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Disciplina de Redes de Comunicação Industrial

LIVROS

LIVRO AUTOR
1 – Redes de Computadores e Internet Douglas Comer
2 – Guia Internet de Conectividade Cyclades
3 – Rede de Computadores Andrew Tanenbaum

CALENDÁRIO
Semana Dia Aulas Assunto
1
ª Apresentação do Professor. Apresentação do Plano de Ensino e
2
Avaliações. Introdução Redes de Computadores.
ª
2 1 Introdução Redes de Computadores.
ª
3 FERIADO DE CARNAVAL
ª
4 1 Conceitos de LAN/WAN, largura de banda e THROUGHPUT.
ª
5 3 Conceitos de LAN/WAN, largura de banda e THROUGHPUT.
ª
6 2 Sábado Letivo reposição feriado de Carnaval
ª
7 3 Componentes de Redes de Computadores
ª
8 2
8
ª Modelo de Referência OSI.
5
Reposição sábado letivo feriado de Tiradentes 1 aula.
ª
9 2 Laboratório de Modelo OSI
ª
9 1 Redes Locais
ª
10 2 Cabeamento e conexão de uma rede local
ª
10
ª
11 2 Prova Modelo OSI e Redes Locais

AVALIAÇÃO

Avaliação Peso Dia

Prova 1
Prova 2
CONTEÚDO

1 MÓDULO UM – COMPONENTES DE REDE ............................................................................................. 3


1.1 Redes Locais (LAN – Local Area Network) e Redes de Longa Distância (WAN – Wideband Área
Network).............................................................................................................................................................. 3
1.1.1 Características das redes locais ........................................................................................................ 3
1.1.2 Padrão de LAN - Ethernet ............................................................................................................... 3
1.1.3 Características das redes de longa distância .................................................................................... 3
1.1.4 Tecnologias de WAN ...................................................................................................................... 3
1.2 Classificação de Rede .............................................................................................................................. 4
1.2.1 Classificação .................................................................................................................................... 4
1.2.2 Topologia......................................................................................................................................... 4
1.3 Visão Geral dos Componentes de Rede................................................................................................... 6
1.3.1 Placa de Rede .................................................................................................................................. 6
1.3.2 Meios de Transmissão ..................................................................................................................... 6
1.3.3 Hubs/Concentradores....................................................................................................................... 6
1.3.4 Repetidores ...................................................................................................................................... 6
1.3.5 Bridges............................................................................................................................................. 6
1.3.6 Switch .............................................................................................................................................. 6
1.3.7 Roteadores/Gateways ...................................................................................................................... 6
1.4 Largura de Banda .................................................................................................................................... 7
1.5 Exercícios ................................................................................................................................................ 8
2 MÓDULO DOIS – MODELO DE REFERÊNCIA OSI ................................................................................. 9
2.1 Protocolos ................................................................................................................................................ 9
2.1.1 O que é um protocolo de comunicação ............................................................................................ 9
2.1.2 Protocolos em Camadas ................................................................................................................... 9
2.2 Modelo de Referência OSI – Open Systems Interconnection................................................................ 10
2.2.1 Camada Física ............................................................................................................................... 10
2.2.2 Camada de Enlace de Dados.......................................................................................................... 10
2.2.3 Camada de Rede ............................................................................................................................ 10
2.2.4 Camada de Transporte ................................................................................................................... 10
2.2.5 Camada de Sessão ......................................................................................................................... 11
2.2.6 Camada de Apresentação ............................................................................................................... 11
2.2.7 Camada de Aplicação .................................................................................................................... 11
2.3 Encapsulamento ..................................................................................................................................... 11
2.4 Laboratório de Modelo OSI ................................................................................................................... 13
2.5 Exercícios Modelo OSI ......................................................................................................................... 15
3 MÓDULO TRÊS – REDES LOCAIS ........................................................................................................... 16
3.1 Padrão Ethernet ..................................................................................................................................... 16
3.1.1 Estrutura Ethernet .......................................................................................................................... 16
3.1.2 Encapsulamento Ethernet .............................................................................................................. 16
3.1.3 Método de Acesso – CSMA/CD.................................................................................................... 16
3.2 Equipamentos de LAN .......................................................................................................................... 17
3.2.1 Visão Geral de Switches da Camada 3 .......................................................................................... 17
3.3 Exercícios .............................................................................................................................................. 19

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1 MÓDULO UM – COMPONENTES DE REDE

Objetivo: Apresentar os conceitos de redes locais e redes de longa distância e seus principais
componentes.

1.1 Redes Locais (LAN – Local Area Network) e Redes de Longa Distância (WAN –
Wideband Área Network)

Referências: Guia Internet de Conectividade Cap. 4 – LANs


Cap. 5 - WANs
Redes de Computadores (Comer) Cap. 7 – Tecn. de LAN
Cap. 11 – Tecn. para Conexões...

