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Students’ Engagement in School: International Perspectives of Psychology and Education
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Escala de avaliação do autoconceito
de adolescentes: Versão do Piers-Harris
reduzida a 30 itens em escala 1-6
Feliciano H. Veiga1, António Leite2
1
Instituto de Educação,
Universidade de Lisboa (Portugal)
2
Instituto de Educação,
Universidade de Lisboa (Portugal)
fhveiga@ie.ulisboa.pt; adeleite@sapo.pt
Resumo
O autoconceito, enquanto construto multidimensional, tem merecido uma atenção
especial por parte da comunidade científica. Associado aos diversos estudos
realizados, concretamente na utilização de escalas, com qualidades psicométricas,
ainda há muito trabalho por realizar. Ainda que exista uma diversidade de escalas
de avaliação do autoconceito dos indivíduos (Veiga, 2012), a revisão da literatura
efetuada relativamente à existência de instrumentos de avaliação do autoconceito
profissional, em vários grupos laborais, revela-se escassa (Esteves, 1996; Esteves
& Veiga, 1996; Veiga et al., 2006; Veiga et al., 2003). Este estudo apresenta a
construção do questionário “Escala de avaliação do autoconceito de adolescentes:
Versão do Piers-Harris reduzida a 30 itens em escala 1-6“, partindo da versão
portuguesa - adaptada por Veiga (2006), Veiga e Domingues (2012) -- da escala Piers-
Harris Children’s Self-Concept Scale (Piers & Herzberg, 2002). Este estudo envolveu
440 adolescentes, de ambos os sexos. As qualidades psicométricas, a consistência
interna e a validade externa foram analisadas. A análise fatorial enlevou seis fatores:
comportamento, ansiedade, estatuto intelectual, popularidade, aparência física e
felicidade, cada um com cinco itens. Esta análise permitiu encontrar uma Short Scale
com 30 itens que, excedendo a percentagem de variância de versões anteriores,
trouxe melhores níveis de fiabilidade. Os resultados permitiram apresentar esta
Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas da Psicologia e Educação - Motivação para o Desempenho Académico / Students´ Engagement in School:
Perspectives of Psychology and Education - Motivation for Academic Performance. Lisboa: Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, 2016
ISBN: 978-989-8753-34-2
Despite the diversity of scales for the assessment of individuals’ self-concept (Veiga. Veiga et al.. This analysis resulted in a 30-items short scale. podendo ser utilizada nas investigações educacionais. physical appearance and happiness. teachers and other education professionals. com utilidade para psicólogos. 2003). which exceeded the variance percentage of the original total scale. . by psychologists. 2012) of Piers-Harris Children’s Self-Concept Scale (Piers & Herzberg. 2012). from the Portuguese version (Veiga & Domingues. with five items each. The present study aims to describe the development of the “Adolescents’ Self-concept Short Scale” (ASCSS). 2006. specifically with adolescents and youngsters. adolescents. popularity. validação. showing. escala de avaliação. Factorial analysis allowed finding six factors: behaviour.78 Feliciano H. particularly concerning the use of scales and their psychometric characteristics. nomeadamente no estudo do autoconceito em adolescentes e jovens. evaluation-scales. plenty work remains to be done. as a multidimensional concept. Abstract Self-concept. validation. has received special attention from the scientific community. Psychometric qualities. intellectual status. This study comprised 440 adolescents. 1996. professores e outros profissionais de educação. Key words: Self-concept. 2002) PHSCS. Palavras-chave: autoconceito. therefore. However. Results indicated a short scale with psychometric qualities that may be used in educational research. adolescentes.. the literature review on the existing instruments for the assessment of professional self-concept in several labour groups is still limited (Esteves. Veiga et al. of both sexes. Veiga e António Leite Short Scale com qualidades psicométricas. 1996. internal consistency and external validity were analysed. 2012). specifically in adolescents and youngsters (Veiga. better levels of reliability. Esteves & Veiga. Esta escala pode constituir um novo instrumento de trabalho. anxiety.
