Vous êtes sur la page 1sur 50

XXII EXAME DE ORDEM

DIREITO ADMINISTRATIVO

PROF.ª LICÍNIA ROSSI


Princípios da Administração

● LIMPE – art. 37 da CF

● Princípio da Supremacia do Interesse Público sobre o Particular

● Princípio da Indisponibilidade do Interesse Público

● Princípio da Autotutela

● Princípio da Continuidade dos Serviços Públicos


Quanto à formação do ato administrativo:

ATOS ATOS
ATOS SIMPLES
COMPOSTOS COMPLEXOS
Quanto à formação do ato administrativo:

REVOGAÇÃO:
ANULAÇÃO: ATOS SÚMULAS 346
ATOS ILEGAIS INCONVENIENTES E 473 DO STF
OU INOPORTUNOS
Caducidade – PEGADINHAS!!

1- Caducidade do ato Administrativo – vídeo


youtube.com/liciniarossi

2- Caducidade do Decreto Expropriatório - vídeo


youtube.com/liciniarossi

3- Caducidade – art.38 da Lei 8.987/95


Caducidade na Lei 8987/95

ART. 38 DA LEI 8987/95


A inexecução total ou parcial do contrato acarretará, a critério do poder
concedente, a declaração de caducidade da concessão ou a aplicação das
sanções contratuais, respeitadas as disposições deste artigo, do art. 27, e as
normas convencionadas entre as partes.
Caducidade
§ 1o A caducidade da concessão poderá ser declarada pelo poder concedente quando:
I - o serviço estiver sendo prestado de forma inadequada ou deficiente, tendo por base as
normas, critérios, indicadores e parâmetros definidores da qualidade do serviço;
II - a concessionária descumprir cláusulas contratuais ou disposições legais ou regulamentares
concernentes à concessão;
III - a concessionária paralisar o serviço ou concorrer para tanto, ressalvadas as hipóteses
decorrentes de caso fortuito ou força maior;
IV - a concessionária perder as condições econômicas, técnicas ou operacionais para manter a
adequada prestação do serviço concedido;
V - a concessionária não cumprir as penalidades impostas por infrações, nos devidos prazos;
VI - a concessionária não atender a intimação do poder concedente no sentido de regularizar a
prestação do serviço; e
VII - a concessionária não atender a intimação do poder concedente para, em 180 (cento e
oitenta) dias, apresentar a documentação relativa a regularidade fiscal, no curso da concessão,
na forma do art. 29 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.
Caducidade
§ 2o A declaração da caducidade da concessão deverá ser precedida da verificação da inadimplência da
concessionária em processo administrativo, assegurado o direito de ampla defesa.

§ 3o Não será instaurado processo administrativo de inadimplência antes de comunicados à concessionária,


detalhadamente, os descumprimentos contratuais referidos no § 1º deste artigo, dando-lhe um prazo para
corrigir as falhas e transgressões apontadas e para o enquadramento, nos termos contratuais.

§ 4o Instaurado o processo administrativo e comprovada a inadimplência, a caducidade será declarada por


decreto do poder concedente, independentemente de indenização prévia, calculada no decurso do
processo.

§ 5o A indenização de que trata o parágrafo anterior, será devida na forma do art. 36 desta Lei e do contrato,
descontado o valor das multas contratuais e dos danos causados pela concessionária.

§ 6o Declarada a caducidade, não resultará para o poder concedente qualquer espécie de responsabilidade em
relação aos encargos, ônus, obrigações ou compromissos com terceiros ou com empregados da
concessionária.
Abuso de poder

1- EXCESSO DE PODER

2- DESVIO DE FINALIDADE
Poderes em Espécie:

● Poder Vinculado (ou regrado)


● Poder Discricionário
● Poder Disciplinar
● Poder Hierárquico
● Poder de Polícia
● Poder Regulamentar
Poder de polícia

CTN - Art. 78. Considera-se poder de polícia atividade da administração pública


que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de
ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à
segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do
mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou
autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à
propriedade e aos direitos individuais ou coletivos.
(Redação dada pelo Ato Complementar nº 31, de 1966)

