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A EVOLUÇÃO DA RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO SISTEMA CFC/CRC’S

Tipo do trabalho – Nacional

Área Temática

ÁREA 1. INVESTIGACIÓN CONTABLE

Tema Especifico

1.3. La importancia de la contabilidad social y ambiental en un entorno de desarrollo


sostenible

Subtema

1.3.5. Contabilidad social, fundamentos, informes y balances sociales.

Nombre del Autor/es

Autor

Elizabeth Alline de Sousa

Coautor

Ticiane Santos Lima dos

Mário Miguel Amim Garcia Herreros

Fabricio do Nascimento Moreira

País

Brasil

El nombre del Director Nacional

Juárez Domingues Carneiro


RESUMO

Esta pesquisa procedeu em analisar comparativamente o Balanço Socioambiental do


Sistema CFC/CRC´S entidade que fiscaliza e regula a profissão, dispõe de uma ferramenta
para apresentar aos profissionais da área contábil, a sociedade e aos entes reguladores,
pela ótica dos demonstrativos contábeis, no período de três anos. Tendo por problema
apresentar qual a importância da evolução da responsabilidade socioambiental do Sistema
CFC/CRC’S?. Para responder a esse questionamento foram coletadas as informações
obtidas a partir do estudo de caso do Sistema CFC/CRCs, analisando as demonstrações
Contábeis, utilizadas como prestação de contas dos recursos recebidos pela entidade e
como estes recursos são distribuídos a sociedade, adotou-se a metodologia bibliográfica e
exploratória, estatística descritiva. Verificou-se que existe evolução da responsabilidade
socioambiental para o exercício da profissão de forma ética, para a elevação intelectual dos
seus colaboradores, pela busca de transparência na publicação do Balanço Socioambiental
e fortalecimento da classe.

Palavras chave: Balanço Socioambiental; Responsabilidade Social; Sistema CFC/CRS’S.

1. INTRODUÇÃO
O Balanço Social é um demonstrativo composto pelas informações sociais e
financeiras. Passando a ter relevância por se tratar de demonstrativo auxiliar na tomada de
decisão, fornecendo uma visão do panorama econômico e social das entidades. A
contabilidade utiliza os Demonstrativos na busca de mostrar as informações econômicas,
financeiras, sociais e ambientais inerentes aos fatos que ocorrem nas entidades.

Um fato relevante que acelerou esse processo conforme Ashley (2010), foi à
exigência do mercado consumidor, e da necessidade que as empresas encontraram de
utilizar mais tecnologia na inovação de seus produtos e serviços, isso levou a outra
necessidade de apresentar as informações sobre a aplicação dos recursos, assim como os
reflexos para a sociedade onde a entidade está inserida.

Esta pesquisa buscou prover respostas que sejam satisfatórias aos


questionamentos desenvolvidos. Por meio dos recursos bibliográficos e legais pertinentes
ao assunto em questão. Procurando analisar importância da evolução da responsabilidade
socioambiental do Sistema CFC/CRC’S. Tomando por problema: Qual a importância da
evolução da responsabilidade socioambiental do Sistema CFC/CRC’S?. Na medida em que
o Sistema apresenta ao seu público maior o Balanço Socioambiental, demonstrando
preocupação em publicar as ações sociais e ambientais de forma documentada.

1.1 Objetivos

A pesquisa em questão procedeu em analisar comparativamente o Balanço


Socioambiental do Sistema CFC/CRC´S, pela ótica dos demonstrativos contábeis, no que
diz respeito à evolução da riqueza gerada por essas entidades no crescimento
socioambiental no meio em que estão inseridas no período de 2008 a 2010.

1.2 Delimitações do estudo

Essa pesquisa buscou analisar a importância da responsabilidade socioambiental


do Sistema CFC/CRC’S, no período de 2008, 2009 e 2010, recorte temporal escolhido pelo
período de consolidação da lei 11.941/09. Verificando quais os retornos que o CFC/CRC’S
obtiveram com a distribuição da riqueza gerada, a partir de uma análise detalhada das
Demonstrações Contábeis, assim como os reflexos dessa distribuição no que diz respeito ao
próprio sistema, governo, e a sociedade em geral.

1.3 Relevâncias do Estudo

A pesquisa em questão é relevante para a sociedade, pois identificou benefícios,


que a sociedade terá da riqueza gerada por essa entidade. É relevante para a classe
contábil, além de manter os profissionais atualizados nos assuntos que estão em relevância
na atualidade, e servirá de instrumento consultivo para os profissionais que desejam obter
mais informações sobre a destinação dos recursos que anualmente os profissionais
empregam para exercer regularmente a profissão. Internacionalmente é válido na medida
em que esclarece a posição e funcionalidade socioambiental, do órgão maior, que rege as
normas e condutas éticas, sociais e ambientais da profissão Contábil, exatamente no
momento de implementação da internacionalização da contabilidade, no momento da lei
11.941/09. Razão da escolha do período de 2008 a 2010 gerando fonte de pesquisa e
iniciação científica para outras pesquisas posteriores tanto sobre o Sistema como sobre a
Responsabilidade Sócioambiental.

1.4 Organização do Trabalho

Na busca pela melhor compreensão do tema em questão, esta pesquisa está


organizada da seguinte forma: primeiramente será apresentada uma definição sobre
responsabilidade social, levando em consideração alguns dos aspectos da ética e moral, do
bem estar e das riquezas e suas distribuições, ação social e da gestão, voltada para a busca
de esclarecer o conceito de responsabilidade social, logo após será feito um breve
esclarecimento sobre a definição de responsabilidade socioambiental de uma forma geral.
Conceituando a contabilidade, assim como as demonstrações contábeis. Demonstração do
Resultado do Exercício e Balanço Social. Será feito um breve histórico do Sistema
CFC/CRC’S e após a Metodologia de pesquisa é apresentada a análise comparativa do
Balanço Socioambiental período de 2008, 2009 e 2010 do referido Sistema, seguida das
considerações e de um guia para a discussão

2. Desenvolvimento do Tema

A Responsabilidade Socioambiental, e os reflexos que esta tem sobre a sociedade,


de acordo com Tenório (2010) a responsabilidade social é valorização do ser humano,
lembrando também que as corporações também se preocupam com a questão social e não
somente econômica. Mas independentemente do seguimento econômico, a preocupação da
responsabilidade social, é uma só, pois visa os mesmos objetivos voltados para a
sociedade. Reforçando este pensamento Ashley (2010), expõe que a responsabilidade
social corporativa está se tornando única, (hegemônica) a visão que as atividades devem
ser executadas de forma ética e obedecendo a certos critérios dentre eles os valores
morais, a autora também caracteriza a responsabilidade social como sendo as
preocupações éticas e morais que afetam os stakeholders 1; o envolvimento com a
comunidade procurando contribuir para o desenvolvimento social econômico e humano.

2.1 Responsabilidade Socioambiental

Nas ações realizadas pelas organizações a nível social e ambiental, podemos notar
o crescente interesse em revelar à sociedade essa prática de forma que esta tenha

1
Stakeholders – é o termo em inglês amplamente utilizado para designar cada parte interessada (ou publico de
interesse), isto é, qualquer individuo ou grupo que possa afetar o negócio, por meio de suas opiniões
participação na medida em que as entidades também tiram proveito dessa prática social.
Conforme Tenório (2006) a responsabilidade social vem sofrendo transformações que se
voltam para o mercado.

A responsabilidade social não é algo novo, mas um tema que está ganhando mais
espaço na atualidade, devido o panorama exigido pela sociedade, essas mudanças
influenciaram na visão das entidades e uma das principais mudanças foi quanto à exigência
de transparência. “Ética e responsabilidade social nos negócios são temas em ascendente
difusão e discussão no Brasil. O cenário já se alterou desde meados da década de 1970”
(ASHLEY, 2010, p.64).
Para Tachizawa “a responsabilidade social e ambiental pode ser resumida no
conceito de efetividade como alcance de objetivos do desenvolvimento econômico-social.
Portanto, uma organização é efetiva quando mantém uma postura socialmente
responsável”. (2007, p.58).