na procura de ampliação das suas qualidades psicométricas (fidelidade e validade). 1964. 1. Apesar da variedade de instrumentos de avaliação do autoconceito ainda existe campo para a continuação destas pesquisas (Esteves & Veiga. passando pela segunda versão.1 Relevância do PHCSCS na avaliação do autoconceito A escala PHCSCS. introdução O autoconceito. Em Portugal. principalmente no âmbito da psicologia da educação e da psicologia clínica. com 80 itens (Piers & Harris. Clemente. 2002) uma referência central na avaliação do ajustamento psicossocial e de psicopatologia no âmbito da psicologia pediátrica. 2011.adolescentes em acolhimento institucional no estudo . podendo afirmar-se que a história do estudo do autoconceito estaria muito incompleta sem a sua referência. para além das norte-americana e europeias (Flahive. tendo sido aplicada no âmbito da psicologia da educação (Bilimória. da psicologia clínica (Rodrigues. Este trabalho resulta de um estudo realizado no âmbito de uma tese de doutoramento para conhecer as atitudes face a si próprios e face à escola em jovens dos cursos de aprendizagem em alternância. Bilimória. 2010. 2012). Care & Grbic.. tem sido utilizada em variadíssimos estudos e referida em muitos outros. Chuang & Li. Holmbeck et al (2007) consideraram a PHCSCS-2 (Piers & Herzberg. 2008) e em sujeitos com necessidades educativas especiais (Remine. A escala também foi validada para populações específicas. 2008) e na avaliação de programas de intervenção (Gomes. 2006). Manata. 2002) até à atualidade. 2002) tem sido amplamente utilizada. desde a sua primeira versão. A PHCSCS-2 (Piers & Herzberg. 1984). incluindo sujeitos de populações específicas . 2011). A nível internacional a escala PHCSCS-2 tem sido aplicada em diversas investigações. 2009). tem sido objeto de especial atenção por parte da comunidade científica. George & Blatt. 2010). A utilização da PHCSCS-2 em Portugal foi bastante ampla (Veiga. 2011). Veiga et al. Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas Internacionais da Psicologia e Educação / Students’ Engagement in School: International Perspectives of Psychology and Education 79 1. enquanto constructo multidimensional. que concluiram adequabilidade e boas propriedades psicométricas da versão chinesa para alunos adolescentes. com 60 itens (Piers & Herzberg. a adaptação da versão com 80 itens foi realizada por Veiga (1989). 2011. envolvendo aspectos específicos do autoconceito (Oriel. 1996. Piers.
ou seja. 2011). seria a meta a atingir. as atitudes face à leitura (Manata. a sociabilidade (Ribeiro. num trabalho de Veiga (2006). 2008. 11º ano (27%) e 12º ano (27. em primeiro lugar. das zonas do grande Porto e Entre Douro e Vouga. ansiedade (An). alunos com necessidades educativas especiais (Ribeiro. a motivação e os métodos de estudos (Bilimória. o comportamento alimentar e a obesidade (Rodrigues. O PHCSCS V1-6 é uma nova versão da escala PHCSCS-2. como passa a ser descrito. 2010) e alunos com dificuldades de aprendizagem (Clemente. No entanto. 2012). tais como: a percepção do ambiente psicossociológico da sala de aula. as respostas passam de 1 a 2 (não. realizaram-se novas análises factoriais aos 60 itens. nos casos dos itens inversos procede-se. 2010). Metodologia 2.1 Amostra O Estudo envolveu 440 alunos do 10º ano (45.5%). a construção de projetos de cidadania (Gomes. e na procura de uma ampliação das qualidades psicométricas da versão PHCSCS V1- 6.5%). popularidade (Po).80 Feliciano H. 2008). Esta foi a versão utilizada passada aos alunos no presente estudo. concordo totalmente) . tendo-se obtido uma versão reduzida de 30 itens. sim) para de 1 a 6 (discordo totalmente. composta pelos seis fatores já conhecidos. Nos diversos estudos analisados. A versão utilizada pode ser encontrada em anterior estudo (Veiga & Rodrigues. Veiga e Rodrigues (2012). aparência física (Af). comportamento (Co). mantendo inalterada a formulação dos 60 itens e a estrutura fatorial. a disrupção escolar e o sucesso académico (Veiga. e incluiu tanto rapazes (50%) como raparigas (50%) que frequentavam ações de formação profissional . Uma versão reduzida da escala. 2011). 2012). em que. de discordo totalmente (nível 1) a concordo totalmente (nível 6). os comportamentos disruptivos (Clemente. Veiga e António Leite. correspondente à perceção selecionada pelo sujeito. tendo por base a atribuição do número de pontos. felicidade (Fe) e estatuto intelectual (Ei). 2. pretendeu-se relacionar o autoconceito com outras variáveis escolares e extracurriculares (Nunes. de Nunes (2010). 2011). de um a seis. Clemente & Santos. à inversão do valor numérico dos itens. 2010). 2010). A pontuação de cada sujeito é calculada. 2010). com fidelidade e validade.