A maioria das redes de dados são classificadas como redes locais (LANs) ou redes de longa distância
(WANs). As LANs estão geralmente localizadas em edifícios ou campus individuais e manipulam
comunicações internas. As WANs cobrem uma grande área geográfica e conectam cidades e países.

1.1.1 Características das redes locais


• Alta velocidade (10 Mbit/s, 100 Mbit/s, 1 Gbit/s).
• Baixa taxa de erros de transmissão.
• Cobrem áreas geográficas pequenas (prédios, escritórios, alguns prédios).
• Conectam diretamente estações, servidores, impressoras, etc.
• Atualmente não existe limitação de quantidade de estações em uma LAN, mas normalmente é
interessante ter no máximo 250 estações em um segmento comutado. Isto depende do projeto da
topologia da rede.
• Permite o compartilhamento de recursos, como espaço em disco, CD-ROM, impressora, etc.

1.1.2 Padrão de LAN - Ethernet


• Os padrões de LAN especificam cabeamento e sinalização das camadas físicas e enlace (1 e 2
do modelo OSI). Pag 10.
• O IEEE(Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos) definiu o seguinte padrão de LAN:
• Camada 1 – físico/enlace norma IEEE 802.3/Ethernet, 802.4/Token Bus e 802.5/Token Ring
• Camada 2 – enlace norma IEEE 802.2/LLC – IP não utiliza em Ethernet
• Outros padrões foram definidos:
• FastEthernet – IEEE 802.3u
• GigabitEthernet – IEEE 802.3z
• FDDI
• ATM – LAN Emulation

1.1.3 Características das redes de longa distância


• A velocidade está relacionada diretamente com custo e tecnologia utilizada (você concorda?)
• Diversas velocidades (9600 bps a 155 Mbit/s).
• Alta taxa de erros de transmissão.
• Cobrem áreas geográficas distântes (planeta Terra).
• Conectam redes distintas. Por isso os seus componentes atuam na camada 3 – Rede.
• Não existe limitação de quantidade de redes interligadas.

1.1.4 Tecnologias de WAN


• Rede de telefonia (circuitos analógicos e digitais)
• Circuitos de baixa velocidade: 9600 bps, 19200 bps e 56 Kbps
• Circuitos de alta velocidade: 64 Kbps a 2 Mbps

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• Protocolo PPP – Point-to-Point Protocol e SLIP – Serial Line IP
• Usados em linhas seriais
• Deficiências do SLIP:
• Sem negociação de endereço IP
• Não suporta múltiplos protocolos
• Não faz verificação de checksum
• PPP resolve estas deficiências adicionando 6 bytes de overhead
• SLIP: overhead = 2 bytes (bytes de início e de fim)
• PPP: overhead = 8 bytes (bytes de início e de fim, controle, protocolo e CRC)
• Rede de pacotes X.25
• Conexão física de 9600 bps a 256 Kbps
• Vários circuitos virtuais
• Utiliza redes de pacotes públicas ou privadas
• As redes X.25 são chamadas de nuvens
• Implementa as camadas 1, 2 e 3
• Frame Relay
• Suscessor do X.25
• Implementa as camadas 1 e 2
• Interfaces físicas até 2 Mbps / Circuitos virtuais de 64 Kbps a 1024 Kbps
• ATM – Assyncronous Transfer Mode
• Concebida para suporta multimeios (voz, dados e images)
• Pode implementar LAN e WAN
• Evolução de outras redes para altas velocidades (até 622 Mbps)
• Transmissão através de células de 53 bytes

1.2 Classificação de Rede

Referências: Redes de Computadores (Comer) Cap. 7 – Tecnol. e Topologias

1.2.1 Classificação

As redes podem classificar-se quanto à:

• Topologia de organização que apresentam, podendo ter uma topologia em barramento,


anel, estrela ou ponto-a-ponto.
• Distribuição Espacial: como sendo redes locais designadas de LAN (Local Area Network),
redes metropolitanas também designadas de MAN (Metropolitan Area Network), e por último
as redes de grande distribuição geográfica também designadas de WAN (Wide Area
Network).
• Tecnologia de Transmissão: podem utilizar a tecnologia Ethernet, FDDI, Token Ring,
Frame Relay, X.25, ATM, etc.
• Outros: pelo tipo de dados que transporta (voz, dados, ou ambos), por quem pode utilizar a
rede (pública ou privada), qual a natureza das ligações (telefone, comutação dedicada, sem
comutação, ou conexões virtuais), tipos de ligações físicas (fibra óptica, cabo coaxial, fio de
cobre).

1.2.2 Topologia

A topologia de uma rede é devida a vários fatores, desde restrições nas capacidades do equipamento
utilizado até às características das tecnologias utilizadas. A organização das redes pode reduzir-se a

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três tipos que são: a topologia em barramento ou bus, topologia em estrela ou star, a topologia em
anel ou ring ou a topologia ponto-a-ponto.