Parágrafo único. Considera-se regular o exercício do poder de polícia quando


desempenhado pelo órgão competente nos limites da lei aplicável, com
observância do processo legal e, tratando-se de atividade que a lei tenha como
discricionária, sem abuso ou desvio de poder.
Constituição Federal

Art. 37
A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes
da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios
obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade,
moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte (...)
Constituição Federal

Art. 37, XIX


Somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de
empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação, cabendo à lei
complementar, neste último caso, definir as áreas de sua atuação;
Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998
Responsabilidade Civil do Estado

Art. 37, §6º da CF:


As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de
serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade,
causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável
nos casos de dolo ou culpa.
Elementos da Responsabilidade Civil do Estado

Fonte: Manual de Direito Administrativo. Licínia Rossi. Saraiva. 2016. 2ª ed. p.263.
Estado: decomposição do conceito
PESSOA JURÍDICA DE DIREITO
PESSOA JURÍDICA DE DIREITO
PRIVADO PRESTADORA DE
PÚBLICO
SERVIÇO PÚBLICO

Sociedade de Economia Mista


U, E, DF, M e Empresa Pública, quando
prestadoras de serviços
públicos
Autarquias

Fundação Pública de Direito


Fundações Públicas de Privado
Direito Público

Concessionários e
Permissionários de Serviços
Públicos
Responsabilidade Civil do Estado – Temas importantes

1- Vídeo conceitual

2- Sujeito Passivo do Dano

3- Problema das Concausas


Ação Regressiva

Fonte: Manual de Direito Administrativo. Licínia Rossi. Saraiva. 2016. 2ª ed. p. 312
Atos de improbidade administrativa

● Enriquecimento ilícito – art. 9 da Lei 8429/92


● Dano ao erário – art. 10 da Lei 8429/92
● Violação aos princípios da Administração –
art.11 da Lei 8429/92
Sujeito Ativo do ato de Improbidade

AGENTE PÚBLICO LATO SENSU


Art. 2° - Reputa-se agente público, para os efeitos desta lei, todo aquele que exerce, ainda que
transitoriamente ou sem remuneração, por eleição, nomeação, designação, contratação ou qualquer
outra forma de investidura ou vínculo, mandato, cargo, emprego ou função nas entidades mencionadas
no artigo anterior.

Terceiro
Art. 3° As disposições desta lei são aplicáveis, no que couber, àquele que, mesmo não sendo agente público,
induza ou concorra para a prática do ato de improbidade ou dele se beneficie sob qualquer forma direta
ou indireta.

Sucessor
Art. 8° - O sucessor daquele que causar lesão ao patrimônio público ou se enriquecer ilicitamente está sujeito
às cominações desta lei até o limite do valor da herança.
Agentes públicos

Agentes
Públicos

Agentes Servidores Particulares em


políticos estatais colaboração

Servidor de ente
Servidores governamental
públicos de direito
privado
Pontos importantes:

1- Greve dos Agentes Públicos


- Recapitulação em vídeo sobre o art. 37, VII da CF
- Recapitulação em vídeo sobre a RCL 17.358 – greve policiais federais

2- Art. 126-A da Lei 8112/90 – recapitulação em vídeo

3- Cargos em Comissão e Súmula Vinculante 13


Cargos em comissão

ARTIGO 37, CRFB/88


II - a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso
público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade
do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo
em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração;

SÚMULA VINCULANTE 13
A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade,
até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa
jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de
cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração
pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito
Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas,
viola a Constituição Federal.
Categorias de serviços públicos

1- Serviços prestados pelo Estado de forma exclusiva;

2- Serviços públicos que o Estado tem a obrigação de prestar, mas, por determinação
constitucional, o particular também terá sua titularidade e poderá prestá-lo;

3- Serviços que o Estado até poderia prestar, mas, pelas características peculiares do
serviço, a iniciativa privada é que deverá prestá-los;

4- Serviços que o Estado tem a incumbência de promover (ou de forma direta, ou por
meio da descentralização de sua prestação).
Lei 8987/95
ALGUNS CONCEITOS