2 Instrumento O PHCSCS V1-6 é uma nova versão da escala PHCSCS-2 de Piers & Herzberg (2005). ou seja. estatuto intelectual (Ei). de um a seis. de discordo totalmente (nível 1) a concordo totalmente (nível 6). e na procura de uma ampliação das qualidades psicométricas da versão PHCSCS V1-6. comportamental (Co). como passa a ser descrito. à inversão do valor numérico dos itens. que mantém inalterada a formulação dos 60 itens e a estrutura fatorial. 2.3 Procedimento Uma vez obtida a autorização da entidade competente a aplicação dos questionários foi administrativa. correspondente à perceção selecionada pelo sujeito. No entanto. realizaram-se novas análises factoriais aos 60 itens. tendo os estudantes colaborado voluntariamente. tendo por base a atribuição do número de pontos. A pontuação de cada sujeito é calculada. ansiedade (An). com fidelidade e validade. nos casos dos itens inversos procede-se. Foram retirados da amostra os sujeitos que evidenciaram resposta enviesada ou falta de envolvimento por contradição. com respostas anónimas e a supervisão de um professor. A versão utilizada pode ser encontrada em anterior estudo (Veiga & Rodrigues. Esta foi a versão utilizada passada aos alunos no presente estudo. Este trabalho ocorreu durante o normal desenvolvimento das aulas. em centros de emprego e formação profissional e em entidades externas com supervisão do IEFP. adaptada para Portugal por Veiga (2006). composta esta pelos seis fatores já conhecidos. felicidade (Fe). Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas Internacionais da Psicologia e Educação / Students’ Engagement in School: International Perspectives of Psychology and Education 81 denominada Aprendizagem em Alternância. tendo-se obtido uma versão reduzida de 30 itens. em centros protocolares do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFPIP). em primeiro lugar. 2. seria a meta a atingir. Uma versão reduzida da escala. 2012). . Foi dado aos sujeitos o tempo necessário para o seu preenchimento. popularidade (Po). aparência física (Af).
resultados Este estudo usou a análise dos componentes principais com a rotação varimax que mostrou seis fatores específicos com distribuição dos itens. à inversão do valor numérico dos itens da ordem da versão original PHCSCS com 60 itens (PH01. optou-se pela colocação de cada item em apenas um fator. sim) para resposta de 1 (Totalmente em desacordo) a 6 (Totalmente de acordo).40). À semelhança da versão portuguesa da PHCSCS-2 (Veiga. Nos casos dos itens inversos procede-se.40%. mudando o tipo de reposta de dicotómica (não. A existência de um número de itens idêntico por fatores (5 em cada fator) favorece a clareza da avaliação e reduz o tempo de resposta. PH59). 3. PH23. conforme aparece na Tabela 1. bem como a proximidade à PHCSCS-2. 2006). em primeiro lugar. PH04. tendo em conta a saturação (previamente definida como superior a 0. como aparece em recente estudo (Veiga e Leite. PH37. PH03. PH20.1 Fidelidade dos resultados Apresentam-se em seguida os resultados referentes à consistência interna da “Escala de avaliação do autoconceito de adolescentes: Versão do Piers-Harris reduzida a 30 itens em escala 1-6“. buscando uma versão reduzida. 2016). PH25. o conteúdo semântico e a validade aparente desse item. PH19. PH51. PH40. . PH52. Na Tabela 2 podem ser encontrados os valores de consistência interna da escala. PH56. Deveremos sublinhar a validade externa da escala. PH27.82 Feliciano H. A percentagem de variância explicada. PH07. alcançados na amostra total e por género. PH06. PH08. PH45. no conjunto dos fatores foi de 54. Veiga e António Leite. 3. A versão elaborada no presente estudo mantém apenas 30 itens da PCHSCS. PH32.
