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Ensaios revestimento duplo, e os da sub base, base e subleito.

Ensaio revestimento duplo

O Tratamento Superficial Duplo (TSD) é a camada de revestimento do pavimento que contém


duas aplicações de ligante asfáltico, cada uma coberta por camada de agregado mineral e
submetida à compressão (DNIT, 2012).

- Ligantes Asfalticos

Segundo o (DNIT,2012), utilizaremos o ligante Emulsões asfálticas tipo RR-2C, obedecendo as


exigências das NORMAS DNIT 095/2006-EM e DNER-EM 269/97, pois empregaremos em todas
as camadas do revestimento.

-Agregados

Os agregados mais utilizados no TSD são a brita e a escória de alto forno, que deverão ser
analisadas para verificar se ainda estão ou não quimicamente ativas. O agregado utilizado
deverá ter:

- constituição de partículas dura e durável isenta de pó;

- índice de abrasão pelo método Los Angeles ≤ 40%;

- alta densidade;

- porcentagem passante na peneira de nº 10> 5%;

- ter relação 90 10 D D ≥ 0,5.

Os equipamentos utilizados para este ensaio serão: Carros distribuidores de ligante asfáltico,
distribuidor de agregados rebocáveis, rolo compressor tipo tanden.

Ensaio de Subleito

De acordo com o (DNIT, 2010), o dimensionamento do subleito é realizado com o estudo da


área visando conhecer as características do solo através de sondagens e análises em
laboratório. Para isso devem-se realizar os ensaios de Limite de Liquidez (LL), Limite de
Plasticidade (LP), Índice Suporte Califórnia (ISC) e Expansibilidade no caso de solos lateríticos.

Devem-se utilizar os seguintes equipamentos: Motoniveladora, carro tanque distribuidor de


água, rolos compactadores autopropulsados tipos pé-de-carneiro, liso-vibratório e
pneumáticos, e grades de discos (DNIT, 2010).

Ensaio de Sub-Base

Os materiais utilizados na execução da sub-base e da base devem ser examinados mediante a


execução dos ensaios de granulometria e de equivalente de areia; ensaios de compactação;
ensaios do Índice Suporte Califórnia (ISC), no qual o número mínimo de ensaios por camada e
por segmento (área inferior a 4000m2) é de 5 (DNIT, 2009).
A camada de sub-base é definida pela camada de pavimentação que complementa a base, com
função de prevenir a passagem do solo do subleito para a camada de base. Realizados os
serviços de regularização e compactação adequados deverá ser implantado a sub-base sobre o
leito do trecho (DNIT, 2009).

A espessura do revestimento adotada foi de 20 cm, seguindo as normas de pavimentação do


DNIT.

Serão utilizados motoniveladora, rolos compactadores pneumáticos, grade de discos e carro


tanque distribuidor de água para o espalhamento, compactação e controle da umidade
durante os processos de compactação e pavimentação do trecho para se chegar às condições
necessárias para uma boa execução do projeto.

Ensaios da Base

A Base é a camada de pavimentação responsável a resistir aos esforços verticais oriundos dos
veículos, distribuindo-os à camada subjacente, executada sobre a sub-base, devidamente
regularizada e compactada (DNIT, 2010).

A espessura do revestimento adotada foi de 22 cm, seguindo as normas de pavimentação do


DNIT.

Os seguintes equipamentos serão utilizados para a execução da base: motoniveladora; carro


tanque distribuidor de água; rolos compactadores tipo pé-de-carneiro, lisovibratório e
pneumático; grade de discos; pá-carregadeira;rolo vibratório portátil.

DRENAGEM DO PAVIMENTO

O desenvolvimento da técnica da drenagem em pavimentos tem sido grande nas últimas


décadas e possui suma importância para a sua preservação. A drenagem é necessária em
regiões onde anualmente se verifica uma altura pluviométrica e nas estradas com um TMD de
500 veículos comerciais (DNIT, 2006).

A função dessa técnica é proteger o pavimento das águas que possam danificá-lo, sendo elas
de duas procedências: infiltrações diretas das precipitações pluviométricas e provenientes de
lençóis d'água subterrâneos (DNIT, 2006).

Evitar o acúmulo e a retenção da água na rodovia e suas cercanias também fazem parte do
projeto de drenagem. Entre algumas maneiras podemos citar:

1- Previsão da intensidade e freqüência das chuvas, visando o escoamento superficial;


2- Determinação de pontos naturais de concentração e descarga, e outras condições
hidráulicas;
3- Remoção dos excessos de água prejudiciais, do subsolo;
4- Proporcionar a disposição mais eficiente das instalações de drenagem, de acordo com
o custo, importância da rodovia, economia na conservação e normas em vigor.

Dentre os tipos de drenagem temos a Drenagem Superficial, que são as medidas para afastar
as águas que escoam sobre a superfície da rodovia ou nas proximidades da mesma, podendo
se utilizar valetas de proteção de corte, valetas de proteção de aterro, sarjetas de corte,
sarjetas de aterro, saídas e descidas d’água, caixas coletoras, bueiros de greide e dissipadores
(DNIT, 2006).

E a Drenagem Profunda, que são os dispositivos subterrâneos executados com a finalidade de


evitar que as águas dos lençóis d’água atinjam o pavimento ou a superfície da estrada,
podendo se utilizar drenos profundos, drenos em espinhade-peixe, camadas drenantes, drenos
horizontais profundos e valetões laterais (DNIT, 2006).

Para o seguinte projeto utilizaremos para a Drenagem Superficial, bueiros de greide com DN =
2,00m a cada 100m de trajeto.

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