Poder concedente
Art. 2o - Para os fins do disposto nesta Lei, considera-se:
I - poder concedente: a União, o Estado, o Distrito Federal ou o Município, em cuja
competência se encontre o serviço público, precedido ou não da execução de obra pública,
objeto de concessão ou permissão;

Concessionário de serviços públicos

II - concessão de serviço público: a delegação de sua prestação, feita pelo poder concedente,
mediante licitação, na modalidade de concorrência, à pessoa jurídica ou consórcio de
empresas que demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco e por prazo
determinado;
Artigo 6º, § 3º, Lei 8987

Fonte: Manual de Direito Administrativo, Licínia Rossi, Saraiva, 2ª edição, 2016.


Formas de extinção da concessão

Art. 35 da Lei 8987/95 - Extingue-se a concessão por:


I - advento do termo contratual;
II - encampação;
III - caducidade;
IV - rescisão;
V - anulação; e
VI - falência ou extinção da empresa concessionária e falecimento ou
incapacidade do titular, no caso de empresa individual.
Encampação

Art. 37 da Lei 8987/95


Considera-se encampação a retomada do serviço pelo poder concedente
durante o prazo da concessão, por motivo de interesse público, mediante
lei autorizativa específica e após prévio pagamento da indenização, na
forma do artigo anterior.
Caducidade

A inexecução total ou parcial do contrato acarretará,


Art. 38 da Lei 8987/95 -
a critério do poder concedente, a declaração de caducidade da
concessão ou a aplicação das sanções contratuais, respeitadas as
disposições deste artigo, do art. 27, e as normas convencionadas
entre as partes.
Caducidade
§ 1o A caducidade da concessão poderá ser declarada pelo poder concedente quando:
I - o serviço estiver sendo prestado de forma inadequada ou deficiente, tendo por base as
normas, critérios, indicadores e parâmetros definidores da qualidade do serviço;
II - a concessionária descumprir cláusulas contratuais ou disposições legais ou regulamentares
concernentes à concessão;
III - a concessionária paralisar o serviço ou concorrer para tanto, ressalvadas as hipóteses
decorrentes de caso fortuito ou força maior;
IV - a concessionária perder as condições econômicas, técnicas ou operacionais para manter a
adequada prestação do serviço concedido;
V - a concessionária não cumprir as penalidades impostas por infrações, nos devidos prazos;
VI - a concessionária não atender a intimação do poder concedente no sentido de regularizar a
prestação do serviço; e
VII - a concessionária não atender a intimação do poder concedente para, em 180 (cento e
oitenta) dias, apresentar a documentação relativa a regularidade fiscal, no curso da concessão,
na forma do art. 29 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.
Caducidade
§ 2o A declaração da caducidade da concessão deverá ser precedida da verificação da inadimplência da
concessionária em processo administrativo, assegurado o direito de ampla defesa.

§ 3o Não será instaurado processo administrativo de inadimplência antes de comunicados à concessionária,


detalhadamente, os descumprimentos contratuais referidos no § 1º deste artigo, dando-lhe um prazo para
corrigir as falhas e transgressões apontadas e para o enquadramento, nos termos contratuais.

§ 4o Instaurado o processo administrativo e comprovada a inadimplência, a caducidade será declarada por


decreto do poder concedente, independentemente de indenização prévia, calculada no decurso do
processo.

§ 5o A indenização de que trata o parágrafo anterior, será devida na forma do art. 36 desta Lei e do contrato,
descontado o valor das multas contratuais e dos danos causados pela concessionária.

§ 6o Declarada a caducidade, não resultará para o poder concedente qualquer espécie de responsabilidade em
relação aos encargos, ônus, obrigações ou compromissos com terceiros ou com empregados da
concessionária.
Reversão

Art. 36
A reversão no advento do termo contratual far-se-á com a
indenização das parcelas dos investimentos vinculados a bens
reversíveis, ainda não amortizados ou depreciados, que tenham
sido realizados com o objetivo de garantir a continuidade e
atualidade do serviço concedido.
Lei 8987/95

PERMISSÃO DE SERVIÇOS PÚBLICOS:

Permissionário de serviços públicos


IV - permissão de serviço público: a delegação, a título precário, mediante licitação, da
prestação de serviços públicos, feita pelo poder concedente à pessoa física ou jurídica que
demonstre capacidade para seu desempenho, por sua conta e risco.