2.1.1 As Demonstrações Contábeis

Segundo o FIPECAFI (2010, p.2), as demonstrações contábeis são: “o conjunto de


informações que deve ser divulgado por uma sociedade por ações representando sua
prestação de contas”. A definição utilizada pelos autores reforça a importância das
Demonstrações Contábeis para a empresa e demais usuários, evidenciando a necessidade
de transparência já que se refere à prestação de contas. Essas Demonstrações Contábeis
estão formadas pela importância a que se destinam, por exemplo: Balanço Patrimonial, que
“tem por finalidade a apresentação da posição financeira e patrimonial da empresa em
determinado período” (FIPECAFI, 2010, p.2).

De acordo com o novo texto da lei 11.638/07, que altera o conjunto de


demonstrações obrigatórias conforme art. 176, sendo a partir do vigor da lei em 31/12/07 da
seguinte forma: Balanço Patrimonial; demonstração dos lucros ou prejuízos acumulados;
demonstração do resultado do exercício; demonstração dos fluxos de caixa e Demonstração
do Valor Adicionado. A forma com a qual o Balanço Socioambiental se apresenta aos
usuários das informações contábeis demonstra uma evolução no modo de pensar e refletir
as necessidades das quais as informações contábeis se propõem a apresentar. As
demonstrações contábeis somente são válidas quando obedecem aos princípios, postulados
e convenções contábeis, que devem ser seguidos para que aquelas tenham mais
credibilidade junto aos stakeholders, assim se faz necessário pontuar os mais direcionados
a está pesquisa.

A demonstração do Resultado do Exercício é o instrumento pelo qual a entidade


tem o resultado do exercício, de suas atividades envolvendo o confronto entre receitas e
despesas, e assim “resulta em fornecer de maneira esquematizada os resultados (Lucro ou
Prejuízo) auferidos pela empresa” (Assaf Neto, 2010, p.65)

Torna-se relevante evidenciar a Demonstração do Resultado do Exercício na


medida em que apura os resultados de determinado período, e alguns destes são
novamente evidenciados na Demonstração do Valor Adicionado, com uma nova adição no
trato das informações. De acordo com FIPECAFI (2010), a Demonstração do Valor
Adicionado é: Demonstração do Valor Adicionado – DVA: Principal finalidade mostrar o valor
da riqueza criada pela empresa e a forma de sua distribuição, voltada à geração de riqueza
e sua respectiva distribuição pelos fatores de produção (Capital Trabalho) e ao governo.
Sobre a forma como a riqueza é evidenciada, ou mesmo se está sendo gerado
algum tipo de retorno a comunidade, é necessário a elaboração da DVA – Demonstração do
Valor Adicionado que auxiliará na percepção deste indicador social de distribuição de
riqueza. A Demonstração do Valor Adicionado é uma das demonstrações mais relevantes
para a evidenciação dos fatos relacionados à parte social da empresa, as ações e
resultados que auxilia o Balanço Social, devido evidenciar cada item de valor que a empresa
adicionou em determinado período, resultando no valor adicionado total a distribuir, de
acordo com a NBC T 3.7:

2.1.2 Balanço Social

No Balanço Social pode-se verificar como está o envolvimento da entidade e sua


responsabilidade social assumido perante a comunidade interna e externa. É um
instrumento de gestão conforme diz Araújo e Junior (2004) informação que visa evidenciar
da forma mais transparente possível as informações econômicas e sociais do desempenho
da entidade aos mais diferentes. De acordo com o FIPECAFI (2010, p.02 -07), o Balanço
Social em termos de benefícios sociais como contribuições a entidades assistenciais e
filantrópicas, preservação de bens culturais, educação de necessitados etc. Assim torna-se
relevante demonstrar o modelo sucinto de um Balanço Social, para melhor entendimento e
visualização da estrutura dessa demonstração.
O instituto Ethos de Responsabilidade Social foi criado desde 1998, que tem dentre
outros objetivos, difundir a relevância do “Balanço Social como instrumento de gestão para a
transparência das ações empresariais e gerar referência de praticas de excelência nesse
sentido.” (INSTITUTO ETHOS, 2007, p.9). Na realidade, padrões de Balanço Social ainda
não firmados, mas algumas organizações/institutos disponibilizam modelos a serem
adotados de acordo com a necessidade de cada entidade. Devendo conter Mensagem do
Presidente; Perfil da entidade; Histórico; Princípios e Valores; Estrutura e funcionamento;
Governança Corporativa; Visão; Diálogo com as partes interessadas; Indicadores de
desempenho.
A forma de como a empresa se projeta para o futuro deve ser muito bem pensada,
pois não podemos publicar uma visão daquilo que não temos possibilidade de ser
futuramente, nem tão pouco investimos nessa linha de pensamento para que alcancemos a
visão necessária para concretizar o que se propõe na visão.
A demonstração do Valor adicionado é um demonstrativo contábil que busca
evidenciar o que de valor foi agregado à entidade em determinado período, “pois mostra
como a empresa remunera os stakeholders e não apenas os acionistas. (FREGONEZI,
2009, p. 8)

2.1.3 A Evolução do Sistema CFC/CRC’S

Criado na forma de autarquia, o CFC/CRC’s obedece ao que foi disposto na lei


8.666/93, e apoiada pela lei 10.520/02, que regulamenta o processo licitações e contratos,
subordinando-se a essa lei para a obtenção e manutenção das atividades as quais a
entidade se propõe a prestar. Para contratação de funcionários deverá obedecer ao
estabelecido na lei 8.112/90, que dispõe sobre o regime jurídico público, a forma como o
funcionário irá ingressar nos cargos efetivos, onde deve-se admitir aqueles que foram
aprovados em concurso público. Obedecendo também a lei 2.123/53, que versa sobre a
situação dos procuradores das autarquias federais com a finalidade de assegurar que estes
serão sempre admitidos na forma de concurso público.

2.1.4 Histórico

O Conselho Federal de Contabilidade – CFC – criado pelo decreto Lei nº 9.295/46.


Formado por 27 conselheiros e colaboradores. De acordo com Balanço Socioambiental
(2010, p.11), atua como órgão fiscalizador. Suas diretrizes estão consolidadas na resolução
1.252/09, que versa sobre o Regimento do Conselho Federal de Contabilidade. Atualizada
pela lei 12.249/10. É uma autarquia que tem por finalidade a fiscalização do exercício
profissional contábil dotada de personalidade jurídica de direito público, que promove
também a atualização e integração do profissional contábil com a sociedade. Conforme
disposto no Balanço Socioambiental (2010, p.11). Enquadra-se como tal por preencher os
requisitos básicos da Lei 9.790/99 art. 3º que dispõe sobre a qualificação das pessoas
jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos.
Outro fator a ser considerado com relação as entidades sem finalidade lucrativa é o
fator social, assim conforme Machado (2009) sendo este setor formado pelas entidades sem
finalidade lucrativa, a sociedade é a grande beneficiada com as ações promovidas pelas
entidades do terceiro setor, estas trazem para si um pouco das responsabilidades que os
entes federativos deveriam suprir conforme instituido pela constituição de 1988. A grande
parte da população que é beneficiada direta ou indiretamente por alguma entidade do
terceiro setor muitas vezes não tem conhecimento da origem do recurso que foi aplicado em
beneficio dessa população

2.1.5 Conselhos Regionais de Contabilidade – CRC

Os Conselhos Regionais foram criados pelo decreto lei nº 9.295/46, formando um


total de 27, cada unidade presente nos estados que compõem a Unidade Federativa. Estes
servem de suporte para o conselho federal na medida em que obedecem e fazem com que
a regulamentações sejam efetivadas pelos profissionais da sua função é atuar na área de
abrangência, fiscalizando e orientando os contadores. Este tem a obrigatoriedade do
repasse de 20% da receita bruta anual para o Conselho Federal de Contabilidade (conforme
art.41 Lei 1.242) e de ações que visam reunir recursos para reinvestir em ações de
aprimoramento profissional e promoções sociais.

