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"""' ii "'D itos &.

Escritos VIII
"coleçã.o

-{aJ Foucau t
rù{11 Segurança,
o-{
U Penalidade e Prisão

* * * Organizaçio, seleçáo de textos e revisão técnica:


Manoel Barros da Motta

Thadução:
Grupo
Editona Vera Lucia Avellar Ribeiro
Nac¡onal

O GEN I Grupo Editorial Nacional reúne as editoras Guanabara Koogan, Santos, Roca,
AC Farmacêutica, Forense, Método, LTC, E.P.U. e Forense Universitária, que publicam nas Dits a écrits
áreas científrca, técnica e profrssional.
Edição francesa preparada sob a direção de Daniel Defe¡t e

Essas empresas, respeitadas no mercado editorial, construíram catálogos inigualáveis, François Ewald com a colaboração deJacques Lagraage
com obras que têm sido decisivas na formaçáo acadêmica e no aperfeiçoamento de
várias gerações de profissionais e de estudantes de Admi¡ristração, Direito, Enferma-
gem, Engenharia, Fisioterapia, Medicina, Odontologia, Educaçåo Física e muitas outras
ciências, tendo se tornado sinônimo de seriedade e respeito.

Nossa missão é prover o melhor conteúdo científico e distribuílo de maneira fleúvel e


conveniente, a preços justos, gerando benefícios e servindo a autores, docentes, Iivrei-
ros, funcionários, colaboradores e acionistas.
***
At
Nosso comportamento ético incondicional e nossa responsabilidade social
são reforçados pela natureza educacional de nossa atividade, sem comPrometer o cres-
cimento contínuo e a rentabilidade do grupo.
e ambiental
6" FORENSE
UNIVERSITARIA

Rro o¡ JeNerr.o
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possibilitar
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com nota flscal (interpretação do a¡t. 26 da Lei n. 8.078' de I 1 'O9. f99O).
Traduzido de:
DITS ET ÉCNTTS
Copgríght O Éditions Galllmard 1994 r972 - Armadilha-r Sua Própria Cultura 1
All rights reserved. r972 - Teorias e Instituições Penais 2
Ditos e Dscritos - volume VIII r973 - À Guisa de Conclusáo.............. 7
rsBN 978-85-309-3599-3
Direitos exclusivos para o Brasil na língua portuguesa r973 - Um Novo Jornal?..... to
Copgright @ 2OI2by t973 - Convocados à PJ t2
FORENSE UNTYDRSITARIA um selo da EDITORA FORENSE LTDA. t973 - Primeiras Discussões, Primeiros Balbucios: a
Uma editora integra¡te do GEN I Grupo Editorial Nacional
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t974 - Loucura, uma guestáo de Poder 20
O titular cuja obra seja fraudulentamente reproduzida, diuigada ou de
quaìquer forma utÍlizada poderá requerer a apreensáo dos exemplares re- r975 - Um Bombeiro Abre o Jogo 24
pìoduzidos ou a suspensão da dilrrlgação, sem prejuízo da indenizaçáo ca- t975 - A Política É a Continuaçáo da Guerra por Outros
bívet (a¡t. 102 da Lei n. 9.6IO, de 19.02.I998). Meios 29
t975 - Dos Suplícios às Celas..... 32
t975 - Na Berlinda ............. ,JI
L975 - Ir a Madri................ 43
t976 - Uma Morte Inaceitável 46
1" ediçáo -2012 t976 - As Cabeças da Política.............. 49-
Traduçáo de t976 - Michel Foucault, o Ilegalismo e a Arte de Punir .. 53
Vera Lucía AueIIar Ribeiro
Organízação, seleção e revisão técnica t976 - Pontos de Vista 57
Manoel Barros da Motta t977 - Prefácio 59
t977 - O Pôster do Inimigo Público n. I ........... 63
CIP - Brasil. Catalogaçáo-na-fonte. t977 - A Grande Cólera dos Fatos 67
Sindicato NacÍona-l dos Editores de Liwos, RJ r977 - A Angústia de Julgar 77.
t977 - Uma Mobilizaçáo Cultural 9I
P86s
Foucault, Michel, 1926-1944 t977 - O Suplício da Verdade ............... 93
Segurança, penalidade, prisão[\4ichel Foucault; organilação e_ seleção de tex- t977 - Váo Ex[raditar Klaus Croissant? 95
tos Ua¡róel Barros da Motta; tradução Vera Lucia Avella¡ Ribeiro. - Rio de r977 - Michel Foucault: "Doravante a segurança está
Ja¡rei¡o: Forense Universitária, 2O 12.
(Ditos&escritos;8) acima das leis".... 101
Tradução de: Dits et écrits r977 -ATorturaEaRazâo ro4
Inclui índices
ISBN 978-85-309-3599-3 r978 -Atençáo: Per4o 1r3
l. Filosofla francesa - Sécuto )O(. 2. Direito penal. 3. Prisões. I' Motta, Ma- t978 - Do Bom Uso do Criminoso 115,.
noel Barros da. II. Título. III. Série. 1978 - Desafio à Oposiçáo t2l
1 1.4109 CDD: I94 r978 - As "Reportagens" de Ideias t24
cDU 1(44) r979 - Prefácio de Michel Foucault r26
VI Michel Foucault - Ditos e Escritos