Barramento (Bus)

Uma rede que usa uma topologia de barramento consiste em um único cabo longo ao qual os
computadores se conectam. Qualquer computador acomplado a um barramento pode enviar um sinal
através do cabo, e todos os computadores receberão o sinal. Como todos os computadores ligados
pelo cabo podem detectar um sinal elétrico, qualquer computador pode enviar dados a qualquer outro
computador. Naturalmente, os computadores acoplados a uma rede de barramento devem se
coordenar para assegurar que somente um computador envia um sinal a cada momento para evitar o
caos.

Estrela (Star)

Como o nome indica esta topologia tem a forma de uma estrela e consiste em vários cabos que unem
cada dispositivo a um ponto central. Para que uma rede tenha topologia em estrela não é necessário
ter uma disposição em forma de estrela, é necessário somente que cada dispositivo da rede esteja
ligado por um cabo próprio a um ponto central, chamado hub. O hub que controla a comunicação
entre os dispositivos.

Anel (Ring)

Na topologia em anel, os pacotes circulam por todos os dispositivos da rede, tendo cada um o seu
endereço. O fluxo de informação é unidirecional, existindo um dispositivo (hub) que intercepta e gere
o fluxo de dados que entra e sai do anel. A tecnologia token ring aparece usualmente com esta
topologia.

Ponto-a-Ponto

Na topologia ponto-a-ponto os dispositivos são conectados diretamente entre si, sempre dois a dois.
Esta conexão pode ser feita através de um par de fios, a corrente flui para longe em um fio e volta em
outro, o segundo fio é chamado de terra. Assim um dos fios carrega o sinal e o outro é o terra. Este
tipo de transmissão, em um sentido de cada vez, é chamada de simplex ou half duplex. Similarmente,
quando um sinal é enviado ao longo de um cabo coaxial, o sinal viaja pelo centro do condutor e o
protetor fornece o trajeto de retorno.

Em muitas aplicações os dados devem fluir nas duas direções ao mesmo tempo. A transferência
simultânea nas duas direções é conhecida como transmissão full duplex, para acomodar este tipo de
transmissão é necessário um fio para dados em uma direção e outro fio para a direção reversa, e um
único fio terra usado para completar o caminho elétrico em ambas as direções.

A comunicação pode ser assíncrona ou síncrona. Na comunicação assíncrona a transmissão é feita


caracter a caracter enquadrada por um bit de início (start bit – 0) e um ou dois bits de fim (stop bit – 1
ou 11). Na comunicação síncrona são transmitidos blocos de caracteres enquadrados, estes blocos
são delimitados por uma seqüência de início e uma seqüência de fim. A seqüência de início é
chamada de cabeçalho (header) e a seqüência de fim de trailer.

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1.3 Visão Geral dos Componentes de Rede

Referências: Guia Internet de Conectividade Cap. 2 – Prod. para conectividade


Redes de Computadores (Comer) Cap. 3 – Meios de Transmissão
Cap. 9 – Cabeamento
Cap. 10 - Estendendo LANs

1.3.1 Placa de Rede


• Interface entre o computador e o meio de transmissão. É um dispositivo de E/S.
• Entende os sinais elétricos da rede, taxa de transmissão e detalhes do quadro da rede. Por isso
existe uma NIC para cada tipo de rede (método de transporte): Ethernet, FastEthernet, FDDI ou
Token Ring.
• A NIC trabalha independentemente da CPU, bufferizando os bits a serem transmitidos/recebidos.

1.3.2 Meios de Transmissão


• Fios de Cobre/Cabos Metálicos: par trançado ou cabo coaxial.
• Cabo coaxial: comprimento máximo de 500 metros, com intervalos mínimos de 3 metros.
• Cabeamento Predial: Black Box pag. 1248.
• Fibra Óptica: multimodo e monomodo.
• Rádio
• Satélite
• Redes de Transporte: SDH/Sonet, ATM/Frame Relay, PDH/E1 Determinística.

1.3.3 Hubs/Concentradores
• Topologia de barramento Ethernet por cabo coaxial: é um barramento físico onde todos as
estações ligadas no barramento recebem os sinais emitidos.
• Um hub provê o mesmo tipo de barramento, no entanto as estações são conectadas ao hub
através de cabos de par trançado com conectores RJ-45.
• Cada cabo para estação pode ter até 100 metros de comprimento. (Cyclades pag. 50)
• Os hubs atuam apenas na camada física (camada 1).
• O barramento ethernet é chamado de segmento.

1.3.4 Repetidores
• Repetidores permitem ampliar (regenerar) o sinal de um tipo de meio de transmissão.
• Isto permite aumentar a distância máxima entre as estações.
• Ethernet permite no máximo quatro repetidores em um segmento.