Sou uma pessoa feliz. Af (Aparência física). Sou alegre.F. Sou dos últimos a ser escolhido(a) nas . Sou infeliz. Tenho medo muitas vezes. . Porto-me mal em casa. Sou uma pessoa tímida.708 PH37. No C. Meto-me frequentemente em sarilhos. PH24. . PH22. Fico nervosa(a) quando o formador me faz . Co (Comportamental). . . .780 PH08. Tenho o cabelo bonito. .F.491 em vez de participar. .472 PH15.727 PH59. . PH01.631 PH32. .811 PH49.615 perguntas. Esqueço o que aprendo. . .550 PH04. A minha aparência física desagrada-me. Estou triste muitas vezes. Sou capaz de dar uma boa impressão .776 PH40. . . . observo . . estou distraído(a) a pensar noutras . . Po (Popularidade). PH02.640 perante a turma. Sinto-me posto(a) de parte. Faço bem os meus trabalhos escolares. Fe (Felicidade).698 PH23. Sou bonito(a). Tenho uma cara agradável.663 brincadeiras e nos desportos.611 PH52. Ei (Estatuto intelectual).691 PH25. . . Os meus colegas de turma troçam de mim.645 coisas. .795 PH33. Tenho sorte.435 Legenda: An(Ansiedade). Faço muitas coisas más.536 PH18. Resultados do fator de análise na rotação matrix – Fatores e respetivos itens Dimensões Itens An Af Co Po Fe Ei PH56. PH06.678 PH07.638 PH28.760 PH45. Sou forte. Choro facilmente. .638 PH20.640 PH42.450 PH27.685 PH39.672 boas ideias. . PH19. Nas brincadeiras e nos desportos. .634 PH03. Meto-me em muitas brigas. . acham que tenho .554 PH44. Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas Internacionais da Psicologia e Educação / Students’ Engagement in School: International Perspectives of Psychology and Education 83 Tabela 1. Os meus colegas do C. . Sou nervoso(a). Sou um membro importante da minha turma. Tenho dificuldades em fazer amizades. .602 PH51.
em consequência. 2006. principalmente no fator Aparência física. os coeficientes (alfa de Cronbach) tendem a ser superiores. com indicação de itens inversos e com os itens colocados intercaladamente. a fim de reduzir ainda mais a tendência para a resposta estereotipada. O estudo da validade externa da ASCSS compreendeu a determinação das correlações das pontuações nos fatores e o rendimento escolar dos alunos. Veiga e António Leite. aparece a versão da escala proposta para ser utilizada em futuros estudos. Fe (Felicidade). ampliando a validade externa da escala em estudo. tendo sido encontrados valores significativos e no sentido esperado. o instrumento de avaliação Piers-Harris Children’s Self-Concept Scale tem sido recomendado e utilizado na avaliação do autoconceito em vários âmbitos da psicologia (educacional. Tabela 2. bem como a sua adequação comportamental (Leite. melhorando as qualidades psicométricas do PHCSCS e. Com este estudo pretendeu-se dar continuidade à sugestão efetuada em anteriores investigações (Veiga. Af (Aparência física). a nível nacional e internacional. Em anexo. clínica. Como se constata os coeficientes tendem a ser superiores. na escala total. são aí também indicados. Ei (Estatuto intelectual). Escala de avaliação do autoconceito de adolescentes: Versão do Piers- Harris reduzida a 30 itens em escala 1-6 Grupo Co An Ei Po Af Fe PTOT Amostra total 73 73 70 74 79 73 87 Masculino 72 72 70 74 78 69 86 Feminino 75 63 69 73 80 77 88 Legenda: An(Ansiedade). social) e para diversos fins (diagnóstico. Co (Comportamental). Os itens de cada um dos fatores. as possibilidades de recolha de informação mais consistente com a fundamentação teórica.84 Feliciano H. conclusão Como referido na revisão de literatura. 2012). . Veiga & Domingues. Quanto à amostra total. Po (Popularidade). 4. no prelo). avaliação de programas de intervenção). ou dimensões.
