramo de cañerías deberá haber una caja a no más de 10 [m] una de otra. Los
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diámetros de las cañerías son una aproximación que deberá ser confirmada o corregida
por el proponente de acuerdo a sus necesidades. En caso de haber modificaciones de
diámetro posteriores, estas serán por cuenta del proponente.

En caso de que las canalizaciones se realicen en cañerías de acero zincado sobrepuesta


se fijarán a los muros mediante riel y abrazadera. Todos los acoplamientos de cañerías
entre sí deberá ejecutarse con una copla roscada. Toda llegada de cañerías a caja deberá
llevar tuerca y contratuerca con el propósito de fijar rígidamente la cañería.

Todo equipo se instalará con una caja de conexiones. Todas las conexiones se harán en
las regletas terminales de los equipos. En caso de conexiones en puntos intermedios,
éstas se deberán ejecutar en regletas de conexiones suministradas por el proponente.
Los materiales para conexiones deberán ser aprobados por la inspección técnica.

30.2.4.9.- Mano de obra y puesta en marcha.

Corresponde al valor de la mano de obra de la instalación, con sus imposiciones y leyes


sociales.

Marcas de referencia; Siemens, Samsung, Philips.

30.3.- SUMINISTRO DE MATERIALES Y MONTAJE DE EQUIPOS.

30.3.1.- Programa de trabajo.

El contratista deberá entregar junto a su oferta el programa de trabajo propuesto que


incluya tanto el proyecto como los trabajos de instalación.

El contratista deberá suministrar la mano de obra y todos los materiales y herramientas


requeridas para el montaje de los equipos.
El montaje de los equipos deberá ceñirse a lo indicado en los planos que debe elaborar
previamente el proveedor y aprobados por el mandante.

El contratista deberá realizar las pruebas de operación y calibración de los equipos


instalados, suministrando para ello la mano de obra, materiales y equipos necesarios.

30.3.2.- Pruebas

A.- Los equipos serán ensamblados y aprobados en el taller para asegurar el adecuado
funcionamiento de sus componentes de acuerdo a los procedimientos habituales del
fabricante, los cuales deberán ser indicados en la oferta.

B.- El proveedor deberá realizar las pruebas de operación y calibración de los equipos
instalados, suministrando para ello la mano de obra, materiales y equipos necesarios.

C.- El proveedor deberá confeccionar, previamente a las pruebas y con una anticipación
de 15 días, un protocolo de entrega de éstas, el que deberá ser aprobado por el
mandante.

D.- Las pruebas deben ser entregadas a la ITO


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30.3.3.- Sellos

Se consulta sellar con espumas ignífugas las aberturas en las losas y muros cortafuego,
tanto las pasadas de cañerías como las de bandejas portacables.

En las pasadas de cañerías se consulta un sello conformado por cinta de material


intumescente de 4 cm. de ancho en cada costado de la pasada, un relleno de lana mineral
entre ellas y una arandela metálica por cada lado de la pasada.

30.3.4.- Señalética standard.

El contratista debe proporcionar e instalar la señalética de seguridad correspondiente,


según se describe a continuación:

Plano enmarcado de edificio, indicando la posición de todos los equipos relevantes. Se


ubicará en la sala de control.

Letreros indicadores de la posición de los extintores, gabinetes de manguera y cualquier


otro elemento que deba ser identificado, color rojo, letras blancas.

Letreros indicando las puertas de escape, y sentido de escape color verde, letras blancas
según se detalla en ítem 30.1.11.1..

Los correspondientes a estos dos últimos ítems, deberán ser del tipo autoiluminados,
color verde de acuerdo a los planos de evacuación. Estarán conectados al alumbrado de
emergencia y tendrán baterías propias con actuación de alumbrado automático en caso
de cortarse la energía eléctrica. Todo lo anterior debe respetar la norma chilena Nch:
2111 Of.1999

Esta señalética de seguridad debe ser asimilada a la que diseñará el especialista para
todo el Edificio.

30.3.5.- Planos as built.

Antes de la recepción de las obras, el contratista deberá entregar al mandante planos As


Built de todas las instalaciones y la memoria de cálculo corregida con las modificaciones
efectuadas al proyecto original, con una copia transparente, una en papel bond y el
archivo magnético en Auto-Cad. Estos planos deben incluir los de montaje.

30.3.6.- Instrucciones de operación

El contratista deberá entregar al término de los trabajos, manuales de operación y folletos


de todos los componentes de los sistemas de extinción, además de proveer la
capacitación del personal que estará a cargo de la operación. Este entrenamiento deberá
incluir conceptos básicos de mantenimiento.

Para el entrenamiento deberá disponer de 24 horas divididas en tres jornadas cada una,
en dos semanas.
Todo este entrenamiento se debe grabar en video, que se entregará al administrador para
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su uso en el futuro.

30.4.- MANTENIMIENTO DE LOS SISTEMAS DE SEGURIDAD.

Se indica la necesidad de ejecutar el mantenimiento preventivo de todos los sistemas de


seguridad especificados, para así tener la seguridad de su funcionamiento en los
momentos de ocurrir los posibles siniestros.

Este mantenimiento se deberá contratar con una empresa externa, que debe acreditar la
experiencia necesaria.

Aparte se acompaña un programa de mantenimiento.

30.5.- CALIDADES DE LOS MATERIALES

30.5.1. SISTEMA DE DETECCIÓN DE INCENDIOS

Central de detección:

Panel de control de alarma contra incendios inteligente, para instalaciones de tamaño


mediano a grande. Diseño modular. Con uno a diez circuitos de línea de señalización.
Pantalla de cristal líquido (SLC) de 640 caracteres. Capaz de presentar información vital a
los operadores referente a una situación de incendio, el avance del incendio y los detalles
de la evacuación.

Características:

- Incluido en la lista de la Norma 864 de UL, 9.ª edición.