Art. 40. A permissão de serviço público será formalizada mediante contrato de adesão,
que observará os termos desta Lei, das demais normas pertinentes e do edital de licitação,
inclusive quanto à precariedade e à revogabilidade unilateral do contrato pelo poder
concedente.
Parágrafo único. Aplica-se às permissões o disposto nesta Lei.
Lei 11.079/2004

MODALIDADES DE PPP:

Art. 2o Parceria público-privada é o contrato administrativo de concessão, na modalidade


patrocinada ou administrativa.
§ 1o Concessão patrocinada é a concessão de serviços públicos ou de obras públicas
de que trata a Lei no 8.987, de 13 de fevereiro de 1995, quando envolver, adicionalmente
à tarifa cobrada dos usuários contraprestação pecuniária do parceiro público ao parceiro
privado.
Lei 11.079/2004

MODALIDADES DE PPP:
§ 2o Concessão administrativa é o contrato de prestação de serviços de que a
Administração Pública seja a usuária direta ou indireta, ainda que envolva execução de
obra ou fornecimento e instalação de bens.

§ 3o Não constitui parceria público-privada a concessão comum, assim entendida a


concessão de serviços públicos ou de obras públicas de que trata a Lei no 8.987, de 13 de
fevereiro de 1995, quando não envolver contraprestação pecuniária do parceiro público
ao parceiro privado.
Lei 11.079/2004

VEDAÇÕES EM SEDE DE PPP:

§ 4o É vedada a celebração de contrato de parceria público-privada:

I – cujo valor do contrato seja inferior a R$ 20.000.000,00 (vinte milhões de reais);

II – cujo período de prestação do serviço seja inferior a 5 (cinco) anos; ou

III – que tenha como objeto único o fornecimento de mão-de-obra, o fornecimento e

instalação de equipamentos ou a execução de obra pública.


Intervenção do estado na propriedade: desapropriação

Artigo 5º, CRFB/88


XXIV - estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública, ou por
interesse social, mediante justa e prévia indenização em dinheiro, ressalvados os casos previstos nesta
Constituição;
Artigo 182, CRFB/88
A política de desenvolvimento urbano, executada pelo Poder Público municipal, conforme diretrizes gerais
fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir
o bem- estar de seus habitantes.
§ 4º É facultado ao Poder Público municipal, mediante lei específica para área incluída no plano diretor,
exigir, nos termos da lei federal, do proprietário do solo urbano não edificado, subutilizado ou não
utilizado, que promova seu adequado aproveitamento, sob pena, sucessivamente, de:
I - parcelamento ou edificação compulsórios;
II - imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana progressivo no tempo;
III - desapropriação com pagamento mediante títulos da dívida pública de emissão previamente aprovada
pelo Senado Federal, com prazo de resgate de até dez anos, em parcelas anuais, iguais e sucessivas,
assegurados o valor real da indenização e os juros legais.
Intervenção do estado na propriedade: desapropriação

Artigo 184, CRFB/88


Compete à União desapropriar por interesse social, para fins de reforma agrária, o imóvel rural que não esteja
cumprindo sua função social, mediante prévia e justa indenização em títulos da dívida agrária, com
cláusula de preservação do valor real, resgatáveis no prazo de até vinte anos, a partir do segundo ano de
sua emissão, e cuja utilização será definida em lei.