1.3.5 Bridges
• Bridges permitem separar uma rede física em sub-redes, com o objetivo de reduzir o tráfego no
segmento.
• As bridges manipulam os frames ao invés de sinais elétricos (camada 2).
• É possível converter diferentes padrões de LAN, como por exemplo Ethernet para token-ring).

1.3.6 Switch
• No Hub todos os pacotes recebidos em uma porta são encaminhados para todas as portas.
• No Switch um pacote recebido em uma porta é direcionado para a porta específica de saída.
• O throughput de um switch é bem maior que de um hub.

1.3.7 Roteadores/Gateways
• O roteador decide qual o caminho os pacotes devem seguir.
• Para fazer isto ele atua na camada 3 (de rede) e identifica o endereço do destinatário.
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• Consulta as tabelas de roteamento que mantém, baseadas em protocolos de roteamento (RIP,
OSPF ou BGP).
• Os roteadores interligam LANs remotas.
• Existem protocolos roteáveis (como IPX - Netware e IP) e protocolos não roteáveis (como
NetBIOS - Windows).
• Gateways atuam em todas as camadas OSI e têm o objetivo de permitir a comunicação entre
duas redes com arquiteturas distintas (TCP/IP e SNA).
• Os gateways resolvem diferenças entre tamanho máximo de pacotes, formas de endereçamento,
técnicas de roteamento, controle de acesso, timeouts, etc.

1.4 Largura de Banda


A largura de banda é a medida da quantidade de informação que pode ser transferida de um lugar
para o outro em um determinado período de tempo. Há dois usos comuns da expressão largura de
banda: um se refere a sinais analógicos, o outro, a sinais digitais.

O som é a informação, e a qualidade do som que você ouve é a largura de banda. Se pedissem para
que você classificasse como preferiria ouvir sua música favorita - pelo telefone, por uma rádio AM, por
uma rádio FM ou por CD-ROM – provavelmente você escolheria o CD em primeiro lugar, depois a
rádio FM, a rádio AM e finalmente o telefone. As larguras de bandas analógicas reais para eles são,
respectivamente, de 20 KHz, 15 KHz e 3 KHz.

Throughput se refere à largura de banda real, medida a uma determinada hora do dia, com o uso de
rotas específicas da Internet, enquanto é feito download de um determinado arquivo. Infelizmente, por
muitas razões, o throughput é muito menor que a largura de banda digital máxima possível do meio
que está sendo usado. Alguns dos fatores que determinam o throughput e a largura de banda estão
listados abaixo:

• dispositivos de internetworking.
• tipos de dados sendo transferidos.
• Topologia.
• número de usuários.
• computador do usuário.
• computador servidor.
• falhas de energia ou induzidas pelo tempo.

Ao se projetar uma rede, é importante que você leve em conta a largura de banda teórica. Sua rede
não será mais veloz do que o seu meio permitir. Quando você realmente trabalhar com redes, você
vai querer medir o throughput e decidir se o throughput é adequado ao usuário.

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A fórmula de cálculo do tempo estimado para transmissão de um arquivo é:
Tempo estimado = tamanho do arquivo / largura de banda
O resultado representa o mais rápido que os dados poderiam ser transferidos. Ele não leva em conta
nenhuma das questões previamente discutidas que afetam o throughput, mas fornece uma estimativa
aproximada do tempo que levará para enviar informações usando-se esse aplicativo/meio específico.

1.5 Exercícios
1) Quantos fios são necessários para uma transmissão half-duplex?
2) O que é transmissão síncrona e transmissão assíncrona? Dê exemplos de onde elas são
utilizadas.
3) Dê um exemplo onde você utilizaria um roteador, explique porque você não utilizaria um hub na
mesma situação.
4) Sua empresa/faculdade utiliza cabeamento par trançado? Qual a categoria utilizada e explique o
porquê.
5) O que é uma LAN?
6) O que é uma WAN?
7) Qual a unidade da largura de banda?
8) Qual a diferença de throughput e largura de banda (bandwidth)?
9) Uma empresa tinha uma rede local com hubs interligando suas estações utilizando cabos par
trançado categoria 3 em todo o prédio. O dono da empresa solicitou ao gerente de informática
que melhorasse o desempenho da rede, para isto ele substituiu todos os hubs por switches
FastEthernet. Depois deste projeto o gerente de informática foi demitido, explique o porquê e
sugira uma solução melhor.
10) Um usuário está reclamando que a rede está lenta, ele copia um arquivo de 8,5 MBytes de uma
estação para outra no mesmo segmento Ethernet e isto está demorando 10 segundos. Ele tem
razão em reclamar? Desconsiderando os atrasos entre pacotes qual o tempo teórico para
transmitir este arquivo?
11) Qual o tempo estimado necessário para transmitir um arquivo de 100 Mbytes em um segmento
FastEthernet?