- De uno a diez Circuitos de línea de señalización (SLC) inteligentes aislados, estilo 4, 6 ó
7.
- Hasta 159 detectores y 159 módulo. 318 dispositivos por bucle.
- Pantalla grande LCD retroiluminada de 640 caracteres (16 líneas x 40 caracteres)
o sin
pantalla (un nodo en una red).
- Opción de red.
- Relés de alarma, problemas, seguridad y supervisión incorporados.
- Opción de Modo degradado incorporada. En caso de falla de la CPU, el sistema puede
generar
una alarma general si existe una condición de incendio.
- Los Programas semanales de ocupación permiten cambiar la sensibilidad por hora y día
de la
semana.
- DACT de 2.040 puntos universal opcional.
- Anunciadores.
- Incluidos gráficos personalizados.
- Archivo de historial con capacidad para 4.000 eventos en la memoria no volátil, más un
archivo
de sólo alarma separado para 1.000 eventos.
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- Los filtros del historial avanzados permiten la clasificación por evento, hora, fecha o
dirección.
- Selección de Verificación de alarma por punto, con conteo.
- Informes de Prueba de recorrido y Autoprogramación.
- Preseñal de Secuencia de alarma positiva (PAS).

- Opciones de temporizador Inhibidor de silencio y Silencio automático.


- Puntos de no-alarma para funciones de menor prioridad.
- ACK remoto/Silencio de señal/Reinicio del sistema/Simulacro a través de los módulos
de
monitoreo.
- Marca Notifier o equivalente técnico.

Capacidad del sistema:

- Circuitos inteligentes de línea de señalización 1 extensible a 10


- Detectores inteligentes.................................159 por bucle
- Módulos de control/monitoreo direccionables..159 por bucle
- Zonas de software programable ...................más de 2000
- Anunciadores.

Especificaciones:

- Entrada de alimentación primaria: AMPS-24: 120 VCA, 50/60 Hz, 3.0 amperios
AMPS-24E: 220/240 VCA, 50/60 Hz, 1.5 amperios
- Alimentación de salida total de 24 V: 4.5 A en alarma. NOTA: La fuente de alimentación
tiene
un total de 4.5 amperios de alimentación disponible.
- Alimentación para uso general: 1.0 A.
- Rango del cargador de batería: 25 AH – 200 AH. Use un gabinete separado para
baterías de
más de 25 Ah.
- Tasa de flote: 27.6 V.

Normas

La central de detección cumplirá con las siguientes normas de UL- y los requisitos de la
NFPA 72 para Sistemas de alarma contra incendios:
- UL 864 (incendio).
- UL 1076 (robo).

Central de extinción de incendios:

Panel de control de alarma contra incendios inteligente, para instalaciones de tamaño


mediano a grande. Diseño modular. Con uno a dos circuitos de línea de señalización.
Capaz de presentar información vital a los operadores referente a una situación de
incendio, el avance del incendio y los detalles de la evacuación. Especialmente concebida
para el control de los sistemas de extinción automática.

Características:
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- Incluido en la lista de la Norma 864 de UL, 9.ª edición.


- De uno a dos Circuitos de línea de señalización (SLC) inteligentes aislados.
- Hasta 159 detectores y 159 módulo. 318 dispositivos por bucle.
- Opción de red.
- Relés de alarma, problemas, seguridad y supervisión incorporados.
- Opción de Modo degradado incorporada. En caso de falla de la CPU, el sistema puede
generar
una alarma general si existe una condición de incendio.
- Los Programas semanales de ocupación permiten cambiar la sensibilidad por hora y día
de la
semana.
- DACT de 636 puntos universal opcional.
- Anunciadores.
- Incluidos gráficos personalizados.
- Archivo de historial con capacidad para 800 eventos en la memoria no volátil, más un
archivo
de sólo alarma separado para 200 eventos.
- Los filtros del historial avanzados permiten la clasificación por evento, hora, fecha o
dirección.
- Selección de Verificación de alarma por punto, con conteo.
- Informes de Prueba de recorrido y Autoprogramación.
- Preseñal de Secuencia de alarma positiva (PAS).
- Opciones de temporizador Inhibidor de silencio y Silencio automático.
- Puntos de no-alarma para funciones de menor prioridad.
- ACK remoto/Silencio de señal/Reinicio del sistema/Simulacro a través de los módulos
de
monitoreo.
- Marca Notifier o equivalente técnico.

Capacidad del sistema:

- Circuitos inteligentes de línea de señalización 1 extensible a 2.


- Detectores inteligentes.................................159 por bucle
- Módulos de control/monitoreo direccionables.. 159 por bucle
- Zonas de software programable ...................99.
- Anunciadores.

Especificaciones:

- Entrada de alimentación primaria: CPU2-640: 120 VCA, 50/60 Hz, 3.0 amperios
CPU2-640: 220/240 VCA, 50/60 Hz, 1.5 amperios
- Alimentación de salida total de 24 V: 4.5 A en alarma. NOTA: La fuente de alimentación
tiene un total de 4.5 amperios de alimentación disponible.
- Alimentación para uso general: 1.0 A.
- Rango del cargador de batería: 25 AH – 200 AH. Use un gabinete separado para
baterías de más de 25 Ah.
- Tasa de flote: 27.6 V.

Normas
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La central de extinción de incendios cumple con las siguientes normas de UL- y los
requisitos de la NFPA 72 para Sistemas de alarma contra incendios:
- UL 864 (incendio).
- UL 1076 (robo).

Detector de Humo:

Funciones:

- Detección de humo analógico/direccionable


- Elegante carcasa de perfil bajo (1,66"/42,164 mm de altura).
- Las luces LED duales de dos colores (rojo/verde) titilan en verde cuando el
funcionamiento es normal y permanecen continuas en rojo durante una alarma.

Especificaciones

- Rango de voltaje operativo: pico de 15 a 32 VCC.


- Corriente stand by promedio máxima: 230 μA a 24 VCC (sin comunicación). 330 μA a
24 VCC
(una comunicación cada 5 segundos con luz LED intermitente activada).
- Corriente máxima de la alarma: 6.5 mA a 24 VCC (LED “ON”).
- Rango de humedad operativa: 10% a 93% de humedad relativa, sin
condensación.
- Rango de temperatura operativa: 0° a 38°C (32° a 100°F).
- Resistencia del lazo: 40 ohms máximos.
- Dimensiones: Altura: 1,66 pulgadas (42,16 mm) instalado en base. Diámetro: 4,0
pulgadas
(154,94 mm) instalado en base 4 pulgadas (101,6 mm). Peso: 5,6 onzas (102 g).
- Marca Notifier o equivalente técnico.

