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Fisiologia - Bioeletrogene

2017
MEMBRANAS BIOLÓGICAS

Estrutura
Processos de Transporte
EPITÉLIO
de revestimento externo
Meio ambiente externo

Meio ambiente interno

Meio extracelular Luz


(do vaso,
do canal)
Meio intracelular

Célula

Membrana
citoplasmática

COMPARTIMENTO INTRACELULAR EPITÉLIO


COMPARTIMENTO EXTRACELULAR
de revestimento interno
MEMBRANAS BIOLÓGICAS:
Membrana citoplasmática
Epitélio de revestimento

Ambas realizam trocas de soluto e de solvente (água)


AMBIENTE EXTERNO
Sistema respiratório

Sistema circulatório
Células

Pele

Sistema renal

AMBIENTE INTERNO

Sistema digestório

O organismo realiza trocas de solutos e de solvente seja com o meio ambiente ou entre os
compartimentos. As trocas controladas (reguladas) garantem a operacionalidade do meio interno.
MEMBRANA CITOPLASMÁTICA

Meio
extracelular

Meio
intracelular

Membrana
citoplasmática

BICAMADA LIPIDICA
A membrana constitui uma barreira
PROTEÍNAS física virtual.
Possui diferentes graus de
Canais iônicos
permeabilidade para as diferentes
Receptores
partículas.
Sistemas de enzimas
A membrana citoplasmática apresenta permeabilidade seletiva

Partículas
- lipossolúveis
- hidrossolúveis

Transporte passivo (a favor do gradiente de concentração): NÃO HÁ consumo de energia metabólica


a) Simples (sem mediadores)
b) Facilitado (com mediadores)

Transporte ativo (contra o gradiente de concentração): HÁ consumo de energia metabólica


a) Primário: energia metabólica (hidrolise de ATP)
b) Secundário: energia de outras fontes que não a metabólica
Composição e concentração iônica intra e
extracelular e o respectivo potencial de equilíbrio
teórico.

Íons Extracelular Intracelular


Extra:Intra
(mM) (mM)

Na+ 100 5 1 : 20

K+ 15 150 10 : 1

Ca++ 2 0,0002 10.000 : 1

Cl- 150 13 11,5 : 1


Solução aquosa

BICAMADA LIPIDICA Cadeia hidrofílica


BICAMADA LIPIDICA

Cadeia hidrofóbica
Camada 1

Cadeia hidrofóbica
Camada 2

Cadeia hidrofílica

Solução aquosa

Bicamada de lipídios: fosfolipídios com propriedades anfipáticas


SUBSTÂNCIAS LIPOSSOLUVEIS
Atravessam passivamente a camada
bilipídica (DIFUSÃO simples).
- hormônios esteróides, colesterol, vitaminas,

O sentido do transporte é a favor do gradiente de


concentração da partícula.

A facilidade de transporte (permeabilidade)


depende do coeficiente de partição óleo/água.
PROTEINAS DE MEMBRANA

a) Proteinas de Transporte: carreadoras e canais iônicos


b) Proteinas receptoras: recebem instruções
c) Proteínas marcadoras: reconhecimento
d) Sistema de enzimas
SUBSTÂNCIAS HIDROSSOLÚVEIS
a) Moléculas Orgânicas Eletricamente Neutras

Moléculas orgânicas (aminoácidos, glicose, etc.)


necessitam de mediadores para atravessarem a
membrana

Difusão Facilitada
A favor do gradiente de
concentração

O número de carreadores é
limitado: a quantidade máxima
transportada terá um limite.
b) IONS

Partículas eletricamente carregadas


Necessitam de um corredor aquoso
para atravessarem a membrana.

CANAIS IÔNICOS
- molécula protéica integral
- poro aquoso

Formas de Transporte de íons

1) Transporte passivo (difusão simples)


a favor do gradiente de concentração
(e do gradiente elétrico).

