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Vandré Távora corria apressado, numa velocidade quase que impossível de acompanhar para

pessoas de pernas mais curtas do que as dele. O olhar em seu rosto era da cor castanho claro
de um bicho perseguido pela mata fria emaranhada de mato. Suas longas pernas galgaram um
longo caminho até que encontraram um aglomerado de gente, todos vestidos de pneus ao
redor da cintura, segurando na mão direita um saco plástico cheio de querosene, e na mão
esquerda fogo de tocha. No meio da gente, havia um bocado variado de grupos de gente que
se diferenciavam mesmo estando ali junto dos outros. Uns gritavam com um tom de voz
amarelo alto: O que seria de nós se nos confiássemos uns nos outros? O outro grupo
respondeu: De frango cremoso seria a empatia que se estabeleceria no banco e na padaria