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Jurisdicionada a GLMERGS- REAA- Av. Praia de Belas, nº 560, 3º andar - Porto Alegre/RS - CEP: 90.110-000

Complemento da elevação.

Alegre/RS - CEP: 90.110-000 Complemento da elevação . A elevação ao grau de companheiro maçom mostrou-me

A elevação ao grau de companheiro maçom mostrou-me que ela é uma continuação,uma

sequencia,do grau de aprendiz,porém com novos elementos e simbolismos que incrementam e dão outros significados com o intuito de nortear o companheiro na busca da verdade,esses símbolos ou instrumentos alguns já conhecidos por mim no grau de aprendiz,outros não(como a alavanca),ganharam novos significados,agora na etapa de companheiro e portanto no meu auto aperfeiçoamento. No dia de minha elevação fiz cinco viagens,que mostraram-me de quais instrumentos devo utilizar para buscar a perfeição e também como usá-los. Na primeira viagem ,a percorri com um maço e um cinzel nas mãos,simbolizando que devo

desbastar as minhas asperezas e que devo combinar a força do maço com a inteligência do cinzel que da forma a tudo. Na segunda percorri com uma régua e um compasso,a régua devera medir minhas atitudes e o compasso significa que deverei submete-las a razão. Com a alavanca em punho fiz a terceira viagem,símbolo do poder ,ela representa a força moral capaz de afastar tudo aquilo que é espúrio e mau,que tenta apequenar o homem,portanto ela deve ser usada para combater a tirania do forte contra o fraco,sendo também um instrumento de mudança.

A quarta viagem fiz com a régua e o esquadro,instrumento este que une as linhas horizontal

ou seja a(vida,passado,o presente,e o futuro),com a linha vertical da ascensão do iniciado na sua escalada espiritual na busca da perfeição,o esquadro também serve para medirmos a retidão dos nossos atos e de nossa moral.

A quinta viagem para mim foi a mais emblemática de todas,pois foi bem diferente das outras

quatro em suas características e peculiaridades,sendo que aguçou minha mente no sentido de entender qual o seu real significado,pois tive que andar de costas com uma espada sob o peito e sem nenhuma ferramenta nas mãos,o que nas outras quatro não havia ocorrido,em minha humilde opinião suponho que nas outras viagens o companheiro já havia aprendido a utilizar a

utilizar habilmente as seis ferramentas que lhe foram dadas,sendo elas o maço,o cinzel,a régua

,o compasso,o esquadro e a alavanca,que o prepararam para andar sozinho em sua caminhada

na busca da luz da verdade representado pelo G da estrela flamígera. Fazendo uma retrospectiva da minha caminhada até aqui pude observar que o grau de companheiro maçom é muito mais teórico e sutil que o de aprendiz visto que no primeiro eu

dispunha de um maço e cinzel para talhar a PB ,e na segunda me servi de instrumentos de precisão como a régua, o compasso e o esquadro para polir a PC ,medir o seu grau de perfeição e sua abrangência.Concluo este trabalho com a convicção de que estou apto a utilizar estas ferramentas na construção de meu templo interior,tornando-me assim melhor e consequentemente influenciando através do exemplo a construção de uma sociedade mais fraterna e igualitária.

Taquara,18 de abril de 2018.

C M Ismael Herrmann.

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