Aprobaciones y listados de las agencias de control

- Listado en UL
- Aprobado por FM

Detector Térmico:

Especificaciones:

- Tecnología moderna de termistor para rápida respuesta.


- Modelo de tasa de aumento (FST-851R), 15°F (8.3°C)/minuto • Tarado de fábrica
a
135°F (57°C); modelo alta temperatura a 190°F (88°C).
- Dispositivo direccionable.
- Entrada directa de dirección para lazos FlashScan 01-159, y para lazos modo 01-99
CLIP.
- Conexión con dos cables SLC
- Luz LED visible cada vez que la unidad es monitoreada.
- Interruptor de test funcional activado por imán externo.
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- 94-5V ratio de inflamabilidad.

Especificaciones

- Tamaño: 2.1" (5.3 cm) alto x 4.1" (10.4 cm) de diámetro, 6.1" (15.5 cm) de diámetro
instalado
en base.
- Rango operacional de temperaturas: – 20°C a 38°C (–4°F a 100°F); –20°C a 66°C (–4°F
a
150°F).
- Humedad relativa: 10% – 93% sin condensación
- Clasificaciones térmicas: Consigna de temperatura fija 135°F (57°C), rango de aumento
de
temperatura 15°F (8.3°C) por minuto, calor a alta temperatura 190°F (88°C).
- Rango de voltaje: 15 - 32 volts DC máximo.
- LED corriente (max.): 6.5 mA @ 24 VDC (“ON”).
- Marca Notifier o equivalente técnico.

Aprobaciones y listados de las agencias de control:


- Listado en UL
- Aprobado por FM

Fuente alimentación Remota:

Funciones:
- Funciona como un “seguidor de sincronización” o como un “generador de sincronización”
(pre-
determinado por la fábrica).
- Contiene dos circuitos de control/entrada completamente aislados, activados por el NAC
del
FACP (modo expansor NAC) o colocado permanentemente como “ON” (modo
autónomo).
- Salida de carga completa de 6 amperios o de 8 amperios, con circuito/máximo de 3
amperios,
en modo expansor NAC.
- Salida continua de 4 amp o de 6 amp en modo autónomo.
- Compatible con salidas codificadas; salida de señal.
- Relé de supervisión de energía opcional.
- En modo autónomo, los circuitos de energía de salida pueden ser configurados como:
con
capacidad de restablecimiento, (línea de reset del FACP requerida), sin capacidad de
restablecimiento o una combinación de dos en dos.
- Salida de energía completamente regulada y filtrada. Óptima para el uso de detectores
de
humo de cuatro cables, anunciadores y otros periféricos del sistema que requieren
energía
regulada/filtrada.
- La tecnología de limitación de energía está en conformidad con los
requerimientos
de limitación de energía de UL.
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- Relé de falta normalmente cerrado de Formato C.


- Fuente de alimentación, batería y NAC totalmente supervisados.
- Detección seleccionable de falta de tierra.
- Informe seleccionable sobre problemas de CA para retardo inmediato de 2 horas.
- Funciona con casi cualquier control de alarme contra incendios que utilice un circuito de
notificación.
- Marca Notifier o equivalente técnico.

Especificaciones

Energía principal (CA):


- 120 VCA, 60 Hz, máximo de 3,2A.
- Cumplimento del cable: Mínimo de #14 AWG (2.0mm2) con aislamiento de 600V.
- Circuito de entrada de control:
- Voltaje de entrada activadora: 9 a 32 VCC.
- Energía activadora: 2,0 mA (16 - 32 V); Por entrada: 1,0 mA (9 - 16 V).
- Potencia de contacto de falta: 5 A a 24 VCC.

Salida de energía auxiliar: Máximo de 500 mA de energía para aplicación específica.

Circuitos de salida:
- 24 VCC filtrada, regulada.
- Máximo de 3,0 A para cualquier circuito.
- Energía continúa para todas las salidas (modo autónomo):
- Máximo de 4,0 A.

Normas y códigos: Normas: NFPA 72.

Módulo control una entrada:

- Módulo Algorítmico con microprocesador incorporado.


- Una entrada supervisada de señal, Contacto Seco N/A en clase B.
- Direccionamiento electrónico, uso de una dirección de Lazo.
- Alimentación para su funcionamiento, del propio lazo de detección.
- Memoria no volátil de almacenamiento: datos y parámetros.
- Auto testeo de funcionamiento.
- Dos LED: uno rojo para indicar alarma y uno verde de operación.
- Acorde a los estándares UL.
- Montaje superficial, para uso interno.
- Construido en polímero de alto impacto color blanco.
- Marca Notifier o equivalente técnico.

Retenedor Electromagnético 40 Kg. con botón:

- Funcionamiento mediante alimentación a 24 Vcc de la bobina.


- Poder de retención 40daN (Apróx. 40 Kg)
- Botón de color rojo para liberación del retenedor.
- Incluye Placa de sujeción con rótula plástica.
- Caja de acero pintada en gris, montaje superficial.
- Protección eléctrica de Grado III
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- Acorde a los estándares UL.

Pulsador de Alarma superficial:

- Pulsador Algorítmico.
- Formato Americano, de doble acción y simple estado.
- Montaje superficial.
- Construido en zinc metal de alta resistencia.
- Color Rojo.
- Acorde a los estándares UL.
- Marca Notifier o equivalente técnico.
Sirena con flash color rojo:

- Nivel de salida seleccionable, hasta 110 dB a 1m.


- Flash estroboscópico de alta luminosidad.
- Construida en plástico ABS de alto impacto.
- Reducidas dimensiones.
- Precisa de alimentación a 24 Vcc.
- Acorde a los estándares UL.
- Marca Notifier o equivalente técnico.