& Li. Abad. Esta escala pode constituir um novo instrumento de trabalho. & Santos. Evidence-based assessment in psychology: Measures of psychosocial adjustment and psychopathology. 958-980. Reliability and Validity Evidence of the Chinese Piers-Harris Children’s Self-Concept Scale Scores among Taiwanese Children.. (2011). In Atas do II Congresso Internacional Envolvimento dos Alunos na Escola (IICIEAE): Perspetivas da Psicologia e Educação. Atitudes face a si próprio e à escola: um estudo com alunos do sistema de aprendizagem em alternância. A. com utilidade para psicólogos. Desenvolvimento vocacional e intervenção social na adolescência (Projecto Bússola). Holmbeck. . Dissertação de Mestrado Integrado em Psicologia. (2008). Gomes. Área de Especialização em Psicologia Clínica e da Saúde. Área de especialização em Educação Social e Intervenção Comunitária. A. professores e outros profissionais de educação. Leite. Thill. Garber. Universidade de Lisboa. A existência de um número de itens idêntico por fatores (5 em cada fator) favorece a clareza da avaliação e reduz o tempo de resposta. A. M. Bruno. Educational and Child Psychology 25. Referências Bilimória. G. Fahive. 33(9). R.. Chuang. Journal of Psychoeducational Assessment. C. Clemente. Promover o desenvolvimento cognitivo e o sucesso escolar: Construção e validação de um programa de treino cognitivo. (2). Aveiro: Departamento de Educação da Universidade de Aveiro... H. v29 n3 p273-285. Braga: Universidade do Minho. Miller. S.. & Marsh. Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas Internacionais da Psicologia e Educação / Students’ Engagement in School: International Perspectives of Psychology and Education 85 A versão elaborada no presente estudo mantém apenas 30 itens da PCHSCS. W. Lisboa: Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. (2008). (2011). Journal of Pediatric Psychology. Autoconceito e problemas de comportamento em crianças com dificuldades de aprendizagem. (2010). Lisboa: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação. P. I. mudando o tipo de reposta de dicotómica (não. Clemente. E. J.. Tese de Doutoramento em Educação. M. sim) para resposta de 1 (discordo totalmente) a 6 (concordo totalmente). (2010). Craven. G. Área de especialização de Psicologia da Educação. The centrality of the self-concept construct for psychological wellbeing and unlocking human potential: implications for child and educational psychologists. Actas do VII Simpósio Nacional de Investigação em Psicologia Universidade do Minho pp 2576-2590. (2008). Autoconceito e Problemas de Comportamento em Crianças com Dificuldades de Aprendizagem. H. Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação.. I. (forthcoming). Bachanas. Y. K.