Pois o ato de prestar contas se transforma em um compromisso com a


responsabilidade social para o governo sociedade e para os demais interessados na
questão social. Dessa forma revela: “a responsabilidade para com o próximo não deixa de
ser um valor cultural, além de um princípio ético e valor moral, uma vez que se situa no nível
das estruturas mentais e de interpretação da realidade”. (ASHLEY, 2010, p.9). O controle
das prestações de contas e evidenciação fatos é relevante para o compromisso com a
sociedade. A pesquisa em questão selecionou os meios com os quais evidencia de forma
objetiva e clara a maneira como responderá aos questionamentos apresentados.

3. MÉTODO DE PESQUISA

Para a compreensão dos dados expostos, a forma apresentada das idéias, de


acordo com autores e instituiçoes de fama renomada no campo da pesquisa. Procurou-se
elencar formas coerentes em uma ordem que seja de fácil entendimento, e uma breve
explanação sobre responsabilidade socioambiental, depois um breve apontamento sobre os
princípios e postulados contábeis, assim como sobre as demonstrações contábeis, dando
enfase na Demonstração do Valor Adicionado e no Balanço Social, analisando o período de
2008 a 2010 os balanços Socioambientais do CFC/CRC’S.
A pesquisa foi realizada utilizando o método exploratório, pois tem o objetivo de
verificar a evolução da responsabilidade socioambiental do Sistema CFC/CRC’S. Criando
assim maior intimidade com o tema, por meio de bibliografias já existentes. De acordo com
Gil (1999), o aprimoramento das idéias e levando em considerações vários aspectos
relacionados ao objeto de estudo.

3.1 Quanto à abordagem


Tendo em vista que a pesquisa buscou mostrar a importância da evolução da
responsabilidade socioambiental do Sistema CFC/CRC’S, foram utilizados dados
qualitativos, para o melhor entendimento acadêmico, da classe Contábil, e demais
interessados no assunto: Responsabilidade Socioambiental de uma entidade sem fins
lucrativos, neste caso CFC/CRC’s.

3.2 Quanto à Coleta de Dados


Para coletar as informações necessarias ao desenvolvimento da pesquisa em
questão adotou-se estudo de caso para dar mais profundidade e complementação às
análises das comparação dos Balanços Socioambientais do Sistema CFC/CRC’S, excolheu-
se os anos de 2008 a 2010, devido ter cido um marco no processo de trancisão da
contabilidade com a adoção de novos padrões e consolidação da lei 11.941/09. Os dados
dessa pesquisa foram coletados por meio das publicações do conselho federal de
contabilidade para a fundamentação dos métodos a fim de responder a problematização.
Para obter informações necessárias aos questionamentos inicialmente elaborados, foi
utilizada a coleta documental, dando assim mais veracidade as evidências apresentadas de
forma a dar uma base sólida e confiável aos resultados.

3.3 Quanto à forma de Tratamento de Dados


Os dados coletados foram selecionados e tratados de forma a direcionar à
pesquisa,utilizando a estatistica descritiva, analisando de forma minunciosa os dados, mas
sem muitos rodeios e apresentando-os de forma clara e objetiva, não alterando o conteúdo
original. De acordo com Martins (2008), a organização dos dados é de fundamental
importância para a demonstração dos resultados, dessa forma o autor afirma “ o
pesquisador gera sua própria coleção de categorias para se aprofundar no assunto
desenvolvido”.

4. ANÁLISE DOS BALANÇOS SOCIOAMBIENTAIS DO CFC/CRC’s


Na análise dos principais pontos dos Balanços Sócioambientais do Sistema
CFC/CRS’S do período de 2008, 2009 a 2010, cada ano tem seis vertentes de informações,
a primeira trata da apresentação e introdução, as quatro seguintes são voltadas para a
gestão, sejam elas de Gestão Institucional, Gestão de Pessoas, Gestão de Registro e
Fiscalização e Gestão Socioambiental. A sexta parte está direcionada para os dados
quantitativos do Balanço Socioambiental. Existem várias formas de gestão, e o Balanço
Socioambiental do Sistema CFC/CRC’S organiza seus demonstrativos em vertentes de
gestão para melhor evidenciar seus fatos.

Tabela 1: Sumário dos Balanços Socioambientais (2008, 2009, 2010)


2008 2009 2010
Apresentação Apresentação Apresentação
Introdução. Introdução Introdução

Gestão Institucional. Gestão Institucional Gestão Institucional

Gestão de Pessoas. Gestão de Pessoas Gestão de Pessoas

Gestão de Registro e Gestão de Registro e Gestão de Registro e


Fiscalização. Fiscalização Fiscalização

Gestão Socioambiental. Gestão Socioambiental. Gestão Socioambiental

Balanço Socioambiental Balanço Socioambiental Balanço Socioambiental em


em Dados. em Dados Dados.