Cableado detección:

- Conductor de cobre desnudo


- Aislamiento de Polipropileno.
- Funda exterior de PVC.
- Rango operativo de temperaturas -20ºC a 75ºC.
- UL rango de temperaturas: 75ºC
- Acorde a los estándares UL.
- Libre de Halógenos y no propagador de la llama.
- Marca Belden o equivalente técnico.

30.5.2.- GRUPO DE BOMBEO AGUA CONTRA INCENDIOS

Grupo de presión, para red de protección contra incendios, homologado por UL/FM y
certificado NFPA 20, compuesto por una bomba eléctrica principal una bomba diesel
principal y una jockey eléctrica, para las siguientes características:
- Caudal nominal de cada bomba eléctrica principal: 218 m3/h
- Altura manométrica nominal: 90 m. c.d.a.
- Bomba marca Grundfos, modelo HSEF 5-11 o equivalente técnica.

Se incluirá el cableado y elementos necesarios para captura de señales en cuadro


eléctrico de marcha-paro de bombas, avería, disparo protecciones y presencia/falta de
tensión para el sistema de detección de incendios, etiquetado y acabado final de los
elementos conforme a normativa vigente NFPA, conexionado eléctrico y cableado y
conexionado para señalización de alarmas homologadas en la centralita de incendios

30.5.3. ROCIADORES AUTOMÁTICOS


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Puesto control Red Húmeda:

En condiciones normales de operación las tuberías de agua están llenas de agua. Cuando
se produce un incendio, el calor generado provoca la actuación de un rociador lo que
permite que fluya el agua. Se actúa el detector de flujo por el paso del agua. La paleta del
detector de flujo que normalmente está en reposo en el interior de la tubería, se desplaza
produciendo la actuación del dispositivo neumático de retardo, que abre o cierra un
microinterruptor una vez transcurrido el tiempo de retardo. Esta acción hace que suene
una alarma eléctrica. Las alarmas continuarán sonando hasta que manualmente se
cierre el paso del agua.

Descripción:

La válvula de alarma actúa como una válvula de retención, manteniendo el agua a


presión aguas abajo de la clapeta, y evitando el flujo en el sentido inverso desde las
tuberías del sistema de rociadores automáticos.

La válvula está diseñada para generar una alarma siempre que se mantenga un flujo de
agua (como el que se genera cuando se abre un rociador), actuando un motor hidráulico
opcional y/o un presostato. Un by-pass exterior evita la generación de falsas alarmas
causadas por pequeños caudales. La Válvula de Alarma puede montarse horizontalmente
o verticalmente en sistemas de rociadores de tubería mojada, tanto de acometida de agua
de presión constante como de presión variable. La válvula puede utilizarse en sistemas de
presión variable instalando una cámara de retardo, opcional al conjunto estándar de
accesorios (trim). Se suministra con ambas conexiones bridadas, entrada bridada y salida
ranurada y ambas ranuradas.

Características:

- Cuerpo de Acero Dúctil para hacerla más ligera y más resistente.


- Clapeta con junta de goma, con bisagra en la tapa de acceso, para facilitar su
desmontaje y revisión.
- Todas sus partes móviles pueden revisarse sin necesidad de desmontar la
válvula de la instalación.
- Con el conjunto tapa/clapeta desmontado, el cambio del asiento de goma de la clapeta
requiere sólo quitar un único tornillo.
- Dispone de by-pass externo para minimizar el movimiento de la clapeta y la posible
generación de falsas alarmas.
- El trim permite la instalación de un presostato opcional para activar y mantener la
señal de alarma en un panel de alarmas eléctrico y/o en una alarma remota.
- Puede instalarse en sistemas de suministro a presión constante o de presión variable.
- Puede instalarse en posición vertical o en posición horizontal.
- El cuerpo de la válvula dispone de conexiones para manómetros en la entrada y en la
salida, para dispositivos de alarma y para el drenaje principal del sistema.
- El conjunto de accesorios (trim), incluye la válvula de prueba de alarmas, para realizar
la prueba sin necesidad de disminuir la presión del sistema.
- Marca Viking, modelo J-1 o equivalente técnico.

Listado y aprobaciones:
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- Listado UL.
- Aprobado FM

Cañería de acero negro:

Cañería de acero negro de diversos diámetros, sin costura para ser usadas en redes de
sprinklers ASTM A795 roscado, pintado de rojo, con grado de dificultad medio y colocado
superficialmente, con la correspondiente señalización.

Rociador colgante oculto respuesta estándar y rápida ½” K=80 l/minxbar (5,6


usgpm/psi), 68°C (155ºF), placa de cierre 57ºC (135ºF).

Sprinkler colgante oculto caracterizado por la presencia de una placa de cierre


diseñada para ocultar el rociador. Cuerpo de Bronce, campana de soporte de acero
cromado, varillas guía de acero inoxidable, deflector de cobre, tapa de bronce o cobre,
placa de cierre en latón, retenedor en latón y muelle de expulsión en acero inoxidable.

Temperatura nominal del rociador 68°C y de la placa de cierre de 57ºC , con orificio de
½”, respuesta estándar y rápida, cobertura extendida, factor K=5.6. Homologados UL,VDS
y FM Incluso manguitos, velas, tubería de ramal 1", con todos sus accesorios como son
codos, tes, juntas, soportes...

Marca Tyco, Serie RFII o equivalente técnico.

Rociador respuesta Std. K=5.6, 68°C, 1/2":

Sprinkler a la vista semi-embutidos con terminación de esmalte poliéster color blanco,


temperatura a 68° C, con orificio de ½”, respuesta standard, cobertura extendida, factor
K=5.6. Homologados UL,VDS y FM Incluso manguitos, velas, tubería de ramal 1", con
todos sus accesorios como son codos, tes, juntas, soportes...

Marcy Tyco, Serie TY-B o equivalente técnico.

Soportación antisísmica:

Soportación antisísmica de equipos, fittings y cañerías.

Boca siamesa:

Boca siamesa con una entrada gemela con dos bocas de 75 mm., provistas de
acoplamiento storz, con tapa y cadena de seguridad. Entrada con doble clapeta de
retención.