Universidade do Minho. O autoconceito em crianças com e sem irmãos. M. Deafness. (2006). H. Perspectives on Psychological Science. Veiga e António Leite. Dissertação de Mestrado Integrado em Psicologia. Teacher-of-the-Deaf Support and Self- Concept in Australian Deaf Students. Área de Especialização em Psicologia Clínica. Atitudes dos jovens face à leitura e a si próprios: um estudo com alunos do 7. E. (2ªedição). P. (1964). 1-15 Marsh. 133-163. 5-20. Remine. Relações de sociabilidade. Reciprocal effects of self-concept and performance from a multidimensional perspective: Beyond seductive pleasure and unidimensional perspectives.eric. CA: Western Psychological Services. o Autoconceito e a Obesidade Infantojuvenil. Age and others correlates of self-concept in children. Self-Concept Theory. Área de especialização em Educação Especial. Leicester. George. O Comportamento Alimentar. Self-concept theory.. Santos. Lisboa: Instituto de Educação. Tese de Mestrado em Educação.ºano. Área de Especialização em Psicologia Clínica e da Saúde. G. Auto-conceito e suporte social em adolescentes em acolhimento institucional. In R. (1984). Physical Disabilities: Education and Related Services. Manual for the Piers-Harris Children’s Self-Concept Scale (The Way I Fell About Myself). D. D. E. UK: British Psychological Society. E. 91-95 Piers. & Craven. Oriel.º e 9. Dissertação de Mestrado Integrado em Psicologia. Lisboa: Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. C. E. em contexto Escolar. & Herzberg. entre Adolescentes. & Grbic. Research and Practice: Advances for the New Millennium.ed. (2009). Piers-Harris Children’s Self-Concept Scale (2ª Ed. Deafness and Education International. Tennesse: Counselor Recording and Tests Piers. (2000). measurement and research into practice: The role of self-concept in educational psychology.). H.86 Feliciano H. Área de especialização em Formação Pessoal e Social. K.). . Braga: Escola de Psicologia. Universidade de Lisboa. E.. (2008). M. Marsh. & Blatt. Área de Especialização em Psicologia Clínica e da Saúde. (2002). Craven & H. H. Marsh. Journal of Educational Psychology. Dissertação de Mestrado Integrado em Psicologia. Marsh (Eds. (2010). Wilshire Boulevard. Care. Manata. The Self-concept Enhancement and Learning Facilitation (SELF) Research Centre: research breakthroughs and directions for the new millennium. Sydney: University of Western Sydney SELF Research Centre. & Harris. M.gov/ Piers. (2006). Dissertação de Mestrado em Ciências da Educação. v27 (1). (2011). R. B.eric. (2010). Porto: Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti Rodrigues. 55(2). G. E. C. v11 n3 p116-131 (EJ853575) Obtido em http://www. (EJ807723) Obtido em http://www.gov/ Ribeiro.ed. Lisboa: Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa. The Impact of a Community Based Exercise Program in Children and Adolescents with Disabilities: A Pilot Study. A. (2011). (2010). Nunes..
Évora: Universidade de Évora. F. H. Transgressão e autoconceito dos jovens na escola. Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas Internacionais da Psicologia e Educação / Students’ Engagement in School: International Perspectives of Psychology and Education 87 Shavelson. Uma nova versão da escala de autoconceito Piers-Harris Children’s Self- Concept Scale (PHCSCS-2). R. Validation of construct interpretations. . Atas do II Seminário sobre: A componente de Psicologia na Formação de Professores.J. & Stanton. H. Veiga. G. Lisboa.C. Veiga. A Escala Piers-Harris Children’s Self-Concept Scale: uma versão com repostas de um a seis. J. Psicologia. F. Lisboa: Edições Fim de Século. ISPA. 275-284. F. Hubner. Veiga. 46. VII(3). (2012).223-238).J. Educação. Escala de autoconceito: adaptação portuguesa do “Piers-Harris Children’s Self-Concept Scale”. (2012). F. Review of Educational Research. O autoconceito académico: Adaptação do instrumento de avaliação “Self-Concept as a Learner Scale. Veiga. Aprendizagem e Desenvolvimento: Olhares Contemporâneos através da Investigação (pp. (1992). 407–441. (1976). H. V (1). In Atas do 12º Colóquio de Psicologia. F. D. (1989).. H. H. (3ª Edição). & Domingues. Psicologia e Educação.. 39-48 Veiga. (2006).