Fonte: autores BS CFC/CRC’s 2008, 2009, 2010


4.1 Análise da Apresentação e Introdução do Balanço Socioambiental
Observa-se que na apresentação do Balanço Socioambiental do no de 2008, a
presidente daquele exercício demonstrou com suas palavras a satisfação na inclusão dos
escritórios contábeis do Super Simples, reforçando também que “somos guardiões do
patrimônio público e privado e adoções de atividades Socioambientais apenas reforça o
compromisso de preservação do meio ambiente” (BS 2008, p. 7).
A introdução de cada um dos Balanços Socioambientais mostra como está à
divisão de cada um dos capítulos e como estes estão organizados: Gestão Institucional,
Gestão de Pessoas, Gestão de Registro e Fiscalização, Gestão Socioambiental e Balanço
Socioambiental em Dados. Revelando que em 2008 entre outros assuntos o foco é a
valorização da responsabilidade socioambiental. Em 2009 observa-se que houve
preocupação em evidenciar a importância das parcerias com as instituições públicas e
privadas, para o fortalecimento da classe contábil. Em 2010 a introdução evidencia os
projetos e programas como: Excelência na Contabilidade, Exame de Suficiência, Rede
Contabilizando o Sucesso, Exame de Qualificação Técnica entre outros.
Verificamos que a cada ano houve uma preocupação em atender as necessidades
de superação dos desafios constantes para a valorização da profissão contábil, por isso o
CFC busca se enquadrar às novas tendências como a responsabilidade socioambiental.
Conforme também afirma pesquisa anterior feita por Silva (2008), onde conclui que o
avanço profissional é:” Adquirir e expandir o conhecimento e as habilidades do profissional
contábil no século XXI, frente ao avanço da contabilidade”.
4.2 Gestão Institucional
Observa-se a definição do o que é o CFC, a composição da Diretoria, assim como o
planejamento estratégico a missão, a visão os valores e diretrizes; o mapa estrategico;
Politicas e objetivos de Qualidade; as Entidades com as quais o CFC se relaciona; o
organograma do Sistema; a Assessoria Parlamentar; as informações Econômico-
Financeiras; o Perfil do Sistema; o Perfil Economico Financeiro do Sistema.
No Balanço Socioambiental do exercicio de 2008, foi observado que não
evidenciaram o alcance das estratégias, assim como o planejamento e o mapa estratégico,
o BS do ano de 2009 demonstra as estratégias e o mapa, para atender aos objetivos
estretégicos definidos no BS e delimita o alcance do planejamento até o ano de 2017, já em
2010 as estratégias são as mesmas do ano anterior, mas apresentadas de forma clara, pois
evidência a quantidade de objetivos, somando um total de 15, elaborados pelo CFC .
Na Gestão Institucional também observa-se definição das estratégias para melhoria
contínua dos processos documentais e demais, buscando uma uniformidade visando a o
aumento do fluxo as atividades (BS 2009/2010, p.14), essa padronização é reconhecida e
certificada pelos orgão credenciados a emitir certificados de qualidade, dessa forma o
Conselho foi o primeiro de classe federal a receber a titulação ISO 9001:2000 (BS 2008,
p.13), em 2009, atualizou a certificação para a ISO 9001: 2008, demonstrando à classe que
o CFC está preocupado em manter-se atualizado e a inovar gradativamente, pois nesse
primeiro momento foram certificadas cinco áreas o objetivo é certificar as demais áreas.
Segundo Morozini (2009), para que a padronização de informações contábeis ocorresse,
deveria se iniciar sob praticidade, com qualidade.”
A forma com a qual o CFC se relaciona com as demais entidades de interesse da
classe, com as quais se relaciona pois dependerá desse relacionamento muitas parcerias e
a continuidade de projetos. Estas entidades de relacionamento, buscaram compreender os
anseios e as necessidades do CFC com relação a determinados procedimentos a serem
adotados, assim como a busca por estar sempre envolto às novas tendências e exigências
dos entes reguladores.
a) Verificamos que em 2008 haviam vinte e duas entidades relacionadas ao CFC,
dentre as quais destacamos Banco Central, Receita Federal, Comissão de Valores
mobiliários, Secretaria do Tesouro Nacional entre outras. No ano de 2009 além das
entidades existentes, o CFC firmou relacionamento com o Ministério da Educação e
com o Ministério do Meio Ambiente, a Agencia de Apoio ao empreendedor e
Pequeno Empresário – SEBRAE se desvinculou, totalizando assim vinte e tres
entidades de relacionamento. O ano de 2010 superou os demais anos pesquisados,
pois foram um total de quarenta e quatro entidades relacionadas, os laços de
relacionamento se firmaram novamente com o SEBRAE, e ingressaram no conjunto
de entidades relacionadas o Tribunal de Contas de Estados e municipios, a Pastoral
da Criança, a Pastoral da Pessoa Idosa, Ministério da Saúde entre outros, atenção
especias para a Universidade de Aveiro – Portugal e Universidade do Minho –
Portugal, mostrando assim que o CFC, busca parcerias, internacionais em seu rede
de relacionamento.
b) Variação do Patrimônio
As variações patrimoniais observadas nos anos de 2008 para 2010, essa variação
foi devido neste periodo a contabilidade passar por profundas mudanças que afetaram seu
patrimônio, uma das mais relevantes foi a adoção das leis 11.638/07 e 11.941/09, que
trouxeram outros padrões de avaliação do patrimônio.
O Patrimônio Social acumulado do CFC demonstrado em seu
Balanço Patrimonial foi de 38.550 (em milhões), sendo 1.101 (em
milhões), referente a deficit apurado em 2008, este gerado devido a
investimentos maciços em educação continuada, estratégia definida
pela gestão com o objetivo de influenciar na formação de
competencias e habilidades do profissional da área contábil.
(BALANÇO SOCIOAMBIENTAL, 2008 p. 17).
O Patrimônio Financeiro do CFC apresentou uma redução de 14% em relação ao
ano anterior (BS, 2008), Segundo o Balanço Socioambiental devido a expressivos projetos
que tiveram como finalidade a valorização e o aprimoramento técnico do profissional da área
contábil, além do fortalecimento da identidade do CFC. (BALANÇO SOCIOAMBIENTAL,
2009,p.17), isso devido as alterações pela adoção da Lei 11.638/07.
As informações contidas no Balanço Socioambiental do exercício de 2010,
demonstram um crescimento em seu Patrimônio Líquido, isso devido ao “processo de
reavaliação de bens, que garantiu ao CFC um Patrimônio Sólido, a continuidade de seus
projetos e a sua sustentabilidade financeira” (BALANÇO SOCIOAMBIENTAL, 2010, p. 20).
O acúmulo de patrimônio não é a finalidade do Sistema CFC/CRC’S, mas o sua
credibilidade e fortalecimento da classe advem da forma com a qual este está preparado
para atender as necessidades técnicas, primando por seus valores eticos sociais entre
outros.
Observa-se uma certa evolução no perfil da classe contábil, no que se refere aos
contadores, principalmente no ano de 2010, isso possivelmente justificável a exemplo do
Estado do Pará com a medida em que o curso de técnico foi extinto devido a substituíção da
grade curricular de cursos técnicos para Ensino Médio Geral, conforme Portaria 722/97,
conforme anexo. Mas observa-se também que houve um leve crescimento do nivel de
técnicos em contabilidade registrados no CFC/CRC’S, que pode ser justificado pela
aprovação da lei 12.249/10 que institui o exame de Suficiência, para os técnicos e bachareis
que concluíram seus estudos desejam exercer a profissão regularmente, mas que por algum
motivo não o obtiveram. Ocorrendo um migração de pessoas para obter seus devidos
registros. É demonstrado nos anos de 2008 a 2010.
4.3 Gestão de Pessoas
A melhoria nas condições de trabalho, influênciam cada vez mais nas nos modos
de produção, na capacidade em que o homem busca superar-se com o passar dos tempos,
cria-se mais inovação em tudo que a inteligencia esteja aplicada, “para as empresas
responsáveis criar um excelente ambiente de trabalho é tanto fundamental como um sinal
de progresso” (Breen e Hollender, 2011, p.57) assim entendemos melhor o porque das
mudanças no organograma e consequentemente a evolução dos quadro funcional, o que
demonstra que o CFC também tem responsabilidades voltadas para o seu público interno.
Conforme pesquisa anterior de Fernandes (2009) que afirma “é primordial termos
profissionais capacitadosque desempenham com qualidade suas funções e que atraves de
suas competências e habilidades desenolvidas ou aprimoradas através de conhecimento
técnico.”
Para melhor compreenção foi feita uma corelação entre o quadro de funcionários e
o indicadores das atividades operacionais, mostrando que apesar do numero de
funcionários ter reduzido em 2009 e 2010, houve uma evolução acentuada na capacitação
dos funcionarios no ano de 2009 em comparação ao ano de 2008 isso possivelmente pode
ser justificado pelo fato da necessidade de capacitar os profissionais para adaptação a nova
lei 11.941/09, e que em 2010 a quantidade de funcionários era menor, mas mesmo assim
esse índice se manteve, com uma leve variação no que se refere a evolução funcional.
Com relação a evolução funcional o mesmo possivelmente não aconteceu na
capacitação do profissional, de acordo com os dado fornecidos pelo BS 2008/2009/2010, em
2010 o CFC preocupou-se em distribuir a outros indicadores parte dos recursos, a exemplo
das representações em eventos que em 2009 representaram 2,72% e em 2010 passou para
3,88% da receita liquida, nas reuniões regimentais e de planejamento/ seminários internos.
Mas isso é justificável pela própria variação que ocorreu em 2009. Houve uma maior
destinação de investimentos no ano de 2009, mas com algumas observações que devem
ser feitas:
a) Na análise feita no indicador das Atividades Operacionais, foi observado uma
diferença na transposição dos saldo no item Apoio Técnico/ Financeiro à CRC’S de
2009 R$ 5.104.178,00 para 2010 R$ 2.403.656,00 e não evidenciado em notas
explicativas dificultando uma maior comparação com a evolução deste indicador.
Conforme anexo 4 e 5
b) Gestão de Pessoas no que se refere a equidade de gênero
O preconceito e discriminação na sociedade é uma realidade, porém os individuos
buscam seu lugar ao sol em igualdade de condições, “na atual conjuntura, a eliminação de
considerações pessoais e preconceituosas em assuntos formais é um pré-requisito para o
sucesso”(Oliveira,2009, p.43), A própria Constituição Federal observou esse potencial e em
seu art. 5º CF inciso I – “ Homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações nos
termos desta Lei.” (CF 88, art. 5º). Como é uma tendência mundial, observa-se que houve
uma evolução no BS do CFC/CRC’S conforme evidenciado em grafico a seguir :