Marca de referencia Dixon Fire, modelo Powhatan 6x3x3 o equivalente técnico.

30.5.4. EXTINTORES
Extintor polvo ABC:

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Extintor de polvo químico seco ABC de 6kg. De cuerpo de acero de alta calidad. Válvula
con cuerpo de latón, con anilla de seguridad y precinto. Capacidad de apague:
10 A - 40 B: C.

Marca Auca, modelo PP6HDI o equivalente técnico.

Extintor CO2:

Extintor portátil de CO2 de 5 Kg. De cuerpo de acero de alta calidad. Válvula con cuerpo
de latón, con anilla de seguridad y precinto. Capacidad de apague 10 B:C. Tiempo de
descarga: 17 segundos.

Marca Auca, modelo CO2 5 Kg. o equivalente técnico.

Extintor fm 200. Tubo sensor

Extintor con gas FM200 automático, descarga por tubo sensor. Compuesto por tubo
flexible presurizado, para la detección del incendio y descarga del agente extintor. Cuando
el incendio se inicia, el aumento de temperatura rompe el tubo.
Esta rotura hace el efecto difusor y descarga el agente extintor de forma rápida y precisa.

- Agente extintor: GAS. HFC223ea


- Temperatura rotura tubo: 80-110ºC.
- Longitud máxima del tubo: 20-25 m.
- Propelente: Nitrógeno.
- Marca Firetrace.

30.5.5. SISTEMA AUTOMÁTICO DE EXTINCIÓN DE INCENDIOS POR GAS


INERTE
Sistema de detección

El sistema de detección asociado a la extinción automática estará compuesto por:


Unidades de Central de extinción de un riesgo.
Certificada según EN12094:1, EN54/2 y EN54/4.

La central de extinción convencional incluye dos microprocesadores de control de


operaciones para mayor seguridad y tiene capacidad para gestionar un solo riesgo de
extinción.

Admitirá hasta tres zonas de detección: tercera zona configurable para pulsador de
disparo o zona convencional.

Puede gestionar hasta dos circuitos de extinción: el segundo circuito puede ser
independiente para una preactivación.

Debe cumplir las siguientes CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:


- Temporización de la señal de extinción
- Señal de Flujo de agente extintor. Flujo
- Supervisón del estado de los componentes. Baja Presión
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- Dispositivo de retención de urgencia


- Activación de dispositivos de alarma con diferentes señales
- Llave para modo funcionamiento Manual, Automático o Anulado
- Incluirá Pulsador de Disparo Frontal
- Entrada para Pulsador de Espera
- Entrada de Aborto (Paro mecánico)
- Entrada de Caudal/Flujo
- Entrada de Baja Presión
- Entrada de Puerta Abierta
- Relés de:Avería General, Preactivación (prealarma), Activación (alarma), En fase
de
Extinción, Estado de Extinción 1) Anulada, 2) Manual o 3) Automático, Avería en
Extinción,
Caudal Flujo
- Salidas de Colector Abierto:
- Extinción en Modo Espera, Extinción Parada (Abort)
- Entrada Remota NA/NC con indicación interior por led para:
- Rearme Remoto, Evacuación, Silenciar Sirenas y Zumbador, Activar / Anular Retardos,
Silenciar Zumbador
- Indicación de (00-60) Segundos antes de activar la Extinción
- Indicación de Extinción en Proceso y Realizada
- Recuperación de histórico desde PC (requiere VSN-RS232)
- Permite monitorización remota a través de diversos tipos de conectores TG-IP, usando
direcciones IP, RP-CRA, permite conexión telefónica e incluso a receptora.
- Marca Notifier o equivalente técnico.

Unidades Detector de aspiración con cámara de alta sensibilidad láser.

Características:

- Mantenimiento en campo por sustitución de filtro y protector de emisor de láser.


- Una o dos zonas de detección a través de dos tuberías.
- 100 metros de longitud cada una (tubería 25 mm. de Exterior).
Cuatro niveles de alarma programables, alerta, acción, fuego 1 y fuego 2.
- Cada zona de detección dispone de relés de salida para ejecutar maniobras.
- Turbina de alta presión de 2.000 pascales, regulable en campo.
- Dispone de conexión IP para configuración a través de Internet (Web broser).
- Marca Notifier o equivalente técnico.

Unidades de Pulsador Disparo Extinción Rearmable, color amarillo

Compuesto por:

- Tapa transparente basculante.


- Base de montaje superficial de color amarillo.
- Lámina de plástico rearmable.
- Llave de rearme de la unidad.

Unidades de Pulsador rearmable de alarma, Paro de extinción, color blanco

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Compuesto por:

- Tapa transparente basculante.


- Base de montaje superficial de color blanco.
- Lámina de plástico rearmable.
- Llave de rearme de la unidad.

Unidades de rótulo luminoso indicador de extinción disparada.

Características:

- Precisa de alimentación de 24Vcc, de bajo consumo 300mA


- Zumbador interior de 80 dB
- Lámpara de incandescencia.

Unidades de Campana de alarma 6".

Características:

- Precisa de alimentación de 24Vcc, de bajo consumo 30mA


- Pintada en color rojo.
- Uso interior.
- Cañería para sistemas de aspiración. Características:
- Tubo homologado para sistemas de detección de humo por aspiración.
- Fabricado en plástico ABS de Ø3/4”
- Diseñado específicamente para el montaje de la red de tubería de los sistemas de
detección
de humo por aspiración
- Baja presión y gran caudal.
- Color rojo.
- Codos empalmes y sujeciones.

Sistema de extinción:

El sistema de extinción automática estará compuesto por:

- Cilindros Modulares de 120 litros de HFC-227190-00 HFC-227. El número total


dependerá del
volumen del recinto a proteger.
- 1 Disparo manual simple AP LPG-LPCB
- 1 Solenoide 13W/24 V alta presión
- 2 Herrajes para cilindro 120L
- 1 Latiguillo rígido 11/2 modular LPG-190
- 1 Juego de etiquetas de local protegido
- kg de HFC-227. El número total de kg dependerá del volumen de la estancia a proteger.
- Difusores de acero cromados 360º 1 1/4". El número total de difusores
dependerá de la
geometría de la sala a proteger.
- Diafragmas difusor de inoxidable 1 1 /4" calibrados. El número total de
diafragmas
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dependerá de la geometría de la sala a proteger.


