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IDENTIFICAÇÃO DAS OCUPAÇÕES IRREGULARES AO LONGO DO RIO MANÉ

DENDÊ UTILIZANDO FERRAMENTAS DE GEOPROCESSAMENTO E ANÁLISE


DOS SEUS IMPACTOS

Gabriela de Azevedo Reis1


gabrielareisazevedo@gmail.com
Lyvia Cleide Moura Chaves2
lyvia.chaves@quantaconsultoria.com
Danielle Ferreira Marcos Nina²
danielle.nina@quantaconsultoria.com
André Sales Sousa²
andre@quantaconsultoria.com
Antônio Júnior Alves Ribeiro¹
junior@quantaconsultoria.com

Mais de 80% da população brasileira reside em áreas urbanas. Sem o devido planejamento urbano a
expansão das cidades acaba gerando ocupação de áreas de risco, como margens de rios e lagoas. Essas
áreas, muitas vezes, são ocupadas por uma parcela mais carente da população devido à falta de
alternativas habitacionais, e não contam com infraestrutura urbana adequada, apresentando um sistema
de saneamento básico precário. Esses fatores, combinados com a vulnerabilidade dos corpos hídricos
que perdem suas margens de proteção, geram grandes consequências ambientais, causando impactos
em áreas que são protegidas por lei federal. Além disso, essa ocupação indevida deixa a população
vulnerável e em situações de risco de desastres naturais, como inundações, que foram responsáveis
pelo maior número de perdas humanas no período de 1948 a 2004. A frequência com que ocorrem tem
sido crescente devido ao aumento de habitações em planícies de inundação de rios. A identificação de
áreas restritas de ocupação, tanto áreas que já estão indevidamente ocupadas quanto as que ainda estão
livres de assentamentos irregulares, pode ser feita utilizando metodologias de mapeamento, que pode
ser desenvolvido a partir de técnicas de geoprocessamento. Esta pesquisa tem o objetivo geral de
mostrar a ocupação de margens de corpos hídricos que vem acontecendo na bacia do Rio Mané
Dendê, localizada no Subúrbio Ferroviário, no município de Salvador. Em praticamente toda sua
extensão, o Rio Mané Dendê está situado em uma área intensamente adensada, com construções em
torno de seu leito e recebendo uma grande descarga de esgotos domésticos e de resíduos sólidos,
apresentando grandes riscos de inundações. Foram utilizadas imagens de satélite do Google Earth
datadas de 2005, 2012 e 2015, de modo a mostrar a evolução das invasões e do desmatamento das
margens do rio, além de uma obra de canalização de um trecho. Através de ferramentas de
geoprocessamento e uso de SIG e utilizando os setores censitários do IBGE e o censo demográfico de