Gráfico 1 : Evolução da Mulher no perfil Funcional


Mulheres em
relação ao
Total de
Funcionarios
Mulheres em
relação aos
cargos de
chefia
2008 2009 2010
Fonte: BS - CFC 2008,2009 e 2010
Foi observado que houve uma evolução constante das mulheres em cargos de
chefia nos anos de 2008 a 2009 sendo que em 2010, houve evolução mas de uma forma
mais retraida, assim como o nivel de mulheres em relação ao total de funcionários.
Quanto ao tempo de Serviço o CFC/CRC’S demonstram preocupação em captar e
manter os seus funcionários pelo maior tempo possível, e a troca de experiências,
estratégicamente o CFC/CRC’S incentivam também a educação formal do seu quadro
funcional procurando assim aumentar a qualidade de seus serviços.
Gráfico 2: Tempo de Serviço
60 Acima de 10
anos
40
de 6 a 10 anos
20

0 Até 5 anos
2008 2009 2010
Fonte: Balanço Socioambiental CFC 2008,2009 e 2010
O índice de movimentação do quadro funcional foi evidenciado que em 2008, no
seu quadro funcional foram admitidos 27 funcionários e demitiu 20, em 2009 o BS evidencia
que 14 funcionarios foram desligados, mas em 2010 este item não consta no BS
impossibilitando a análise dos dados. É relevante salientar que a evidenciação dos dados de
forma correta, coerente e clara, aumenta ainda mais o grau de confiança nas informações.
Conforme pesquisa anterior de Santos(2009), que revela a “ preocupação das empresas em
ter sistemas de informação que sirvam de subsidios para a tomada de decisão.
Gráfico 3: Nivel de Escolaridade

60
50
Ensino Fund.Medio
40
Ensino Super.Incomp.
30
Ensino Sup.Comp.
20
Pos Graduação
10
0
2008 2009 2010

Fonte: Balanço Socioambiental CFC 2008,2009 e 2010)


É interessante fazer uma correlação entre as faixas etárias e o tempo de serviço,
mas tornou-se inviável pelo fato que no BS de 2009 para 2010 alteraram-se os parametros
de evidenciação, mas nota-se que nestes dois anos o percentual de funcionários que estão
com nivel de escolaridade no ensino superior completo que configura 54%, observando-se
que houve uma evolução em comparação ao ano de 2008 e se manteve em 2009 e 2010.
Segundo Barcelos (2009), em sua pesquisa revela que “as consequências dessa relação
Sociedade x tempo x trabalho vão depender apenas dos seus próprios valores.
Item de superação, em 2008, 2009 e 2010 demonstra uma possivel preocupação
com a integração dos funcionarios, nos BS observa-se a preocupação em expor dados
detalhados sobre os cursos, treinamentos e oficinas. Em 2010 este item foi abordado de
forma breve, sem muita profundidade nos detalhes, mas os objetivos da superação neste
ano, foram mais amplos do que no ano de 2009. Demonstrando assim que houve
preocupação não somente em expor numeros, mas também com a repercurssão das
atividades desenpenhadas na superação, os objetivos do ano de 2010 tornaram-se mais
abrangentes, possivelmente para atender a expectativas internas, estas repercutirem de
forma externa na consecução das atividades e consequentemente na maior satisfação ao
publico externo.
Observa-se que os funcionários do CFC também gozam de incentivos a educação
por meio dos projetos e parcerias que visam valoriza os individuos respeitando a diversidade
dos limites laborais, seja com a contratação de estagiários, portadores de necessidades
especiais, que como um todo permaneceram com niveis instáveis nos anos pesquisados no
BS CFC/CRC’S.
O item de comunicação verbal não consta nos anos de 2008 e 2010, mas em 2009
este item configura de forma voltada para as vice-presidências, como uma iniciativa para
valorizar a oratória em termos gerais, principalmente para expor as práticas implementadas
pelo CFC para os entes relacionados.
Verificou-se o invetimento no bem-estar do funcionário por meio da preocupação
com a segurança no Trabalho que de acordo com o BS mostra uma evolução de 2008 para
2009, esse específico item não configurava no balanço de 2008, em 2010 essa preocupação
torna-se mais abrangente, pois abrange não somente o individuo como também ambiente
de trabalho, mas demonstra uma abrangência maior com o bem-estar e principalmente com
o desenvolvimento intelectual e social do funcionário. É interessante salientar que os
beneficio adquiridos pelos funcionários permanecem nos anos pesquisados, com algumas
variações a exemplo bolsa auxílio educação que reduziu de 16 em 2009 para 14 em 2010,
mantendo inalterado o percentual de valores na parceria, no ano de 2008 é evidenciado
qualitativa os investimentos e 2010 é evidenciado o numero de funcionários que são
beneficiados e os respectivos beneficios, isso acontece também em 2008. Mas em 2009 as
informações são superficiais com relação a quantitativo.
Observa-se que o CFC adota o PCCS – Plano de cargos e Salários nos BS do
período pesquisado esse processo é abordado de forma superficial no ano de 2009, mas em
2008 e 2010 é evidenciado de forma mais clara valorizado essa característica dentro do
Sistema. De modo geral busca por meio da gestão valorizar o funcionário fazendo este
ascender profissionalmente.
A avaliação do processo de progressão funcional se dá pela avaliação do
desempenho, que ocorre semestralmente com o objetivo de avaliar os funcionarios,
reconhecendo se estes contribuiram com seu potencial intelectual para a tender as
necessidades do CFC (BS 2010).
Gráfico 4: Avaliação de Desempenho

Avaliação de Desempenho
94.62
91.4
2008 89.58

Fonte: BS CFC/CRC’s 2008, 2009,2010


Durante o ano de 2009 verificou-se que foi implementada a Gestão de pessoas por
compentência seu objetivo inicial foi a orientação a todos os funcionários na alocação de
suas atividades, em 2010 este objetivo ficou mais abrangente, além do direcionamente das
competencias buscou também construir competências técnicas, a valorização
comportamental e gerêncial dos processos institucionais, para que assim o CFC possa
cumprir sua missão institucional.
4.4 Gestão de Registro e Fiscalização
Esta gestão esta dividida em Registro que coordena e “supervisiona o resgistro e
cadastro dos profissionais e das organizações contábeis”(BS 2009, p.38), e Fiscalização
destinada a fiscalizar e promover programas de educação continuada e treinamentos para a
evolução da profissão contábil. As duas estão voltadas para a existência do CFC está
pautada principalmente no cumprimento de sua missão, no que se refere ao registro e
fiscalização da profissão contábil, dessa forma não seria diferente na configuração do BS do
CFC a enfase destinada a essa gestão. Faz-se necessário um controle rigoroso no sentido
de regulamentar a profissão e fiscalizar o exercício desta, para o próprio fortalecimento da
classe, para que não seja permitido o exercício inrregular da profissão.
É importante para o processo que seja cumprida as metas estabelecidas, assim
como evoluir com o pensamento sobre como se deve cumpri-las, os dados da pesquisa em
questão foram tabulados, com a preocupação, de verificar a evolução na gestão de Registro
e Fiscalização
Verificou-se que alguns dos seminários que ocorreram em no ano de 2008, não
voltaram a nos demais anos pesquisados isso, não significa que estes foram extintos do
calendário de eventos, alguns possivelmente sim, mas outros para essa afirmativa é
necessário que seja verificado a periodicidade de cada seminário do CFC/CRC’s.
Observou-se que os eventos realizados voltados para a educação continuada
aconteceram com mais freqüência em 2010, possivelmente pela necessidade de
capacitação e de informação devido os novos desafios travados pelas alterações oriundas
da Lei 11.941/09.