1979 - Maneiras de Justiça.. r28 Apresentaçáo à Ediçáo Brasileira


1979 - A Estratégia do Contorno .'.....-.'. 133
1979 - Lutas em Torno das Prisóes r37
1980 - Prefácio r51
1980 - Sempre as Prisóes 154
1980 - Le Nouvel Observateur e a União da Esquerda... r59
r62 Segurança, penalidade, prisáo
1981 - Prefácio à Segunda Ediçáo..'....
198I - O Dossiê "Pena de Morte". EIes Escreveram A ediçáo de Segurança, penalidade, prisão, oitavo volume
Contra t67 da série dos Ditos e escritos de Michel Foucault, vai permitir
1981 - As Malhas do Poder 168 aos leitores de língua portuguesa e aos pesquisadores que se
1981 - Michel Foucault: É Preciso Repensar Tudo, a Lei orientam pelas pistas que ele abriu para o pensamento e a açáo
e a Prisáo.. 189 ter rrma perspectiva nova do sentido e do alcance geral do con-
1981 - As Respostas de PierreVidal-Naquet e de Michel julto de sua obra. Com esta nova série de quatro volumes que
Foucault.... r92 reúne ensaios, leituras, pretácios e resenhas - muitos virtual-
198I - Notas sobre o que se Lê e se Ouve......... r93 mente inacessíveis antes da ediçáo francesa -, mais de 3 mil
Ig82 - O Primeiro Passo da Colonizaçáo do Ocidente.... 196 páginas do fìlósofo väo nos permitir situá-lo nas transforma-
1982 - Espaço, Saber e Poder...... 206
ções e lutas que agrtaram a vida Íntelectual, política, cientÍfica,
1982 - O Terrorismo Aqui e 41i......-.... 223 literária, artística do século )O( e que prosseguem no século
lgA2 - Michel Foucault: "Náo há neutralidade possível". 226 )Oil. Com muitos textos publicados originalmente em portu-
1982 - 'Ao abandonar os poloneses, rem-nciamos a uma guês, japonês, italiano, alemáo, inglês e francês, permite-nos
parte de nós mesmos" .............- 229 repensar seu papel e o alcance e o efeito de sua obra.
1982 - Michel Foucault: 'A experiência moral e social dos Os conceitos e as categorias da filosofìa, da política, da his-
poloneses não pode mais ser apagada' 233 tória, quer em sua dimensáo epistemológica ou ética, foram
1982 - A Idade de Ouro daLettre de Cachet 242
subvertidos, transformados, modificados pela intervençáo teó-
1983 - Isso Náo me Interessa.....'.........- 245 rico-prática de Michel Foucault. Saber, poder, verdade, razâo,
f 983 - A Polônia, e DePois? 246
Ioucura, justiça têm para nós outros sentidos, despertam ou-
1983 - "O senhor é Perigoso" 276
tros ecos, abrem novos registros que as hadiçóes dominarrtes
1983 - ...eles declararam... sobre o pacifi.smo: sua do saber ocidental muitas vezes esqueceram ou recusar¿lm.
nattsreza, seus perigos, suas ilusões 279
Nossa relaçáo com a racionalidade cientÍfica, ou com a razáo
f 984 - O que Chamamos Punir?....... 280
humana, tout court, seja nas práticas da psiquiatria e da psico-
logia, seja nas práticas judiciárias, modificou-se com a reflexáo
Índice de Obras... 293
de Foucault sobre a loucura em termos históricos e sobre o po-
Índice Onomástico ............... 294
der psiquiátrico. Com efeito, a medicina, a psiquiatria' o direito,
Índice de Lugares 297
298 no corpo mesmo de sua rnatriz teórica, foram alterados pelo
Índice de Períodos Históricos efeito da obra de Foucault. Podemos dizer que alguns aspectos
Orgalizaçáo da Obra Ditos e Escritos 299
da hipermodernidade em que vivemos seriam incompreensíveis
sem sua reflexáo. A reflexáo contemporânea, mas tarnbém nos-
sas práticas, nosso modo de vida, foi tocada, tansformada pelo
efeito da obra de Michel Foucault.
O pensamento contemporâleo, quer filosófico, quer nas ciên-
cias sociais e humanas, cujos fundamentos epistemológico-

.-
48 Iulcttel Foucault - Ditos e Escritos -
objetá-la Por isso rrm L976
porrto de resis camente
indiferente ou Farâ2O
anos, em breve, que Vidal-Naquet nos mostrou o que a verda-
As Cabeças da Política

por Pierre Goldmal2 e seu advogado Georges Kiejmal' em um "Les têtes de Ia politique", inWiaz, En attendant le grand- so¿r, paris, DenoëÌ,
1976, p.7-I2.