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2 MÓDULO DOIS – MODELO DE REFERÊNCIA OSI

Objetivo: Apresentar os conceitos de protocolos em camadas e os modelos OSI e TCP/IP.

Referências: Guia Internet de Conectividade Cap. 3 – Modelo ISO/OSI


Redes de Computadores (Comer) Cap. 14 – Protocolos e Divisão...

2.1 Protocolos

2.1.1 O que é um protocolo de comunicação


• Uma definição técnica de um protocolo de comunicações de dados é: um conjunto de regras, ou
um acordo, que determina o formato e a transmissão de dados. A camada n em um computador
se comunica com a camada n em outro computador. As regras e convenções usadas nessa
comunicação são conhecidas coletivamente como o protocolo da camada n.

2.1.2 Protocolos em Camadas


• Os problemas de comunicação são sub-divididos em partes chamadas camadas
• Os dados são quebrados em pacotes para serem transmitidos
• Para cada camada um header e um trailer são inseridos nos pacotes a serem transmitidos
• A ISO definiu 7 camadas: física, enlace de dados, rede, transporte, sessão, apresentação e
aplicação
• São camadas conceituais onde os conjuntos de protocolos (arquiteturas) de mercado se
encaixam

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2.2 Modelo de Referência OSI – Open Systems Interconnection

2.2.1 Camada Física


Hardware básico de rede
• Preocupa-se com a transmissão de cada bit no meio de transmissão.
• Define o tamanho do pacote a ser transmitido.
• Define o padrão de cabos (par trançado, fibra, coaxial), dos conectores (RJ45, MTRJ, V.35, BNC)
e detalhes elétricos/ópticos.
• Exemplo: Ethernet 802.3

2.2.2 Camada de Enlace de Dados


• Define como organizar os dados em frames (quadros).
• Restringe-se a dois pontos adjacentes na rede.
• Objetivo principal é garantir que os dados transmitidos de um computador cheguem ao outro
ligado diretamente a ele, com integridade.
• Para isto é implementado controle de fluxo e correção de erros.
• Exemplo: HDLC – High Level Data Link Control

2.2.3 Camada de Rede


• Define como é a interconexão entre sub-redes ou redes distintas.
• Protocolos desta camada definem como os pacotes irão chegar do ponto origem até o ponto
destino.
• Os endereços são dividos em endereço de rede e endereço de host.
• Existe um caminho (rota) entre várias sub-redes que liga os pontos origem e destino.
• As rotas podem ser definidas por tabelas estáticas ou dinâmicas.
• Rotas dinâmicas podem levar em consideração a carga da rede.
• Diferenças entre redes heterogêneas são resolvidas por protocolos desta camada.
• Exemplo: IP.

2.2.4 Camada de Transporte


• Protocolos desta camada têm o objetivo de garantir a comunicação fim-a-fim.
• Um programa na máquina origem abre uma conversação com o programa similar na máquina
destino, a camada de transporte garante que todos os dados enviados serão recebidos na outra
ponta.
• Podem existir uma ou mais conexões estabelecidas entre programas em máquinas distintas.
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• São utilizados mecanismos de controle de fluxo (para garantir a sincronização entre máquinas
mais rápidas e mais lentas) e controle de erro (checksum).
• Quando a camada física é confiável, pode-se abrir mão dos mecanismos de controle visando
diminuir o overhead, desta forma aumentando o throughput.
• Exemplo: TCP – Transmission Control Protocol e UDP – User Datagram Protocol

2.2.5 Camada de Sessão


• Controla o estabelecimento de sessão entre duas máquinas.
• Uma sessão pode ser usada para um usuário fazer login em um sistema remoto ou para fazer
uma transferência de arquivo entre duas máquinas.
• Um serviço de sessão é a sincronização de transferência de arquivos, que insere checkpoints na
transmissão de arquivo que possibilitam a retomada de um determinado ponto em caso de perda
da conexão.

2.2.6 Camada de Apresentação


• Trata da sintaxe e semântica dos dados transmitidos entre programas.
• Criptografia, conversão entre caracteres ASCII e EBCDIC, compressão de dados são algumas
das funções.

2.2.7 Camada de Aplicação


• Protocolos de aplicação.
• Depende da aplicação.
• Exemplo: terminal remoto ou transferência de arquivo.