Tabela 2: Educação Continuada 2008 2009 2010


Contabilizando o sucesso X X X

Investimento em Capacitação X

Educação Profissional Continuada X X X


Excelência na Contabilidade X X X
Cadastro Nacional de Autores Independentes (CNAI) X X X

Cadastro Nacional de Professores X

Exame de Qualificação Técnica X X

Cadastro Nacional de Contabilistas X


Proposta Nacional de Conteúdo para o Curso de X
Graduação de Ciências Contábeis
Convênio de cooperação entre CFC e FIPECAF X X X
(Educação a distância)
Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicada ao X
setor Publico (NBC ASPs)
Curso de Capacitação em Contabilidade e LRF para X
Estados e Municípios
Capacitação dos novos conselheiros das câmaras de X X
fiscalização ética e disciplina
Treinamento aos conselheiros de fiscalização, ética e
X
Disciplina

Cursos de Formação de multiplicadores do IFRS X

Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC's) X X


Treinamento sobre o processo de revisão pelos
X
pares

Atualização da Legislação da Profissão Contábil X

Curso de Contabilidade Internacional X


Treinamento do Plano de Trabalho do Sistema
CFC/CRC’s X

Treinamento da Estrutura Contábil Orçamentária do


X
Sistema CFC/CRC’s
Treinamento aos funcionários dos setores de registro
X X
Fundo de Integração e Desenvolvimento da
X
Profissão Contábil
Regime e Treinamento do REDAM
X

Sistema Público de Escrituração Digital (SPED) X X X

Extensible Business Reporting Laguage (XBRL) X X X


Fonte: BS CFC/CRC’s 2008, 2009, 2010
Conforme observado no BS CFC/CRC’s, a educação continuada configura índice
elevado em 2010 em comparação aos anos pesquisados.
Os dados da tabela abaixo foram organizados para a melhor compreensão da
quantidade de realização de Congressos, conferências e fóruns, pelo CFC/CRC’s nos anos
de 2008 a 2010.
Tabela 3: Congressos Conferências e Fóruns 2008 2009 2010
VII Fórum Brasileiro dos estudantes de X
Ciências Contábeis
III Congresso dos Técnicos Oficiais de Contas X
(OTOC)
X Congresso Internacional de Contabilidade
X X
do Mundo Latino (PROLATINO)
Congresso Mundial de Contadores X
28ª Conferencia Interamericana de
X
Contabilidade
I Congresso de informação de custo e
X
qualidade do gasto no setor publico
Congresso da Associação Nacional de Pós
X X
Graduação em Ciências Contábeis (Anpcont)
Fórum BRIC – Caminho para a Convergência X
Fórum Nacional dos Professores do Curso de
X
Ciências Contábeis
Fórum Nacional de Gestão em Contabilidade
X
Publica
Fórum de Gestão e Controle do Terceiro Setor X
Congresso de Contabilidade e Tributos de
X
Instituições Financeiras (Conect)
Congresso Brasileiro de Contabilidade X

Conferencia CReCER X X

II Fórum dos empresários na área Contábil X


Conferencia Internacional sobre Governança
X
Corporativa
Fonte: BS do CFC/CRC’s 2008, 2009, 2010

O BS do CFC/CRC’s, e evidenciam de forma mais clara e objetiva os dados


relacionados a ocorrência e congressos, conferencias e fóruns, mas é necessária a reflexão
sobre a periodicidade da ocorrência de cada evento dessa forma não podemos afirmar quais
os eventos que foram extintos do calendário de eventos do CFC/CRC’s. Mas fica
evidenciado que a maior frequência desses eventos foi no ano 2008.

4.5 Gestão Sócioambiental


Nos Balanços Socioambientais dos anos pesquisados observa-se a freqüência e
continuidade dos eventos relacionados ao acervo cultural e intelectual do CFC/CRC’s,
mostrando que houve uma preocupação na divulgação de informações de interesse da
classe e demais usuários da contabilidade.
Tabela 4: Acervo do CFC/CRC’s 2008 2009 2010
SITE do CFC X X X
Intranet
X X
REPeC - Revista Educação e Pesquisa Contabilidade
X X X
Jornal do CFC
X X X
Publicações
X X X
Biblioteca
X X X
Museu Brasileiro de Contabilidade MBC
X
Fonte: BS CFC/CRC’s 2008,2009,2010
Nas ações Ambientais, a tabela a seguir mostrar o que foi feito a cada ano
pesquisado com relação às ações ambientais.
Tabela 5: Ações Ambientais 2008 2009 2010
Acordo de Responsabilidade Sócio Ambiental
X
Campanhas do Meio Ambiente
X
Semana do Meio Ambiente
X
Fórum Nacional de Responsabilidade Socioambiental
do Sistema Contábil Brasileiro X

Seminário sobre a Responsabilidade Socioambiental


X
Fome Zero
X
Treinamento do Balanço Sócio Ambiental
X
Iniciativa Verde
X X
Fonte: BS CFC/CRC’s 2008/2009/2010
Na tabela 5 fica evidenciado que os investimentos em ações ligadas diretamente ao
meio ambiente não configuram no Balanço Socioambiental do CFC de 2010.
Impossibilitando verificar se houve evolução nesse indicador. No ano de 2008 observa-se
uma freqüência nas ações ambientais, mas isso não ocorre com a mesma freqüência em
2009.
A pesquisa identificou que no ano de 2008 houveram mais ações voltadas para o
meio ambiente que o ano de 2009, e não houveram ações diretamente ligadas ao meio
ambiente no ano 2010.
Observa-se na Tabela 6 com dados extraídos do BS CFC/CRC’s que nos
Programas sociais elaborados e apoiados pelo CFC, no ano de 2009, ocorreram com mais
freqüência, no ao de 2008 e 2010 houveram alguns programas sociais que deram
continuidade mas mesmo assim não acompanharam a mesma freqüência de 2009.

Tabela 6: Programas Sociais 2008 2009 2010


Inclusão Social e Digital X X
Doação cesta Básica a Creches X
Campanha SOS Santana do Mubdaú (AL) e X
Água Preta (PE)
Multirão da Solidariedade X
Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral X X X
(MCCE)
II Concurso de Poesia X
Programa de Voluntariado da Classe Contábil
X X X
(PVCC)
Projeto de Transferência de Conhecimentos da
Profissão Contábil para os países de Língua X
portuguesa
Doação ao Grêmio Espírita Atualpa Barbosa
X
Lima
Feira de Negócios X X
Campanha do Agasalho/Enxoval X X
Datas Comemorativas X X X
Tornei Cássio Primo X
Parceria Com o Hospital Universitário de Brasília X X

Cine CFC X
Passeio de Barco X
Dia da Saúde X
Coral Balanço das Vozes X X
Doação de Sangue X
Fonte : BS CFC/CRC’s 2008,2009,2010
Observa-se a variação dos programas sociais que evidencia de forma clara a
quantidade dos programas e seus respectivos anos de atuação.
Gráfico 5: Programas Sociais

2010 7
2009 12
2008 11

Fonte : BS CFC/CRC’s 2008,2009,2010


A pesquisa verificou se o que o Sistema CFC/CRC’S destinou recursos para ações
sociais e projetos de assistência de forma geral, pois o foco da pesquisa não será quais as
atividades, e sim saber se o CFC/CRC’S contribuem para essas atividades, seja através de
doações, parcerias, patrocínio etc.
Observa-se que os recursos evidenciados no balanço social em dados
possivelmente foram destinados aos programas sociais, haja visto que verificamos que não
houveram ações ambientais destinadas diretamente ao meio ambiente.
4.6 Balanço Socioambiental em Dados
Nota-se que existe uma preocupação em saber o grau de satisfação dos
funcionários do CFC, com relação as condições físicas, ambientais, relacionamento, à
satisfação funcional, às atividades socias e à comunicação interna (BS CFC/CRC’s 2009),
assim com verificar a satisfação funcional para o auxílio na gestão das atividades.
Gráfico 6: Satisfação funcional CFC Gráfico 7 Insatisfação funcional CFC
1500 600 559.38
1145.82 1194.13
500
905.1 367.66 345.72
1000 400
300
500 200
100
0 0
2008 2009 2010 2008 2009 2010

Satisfação Insatisfação

Fonte: BS CFC/CRC’s 2008,2009,2010 Fonte: BS CFC/CRC’s 2008,2009,2010


Assim como podemos observar que a pesquisa de satisfação também se extende
aos CRC’s com relação ao próprio CFC conforme evidenciado nos BS’s CFC/CRC’s. O CFC
envia questões a serem respondidas pelos conselheiros e corpo funcional dos CRC’s para
avaliar e aprimorar suas ativdades.
Gráfico 8: Satisfação Funcional CRC’s Gráfico 9: Insatisfação Funcional CRC’s
Satisfação CRC's Insatisfação CRC's

2010 257.07 2010 253.56

2009 323.95 2009 245.16

2008 423.98 2008 325.98

Fonte: BS CFC/CRC’s 2008,2009,2010 Fonte: BS CFC/CRC’s 2008,2009,2010


O indicador de recursos humanos mostra de forma mais detalhada no balanço
socioambiental em dados, como a movimentação do corpo funcional, na participação por
sexo, e a ocupação de cargos de chefia, nas faixas etárias com a alteração dos parametros
de pesquisa do ano de 2009 para 2010, mas que totalizam o memso valor (152) de
funcionários, e tempo de serviço mostrado , as variações na escolaridade , conforme
observa-se no balanço socioambiental de 2008, 2009 e 2010, essas informações são
mostradas de forma mais detalhada no indicador de recursos humanos.
Ao observa-se as informações contidas na DVA – Demonstração de Valor
adicionado, observa-se erros no transporte dos saldos, assim como contas que existiam em
2009, e que não existem mais em 2010. E não evidenciado em notas explicativas.