Artigo 243, CRFB/88 – vídeo explicativo para recapitulação do conteúdo


As propriedades rurais e urbanas de qualquer região do País onde forem localizadas culturas ilegais de plantas
psicotrópicas ou a exploração de trabalho escravo na forma da lei serão expropriadas e destinadas à
reforma agrária e a programas de habitação popular, sem qualquer indenização ao proprietário e sem
prejuízo de outras sanções previstas em lei, observado, no que couber, o disposto no art. 5º.
Parágrafo único. Todo e qualquer bem de valor econômico apreendido em decorrência do tráfico ilícito de
entorpecentes e drogas afins e da exploração de trabalho escravo será confiscado e reverterá a fundo
especial com destinação específica, na forma da lei.
Pedaginha:

O QUE É
TREDESTINAÇÃO LICÍTA?
Intervenção do estado na propriedade: requisição

Artigo 5º, CRFB/88


XXV - no caso de iminente perigo público, a autoridade competente
poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário
indenização ulterior, se houver dano;
Tombamento: DL 25/37

PRINCIPAIS EFEITOS DO TOMBAMENTO

• A coisa tombada não poderá sair do país, senão por curto prazo, sem transferência
de domínio e para fim de intercâmbio cultural, a juízo do Conselho Consultivo do
Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – sob pena de sequestro

• As coisas tombadas não poderão, em caso nenhum ser destruídas, demolidas ou


mutiladas, nem, sem prévia autorização especial do Serviço do Patrimônio
Histórico e Artístico Nacional, ser reparadas, pintadas ou restauradas, sob pena de
multa de cinquenta por cento do dano causado.
Tombamento: DL 25/37

Principais efeitos do tombamento


• Sem prévia autorização do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, não se poderá, na vizinhança da coisa
tombada, fazer construção que lhe impeça ou reduza a visibilidade, nem nela colocar anúncios ou cartazes, sob pena de ser
mandada destruir a obra ou retirar o objeto, impondo-se neste caso a multa de cinquenta por cento do valor do mesmo
objeto.

• As coisas tombadas ficam sujeitas à vigilância permanente do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que poderá
inspecioná-los sempre que for julgado conveniente, não podendo os respectivos proprietários ou responsáveis criar
obstáculos à inspeção, sob pena de multa de cem mil réis, elevada ao dobro em caso de reincidência.
Obrigatoriedade de licitação

Art. 37, XXI da CF


Ressalvados os casos especificados na legislação, as obras, serviços, compras e
alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que
assegure igualdade de condições a todos os concorrentes, com cláusulas que
estabeleçam obrigações de pagamento, mantidas as condições efetivas da
proposta, nos termos da lei, o qual somente permitirá as exigências de
qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento
das obrigações.
Princípios da Licitação

Art. 3o
A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da
isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a
promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e
julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da
impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade
administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento
objetivo e dos que lhes são correlatos.
(Redação dada pela Lei nº 12.349, de 2010)
Modalidades de Licitação

Art. 22.
São modalidades de licitação:
I - concorrência;
II - tomada de preços;
III - convite;
IV - concurso;
V - leilão.
Modalidades de licitação

§ 1o Concorrência é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de


habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no
edital para execução de seu objeto.

§ 2o Tomada de preços é a modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados


ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior
à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação.
Modalidades de licitação

§ 3o Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu


objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela
unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento
convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade
que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da
apresentação das propostas.

§ 4o Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de


trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou
remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na
imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias.
Modalidades de licitação

§ 5o Leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de

bens móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente

apreendidos ou penhorados, ou para a alienação de bens imóveis prevista no art.

19, a quem oferecer o maior lance, igual ou superior ao valor da

avaliação. (Redação dada pela Lei nº 8.883, de 1994)


Modalidades de licitação

Pregão – Lei 10.520/2002

Art. 1º Para aquisição de bens e serviços comuns, poderá ser adotada a licitação na modalidade de
pregão, que será regida por esta Lei.
Parágrafo único. Consideram-se bens e serviços comuns, para os fins e efeitos deste artigo,
aqueles cujos padrões de desempenho e qualidade possam ser objetivamente definidos pelo
edital, por meio de especificações usuais no mercado.
XXII EXAME DE ORDEM

DIREITO ADMINISTRATIVO

PROF.ª LICÍNIA ROSSI


Redes: @liciniarossi