- ml tubería acero estirado sin soldadura Sch 40,de diversos diámetros, con accesorios
forjados de 600 libras
- Marca LPG o equivalente técnico.

30.5.6. SISTEMA EXTINCIÓN INCENDIOS DE HELIPUERTO

Los elementos incluidos en este capítulo son los siguientes:


Monitor:

Características:

- Cuerpo en acero inoxidable.


- Rótula de acero inoxidable, montada sobre esferas en bronce fosforoso y provista
de
engrasador.
- Presión de diseño 16 bar.
- Presión de trabajo máxima (aconsejada) 12 bar.
- Rotación: 360º.
- Acabado pintura epoxi, color rojo.
- Marca Sabo, modelo KM-L-2SX o equivalente técnico.

Lanza:

Características:

- Cuerpo en acero inoxidable.


- Conjunto de succión en aleación ligera anodizada.
- Inyector en latón.
- Válvula de aspiración de espumógeno con dispositivo de regulación de
dosificación ( 0-
3% - 6%).
- Marca Sabo, modelo SE-LS-A-10-25G o equivalente técnico.

Espumógeno:

Características:

- Espumógeno basado en la última tecnología de compuestos fluorados y


tensoactivos.
- Diseñado para utilizarse a una dosificación al 3% ( 3 litros de espumógeno por 97 litros
de
agua) tanto para fuegos de hidrocarburos como disolventes en agua dulce, salada o
dura.
- Marca Sabo, modelo HYDRAL AR 3-3M o equivalente técnico.

30.5.7. RED DE GRIFOS EXTERIORES

Dentro de esta capítulo se incluyen los siguientes materiales:


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Grifo exterior:

Grifo exterior antihelada y antirrotura. Incluye Tuerca de tope localizada en la parte


superior del hidrante, base de la junta mecánica de 6"" es de hierro dúctil conexión de
bronce a bronce, rotación fácil de 360º de la sección de boquillas, llave de desensamblado
manuable y ligera. Compresión directa cierre rápido Cámara de lubricación sellada. Barril
inferior es de alta resistencia y de hierro dúctil centrifugado.

Cañería de acero galvanizado 6":

Cañería de acero galvanizado ASTM A 795 sin soldadura de 6 " de diámetro nominal,
homologado, roscado, pintado de rojo, con grado de dificultad medio y colocado
superficialmente, con la correspondiente señalización.

Válvula de compuerta con poste indicador:

Válvula de compuerta red enterrada, con poste indicador vertical, homologada FM, ø:6 ""
PN-16, construida el cuerpo en fundición con recubrimiento epoxi, incluso bridas, juntas
y montaje.

Tubería de HDPE 6":

Cañería de polietileno PN-16 , de diámetro 6"", incluyendo parte proporcional de


accesorios y elementos necesarios para montaje.

30.5.8. RED HÚMEDA

Dentro de esta capítulo se incluyen los siguientes materiales:

Cañerías de acero negro:

Cañerías de acero negro de diversos diámetros, según planos, sin costura para ser
usadas en redes húmedas ASTM A795 roscado, pintado de rojo, con grado de
dificultad medio y colocado superficialmente, con la correspondiente señalización.
Totalmente terminada, completa y funcionando según normativa vigente.

Gabinete de 25 mm:

Para empotrar en paramentos verticales, en armario metálico de acero inoxidable, con


marco tapajuntas, puerta ciega con bisagras frontales integradas. Compuesto de
devanadera en latón con elementos de sujeción para manguera de 20 m. y diámetro 25
mm. Lanza de latón de tres efectos de diámetro 25 mm. Manómetro con esfera graduada.
Válvula de globo de latón de asiento de acero inoxidable de 90º con volante con
desmultiplicador y juego de racores de conexión tipo storz de 25 mm.
Marca Tipsa, modelo Chesterfire 25/8 o equivalente técnico.

Gabinete 45 mm:

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Gabinete de 45 mm para adosar en paramentos verticales, en armario metálico de acero


inoxidable, con marco tapajuntas, puerta ciega con bisagras frontales integradas.
Compuesto de devanadera en latón con elementos de sujeción para manguera de 20 m. y
diámetro 45 mm. Lanza de latón de tres efectos de diámetro 45 mm. Manómetro con
esfera graduada. Válvula de globo de latón de asiento de acero inoxidable de 90º con
volante con desmultiplicador y juego de racores de conexión tipo storz de 45 mm.
Marca Tipsa, modelo Chesterfire 45/2S o equivalente técnico.

Válvula reductora de la presión:

Válvula reductora de la presión para mantener la “presión de consigna” de la red. Capaz


de ser instalada en cualquier orientación. Revestimiento estándar interno y externo de
nylon. Membrana interior de una sola pieza. Capacidad de modificar la “presión de
consigna” en campo. Listada por UL. Homologada por FM. Cuerpo en hierro dúctil según
ASTM A536-77. Membrana de caucho natural según ASTM D2000, reforzado con fibra de
nylon. Filtro de latón y acero inoxidable. Manómetros con caja de acero inoxidable.

Marca Tyco, modelo PRV-1 o equivalente técnico.

30.5.9. RED SECA

Dentro de esta capítulo se incluyen los siguientes materiales:

Conexión exterior:

Conexión externa gemela para la conexión desde un carro bomba. Con su


correspondiente llave de globo angular de 45º o llave de bola, rematada en uniones Storz
de 75 mm. (3”). Ubicada en el interior de cabina metálica con puerta ciega en acero
inoxidable, con el rótulo “USO EXCLUSIVO BOMBEROS”. Realizada en aleación de
aluminio y con un acabado rojo RAL 3000.