2) Transporte ativo
contra o gradiente de concentração e
(gradiente elétrico elétrico).
a) Primário
b) Secundário
CANAIS IÔNICOS

Tradução

Transcrição

íon
Estímulos químicos
Tipos de canais iônicos
1) sem comporta: estão
permanentemente abertos

Estímulos físicos

2) Com comporta: abrem-se


mediante estímulos específicos
Canais iônicos com comporta: abrem-se de duas maneiras

1) DIRETAMENTE 2) INDIRETAMENTE
Transporte Ativo Primário: presença de sistema enzimático (ATPases)
A hidrolise de ATP (origem metabólica) fornece energia para o transporte

ATPases Na/K dependentes


Bomba de Na/K

ATPases Ca++ dependentes


Bomba de Ca
Ion potássio
Meio extracelular
Ion sodio

Camada bilipídica

Meio intracelular

Extraído de http://www.ibiblio.org/virtualcell/index.htm
Transporte Ativo Secundário (ou acoplado)
Parte da energia livre do sistema passivo é transferida para um outro que poderá transportar
partículas ativamente contra o seu gradiente.

[Na]

[Aminoácido]

O aminoácido é transportado contra o seu próprio


gradiente de concentração, utilizando a energia livre
de outro sistema de transporte.

Nesse caso há um sistema de transporte passivo do


Na que pode estar acoplado ao transporte ao do
aminoacido.
VARIAÇÕES DO TRANSPORTE ATIVO SECUNDÁRIO

SINPORTE ANTI-PORTE
o movimento da partícula X é o movimento da partícula Y é no
no sentido do transporte sentido inverso do transporte
passivo do ion passivo do ion
EXPORTACAO E IMPORTAÇAO DE PARTICULAS

EXOCITOSE ENDOCITOSE
Fagocitose
Pinocitose
ENDOCITOSE EXOCITOSE

Extraído de http://www.ibiblio.org/virtualcell/index.htm
RESUMO

Transporte passivo: a favor do gradiente


químico (ou elétrico)
Difusão simples
Difusão facilitada

Transporte ativo: contra o gradiente químico (ou


elétrico)
Ativo primário: consumo de ATP
Ativo secundário: acoplado
sinporte (co-transporte)
contraporte

Endocitose
Fagocitose
Pinocitose

Exocitose
COMUNICAÇÃO CELULAR
Princípios Gerais da Comunicação

Emissor MENSAGEM Receptor 1 RESPOSTA 1


(informação) (informação)
(Célula- alvo)

Receptor 3 Receptor 2

RESPOSTA 3 RESPOSTA 2
(informação) (informação)

Comunicação Animal
As células devem estar sempre prontas para responderem aos
sinais do seu ambiente, seja enquanto organismo unicelular...

Fonte de
Glicose
...ou organismo multicelular...

Comunicação química por meio de feromônios: mensagens químicas que alteram o


comportamento ou a fisiologia do outro individuo
Comunicação nervosa

Comunicação parácrina
Comunicação endócrina
FORMAS DE COMUNICAÇÃO INTERCELULAR

• QUÍMICA: a mais abundante e diversificada


Juncionais
Parácrina
Endócrina (hormônios)
Exócrina (feromônios)
Nervosa (neurotransmissor)

• ELÉTRICA: restrita às células eletricamente


excitáveis
Comunicação entre células vizinhas

SINALIZAÇÃO CONTATO-DEPENDENTE

Junções abertas (gap junction)


Acoplamento elétrico
Troca de metabólicos
Comunicação entre células vizinhas
A B

Comunicação parácrina (B): o mediador difunde-se e age nas células


adjacentes

O mediador pode agir na própria célula que o secretou (sinalização


autócrina, A):
Comunicação entre células distantes

Comunicação endócrina: o
mediador age em células que
são alcançadas via corrente
sanguínea;

Célula endócrina: sintetiza e


secreta o mediador diretamente
na corrente sangüínea

Célula alvo: células que possuem


receptores hormonais cuja
função será controlada pela
ação do hormônio.
Em todos os vertebrados o eixo hipotálamo (sistema nervoso), hipófise
(glândula endócrina) e gônadas trabalham harmonicamente para regular a
instalação da puberdade e a atividade reprodutiva

Cérebro
Hipotálamo
GnRH (Neurormônios)