PH45. 1 2 3 4 5 6 — 03. de acordo com o seguinte critério: discordo totalmente 1 . Sou dos últimos a ser escolhido(a) nas brincadeiras e nos desportos. PH01. Sou bonito(a). PH25. Os meus colegas de turma troçam de mim. Sinto-me posto(a) de parte. Veiga e António Leite. Tenho uma cara agradável. (-) 1 2 3 4 5 6 — 16. PH23. (-) 1 2 3 4 5 6 — 04. No C. Faço bem os meus trabalhos escolares. PH37.F.88 Feliciano H. PH32. PH42. Tenho medo muitas vezes. Por favor faz um círculo à volta do número que melhor representa a tua opinião. PH27. mais de acordo do que em desacordo 4 . (-) 1 2 3 4 5 6 — 02. 1 2 3 4 5 6 — 01. Meto-me frequentemente em sarilhos. (-) 1 2 3 4 5 6 — 08. mais em desacordo do que em acordo 3 . Por favor responde às afirmações de acordo com a tua experiência. 1 2 3 4 5 6 — 13. PH56. (-) 1 2 3 4 5 6 — 14. (-) 1 2 3 4 5 6 — 11. Sou alegre. concordo muito 5 . As tuas respostas serão usadas unicamente para investigações propostas e a tua informação pessoal é confidencial. PH59. Meto-me em muitas brigas. PH18. Sou infeliz. estou distraído(a) a pensar noutras coisas. PH02. Os meus colegas do C. (-) 1 2 3 4 5 6 — 12. acham que tenho boas ideias. concordo totalmente 6 . 1 2 3 4 5 6 — 07.F. . discordo muito 2 . PH44. Choro facilmente. Não há respostas certas ou erradas. 1 2 3 4 5 6 — 06. PH40. (-) 1 2 3 4 5 6 — 17. (-) 1 2 3 4 5 6 — 10. PH33. Sou uma pessoa feliz. PH49. Sou nervoso(a). PH39. pensamentos e sentimentos. (-) 1 2 3 4 5 6 — 05. Tenho o cabelo bonito. 1 2 3 4 5 6 — 15. ANEXO Escala de avaliação do autoconceito de adolescentes: Versão do Piers-Harris reduzida a 30 itens em escala 1-6 Este questionário procura saber as perceções que tens acerca de ti próprio como pessoa e aquilo que fazes nas relações com os outros. 1 2 3 4 5 6 — 09.
23. 11. (-) 1 2 3 4 5 6 — 22. PH08. 1 2 3 4 5 6 — 25. (-) Itens inversos. 29. observo em vez de participar. PH03. 30. (-) 1 2 3 4 5 6 — 28. Sou forte. Itens PH. PH52. Tenho dificuldades em fazer amizades. (-) 1 2 3 4 5 6 — 20. Faço muitas coisas más. PH20. Estou triste muitas vezes.02. 1 2 3 4 5 6 — 27. 1 2 3 4 5 6 — 24. 10. PH51. (-) Legenda: Itens 1-30. ordem encontrada na versão reduzida. Tenho sorte. Porto-me mal em casa. 25. PH07. 08. 28. 1 2 3 4 5 6 — 19. 07.05. PH24. Popularidade . 22. PH19. Sou capaz de dar uma boa impressão perante a turma. Fico nervosa(a) quando o formador me faz perguntas.04. 18. (-) 1 2 3 4 5 6 — 26. (-) 1 2 3 4 5 6 — 30. (-) 1 2 3 4 5 6 — 21. 13. Envolvimento dos Alunos na Escola: Perspetivas Internacionais da Psicologia e Educação / Students’ Engagement in School: International Perspectives of Psychology and Education 89 1 2 3 4 5 6 — 18.01. (-) 1 2 3 4 5 6 — 29. 21. Estatuto intelectual . PH04. Esqueço o que aprendo. 17. 27. (-) 1 2 3 4 5 6 — 23.03. Sou uma pessoa tímida. Aparência física . Comportamental . PH15. 20. 15. 24. 16. 09. ordem da versão original PHCSCS com 60 itens. Dimensões: Ansiedade . A minha aparência física desagrada-me. PH06. 19. Nas brincadeiras e nos desportos.06. 14. PH22. 26. Felicidade . 12. PH28. Sou um membro importante da minha turma. .