Cañería de acero galvanizado 4":

Cañería de acero galvanizado ASTM A 795 sin soldadura de 4 " de diámetro nominal,
homologado, roscado, pintado de rojo, con grado de dificultad medio y colocado
superficialmente, con la correspondiente señalización. Totalmente terminada, completa y
funcionando según normativa vigente.

Conexión interior:

Conexión interior compuesta por dos bocas siamesas de 75 mm. provistas de sendas
válvulas de retención o válvulas bola con válvulas de retención en la vertical, o bifurcación
con chapaleta de desviación según DIN 14.361. Las bocas se rematarán en uniones tipo
Storz que permitan el acople de la unión Storz DIN 14.322. Cada una de ellas tendrá su
correspondiente tapa Storz, asegurada con cadenilla. Ubicada en el interior de cabina
metálica con puerta ciega en acero inoxidable, con el rótulo “USO EXCLUSIVO
BOMBEROS”. Realizada en aleación de aluminio y con un acabado rojo RAL 3000.

30.5.10. SISTEMA EXTINCIÓN PARA CAMPANAS DE COCINA

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Los sistemas de extinción en cocina constan de un sistema de almacenamiento, un


sistema de distribución y difusores de descarga, todos ellos asociados a un sistema de
detección y actuación.

Características:

Cilindros: Con volúmenes de 12 y 25 litros. Acabado exterior con recubrimiento anti-


corrrosión, con una capa de pintura epoxi. Dotado de válvula de disparo que permite
efectuar la descarga al recibir la señal de disparo.

Panel de control: Capaz de recibir las señales del resto de componente de la


instalación, convirtiéndolas en alarmas. Activando los mecanismos de extinción que
correspondan dependiendo del tipo de evento.

Sonda Térmica: Relé de temperatura regulable, que permite adaptar el umbral de


detección, dependiendo de la temperatura máxima de trabajo de la cocina.

Armario para cilindro: De acero inoxidable preparado para anclar a pared.

Sistema de disparo manual/térmico: Capaz de activar la descarga del cilindro


autónomo.

Difusores: Permiten la descarga homogénea y eficaz. Instalados directamente en la red


de distribución. Contienen filtro y tapa protectora en acero inoxidable, evitando la entrada
de suciedad en el sistema.

Marca LPG, Sistema Protek o equivalente técnico.

30.5.11. SISTEMA CCTV

A continuación se enumeran los elementos del sistema de CCTV

30.5.11.1. Cámaras CCTV

- Cámara minidomo IP día/noche (Bosch / NDN-921-V03-P )

- Cámara PTZ IP exterior con carcasa tipo burbuja transparente. Protección


antivandálica. (Bosch / VG5-836-ECEV, VG4-A-9543, VGA-ROOF-MOUNT, VG4-
APSU1@4, VG4-A-PA1@4).

30.5.11.2. Accesorios CCTV

- Estación de trabajo (Bosch / MHW-WZ4R0-NGUS, MBV-BPRO-30, MBV-XCHAN- 30)


- Estación de trabajo, gran porte con NVIDIA Quadro 4000 2GB Video. Incluye
dos monitores TFT de 30”

- Teclado multiusos estación de trabajo (Bosch / KBD-DIGITAL)


- Teclado multiuso de funciones completas que se utilizan para controla y
programar el sistema. Además, cuenta con un joystick incorporado con
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funciones de giro, inclinación y zoom (PTZ) de velocidad variable.

- Servidor para VRM (Bosch / MHW-S380R7-MCUS)


- Servidor de gestión del sistema de CCTV. Ofrece la memoria y el rendimiento
necesarios para las dimensiones del sistema. Densidad de 2U y 19" con un
sistema de guías de despliegue rápido que incluye guías deslizantes universales.
Fuentes de alimentación y ventiladores de conexión en caliente. Procesador Intel
Xeon E5606 de núcleo cuádruple y última generación (2,13 GHz, caché de 8MB
L3, 80W, DDR3-1066) y módulos DIMM registrados de 4GB (2x2GB) PC3-10600R
(ejecución a 1066MHz). Con 6 puertos Gigabit ethernet: 2 adaptadores de servidor
gigabit de puerto dual y multifuncionales HP NC382i y 1 adaptador de servidor
gigabit de puerto dual PCIe NC382T

- Array almacenamiento ISCI (Bosch / DLA-AIOXL1-08AT)


- Solución de gestión de grabación todo en uno para sistemas de vigilancia en red
de hasta 128 canales. Es un dispositivo de almacenamiento IP inteligente que
elimina la necesidad de hardware de almacenamiento y servidor NVR (Network
Video Recorder).

- Software gestión sistema video (Incluido en estación de trabajo)


- Sistema de gestión de vídeo basado en la arquitectura Cliente/Servidor, con
gestión integral de usuarios, gestión de alarmas, control de estado y configuración.

30.5.11.3. Sistema de visualización CCTV

- Monitores TFT de mínimo 30”. (Dell / 3007WFP 30" TFT)

- Ordenador de sobremesa con tarjeta gráfica para dos salidas de monitor para
visualización de CCTV (Dell / Optiplex 9010)

30.5.11.4. Infraestructura exterior

- Poste metálico de 3 m de altura de acero galvanizado en caliente de 4 mm de grueso y


sección octogonal. Colocado en zapata de hormigón HM-20.

30.5.12. SISTEMA DE CONTROL DE ACCESOS

El sistema de control de accesos cuenta con:

30.5.12.1. Controlador de accesos y lectores

- Interfaz para lectoras Wiegand (Bosch / AMC2 4W-NET-CF / AMC (carcasa) / PBC- 60
(fuente de poder)
- Cuatro interfaces de lectora de tarjetas Wiegand, conexión de red al sistema host y
memoria Compact Flash (2 GB).

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- Tarjeta de ampliación para interface lectoras Wiegand (Bosch / AMC2 4W-EXT)


- Tarjeta de Ampliación Wiegand. El módulo de ampliación está equipado con cuatro
interfaces de lector de tipo Wiegand, ocho entradas y ocho salidas. Gracias a
estas características, este permite doblar el número de lectores de dispositivo de 4
a 8.