Hipófise

FSH, LH (Hormônios endócrinos)

Gônadas
Andrógenos, Estrógenos (Hormônios endócrinos)

Vários órgãos do corpo

Características sexuais
secundarias
Comunicação Nervosa

A neurotransmissão ocorre entre os neurônios e entre neurônios e células


efetuadoras (células musculares ou glandulares). Os NT são exocitados em
função dos impulsos nervos (sinais elétricos)
Comunicação entre células DISTANTES

Comunicação sináptica: o mediador que é denominado neurotransmissor. Com a


chegada do impulso nervoso, o NT é liberado pelos terminais axônicos em uma fenda e,
por meio de difusão, age na membrana das células pós-sipápticas.

Comunicação neuro-endrócrina: o mediador


(neuro-hormônio) é sintetizado pelo neurônio que
o libera diretamente na corrente sanguínea.
BIOELETROGÊNESE

(Excitabilidade)

Capacidade de gerar e alterar a diferença de


potencial elétrico através da membrana

Propriedade exclusiva de algumas células


- Neurônios
- Células musculares
esqueléticas
lisas
cardíacas
Não há diferença de potencial elétrico (ddp=0mV) quando os eletrodos está do
lado de fora.
Quando o eletrodo (vermelho) atravessa a membrana, o voltímetro acusa a existência
de uma DDP de 60mV sendo que a face interna da membrana citoplasmática é
negativa em relação à externa .
Se o neurônio for estimulado (com corrente elétrica), o voltímetro registrará respostas de
alteração transitória do potencial de membrana, seja em forma de ondas de
despolarização de baixa amplitude ou na forma de um potencial de ação, conforme a
intensidade do estimulo .

Potencial
de ação

Despolarização
POTENCIAL DE AÇÃO
Potencial
de Membrana

Despolarização

Repolarização
Tempo
Potencial de repouso Hiperpolarizaçâo

POTENCIALDE AÇÃO: alteração transitória na diferença de potencial elétrico da membrana de


neurônios (e de células musculares) cuja duração e amplitude são fixas.
As células excitáveis estão em REPOUSO ou em ATIVIDADE (geram e propagam impulsos
elétricos denominados de POTENCIAIS DE AÇÃO)
A excitabilidade é causada por movimentos de íons através da membrana citoplasmática

Glicoproteína EXTRACELULAR
Glicolipidio

Colesterol
Canal Proteínas de
Fosfolipídio iônico Membrana INTRACELULAR
MECANISMOS IONICOS DO
POTENCIAL DE REPOUSO
POTENCIAL DE REPOUSO
Diferença no potencial de membrana das células
excitáveis na ausência de estimulo

A face interna é negativa em relação à


externa.
IGUALDADE de concentração e
permeabilidade para o íon

Fluxo resultante = 0
Não ocorre geração de potencial
elétrico através da membrana

DIFERENÇA de concentração do íon e


permeabilidade para o íon

Fluxo resultante ≠ 0

O cátion se move a favor do seu gradiente


de concentração

O movimento de cargas iônicas vai criando


uma diferença de potencial elétrico através
da membrana (Em)

O Em se se estabiliza e se opõe ao gradiente


de concentração do íon.

Fluxo resultante = 0
Em = Potencial de equilíbrio do ion
ANALOGIA Diferença de
POTENCIAL ELÉTRICO
Em (mV)

Apesar da diferença de
Tensão potenciais químico, há
potencial elétrico que se
opõe ao movimento passivo
do íon.
Fluxo resultante = 0
Equilíbrio

EQUILIBRIO

Diferença de
CONCENTRAÇÃO QUÍMICA
(mEq/Kg)
Peso
Composição e concentração iônica intra e
extracelular e o respectivo potencial de equilíbrio
teórico.

Íons Extracelular Intracelular E ion


Extra:Intra
(mM) (mM) (mV)

Na+ 100 5 1 : 20 + 80

K+ 15 150 10 : 1 - 62

Ca++ 2 0,0002 10.000 : 1 + 246

Cl- 150 13 11,5 : 1 - 65


Como o gradiente de concentração é criado e mantido?
Bomba de Na/K (ou ATPase Na/K dependente)
Se ela for bloqueada por uma droga (oabaina), o gradiente se dissipará.

