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Introdução à Geografia Urbana

David Clark

Ana Carolina Miranda


Lícia Santiago
Nickolas Pinheiro
Rebeca Dias
A Estrutura Interna da Cidade

- Alto nível de diferenciação interna.

- Bairros, zonas e comunidades se diferenciam quando


aparência física, composição e problemas sociais.

- Existência de padrões sociais e residenciais sugere que


a estrutura urbana está determinada por um número de
princípios gerais de uso do solo e de localização.

- Identificação e explicação dos padrões e processos


internos é o principal tema de pesquisa na Geografia
Urbana.
A Abordagem - A abordagem ecológica está ligada aos estudos

Ecológica da Escola de Chicago, cujos membros buscavam


entender a cidade como um objeto isolado da
análise sociológica, tentando descobrir padrões
de regularidade em sua formação;
“A ecologia humana é, aliás,
o estudo das relações - Objetivos semelhantes estavam sendo seguidos
pelos biólogos da época, que enfatizavam a
espaciais e temporais dos
interdependência entre cada espécie animal e
seres humanos que são
seu meio ambiente;
afetados pelas forças
- Para Park (1936), a sociedade está organizada
seletivas, distributivas e
em dois níveis: o “natural” (ou biótico) e o “novel”
acomodativas do meio (ou cultural). É no nível natural que os processos
ambiente” (McKenzie, 1925) ecológicos operam como os que determinam a
estrutura das comunidades de animais e plantas.
-
Modelo de Zonas Concêntricas de Burgess
- Por meio de seu modelo, Burgess buscava
mostrar como os movimentos de
determinados grupos na cidade poderiam ser
previsíveis;
- A área de “dominância” seria o centro
comercial, que equivale às espécies
dominantes numa comunidade de animais ou
plantas e que fornece condições para a
existência das espécies subordinadas;
- Certas populações ou suas atividades
“invadem” territórios, deslocando antigos
ocupantes para a periferia;
- Fatores que distorcem o modelo: acidentes
geográficos; localização de fábricas; “áreas de
transição” normalmente não formam um anel;
cidades com vários centros.
Mckenzie (1925) argumentou que à medida que uma comunidade cresce não há
simplesmente multiplicação de pessoas e construções, mas também há
diferenciação e segregação.

Para o autor o crescimento estrutural da cidade concretiza-se em uma sequência


sucessiva e semelhante aos estágios de desenvolvimento da formação das
plantas, onde a sucessão ocorre por meio do processo de invasão. Na cidade, os
padrões sociais são o resultado de formações, segregações e associações que
ocorrem quando um conjunto de usos invade o território de outro.
● Invasão/invasores
● Competição, assimilação e seleção
● Reação em cadeia
● Processo consolidativo das comunidade urbanas
● Instrumentos metodológica
● Limitação da abordagem ecológica