- Lector tarjetas de acceso Wiegand (Bosch / ARDR10 iClass Mullion Reader)


- Lectora iClass formato Mullion que ofrece los beneficios de una tecnología de
tarjeta inteligente sin contactos y tecnología de proximidad. La tecnología de
tarjeta inteligente provee una seguridad superior y una plataforma de 13.56 MHz
de velocidad.

- Lector tarjetas de acceso Wiegand con teclado (Bosch / ARD-RK40)


- Lectora de control de accesos sin contacto con tecnología 13,56 MHz para
conectarla a un controlador de accesos con interfaces RS485. Incluye teclado

- Interfaz extensión 16 entradas / 16 salidas (Bosch / API-AMC2-16IOE)


- Tarjeta de ampliación de 16 entradas/salidas, hasta 3 por controlador.

- Contacto magnético superficie gran distancia (Bosch / ISN-CSM35-W)

- Cerradero electromagnético de 600 lb ( Bosch / AXE-600LED)

- Cable RS-485 (Automation Direct, L19827)


- Cable de un par blindado AWG 24(0,25 mm2 de sección) de cobre estañado
aislado en polietileno para aplicaciones en RS 485.

- Todos los cables deben cumplir con la normativa IEC 60754 (halógenos y gases
tóxicos) y IEC 60332-3 (no propagación de incendios).

30.5.12.2. Equipo central para control de accesos

- Software para control de accesos (Bosch / ASL-APE2P-BEXT y ASL-APE2P-RDR)


- Licencia Ampliada. 2 clientes, 64 lectoras, 10.000 tarjetas. Funciona en una PC
estándar con sistema operativo Windows (Windows 2008 Server, Windows 7,
Windows XP SP2 Professional). Se puede tratar de una estación de trabajo única
o un sistema cliente-servidor con un servidor central y estaciones de trabajo
remotas

- Tarjetas de proximidad 2K para lector (Bosch / ACD-IC2K26-50)


- Tarjeta iClass 2K, 26 bit (50 unidades)

- PC control y altas con monitor (Dell/ Optiplex 990)


- Workstation i7, 8Gb de Ram, 1Tb DD, Pantalla 21"

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- Servidor control de accesos tipo rack (Dell / R210)


- Servidor de rack 1U, Quad Core, 8 GB Ram, 2DD de 500GB

- Impresora tarjetas control de accesos (Fargo / DTC1000)


- Equipo de impresión para tarjetas de acceso. Impresora de sublimación color de
borde a borde a una sola cara sobre tarjetas de PVC con alimentador automático. ·
Driver MS-Windows 98/Me/2000/XP y plataforma abierta para sistemas operativos
No Windows (por ejemplo Linux). · Velocidad de impresión hasta 160 Tarjetas /
Hora en Color.

- Vía entrada o salida estacionamiento (Bosch y Came / 001G6010, 001G0601,


001G0461, MATRIXIIS1224 Single, 001G06080, 001CSSN, 001DIR-LN, 001DIR10,
VIP-XIXF-E, REG-X-816-XE, SDC-422R) Vía de entrada, compuesta por:

- Barrera automática de acero inoxidable con motorreductor de 24V D.C. para pasos
con luz neta hasta 4m. Tiempo de apertura regulable de 2 a 6s.
- Mástil de aluminio de sección rectangular 40x100x6850 mm.
- Paquete de 6 lámparas de señalización de 24V para mástiles rectangulares.
- Lazo inductivo detector de paso de coche
- Fotocélulas de rayo infrarrojo
- Columna de aluminio anodizado negro h = 0.5 m.

30.5.13. SISTEMA DE INTRUSIÓN

Los elementos utilizados en este sistema de intrusión van a ser:

- Detectores volumétricos doble tecnología. Detector de infrarrojos y radar. (Risco


Group/ IWISE DT 15)

- Módulo expansor zonas, (Caddx/NX216E) con las siguientes características:


- Conexión a bus ABD de central de alarma de intrusión.
- Identificación de hasta 30 multiplexores de direccionamiento en el mismo bus
- Temperatura de trabajo: -20ºC a +50ºC.
- Alimentación: a 12 VCC

- Central de intrusión (Caddx/NX8ELX)


- Central de alarmas microprocesada y bidireccional, de 8-16 zonas (ampliable
hasta 192 zonas). Posibilidad de zonas cableadas y vía radio supervisadas.
Admite detectores de incendio de 2 hilos a 12 voltios. 8 particiones reales con sus
propios temporizadores y códigos de abonado para receptora. 240 usuarios.
Memoria de 512 eventos. Formatos de transmisión SIA, Contact ID, 4+2, etc. 4
salidas por colector abierto ampliables con 64 más. 2 salidas relé (1 NC y 1 NA).
Admite hasta 8 teclados por partición, máximo 32. Bus de comunicaciones de 3
hilos (hasta 800m, ampliables). Admite 32 elementos en el bus (incluyendo los

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teclados). Incorpora puerto serie RS232. Caja metálica con slots de ampliación.
Fuente de alimentación de 2 A.

- Cable para transmisión de datos de 4 pares

- Con las mismas especificaciones que las indicadas en el apartado de cableado


estructurado. (Brandrex / MVD_C0201)

30.5.14. CONTROL DE ASISTENCIA BIOMÉTRICO

Sistema de control horario del personal del hospital de consta de varios lectores
biométricos situados en las puertas de acceso del personal y un sistema de gestión para
el seguimiento y control de estos horarios.

Compuesto principalmente por los siguientes elementos:

- Lector biométrico. (Safescan / TA-850)


- Sensor de huella digital de alta velocidad con pantalla 3" LCD (128x64 píxels),
registro de hasta 5.000 usuarios y 80.000 grabaciones de horas.

- Software control horarios. (Safescan / TA Software)


- Interfaz intuitiva con botones gráficos claramente definidos. Informes periódicos
por departamento o empleado, horas extras, incidencias, etc.
- Compatible con: Windows XP, Windows Vista, Windows 7, Windows 8, Server
2003/2008

Jorge Dalmazzo Bonet


arquitecto

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