Os soberanos náo tinham rosto. Um rei podia percorrer as


estradas, disfarçar-se de cocheiro e cear no albergue. Ninguém
o reconhecia, a náo ser por obra do acaso de uma moeda na
palma da máo. Não restava senáo colocar o fujáo em sua ber-
Iinda para reconduzi-lo até seu trono.
Os reis só existiam em bustos, velha forma da divinização.
Ou de perfil, marca registrada sobre as moedas e peças. Ou de
daqueles que nos julgam. frente, tronando em plena majestade, nos selos e medalhas.
Se tinham um na¡iz, olhos e a máo fechada sobre o cetro, era
como se tivessem urna coroa: marcas e formas visíveis de seu
poder. Sua apariçáo só podia ser da ordem da cerimônia. Seu
corpo era suporte de um ritual: ele tinha lugar e produzia efei_
to em uma magia política. É possível que todos os monarcas
do mundo - e com eles, sem dúvida, todos os pais de família
- tenham perdido a cabeça duralte a Revoluçáo. Mas parece
também que eles ali perderam seu corpo. Nesse momento, de-
saparece o milagre da teologia e da política, o reino enca_rna_
do, o templo materia_l da soberania, o sangue precioso, o lar
de onde se irradiam todos os signos do poder: o corpo do rei.
Nasce a multidão das figuras políticas.
A diferença náo é apenas o fato de elas serem numerosas,
fugazes e pouco poderosas. Pois há dinastias inteiras que pas-
saram mais rapida¡nente e foram mais frágeis do que chefes de
partido. A diferença é que os homens políticos náo sáo feitos
da mesma matéria que os reis. Seu sangue náo tem a mesma
o'1 de
I Maurice Audin, matemático na faculdade de Argel' estrangulado em cor nem o mesmo poder, sua carne náo tem a mesma densida_
do francês' por ter ajudado na
¡unho de 1957, em El-Biar, por um oflcial
censo
de e não emite as mesmas ondas nem os mesmos efeitos. Eles
independência algeriana. têm outro corpo. E, se eles também têm perfil e face, isso não
2 Goldma¡ (P), Souuen¿rs obscurs d'unjuif polonais né en France'
Pa¡is' Ed'
du SeuÍI, 1975.
lhes é senão duas maneiras de mosfoar seu rosto.
-
f976 - As Cabeças da política 5 f
50 Ulcttet Foucault - Ditos e Escritos
é nada, nada além do que se passa sobre
marca escavada no me- ela e através dela,
A sobe nada mais do que acontecimerrtos qrre tra¡rsitam,
corPo do rei' A nolíti¡a atrocidades
tal, na pe que estagnam, assassinatos que se multiplicam,
ódios que se
Ie ou d'ura ' rrariz arrogante'
funciona os
encarniçam, opressoes.
obsceno, fronte calva e voluntariosa' o desenho-charge finge imitar o grande retrato d.e história:
-j*,
te revelam, traem ou escondem'
EIa caminha p
aqui, em todo seu esplendor, o homem que
eis
os governa, eis aqui
pá" o d,esnud r partir da monarquia essa grande figura. E,lefaz como se levasse
a séiio o homem po_
mens políticos
¡oo' Danton' Daumier' IÍtico, como se fosse buscar nosso destino no
fundo desse rosto.
t"iiJ:iood.poi", prime
ais ilustrad::^t^t^"1-
Mas não se deve esquecer que ele nasceu na
época de Lavater,
os de Garl e da craniologia, na época em que
presença física do a arma se fizera osso
e a televisáo desdobrararn
nov -ho- e corcova: olhem bem esses ângulos e
suas asperezas, apalpem
a charge voltou a se
mem políti .o, ruao-pita qttat' ::Tj::dt' em 1970' esses relevos. Não é apenas um simples
é a irópria
tornar necessária' lä"itte' t* 1960;
Wiaz' verdade, segredo tornad.o sensível aoãedo. ".rrr.1op.,
òlho.
Eu hesito em á charge Tafvez o retrato-charge tenha herdado também "o procedimen_
"it"" Ï'å"-í#ffiå""tiåi::1H; tos familia¡es aos medos legendários: tipos
Do ros-
iferentes. imensos, go.ão"
como o mundo, prontos a tudo devora¡, monstros
remete a algumas pânicos. Os
rekatos-cha_rges apresentam sempre ogros.
Por meio de um volumosas cabeças, goelas
Granães fÌguras,
,a ¡rirro do poder,
dos poderosos, apetite para"rro.-õ",
dev rar um povo. ""!i.ào
ac A charge rebusca, bisbilhota, cresce e entra nesse rosto
ele como em um palácio de sombra onde se
xterior' o coloca nos cavaLetes' esconde a potência. E,
no momento em que ac¡editamos que ela, por
fim,ãpreenderá
o enigFna - Quem é ele? Como esse Minotauro
vai nós comer?
-' ela explode de rir e de pavor. Ele orhou no fundo dos orhos
esses broncos que pretendem olha¡ no
fundo dos nossos: não
há ninguém, mas um desassossego de
miséria e de morte. As
as rugas sáo estrias de arame
m8ue; a boca, o grito dos su_
o a morte. Ðle faz as fìguras
nelas encontrar náo a vanida_
da história'
A caricah¡ra joga com a g.-r#îi"Jjeno
ça-class
Mas
- aparecer a dr¡ra e minúscu_laverãade.
fazer
os dias com a espessura, a fÌm de fazê_la explodir
tentou resumir toda uma his o indivíduo a não ser mais do que
a ãparência de um mundo. O
beça. À força de marcá-Ia' e homem político seria o conhá¡iã ao grLae
aprofundar seus furos e homem? Náo o herói
à força de insistir em seus relevos' hegeliano em quem culmina a alma"do
tempo, mas aquele em
chegoua descobrir que ela náo quem se depositam os dejetos inconfessáveis
suas sombr.", o do universo?
'"Otto-charge Folheiem o á-lbum de wiaz. Encontramos
acep- ari esta coisa ra¡a:
Em francês, "charge" Possui as a caric_ahtra e a charge não se excluem.
Elas convivem e se alter_
jogo de
ca¡icatural, o que possibilita o nam. Jogos da caricatura com agrandeza:
Kissinger, eshela em_