1
Universidade Federal do Ceará, Fortaleza-CE
2
Quanta Consultoria Ltda., Fortaleza-CE
2010, foi feito uma espécie de diagnóstico socioeconômico da área, mostrando que alguns setores,
próximos a corpos hídricos, apresentam saneamento básico precário. Com base no que foi definido
como Área de Preservação Permanente (APP) pelo Novo Código Florestal, foram delimitadas as áreas
de margem, equivalentes a 30 metros, de um trecho do Rio Mané Dendê. Por fim, utilizando imagem
de satélite de outubro de 2014, foram identificadas e destacadas as residências assentadas dentro dos
limites de APP, contabilizando mais de 300 invasões em um trecho de aproximadamente um
quilômetro.
Palavras-Chaves: Geoprocessamento. Ocupação irregular. Margens. APP.
INTRODUÇÃO
Considerações Iniciais
As grandes zonas urbanizadas do Brasil têm chamado a atenção dos estudiosos pela
grande concentração de habitações em áreas de risco, acarretadas principalmente pelo
crescimento urbano desordenado (CUNHA et al., 2012). Segundo o censo demográfico do
IBGE (2010), mais de 80% da população brasileira reside em áreas urbanas. A escassez de
planejamento e de políticas públicas voltadas à habitação, juntamente com a ausência de
fiscalização eficiente, permitem que margens de rios e lagoas em áreas urbanas sejam
ocupadas por loteamentos clandestinos ou irregulares (VARGAS, 2008).
A expansão populacional da cidade, sem o devido planejamento e fiscalização, resulta
em uma marginalização da parcela mais carente da população, que, diante da falta de
alternativas habitacionais, acaba se assentando em áreas da cidade que ainda não estão
ocupadas por não oferecerem infraestrutura urbana ou não apresentarem características físicas
adequadas. Muitas dessas ocupações se dão em áreas como margens de corpos hídricos. Esse
processo caracteriza um grave problema de cunho social que gera grandes consequências
ambientais, causando impactos em áreas que são nacionalmente protegidas. Além disso, essa
ocupação indevida deixa a população vulnerável e em situações de risco de desastres naturais,
como inundações (PLATE, 2002; GIRELLI, 2009; MEDEIROS, 2014).
Inundação é o aumento do nível dos rios, que vai além da sua normalidade, com
consequente transbordamento de águas às suas margens. Popularmente, se confunde este
conceito com enchente, que é definida apenas pela elevação do nível de água do rio, mas sem
ocorrer o extravasamento. As inundações foram responsáveis pelo maior número de perdas
humanas no período de 1948 a 2004. A frequência com que ocorrem tem sido crescente
devido ao aumento de habitações em planícies de inundação de rios. O processo de ocupação
ocasiona a retirada da vegetação nativa e a formação de superfícies artificiais e impermeáveis,
alterando a permeabilidade do solo e ocasionando a diminuição da capacidade de infiltração e
o aumento do escoamento superficial, que pode resultar no carreamento de solo para a calha
do rio, acelerando o processo de assoreamento, além de aumentar a vazão do rio em épocas de
fortes chuvas. (KOBIYAMA et al., 2006; TOMINAGA et al., 2009).
A fim de evitar a ocupação desordenada e, com isso, a degradação ambiental e a
exposição da população ao risco, o planejamento territorial atua como disciplinador de
intervenções antrópicas, assumindo a responsabilidade de restringir o desenvolvimento
urbano em áreas de fragilidade ambiental. (NOBRE, 2008; HYDNMAN; HYNDMAN,
2011). A identificação de áreas restritas de ocupação, tanto áreas que já estão indevidamente
ocupadas quanto as que ainda estão livres de assentamentos irregulares, pode ser feita
utilizando metodologias de mapeamento, que pode ser desenvolvido a partir de técnicas de
geoprocessamento. Para Xavier-da-Silva (2011), o geoprocessamento é um conjunto de
técnicas desenvolvidas em computadores, onde bases de dados são alimentadas com
ocorrências de fenômenos espaciais georreferenciados, transformando-os em informações.
Essas técnicas auxiliam na visualização espacial de um problema, sendo uma espécie de
acréscimo de conhecimento.
Ainda na elaboração de mapas, o uso de imagens espaciais facilita a elaboração e
atualização de bases cadastrais. Possibilitam, também, o monitoramento da dinâmica espacial
ao longo de um período de tempo, permitindo detectar as áreas de ocupação irregular,
estabelecimento de novas construções, dentre outros (ANTUNES; CORTESE, 2007).
Breve introdução da área de estudo
Salvador é um dos primeiros centros urbanos do Brasil e da América Latina. O
município concentrava 19% da população do Estado da Bahia, possuindo 2.675.656
habitantes (IBGE, 2010), sendo a terceira maior capital em população do País. O Subúrbio
Ferroviário é uma área da cidade que Ferroviário abrange 22 bairros onde moram 24,55% da
população soteropolitana, correspondente a cerca de 700 mil habitantes. A demanda
habitacional é superior ao seu potencial de ocupação, resultando na construção de habitações
em áreas de risco e de notável importância ecológica, tal como é o caso da área da Bacia do
Rio do Cobre (SEPLAN, 1998; BARROS, 2014).
A área do Mané Dendê engloba, dentro do Subúrbio Ferroviário, o trecho dos bairros de
Plataforma, Periperi e Paripe, e teve sua formação urbana definida em função das estações de
trem, instaladas desde o século passado, e dos engenhos de cana de açúcar. Nessa época, o
processo de urbanização se iniciava nestes bairros, e se intensificou a partir da década de 50
(SEPLAN, 1998; BARROS, 2014).
A bacia hidrográfica do Rio Mané Dendê abrange uma área de aproximadamente 2,12
km² com um comprimento do talvegue principal de 3,16km. O perímetro total da bacia é de
9,50km aproximadamente. Com estes dados temos que o coeficiente de forma da bacia é de
0,21 e o coeficiente de compacidade de 1,83. Em seu caminhamento, o Rio Mané Dendê
possui longos trechos de canais com perfil longitudinal, de aproximadamente 1.500m, além
de galerias de aproximadamente 300m. Em praticamente toda sua extensão, o Rio Mané
Dendê está situado em uma área intensamente adensada, com construções em torno de seu
leito e recebendo uma grande descarga de esgotos domésticos e de resíduos sólidos,
apresentando grandes riscos de inundações (SEPLAN, 1998; BARROS, 2014).
Figura 1. Mapa de localização