2.3 Encapsulamento

• Todas as comunicações em uma rede têm uma origem e são enviadas para um destino, e as
informações emitidas em uma rede são chamadas de dados ou pacote de dados. Se um
computador (host A) desejar enviar dados para outro computador (host B), os dados devem
primeiro ser empacotados através de um processo chamado encapsulamento.
• O encapsulamento empacota as informações de protocolo necessárias antes do trânsito pela
rede. Assim, à medida que o pacote de dados desce pelas camadas do modelo OSI, ele recebe
cabeçalhos, trailers e outras informações. (observação: A palavra "cabeçalho" significa que
informações de endereço foram adicionadas.)
• Para ver como o encapsulamento ocorre, vamos examinar a forma como os dados viajam pelas
camadas como ilustrado na figura. Uma vez que o dado é enviado da origem, ele viaja através da
camada de aplicação para baixo através das outras camadas. Como você pode ver, o
empacotamento e o fluxo dos dados que são trocados passam por alterações à medida que as
redes executam seus serviços para os usuários finais.

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• Os pacotes de dados em uma rede são originados em uma origem e depois trafegam até um
destino. Cada camada depende da função de serviço da camada OSI abaixo dela. Para fornecer
esse serviço, a camada inferior usa encapsulamento para colocar a PDU da camada superior no
seu campo de dados; depois, adiciona os cabeçalhos e trailers que a camada precisa para
executar sua função. A seguir, enquanto os dados descem pelas camadas do modelo OSI, novos
cabeçalhos e trailers são adicionados. Depois que as camadas 7, 6 e 5 tiverem adicionado suas
informações, a camada 4 adiciona mais informações. Esse agrupamento de dados, a PDU da
camada 4, é chamado segmento.

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2.4 Laboratório de Modelo OSI

Objetivo:
• Identificar as funções das camadas OSI
• Compreender o funcionamento das camadas de protocolos entre camadas de mesmo nível e
de níveis diferentes

Tarefas:
• Definir as funções da camada
• Definir a composição da PDU (unidade de dados de protocolo) da camada (campos e suas
funções)
• Definir as informações que serão recebidas da camada acima e abaixo
• Definir os controles necessários (tabelas de MAC, rotas, etc) para atender as funções da
camada

• Tabela de camadas
Camada: PDU:

Função Implementação Controles

• Tabela de interface entre camadas


Camada Informações PDU

• Composição da PDU
Nome do Campo Descrição do Campo Tamanho

Equipes:
• Três equipes: Transporte, Rede e Enlace

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Rede:
s.a s.b s.c
8:1 4:2 5:3

Subrede S s.d
7:7

w.d w.e Subrede W

w.c w.f
w.a w.b
z.d x.d
5:5 6:6
Subrede Z Subrede X

z.a z.b z.c x.a x.b x.c


1:1 2:8 3:8 3:1 4:6 6:1

Simulação da Camada de Rede:


• A equipe responsável pela camada de rede deve separar-se em três grupos.
• Cada grupo irá criar uma tabela com suas rotas locais e apresentar para a turma.
• Cada grupo irá trocar suas tabelas com os demais grupos para montar a tabela de rotas de
toda a rede.
• Cada rota local possui um peso 1. Quando uma rota é recebida de outro roteador, o peso é
somado em 1 na rota recebida.
• Quando for recebida uma rota já existente, será armazenada apenas a rota de peso menor.

Simulação da Comunicação entre z.a e s.c:


• Após terem preenchido as tabelas das tarefas, definindo o funcionamento de cada camada,
as equipes devem dividir-se conforme abaixo:
o Estação z.a: 1 compontente da equipe de transporte, 1 componente da equipe de
redes e 1 componente da equipe de enlace.
o Roteador 1: 1 componente da equipe de rede e 1 componente da equipe de enlace.
o Roteador 2: 1 componente da equipe de rede e 1 componente da equipe de enlace.
o Servidor s.c: 1 componente da equipe de transporte, 1 componente da equipe de
rede e 1 componente da equipe de enlace.
• O professor irá fazer o papel da camada de aplicação e da camada de enlace.
• O professor irá passar uma mensagem para a estação z.a que deverá passar esta
mensagem para o servidor s.c.

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2.5 Exercícios Modelo OSI
1) Qual a função de um protocolo de comunicação?
2) Explique o que é um modelo em camadas de protocolos.
3) Um computador pode utilizar mais de uma pilha de protocolos ao mesmo tempo? Explique.
4) O que é um cabeçalho de protocolo?
5) Quais as diferenças entre uma comunicação com conexão de uma sem conexão?
6) Por que utilizar protocolos em camadas?
7) O que é uma negociação em termos de protocolos de rede? Dê um exemplo.
8) Quais camadas OSI fazem controle de CRC ou checksum?
9) Qual das camadas OSI quebra os dados em quadros?
10) Qual das camadas OSI determinam qual rota usar entre sub-redes?
11) Qual o percentual de overhead inserido em uma transmissão de quadros de 512 bytes em um
sistema que implementa 4 camadas de protocolos, cada camada adiciona 2 bytes de cabeçalho?
12) Um computador com Linux utiliza codificação ASCII, enquanto que um sistema com WinNT utiliza
codificação Unicode. Para a comunicação entre estes dois computadores será necessária a
conversão entre as duas formas de representação por um protocolo, em qual camada OSI este
protocolo se encaixa?
13) O protocolo HTTP encaixa-se em qual camada do modelo OSI?