Extracelular Intracelular

O gradiente favorece fluxos passivos de íons através da membrana.


No REPOUSO, a permeabilidade da membrana aos íons é diferente
K+ : altamente permeável
Na+ : praticamente impermeável
Cl- : altamente permeável
Ca++ : praticamente impermeável
Proteínas eletricamente carregadas: impermeantes
Canais de K sem
comporta

Difusão simples de K para fora, Formação de dipolo elétrico através da membrana,


a favor do gradiente isto é, a saída de cargas positivas torna a membrana
carregada eletricamente.

Íons K
Íons Na

Grandes anions impermeantes (proteínas intracelulares)


Agora o K difunde-se passivamente Finalmente, ocorre um Estado de
para dentro, impelido pelo gradiente Equilíbrio, em que o fluxo resultante = 0
elétrico.
O valor do Em que se opõe a saída de K
(impelido pelo gradiente químico) é
denominado Potencial de equilíbrio do ion

Eion = RT ln [Ion in ]
Equação de Nernst
Zs.F [Ion ext ]
Calculando-se o potencial de equilíbrio do K
usando-se as concentrações conhecidas, verifica-
se que EK = - 62mV, próxima a observada: Em = -
65mV .

O potencial de equilíbrio do íon K é o principal


responsável pela geração do potencial de repouso das
células nervosas (e demais células).

A distribuição diferencial de cargas ocorre


somente entre as faces interna e externa da membrana.

O fluxo de íons K é ínfima em relação a sua concentração


(NÃO HÁ MUDANÇAS NA CONCENTRAÇAO DE K)

O íon Na e Ca não contribuem para a geração do


potencial de repouso pois, durante a fase de repouso, as
respectivas permeabilidades são baixas.
Potencial de
Repouso
Responsável pela
A permeabilidade ao Na é O K tende a sair para fora determinação e manutenção
baixa mas ele tende a entrar e cria dipolo Do gradiente químico de Na e de K

EXTRA

K+
Na+ K+ Bomba Na+
Na+K+
++++++++ ++++++++

-------- --------
canal canal (Ativo)
K+
Na+ Na+ K+ Na+

K+
INTRA
MECANISMOS IONICOS DO
POTENCIAL DE AÇÃO
POTENCIAL DE AÇÃO
Estímulo Registro E3

E1 E2

Estimulando o neurônio ( E1, E2 e E3) ocorrerá


alterações transitórias no potencial de
membrana

E3: causou o PA na zona de gatilho que


se propagou ao longo do axônio
POTENCIAL DE AÇÃO

O PA é um evento elétrico transitório no


qual ocorre a completa inversão da
Repolarização
Despolarização

polaridade elétrica da membrana.

Etapas do PA
- Despolarização
- Inversão de polaridade da membrana
- Regularização
- Hiperpolarizaçâo

Potencial de repouso Hiperpolarizaçâo


Ao longo do axônio há canais
iônicos de Na e K com comporta
sensíveis a mudança de
voltagem.

REPOUSO: fechados, mas a alteração


de voltagem na membrana causa a
sua abertura temporária (abre-fecha)

A abertura causa fluxo resultante


passivo de determinados íons e,
como conseqüência, mudanças no
potencial elétrico.

Tipos de canais
Canais de Na voltagem dependente
- Rápidos (abrem-se primeiro)

Canais de K voltagem dependentes


- Lentos (abrem-se depois)
Canais de Sodio voltagem- dependentes: “dois tempos”

Na+ Na+ Na+

Abertura Fechamento
Portão rápida lento
Portão
Inativação Inativação

FECHADO mas FECHADO e incapaz de


ABERTO (Ativado)
capaz de ser aberto ser aberto (inativado)
Do limiar até o pico do PA Do pico ao potential do PA
No potencial de repouso
( –70 mV) (–50 mV a +30 mV) (+30 mV a –70 mV)
(a) (b) (c)
Canais de Potássio Voltagem-dependentes
Extracelular