--
52 nnichel Foucault - Ditos e Escritos
-
penachada se exibe, não desceu muito bem de sua escada' Jogos t976
ãe retrato-charge com a enormidade: Nixon sorri, seus dentes
säo bombas, o xá cintila, suas medalhas sáo os enforcados'
Todavia, há mais. Wiaz combina a caricatura e a charge de
acordo com um equilíbrio excepcional: o enorme com o mi- Michel Fbucault, o Ilegalismo e a Arte de
núsculo, o medonho com o derrisório, Gargântua com Lilliput' Punir
a figura de pavor com a marionete. Um velho cacoquímico'
a*-"r." cadeira de rodas, estende uma última vez sua máo'
derradeiro gesto de vida, avidez lltirna, em direçáo ao garrote
de um cond.enado: é Fralco, o moribundo estrangulador' Dois "Michel Foucault, l'iilégaìisme et l'a¡t de punir" (entrevista
de braço, sáo os dois homens mais Presse, n. 80, 3 de abril de 1976, p. Z e iS¡.
com G. Ta¡rab, La
n e Brejnev medem suas forças. De
contra a outra, jorram cadáveres es-

ali a ext¡ema tensáo do desenho político'


Wiaz substitui o traço tradicional pelo ponto, uma nuvem

cia: homens de bruma tal como há homens de neve' O mundo


adormeci formar essas figuras de
pesadelo: segredo, náo Passam-do
encont¡o mundo' O temPo as dis-
sipará, caso o calor chegue com a luz.
E é como se fosse para marcar esse futuro que V/iaz intro-
d.uz, entre Nixon e Brejnev, entre Pompidou e Gisca¡d, outros
rostos desenhados d.a mesma forma, prontos como aqueles a
se dissiparem na história do mundo, estes sendo feitos com a
bruma d,os charcos e as poeiras do sol. Rostos de Lowry, de
Zapata ou de Buster Keaton.
Nas se deve rir de Lamartine, que recusava a náo sei mais
qual desenhista fazer seu retrato-charge: "Meu rosto pertence
a todo mundo, ao sol tanto qualto ao riacho, mas do jeito que
en-
de
do
ho- * (N.T.) No original, "prise
d-e corps", cuja tradução literal seria..tomada de
mem político mrnca se poderia extrai¡ o sol nem o riacho' corpo", o que possibilita o ârgumento de G. Ta¡rab em seguida.

Centres d'intérêt liés