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3 MÓDULO TRÊS – REDES LOCAIS

Objetivo: Apresentar as topologias de redes locais e o padrão Ethernet.

Referências: Guia Internet de Conectividade Cap. 4 – LANs


Redes de Computadores (Comer) Cap. 6 – Pacotes, Quadros, ...
Cap. 7 – Tecnologias de LAN...
Cap. 8 – Endereçamento de Hardware ...

3.1 Padrão Ethernet

3.1.1 Estrutura Ethernet


• O padrão Ethernet compreende as camadas 1 e 2 do modelo OSI

LLC – Logical Link Control / 802.2


Camada de Enlace de Dados
CSMA/CD / 802.3 – TokenBus / 802.4 – Token Ring / 802.5
Camada Física 10Base5 – 10Base2 – 10BaseT – 10BaseF – 100BaseT

• IP sobre Ethernet não utiliza LLC


• Ethernet faz a verificação de erros (CRC)
• Define o formato de quadros
• Define um método de acesso ao meio físico (CSMA/CD)

3.1.2 Encapsulamento Ethernet


• Endereço de 48 bits (6 bytes) em hexadecimal
• Cabeçalho de 14 bytes e 46 a 1500 bytes de dados

Destino (6) Origem (6) Tipo (2) Dados (46-1500) CRC (4)

• Endereço MAC ou endereço físico: 2 primeiros bytes para fornecedor – 4 restantes computador
• Exemplo: 00:A0:10:0D:20:23
• Endereço de broadcast: FF:FF:FF:FF:FF:FF
• Tipo de quadro:
• 08:00 – IP versão 4
• 80:06 – ARP
• 80:35 – ARP Reverso
• 80:14 – Jogos de rede Silicom Graphics

3.1.3 Método de Acesso – CSMA/CD


• Estação que deseja transmitir verifica o meio de transmissão
• Se estive livre, transmite. Caso contrário, espera o fim da transmissão corrente e verifica o meio
novamente.
• Se duas estações iniciarem a transmissão ao mesmo tempo ocorre uma colisão. As duas
estações abortam a transmissão e aguardam um intervalo de tempo aleatório para retransmitir o
quadro.
• A estação insere no meio um quadro Ethernet que todos os demais irão receber. As estações
receptoras verificam o endereço MAC destino, apenas a estação com o endereço destino copia o
quadro para o buffer interno.
• Uma estação pode copiar todos os quadros sem verificar o endereço destino, isto é chamado de
operação em modo promíscuo. É utilizado por analisadores de protocolos.

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3.2 Equipamentos de LAN
• Conversor de mídia: faz a conversão entre tipos de meios que seguem o mesmo padrão de
enlace
• Exemplo: conversor de conector RJ45 (10BaseT) para BNC (10base2)
• Repetidor: amplifica o sinal, atuando na camada física.
• Hub: copia todos os quadros para todas as suas portas
• Switch: mantém uma tabela associando endereços MAC e portas.
• Verifica o endereço destino e copia o quadro apenas para as portas associadas
• Lê o endereço origem para atualizar a tabela de endereços
• Bridge: lê o quadro e substitui pelo quadro da rede destino. Exemplo: Ethernet Token Ring
• O formato do pacote do protocolo de enlace deve ser o mesmo
• O papel de bridge normalmente é executado por um switch
• Roteador: lê o endereço IP destino (camada de rede) e envia para a porta destino
• O roteador mantém uma tabela de roteamento que associa endereço IP e portas
• Gateway: substitui o cabeçalho dos protocolos de enlace e físico pelo cabeçalho da rede destino
• Exemplo: Ethernet PPP
• O papel de gateway normalmente é executado pelo roteador
• Resumo

Equipamento Camada em que atua


Conversor de mídia Física
Repetidor Física
Hub Física
Switch Enlace
Bridge Enlace
Roteador Rede
Gateway Rede