Fonte: Os autores.

Objetivos
Este trabalho tem como objetivo mostrar a ocupação irregular que vem ocorrendo na
área do Mané Dendê, tomando um trecho do Rio Mané Dendê como objeto de estudo,
enfatizando na fragilidade do rio diante da perda de suas margens, que são consideradas Áreas
de Preservação Permanente (BRASIL, 2012).

METODOLOGIA
A pesquisa foi desenvolvida com base em três principais fontes de dados: o censo
demográfico do IBGE de 2010, de onde foram extraídos indicadores socioeconômicos da área
analisada; a base hidrológica da área, extraída da base cartográfica de Salvador, cedida pela
Prefeitura de Salvador; imagens de satélite extraídas do Google Earth, datadas de 08/2005,
09/2012 e 07/2015, além de imagem de satélite particular, datada de outubro de 2014, cedida
pela empresa Quanta Consultoria Ltda.
Foi realizado um comparativo entre imagens do Google Earth, que mostra, de maneira
breve e resumida, a degradação nas margens de uma área de lagoa e ao longo do trecho do rio
com o passar dos anos. Este breve comparativo serve como uma introdução à realidade
habitacional que já estava estabelecida na área e que foi agravada ao longo dos anos.
O programa PostgreSQL, de versão 9.3, foi utilizado para a geração de arquivos
shapefile correspondentes aos dados do censo demográfico do IBGE, sendo possível a
espacialização de dados estatísticos em forma de polígonos que representam os setores
censitários de maneira mais rápida e direta. A manipulação destes dados espaciais, assim
como da bacia hidrográfica, foi feita no ArcGIS 10.1. Este software também foi utilizado para
a geração dos mapas temáticos, que são os resultados deste processo.
Os indicadores originados do censo demográfico são: percentual de domicílios com
esgotamento sanitário via rede geral de esgoto ou pluvial; percentual de domicílios com lixo
coletado por sistema de limpeza; e renda média domiciliar mensal.
A base hidrográfica conta com o desenho dos talvegues dos rios e as lagoas da área. A
partir desta informação, foi criado um intervalo espacial de 30 metros de margem dos corpos
hídricos, obedecendo a delimitação de Áreas de Preservação Permanente (APP), estabelecida
no Novo Código Florestal (BRASIL, 2012).
No AutoCAD 2013 foi feita a vetorização das residências localizadas dentro da área
estudada. Foi, então, utilizado o ArcGIS novamente para sobrepor as habitações, de modo a
analisar a presença de ocupações nas áreas delimitadas como APP.

RESULTADOS E DISCUSSÕES

A figura 2 foi extraída de imagens do Google Earth do mesmo local, porém em


diferentes datas, destacando a área de intervenção.

Figura 2. Ocupação das margens e canalização do Rio Mané Dendê, nos anos de (a) 2005, (b)
2012 e (c) 2015.

(a) (b)
(c)
Fonte: Os autores.