Tabela 7: DVA – Demonstração do Resultado do Exercício CFC 2008 a 2010


DVA - Demonstração do Resultado do Exercício
Contas 2008 2009 Saldo (*) 2010
RECEITAS 26.899.678 29.664.320 0 34.405.184
Transferências Correntes 23.385.373 26.488.273 30.760.652
Receitas de Serviços 1.733.625 1.612.028 3.624.623
Outras Receitas Correntes 377.169 380.389 19.909
Amortização de Empréstimos pelo
CRC's 1.399.266 1.183.630 0 0
Receita na Alienação de Bens 4.245 0 0
INSUMOS ADQUIRIDOS DE
TERCEIROS 19.309.823 22.935.645 273.197 17.152.598
Materiais e Equipamentos
Adquiridos de 3º 1.649.532 634.377 273.197 2.982.005

Serviços de Terceiros 17.635.338 21.446.785 14.170.593


Outros Materiais adquiridos de
Terceiros 24.953 854.483 0
TRASFERENCIAS A TERCEIROS 1.772.890 4.547.914 0 0
Auxílios/Empréstimos Financeiros
a CRC's 1.772.890 4.547.914 0 0
VALOR ADICIONADO BRUTO (1-
2-3) 5.816.965 2.180.761 273.197 17.252.586
VALOR ADICIONADO RECEBITO
EM TRANSFERENCIA 2.992.366 2.287.201 2.023.899
Receitas Patrimoniais 2.992.366 2.287.201 2.023.899
VALOR ADICIONADO A
DISTRIBUIR
DISTRIBUIÇÃO DO VALOR -
ADICIONADO 8.809.331 4.467.962 2.658.585 19.276.485
Recursos Humanos 8.515.317 9.179.770 9.687.656
Impostos, taxas contribuições e
Encargos Sociais 1.568.689 1.677.952 1.719.984
Contribuições Sociais e
Estatutárias 307.077 340.926 384.165
Auxílios Financeiros a CRC's 0 0 1.847.392 999.543
Aluguéis 124.481 507.846 686.637
-
Superávit/Déficit do Exercício -1.706.233 -7.238.532 4.505.977 5.798.500
TOTAL DO VALOR ADICIONADO 8.809.331 4.467.962 - 19.276.485
DISTRIBUÍDO 2.658.585
(*) saldo de 2009 evidenciado em 2010 com erros
Fonte: BS Socioambiental 2008, 2009, 2010 com adaptações.

A DVA acima evidencia na primeira coluna o nome das contas e sub contas que
originam o montante de recursos nos anos de 2008, 2009 e 2010, assim apresentados
respectivamente na segunda nas colunas seguintes, mas antes da coluna do ano de 2010,
evidenciamos os saldos anteriores (do ano de 2009) evidenciados em 2010, mas que não
conferem com os saldos do BS de 2009. Gerando assim uma confusa visão na analise
desse demonstrativo.
O indicador do Resultado operacional e Social, mostra uma certa dificuldade na
analise dos dados no período pesquisado. Pelo motivo de haver erro na evidenciação do
saldo do ano de 2009 para 2010, ficando 2008 sem parametros para a análise.
Indicadores dos Benefícios Sociais à comunidade mostram que houve evolução na
distribuição da riqueza a comunidade no que se refere a eventos realizados do ano de 2008
em comparação com os eventos de 2009, observa-se que de acordo com o BS em 2010 os
valores detinados aos eventos reduziram aproximadamente 71%, que possivelmente pode
ter sido em outros indicadores, com relação a distribuição da riqueza em ações
sócioambientais no ano de 2008 observa-se que os valores destinados a ações sócio
ambientais foi elevado em comparação com o ano de 2009, tenteu a manter-se em 2010
com uma leve redução em comparação a 2008, mas de forma geral observa-se que as
ações sócio ambientais elevaram-se possivelmente pela necessidade de adequação as
modificações oriundas da nova lei das Sociedades Anôminas 11.941/09, das IFRS e CPC’s.

Tabela 8: Indicadores de Benefícios Sociais à Comunidade

2008 2009 2010


R$ R$ R$
Educação Continuada 4.116.154 5.150.813 1.774.260
*Cursos 1.106.205 878.786 556.612
* Eventos 3.009.949 4.272.027 1.217.648
Projetos de Integração (*) 147.232 186.614 23.557
Publicações Periódicas 1.070.618 1.262.624 879.624
*Revista (RBC e Repec) 465.729 473.708 305.017
*Jornal 276.798 424.598 325.201
*Livros 328.091 364.318 249.406
Acervo Bibliográfico 17.015 24.670 33.536
Ações de Responsabilidade
Sócio Ambiental 237.039 49.017 200.709
Total dos Indicadores dos
Benefícios Sociais à comunidade 5.588.058 6.673.738 2.911.686
(*) Mulher Contabilista, Estudantil e Sindical
Fonte: BS 2008, 2009, 2010

Planejamento Social para o próximo exercício constitui fator de relevância para a


entidade, para isso observa-se que o BS evidenciou uma evolução nos valores previstos de
receita e conseqüentemente valor a distribuir no ano subseqüente.
Verificamos que em seqüência ao planejamento social do Sistema CFC/CRC’S são
elencados os componentes da diretoria e o respectivo mandato, observa-se também que
são relacionados todos os conselhos regionais com seus respectivos logradouros, é
evidenciada a comissão para a elaboração do Balanço Socioambiental pelas respectivas
portarias que nomeiam a comissão de elaboração. Informa também a quantidade de
exemplares que foram tirados, observa-se que em 2008 foram 4.000 exemplares e nos anos
de 2009 e 2010 totalizaram 3.000 para cada ano. Verificada a evolução em muitos aspectos,
essa tiragem deveria ser em maior quantidade, justamente para acompanhar as variações
positivas nos registros de profissionais que ingressaram na área contábil. Fazendo com que
as informações evidenciadas no BS do CFC/CRC’s alcancem a maior quantidade de
profissionais possível.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Balanço Socioambiental ganha espaço no panorama nacional e internacional,