3.2.1 Visão Geral de Switches da Camada 3


Nas arquiteturas de rede em geral, encontram-se hubs, switches e roteadores, onde os hubs e
switches atuam como pontos centrais de cabeamento nos segmentos de LAN, enquanto o roteador
cuida das funções de nível mais alto, como a tradução de protocolos de rede, o tráfego de dados
entre segmentos de LAN e o acesso à WAN.
Em arquiteturas de redes simples o roteador acaba se tornando o Backbone da rede, provendo
conexões a LANs , a servidores locais, a WAN e à Internet, exercendo múltiplas funções.
O tráfego de dados provenientes da WAN e da Internet tem aumentado a cada dia, exigindo cada vez
mais do roteador e sobrecarregando-o, como conseqüência, cria-se nesse ponto um inevitável
gargalo.
Para agravar ainda mais a situação, as empresas estão migrando para redes Fast Ethernet e os
roteadores conseguem operar com pouco mais de meia dúzia de interfaces Fast Ethernet.
A medida que mais estações migram para Fast Ethernet, o Backbone precisa migrar para Gigabit
Ethernet para poder oferecer uma largura de banda adequada. Considerando que cada interface
Gigabit Ethernet requer taxas de transmissão em torno de 1,5 milhões de pacotes por segundo para
operar sobre cabeamento de alta velocidade de forma satisfatória, e que os tradicionais roteadores
baseados em software não ultrapassam 1 milhão de pacotes por segundo, conclui-se facilmente que
o roteador será o maior ponto de afunilamento na transmissão de dados.

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A tecnologia ASIC
O desenvolvimento da tecnologia ASICs (Application Specific Integrated Circuits) resultou em uma
geração de switches, os camada 3, que processam roteamento IP em hardware especializado,
utilizando uma estrutura de memória compartilhada ou de comutação de barramento cruzado.
Exemplos de produtos de roteamento de alta velocidade são: Bay Networks Accelar, Cabletron
SmartSwitch™ Router, Cisco Systems Catalyst 8500, Extreme Networks Summit, Foundry Networks
Net/Turbo/BigIron Routers, Packet Engines PE-4884, Torrent Networking IP9000.
Os switches que utilizam essa tecnologia possuem uma taxa de transferência de dados mais alta que
dos roteadores tradicionais. Enquanto os roteadores podem operar como backbone de redes e
dispositivos de acesso a WAN e à Internet, os novos switches, apesar de processarem o roteamento
IP, só possuem interfaces LAN, não realizando conexões com a WAN ou com a Internet.
O novo switch camada 3 é o resultado da combinação do switch camada 2 (que opera com MAC
adress) com o roteamento IP da camada 3, ele controla o tráfego local que iria direto para o roteador.
Utilizando a tecnologia das bridges de guardar endereços e aprendendo a localização do endereço IP
nas várias portas, esse switch monta dinamicamente sua própria tabela de roteamento, utilizando
essas informações para selecionar os dados que serão enviados ao roteador.
Os dados que realmente precisam ser manipulados pelo roteador é que são enviados, mas na
maioria dos casos os dados podem ser simplesmente enviados a sub-rede apropriada, tarefa que
passa a ser executada pelo switch. A diferença entre os switches camada 3 e os camada 2 é que o
primeiro pode direcionar o tráfego de dados de forma inteligente, enquanto o segundo passa adiante
todos os dados sem examiná-los.
Combinando um roteador tradicional baseado em software com um switch camada 3, pode-se reduzir
consideravelmente a carga de trabalho sobre o roteador e aumentar a taxa de transferência entre
sub-redes para milhões de pacotes por segundo. Com esses switches as empresas podem manter o
tráfego LAN a LAN fluindo, com um custo menor do que repor os roteadores existentes.
Vale lembrar, que o tráfego de dados que requer transporte através da WAN ou que não seja
baseado em IP (IPX™, AppleTalk®, DECnet™) precisa passar pelo roteador, uma vez que, o Switch
camada 3 manipula apenas transmissões IP, não suportando multiprotocolos e nem interface WAN.
Fonte: www.blackbox.com.br

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3.3 Exercícios
1) Quais os protocolos de camada de enlace de uma rede Ethernet?
2) Quais os protocolos de camada física possíveis de serem utilizados com Ethernet?
3) Como é calculado o CRC de um quadro? Pesquise e explique o algoritmo.
4) Use o comando arp para verificar a tabela ARP de uma estação. Apresente e explique o
resultado.
5) Existe uma razão para o endereço MAC ser único em todo mundo? Poderia existir endereços
MAC iguais?
6) O que acontece se existirem dois endereços MAC iguais em um mesmo segmento de rede?
7) O que é modo promíscuo?
8) Quais as funções do protocolo LLC e seu formato de quadro?
9) O que é uma colisão?
10) Como uma colisão é detectada e como é corrigida?
11) Como funciona o método de acesso CSMA/CD?
12) Por que não existe colisão no protocolo Token Ring?
13) Qual o percentual de overhead inserido em uma rede Ethernet na transmissão de pacotes de
dados de 100 bytes, 500 bytes e 1000 bytes? O percentual é o mesmo para todos? Explique.
14) Por que se diz que um hub atua apenas na camada física?
15) Quando se diz que um switch atua na camada de enlace o que isto significa?
16) O que o roteador roteia?
a. Bits da camada 1
b. Quadros da camada 2
c. Pacotes da camada 3
d. Segmentos da camada 4

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