Já se verifica a presença de ocupações irregulares em 2005, mas ainda é possível


identificar uma maior área verde e um trecho do curso natural do rio. Em 2012, já é notável o
rio canalizado e o aumento de invasões. Além disso, há uma maior concentração de áreas
desmatadas, provavelmente para a construção de novas edificações. Por fim, em 2015 podem-
se observar algumas diferenças no extremo do rio, mas as mudanças são poucas.
Essas imagens de satélite mostram como o rio perdeu sua forma natural e encontra-se
vulnerável à possíveis contaminações e assoreamento, que podem ocorrer devido à grande
concentração de habitações em seu entorno sem sua margem natural de proteção.
As figuras 3 e 4 confirmam este raciocínio ao mostrar a escassez de saneamento básico
em setores com a presença de corpos hídricos. Na figura 3, apesar da cobertura de lixo chegar
a 100% na grande maioria da bacia, alguns setores apresentam cobertura de 26,1% a 94% dos
domicílios. Com padrões percentuais similares, porém com maior ocorrência dentro da bacia,
a figura 4 mostra setores com esgotamento sanitário entre 21,1% a 92%, e até mesmo entre 0
e 21%. Em termos práticos, isso significa que uma média de aproximadamente 10% a 70%
dos domicílios estão sem coleta de lixo e/ou não estão ligados a uma rede coletora de esgoto.
Este cenário é agravado devido à presença de corpos hídricos nesses setores. Por estarem sem
sua proteção natural, os rios estão suscetíveis a contaminações por matéria orgânica
proveniente dos esgotos e resíduos domésticos, além da possibilidade de assoreamento por
estes resíduos. Cresce, então, o risco de inundações na região.
Figura 3. Mapa do percentual de domicílios com coleta de lixo por setor censitário

Fonte: Os autores.
Figura 4. Mapa do percentual de domicílios ligados à rede geral de esgoto ou pluvial por setor
censitário

Fonte: Os autores.
Figura 5. Mapa da renda média mensal de chefe de família por setor censitário

Fonte: Os autores.
Como pode ser observada na figura 5, grande parte das pessoas que se consideram chefe
de suas famílias não ganham renda mensal superior a dois salários mínimos (valores do ano
de 2010, onde um salário mínimo representa R$ 510,00). Este mapa comprova a
marginalização de uma parcela mais carente da população, que ocupa áreas de margens de
corpos hídricos por falta de alternativas habitacionais e desamparo do poder público.
Por fim, a figura 6 a seguir destaca as residências que estão assentadas no intervalo de
30 metros de margem do rio e da área alagada. Nota-se, ainda, que há residências dentro da
área alagada, não apenas na margem. A impermeabilização resultante destas construções
diminui a infiltração das águas de chuva e aumenta o escoamento. Em períodos de chuva
intensa, a água não infiltra e escoa rapidamente através das ruas. Em caso de inundação, o
aumento do nível da água é tão grande que pode chegar a invadir as casas, provocando perdas
materiais aos moradores e representando um grande risco à vida humana. Como foi mostrado
na figura 5, a população residente no trecho estudado apresenta renda média mensal de chefe
de família entre ½ e 1 salário mínimo. Essa fonte de renda menor que um salário mínimo
funciona como um indicativo de baixa resiliência da população diante de um desastre natural.
Figura 6. Mapa das invasões na área de intervenção

Fonte: Os autores
CONCLUSÕES
Esta pesquisa mostrou, com o auxílio de ferramentas e técnicas de geoprocessamento, a
ocupação irregular ao longo do trecho de um rio situado no Subúrbio Ferroviário, na cidade
de Salvador. Essa metodologia pode ser também utilizada, com os mesmo objetivos, para
outros rios urbanos.
Através de imagens de satélites com diferença de 10 anos, foi possível identificar um
aumento da invasão de habitações nas áreas de margem do rio, além de uma obra de
canalização do rio e de desmatamento da área alagável.
Mapas temáticos feitos a partir de informações do censo demográfico do IBGE de 2010
mostram que a região possui, em certos setores, grande escassez de saneamento básico (coleta
de resíduos e esgotamento sanitário), tornando os corpos hídricos da bacia mais vulneráveis a
contaminação por matéria orgânica proveniente do esgoto doméstico e ao assoreamento do
curso do rio por resíduos também domésticos.
Comprova-se a ocupação irregular no trecho do Rio Mané Dendê ao realizar, em SIG, a
delimitação dos 30 metros de margem, seguindo as delimitações de APP definidas no Novo
Código Florestal, e destacar as residências que estão inseridas nessa área.
Essa ocupação aumenta o potencial de inundação, afeta o equilíbrio ecológico do corpo
hídrico e põe em risco toda a população que habita a área de margem.

REFERÊNCIAS
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