Intracelular
Abertura
K+
K+ lenta

Fechado Aberto

No potencial de repouso; Do pico do PA até a


Abre no potencial limiar Hiperpolarização pós-potencial
(-70mV a +30mV) (-30mV a -80mV)

(d) (e)
Abertura dos canais de Na: influxo (entrada) de Na → DESPOLARIZAÇAO
-o influxo é favorecido pelos gradiente químico do ion e do gradiente elétrico
-o influxo de cations inverte completamente a polaridade da membrana, até o ENa

Abertura dos canais de K: efluxo (saída) de K → REPOLARIZAÇAO


-o efluxo é favorecido pelos gradiente químico do ion e do gradiente elétrico que se inverteu
- como o fechamento desses canais é lento, ocorre HIPERPOLARIZAÇAO

O estado de repouso é recuperado pela atividade da ATPase Na/K


Propriedades do Potencial de Ação

E3
EVENTO TUDO-OU-NADA

- Estímulo sublimiar (E1, E2): não causa PA


E1 E2
- Estimulo limiar (E3): causa um único PA
- Estímulo supra-limiar: causa mais de 1 PA, sem
alterar a amplitude.

- Uma vez iniciado o PA, é impossível impedi-lo de


acontecer.
Receptor sensorial

Estimulo
sensorial SINAPSE
NERVOSA

Os neurônios decodificam o aumento ou


redução na intensidade do estimulo em
função da freqüência dos impulsos
elétricos.

A amplitude do PA de cada célula excitável


é invariável.
Propriedades do Potencial de Ação

Período Refratário Período Refratário


Absoluto Relativo
Refratariedade de resposta

Período Refratário Absoluto


os canais de Na estão todos inativos

Período Refratário Relativo


os canais de Na estão parcialmente inativos

Estímulos limiar
CONDUÇÂO DO POTENCIAL DE AÇÂO
Zona de gatilho

Chegada da
excitação

Direção da propagação do PA

Potencial de membrana em
função do local

Por que o PA não se


propaga retrogradamente?

Por que a amplitude e a


duração do PA são fixas?
CONDUÇAO OU PROPAGAÇAO DO IMPULSO NERVOSO
POTENCIAL DE AÇAO NAS FIBRAS SEM MIELINA

O PA é gerado na zona de gatilho


do neurônio e sempre se propaga no
sentido da despolarização.

A propagação bidirecional é evitada


devido ao período refratário do PA

O PA se propaga ao longo do axônio sem decremento de


sinal, i.e., o sinal é fiel do inicio até o final da fibra.
POTENCIAL DE AÇAO NAS FIBRAS MIELINIZADAS

Nas fibras mielinizadas o PA só se


desenvolve nos nodos de Ranvier. Sob a
bainha não há canais iônicos.

Propriedade: aumento na velocidade de


condução do impulso nervoso
Doenças que causam a perda de mielina
afetam a velocidade de condução do
impulso nervoso.
A atividade elétrica nervosa pode ser captada e utilizada como sinais clínicos

Eletroencefalografia

Potencial de ação composto

Potencial evocado 1

Potencial evocado 2
Estimulador
Corrente
elétrica

Voltímetro
Variação no
potencial de
membrana

REGISTROS INTRACELULARES

Estuda-se alterações do potencial de membrana de


uma única célula excitável

REGISTROS EXTRACELULARES

Estuda-se alterações elétricas resultantes uma


população de células.
Lembre-se: um nervo é
composto por varias fibras
nervosas

Potencial de Fibras rápidas: α


ação composto Fibras intermediárias: β
Fibras lentas: γ
O registro indica diferenças na
velocidade de propagação de 3
tipos de fibras e a quantidade
população de fibras em a
tividade
ELETROENCEFALOGRAMA
http://www.blackwellpublishing.com/matthews/channel.html
Mecanismo iônico do PA
 
http://www.blackwellpublishing.com/matthews/nmj.html
Junção neuromuscular
 
http://www.blackwellscience.com/matthews/actionp.html
Condução saltatória

http://www.blackwellpublishing.com/matthews/neurotrans.html
Mecanismos de ação dos NT