devido à importância da responsabilidade socioambiental, para as organizações e
sociedade, conforme evidenciado pelos autores, (ASHLEY, 2010; KARKOTLI, 2010;
BREEN, 2011; HOLLENDER, 2011; MACHADO FILHO, 2011).
Verificou-se na análise o Balanço Socioambiental do Sistema CFC/CRC’s
constatou-se que este obedece ao padrão estabelecido pelo Instituto Ethos de
Responsabilidade Social e o disposto na NBC T 15, sobre as informações Sociais e
ambientais, a pesquisa se propôs a: analisar comparativamente o Balanço Socioambiental
do Sistema CFC/CRC´S, pela ótica dos demonstrativos contábeis, no que diz respeito à
aplicação da riqueza gerada por essas entidades no crescimento socioambiental no meio
em que estão inseridas no período de 2008 a 2010.
No decorrer da pesquisa foram atingidos todos os objetivos, na medida em que foi
feita a correlação dos Balanços Socioambiental dos anos de 2008, 2009 e 2010 verificou-se
que o CFC/CRC’s distribui parte da riqueza gerada, primeiramente beneficiando o seu corpo
funcional, para a obtenção da evolução social e intelectual, objetivando a excelência nas
atividades. Depois Distribui aos profissionais da classe contábil na medida em que oferece
meios de atualização e elevação técnica do conhecimento e fortalecimento do Sistema.
Beneficiando a sociedade por meio dos projetos sociais e ambientais promovidos pelo
CFC/CRC’s.
Utilizando o Balanço Socioambiental como ferramenta contábil, de gestão e
instrumento de evidenciação da riqueza gerada, demonstrado na pesquisa por meio da
evolução do Patrimônio Social conforme identificado no desenvolvimento do trabalho, a
elevação do nível de educação continuada dos seus colaboradores, a evolução dos
registros, detalhadas as informações da evolução do Sistema.
O processo de transparência deverá ser contínuo para garantir o fortalecimento da
classe contábil, por meio das publicações do balanço socioambiental, mas conforme dados
da análise, foi constatado que esse processo deve ser com observância e dados mais
consistentes, para que estes possam ser mais confiáveis. Os dados ao serem coletados
deve-se ter o cuidado no momento do seu trato por ocasião da elaboração do BS
CFC/CRC’s, pois foram encontrados alguns erros na transposição de alguns saldos de
indicadores de um ano para o outro. Tais como o saldo do indicador de atividades
operacionais, no item de Apoio técnico aos CRC’s, houve um erro na transferência do saldo
do ano de 2009 para o BS de 2010, dificultando a compreensão e conseqüentemente a
análise desses dados.
Mas de forma geral, observou-se que o Sistema CFC/CRC’s, evoluiu de forma
significativa, por meio das comparações feitas no Balanço Socioambiental no período de
2008, 2009 e 2010. Respondendo ao questionamento que nos levou a desenvolver a
pesquisa em questão, na média em que é importante a evolução da responsabilidade
socioambiental para o exercício da profissão de forma ética, para a elevação intelectual dos
seus colaboradores, pela busca de transparência na publicação do Balanço Socioambiental
e principalmente fortalecimento da classe
Sugeri-se que sejam feitas outras pesquisas sobre o tema, para dar continuidade à
análise e conseqüentemente acompanhar o processo evolutivo do Sistema CFC/CRC’s, a
fim de que os profissionais e indivíduos de interesses na área possam verificar a aplicação
dos recursos para a classe e conseqüentemente para a sociedade.

Guia de discussão

1- Qual a evolução do Sistema CFC/CRC’S, no que concerne o aspecto sócio


ambiental
2- Quais as principais contribuições da Gestão institucional?
3- De que maneira o Conselho Federal de Contabilidade trabalha com a gestão de
pessoas.
4- O CFC tem como principais finalidades Registrar e Fiscalizar, então quais as ações
que são desenvolvidas para a contribuição da educação continuada ?
5- Qual a aplicabilidade da Gestão SócioAmbiental ?
6- De que forma o sistema CFC/CRC’S contribuem com a consolidação da
responsabilidade sócio ambiental em seus demonstrativos ?
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Correio eletrônico para resposta

EMAIL: ticiane.ufra@gmail.com
ticianesantos@yahoo.com.br

Elizabeth Alline, de Sousa

Possui graduação em BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS - FACULDADES INTEGRADAS


DE CASTANHAL LTDA (2011). Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Ciências
Contábeis. Possui Pós Graduação em Contabilidade com enfoque em Planejamento Tributário - FCAT
(2013) Experiência em Consultoria Empresarial, Contábil e Financeira. Atuando como Professora
Universitária nos Cursos superiores de Ciências Contábeis, Administração, Gestão de Recursos
Humanos, Gestão Publica e Processos Gerenciais.

Coautor

Ticiane, Santos Lima dos

Possui graduação em CIÊNCIAS CONTÁBEIS pela UFPA (2003), graduação em PEDAGOGIA pela
UEPA (2002), ESPECIALIZAÇÃO Metodologia do Ensino superior (UEPA), Eco Auditoria (UFPA)
MESTRADO INTERNACINAL - UDE (2008) e MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO pela
Universidade Federal do Rio Grande do Norte- UFRN (2010). Atuou em IES em cursos: Técnico-
profissionalizantes, Graduação e Pós graduação, na Capital e no interior do Estado. desenvolveu
atividades em gerencial, terceiro setor, micro e pequenas empresas, Empresa de Capital Aberto e
Fechado, metodologia, didática, avaliação e Educação. Tendo experiência em implementação de
Sistema de Gestão Ambiental, cooperativa e formação profissional, autora de artigos e professora da
Universidade Federal Rural da Amazônia contribuindo diuturnamente para a iniciação cientifica.

Mário Miguel, Amim Garcia Herreros

Doutor em Agricultural Economics pela University of Florida (1976). Mestre em Agricultural Economics
pela University of Florida (1972). Graduado em International Agriculture (Minor: Economics) pela
California State Polythecnic University (1970). Professor de Métodos Quantitativos (Econometria e
Programação Linear) no Mestrado e Doutorado do Departamento de Economia Rural (1977-1979) da
Universidade Federal de Viçosa. Professor de Métodos Quantitativos (Econometria e Programação
Linear) no Mestrado do Departamento de Economia Rural (1980-1982) da Universidade Federal do
Ceará. Pesquisador do Mercado Internacional de Cacau na Comissão Executiva do Plano da Lavoura
Cacaueira- CEPLAC- Belém, Pará (1982-2008). Professor Visitante do Núcleo de Altos Estudos
Amazônicos da Universidade Federal do Pará (UFPA) e Coordenador do Curso de Especialização em
Política de Ciência da Tecnologia para o Desenvolvimento da Amazônia (CIPCTAM) financiado pela
United Nations University (UNU) (1997-1999). Professor Visitante do Núcleo de Altos Estudos
Amazônicos da Universidade Federal do Pará (UFPA) (2008-2012). Atualmente é professor do
Programa de Pós-Graduação em Administração ? PPAD da Universidade da Amazônia (UNAMA).
Professor do Programa de Mestrado em Gestão Pública do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da
Universidade Federal do Pará (UFPA). Revisor ad-hoc de periódicos científicos como Revista de
Administração de Empresas (RAE); Revista em Agronegócios e Meio Ambiente (RAMA); Amazônia,
Organizações e Sustentabilidade (AOS); Revista de Administração e Negócios da Amazônia (RARA)
e Cadernos PROLAM/USP. Assessor da Cátedra UNESCO de Cooperação Sul-Sul para o
Desenvolvimento Sustentável da Universidade Federal do Pará (UFPA) (2008-2012). Coordenador, no
estado do Pará, da Incubadora de Políticas Públicas da Amazônia (IPPA) (2012-2014). Áreas de
interesse de pesquisa: Teoria dos sistemas; Métodos quantitativos; Geopolítica Internacional;
Amazônia no Macro-ambiente Internacional e Desenvolvimento sustentável.

Fabricio, Moreira do Nascimento


Possui graduação em Ciências Contabeis pela Universidade Federal do Pará (1998). Mestre pelo
Programa de Mestrado em Ciências Contábeis da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Professor
assistente licenciado da Faculdade de Estudos Avançados do Pará, ex-professor auxiliar da
Universidade Federal do Pará, ex-professor assistente da Faculdade do Pará, ex-professor assistente
da Faculdade Pan Amazônica, ex-chefe do departamento financeiro da Prefeitura Municipal de
Marituba, ex-professor assistente da Faculdade de Tecnologia da Amazônia, ex-professor assistente
da Faculdade de Castanhal e Contador Público do Instituto Federal de Educação, Ciência e
Tecnologia do Pará - Campus Castanhal. Tem experiência na área de gestão, com ênfase em
Controladoria